terça-feira, 29 de janeiro de 2013

10 coisas que você talvez não saiba sobre o amor

Ao escrever o livro “Love 2.0: How Our Supreme Emotion Affects Everything We Feel, Think, Do, and Become” (em português, “Amor 2.0: Como nossas emoções supremas afetam tudo o que sentimos, pensamos, fazemos e nos tornamos”), a autora Barbara Fredrickson, professora de psicologia e diretora do Laboratório de Emoções Positivas e Psicofisiologia da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (EUA), aprendeu algumas coisas sobre o amor que ela julga importante compartilhar. Confira:

10. Pode ser difícil falar de amor em termos científicos, porque as pessoas têm ideias pré-existentes fortes sobre ele
A visão do amor que surge a partir da ciência requer uma mudança radical, segundo Barbara. “Eu aprendi que preciso pedir às pessoas para revisitar suas visões atuais de amor o suficiente para considerá-lo a partir de uma perspectiva diferente: a perspectiva do seu corpo”, diz.
Amor não é romance. Não é desejo sexual. Não é nem mesmo o vínculo especial que você sente com outros familiares ou pessoas significativas para você. E talvez o mais difícil de tudo, o amor não é duradouro e incondicional. A mudança radical que Barbara sugere é ver o amor como nosso corpo o experimenta: um micromomento de conexão compartilhada com o outro.

9. O amor não é exclusivo
Nós tendemos a pensar no amor apenas no contexto de nossos entes queridos. Quando o limitamos a apenas o círculo mais íntimo de família e amigos, inadvertidamente e severamente restringimos nossas oportunidades para o crescimento, saúde e bem-estar, de acordo com Barbara.
Na realidade, ela acha que podemos experimentar micromomentos de conexão com qualquer um, seja nossa alma gêmea ou um estranho. “Enquanto você se sentir seguro e forjar o tipo certo de conexão, as condições para experimentar a emoção do amor são boas”, afirma.

8. O amor não pertence a uma pessoa
Nós tendemos a pensar em emoções como eventos particulares, confinados a mente e corpo de uma pessoa. Atualizar a visão do amor desafia esta lógica.
Segundo Barbara, evidências sugerem que quando você realmente se conecta com outra pessoa, uma sincronia perceptível, mas momentânea, surge entre os dois: seus gestos e bioquímica, até mesmo seus respectivos disparos neurais, espelham um o outro em um padrão que ela chama de ressonância de positividade. “O amor é uma onda biológica de sentimento bom e cuidado mútuo que rola por dois ou mais cérebros e corpos de uma só vez”, diz.

7. Fazer contato visual é importante para o amor
Seu corpo tem a capacidade de “identificar” as emoções das pessoas ao seu redor, tornando suas perspectivas para o amor – definidas como micromomentos de ressonância de positividade – quase ilimitadas. Embora isso soe esperançoso, essa habilidade natural é frustrada se você não fizer contato visual com a outra pessoa. O encontro dos olhos é uma chave essencial para a sincronia neural.

6. O amor fortalece a conexão entre o cérebro e o coração, tornando-o mais saudável
Décadas de pesquisa mostram que as pessoas que estão mais conectadas socialmente vivem vidas mais longas e saudáveis. No entanto, como exatamente os laços sociais afetam a saúde ainda é um dos grandes mistérios da ciência.
A equipe de pesquisa liderada por Barbara descobriu que, quando pessoas são designadas aleatoriamente a aprender maneiras de criar mais micromomentos de amor diariamente, a função do seu nervo vago, um canal chave que liga o cérebro ao coração, melhora de forma duradoura. Esta descoberta fornece um novo caminho para descobrir de que forma micromomentos de amor servem como nutrientes para a sua saúde.

5. Suas células imunes refletem suas experiências passadas de amor
Segundo Barbara, as formas como seus genes são expressos no nível celular dependem de muitos fatores, incluindo se você se considera ser socialmente conectado ou cronicamente solitário.
Barbara e sua equipe estão investigando os efeitos celulares do amor, testando se as pessoas que constroem mais micromomentos de amor na vida diária também têm células imunológicas mais saudáveis.

