quinta-feira, 26 de maio de 2016
quarta-feira, 25 de maio de 2016
10 formas prováveis de aniquilação da humanidade no futuro próximo
O futuro quer acabar com você, por razões que não
podemos sequer começar a imaginar. Se sentindo seguro agora, por trás do seu
computador? Veja dez coisas que poderiam matar todos nós antes do final da
década:
10. Superbactérias resistentes a antibióticos
Imagine um mundo onde um único corte no seu dedo
poderia matá-lo. Um mundo onde quebrar um osso ou dar à luz poderia ser uma
sentença de morte. Este é o mundo onde todos nós estaremos vivendo em 2050.
Desde que Alexander Fleming descobriu acidentalmente
a penicilina, a capacidade dos micróbios de nos matar diminuiu drasticamente.
Infelizmente, isso coincidiu com um aumento acentuado dos médicos charlatães
prescrevendo antibióticos para cada dor de cabeça e agricultores enchendo seus
animais de remédio.
Essa exposição a longo prazo a todas as classes de
antibióticos tem permitido que algumas bactérias desenvolvessem resistência a
estas drogas. Logo, pode ser que nenhuma delas funcione mais. A preocupação é
que, em um mundo pós-antibiótico, cerca de 10 milhões de pessoas morrerão horrivelmente
a cada ano. A maioria dessas mortes serão concentradas na Ásia e África, mas os
países ocidentais também serão atingidos.
As empresas não estão muito interessadas em
desenvolver novos antibióticos porque provavelmente nunca vão recuperar os custos
disso. Se começarem a vender um novo remédio, em breve todos os micróbios vão
construir defesas contra ele também, devastando qualquer margem de lucro
possível. Assim, ninguém investe.
9. Uma pandemia global mortal
O surto da gripe espanhola, em 1918, foi uma das
piores epidemias que o mundo já viu. Entre 20 e 50 milhões de pessoas morreram,
mais do que em toda a Primeira Guerra Mundial. Um terço da população mundial
ficou terrivelmente doente. Desde então, esperamos nervosamente a próxima
grande pandemia.
SARS, gripe suína, gripe aviária… Foram todas
causadoras de sustos compreensíveis. Ebola também deixou muita gente
preocupada, embora o vírus nunca tenha sido uma grande ameaça fora do Oeste da
África.
Enquanto nenhum destes vírus resultou em mortes em
massa, não foi por causa de nossas habilidades de evitar pandemias. O vírus
certo ainda poderia devastar o planeta em semanas. Assustadoramente, existem
alguns candidatos. O mais medonho é o vírus Nipah. Uma doença que saltou de
porcos para humanos na Malásia em 1999, agora tem pequenos surtos regulares em
Bangladesh. Os sintomas são terríveis. Vômitos, febre e dor muscular
rapidamente levam a um coma, e em seguida à morte. 70% dos infectados morrem.
A Febre do Vale do Rift é outra candidata terrível.
Infectou 90.000 quenianos em 1997. Ao contrário do Ebola, pode ser transmitida
por mosquitos. A rapidez com que o vírus Zika se espalhou prova o quão
assustador isso é.
8. Guerra nuclear entre OTAN e Rússia
O medo de uma guerra nuclear entre os membros da
OTAN e a Rússia foi ressuscitado em maio deste ano, quando Alexander Richard
Shirreff, ex-vice-comandante da OTAN, delineou o que ele via como as chances de
uma grande batalha entre o Ocidente e o imenso país. Sua previsão sombria é de
que o mundo vai se deparar com isso até 2017.
Shirreff dá três motivos: a Ucrânia, a paranoia de
Putin e a expansão da OTAN. De acordo com o ex-general, a anexação da Criméia
pela Rússia em 2014 destruiu o acordo pós-Guerra Fria. Na sequência de sanções
internacionais, a Rússia tornou-se cada vez mais paranoica com o que vê como o
“expansionismo” da OTAN. Se a Rússia tentar anexar o resto do leste da Ucrânia
e invadir os Estados bálticos, pode ser o fim, já que Estônia, Letônia e
Lituânia são membros da OTAN. Terceira Guerra Mundial, de certo.
