quinta-feira, 24 de maio de 2018
Fitoterapia: 6 plantas que podem ajudar a dormir bem
Muitos fitoterápicos trazem a promessa de um sono
tranquilo. Nem todos, porém, têm efeito respaldado pela ciência.
Uma revisão de estudos da Universidade Monash, na
Austrália, constatou que, apesar da popularidade das ervas medicinais com
propriedades calmantes e sedativas, ainda faltam evidências de peso sobre a
eficácia de boa parte delas na hora de espantar a insônia. Após descartar
diversos artigos cujos resultados não podiam ser considerados confiáveis, os
cientistas analisaram cinco espécies conhecidas como indutoras do sono:
valeriana, camomila, kava-kava, erva-de-são-joão e lúpulo. As conclusões
pressupõem que o uso varia bastante de acordo com as circunstâncias e que nem
sempre a fama faz jus ao efeito.
Até porque a ação de um fitoterápico depende, entre
outras coisas, do que está por trás da briga com o travesseiro. “A insônia pode
ser sintoma de diversas doenças ou mesmo de problemas do cotidiano”, observa a
farmacêutica Elfriede Bacchi, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas
da Universidade de São Paulo. Se o alvo está errado, o produto, claro, não vai
produzir a resposta esperada. Essa informação nos leva ao outro xis da
discussão: só dá para apostar em um fito na busca de um sono melhor com
orientação médica. É o especialista que vai rastrear a origem da insônia e
verificar se, naquele caso, uma infusão ou uma cápsula à base de ervas trariam
de fato paz às madrugadas.
6 plantas que podem ajudar a ter uma boa noite de
sono
1. Kava-kava
De acordo com a nova revisão científica, a Piper
methysticum só manda pra longe a insônia deflagrada por estresse crônico.
Geralmente utilizada em cápsulas, é mais efetiva se ingerida após as refeições
– mas pode demorar algumas semanas para começar a fazer efeito. Só que não é
indicada a quem tem problemas renais.
2. Lavanda
Essa família de plantas não foi contemplada pelo
trabalho australiano porque é mais usada na aromaterapia – e os ensaios
clínicos em seres humanos são inconclusivos. Sabe-se, contudo, que seu óleo
essencial bate de frente com o estresse e a ansiedade. Se é isso que está
fomentando madrugadas em claro, pode deixar a mente mais aberta a bons sonhos.
3. Erva-de-são-joão
A Hypericum perforatum tem mecanismo de ação análogo
ao de alguns antidepressivos e, por isso, suas cápsulas combatem quadros de
insônia ligados à depressão. Mas o neurologista Leonardo Goulart, do Hospital
Israelita Albert Einstein (SP), diz que ela demanda cautela por certa
imprevisibilidade durante o uso.
4. Valeriana
Segundo a revisão científica, a Valeriana
officinalis melhora a qualidade do sono, apesar da carência de provas
contundentes em relação ao tratamento da insônia em si. Seria mais eficaz em
quadros leves e moderados, especialmente se associada a outros fitoterápicos. É
mais segura na forma de cápsulas e contraindicada a portadores de doenças no
fígado e usuários de outras drogas sedativas.
5. Passiflora
Ficou de fora da revisão de estudos australiana pela
falta de evidências de qualidade em relação ao seu uso. Originário do
maracujazeiro, é um dos fitoterápicos calmantes mais cotados para facilitar o
sono – e pesquisas apontam que isso acontece se há uma leve dificuldade para
adormecer. Quando existe uma causa mais séria por trás da insônia, a Passiflora
incarnata não costuma resolver a vida.
6. Camomila
“Por sua ação sedativa, é mais aconselhada a pessoas
ansiosas”, diz Claudia Moretoni, professora de farmacologia da Universidade
Federal do Paraná. Na análise crítica, a Matricaria chamomilla é outra que
pecou pela carência de bons estudos. Mas os experts dizem que seu status de
aliada das noites tranquilas não fica abalado se considerarmos o aspecto
psicológico em torno do simples ritual de tomar o chá quentinho.