4. Pequenos momentos emocionais podem ter grandes efeitos biológicos
Pode parecer surpreendente que uma experiência que dura apenas um momento possa ter um efeito duradouro sobre a sua saúde e longevidade. No entanto, Barbara notou que há um ciclo importante, uma espiral ascendente, entre vida social e bem-estar físico.
Isto é, não somente seus micromomentos de amor o tornam mais saudável, mas ser saudável “aumenta” a sua capacidade de amar. Pouco a pouco, amor gera amor, melhorando a sua saúde. E saúde gera saúde, melhorando a sua capacidade de amar.

3. Não subestime o amor no casamento
“Escrever este livro mudou profundamente a minha visão pessoal de amor. Eu costumava defender o amor como uma força constante, firme, mas que não definia meu casamento. Enquanto essa força constante e firme ainda existe, agora vejo a nossa ligação como um produto dos muitos micromomentos de ressonância de positividade que meu marido e eu compartilhamos ao longo dos anos”, conta Barbara.
Segundo ela, isso pode ajudar a afastar uma ideia de amor fixa que o pode levar a subestimar esse sentimento em um relacionamento. “O amor é algo que devemos recultivar todos os dias”, afirma.

2. Amor e compaixão podem ser a mesma coisa
Reimaginar o amor como micromomentos de positividade compartilhada pode fazer parecer que o amor requer que você sempre se sinta feliz. Isso não é verdade. Você pode experimentar um momento de microamor, mesmo que você ou a pessoa com quem você se conecta esteja sofrendo.
“O amor não exige que você ignore ou suprima negatividade. Ele simplesmente requer que algum elemento de empatia, bondade ou apreciação sejam adicionados à mistura. Compaixão é a forma que o amor toma quando o sofrimento ocorre”, explica Barbara.

1. Atualizar sua visão do amor já muda a sua capacidade de amar
A ciência oferece novas lentes através das quais você pode ver suas interações emocionais. “As pessoas que entrevistei para o livro compartilharam histórias incrivelmente comoventes sobre como usaram micromomentos de conexão para fazer reviravoltas dramáticas em suas vidas pessoais e profissionais”, conta Barbara.
“Uma das coisas mais esperançosas que eu aprendi é que quando as pessoas tomam só um minuto por dia para pensar se se sentiam ligadas e sintonizadas com os outros, iniciam uma cascata de benefícios. E isto é algo que você pode começar a fazer hoje, tendo aprendido apenas um pouco mais sobre como o amor funciona”, diz.[CNN, foto de Amanda Nicole Betley]

Fonte: http://hypescience.com/10-coisas-que-voce-talvez-nao-saiba-sobre-o-amor/

Abdominal: veja os principais erros na hora de fazer o exercício


Para não se machucar praticando abdominais e alcançar os resultados desejados, Álvaro Junior, coordenador técnico da academia Runner (SP), avisa “o primeiro erro é tentar flexionar muito a coluna para efetuar o movimento e acabar lesionando a cervical.

Quando ministramos a aula pedimos para o aluno não puxar o pescoço na hora do movimento”. A respiração também precisa de atenção. A indicação do profissional é soltar o ar na subida e inspirar na descida. Por fim, outro erro comum é abusar da quantidade de abdominais. “O que é eficaz é o movimento consciente, com a respiração certa e não o exagero na quantidade”, ressalta Junior. “Três vezes por semana são suficientes para a prática do exercício, com sessões de 15 minutos ou dividindo-se em séries”, completa.

Fonte: http://dietaja.uol.com.br/o-certo-e-errado-na-hora-de-fazer-abdominais/ - Por Mariana Alves - Foto: Shutterstock

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Aeróbica é melhor que musculação para perda de peso e gordura

Melhor exercício para perder peso

Há poucos dias, um estudo respondeu a eterna questão "O que é melhor para perder peso: exercícios ou dieta?"

Se a resposta que vale para você é "exercícios físicos", então agora acaba de ser respondida a outra questão que se coloca imediatamente: qual tipo de exercício físico?

