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domingo, 20 de setembro de 2026

Vitaminas, minerais e antioxidantes: 11 alimentos aliados da imunidade na primavera


Veja como o cuidado com a alimentação ajuda a manter as defesas do organismo nesta época do ano

 

Para combater o ressecamento das vias aéreas e as variações climáticas da primavera, uma dieta rica em vitaminas, minerais e antioxidantes é fundamental para a imunidade. A nutricionista Jéssica Benazzi recomenda onze opções acessíveis: frutas cítricas e vermelhas, tomate, vegetais verde-escuros, fontes de betacaroteno e ômega 3, cebola, gengibre, oleaginosas, iogurte e leguminosas. Esses alimentos fornecem nutrientes essenciais que fortalecem o organismo contra infecções típicas da estação.

 

Com a chegada da primavera, as variações de temperatura e os períodos de baixa umidade do ar podem favorecer o ressecamento das vias respiratórias e aumentar o desconforto nessa época do ano. Logo, manter uma alimentação equilibrada é um dos cuidados que contribuem para o bom funcionamento do sistema imunológico, especialmente quando o cardápio inclui alimentos variados e fontes de vitaminas e minerais.

 

Para transformar esse cuidado em algo prático, é possível recorrer a escolhas simples na rotina alimentar. Pensando nisso, a nutricionista Jéssica Benazzi, do Divino Fogão, lista 11 alimentos para reforçar a imunidade na primavera. Confira!

 

1. Frutas cítricas

Clássicas quando o assunto é imunidade, as frutas cítricas são ricas em vitamina C e antioxidantes. Nesta época, laranja-lima, kiwi e abacaxi são boas pedidas.

 

2. Frutas vermelhas

Além do sabor marcante, as frutas vermelhas trazem vitamina C e ácido elágico, com ação antioxidante e anti-inflamatória. O destaque da temporada é o morango.

 

3. Tomate

Fonte de licopeno, que dá a cor vermelha ao fruto e combate radicais livres, além de vitamina C, o tomate é um reforço extra contra gripes e resfriados.

 

4. Folhosos verde-escuros

Brócolis, couve e espinafre fornecem ácido fólico (vitamina B9), essencial para a formação de glóbulos brancos, além de propriedades anti-inflamatórias.

 

5. Alimentos ricos em betacaroteno

Cenoura, abóbora, batata-doce e batata-baroa se transformam em vitamina A no organismo, um potente antioxidante que fortalece as defesas.

 

6. Fontes de ômega 3

Peixes como sardinha, salmão e atum, além de azeites de boa qualidade, oferecem gorduras boas que agem como anti-inflamatórios naturais.

 

7. Cebola

Rica em quercetina, a cebola ajuda a prevenir infecções bacterianas e fúngicas, além de proteger contra radicais livres.

 

8. Gengibre

Rico em vitamina B6 e C, o gengibre fortalece a imunidade e tem ação antimicrobiana, sendo um aliado no combate a gripes e resfriados.

 

9. Oleaginosas

Nozes, castanhas, amêndoas, pistache e avelãs são fontes de vitamina E e selênio, antioxidantes que protegem as células do organismo.

 

10. Iogurte

Com probióticos que equilibram a flora intestinal, onde se concentra grande parte das células de defesa do organismo, o iogurte é essencial para manter a imunidade em alta.

 

11. Leguminosas

Feijão, lentilha e grão-de-bico oferecem zinco, mineral que auxilia na prevenção de doenças respiratórias típicas da estação.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/vitaminas-minerais-e-antioxidantes-11-alimentos-aliados-da-imunidade-na-primavera,66311f4d4be00c6fb37513399bbe9349hcmulvlr.html?utm_source=clipboard - Por Juliana Beletato - Foto: New Africa | Shutterstock / Portal EdiCase

sábado, 11 de julho de 2026

15 hábitos simples que ajudam a combater a gordura abdominal


Adotar hábitos saudáveis para controlar o acúmulo de gordura na região abdominal vai muito além da aparência

 

Seja por motivos de saúde ou de estética, reduzir a gordura abdominal está entre os principais objetivos de muitas pessoas. Além de contribuir para uma silhueta mais definida, diminuir a circunferência da barriga também favorece a saúde física e o bem-estar emocional, reduzindo o risco de diversas doenças.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma circunferência abdominal igual ou superior a 94 cm nos homens e 80 cm nas mulheres já está associada a um maior risco de problemas cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), além de diabetes tipo 2 e hipertensão.

 

Por isso, adotar hábitos saudáveis para controlar o acúmulo de gordura na região abdominal vai muito além da aparência: é um investimento na qualidade de vida e na longevidade. Confira!

 

1. Consuma oleaginosas

As oleaginosas, como nozes, amêndoas e castanhas, são ricas em gorduras insaturadas, fibras, proteínas, vitaminas e minerais, nutrientes que desempenham um papel importante na saúde cardiovascular e metabólica. Quando consumidas com moderação como parte de uma alimentação equilibrada, elas podem ajudar a reduzir os níveis de colesterol LDL (o chamado "colesterol ruim") e favorecer o aumento do HDL ("colesterol bom"). Além disso, promovem maior saciedade, o que pode contribuir para o controle do peso e, aliado a hábitos saudáveis, auxiliar na redução da gordura abdominal.

