sábado, 28 de novembro de 2020

Quais doenças e condições que podem ter o ronco como sintoma?


Pode ser que o ronco esteja acontecendo por causa da uma doença ou condição que você não sabe que tem

 

Muitas pessoas só roncam de vez em quando, se dormem de barriga para cima, sentadas ou quando estão exaustas, dormem profundamente e os músculos da região da garganta ficam muito relaxados, provocando a vibração do ar, ou seja, o ronco.

 

Mas, quando o ronco acontece com frequência, é alto e sempre atrapalha o sono, fazendo a pessoa acordar sempre cansada e atrapalhando sua rotina, aí é um problema. E esse problema precisa ser investigado por um médico, pois pode estar acontecendo por vários motivos. Veja alguns dos principais.

 

Obesidade

As pessoas obesas nem sempre roncam, mas essa pode ser uma das causas do ronco por causa do acúmulo de gordura na região que vai da boca para a garganta, estreitando a passagem do ar durante o sono.

 

Alcoolismo

Pessoas que têm problemas com bebida alcoólica, ou que costumam beber logo antes de irem dormir, também podem ter o ronco como sintoma. A bebida faz os músculos relaxarem mais, inclusive os músculos moles da região da garganta. Esses músculos moles vão vibrar quando o ar passar, causando o som do ronco.

 

Queixo retraído

Quem tem o queixo retraído, ou seja, a arcada dentária inferior mais para trás, também tem uma diferença na anatomia da região da garganta, afetando a passagem do ar durante o sono, e podendo levar ao ronco.

 

Desvio de septo

O septo é aquela cartilagem que fica entre as duas narinas. Quando ele é torno, uma das narinas é mais estreita do que a outra, deixando a passagem de ar desregulada durante o sono. Assim, quando a pessoa estiver dormindo virada para o lado da narina mais estreita, poderá roncar, pois puxa mais ar e causa a vibração.

 

Aumento das amígdalas ou adenoides

As amígdalas e as adenoides ficam nessa região em que o ar passa do nariz e da boca para a garganta. Quando essas partes estão aumentadas, elas bloqueiam parcialmente a passagem do ar, fazendo a pessoa roncar enquanto dorme.

 

Problemas respiratórios

Problemas como rinite, sinusite e asma deixam as pessoas com nariz entupido e dificuldade para respirar. Quando o ar não passa corretamente pelas narinas durante o sono, é comum que o ronco aconteça, semelhante ao que ocorre nos casos de desvio de septo.

 

Pressão alta

Existe uma relação direta entre o ronco e a pressão alta. O ronco é um problema associado à apneia do sono, que faz a respiração ser interrompida porque os músculos moles da garganta bloqueiam a passagem de ar. Para que a pessoa volte a respirar, seu organismo libera adrenalina, que faz a pressão aumentar. Então, pode ser que a pessoa já esteja com pressão alta e o ronco é um sintoma, ou o contrário: ela ronca e pode desenvolver a pressão alta.

 

Diabetes

No caso do diabetes a questão é bem semelhante à pressão alta. Quando uma pessoa ronca e tem apneia do sono, seu corpo libera mais adrenalina, e com o tempo vai causando uma resistência à insulina. Então, se a pessoa ronca e tem sintomas de diabetes, aí pode estar a resposta para o ronco.

 

Uso de medicamentos que causam sonolência e relaxamento

As pessoas que precisam usar medicamentos que causam sonolência e relaxamento muscular têm maior probabilidade de sofrerem com o ronco, já que ele ocorre pelo relaxamento dos músculos da região da garganta. Então, as condições de saúde que levam ao uso desses medicamentos podem ser as causadoras do ronco, de forma indireta.

 

Flacidez da musculatura da região da garganta

O ronco acontece principalmente quando os músculos moles da região entre a boca e a garganta ficam bem relaxados e vibram com a passagem do ar. Em algumas pessoas o relaxamento ocorre por causa do alcoolismo, de remédios relaxantes ou do cansaço excessivo. Mas, em outras, os músculos estão mais flácidos mesmo, e isso é mais comum na velhice.

 

Qual médico procurar?