Quando o objetivo é perder peso e gordura, o treinamento aeróbico é melhor do que o treinamento de resistência, geralmente feito nas academias de musculação.

A conclusão é do maior estudo randomizado já realizado para comparar diretamente mudanças na composição corporal induzidas por quantidades comparáveis de tempo gasto treinamento aeróbico e de resistência, ou uma combinação de ambos.

Os voluntários eram todos adultos previamente inativos, com sobrepeso ou obesos, e não-diabéticos.

O estudo, conduzido por pesquisadores das universidades de Duke e Carolina do Norte (EUA), foi publicado na edição de Dezembro do Journal of Applied Physiology.

Musculação ou exercício aeróbico

Um total de 234 homens e mulheres sedentários, com sobrepeso ou obesos, com idades entre 18 e 70 anos, participaram de protocolos supervisionados de treinamento com duração de oito meses, divididos em três grupos: treinamento aeróbico (TA), treinamento de resistência (TR), ou uma combinação de ambos (TA/TR).

Os participantes do treinamento aeróbico exercitaram-se vigorosamente, até cerca de 70-85% da frequência cardíaca máxima. O exercício durava aproximadamente 45 minutos, três dias por semana, durante todo o período do estudo.

Andar, correr, nadar e pedalar são os principais exemplos de exercícios aeróbicos.
O grupo do treinamento de resistência também treinou três dias por semana, completando três séries de 8 a 12 repetições em oito equipamentos de resistência que visavam todos os principais grupos musculares. Os pesos foram aumentando ao longo do estudo para manter um nível constante de desafio conforme os participantes ganhavam força.

Os indivíduos do grupo TA/TR realizaram todos os exercícios designados tanto o grupo TA quanto para o grupo TR, condensados no mesmo tempo de treinamento diário.

No final do estudo, cada voluntário foi avaliado quanto ao peso, composição corporal, circunferência da cintura, aptidão cardiorrespiratória e força.

Aeróbica, gordura e peso

Os pesquisadores descobriram que:

1. Os grupos designados para treinamento aeróbico e treinamento de resistência mais aeróbica perderam mais peso do que aqueles que fizeram apenas treinamento de resistência. Na verdade, aqueles que fizeram apenas treino de resistência ganharam peso devido ao aumento da massa corporal magra.
2. A massa de gordura e a circunferência da cintura diminuiu significativamente nos grupos TA e TA/TR, mas não tiveram alteração nos voluntários do grupo TR. No entanto, as medidas de massa corporal magra aumentaram significativamente nos grupos TR e TA/TR, mas não no TA. Isto sugere que o exercício aeróbico é mais eficaz na redução dessas medidas.
3. A massa corporal magra aumentou tanto no grupo TR quanto no grupo TA/TR, mas não no TA. O benefício dos dois modos de exercício permitiu ao grupo TA/TR diminuir o percentual de gordura corporal significativamente mais do que qualquer outro grupo devido à diminuição da massa de gordura combinada com o aumento da massa corporal magra.

Fim do mito

"Dadas as nossas observações, parece ser a hora de reconsiderar seriamente a sabedoria convencional de que o treinamento de resistência por si só pode levar à perda de peso e de gordura," disse Leslie H. Willis, idealizadora do estudo.
"Se a meta é aumentar a massa muscular e a força, então o treinamento de resistência é necessário. Entretanto, a maioria [das pessoas] pode ter benefícios de saúde por meio da perda de peso e de gordura. A melhor opção, nesse caso, dado o tempo limitado para os exercícios, é se concentrar no treinamento aeróbico. Quando você perde gordura, provavelmente você está perdendo gordura visceral, associada à saúde cardiovascular e outros benefícios."

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=aerobica-melhor-musculacao-perda-peso-gordura&id=8481&nl=nlds

domingo, 27 de janeiro de 2013

Saiba o que você pode fazer para prevenir o câncer

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 2011 e 2012, aproximadamente 512 mil pessoas foram diagnosticadas com algum tumor e, até 2030, 17 milhões de pessoas em todo o planeta morrerão vítimas da doença. E a melhor maneira de combate ao câncer ainda é a prevenção; veja a seguir os 10 mandamentos para evitar a doença, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer).