 

2. Alinhe atividade física regular com alimentação

A regularidade na prática de exercícios físicos é um dos fatores mais importantes para quem deseja reduzir a gordura abdominal. Em geral, recomenda-se treinar de três a cinco vezes por semana, frequência que oferece um bom equilíbrio entre o estímulo necessário para melhorar o condicionamento físico e o tempo de recuperação do organismo.

 

No entanto, os melhores resultados são alcançados quando a atividade física é combinada a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. Além disso, é fundamental respeitar a frequência e a intensidade de treino orientadas por um profissional, evitando sobrecargas, reduzindo o risco de lesões e favorecendo uma evolução segura e consistente.

 

3. Hidrate o corpo

Manter o organismo bem hidratado é essencial não apenas para a saúde geral, mas também para o bom funcionamento do metabolismo, incluindo os processos relacionados à utilização da gordura como fonte de energia. A OMS recomenda a ingestão de 2 litros diários para adultos. No entanto, essa quantidade pode variar conforme idade, peso, prática de atividade física e outras necessidades individuais.

 

4. Durma bem

Dormir bem é fundamental para a saúde do corpo e, também, pode influenciar o controle do peso e a redução da gordura abdominal. Durante o sono, o organismo regula hormônios relacionados à fome, à saciedade e ao metabolismo, como a grelina, a leptina e o cortisol. Quando há poucas horas de descanso ou sono de má qualidade, é comum haver aumento do apetite, maior vontade de consumir alimentos calóricos e mais dificuldade para manter a disposição para a prática de exercícios físicos.

 

5. Priorize a ingestão de fibras

Segundo a OMS, o consumo diário recomendado para adultos é de, no mínimo, 25 g de fibras. As fibras alimentares desempenham um papel importante no controle do peso e podem contribuir para a redução da gordura abdominal quando fazem parte de uma alimentação equilibrada. Presentes em alimentos como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas, elas aumentam a sensação de saciedade, ajudam a controlar a fome ao longo do dia e favorecem o bom funcionamento do intestino.

 

6. Controle o estresse

Controlar o estresse também é uma estratégia importante para quem deseja reduzir a gordura abdominal. Situações de estresse crônico podem elevar os níveis de cortisol, hormônio que, quando permanece alto por longos períodos, está associado ao aumento do apetite, à maior vontade de consumir alimentos ricos em açúcar e gordura e ao acúmulo de gordura na região da barriga.

Por isso, investir em hábitos que promovam o relaxamento, como praticar atividade física, dormir bem, meditar, manter momentos de lazer e cultivar boas relações sociais, pode favorecer o equilíbrio hormonal, melhorar o bem-estar e contribuir para o controle do peso.

 

7. Reduza o consumo de álcool

Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas pode ser um passo importante para quem busca diminuir a gordura abdominal e melhorar a saúde. O álcool fornece calorias, mas poucos nutrientes, e o consumo frequente ou em excesso pode favorecer o ganho de peso, além de dificultar o controle do apetite e estimular escolhas alimentares menos saudáveis.

Além disso, o organismo prioriza a metabolização do álcool, o que pode reduzir temporariamente a utilização da gordura como fonte de energia. Vale ressaltar que, de acordo com a OMS, não existe uma dose segura de consumo de álcool que não afete a saúde em nenhum nível.

 

8. Evite o consumo de sódio

O sódio é responsável por reter líquidos, causando inchaço. Por isso, aqueles que querem perder gordura abdominal devem evitar consumir alimentos ricos na substância, como embutidos, congelados e ultraprocessados, e preferir alimentos naturais, a exemplo de frutas, legumes e vegetais, já que eles contribuem para a manutenção da saúde do corpo. De acordo com a OMS, é recomendado que a ingestão diária de sal não ultrapasse 5 g, correspondendo a 2 mg de sódio e a uma colher de chá rasa.

 

9. Aposte nos alimentos termogênicos

Embora não façam milagres, os alimentos termogênicos podem ser aliados de uma alimentação equilibrada para quem deseja reduzir a gordura abdominal. Ingredientes como pimenta, gengibre, canela, café e chá verde contêm compostos que estimulam a termogênese, processo em que o organismo aumenta o gasto de energia para produzir calor. Esse efeito é relativamente pequeno, mas pode contribuir para o aumento do gasto calórico quando associado à prática regular de atividade física e a hábitos saudáveis.

 

10. Pratique exercícios aeróbicos

Os exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida, ciclismo e natação, são grandes aliados de quem deseja reduzir a gordura abdominal. Essas atividades aumentam o gasto calórico, melhoram o condicionamento físico e contribuem para a utilização da gordura como fonte de energia. De forma geral, recomenda-se praticar pelo menos 30 minutos de atividade aeróbica por dia, respeitando o nível de condicionamento e a orientação de um profissional de educação física.

 

11. Coma devagar

Comer devagar é um hábito simples que pode contribuir para o controle do peso e a redução da gordura abdominal. Ao mastigar os alimentos com calma, o cérebro tem mais tempo para receber os sinais de saciedade enviados pelo organismo, o que ajuda a evitar o consumo excessivo de calorias. Além disso, uma mastigação adequada favorece a digestão, pois aumenta a produção de saliva e facilita a quebra dos alimentos antes que eles cheguem ao estômago.