Como as doenças e condições que têm o ronco como sintoma são muito variadas, existem diferentes especialistas que podem tratar. Mas, partindo do sintoma do ronco, o médico especialista é o otorrinolaringologista. A partir desse sintoma o médico vai investigar as possíveis causas e, se necessário, vai encaminhar o paciente para outro especialista.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/ronco-sintomas-doencas/ - por Priscilla Riscarolli - Pinterest

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

8 Coisas que você faz e seu cachorro não gosta


Muitas das coisas que você faz, ele suporta, mas só porque te ama

 

Quem tem cachorro sabe o quanto eles podem ser pacientes e amorosos. Mas sabia que tem muitas coisas que você faz como carinho que eles não gostam? Veja quais são e entenda melhor seu amigo de quatro patas.

 

1. Colocar roupinhas

Não é natural para seu pet que tenha outra cobertura além dos pelos. Com roupinhas, eles podem sentir mais calor e incômodos diversos por causa de elásticos e afins. Então certifique-se de que há necessidade (por exemplo: esfriou muito) e que a peça não incomoda em alguma parte do corpo dele.

 

2. Abraçar

Uma das formas de um dominante mostrar que o outro está dominado, é “abraçando” com as patas. Isso é ainda pior quando acontece na região do pescoço, recebido como ameaça pelo cérebro do seu amigo.

 

3. Pegar no colo

Os cachorros têm um equilíbrio tênue, tanto que precisam da cauda para ajudar. Quando você pega seu pet no colo, o deixa inseguro e com muito medo de cair.

 

4. Usar coleira

A coleira é fundamental para identificar seu pet e ajudar na hora do passeio, mas ele não gosta mesmo. Principalmente se for do tipo errado, como os antigos enforcadores com dentes.

 

5. Olhar fixamente nos olhos

Outro gesto de desafio e territorialismo é olhar fixamente nos olhos do cachorro. Seu amigo vai desviar o olhar e continuar te amando, mas nunca faça isso com um cachorro estranho.

 

6. Não gesticular

Boa parte da sua comunicação com seu pet é através dos gestos, sabia? Isso porque ele ainda não entende português, então segue seus gestos para entender o que você está querendo.

 

7. Fazer carinho na cabeça

Nenhum cachorro gosta em essência de receber carinho na região da cabeça, sendo nada recomendado em cães desconhecidos.

 

8. Ficar tocando o focinho

Parece que as manias mais estranhas acabam viralizando na rede… uUma delas é a de apertar o focinho do cachorro.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/coisas-voce-faz-cachorro-nao-gosta/ - por Angela Oliveira - Pinterest

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Conheça sintomas que não são de coronavírus


Febre, tosse seca e cansaço são os principais sintomas de coronavírus, mas outras doenças podem ter os mesmos sinais

 

O vírus provoca uma espécie de pneumonia que até então não havia sido identificada em seres humanos - e que agora atingiu o estado de pandemia, de acordo com a OMS. Portanto, entender o que é e o que não é um sinal de coronavírus é vital neste momento em que a demanda por cuidados médicos é alta.

 

Além disso, por conta da similaridade com os sintomas da gripe e de outras doenças, é extremamente importante seguir as orientações dos órgãos oficiais para receber o diagnóstico correto. Veja abaixo quais são os sintomas do novo coronavírus e conheça os sinais que apontam para outras condições de saúde.

 

Sintomas do coronavírus

Os principais sintomas provocados pelo novo coronavírus são, segundo a OMS:

 

Tosse

Febre

Cansaço

De acordo com boletim epidemiológico publicado pelo Ministério da Saúde, outros sintomas, alguns associados a infecções respiratórias, também devem ser observados. Como explica a infectologista Raquel Muarrek, esses sintomas podem ocorrer, porém em frequência menor. São eles:

 

Fadiga

Mialgia/artralgia

Dor de cabeça

Calafrios

Manchas vermelhas pelo corpo

Erupções cutâneas

Diarreia

Náusea

Vômito

Desidratação

Inapetência (falta de apetite)

Dor abdominal

Sintomas que não são de coronavírus

A infecção provocada pelo coronavírus possui sintomas muito semelhantes aos da gripe comum e só pode ser diferenciada através de exames laboratoriais específicos.