Uma alimentação saudável pode reduzir muito o risco de câncer. Sua dieta deve conter diariamente, pelo menos, cinco porções de frutas, verduras e legumes. Evite frituras, salgadinhos e alimentos gordurosos e capriche na ingestão de fibras, que evitam o câncer colorretal.

Evite o consumo excessivo de sal, associado ao câncer de estômago, de acordo com a União Internacional para o Controle do Câncer (UICC). Procure limitar a ingestão a no máximo 5 g por dia.

Evite o excesso de carne vermelha, especialmente quando há gordura aparente, além de pele de frango.

Evite o consumo excessivo de embutidos, como linguiça, salsicha e salame. Prefira carne cozida ou assada .

Faça pelo menos 30 minutos diários de atividade física, leve ou moderada. Você pode, por exemplo, trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro para passear, cuidar do jardim, varrer a casa, caminhar ou dançar.

Já está comprovado que a obesidade aumenta as chances de uma pessoa desenvolver câncer. Por isso, é importante controlar o peso por meio de uma boa alimentação e manter-se ativo.

As mulheres com idade entre 25 e 64 anos devem realizar exame preventivo ginecológico regularmente. O papanicolau ajuda a detectar o HPV, um dos maiores causadores de câncer de colo de útero.

Homens acima de 45 anos e com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata. Também é recomendável que mulheres e homens com 50 anos ou mais realizem exame de sangue oculto nas fezes a cada um ou dois anos.

Mulheres com 40 anos ou mais devem realizar o exame clínico das mamas anualmente e a mamografia deve ser feita conforme orientação médica. Se uma pessoa da família teve a doença antes dos 50 anos, as chances aumentam. Quem já teve câncer em uma das mamas ou câncer de ovário, em qualquer idade, deve ficar mais atenta. Nesses casos, a partir dos 35 anos, o exame clínico das mamas e a mamografia devem ser feitos uma vez por ano.

Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Os homens não devem tomar mais do que duas doses por dia, enquanto as mulheres devem limitar este consumo a uma dose. Isso corresponde a um copo de cerveja ou a uma taça de vinho.

Evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar. Se for inevitável a exposição ao sol durante a jornada de trabalho, use chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.

Faça diariamente a higiene oral (escovação dos dentes e da língua) e consulte o dentista regularmente.

Lute pelo meio ambiente. Segundo a UICC, a contaminação do ar, do solo e da água com substâncias químicas está envolvida em 1% a 4% dos casos de câncer.

Seja vacinado. Infecções por vírus como o da hepatite B e o HPV podem evoluir para câncer.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/01/23/especialistas-desmentem-eficacia-de-suco-milagroso-contra-o-cancer.htm

Programas de computador que nasceram, 'bombaram' e foram esquecidos

Com a rápida evolução da internet, vários programas de computador são criados, utilizados por milhões de pessoas, atualizados e, no final, acabam sendo esquecidos. Existem também aqueles que são copiados, e a versão fajuta acaba fazendo mais sucesso do que o programa original que quebrou paradigmas. Relembre dez programas que você usou e que estão esquecidos em um canto qualquer do mundo digital.


1º ICQ
Percussor dos programas para conversas online, o ICQ foi criado em 1996 por quatro jovens israelenses. Os garotos prometiam mudar totalmente a forma como as pessoas trabalhavam e navegavam na internet? e eles realmente mudaram. Hoje, enquanto se está trabalhando, diversos profissionais mantêm um programa de mensagens instantâneas aberto. Embora o ICQ ainda exista, ele foi substituído por outros softwares, como o MSN Messenger, o GoogleTalk e o Skype.

2º Napster
Criado por Shawn Fanning e Sean Parker em 1998, foi um programa de compartilhamento de arquivos via rede P2P. Protagonizou uma luta jurídica entre a indústria fonográfica e as redes de compartilhamento. A acusação era de que o programa compartilhava arquivos protegidos por diretos autorais. Apesar de ter sido processado pela banda Metallica, o Napster obteve apoio músicos como o guitarrista da banda Rage Against The Machine, Tom Morello. O programa foi comprado e vende músicas que respeitam os direitos autorais.