 

12. Drible o consumo de açúcar

Reduzir o consumo de açúcar é uma medida importante para quem deseja controlar o peso e diminuir a gordura abdominal. O consumo frequente de alimentos e bebidas ricos em açúcares adicionados pode aumentar a ingestão de calorias, favorecer picos de glicose no sangue e estimular o acúmulo de gordura, especialmente na região do abdômen. Por isso, vale priorizar alimentos in natura ou minimamente processados, além de substituir refrigerantes, doces e outros produtos ultraprocessados por opções mais nutritivas.

 

13. Inclua proteínas nas refeições

Incluir proteínas nas principais refeições do dia é uma estratégia importante para quem deseja reduzir a gordura abdominal e preservar a massa muscular durante o processo de emagrecimento. Nutrientes presentes em alimentos como ovos, peixes, frango, carnes magras, leite e derivados, além de leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico, aumentam a sensação de saciedade e ajudam a controlar a fome entre as refeições.

 

14. Adote uma rotina alimentar

Manter horários regulares para as refeições é um hábito que favorece uma alimentação mais equilibrada e pode contribuir para o controle do peso. Criar uma rotina alimentar ajuda a evitar longos períodos de jejum, reduz a chance de exageros nas refeições seguintes e facilita o planejamento de um cardápio variado e nutritivo.

 

15. Consulte um especialista

Embora hábitos como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, sono de qualidade e boa hidratação sejam fundamentais para reduzir a gordura abdominal, é importante buscar orientação de um profissional de saúde antes de iniciar mudanças significativas na rotina.

Isso porque o acúmulo de gordura na região da barriga nem sempre está relacionado apenas ao estilo de vida, podendo estar associado a fatores como alterações hormonais, doenças metabólicas, predisposição genética ou até ao uso de determinados medicamentos. Uma avaliação individualizada permite identificar essas possíveis causas e definir a estratégia mais adequada, segura e eficaz para alcançar melhores resultados e preservar a saúde.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/15-habitos-simples-que-ajudam-a-combater-a-gordura-abdominal,103845bcbead3d630a446e15ad83619dazhlw809.html?utm_source=clipboard - Foto: Prostock-studio | Shutterstock / Portal EdiCase

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Confira 6 alimentos que ajudam a combater o cansaço excessivo


Além de reduzir a sensação de cansaço excessivo, esses alimentos também melhoram a disposição e o bom-humor

 

O cansaço excessivo é uma condição que pode surgir por diversas razões. A falta de sono ou a realização de inúmeras tarefas ao longo do dia estão entre as causas mais comuns. No entanto, é importante investigar a fundo, pois algumas doenças também possuem este sintoma. 

 

Veja lista de alimentos que melhoram a sensação de cansaço excessivo

 

Nesses casos, portanto, o recomendado é consultar um especialista para entender o motivo do cansaço excessivo. Assim, se ele não estiver relacionado a alguma patologia, você consegue contornar esse quadro por meio da alimentação. 

 

'Era como se alguém estivesse enfiando uma chave de fenda no meu rosto': a vida com a condição médica mais dolorosa do mundo

 

Por isso, a nutricionista Dani Borges preparou uma lista com os alimentos que ajudam a reduzir o cansaço, dando mais energia e disposição ao organismo. Veja abaixo:

 

Quais alimentos combatem o cansaço?

1. Chá-verde

O chá-verde é uma ótima opção para fugir do cansaço graças a cafeína, substância que possui ação termogênica e que proporciona mais energia e disposição. Além disso, a bebida auxilia na melhora do humor e bem-estar, pois possui um aminoácido que aumenta a produção de dopamina e serotonina, o triptofano. 

 

2. Guaraná em pó

Da mesma forma, o guaraná em pó também pode afastar o cansaço excessivo. "O pó de guaraná é fonte de cafeína, que é um estimulante do sistema nervoso e que proporciona muita energia e disposição. Usado com moderação ajuda a melhorar o ânimo e a disposição", conta a especialista.

 

3. Café

Na sequência, temos o clássico café preto. Ao mesmo tempo que dá energia, a bebida pode ajudar na melhora do humor. "A cafeína, presente no café, é a substância psicoativa que age no sistema nervoso central proporcionando aumento do estado de alerta, redução do sono, maior disposição e energia, sem contar que também pode melhorar o humor", afirma Dani.

 

4. Água de coco

Assim como o café, a água de coco também aumenta nossa energia! Além de melhorar a disposição, a bebida é uma ótima fonte de hidratação para aquelas pessoas que não gostam muito de consumir água no dia a dia. 

 

5. Açaí

Pode não parecer, mas o açaí também é fonte de disposição. O alimento é rico em carboidratos e gorduras insaturadas que auxiliam no controle da pressão arterial e do colesterol, além de proporcionar mais energia para o corpo. "É rico em vitaminas C, B1 e B2 e antioxidantes", pontua a nutricionista.

