quinta-feira, 9 de maio de 2019

Lagoa do Forno sagrou-se campeã do 1º turno da 8ª Copa O Saber de Futsal


No período de 21 de março a 09 de maio, o Colégio O Saber realizou o 1º turno da 8ª Copa de futsal masculino envolvendo os alunos do 8º ano do ensino fundamental a 3ª série do ensino médio. Quatro equipes disputaram a competição e a Lagoa do Forno sagrou-se campeã invicta ao vencer a equipe Taboca por 8 a 1 na final do torneio. Na disputa do 3º e 4º lugar, a equipe Ribeira venceu a do Bom Jardim por 4 a 2. O 2º turno da Copa será disputado no 2º semestre de 2019.

A campanha invicta da equipe Lagoa do Forno foi a seguinte: 4 a 3 Bom Jardim, 4 a 3 Ribeira e 8 a 1 Taboca. A equipe campeã é formada por: João Victor, Cleverton, Celso, Cândido, José Vitor, Vinícius, Anthony Gabriel e Glaúber.

Ygor Menezes da equipe Taboca foi o Artilheiro do 1º turno com 8 gols. Gabriel Machado da equipe Ribeira foi o Goleiro Destaque da competição. A Copa foi desenvolvida pelos professores John Brito e José Costa.

É por meio do esporte que crianças e jovens na companhia de amigos e com a ajuda de professores qualificados, vão descobrir uma série de valores aplicáveis no dia a dia de suas vidas.

Professor José Costa

Quanto menor a aposentadoria, menor a expectativa de vida


Quanto menor a aposentadoria, menor a expectativa de vida. Trabalhadores com aposentadorias maiores vivem quase 5 anos a mais do que seus colegas que se aposentaram com valores menores.

Perda de renda = perda de vida

Nível de renda e status social têm um efeito direto na expectativa de vida das pessoas.

Em média, os homens com aposentadoria de baixo valor morrem cinco anos mais cedo do que aqueles em melhor situação financeira.

Em outras palavras, a pobreza encurta a vida, garantem Georg Wenau, Pavel Grigoriev e Vladimir Shkolnikov, do Instituto Max Planck de Pesquisa Demográfica (Alemanha).

Esse resultado não parece ser grande novidade, mas essa correlação é muito clara até mesmo em países desenvolvidos e de alta qualidade de vida, como a Alemanha.

Mais do que isso, a análise mostrou que a diferença na expectativa de vida entre ricos e pobres cresceu significativamente nos últimos 20 anos.

Homens de 65 anos de idade com benefícios de aposentadoria mais altos podem esperar viver por mais 19 anos, em média, enquanto os homens dos cinco estratos de renda mais baixos, em média, não viverão para ver o seu 80º aniversário. Esses homens têm menos de 15 anos de vida restante aos 65 anos, mais de quatro anos a menos do que seus colegas com aposentadorias maiores. Em 1997, essa diferença era de apenas três anos.

"Especialmente para os homens na base da hierarquia social e econômica, a expectativa de vida aos 65 anos subiu acentuadamente durante os anos mais recentes. Na Alemanha Ocidental, ela quase parou de crescer desde 2007," disse Wenau.

Retardar aposentadoria pode levar a uma vida mais longa
Fardo de uma vida mais difícil

Se os pagamentos de pensão por um dado direito fossem aumentados, isso tornaria todos mais tranquilos financeiramente na velhice, mas os pesquisadores acreditam que isso não seria suficiente para contrabalançar o fardo de saúde das histórias pessoais de desemprego e baixos salários, que encurtam as vidas das pessoas nos estratos mais baixos de renda.

Apenas homens foram incluídos no estudo, justificam os pesquisadores, porque as mulheres tiveram uma participação no mercado de trabalho comparativamente menor e os baixos pagamentos de pensões das mulheres foram muitas vezes compensados por uma renda relativamente maior de toda a família.

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=quanto-menor-aposentadoria-menor-expectativa-vida&id=13415 - Redação do Diário da Saúde - Imagem: MPI for Demographic Research

Para manter perda de peso, exercícios são mais críticos que dieta


Como manter o novo peso

A atividade física tem maior importância na manutenção de uma perda de peso substancial do que a dieta adotada após essa perda de peso.

"Este estudo aborda a difícil questão de por que tantas pessoas lutam para manter o peso por um longo período. Ao fornecer evidências de que um grupo de mantenedores de perda de peso se envolve em altos níveis de atividade física para evitar a recuperação do peso - em vez de restringir cronicamente sua ingestão de energia - ele é um passo em frente para esclarecer a relação entre o exercício e a manutenção da perda de peso," disse a Dra Danielle Ostendorf, da Universidade do Colorado (EUA).

Os resultados revelaram que pessoas que conseguem ter sucesso na manutenção do novo peso baseiam-se na atividade física para permanecer em equilíbrio energético, em vez de apelar para uma restrição crônica de ingestão alimentar.