3º KaZaA
Outro programa de compartilhamento de arquivos, o KaZaA foi criado em 2000 na Estônia. Assim como o Napster, o programa protagonizou árduas batalhas na Justiça, inclusive tendo alguns de seus usuários processados pela RIAA (Recording Industry Association of America, instituição que cuida dos direitos das gravadoras nos EUA). Esses usuários foram obrigados a pagar uma multa multiplicada pelo número de músicas baixadas. A página oficial do KaZaA informa que o programa encerrou suas atividades.

4º RealPlayer
É um programa que reproduz arquivos de mídia. No ar desde 1995, em seu auge o RealPlayer era uma das opções alternativas dos internautas para substituir o Windows Media Player. Hoje, serve como opção para rodar arquivos multimídia em baixa qualidade e na extensão RMVB, mas não é sombra do que foi. No mundo dos smartphones e tablets, o RealPlayer possui uma versão para Android. Além de ser gratuito, o aplicativo é eficiente e está levantando o RealPlayer da tumba.

5º Limewire
É um programa de compartilhamento de arquivos que funciona tanto por P2P quanto por BitTorrent. Seguindo o legado de seus irmãos, o LimeWire também foi processado por diretos autorais, mas, ao contrário dos outros, o site foi tirado do ar em 2010. Ao entrar na página oficial do programa, o internauta é recepcionado com um comunicado dizendo que o LimeWire encerrou suas atividades. O LimeWire era um programa com duas versões disponíveis, uma gratuita e outra paga.

6º Netscape
Apesar de ser uma empresa de serviços de computação, o seu nome é mais associado ao navegador de internet criado em 1994. Foi o principal browser dos primórdios da internet. Com a popularização do Internet Explorer, a empresa viu seu fim chegar. Como última cartada, a empresa resolveu abrir o código do seu software. Desta nova ideia surgiu um navegador que hoje é muito utilizado, o Mozilla Firefox.

7º Audiogalaxy
Criado em 1998 por Michael Merhej, este é mais um programa de compartilhamento de arquivos via rede P2P. A diferença deste software é que o usuário se cadastrava em uma comunidade e recebia automaticamente tudo o que era enviado para ela. Hoje, o Audiogalaxy não é mais um site que permite a troca de arquivos gratuitamente. O internauta deve comprar os arquivos disponíveis no portal. O programa também possui uma versão para smartphones e tablets, disponível para sistema Android e Apple.

8º Eudora
Não confunda o gerenciador de e-mail criado em 1988 com a linha de cosméticos lançada em 2011. O programa foi lançado por Steve Dornier, que na época trabalhava no setor de computação da Universidade de Illinois. Em 1991, o Eudora foi adquirido pela empresa Qualcomm. Depois da compra, o software sumiu do mapa. Em 2006, a Qualcomm freou o desenvolvimento da versão comercial do gerenciador e passou a patrocinar a criação de uma versão de código aberto baseado no Mozilla Thunderbird.

9º GetRight
Um dos mais antigos gerenciadores de downloads, este programa foi criado em 1997 por Michael Burford. Ele serve para baixar arquivos da internet. Sua diferença é que ele permite voltar a baixar arquivos que foram interrompidos porque a rede caiu ou ocorreu algum outro problema. Hoje, como a velocidade de downloads aumentou e é mais rara a interrupção do download, o GetRight foi esquecido. Porém, ainda há uma versão gratuita e uma paga para download do programa.

10º iMesh
Mais um programa de compartilhamento de arquivos aparece no ranking. O iMesh foi outra plataforma que os internautas acharam para baixar músicas e outros tipos de arquivos, quando as mais famosas foram fechadas ou deixaram de ser gratuitas. Esse programa não se envolveu em muitos problemas judiciais, apesar de estar ativo desde 1999. Até hoje seu site oficial oferece a versão gratuita do programa para download que é traduzido para 11 idiomas.

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/listas/top-10-programas-que-nasceram-bombaram-e-foram-esquecidos.htm