domingo, 28 de abril de 2019

Festa da Divina Misericórdia em Itabaiana


Dia Festivo

28/04/19 – DOMINGO:

13h30: Abertura com Louvor

14h: Pregação 

15h: Adoração ao SS Sacramento com terço da Divina Misericórdia

16h: Missa Solene e, Honra a Divina Misericórdia, presidida por Dom José Palmeira Lessa (arcebispo emérito de Aracaju)

17h – Procissão com a Imagem de Jesus Misericordioso e bênção final.

Por Professor José Costa – com informações da Paróquia Nossa Senhora do Carmo

sábado, 27 de abril de 2019

Mudanças que melhoram sua vida e a do planeta


Não é só da nossa saúde que precisamos cuidar, não. Ao repensar alguns hábitos e tomar atitudes simples, você ajuda o planeta, os outros e a si mesmo

Tudo começou com meu guarda-roupa. Percebi que tinha muitas peças boas ali que por alguma razão estavam paradas: ou porque meu estilo havia mudado, ou porque havia usado tanto que peguei bode, ou porque elas continuavam nas etiquetas, na esperança de que algum dia pudessem me vestir por aí. A primeira limpa no armário foi libertadora. Me senti leve e desapegada. Mas essa mudança de consciência ainda se resumia ao guarda-roupa.

A grande virada aconteceu ano passado, com o nascimento da minha filha, Marieta. Li que, em 2050, quando ela completasse 32 anos, a mesma idade que tenho hoje, encontraríamos mais plástico do que peixes nos oceanos. Diante disso, eu tinha dois caminhos: ou me desesperava ou fazia algo para mudar.

Decidi ficar com o segundo e, de lá pra cá, venho descobrindo maneiras de cuidar de mim e da família e minimizar nosso impacto no mundo. Por isso vou compartilhar três mudanças que podem parecer pequenas, mas que, levadas à rotina, já fazem diferença para o planeta.

Primeiro: precisamos eliminar o plástico descartável da nossa vida. Quando descobri que 40% do plástico que consumimos é usado apenas uma vez, cortei todos os “inhos” e “inhas” do meu dia a dia.

A garrafinha, o copinho, a sacolinha, o garfinho e o canudinho foram substituídos por opções reutilizáveis, como copo de silicone, garrafa de metal, ecobag, talheres de bambu e canudo de inox. Dá pra levar tudo na bolsa e é cada vez mais automático me lembrar deles antes de sair de casa.

Segundo: vale a pena reduzir o consumo de carne. Estudos mostram que a ingestão excessiva eleva o risco de diabetes, doença cardiovascular e câncer. Além disso, a agropecuária é a principal causa do aquecimento global — haja desmatamento para tanto gado!

Ainda não consegui virar vegetariana, mas cada um tem seu tempo e suas limitações. Já fico feliz em reduzir o consumo de carne para duas vezes por semana.

Terceiro: vamos investir em roupas de fibras naturais. Hoje, a maioria das peças do vestuário possui poliéster, material sintético feito de plástico e que demora 450 anos para se decompor. Roupas com poliéster não são tão agradáveis ao toque, fazem a gente suar mais e provocam mau cheiro, pois não deixam a pele respirar direito.

Tenho optado pelas de algodão, seda, linho ou viscose. São tecidos biodegradáveis que duram anos no armário. Por isso, dê uma espiada na composição da peça, informação costurada no interior da etiqueta.

Da mesa ao guarda-roupa, que tal refletir e tentar mudar você também?

Fonte: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/mudancas-que-melhoram-sua-vida-e-a-do-planeta/ - Por Giovanna Nader - Ilustração: Adriana Komura/SAÚDE é Vital

sexta-feira, 26 de abril de 2019

O estudo nutricional que a indústria de bilhões de dólares dos suplementos não quer que você veja


Um grande estudo da Universidade Tufts (EUA) descobriu que certas vitaminas e minerais podem ajudar a prolongar sua vida – mas apenas se você os obtiver de alimentos, não de suplementos.

Depois de uma década seguindo mais de 30.000 pessoas, a nova pesquisa se junta a um corpus que tem concluído que tomar suplementos vitamínicos e minerais não oferece benefícios discerníveis em termos de redução dos riscos de morte em geral, ou de morte por doenças cardiovasculares e cânceres especificamente.

Em termos simplificados, pílulas provavelmente não substituem uma dieta saudável, uma conclusão que não vai agradar a indústria bilionária dos suplementos.

Prós e contras dos suplementos de proteína
Os dados
Os pesquisadores analisaram dados de uma pesquisa massiva (Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição dos EUA) realizada entre 1999 e 2010 com 30.899 pessoas. Mais de 27.000 desses participantes forneceram informações sobre sua dieta e ingestão de suplementos.

O questionário também incluiu dados demográficos e outras informações de saúde, incluindo se as pessoas fumavam, bebiam, se exercitavam ou tinham problemas médicos, como câncer e diabetes.