E qual é a faísca que poderia desencadear toda esta
destruição? Um mero acidente já serve. Aviões russos estão se estranhando com
jatos da OTAN no Báltico em uma base quase diária. No início deste ano, dois
bombardeiros russos foram interceptados em direção ao Reino Unido. Se a OTAN
atirar em um avião russo ou um piloto russo acidentalmente matar um militar da
OTAN… Por menos já houveram guerras. Quatro das nove potências nucleares do
mundo estariam envolvidas, no mínimo.
7. Guerra nuclear entre EUA e China
A única coisa mais insana do que um conflito nuclear
da OTAN com a Rússia é um dos EUA com a China. Terrivelmente, é uma
possibilidade.
O Mar da China do Sul é um local onde a China passou
os últimos anos alegando território que países menores reivindicam para si.
Isso não seria um problema global, exceto que os EUA frequentemente se aliam
com esses países. Isso significa que, se a China decidir entrar no modo
“construção de império”, os EUA não vão deixar barato.
Como é o caso com a Rússia e os países bálticos,
ninguém realmente acha que os EUA ou a China querem uma guerra. Os dois países
têm arsenais militares que garantiriam a aniquilação de enormes áreas do
planeta. Mas, novamente, um único deslize em momentos de grande tensão pode
acidentalmente acionar a Terceira Guerra Mundial. Recentemente, a China
interceptou aviões de espionagem dos EUA sobre a região. As coisas estão se
tornando tão nervosas que alguns analistas estão prevendo uma possível guerra
já em 2018.
6. Superinteligência Artificial
A ideia de que as máquinas se tornarão muito mais
inteligentes do que nós e nos destruirão parece louca, mas um monte de pessoas
incríveis se preocupa com ela. Stephen Hawking, por exemplo, pensa que a IA
poderia acabar com a humanidade. Elon Musk concorda, a ponto de investir
bilhões para garantir que a IA seja o mais amigável possível.
Mas o problema é que nós simplesmente não podemos
dar conta de todas as variáveis. Podemos acabar criando algo além do nosso
controle. Quando uma máquina atingir a inteligência de nível humano, não deve
ter nenhum problema em tornar-se ainda mais inteligente. Superinteligente.
Nesse ponto, poderia olhar para nós como olhamos para lesmas ou uma Kardashian.
E as IAs não vão necessariamente ter empatia humana.
Não temos nenhuma maneira de saber como uma máquina superinteligente pode
interpretar a sua programação. Um exemplo clássico é que uma IA originalmente
concebida para fabricar clipes pode decidir que a melhor maneira de cumprir a
sua tarefa é matar todos os seres humanos e converter todo o universo em
clipes.
Mesmo que tenha empatia, isso pode dar errado. Se uma
máquina for programada para maximizar a felicidade humana, pode decidir que
todos nós seremos mais felizes como cérebros flutuantes em um tanque concebido
para estimular nossos centros de prazer.
Por fim, a revolução das máquinas pode estar mais
próxima do que pensamos. Em 2016, uma IA projetada pela Google ganhou do grande
mestre mundial no jogo de Go, um jogo exponencialmente mais estratégico do que
xadrez. Este marco não deveria ser alcançado até 2025.
5. Bioterrorismo
Até o momento, podemos contar nos dedos os
principais ataques de bioterrorismo no mundo: o susto de antraz nos Estados
Unidos em 2001, o ataque de salmonela em Oregon (EUA) em 1984, e as duas vezes
que o culto bizarro e medonho japonês “Aum” atingiu civis com o gás sarin.
Logo, o bioterrorismo não parece muito preocupante.
Mas deveria. Conforme a tecnologia melhora, estamos chegando mais perto do
ponto onde tornar um vírus mortal é algo bastante prático e fácil. Já em 2012,
cientistas da Universidade de Cambridge alertaram que os passos para
transformar vírus em armas foram drasticamente simplificados.
A parte realmente assustadora é que os terroristas
podem se beneficiar muito com isso. Imagine um grupo com o financiamento do
ISIS e a perícia química de Aum trabalhando em conjunto em um mundo onde a
criação de uma superbactéria é algo que mesmo um pequeno laboratório pode
conseguir. CORRA!