 

6. Chocolate amargo

Por fim, temos o chocolate! De acordo com Dani, a opção amarga possui uma alta concentração de cafeína e antioxidantes que nos protegem de doenças e otimizam a ação da cafeína no organismo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/confira-6-alimentos-que-ajudam-a-combater-o-cansaco-excessivo,28e764524e113aea3966ddc1f65c61dfttjmktf2.html?utm_source=clipboard - Por: Raquel Barreto / Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral

sábado, 2 de dezembro de 2023

10 hábitos que ajudam a combater a gordura abdominal


Veja como adaptar a sua rotina de maneira simples e saudável para secar a barriga

 

A gordura abdominal é um dos maiores inimigos de quem deseja conquistar o tão sonhado abdômen chapado. E, além de um simples incômodo, representa a possibilidade de desenvolver problemas de saúde como doenças cardiovasculares, colesterol alto e até diabetes. No entanto, nem sempre é fácil secar a barriga, especialmente quando o estilo de vida não condiz com esse objetivo.

 

Por isso, selecionamos 10 hábitos que ajudam a reduzir a gordura abdominal para você manter o corpo saudável e em forma. Confira!

 

1. Consuma oleaginosas

As oleaginosas, como nozes, amêndoas e castanhas, são fonte de gordura boa e nutrientes. Por isso, devem fazer parte de uma alimentação saudável, já que reduzem o colesterol ruim (LDL), aumentam a produção de colesterol bom (HDL) e ajudam na perda de peso.

“[As oleaginosas] possuem grande quantidade de nutrientes que provocam saciedade, são antioxidantes e ajudam a manter o nível de glicose estável, auxiliando o processo da queima de gordura”, explica a nutricionista Nathalia Bungenstab Sales.

 

2. Alinhe atividade física regular com alimentação

Manter a constância é um dos principais fatores para fazer com que a atividade física gere resultados, principalmente se o objetivo é secar a barriga. Por isso, especialistas recomendam treinar de 3 a 5 vezes por semana, pois isso proporciona um equilíbrio entre estimular o corpo para melhorar a aptidão física e permitir o descanso adequado. Mas, claro, o treino deve ser sempre combinado com uma rotina alimentar saudável para surtir efeito.

A quantidade de treino indicada pelos profissionais deve ser respeitada, para não causar lesões e chegar ao resultado esperado. “Podemos, então, treinar a musculatura abdominal cinco vezes por semana, dando ênfase aos músculos oblíquos e reto em dias alternados”, afirma Benjamin Apter, médico especialista em medicina esportiva.

 

3. Hidrate o corpo

Hidratar o corpo é um pré-requisito para manter a saúde geral do organismo, bem como realizar reações metabólicas que levem à perda de gordura. Assim, tenha sempre uma garrafa por perto para não esquecer de beber água, afinal a falta do líquido pode trazer diversos malefícios.

“A falta de água pode piorar a memória e o raciocínio. Além disso, o metabolismo também corre o risco de ter seu desempenho prejudicado, dificultando a perda de peso. Justamente por essa razão, evidências apoiam uma conexão entre emagrecer e beber água”, afirma Matheus Motta, nutricionista e responsável pelo VigilantesdoPeso no Brasil, programa que inspira milhões de pessoas à adoção de hábitos saudáveis.

 

4. Durma bem

Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Universidade da Austrália do Sul, pessoas que não dormem bem desenvolvem uma tendência maior à obesidade. O estudo analisou cerca de mil adultos e constatou que os participantes que relataram problemas para dormir eram, em média, mais propensos a terem indicadores de má saúde cardiometabólica – colesterol alto e peso corporal elevado.

Desse modo, o recomendado é que cada noite de descanso tenha em média de 6 a 8 horas para manter as funções do corpo eficientes. “O ideal é não demorar mais do que meia hora para adormecer. Outro ponto que indica uma boa qualidade do sono é não ter muitos despertares durante a noite e, no geral, passar pelo menos 85% do tempo que você passa na cama dormindo”, diz o cardiologista Dr. Carlos Portella.

 

5. Priorize a ingestão de fibras

Para quem busca perder gordura abdominal, consumir fibras é uma das melhores soluções, porque promovem a saciedade e ajudam a regular os níveis de glicose no sangue, evitando os desejos alimentares.

“As fibras presentes nos alimentos ajudam a manter o corpo em equilíbrio. Absorvem excessos e ajudam a eliminar as toxinas. Previnem a constipação e doenças relacionadas ao intestino, ajudam na perda de peso e na prevenção de doenças cardiovasculares”, completa a nutricionista Fernanda Sobral.

 

6. Controle o estresse

O controle de estresse é outro ponto importante, visto que um indivíduo estressado acaba comendo mais e desenvolve maior dificuldade para dormir, o que faz com que o corpo não relaxe e o consumo de alimentos, muitas vezes fora da dieta, seja maior.

“Ao consumirmos alimentos com gorduras saturadas e trans, por exemplo, o corpo diminui a produção de neurotransmissores, afetando o humor e aumentando os efeitos do estresse”, acrescenta a nutricionista Dra. Noadia Lobão, especialista em Nutrição Clínica e Funcional.

 

7. Reduza o consumo de álcool

Consumir bebida alcoólica em excesso aumenta a gordura visceral, que se acumula ao redor dos órgãos internos, como o fígado. Além disso, o álcool está associado a vários riscos para a saúde, incluindo doenças cardiovasculares e ganho de peso.

“O fígado trabalha quebrando diariamente as gorduras da sua alimentação e eliminando as toxinas. Quando você bebe álcool, acaba adicionando mais uma tarefa na função do órgão. Dessa forma, seu fígado não consegue processar a gordura de maneira tão rápida e eficientemente, pois estará, também, trabalhando para expelir o álcool. Como consequência, ocorre a desaceleração do metabolismo, levando, inclusive, ao acúmulo de gordura”, explica a nutróloga Dra. Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

 

8. Evite o consumo de sódio

O sódio é responsável por reter líquidos, causando inchaço. Por isso, aqueles que querem perder gordura abdominal devem evitar consumir alimentos ricos na substância, como embutidos, congelados e industrializados, e preferir alimentos naturais, a exemplo de frutas, legumes e vegetais, já que eles contribuem para a manutenção da saúde do corpo.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é recomendado que a ingestão diária de sal não ultrapasse 5g, o que corresponde a 2mg de sódio e a uma colher de chá rasa. Para calcular a quantidade que você deve utilizar para temperar os alimentos, é importante lembrar que eles naturalmente possuem sódio, por isso a medida de sal extra utilizado no preparo dos alimentos deve ser menor do que o limite estabelecido pela OMS.

 

9. Aposte nos alimentos termogênicos

Apesar de os alimentos termogênicos não serem milagrosos, são importantes aliados para quem deseja perder gordura abdominal, pois aumentam a temperatura do corpo e aceleram o metabolismo, o que ajuda no processo de redução de gordura.

 “Mas, para fazerem efeito no organismo, é importante combiná-los com uma alimentação balanceada e exercícios. Caso contrário, os termogênicos não farão nenhuma diferença”, explica a nutricionista Roseli Rossi.

 

10. Pratique exercícios aeróbicos

Os exercícios aeróbicos, como corrida, caminhada e andar de bicicleta, aceleram o metabolismo e auxiliam na queima de gordura. Por isso, o ideal é praticar a atividade por pelo menos 30 minutos por dia e, claro, combinar o exercício com uma alimentação saudável para aumentar a disposição e a perda de gordura.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-11-28/10-habitos-que-ajudam-a-combater-a-gordura-abdominal.html - Por EdiCase - Imagem: Nikolas_jkd | Shutterstock


Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.

2 Coríntios 9:7


quinta-feira, 9 de novembro de 2023

5 alimentos que ajudam a combater a pressão alta


Nutricionista ensina a se alimentar de forma mais saudável para controlar a hipertensão

 

A alimentação é um fator importante para o controle e prevenção da pressão alta. Além do sal em excesso, o alto teor de gordura presente em alguns pratos também é nocivo à saúde e pode contribuir para a hipertensão.

 

Por isso, além do acompanhamento com um nutricionista para uma alimentação balanceada e saudável, é importante substituir alimentos industrializados pelos naturais, consumir frutas, verduras e beber bastante água. Essas são atitudes que também beneficiam a saúde de uma forma geral.

 

Evite o consumo destes alimentos

Segundo a nutricionista Natália Colombo, para uma alimentação saudável é importante evitar alimentos industrializados (bolachas, salgadinhos, doces etc.). Essas opções são ricas em aditivos, gordura saturada, sódio e pobres em nutrientes, ou seja, não oferecem nenhum benefício ao organismo.

 

Alimentos contra a pressão alta

Alguns alimentos também funcionam como uma proteção, visto que determinadas substâncias são benéficas ao organismo e auxiliam no combate às doenças e ajudam a regular o funcionamento do corpo.

 

Por isso, Natália Colombo lista com alguns dos alimentos aliados no combate ao aumento da pressão arterial:

 

1. Linhaça, sementes de chia e peixes de água fria (sardinha e salmão)

Fontes de ácidos graxos insaturados e ômega 3, podem reduzir a pressão arterial.

 

2. Proteína vegetal

Os alimentos que fazem parte deste grupo auxiliam na manutenção da pressão arterial. Pobres em gordura, isentas de colesterol e ricas em fibras, as fontes de proteína vegetal aumentam significativamente a longevidade e a qualidade de vida. Está em feijões, soja, quinoa, lentilha, ervilha, grão-de-bico e outros.

 

3. Oleaginosas

Possuem arginina, que aumenta a produção de óxido nítrico, substância que atua na dilatação dos vasos sanguíneos. Promovem diversos benefícios quando aliadas a um plano alimentar saudável. Alguns exemplos de oleaginosas são castanha-do-pará, pistache, nozes, entre outras.

 

4. Frutas vermelhas

Esses alimentos possuem flavonoides, substância que relaxa os vasos sanguíneos, baixando a pressão. Morango , melancia, cereja, framboesa e amora são alguns exemplos.

 

5. Alho e cebola

Esses alimentos são compostos sulfurosos que auxiliam na dilatação dos vasos sanguíneos e ajudam a reduzir tanto a pressão diastólica quanto a sistólica, conforme algumas evidências clínicas.

 

Vale salientar que o acompanhamento médico e as consultas regulares com um nutricionista são importantes para garantir um esquema alimentar ideal para pacientes hipertensos, pessoas com histórico familiar da enfermidade ou para aqueles que desejam prevenir o problema.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-10-17/5-alimentos-que-ajudam-a-combater-a-pressao-alta.html - Por EdiCase


Dá vigor ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.