Os participantes foram entrevistados por pessoas treinadas em suas casas e por telefone. Os autores do estudo, em seguida, consultaram registros médicos de mortes relacionadas aos participantes durante o período da pesquisa. 3.613 pessoas faleceram.

Como a população em geral, um pouco mais da metade dos participantes do estudo disseram que tomavam suplementos. Quase 40% tomavam multivitaminas. Os suplementos individuais mais comuns que as pessoas consumiam eram vitaminas C, D e E, assim como cálcio e magnésio.

Resultados iniciais
O estudo teve algumas limitações. Por exemplo, os cientistas precisaram confiar nos relatos das pessoas sobre sua dieta e ingestão de suplementos. A partir disto, estimaram quanto de cada um dos principais micronutrientes os participantes consumiam por dia, definindo se o número estava abaixo ou acima dos níveis recomendados.

À primeira vista, os participantes que tomavam suplementos pareciam ser mais saudáveis, com um risco reduzido de mortalidade por todas as causas. Mas essa associação desapareceu quando os pesquisadores consideraram dados demográficos e de saúde.

“Nossos resultados e os de outros estudos sugerem que os usuários de suplementos têm níveis mais altos de educação e renda e um estilo de vida mais saudável (por exemplo, melhor dieta, níveis mais altos de atividade física e peso saudável) do que os não usuários”, escreveram em um artigo.

Assim, “a aparente associação entre o uso de suplementos e menor mortalidade pode refletir confusão por maior status socioeconômico e fatores de estilo de vida saudáveis ​​que são conhecidos por reduzir a mortalidade”.

Detalhando as descobertas
Quando os pesquisadores separaram os efeitos dos micronutrientes individuais, descobriram que a ingestão adequada de vitamina K e magnésio estava associada a um risco menor de mortalidade por todas as causas. Além disso, vitamina A, vitamina K, zinco e cobre foram associados com um menor risco de morte por doença cardiovascular. Mas esses benefícios eram restritos à ingestão de alimentos – não suplementos.

Além de uma falta de benefícios dos suplementos, o estudo encontrou, na verdade, danos potenciais.
Altas doses suplementais de cálcio (1.000 mg ou mais por dia), por exemplo, foram associadas a maiores riscos de mortalidade por câncer no estudo.

Da mesma forma, as pessoas que tomavam suplementos de vitamina D, mas não tinham deficiência nessa vitamina, pareciam ter maiores riscos de mortalidade por todas as causas.

Nutrientes: dieta x suplemento
Não está claro por que as mesmas vitaminas e minerais tinham efeitos diferentes se fossem, digamos, mastigados ou ingeridos em uma cápsula compacta. Mas, provavelmente, isso se deve ao fato de que nossos corpos foram “adaptados” pela evolução para melhor absorver e usar micronutrientes nos níveis e proporções encontrados nos alimentos.

“As interações complexas entre os nutrientes provavelmente desempenham um papel mais importante na determinação dos resultados de saúde do que os nutrientes individuais”, observaram os cientistas em seu estudo.

Tomemos o caso do cálcio, por exemplo. Pesquisas anteriores sugeriram que altas doses regulares de cálcio vindas da dieta podem fazer com que o intestino reduza a quantidade do mineral que ele absorve, levando a níveis mais altos de cálcio na urina e níveis mais baixos no corpo. É muito difícil, se não impossível, ingerir muito cálcio a partir dos alimentos; o corpo se livra dele.

Engolir muito cálcio em uma pílula potente, por outro lado, não parece ter o mesmo efeito sobre a absorção intestinal, levando ao aumento dos níveis de cálcio circulantes e ao potencial de danos, como constipação e aumento do risco de insuficiência renal.

Ressalvas
Antes que qualquer pessoa fique tentada a incrementar sua dieta com alimentos repletos de vitaminas e minerais específicos, os pesquisadores pedem cautela. “Nossas descobertas sobre nutrientes individuais devem ser consideradas exploratórias”, apontam.

Uma vez que o estudo foi observacional, é apenas capaz de identificar correlações, não provar causa e efeito. Ou seja, não podemos dizer definitivamente que quaisquer nutrientes causam quaisquer danos ou benefícios.

Como sempre, mais pesquisas precisam ser feitas. Considerando os dados que temos até agora, só podemos concluir que “embora a ingestão adequada de nutrientes a partir de alimentos possa contribuir para a redução do risco de morte, o excesso de ingestão de suplementos pode por sua vez aumentar o risco de mortalidade”.

O estudo foi publicado em um artigo na revista científica Annals of Internal Medicine. [ArsTechnica]


quinta-feira, 25 de abril de 2019

Qual é o melhor horário para treinar?


Entenda como cada período do dia traz vantagens ou desvantagens para a prática de exercícios

Cada pessoa tem um horário preferido que seja adequado à rotina e que se encaixe também na disposição individual. Porém, o horário melhor para treinar é na parte da manhã, por diversos motivos. Vamos entender isso melhor levando em consideração a prática da fisiologia do exercício.