Fonte: https://saude.abril.com.br/bem-estar/fitoterapia-6-plantas-que-podem-ajudar-a-dormir-bem/
- Lila de Oliveira - Edição: MdeMulher - Foto: Getty Images
quarta-feira, 23 de maio de 2018
Quando os alimentos mancham seus dentes
Conheça os ingredientes que mais ofuscam o branco
dos dentes e as soluções para acabar com as manchas
Não é novidade que os dentes adquirem uma coloração
diferente quando bebemos vinho tinto ou café ou, ainda, comemos açaí. De fato,
alguns alimentos e bebidas são capazes de causar manchas, mas elas são
facilmente removidas com a escovação.
A comida pode provocar manchas na dentição por dois
motivos. O primeiro deles: devido aos pigmentos (ou corantes) contidos nos
alimentos. Em contato com os dentes, eles penetram no esmalte, aquela
superfície de camada translúcida. A outra causa é o alto nível de acidez de
alguns alimentos. Isso contribui para a desmineralização do esmalte dentário,
deixando a superfície porosa e mais sujeita a manchas.
Devido ao desgaste da superfície dental ou mesmo das
restaurações estéticas em resina, ingredientes como café, chá-preto, suco de
uva, vinho tinto e açaí podem gerar manchas. E é evidente que essa situação
também depende da quantidade ingerida.
Para minimizar o problema, não é preciso reformular
todo o cardápio ou banir certos itens. O conselho é tomar alguns cuidados,
sendo que o principal deles é a higienização adequada. Quando usamos a escova e
o creme dental, os resíduos na superfície do esmalte são mais facilmente
removidos. Portanto, não demore para fazer a escovação!
Outro fator importante por trás da maior incidência
de manchas na dentição é o tabagismo. Além dos diversos malefícios à saúde,
esse é mais um problema que a nicotina e outros compostos legam ao corpo.
Manchou! Que fazer?
Se você está com os dentes manchados e deseja
recuperar um sorriso mais branco e homogêneo, o primeiro passo é consultar o
dentista. O profissional vai avaliar e estudar o caso e, então, propor o
tratamento mais adequado.
Uma das estratégias usadas é o clareamento dental,
processo feito com o emprego de géis clareadores. A aplicação pode acontecer no
consultório ou feita em casa, seguindo as recomendações e o acompanhamento do
dentista.
A concentração dos agentes clareadores, as
substâncias que reduzem as manchas, varia caso a caso e o resultado também pode
depender do número de aplicações. É
importante que, após o tratamento, o indivíduo siga todas as recomendações, uma
vez que os dentes não estarão imunes a novas manchas. Assim, orientamos que se
evitem alimentos muito ácidos ou pigmentados demais, bem como outros fatores
prejudiciais, caso do já citado cigarro.
Cuidado com as dicas caseiras
Muita gente recorre à Internet na busca por soluções
rápidas e milagrosas para clarear os dentes e eliminar manchas. E há vários
sites e postagens com pretensas dicas supostamente simples e econômicas:
vinagre de maçã, bicarbonato de sódio com limão, óleo de coco… Ocorre que não
há comprovação científica sobre a segurança e a eficácia desses produtos (e de
muitos outros!) no tratamento de manchas.
A maior parte dos ingredientes caseiros divulgados
por aí não só não interfere na cor dos dentes como ainda pode trazer prejuízos.
Exemplo: em excesso, o bicarbonato é capaz de levar à erosão dentária, deixando
os dentes mais sensíveis e expostos a problemas. Não caia nessas conversas!
Cabe destacar que a coloração dos dentes não é a
mesma em todas as pessoas. Tanto a hereditariedade como a exposição a agentes
externos (dentre eles a comida) influenciam na coloração da arcada dentária.
Para conquistar um sorriso bonito, harmonioso e
livre de manchas, o melhor conselho é consultar o dentista e manter a higiene
correta dos dentes e de toda a boca.
Fonte: https://saude.abril.com.br/blog/cuide-da-sua-boca/quando-os-alimentos-mancham-seus-dentes/
- Por Dr. Mario Sérgio Giorgi, cirurgião-dentista - Foto: Alex Silva/A2 Estúdio
terça-feira, 22 de maio de 2018
Alimente-se contra o cansaço
Dormir bem não é a única maneira de recarregar as
energias - a alimentação também influencia no processo. Descubra o cardápio que
ajuda a combater a fadiga
Não há dúvidas de que a principal forma de manter o
pique para encarar o corre-corre da rotina é garantir um sono de qualidade.