Os mantenedores de perda de peso bem-sucedidos foram definidos como indivíduos que conseguiram manter um peso corporal reduzido de 13,5 kg ou mais por mais de um ano.

Exercícios versus dieta

Os principais resultados obtidos no monitoramento foram:

1. O total de calorias queimadas (e consumidas) por dia pelos mantenedores de perda de peso foi significativamente maior (300 kcal/dia) em comparação com indivíduos com controles normais, mas não foi significativamente diferente dos indivíduos com sobrepeso/obesidade.

2. Notavelmente, do total de calorias queimadas, a quantidade queimada em atividade física pelos mantenedores de perda de peso foi significativamente maior (180 kcal/dia) em comparação com a quantidade queimada por indivíduos com peso corporal normal e indivíduos com sobrepeso/obesidade. Apesar do custo energético mais elevado de mover uma massa corporal maior incorrida por indivíduos com sobrepeso/obesidade, os mantenedores de perda de peso queimaram mais energia em atividade física.

3. O grupo mantenedor de perda de peso também demonstrou níveis significativamente mais altos de passos por dia (12.000 passos por dia) comparados a participantes com peso normal (9.000 passos por dia) e participantes com sobrepeso/obesidade (6.500 passos por dia).
"Nossos resultados sugerem que este grupo de mantenedores de perda de peso está consumindo um número similar de calorias por dia que os indivíduos com sobrepeso e obesidade, mas parecem evitar o ganho de peso compensando isso com altos níveis de atividade física," disse a pesquisadora Victoria Catenacci.

O estudo foi selecionado pelos editores como o melhor publicado no jornal Obesity.


quarta-feira, 8 de maio de 2019

Todo o bem que você desejar a outros voltará para você - na mesma hora


Saia por aí desejando bem aos outros - todo o bem voltará para você multiplicado, e na mesma hora.

Bondade para o mundo

A maioria de nós tem um "remédio" - uma cerveja ou um pedaço de chocolate, por exemplo - tomado sempre que achamos necessário levantar nosso ânimo quando estamos de mau humor.

Mas, em vez de nos concentrarmos em coisas que parecem fazer com que nos sintamos melhor, psicólogos sugerem que um remédio muito melhor é desejar que os outros se sintam bem.

"Sair por aí e oferecer bondade aos outros no mundo reduz a ansiedade e aumenta a felicidade e os sentimentos de conexão social. É uma estratégia simples que não leva muito tempo para que você possa incorporar em suas atividades diárias," recomenda Douglas Gentile, professor de psicologia da Universidade do Estado de Iowa (EUA).

A conclusão é amparada por outros estudos, que já demonstraram que a felicidade é obtida por meio da bondade e, mais recentemente, que a bondade traz felicidade duradoura.

O experimento

Gentile, Dawn Sweet e Lanmiao He não estão dando conselhos à toa: Eles testaram os benefícios de três técnicas diferentes destinadas a reduzir a ansiedade e aumentar a felicidade ou o bem-estar.

Eles fizeram isso pedindo que estudantes andassem pela universidade por 12 minutos e praticassem uma das seguintes estratégias:

1. Bondade amorosa: Olhar para as pessoas que encontrassem e pensarem consigo mesmas: "Desejo que essa pessoa seja feliz". Os alunos foram encorajados a realmente dizer o que pensavam.

2. Interconexão: Olhar para as pessoas que encontrassem e pensar sobre como elas estão conectadas umas às outras. Foi sugerido que os alunos pensassem sobre as esperanças e sentimentos que poderiam compartilhar ou que aquelas pessoas poderiam pertencer ao mesmo grupo.

3. Comparação social descendente: Olhar para as pessoas que encontrassem e pensar em como elas poderiam ser melhores do que cada uma das pessoas que encontraram.

Também foi incluído um grupo de controle, no qual os alunos foram instruídos a olhar para as pessoas e se concentrar em seu aspecto exterior, como roupas, combinação de cores, texturas, maquiagem e acessórios. Todos os alunos foram entrevistados antes e depois da caminhada para medir ansiedade, felicidade, estresse, empatia e conectividade.

Os resultados

Os voluntários que praticaram a bondade amorosa ou desejaram que os outros se sentissem bem, eles próprios sentiram-se mais felizes, mais conectados, mais carinhosos e empáticos, bem como menos ansiosos. O grupo de interconectividade mostrou-se mais empático e conectado.

"Esta prática simples é valiosa, independentemente do seu tipo de personalidade," disse Lanmiao. "Estender a bondade amorosa aos outros funcionou igualmente bem para reduzir a ansiedade, aumentar a felicidade, a empatia e os sentimentos de conexão social".

A comparação social descendente não mostrou nenhum benefício e foi significativamente pior do que a técnica da bondade amorosa. Os estudantes que se compararam com os outros se sentiram menos empáticos, menos carinhosos e menos conectados do que os estudantes que desejavam bem aos outros.