No período da tarde, fica mais complicado encontrar um bom horário. Isso porque quem treina antes do almoço pode já estar com fome e acabar sem energia para se exercitar. Ou, se já fez a refeição, pode se sentir mais desmotivado e com preguiça até que a digestão seja completa.

Já nos treinos noturnos, o cansaço do trabalho pode desanimar a ida para a academia; ou, ainda, acelerar o metabolismo e aumentar a energia ao final do treino, dificultando, assim, o sono e o repouso que virão em poucas horas.

Justamente por esse aumento da disposição e energia que a atividade física proporciona é que o ideal é treinar no período diurno. Ao acordar, fica mais fácil tomar um café da manhã não tão pesado e já ir praticar atividades físicas como sendo a primeira etapa do dia. Isso ajuda a dar mais ânimo, ficar mais disposto, focado, concentrado no decorrer do dia e com aquela sensação de missão cumprida já nas primeiras horas.

Dicas para conseguir pular da cama e cair nos treinos:

Arrume as coisas no dia anterior. Separe as roupas que usará para e as que eventualmente terá que levar para se trocar depois.

Deixe sua mesa café da manhã pré-pronta na noite anterior.

Combine com um amigo ou com o seu personal trainer o horário do treino. Quando tem uma pessoa te esperando, você se compromete ainda mais.

Quando abrir os olhos, não espere e fique pensando se vai mesmo treinar. Levante e entenda que nada cai do céu: é preciso se esforçar e ter disciplina.

Consuma café, chás ou sucos com alguns nutrientes energéticos, como, por exemplo: gengibre, guaraná, canela, suplementos pré-treino ou termogênicos. Mas sempre com a orientação de um médico e/ou acompanhamento de nutricionista.

Faça algo que você realmente goste. Hoje em dia já temos inúmeras opções de treinos e atividades que podem ser feitos em qualquer hora, em qualquer lugar e que ajudam a tornar as práticas físicas mais lúdicas, prazerosas e, principalmente, diárias.

Diversos estudos já comprovaram: atividade física é saúde e tem que ser hábito. Por isso, deixo aqui uma pergunta? Quem você quer ser quando crescer: um idoso saudável, forte, independente e com qualidade de vida; ou um sedentário preguiçoso e doente?

Pense nisso sempre antes de dormir e, quando acordar, tenha força para buscar a sua saúde em mais um dia produtivo, cheio de bons hábitos alimentares e, claro, fazendo atividade física!


XV Jogos Internos do Colégio O Saber – JICOS 2019


Programação dos Jogos – 1ª Etapa

SEXTA-FEIRA – 26 DE ABRIL DE 2019
07h30 – COMPETIÇÃO DE ESTAFETA MISTO – 1º ANO A E 1º ANO B
08h – COMPETIÇÃO DE ESTAFETA MISTO – 2º E 3º ANO
08h30 – COMPETIÇÃO DE HANDEBOL FEMININO – 4º E 5º ANO
09h – COMPETIÇÃO DE FUTSAL MASCULINO – 4º E 5º ANO

SÁBADO – 27 DE ABRIL DE 2019
08h - COMPETIÇÃO DE JUDÔ MASCULINO E FEMININO – 1º AO 9º ANO
09h30 – COMPETIÇÃO DE QUEIMADO FEMININO – 6º E 7º ANO
10h30 – COMPETIÇÃO DE HANDEBOL FEMININO – 6º E 7º ANO
14h – COMPETIÇÃO DE BASQUETE FEMININO E MASCULINO – 6º ANO AO ENSINO MÉDIO

SÁBADO – 04 DE MAIO DE 2019
08h – COMPETIÇÃO DE NATAÇAÕ FEMININO E MASCULINO – 6º ANO AO ENSINO MÉDIO
08h30 – COMPETIÇÃO DE ATLETISMO FEMININO E MASCULINO – 6º ANO AO ENSINO MÉDIO
09h – COMPETIÇÃO DE FUTEBOL MASCULINO – 6º ANO AO ENSINO MÉDIO
14h – COMPETIÇÃO DE FUTSAL MASCULINO – 6º E 7º ANO
15h – COMPETIÇÃO DE QUEIMADO FEMININO – 8º ANO AO ENSINO MÉDIO
15h30 – COMPETIÇÃO DE HANDEBOL FEMININO – 8º ANO AO ENSINO MÉDIO
16h – COMPETIÇÃO DE FUTSAL MASCULINO – 8º ANO AO ENSINO MÉDIO

SEXTA-FEIRA – 10 DE MAIO DE 2019
08h – COMPETIÇÃO DE ESTAFETA MISTO – 1º ANO A E 1º ANO B
08h30 – COMPETIÇÃO DE QUEIMADO MISTO – 2º E 3º ANO
08h40 – COMPETIÇÃO DE FUTSAL MASCULINO – 2º E 3º ANO
08h50 – COMPETIÇÃO DE QUEIMADO MISTO – 4º E 5º ANO

Professores José Costa e John Brito