4. Ressurgimento do terrorismo global
Não, o terrorismo ainda não sumiu para falarmos em
“ressurgimento”. O ISIS ainda está causando o caos em todo o mundo, a Turquia
está uma guerra mortal com os separatistas curdos, ditadores estão destruindo a
África, e a Grã-Bretanha anunciou recentemente que espera um ataque de um grupo
radical irlandês (Real IRA) em solo inglês em breve.
Mas se você acha que as coisas estão ruins agora,
espere até ver o quão ruim elas realmente podem ficar. Se a vontade da Arábia
Saudita for feita, ninguém nunca mais vai ser capaz ou estar disposto a entrar
em um avião comercial novamente.
No momento, a Arábia Saudita está buscando uma
mudança de regime na Síria. O reino está confiante de que a melhor maneira de
fazer isso é suprindo os rebeldes com centenas de mísseis superfície-ar. O
problema é que alguns desses rebeldes têm laços muito estreitos com grupos
terroristas como a Frente al-Nusra. Se os jihadistas se apossarem dessas armas,
podemos esperar ouvir muitas mais histórias como a do voo 17 da Malaysia
Airlines, abatido sobre a Ucrânia em 2015 em um acidente. Os terroristas agora
poderiam deliberadamente alvejar aviões civis, possivelmente em todo o Oriente
Médio e Europa.
3. Uma guerra nuclear entre Paquistão e Índia
Paquistão e Índia não são exatamente melhores
amigos. Os dois países têm uma história de guerras, conflitos, confrontos e ataques
terroristas que se estende até a criação do primeiro, em 1947. Ambos os países
também têm acesso a armas nucleares.
Apesar de uma guerra nuclear com a Rússia ou a China
ser uma possibilidade péssima, um confronto Paquistão-Índia é tão provável que os
analistas têm chamado de “apenas uma questão de tempo”. O governo instável do
Paquistão é um problema particular, bem como a insistência da Índia na
construção de sua capacidade nuclear.
Até recentemente, ambos os países estavam em um
impasse com a sua tecnologia de guerra. Em seguida, a Índia começou a investir
em submarinos balísticos, fazendo com que o Paquistão surtasse. Ambos estão
agora em uma corrida armamentista que o mundo não tinha visto desde a crise dos
mísseis cubanos.
Pior de tudo, uma grande guerra Paquistão-Índia tem
o potencial de arrastar a China para a bagunça. A China tem birra com a Índia
há anos e pode ficar do lado do Paquistão em um conflito potencial. Nesse caso,
três potências nucleares possivelmente deixariam todo o subcontinente em
chamas. E, claro, o mundo inteiro seria afetado.
2. Clima mortal
Condições meteorológicas extremas são certeiras no
futuro. Enquanto o planeta muda seus hábitos devido às alterações climáticas,
as coisas vão ficar um pouco estranhas, para não mencionar mortais.
O mundo deve aquecer cerca de dois graus Celsius no
próximo século. Na Grã-Bretanha, por exemplo, os cientistas já estão prevendo
um futuro de ondas de calor. Enquanto o país não ficará tão quente quanto a
Austrália, por exemplo, será preocupante. Atualmente, o tempo quente mata cerca
de 2.000 britânicos idosos a cada ano.
O clima também vai piorar em outras partes do globo.
Nos EUA, incêndios florestais vão ficar mais perigosos e frequentes. Furacões e
ciclones se tornarão mais intensos e poderosos, e inundações afetarão pessoas
em todo o globo.
Se o século 20 foi o século em que a humanidade fez
o seu melhor para matar-se através de guerras, o 21 pode ser o século onde a
Mãe Natureza vai terminar o trabalho por nós.
1. Contato alienígena
Enquanto isso não parece muito provável, não é
impossível. De novo, algumas pessoas extremamente inteligentes (incluindo, mais
uma vez, Stephen Hawking) acreditam que poderíamos fazer contato com
alienígenas nas próximas décadas. Se isso acontecer, eles também acreditam que
só poderia haver um resultado: a destruição total da humanidade.
A maneira clássica para ilustrar isso é usar a
imagem de Colombo chegando à América. Os índios em todo o continente não passam
hoje de mera lembrança. Exceto que, nesta nova versão, toda a humanidade são os
nativos infelizes.
Outros cientistas acham que poderia ser ainda pior.
Se a vida inteligente é possível em outros planetas, então civilizações
galácticas devem ter evoluído até agora. Nunca termos visto qualquer evidência
delas poderia ser um sinal muito ruim. Elas podem não ter nos encontrado ainda,
ou estarem nos vigiando, prontas para acabar conosco a qualquer minuto.
Conforme nos dirigimos para colonizar Marte neste
século, pode ser apenas uma questão de tempo até que os superpredadores
alienígenas nos notem. Se isso acontecer, todo o resto dessa lista vai parecer
um passeio no parque. [Listverse]
terça-feira, 24 de maio de 2016
6 dicas para tirar uma música chata da cabeça
Todos nós já ficamos com alguma canção chata grudada
na cabeça. Algo conhecido em inglês como “earworm” (“verme de ouvido”), é uma
experiência irritante da qual não parecemos ter escapatória. Mas a ciência tem
algumas dicas para se livrar de músicas chiclete, como:
1. Feche os ouvidos
Em primeiro lugar, evite música. Não é algo fácil,
claro, mas é preciso ser especialmente cuidadoso para não ouvir qualquer canção
antes de ir para a cama, já que músicas chatas que grudam na cabeça interferem
com o sono.
Tente não ouvir repetidamente a mesma música, ou
ouvir músicas em si altamente repetitivas (como “Baby”, do Justin Bieber. E me
desculpa por te lembrar disso).
Há também algumas evidências de que, se a música que
está sendo ouvida é interrompida, continuamos a cantá-la mentalmente (algo
conhecido como “efeito Zeigarnik”). Para evitar que isso aconteça, é
aconselhável ouvir suas músicas até o fim, sempre.
2. Chiclete pra chiclete
A prevenção não é sempre possível. Logo, o que fazer
para se livrar de pensamentos intrusivos musicais?
Um estudo recente afirma que a goma de mascar oferece
uma solução simples. Em uma série de experimentos, os participantes que
receberam chiclete relataram menos vermes de ouvido. Normalmente, o nosso
aparelho vocal está envolvido em cantar – logo, diz a teoria que, quando os
nossos queixos estão ocupados com outra coisa, a nossa capacidade de imaginar
músicas é prejudicada.
Outra dica para frustrar músicas chiclete é andar em
um ritmo muito mais rápido ou mais lento do que o da canção. Parece que
formamos memórias relativamente precisas para o ritmo de músicas familiares.
Sabemos também que o movimento (por exemplo dançar,
tocar, balançar junto) é um importante contribuinte. Ao usar o movimento do
corpo para perturbar nossa memória musical, podemos interromper o fluxo e
acabar com a repetição mental aparentemente automática.
3. Cante
Uma maneira popular de se envolver com a música é
cantá-la. A pesquisa sugere que, se você é propenso a cantar todos os dias, é
mais propenso a músicas chicletes que duram por um tempo relativamente longo
também.
Mas você pode transformar isso em algo positivo e
escolher uma canção boa, que seja um acompanhamento mental positivo para o seu
dia.
Quando uma música chata grudar na cabeça, cante
outra coisa, em voz alta. Pode ajudar também.
4. Ouça o seu humor
Uma extensa pesquisa apontou a importância do humor,
estresse e estado emocional na ocorrência de músicas chiclete.
Há também algumas evidências de que quando
imaginamos uma canção particular, o nosso humor se aproxima da maneira que nos
sentimos quando realmente a ouvimos.
Mais pesquisas psicológicas são necessárias para
entender se nós deliberadamente imaginamos música para regular nossas emoções.
Entretanto, se o humor evocado por certas músicas em sua cabeça não corresponde
ao seu estado emocional desejado, mude o disco (mental).
5. Telefone para um amigo
Para erradicar vermes de ouvido completamente,
considere fazer uma outra atividade mental mais ou menos desafiadora. Sabemos
que as atividades rotineiras e automáticas, como escovar os dentes, permitem
que a mente vague – e que músicas chiclete grudem. Por outro lado, tarefas
mentais muito exigentes (como fazer um trabalho da faculdade) também já foram
associadas com canções chiclete.