Isaías 40:29



sexta-feira, 2 de junho de 2023

10 alimentos que ajudam a combater o colesterol ruim


Confira alguns alimentos que contribuem para o bom funcionamento do corpo

 

Manter a saúde do corpo é garantia de uma qualidade de vida melhor. No entanto, um dos problemas que impedem isso é a adoção de uma má alimentação, que traz diversas consequências ao organismo, incluindo o colesterol ruim (LDL). “A alimentação inadequada, rica em gordura saturada, trans, carboidratos simples e pobre em fibras podem favorecer o aumento do colesterol”, explica a mestre em nutrição Joana Lucyk.

 

Para evitar esse problema, selecionamos 10 alimentos que ajudam a combater o colesterol ruim e mantêm a saúde do corpo. Veja!

 

1. Aveia

A aveia é amplamente conhecida como um alimento saudável e benéfico para o coração, especialmente no que diz respeito à redução do colesterol. Rica em fibras solúveis, como a beta-glucana, ela impede que o colesterol LDL (ruim) seja absorvido pelo organismo, favorecendo o aumento dos níveis de colesterol HDL (bom).

“[A beta-glucana] é um tipo de fibra solúvel que diminui a absorção do colesterol e açúcar. Dessa forma, o consumo desse cereal diariamente, em frutas e no próprio iogurte, é importante para controle do diabetes e do colesterol”, afirma a nutricionista Pollyanna Ayub.

 

2. Maçã

As maçãs são frutas deliciosas e ricas em antioxidantes, como flavonoides e polifenóis, que ajudam a reduzir a oxidação do colesterol LDL (reação entre gordura e oxigênio) no organismo, evitando a formação de gordura nas artérias. Além disso, elas possuem baixo teor de gorduras e calorias; por isso, são a opção ideal para quem deseja manter os níveis de colesterol saudáveis.

 

3. Peixes

Os peixes são uma excelente fonte de nutrientes com vários benefícios para a saúde, incluindo a capacidade de ajudar a reduzir o colesterol ruim. Ricos em ômega 3, reduzem os níveis de triglicerídeos (gorduras do organismo) no sangue e aumentam o colesterol HDL, melhorando a saúde do coração. Por serem uma proteína magra, eles também possibilitam a manutenção de uma dieta equilibrada para o controle do colesterol.

 

4. Linhaça

A linhaça é uma semente que possui altos índices de fibras, vitaminas, sais minerais, proteínas e magnésio. Fonte de ômega 3, ela possui propriedades anti-inflamatórias que regulam os níveis de LDL no sangue, aumentando o colesterol HDL e mantendo um perfil lipídico mais saudável.

“Em pesquisas recentes, [a linhaça] vem apresentando resultados clínicos em estudos relacionados ao diabetes, lúpus, perda óssea, doenças hepáticas, renais e cardiovasculares, com resultados favoráveis quanto ao efeito benéfico da semente”, conta a nutricionista Queila Turchetto.

 

5. Oleaginosas

As oleaginosas, como nozes, amêndoas, castanhas, pistaches e avelãs, são sementes que oferecem uma série de benefícios à saúde. Extremamente saborosas, são ricas em gorduras saudáveis, fibras solúveis e antioxidantes que diminuem a absorção de colesterol no intestino, aumentando a prevenção contra doenças cardiovasculares.

“Elas [oleaginosas] regulam os níveis de colesterol, reduzindo o LDL (colesterol ruim) e aumentando o HDL (colesterol bom), prevenindo arteriosclerose e hipertensão, contribuindo para um coração e um cérebro mais saudável”, explica a nutricionista Natália Colombo.

 

6. Laranja

A laranja é uma fruta cítrica bastante conhecida por diminuir o colesterol ruim do corpo. Nutritiva e saudável, ela contém antioxidantes, como vitamina C, flavonoides e carotenoides, que reduzem a oxidação do colesterol LDL do organismo. Também é uma excelente fonte de hidratação, visto que é composta principalmente de água, que é essencial para a saúde cardiovascular em geral.

 

7. Soja

A soja é uma leguminosa rica em nutrientes com vários benefícios para a saúde. Como uma proteína vegetal de alta qualidade, ela favorece a substituição de fontes de proteína animal, diminuindo a ingestão de gorduras saturadas. Contendo também isoflavonas, compostos vegetais com propriedades antioxidantes e fitoestrógenas, diminui os níveis de colesterol ruim e melhora o perfil lipídico, aumentando a qualidade de vida do ser humano.

 

8. Chocolate

O chocolate é um doce amado por muitos brasileiros e, se consumido de forma adequada, também é um excelente alimento contra o LDL. Isso porque o seu consumo ajuda na redução da formação de placas de gordura, e flavonoides e antioxidantes presentes em sua composição melhoram a saúde do coração.

 

“A maior parte dos benefícios trazidos pelo chocolate vem dos flavonoides (chamados catequinas e proantocianidinas), que são antioxidantes naturais. Mas o alimento também é uma fonte importante de potássio, magnésio e minerais”, diz a nutricionista Daniela Medeiros.

 

9. Azeite de oliva

A ingestão diária do azeite de oliva é recomendada em até duas colheres de sopa para oferecer benefícios à saúde. Com gorduras saudáveis, a substância é uma excelente fonte de monoinsaturadas e ácido oleico, que possuem o potencial de aumentar os níveis de colesterol HDL (bom) e diminuir o colesterol LDL (ruim). Devido aos seus bioativos, o azeite também possui propriedades que evitam a inflamação crônica nas artérias.

 

10. Abacate

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o abacate é uma fruta rica em gorduras monoinsaturadas, que contribuem para a redução dos níveis de triglicérides e colesterol ruim, melhorando o perfil lipídico. O abacate também contém fitosteróis (compostos gordurosos derivado de plantas) que competem com a absorção de colesterol no intestino, reduzindo a quantidade de LDL absorvida pelo corpo.

 

Consulte um especialista

Apesar dos benefícios proporcionados por esses alimentos no controle do colesterol ruim (LDL), é importante ressaltar que consultar um nutricionista ou médico é sempre recomendado para obter orientações personalizadas antes de adotar qualquer dieta. Isso porque esses profissionais poderão analisar a condição de cada paciente e suas necessidades.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-05-31/10-alimentos-que-ajudam-a-combater-o-colesterol-ruim.html - Redação EdiCase - Imagem: Silvia Martins | Shutterstock


Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. João 15:13


segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Alergia na primavera: 11 dicas para evitar o problema


Otorrinolaringologista revela algumas maneiras simples de se prevenir e combater a condição

 

22 de setembro, é o dia que marca o início da primavera que, talvez, seja a estação mais bonita e agradável de todas. Mas, nem todo mundo se sente totalmente confortável nesse período do ano. Afinal, apesar das flores e do clima gostoso, a alergia na primavera costuma ser um problema muito chato.

 

Isso costuma acontecer, justamente, por causa das flores e da polinização, fenômeno que pode causar irritação no sistema respiratório. Sendo assim, a alergia na primavera acaba se transformando em algo complicado para algumas pessoas.

 

Além disso, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existe a estimativa de que cerca de 30% da população brasileira possui algum tipo de alergia. Por isso, com o auxílio da médica otorrinolaringologista do Hospital Paulista, Dra. Cristiane Passos Dias Levy, separamos algumas dicas para evitar e combater a alergia na primavera. Confira:

 

11 dicas para acabar com a alergia na primavera

 

Tomar bastante água;

Fazer lavagens nasais frequentes com soro fisiológico para hidratar as mucosas;

Abrir as casas de veraneio com antecedência e chegar, de preferência, durante o dia para abrir bem a casa;

Limpar bem a casa ou o ambiente que irá utilizar;

Optar por aspirar e passar pano úmido em vez de varrer os locais;

Usar capas antiácaros em colchões e travesseiros;

Sempre que possível, colocar travesseiros e edredons no sol;

Evitar objetos que acumulem pó nos quartos, como cortinas, tapetes e carpetes;

Limpar com frequência os filtros de ar-condicionado;

Evitar, quando possível, mudanças bruscas de temperatura;

Buscar auxílio médico assim que possível e não abandonar o tratamento.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/alergia-na-primavera-11-dicas-para-evitar-o-problema.phtml - By Redação - / Foto: Shutterstock


Minha carne e meu coração podem desfalecer, mas Deus é a força do meu coração e minha porção para sempre. (Salmos 73:26)


domingo, 13 de março de 2022

Seis alimentos que podem ajudar a combater a depressão


A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 300 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de depressão.

 

A depressão clínica é uma doença do foro psiquiátrico que pode surgir devido a uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos.

 

Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, em declarações ao portal Nova Mulher, o cérebro humano produz substâncias denominadas de neurotransmissores que controlam inúmeras funções neuronais. Sendo que um desses neurotransmissores, a serotonina, promove a sensação de bem-estar, regulando o humor e a sensação de saciedade.

 

Ora, determinados alimentos podem ajudar a elevar os níveis de serotonina no organismo melhorando o bem-estar, e consequentemente auxiliando no combate à depressão. De salientar, que estes alimentos não substituem o acompanhamento médico, a toma de medicamentos e psicoterapia.

 

Leite e iogurte magro

Estes laticínios são excelentes fontes de cálcio - mineral que elimina a tensão e a depressão, revela o portal Nova Mulher. Os especialistas afirmam que o cálcio auxilia ainda no controle do nervosismo e irritabilidade. Adicionalmente, interfere com as contrações musculares, batimentos cardíacos, com a transmissão de impulsos nervosos e regulariza a pressão arterial.

 

Laranja e maçã

Ambas as frutas comportam um elevado teor de ácido fólico, cujo consumo está associado a menor incidência de sintomas depressivos.

A laranja e a maçã são igualmente ricas em vitamina C, promovendo o ótimo funcionamento do sistema nervoso, aumentando os níveis de energia, ajudando a combater o stress e prevenindo a sensação de fadiga.

 

Banana e abacate

A banana é rica em hidratos de carbono, potássio e magnésio. Além, de ser uma excelente fonte de vitamina B6, que dá energia; ajudar a diminuir a ansiedade e regular o sono.

Entretanto, o abacate é outro grande aliado da saúde mental. Consuma duas colheres de chá da fruta pura (sem açúcar ou adoçante) todos os dias antes de se deitar.

 

Ovo

O ovo é abundante em tiamina e a niacina - vitaminas do complexo B - que regulam o humor.

Recomenda-se a ingestão de uma unidade por dia.

 

Mel

O mel estimula a produção de serotonina, o neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar.

 

Folhas verdes

Pesquisas indicam que adotar uma dieta rica em folato está relacionada a uma menor prevalência de sintomas depressivos. As hortaliças de tonalidade verde escura, como espinafres, brócolis ou alface, são extremamente ricas no nutriente.

 

Alguns estudos apontam que indivíduos deprimidos podem apresentar índices reduzidos de vitamina B12, levando consequentemente à diminuição do folato e ao desequilíbrio do metabolismo dos neurotransmissores do cérebro associados ao controle do humor.

 

Os especialistas recomendam a ingestão diária de três a cinco porções de hortaliça.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1891766/seis-alimentos-que-podem-ajudar-a-combater-a-depressao - © Shutterstock


Dá vigor ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.

Isaías 40:29


domingo, 24 de outubro de 2021

Hábitos que pioram o colesterol + dicas de como combater e prevenir


Esses cuidados vão ajudar com o colesterol e trazer muitos outros benefícios para sua qualidade de vida

 

Melhorar a qualidade da alimentação e ter outros hábitos de vida saudáveis são cuidados essenciais para manter o colesterol equilibrado. Com isso, fica mais fácil prevenir doenças decorrentes do colesterol alto, como aterosclerose e infarto.

 

Todo colesterol é ruim?

Não. Popularmente, é chamado de colesterol bom o tipo HDL, e de colesterol ruim o tipo LDL. Ambos são necessários para o funcionamento do organismo, mas, assim como tudo na vida, precisam estar em equilíbrio.

Mesmo sendo chamado de ruim, o colesterol LDL, quando está na quantidade equilibrada, é importante para o funcionamento das gorduras, auxiliando na produção de alguns hormônios e vitamina D.

Porém, se a concentração de LDL estiver muito alta, essa gordura excessiva vai se prender nas paredes das artérias e bloquear a passagem do sangue. Quando isso acontece, a pessoa é diagnosticada com colesterol alto e corre o risco de ter sérios problemas de saúde, como já mencionado.

 

Hábitos que desequilibram o colesterol

É importante lembrar que o colesterol é uma substância semelhante às gorduras que ficam circulando pelo sangue, e que ele é produzido principalmente pelo fígado, de acordo com o que você come.

Sendo assim, a sua dieta responde muito sobre os níveis de colesterol no seu organismo. Mas, não é só isso. Pessoas diabéticas e com predisposição genética também podem ter um desequilíbrio do colesterol, precisando de cuidados extras para evitar o problema.

 

Então, entre os hábitos que desequilibram o colesterol, estão:

Não manter a diabetes sob controle;

Comer excesso de gorduras ruins (saturadas, trans, produtos industrializados);

Não manter uma dieta saudável e variada (frutas, verduras, legumes, fibras, proteínas, gorduras boas);

Fumar (o cigarro reduz o colesterol HDL);

Ser sedentário (não gastar a gordura que ingere).

 

Como melhorar e reequilibrar o colesterol?

Bem, com base no tópico anterior, fica fácil saber o que não deve fazer se quiser ter um colesterol equilibrado e prevenir doenças cardíacas graves. Mas, para especificar melhor, tome os seguintes cuidados:

 

Consuma com moderação os seguintes alimentos

Carnes gordurosas, como picanha, maminha ou porco;

Queijos muito amarelos;

Doces em geral, como guloseimas e chocolates;

Alimentos industrializados e processados;

Manteiga e óleo em excesso;

Vísceras de animal;

Frutos do mar.

Dê preferência para alimentos saudáveis

Leite desnatado, queijos brancos e iogurte natural sem açúcar;

Feijão, grãos, lentilhas e soja, 2 vezes por semana;

Pão, arroz, macarrão e farinhas integrais, diariamente;

Amêndoas, avelã e nozes, de 5 a 10 unidades por dia;

Peixes, como salmão, atum, truta e sardinhas, pelo menos 2 vezes por semana;

Consumir 3 a 5 porções de frutas ou legumes e verduras por dia;

Aumentar o consumo de água para 2 a 2,5 litros por dia.

 

Abandone vícios

Qualquer tipo de vício é prejudicial à saúde, mas o cigarro em particular, é muito prejudicial ao colesterol porque reduz o nível do colesterol bom (HDL), deixando mais espaço para o colesterol ruim circular pelo sangue e entupir as artérias.

 

Pratique atividades físicas

Manter o corpo em movimento é muito importante para gastar as gorduras ingeridas, melhorar a circulação do sangue, a oxigenação dos órgãos e tecidos, o metabolismo e a produção hormonal.

Faça atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, pedaladas, natação, dança, enfim, o que mais gostar. Os exercícios de força também são importantes, mas os aeróbicos não podem faltar.

Lembre-se que é importante ir ao médico fazer exames antes de abandonar o sedentarismo, pois pode ser perigoso começar a se exercitar se estiver muito tempo parado e fizer mais esforço do que seu corpo pode suportar.

 

Atenção: as dicas desse artigo não substituem a consulta ao médico. Lembre-se que cada pessoa tem necessidades alimentares particulares. Então, use essas dicas apenas como referência, mas faça a sua dieta com o seu nutricionista, de acordo com o seu estilo de vida.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/habitos-que-pioram-o-colesterol-dicas-de-como-combater-e-prevenir/ - por Priscilla Riscarolli


E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.

Gálatas 6:9