 

Por isso, é necessário ficar atento aos demais efeitos sintomáticos não associados a COVID-19 para saber se você tem chance de estar contaminado com o novo coronavírus. É importante lembrar também que os sintomas da doença são muito variados e novos deles associados podem surgir o tempo todo, uma vez que ainda não se sabe tudo sobre a condição provocado pelo vírus.

 

Veja a seguir alguns sintomas que NÃO foram indicados como sinais de coronavírus, mas que também apontam a necessidade de orientação médica.

 

Dificuldade de concentração

A dificuldade de concentração não é listada como um sintoma decorrente de coronavírus. Se estiver associada a náusea, ânsia de vômito e não houver coriza e congestão nasal, pode até mesmo indicar uma possível enxaqueca.

 

Inchaços

O único tipo de inchaço até então eventualmente indicado em certos pacientes com o novo coronavírus foi aquele nos gânglios linfáticos, conhecido como íngua. Essa condição geralmente se apresenta nas áreas próximas ao pescoço, por conta de um efeito inflamatório causado por alguns tipos de vírus. No entanto, inchaço em outras partes do corpo, associados à retenção de líquido, não são sinais de coronavírus.

 

Diagnóstico do coronavírus

O diagnóstico do novo coronavírus é realizado a partir de critérios clínicos. Os fatores que definem um quadro suspeito, de acordo com Ministério da Saúde, são:

 

1. Indivíduos com quadro respiratório agudo, caracterizado por sensação febril ou febre, que pode ou não estar presente na hora da consulta (podendo ser relatada ao profissional de saúde), o que é conhecido por Síndrome Gripal quando acompanhada ao menos um dos fatores a seguir:

 

Tosse

Dor de garganta

Coriza

Dificuldade respiratória

 

2. Apresentação de Síndrome Respiratória Aguda Grave, identificada pela presença de pelo menos um dos critérios a seguir:

 

Desconforto respiratório (dificuldade para respirar)

Pressão persistente no tórax

Saturação de oxigênio menor do que 95% em ar ambiente

Coloração azulada dos lábios ou rosto

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/36057-conheca-sintomas-que-nao-sao-de-coronavirus - Escrito por Clovis Filho - Redação Minha Vida

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Por que se exercitar ao ar livre é tão benéfico à saúde?


No calor é comum que muitas pessoas se sintam mais indispostas e cansadas, a ideia de qualquer atividade mais intensa já desanima antes mesmo de começar, mas quando se fala em saúde, os cuidados devem ser dispensados o ano todo, independente da estação. Mas há alternativas bem-vindas para tornar a prática de atividades físicas mais confortáveis nos dias mais quentes.

 

Fazer exercícios ao ar livre, por exemplo, auxilia na conquista de um estilo de vida mais saudável, além de ser menos exaustivo mentalmente do que a prática de atividades físicas em locais fechados. Uma caminhada ou corrida em lugares arborizados é muito mais prazerosa pela possibilidade da distração em meio à natureza.

 

É claro que alguns cuidados devem ser tomados como: procurar se exercitar em horários em que o sol está mais ameno, como antes das 10h e após as 16h; é fundamental não esquecer de utilizar o protetor solar e de realizar uma alimentação leve e saudável, sem esquecer é claro, de manter o corpo devidamente hidratado com muita água e isotônicos.

 

Quando o indivíduo se exercita em meio à natureza é muito mais fácil manter o foco, e essa é uma constatação de diversas pesquisas já realizadas em torno do mundo.

 

A sensação de liberdade da prática de atividades ao ar livre faz com que a pessoa se sinta mais disposta para encarar até mesmo a sua rotina habitual.

 

Pessoas que se exercitam ao ar livre, com o estímulo da natureza, se sentem mais motivadas até mesmo a se exercitarem mais e melhor, assim, até mesmo aquele objetivo de alcançar um corpo mais magro e saudável se torna mais fácil de ser conquistado.

 

Sabia que o ar puro é tão revigorante quanto uma xícara de chá ou café? Isso mesmo, apenas 10 minutinhos ao ar livre já produzem o efeito de disposição que essas bebidas proporcionam.

 

E como a vitamina D só pode ser ativada quando a pessoa entra em contato com os raios solares, o organismo é beneficiado com as doses necessárias desse nutriente.

