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quinta-feira, 25 de junho de 2020

Bebidas alcoólicas engordam? Veja a melhor alternativa


Metabolismo do álcool favorece acúmulo de gorduras, além de aumentar a percepção do apetite

O consumo de bebida alcoólica, mesmo que socialmente ou esporadicamente, costuma trazer uma dúvida: será que álcool engorda? Uma questão aflige principalmente quem está controlando o peso e tem algum evento social ou festa, por exemplo. Infelizmente, a resposta a essa pergunta é: sim, álcool ajuda a ganhar peso.

Toda bebida alcoólica vem do processo de destilação ou fermentação a partir do açúcar. Durante esse processo de transformação da molécula de açúcar (4 kcal) em álcool (7 kcal) há um ganho de três calorias. O que significa que o álcool não só é mais calórico que o açúcar, como tem quase o dobro de calorias.

Metabolismo do álcool
Além disso, quando há a ingestão da bebida alcoólica, além de consumir o dobro das calorias do açúcar, nosso metabolismo vai priorizar a eliminação do álcool do organismo. Isso significa que ele acaba deixando de lado o processo normal de queima calórica do corpo, proveniente dos alimentos que ingerimos, como se atrasasse o metabolismo.

De forma resumida, enquanto o metabolismo luta para eliminar o álcool do organismo, a gordura dos alimentos vai ficando acumulada no corpo, inibindo sua oxidação e gerando assim o ganho de peso.

Pesquisas também sugerem que o álcool parece "amplificar" a percepção do apetite, podendo influenciar em uma série de hormônios responsáveis pela sensação de saciedade e inibindo, por exemplo, a ação do GLP 1 e das leptinas, substâncias responsáveis pelo controle da ingestão alimentar.

Uma caloria que nunca vem sozinha
Em alguns casos, dependendo de como a bebida é preparada em coquetéis, as calorias são ingeridas em dobro. Uma caipirinha, por exemplo, contém açúcar, uma batida pode conter leite condensado, e ainda há quem misture vodca com energético que, além do alto valor energético, ainda tem o problema do excesso de cafeína.

Mesmo entre as pessoas que já sabem disso, muitas até acreditam em mitos que afirmam que certas bebidas alcoólicas podem ser mais inofensivas e com menos calorias. Essa fama foi colocada no gin, por exemplo. Trata-se de uma impressão falsa, pois o coquetel mais clássico com essa bebida, o gin tônica, não levar açúcar e tem um paladar mais leve e fresco.

O problema do gin tônica é que a água tônica, principal ingrediente, é um dos refrigerantes mais calóricos que existem. O quinino em sua composição demanda uma grande adição de açúcar para que o sabor fique mais equilibrado.

Existem alternativas para reduzir essa caloria, como utilizar água tônica com zero açúcar ou substituir o açúcar branco de uma caipirinha por adoçante. Não podemos afirmar que estas versões dos coquetéis alcoólicos não engordam, porém são opções mais adequadas para o consumo de quem está controlando o ganho de peso.

Para emagrecer com saúde e não deixar o álcool atrapalhar o processo, o ideal é sempre evitar o excesso de bebida, consumindo com moderação e buscando fazer misturas que tenham o mínimo de açúcar possível.


sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Você conhece os alimentos de calorias negativas?


Você já deve ter ouvido falar que alguns alimentos têm tão pouca caloria que o corpo gasta mais energia para digeri-las do que tira delas. Mas será que isso é verdade?

Maçãs, brócolis, melancia, espinafre, salsão, e – pasme! – até batata são alguns dos alimentos famosos por ter calorias negativas.

Por enquanto não há evidência científica que esses alimentos causem uma perda calórica ao invés de trazer calorias para o corpo. Um simples talo de salsão, por exemplo, contém míseras seis calorias, mas exige do corpo apenas meia caloria para ser digerida.

As dietas ricas nesse tipo de alimentos costuma trazer bons resultados na perda de peso, mas por outro motivo: esses itens não são densos em calorias e ocupam bastante espaço no sistema digestivo, trazendo saciedade.

Um estudo de 2005 publicado na revista The American Journal of Medicine com o título “Os efeitos de uma intervenção com baixa gordura e baseada em plantas no peso do corpo, metabolismo e sensibilidade a insulina” mostrou que uma dieta em plantas de baixa caloria trouxe perda de 6kg em média para os participantes, em 14 semanas de acompanhamento.

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Mesmo sem as evidências de que eles gastam mais calorias do que fornecem, vale a pena apostar nesses alimentos na dieta rotineira. Veja mais detalhes sobre eles:

Maçã
Elas contêm bastante fibra e apenas 50 calorias por 100 gramas, mas você deve comer a casca junto com a fruta. É rica em pectina, que ajuda na perda do peso e na digestão.

Brócolis
É uma ótima fonte de fibras e é considerado um superalimento por conter antioxidantes.

Melancia
Essa fruta contém licopeno, que é bom para o coração, e nutrientes que ajudam no fluxo sanguíneo e também na imunidade.

Batata
Claro que a batata não deve ser frita, mas se for consumida cozida, contém apenas 58 calorias e é uma ótima fonte e potássio e vitaminas B6 e C.

Espinafre
Ele é rico em vitamina K e A, assim como outras vitaminas e minerais.

Tomate
100 gramas dele contêm apenas 19 calorias, e fornecem fibras, potássio, vitamina C e licopeno.

Pepino
16 calorias por 100 gramas! Eles são cheios de minerais, vitaminas e eletrolíticos que ajudam na hidratação. [The American Journal of Medicine, NDTV Food, Independent]