Mas a mente raramente vaga quando socializamos; uma
atividade que se encontra no meio do intervalo de “desafio mental”. Uma maneira
potencialmente agradável de banir pensamentos musicais indesejados pode ser
passar o tempo com os amigos, então.
6. Não tente tanto
Tentar controlar deliberadamente nossos pensamentos
têm o efeito oposto. Se todas as suas tentativas de tirar uma música da cabeça
falharam, nosso conselho final é parar de tentar e se distrair.
Vá fazer outra coisa, como assistir TV, e quando
você menos esperar, a canção já sumiu. [ScienceAlert]
segunda-feira, 23 de maio de 2016
10 atitudes para ajudar a manter a saúde do coração em dia
Inspire-se e renove seu estilo de vida com 10
atitudes para ajudar a manter a saúde do coração em dia
1. Meça a pressão pelo
menos uma vez por ano.
2. Pratique atividades
físicas todos os dias.
3. Mantenha o peso ideal.
4. Adote alimentação
saudável: pouco sal, sem frituras e com mais frutas, verduras e legumes.
.
5. Reduza o consumo
de álcool. Se possível, não beba.
6. Abandone o cigarro.
7. Nunca pare o tratamento, é para
a vida toda.
8. Siga as orientações de seu
médico ou profissional da saúde.
9. Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.
10. Ame e seja amado.
http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/10-atitudes-para-ajudar-a-manter-a-saude-do-coracao-em-dia/6217/
- Sociedade Brasileira de Cardiologia | Adaptação Kelly Miyazzato.
domingo, 22 de maio de 2016
4 verdades sobre o infarto
Na hora de cuidar da saúde, é importante dedicar
atenção redobrada às doenças cardiovasculares e, para te ajudar a ficar por
dentro consultamos um especialista para falar sobre 4 verdades sobre o infarto.
Confira!
Ficar atento aos casos de infarto, que ocorrem
devido à obstrução da artéria que leva o sangue ao coração, é imprescindível,
segundo Elcio Pires Júnior é coordenador da Cardiologia e Cirurgia
Cardiovascular e coordenador das Unidades de Terapia Intensiva do Hospital e
Maternidade Sino Brasileiro, as doenças cardiovasculares. “Os pacientes que
compõe o grupo de risco, que podem sofrer um ataque cardíaco estão: os obesos, diabéticos,
com aumento de colesterol e triglicérides, quem tem históricos
familiares de problemas cardíacos e fumantes”, alerta.
Para te ajudar a identificar os sinais que o corpo
dá, confira já 4 verdades sobre o infarto:
- Dor no peito é considerado o principal
sintoma de infarto, embora por vezes seja confundido com outras doenças como
dores musculares, úlceras e tromboembolismo pulmonar. Por essa razão, a
avaliação de um especialista é essencial para a realização do diagnóstico.
- Os homens são mais suscetíveis dobro aos infartos
do que as mulheres, inclusive após décadas e mudanças com o aumento
significativo na ocorrência de infartos devido à menopausa, ao uso de pílulas
anticoncepcionais e cigarro, que aumentam em três vezes mais as chances de
sofrerem do problema cardiovascular.
- O fumante possui maior adesão das placas
de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos. O tabagista tem até três vezes
mais chance de infarto que o não fumante.
- Após o infarto, as visitas ao cardiologista devem
ser periódicas, para que o especialista avalie se a medicação está surtindo
efeito, referente à estabilização do músculo cardíaco, na tentativa de evitar a
progressão das lesões. Durante o encontro com o profissional, serão tratados os
fatores de risco e possíveis complicações, como hipertensão, arritmias e insuficiência
cardíaca. Júnior conclui ao dizer: “Ao sentir dor no peito com um aperto de
forte intensidade, que irradia para o ombro superior esquerdo até à região
mandibular, associado ao mal estar geral, suor frio, náuseas e vômitos, procure
imediatamente atendimento médico”.
“Em caso de dor no peito com um aperto de forte
intensidade, com irradiação para o membro superior esquerdo e até para a região
mandibular, associado a mal estar geral, suor frio, náuseas e vômitos, o
paciente deve procurar imediatamente atendimento médico”, finaliza o
especialista.
Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/4-verdades-sobre-o-infarto/6225/
- *Por Kelly Miyazzato | Foto Ed. Coleção VivaSaúde Especial
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