Mas, para vencer de vez o cansaço, é preciso rever alguns outros hábitos por
trás da leseira que atinge a maioria da população – uma pesquisa recente do
Ibope apontou que 98% dos brasileiros entrevistados se sentiam esgotados.
“Junto com outros fatores, a alimentação possui papel fundamental para manter
nosso nível de energia elevado”, afirma a nutricionista Maria Fernanda Naufel,
da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
De maneira geral, dietas monótonas, restritivas ou
extremamente pesadas patrocinam a sensação de fadiga. “Não variar os alimentos
causa deficiências nutricionais importantes, principalmente de vitaminas e
minerais”, justifica a nutricionista Amanda Romero, pesquisadora da
Universidade de São Paulo (USP). Já fechar a boca drasticamente, avisa a
especialista, compromete as funções mais básicas do organismo. No outro lado da
balança, comer sem pudor promove o ganho de peso. “E isso prejudica a ação de
hormônios envolvidos na geração de energia”, esclarece Amanda.
Portanto, não é exagero buscar estratégias à mesa
para renovar o combustível físico e mental. Se a moleza for incontrolável,
claro que vale procurar um especialista – até porque, às vezes, a indisposição
extrema é sinal de condições mais sérias. “Deve-se investigar a possibilidade
de anemia, hipotireoidismo, depressão, apneia do sono… Até a menopausa pode
levar a um cansaço danado”, informa a médica Cíntia Cercato, da Sociedade
Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem). Recado dado, vamos
destrinchar os hábitos, os macetes e os alimentos que não deixam a bateria
arriar.
Não pule o café da manhã
Segundo Antonio Herbert Lancha Jr., professor
titular de nutrição da Escola de Educação Física e Esporte da USP, longos
períodos de jejum – como aqueles que fazemos enquanto dormimos – interferem
demais na nossa capacidade de raciocínio e produtividade. Por isso, após
acordar, o organismo necessita de um gás para dar largada à maratona que se
segue.
“O café da manhã é considerado uma das principais
refeições para evitar a fadiga e a falta de concentração ao longo do dia”, diz
Maria Fernanda, da Unifesp. Investir nesse momento ainda traria um ganho
indireto: evitar exageros no almoço, situação que favorece a exaustão. Agora,
quem ignora o desjejum e sente que “está tudo bem, obrigado” também não deve
forçar a barra.
A refeição matinal não precisa ser um banquete de
hotel. Veja três sugestões:
Menu 1: Iogurte desnatado com frutas (morango,
banana, maçã, entre outras) e granola sem açúcar.
Menu 2: Meia fatia de mamão com uma colher
(sobremesa) de chia, pão sírio integral com creme de ricota e uma xícara de
café sem açúcar.
Menu 3: Omelete com um ovo, uma colher (sopa) de
chia, uma colher (sopa) de creme de ricota e ervas finas. Um chá para
acompanhar.
Capriche nos vegetais
Ao buscar razões para a fadiga que vão além da falta
de sono, cientistas têm encontrado indícios de que um corpo inflamado predispõe
ao desânimo. Para a nutricionista clínica Daniela Muniz, de Florianópolis, faz
sentido. “Um organismo nessa situação exige muito mais do indivíduo em termos
metabólicos”, nota.
O efeito? Momentos de letargia. Entre os fatores
capazes de gerar processos inflamatórios, estão obesidade, sedentarismo,
tabagismo e… uma dieta desequilibrada. Falamos de um menu à base de processados
e congelados e pobre em frutas, verduras e legumes. Portanto, um bom primeiro
passo seria inverter essa proporção – ora, vegetais reúnem substâncias
consideradas anti-inflamatórias. O nutricionista Gustavo Pimentel, da
Universidade Federal de Goiás (UFG), também aconselha apostar nos peixes ricos
em ômega-3. Sardinha e atum fazem parte da lista.
Confira algumas dicas de como convidar o reino
vegetal à rotina:
A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo
de cinco porções de vegetais ao dia.
Uma sugestão é ingerir três porções de frutas.
Quando der, mantenha a casca, que concentra fibras.
Duas porções são de legumes e verduras. Sempre varie
para ter acesso a nutrientes diferentes.