Estudos anteriores concluíram que a comparação social descendente poderia ter um efeito amortecedor quando nos sentimos mal com relação a nós mesmos. Os pesquisadores dizem ter chegado à conclusão contrária.

"Em essência, a comparação social descendente é uma estratégia competitiva," disse Sweet. "Isso não quer dizer que não possa ter algum benefício, mas a mentalidade competitiva tem sido associada ao estresse, ansiedade e depressão."

O estudo foi publicado no Journal of Happiness Studies.

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=todo-bem-voce-desejar-voltara-para-voce&id=13365&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: Christopher Gannon/Iowa State University

terça-feira, 7 de maio de 2019

Sono e envelhecimento estão interligados no cérebro


Dormir e envelhecer usam os mesmos canais cerebrais

Pesquisadores da Universidade de Oxford (Reino Unido) descobriram um processo cerebral comum ao sono e ao envelhecimento que abre caminho para novos tratamentos para a insônia.

Em um artigo publicado na revista Nature, Anissa Kempf e seus colegas relatam como o estresse oxidativo produz o sono. E o estresse oxidativo também parece ser uma razão pela qual nós envelhecemos e uma causa de doenças degenerativas.

Em primeiro lugar, a descoberta nos aproxima da compreensão da função ainda misteriosa do sono e oferece uma nova esperança para o tratamento dos distúrbios do sono. Em segundo lugar, ela também pode explicar por que a falta crônica de sono encurta a vida.

"Não é por acaso que os tanques de oxigênio trazem etiquetas de risco de explosão: a combustão descontrolada é perigosa. Os animais, incluindo os humanos, enfrentam um risco semelhante quando usam o oxigênio que respiram para converter alimentos em energia: uma combustão mal contida leva ao 'estresse oxidativo' na célula. Acredita-se que esta seja uma causa do envelhecimento e um culpado pelas doenças degenerativas que afetam nossos últimos anos. Nossa nova pesquisa mostra que o estresse oxidativo também ativa os neurônios que controlam se vamos dormir," disse o professor Gero Miesenbock, orientador da equipe.

Neurônios que controlam o sono

A equipe estudou a regulação do sono em moscas-das-frutas - o mesmo animal que forneceu a primeira percepção do relógio biológico há quase 50 anos. Cada mosca tem um conjunto especial de neurônios de controle do sono, células cerebrais que também são encontradas em outros animais e que se acredita existir nas pessoas. Em pesquisas anteriores, a mesma equipe descobriu que esses neurônios do controle do sono agem como uma chave liga-desliga: se os neurônios estão eletricamente ativos, a mosca está adormecida; quando eles estão em silêncio, a mosca está acordada.

Sono e envelhecimento estão interligados no cérebro
"Decidimos procurar os sinais que ligam os neurônios do controle do sono. Sabíamos do nosso trabalho anterior que a principal diferença entre dormir e acordar é quanta corrente elétrica flui através de dois canais iônicos, chamados Shaker e Sandman. Durante o sono, a maior parte da corrente passa pelo Shaker," acrescentou o Dr. Seoho Song.

Os canais iônicos geram e controlam os impulsos elétricos através dos quais as células cerebrais se comunicam.

"Isso transformou a grande e intratável pergunta 'Por que dormimos?' em um problema concreto e solucionável: O que faz com que a corrente elétrica flua através do Shaker?" acrescentou Song.

Sono, envelhecimento e estresse oxidativo

A equipe encontrou a resposta em um componente do próprio canal Shaker.

"Suspenso debaixo da parte eletricamente condutora do Shaker está outra parte, como a gôndola debaixo de um balão de ar quente. Um passageiro na gôndola, a pequena molécula NADPH, vai e volta entre dois estados químicos - isso regula a corrente Shaker. O estado da NADPH, por sua vez, reflete o grau de estresse oxidativo que a célula experimentou. A falta de sono causa estresse oxidativo, e isso controla a conversão química," explicou a pesquisadora Anissa Kempf.

Em uma demonstração impressionante desse mecanismo, um flash de luz inverteu o estado químico da NADPH no cérebro das moscas, o que as fez adormecerem praticamente na hora.

Como não dá para ficar abrindo o crânio das pessoas para iluminar neurônios seletivamente, um fármaco oral ou injetável que possa alterar a química do NADPH ligado ao Shaker poderia vir a ser um novo tipo de pílula para dormir, dizem os pesquisadores.

"Distúrbios do sono são muito comuns e as pílulas para dormir estão entre as drogas mais comumente prescritas. Mas os medicamentos existentes apresentam riscos de confusão, esquecimento e dependência. Alvejar o mecanismo que descobrimos poderia evitar alguns desses efeitos colaterais," disse o professor Miesenbock.

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=sono-envelhecimento-estao-interligados-cerebro&id=13392&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay