quarta-feira, 18 de maio de 2016

Dieta para ganhar peso: evite calorias vazias e invista em gorduras boas

Fazer musculação e incluir cereais na alimentação ajudam no aumento de peso saudável

Enquanto algumas pessoas têm dificuldade para emagrecer outras encontram problemas na hora de engordar. As causas para essa dificuldade podem ser tanto físicas quanto psicológicas.

Algumas medidas podem ajudar no ganho de peso. Conversamos com especialistas e listamos as principais razões para não ganhar peso e o que pode ser feito a fim de engordar de maneira saudável.  

Por que continuo emagrecendo? - Motivos físicos
Há diversos motivos físicos que explicam por que algumas pessoas são muito magras e tem dificuldade em engordar. "Um deles é a genética, quando o paciente conta com a queima calórica muito intensa", destaca o nutrólogo Roberto Navarro.

Doenças também podem ser a causa dessa dificuldade de ganhar peso, é o caso do hipertireoidismo, problema no qual a glândula da tireoide produz hormônio em excesso. "Em situações assim, o indivíduo come mais e mesmo assim emagrece", constata Navarro. Diversos tipos de câncer podem levar a esta dificuldade, especialmente aqueles que atingem o tubo digestivo.

A falta de oferta calórica, ou seja, comer pouco, leva ao emagrecimento. O excesso de atividades físicas é outro fator que pode fazer com que a pessoa tenha dificuldade em engordar, já que ela gasta mais do que come. 

Fumar cigarros e consumir algumas drogas, especialmente as que deixam a pessoa mais alerta, como a cocaína, também pode dificultar o ganho de peso.
 
Por que continuo emagrecendo - Motivos psicológicos
Algumas doenças psiquiátricas podem ser a causa da dificuldade para engordar. "Porém, as questões psiquiátricas só podem ser pensadas depois de excluídas as questões físicas", alerta o psiquiatra e nutrólogo Hewdy Lobo da Vida Mental Serviços Médicos.

Alguns quadros de adoecimento mental mais graves estão associados a dificuldade ou a recusa em comer. "É o caso clássico da anorexia nervosa em que os portadores recusam a alimentação apesar de sentirem fome, porque de forma doentia percebem o próprio corpo exageradamente aumentado", diz Lobo.

Outra condição que pode levar a dificuldade em engordar é a depressão. "Um dos sintomas é a redução do apetite parcial ou quase completa a ponto de não se comerem por terem perdido a vontade da alimentação da mesma maneira que perderam interesse pela vida, relacionamento, etc", conta Lobo.

A esquizofrenia também pode causar problemas no ganho de peso, pois o indivíduo pode ter um tipo de delírio em que tem certeza que os alimentos ou a água estão contaminados e dessa forma se recusa a comer, é o chamado delírio de envenenamento.

O Transtorno Obsessivo Compulsivo pode ser um obstáculo para engordar, pois o paciente gasta um tempo exagerado apenas para organizar o alimento de uma maneira que entenda estar adequada.
 
Qual a alimentação ideal para engordar?
Estar magro não é um passe livre para comer o que bem entender. "A pessoa pode ganhar peso, mas se desnutrir", alerta Navarro. Afinal, as pessoas magras também podem ter problemas de saúde. "Não adianta consumir mais alimentos indiscriminadamente: as pessoas magras também podem ter altos níveis de colesterol. Tenha uma dieta que forneça nutrientes apropriados para promover o ganho de peso saudável", orienta a nutricionista Karina Gallerani. 

Assim, evite os alimentos ricos em açúcar refinado, carboidratos simples, que em excesso podem favorecer a resistência à insulina que por sua vez pode se tornar diabetes tipo 2. As gorduras trans, presente em alguns alimentos industrializados e frituras, e a gordura saturada, encontrada principalmente em alimentos de origem animal como a carne vermelha, também devem ser evitadas, pois favorecem o aumento do colesterol, entre outras complicações.

Alguns alimentos termogênicos também podem ter o consumo restringido, como a cafeína, presente no café e no chá verde, a pimenta e o chá de hibisco. Estes alimentos aceleram o gasto calórico e favorecem o emagrecimento. 
 
O que comer
Invista em alimentos calóricos, mas nutritivos. É o caso do azeite extravirgem que é rico em gorduras boas, as monoinsaturadas, e assim ajuda a regular o colesterol, protege o coração e o cérebro, previne o diabetes, entre outros benefícios.

Invista em oleaginosas, como as castanhas e nozes, e em peixes, pois eles são fontes de boas gorduras. O abacate também é bom por ser rico em gorduras monoinsaturadas e bem calórico.

Procure adicionar granola, entre outros cereais, farinhas enriquecidas e até o açúcar mascavo em alguns alimentos. "Outra dica é incluir gema de ovo cozida amassada no feijão, purê, sopa, entre outros", orienta Navarro.

Opte pelas carnes magras. "O consumo de proteínas, carnes magras e leguminosas também é importante, porém é preciso certificar-se que não está havendo uma ingestão excessiva que possa sobrecarregar os rins e o fígado", diz Gallerani. Mastigar bem os alimentos contribui para que o organismo absorva melhor os nutrientes.  

Equilibre o consumo de carboidratos simples, como o pão branco, arroz comum, entre outros, e complexos, como arroz e pão integrais. "Isto porque as fibras presentes nos integrais proporcionam saciedade", explica a nutricionista Cátia Medeiros. Porém, elas também melhoram o trânsito intestinal, entre outros benefícios e não devem ser excluídas do cardápio.
 
O quanto comer
Assim como para emagrecer é preciso diminuir o consumo de calorias, para engordar é preciso aumentar a ingestão calórica. É importante buscar a ajuda de um médico nutrólogo ou de uma nutricionista a fim de saber o quanto a mais de calorias deve ser consumido para o ganho de peso saudável. "Isto vai depender do peso atual, altura e nível de atividade física. Calculamos o quanto a pessoa precisa comer para manter o peso e a partir disso estimamos o quanto precisa ingerir a mais para engordar ou a menos, caso queira emagrecer", explica Navarro.

Lembre-se de evitar as calorias vazias, como os refrigerantes, fast-foods, alimentos industrializados e doces que são pobres em vitaminas e sais minerais.

Apenas as quantidades mudam, as proporções de cada macronutriente continuam as mesmas. Portanto, continua sendo orientado ter a refeição composta por: 50 a 55% de carboidratos, 15 a 20% de proteínas e 25 a 30% de gorduras, sendo 7% gorduras saturadas, 10% gorduras poli-insaturadas e 13% monoinsaturadas. 
 
Suplementos
É preciso tomar cuidado ao ingerir os suplementos como os shakes hipercalóricos. Eles só podem ser ingeridos após a orientação de uma nutricionista. A melhor maneira de ganhar peso é por meio de mudanças na alimentação, porém em certas situações os suplementos podem ser recomendados. ?Para evitar que algumas pessoas que precisam ingerir muitas calorias desenvolvam o hábito de comer grandes volumes de comida, o suplemento pode ser uma opção, pois oferecerá maior densidade energética, mas menos volume?, explica Medeiros.  

Dicas para abrir o apetite
Uma boa estratégia para abrir o apetite é começar pelos alimentos líquidos: vitaminas batidas com leite ou sucos podem ser combinados com diferentes frutas e acrescidos de iogurte. Lembre-se de comer a cada duas ou três horas. A apresentação das refeições é muito importante para abrir o apetite: pratos atraentes, saborosos e variados aguçam o paladar. Utilize temperos e ervas para melhorar o sabor e aroma dos alimentos. Um medicamento também pode ser receitado pelo médico para aumentar o apetite.  

Exercícios certos para ganhar peso
Os exercícios são grandes aliados de quem quer ganhar peso. A musculação com a orientação de um educador físico é a melhor opção, pois irá proporcionar o ganho de massa muscular.

Evite atividades aeróbicas, como a caminhada, corrida, dança, entre outros, por um longo período de tempo."Toda a atividade de longa duração, mesmo que seja leve, faz com que o corpo utilize a reserva de gordura", diz Navarro.

As atividades físicas corretas ainda podem ajudar de outra maneira. "Elas contribuem porque abrem o apetite de quem não tem fome", constata Gallerani.
 
É preciso ganhar músculos ou gorduras?
O mais recomendado é que a pessoa ganhe peso por meio de massa muscular. Porém, em alguns casos pode ser necessário acumular também mais gordura. "Existe um risco de ter menos de 10% de gordura no corpo, pois ela cumpre funções fisiológicas, estoca vitaminas lipossolúveis, como as A e K, e produz hormônios", afirma Navarro.

Por outro lado, algumas pessoas podem ser magras e mesmo assim apresentaram altas taxas de gordura. "Há pessoas muito magras que têm alto percentual de tecido gorduroso, em função do sedentarismo, hábitos alimentares incorretos e longos intervalos de tempo sem se alimentar", explica Gallerani.

Saiba que as mulheres têm mais tendência a engordar por conterem maior quantidade de gordura entre as fibras musculares que os homens. Por outro lado, os homens tem mais tendência a ganhar massa muscular. "Eles contam com concentrações hormonais superiores às das mulheres e isso faz com que o ganho muscular seja proporcional a esta concentração", conta Gallerani.
 
Como manter o peso
Após alcançar o peso ideal é preciso tomar cuidado para não perdê-lo ou engordar demais. Por isso, com a ajuda do nutrólogo ou nutricionista é preciso fazer outro cálculo de quantas calorias devem ser ingeridas.

Mantenha a disciplina com os novos hábitos da dieta. "Nunca pule horários das refeições e siga as porções conforme o plano alimentar", orienta Gallerani.

Pode ser uma boa estratégia adotar o seguinte planejamento: faça supermercado toda a semana, com uma lista para evitar a compra de alimentos desnecessários. Crie um cardápio para os próximos sete dias e faça compras pensando nele. Mantenha um horário fixo para fazer exercício e um diário dos padrões de alimentação e atividade física. Escreva não somente o que come, mas onde, quando e o que sentiu no momento. Assim dá para analisar o que gerou a fome e o que satisfez o seu apetite. Isso vai ajudar a pessoa a perceber se está passando muito tempo sem comer, se não está sentindo fome ou se alguma situação fez ela perder a vontade de comer.


terça-feira, 17 de maio de 2016

Faça você mesmo o seu isotônico

Aprenda a fazer um repositor eletrolítico, que vai ajudá-lo a repor os sais minerais perdidos com o treino. É fácil, fácil

Quer aprender a fazer um  isotônico em casa? A nutricionista Talitta Maciel, da Clínica Espaço Reeducação Alimentar, bolou 3 receitas bem fáceis de fazer. Os benefícios de fazer o seu próprio isotônico são diversos, a começar que ele estará livre de conservantes e outros componentes químicos, normalmente presentes nas versões industrializadas. Confira!

Isotônico cítrico
– 250 ml de suco de limão, laranja e acerola: Eles são ricos em potássio, auxiliam na reposição de eletrólitos perdidos com o suor, fornecem vitamina C, que auxilia na imunidade, e frutose, que ajuda na reposição de carboidratos perdidos durante o exercício)
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– 1 colher (sopa) de melado de cana: O melado possui minerais como potássio, selênio, cálcio, ajudando a repor os eletrólitos, além de ser fonte de carboidratos e repor a energia consumida por músculos e fígado (glicogênio). Os minerais presentes no melado ajudam na contração muscular.

– 1 colher (chá) de sal: atua na reposição de sódio, principal mineral perdido durante o exercício.
– 50 ml de água gelada

– Gelo
Coloque os ingredientes em uma squeeze e agite bem.

Isotônico relaxante
– 500 ml de água filtrada

– 5 colheres (sopa) de açúcar demerara: o açúcar demerara possui vitaminas do complexo B, que atuam na recuperação muscular, além de  potássio e carboidratos.


– 1 colher (café) de sal: O sal atua na reposição de sódio, principal mineral perdido durante o exercício

– 1 maracujá médio (polpa): A fruta apresenta boas quantidades de sais minerais – cálcio, ferro, fósforo, sódio e potássio, vitamina C, vitaminas do complexo B, além de antioxidante que ajudam na recuperação do estresse oxidativo causado pelo exercício.
Misture bem em uma coqueteleira e beba bem gelado.

Isotônico refrescante
– Suco de 1 limão: O limão é rico nas vitaminas A, C e do complexo B, possui antioxidantes que auxiliam na recuperação muscular, minerais, entre eles potássio, cálcio, magnésio, iodo, cobre e silício.

– 1 colher (sopa) de mel: fonte de frutose, glicose e sacarose, o mel ajuda a repor instantaneamente a energia
– 1 colher (café) de sal

– 500 ml de água gelada

– 1 colher (chá) de gengibre em pó: O gengibre é um potente antioxidante e anti-inflamatório

– 10 folhas de hortelã: O hortelã possui sais minerais, potássio, sódio, magnésio e fósforo, além de vitaminas C, D e B, antioxidantes que auxiliam na recuperação pós-exercício.
Misture todos os ingredientes em um squeeze e consuma gelado.

Fonte: http://www.sportlife.com.br/nutricao/faca-voce-mesmo-o-seu-isotonico/Texto de Gabriel Gameiro - Foto: Shutterstock Images

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Mediquês: fique por dentro dos termos usados pelos médicos

Você já se sentiu confuso durante a consulta ou no pronto-socorro por não entender ao certo as orientações do especialista? Então, fique por dentro dos termos usados pelos médicos
Como se não bastasse não entendermos as letras das receitas médicas, é possível ouvir palavras que nem sabemos de onde vieram durante uma consulta. E você não está sozinho nessa situação. Dependendo do médico, fica bem difícil entender tudo o que ele diz. Mas, em qualquer circunstância, na dúvida, pergunte! Nada de ficar com vergonha. É da sua saúde que estamos falando. Então, nem pensar em procurar por esclarecimentos na internet.

Por mais que essa ferramenta possa ser útil, nem sempre os dados encontrados se aplicam a seu caso específico. A ideia inicial das idas tanto ao pronto-socorro quanto em uma visita a um especialista é que você saia de lá com todas as questões sanadas. Afinal, todos os médicos são treinados para isso!

Saber traduzir o “mediquês”
Cláudia Vasconcellos, professora da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP), conta que “esse processo se inicia com o estudante de medicina entendendo o novo termo e, a partir daí, ele deve fazer uma tradução para que qualquer paciente possa compreendê-lo”. O clínico geral e professor Paulo Camiz, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), diz que esse treinamento é bem realizado nas aulas práticas. “Nesse momento o aluno pratica a explicação do problema na linguagem adequada”, exemplifica Camiz. Cláudia lembra que essas traduções são também exploradas durante as aulas de semiologia – que é a parte da medicina relacionada ao estudo de sinais e sintomas de patologias –, em que o futuro médico aprende a fazer a história com o paciente e examiná-lo.

O valor da experiência
Daniel Petlik, cardiologista da unidade de Pronto Atendimento do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), afirma que durante a formação a importância de usar uma linguagem que alcance a compreensão dos pacientes é sempre enfatizada. “Ao longo da vida profissional, ganhamos experiência e cada vez mais aprimoramos a maneira de falar com o paciente”, completa Petlik. Ou seja, se algo passou, não foi de propósito. Para você participar de forma mais ativada próxima consulta, separamos alguns dos termos usados na conversa entre médicos e pacientes. Ao menos estes você vai entender melhor.


Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/mediques-fique-por-dentro-dos-termos-usados-pelos-medicos/6206/  - Por Letícia Ronche | Fotos: Shutterstock | Fonte Claudia Vasconcellos, professora da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP); Daniel Petlik, cardiologista da Clínica Vivere Sanus (SP), e  Paulo Camiz, clínico geral e professor da USP e Hospital das Clínicas de São Paulo (HCFMUSP), glossário de termos médicos para jornalistas (Hospital Israelita Albert Einstein) e Manual Merck (MSD - Roca) | Adaptação Kelly Miyazzato. 

domingo, 15 de maio de 2016

Dez atitudes que fortalecem seu cabelo e previnem a queda dos fios

Até a alimentação interfere na aparência dos cabelos

Usar o xampu certo, cuidar do couro cabeludo, evitar o estresse, escolher a escova certa, praticar mais exercícios são alguns dos hábitos que fortalecem os cabelos e previnem a queda dos fios. Aprenda a seguir como ter as madeixas mais saudáveis e bonitas. 

1) Manter os cabelos sempre limpos: Os cabelos não caem porque estamos lavando o couro cabeludo, e sim porque estão programados para cair, independente do banho. "Quando deixamos de lavar para evitar a percepção de queda dos fios durante o banho, acabamos deixando o couro cabeludo sujo por mais tempo e esta sujeira poderá favorecer e agravar a queda de cabelos", diz o dermatologista Ademir Jr.

2) Usar a escova errada: Ela também pode danificar os fios, deixando aquele aspecto de cabelos quebrados. "As escovas com pinos que apresentam bolinhas de massagem na ponta protegem o couro cabeludo e oferecem mais leveza na hora de desembaraçar", afirma o cabeleireiro da Condor, Gennaro Preite.

3) Reduzir seu estresse: Estudos mostram que uma boa parte das pessoas que reclama de queda capilar apresenta ou apresentou algum tipo de estresse que pode ter sido causador da queda capilar.

4) Fazer exercícios físicos: "A pratica de atividades físicas libera endorfinas que diminuem o estresse e consequentemente a queda de cabelos", explica o dermatologista Ademir Jr.

5) Não prender os fios molhados: fazer isso uma vez ou outra não tem problema nenhum. Mas achar que vai domar o volume dos fios dando um bom nó em volta deles é assinar um atestado de raiva permanente. "Manter o couro cabeludo molhado por muito tempo faz juntar fungos e criar caspa, além de enfraquecer a raiz e provocar a queda" , afirma o afirma o cabeleireiro Paulo César Schettini. Usar um leave-in e evitar o vento enquanto a cabeça não seca são medidas suficientes para evitar o cabelo armado demais.

6) Ficar atento ao couro cabeludo: Boa parte dos pacientes que chega à nossa clínica queixando-se de queda capilar relata que apresenta ou apresentou situações de caspa ou descamação, feridas, dor e coceira de couro cabeludo.

7) Evitar o álcool e o fumo: A ingestão de álcool provoca aumento da produção de radicais livres no nosso corpo. Radicais livres promovem inflamação em alguns tecidos, incluindo a pele do couro cabeludo. Toda inflamação poderá promover aumento da queda de cabelos. Além disto, o álcool, sozinho, desgasta o organismo já que exige de nosso corpo um esforço maior para metabolização o etanol. O desgaste do metabolismo é um dos fatores que podem levar à queda capilar. Cuidado também com o tabagismo. É provado cientificamente que o fumo, por produzir radicais livres em nosso corpo facilita a queda capilar.

8) Ficar longe da ansiedade: Cabelos não se recuperam da noite para o dia. Ficar olhando no espelho desesperadamente à procura de fios novos não ajuda em nada. Para piorar, a ansiedade agirá como o estresse, aumentando a queda capilar.

9) Cuidar da alimentação: A alimentação é essencial para fortalecer os fios e para estimular o crescimento deles. Alguns nutrientes específicos como os minerais (zinco, selênio, cálcio, silício e ferro), além das vitaminas (E, C e do complexo B), proteínas e grão integrais. "As propriedades desses nutrientes funcionam em cosméticos, mas seu maior benefício está quando estão presentes nos alimentos consumidos" , diz o dermatologista Marelo Bellini.

10) Passar chapinha no cabelo molhado: a gravidade é tanta que dá para sentir os efeitos na mesma hora. Os fios são profundamente agredidos. Além de queimados, eles se quebram. O único jeito de consertar é cortando , alerta Paulo Schettini. Antes de usar a prancha, seque bem os cabelos. Nem úmidos eles podem estar.


Torneios esportivos dos 4º e 5º anos do Colégio Dom Bosco 2016

O Colégio Dom Bosco realizará no período de 16 de maio a 01 de junho de 2016, torneios esportivos envolvendo os alunos dos 4º e 5º anos do ensino fundamental, com o objetivo de incentivá-los à prática esportiva. Os torneios serão desenvolvidos pelos professores Luciano Alves e José Costa.

     Os torneios serão realizados nas modalidades de basquete, futsal, handebol, queimado e voleibol. Os jogos serão realizados pela manhã, com a participação de 110 alunos, divididos em 4 equipes masculinas (Flamengo, Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid) e 4 femininas (Vasco, Ouro Nero, Raio de Fogo e Diamante Negro).

     A criança pode começar a iniciação esportiva desde cedo, caso ela não se transforme em um atleta de alto nível, com certeza vai se tornar um bom cidadão, pela aquisição de valores que são aprendidos com o esporte.




Por Professor José Costa