Invista nos probióticos
O nome diz respeito aos micro-organismos vivos que,
ingeridos na quantidade certa, favorecem a microbiota, a famosa flora
intestinal. Assim, cooperam com a saúde como um todo.
Mas onde o cansaço entra na história? “Uma
microbiota em equilíbrio torna a absorção de nutrientes pelo intestino mais
eficaz”, revela Maria Fernanda, da Unifesp. Isso se traduz em energia para o
corpo funcionar.
A nutricionista Adriane Antunes, professora da
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), lembra que as bactérias do bem ainda
estimulam grande parte da produção de serotonina que ocorre no intestino. “E
ela é conhecida como hormônio da felicidade e do bem-estar”, frisa.
Para a microbiota não ficar em desarmonia, tem que
recorrer a antibióticos com prudência e cuidar da dieta. Os itens abaixo
possuem probióticos, mas, segundo Adriane, o cardápio precisa ser diversificado
e rico em vegetais – suas fibras servem de alimento para as bactérias bacanas
proliferarem.
Saiba onde você pode encontrar os probióticos:
Iogurtes: Veja a embalagem, pois muitos deles já
levam probióticos. O consumo deve ser regular.
Leite fermentado: Um potinho pequeno já fornece a
dose adequada. Frequência é a palavra de ordem.
Kefir e kombucha: Em geral, são produzidos em casa.
Por isso, cuidado: podem propiciar o crescimento de bactérias indesejadas. Como
costumam conter álcool, são contraindicados para crianças, grávidas e mulheres
que amamentam.
Carboidrato é importante, sim
O pobre nutriente, encontrado em pão, massas e
tubérculos, constantemente é alvo das dietas da moda. Só que tirá-lo de cena
tem um custo alto, porque a quebra do carboidrato gera glicose, nossa principal
fonte de energia.
“Até podemos obtê-la a partir de proteínas e
gorduras, mas essa via metabólica demanda mais do nosso organismo”, diz Lara
Natacci. Para ter ideia, só o nosso sistema nervoso precisa de aproximadamente
760 calorias de glicose por dia para funcionar em perfeitas condições.
Então, para a disposição não minguar, o ideal é
contemplar os carboidratos em todas as refeições – em parceria com fontes de
proteínas e gorduras. Tudo em equilíbrio, combinado?
Tome café com inteligência
Você é do time que recorre a ele para render até o
fim do expediente ou não piscar duro durante as reuniões? Ok, isso não é razão
para repreensões: a presença de cafeína faz dessa bebida uma exímia estimulante
cerebral. Em resumo, ficamos ligadões de verdade.
Mas o ponto forte do cafezinho é, ao mesmo tempo,
seu calcanhar de aquiles. Isso porque o excesso de cafeína está associado a
efeitos adversos – entre eles, dificuldade para dormir.
Daí já viu: a produtividade do dia seguinte cai,
você se entope de café de novo e o círculo vicioso continua. “Para quem é muito
sensível à cafeína e tem problema de insônia, melhor consumir a bebida até a
hora do almoço”, sugere Pimentel.
Beba mais água
Em vez de jogar uma água no rosto quando a canseira
chegar ao limite, experimente encher um copo com o líquido e entorná-lo. “A
desidratação leve ocasiona sede, dores de cabeça, tontura, fadiga e
sonolência”, afirma Silvia. Não é difícil entender o porquê.
A água é o principal componente do sangue. Uma
ingestão adequada, portanto, é fundamental para manter bonitinho o fluxo
sanguíneo. Na prática, há otimização do transporte de nutrientes para todas as
áreas do corpo, incluindo o cérebro.
Uma ressalva: não adianta beber litros de sucos e
refrigerantes. A água pura é a melhor fonte de hidratação – veja, abaixo, o
cálculo de quanto tomar por dia. Para a nutricionista da Famerp, outras bebidas
parceiras são os chás (naturais, feitos com ervas) e águas aromatizadas com
frutas picadas e especiarias.
Foco nos micronutrientes
Não raro, o desânimo tem como pano de fundo a
deficiência de vitaminas e minerais. Para botar essas substâncias dentro do
corpo, a pesquisadora Amanda Romero, da USP, defende um maior rodízio de
alimentos na rotina, já que cada um fornece uma gama de componentes diferentes.
Abaixo, veja os micronutrientes com maior poder de fogo contra a fadiga.
Suplementos alimentares: Eles ajudam a corrigir
déficits em casos específicos – mas a indicação deve vir de um especialista. O
ideal, segundo os entendidos, é tentar equilibrar primeiro via alimentação.
Ferro: Segundo Amanda, ele é crucial para a produção
de ATP, a “moeda energética” das células. Além disso, garante um transporte
eficiente de oxigênio pelo corpo. A versão heme, de melhor aproveitamento, está
em carnes e vísceras. O tipo não heme, de feijão, ervilha e lentilha, tem
absorção limitada. Para mudar isso, inclua fontes de vitamina C nas refeições –
ou logo após.
Vitaminas do complexo B: Também participam da
fabricação do tal ATP e exercem papel de destaque no sistema nervoso. “As
vitaminas B1, B2 e B6 são as mais influentes na conversão de glicose em
energia”, diz a pesquisadora Amanda. Está presente em quase todos os vegetais,
grãos integrais, carnes e ovo. Para minimizar a perda dessas vitaminas, quando possível,
prefira itens in natura.
Vitamina C: “Atua na síntese de carnitina, que é
utilizada pela célula para produção de ATP”, detalha a nutricionista da USP.
Ela ainda cita seu poder antioxidante, responsável por combater radicais livres
e revigorar o organismo. Marca presença especialmente em frutas, como laranja,
limão, acerola, kiwi, mamão, maracujá e morango.
Magnésio: É valiosíssimo para o metabolismo
energético. Entre suas funções, ajuda o corpo a usar direito a glicose obtida e
é essencial para a musculatura. É encontrado em vegetais folhosos
verde-escuros, cereais integrais, legumes e nozes. Alimentos ricos em proteínas
e prebióticos com amido resistente (como banana verde e raiz de alho e cebola)
facilitam sua absorção.
Fonte: https://saude.abril.com.br/alimentacao/alimente-se-contra-o-cansaco/
- Por Thaís Manarini - Foto: Alex
Silva/Ilustração: Ana Cossermelli/SAÚDE é Vital
Jogos Internos do Colégio O Saber 2018: 3ª série é a campeã da categoria C
De 15 a 17 de maio, o Colégio O Saber realizou a 1ª
etapa dos Jogos Internos para os alunos do ensino fundamental e a competição
integral para o ensino médio. Os jogos foram disputados com entusiasmo e
brilhantismo por mais de 300 alunos em 11 modalidades esportivas. Os JICOS
enalteceram a importância da educação física e do esporte no processo
educacional dos alunos.
Na categoria A, do 6º e 7º ano, a turma do 7º ano B
saiu na frente com 92 pontos, seguida pelo 7º A com 86 pontos, do 6º B com 58
pontos e do 6º A com 52 pontos.
Na categoria B, do 8º e 9º ano, a turma do 9º ano A
disparou à frente com 94 pontos, seguida pelo 9º B com 78 pontos, do 8º B com
58 pontos e do 8º A com 42 pontos.
A categoria C, que já encerrou a competição em 2018,
teve a equipe da 3ª série como campeã, atingindo a marca de 170 pontos, a 2ª
série como vice-campeã com 162 pontos e em terceiro lugar, a 1ª série com
152.
A equipe da 3ª série sagrou-se campeã na competição
em atletismo masculino e feminino, badminton feminino, dama masculino e
feminino, handebol masculino, voleibol masculino e feminino; ficou em 2º lugar
em basquete masculino, futebol masculino, futsal masculino, natação masculino e
feminino, tênis de mesa masculino e feminino; e 3º lugar em badminton
masculino, futsal feminino, handebol feminino e queimado feminino.
A equipe campeã é formada pelos seguintes alunos: Claudiomark,
Douglas, Fernando, Helder, João Pedro, João Víctor Lima, João Víctor Mendonça,
José Matheus, Matheus Santos, Mikael, Nathan, Severo, Thiago, Vinícius, Alessandra,
Anny Caroline, Carolina, Ewellyn, Iane, Lara, Layla, Letícia, Maryane,
Mikaelly, Raiane, Renata, Vitória Carolina e Vitória Regina.
A competição foi organizada pelos professores John
Brito e José Costa.
Esporte e educação física formam o aluno para a vida.
Por Professor José Costa
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