 

Se exercitar ao ar livre é capaz de otimizar a produção de hormônios neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar, como a serotonina e endorfinas, sem contar que as noites de sono se tornam mais tranquilas e plenas.

 

Mas é claro que a motivação dependerá de você. Tome a iniciativa, se você habitualmente se exercita em local fechado, experimente quebrar essa rotina pelo menos duas vezes por semana, ou até mesmo nos finais de semana, um simples passeio de bicicleta já auxilia e muito.

 

A possibilidade de estar em contato com a natureza não só faz bem aos olhos e aos sentidos, é um brinde à saúde!

 

Fonte: https://www.saredrogarias.com.br/noticias/exercitar-ao-ar-livre

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Quer melhorar sua memória? Então preste mais atenção


O que se sabia anteriormente é que suas pupilas indicam se você está prestando atenção.

 

Por que eu esqueço?

 

Neurocientistas descobriram como prever se um indivíduo vai se lembrar ou esquecer de uma coisa com base em sua atividade neural e no tamanho da sua pupila.

 

"À medida que navegamos em nossas vidas, passamos por períodos em que ficamos frustrados porque não somos capazes de trazer o conhecimento à mente, expressando o que sabemos," contextualiza o professor Anthony Wagner, da Universidade de Stanford (EUA). "Felizmente, a ciência agora tem ferramentas que nos permitem explicar por que um indivíduo, de momento a momento, pode deixar de se lembrar de algo armazenado em sua memória."

 

Além de investigar por que as pessoas às vezes se lembram e outras vezes se esquecem das coisas, a equipe também queria entender por que alguns de nós parecem ter melhor memória do que outros, e como fazer muitas coisas ao mesmo tempo pode influenciar esse lembrar e esquecer.

 

Os resultados podem ter implicações importantes para as condições médicas envolvendo a memória, como a doença de Alzheimer, e podem levar a aplicações para melhorar a atenção das pessoas na vida diária.

 

Relação entre pupilas e cérebro

 

Para monitorar lapsos de atenção em relação à memória, 80 voluntários com idades entre 18 e 26 anos tiveram suas pupilas medidas e sua atividade cerebral monitorada por meio de um eletroencefalograma (EEG) - especificamente, as ondas cerebrais conhecidas como potência alfa posterior - durante a execução de tarefas como relembrar ou identificar mudanças em itens previamente estudados.

 

"Aumentos na potência alfa na parte de trás do crânio têm sido relacionados a lapsos de atenção, divagações da mente, distração e assim por diante," explica o pesquisador Kevin Madore. "Também sabemos que constrições no diâmetro da pupila - em particular, antes de você fazer diferentes tarefas - estão relacionadas a falhas de desempenho, como tempos de reação mais lentos e mais divagações mentais."

 

Os pesquisadores também estudaram as diferenças na capacidade das pessoas de manter a atenção, examinando o quão bem os voluntários conseguiam identificar uma mudança gradual em uma imagem enquanto se deparavam com vários tipos de distração (TV, celular, computador etc).

 

Atenção sustentada e multitarefa

 

Ao compararam o desempenho da memória entre os indivíduos nas diversas situações, a equipe descobriu que aqueles com menor capacidade de atenção sustentada e de multitarefa tiveram desempenho pior em tarefas de memória.

 

Em outras palavras, a capacidade da memória parece estar diretamente relacionada ao que ocorre no momento do registro do evento a ser lembrado, e não em "defeitos" posteriores no sistema de relembrança.

 

Wagner e Madore enfatizam que seu trabalho demonstra uma correlação, mas não causalidade.

 

"Não podemos dizer que multitarefas de mídia mais pesadas causam dificuldades com atenção sustentada e falhas de memória," disse Madore, "embora estejamos aprendendo cada vez mais sobre as direções das interações."

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Memory failure predicted by attention lapsing and media multitasking

Autores: Kevin P. Madore, Anna M. Khazenzon, Cameron W. Backes, Jiefeng Jiang, Melina R. Uncapher, Anthony M. Norcia, Anthony D. Wagner

Publicação: Nature

Vol.: 587, pages 87-91

DOI: 10.1038/s41586-020-2870-z

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=quer-melhorar-sua-memoria-entao-preste-mais-atencao&id=14427&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: JaymzArt/Pixabay