sábado, 17 de junho de 2023

8 alimentos que ajudam a aumentar a massa muscular


Veja como enriquecer o seu cardápio com opções que contribuem para o crescimento dos músculos

 

Quando se trata de aumentar a massa muscular, além de um treinamento adequado, a alimentação possui um papel fundamental. “Para garantir um bom desempenho antes da atividade física, a refeição deve conter nutrientes que garantam o fornecimento adequado de energia, para aumentar a força e a resistência muscular, evitando o catabolismo proteico, saciando a fome e prevenindo a hipoglicemia durante o treino”, explica a nutricionista Emanuelle Esteves.

 

Consumir os alimentos certos é essencial para fornecer ao corpo os nutrientes necessários para a construção e recuperação muscular. “É importante consumir alimentos ricos em proteína de alto valor biológico 30 minutos após o exercício físico, pois ajuda a evitar lesões musculares, sendo essencial para a recuperação do músculo”, recomenda a profissional

 

A seguir, conheça 8 alimentos que ajudam a aumentar a massa muscular.

 

1. Amêndoas

São uma ótima opção de lanche saudável para ajudar no ganho de massa muscular. Elas são ricas em proteínas, fibras, gorduras saudáveis e vitamina E, um antioxidante que pode ajudar na recuperação muscular. Também fornecem energia duradoura e são uma boa fonte de magnésio, um mineral essencial para a função muscular adequada.

 

2. Iogurte grego

Contém cerca de duas vezes mais proteínas do que o iogurte comum. A proteína do iogurte grego ajuda na síntese muscular e na recuperação pós-exercício, e deve ser consumido, preferencialmente, na opção sem adição de açúcar. É rico em cálcio, importante para a saúde óssea e muscular.

 

3. Feijões e leguminosas

Feijões, lentilhas, grão-de-bico e outras leguminosas são excelentes fontes de proteínas vegetais, além de serem ricos em fibras, vitaminas do complexo B e minerais como ferro e zinco. Eles também têm baixo teor de gordura e são opções saudáveis de carboidratos, fornecendo energia para o treino.

 

4. Peixes

São excelentes fontes de proteína magra e ômega 3. A proteína ajuda na síntese muscular, enquanto o ômega 3 possui propriedades anti-inflamatórias e melhora a sensibilidade à insulina, auxiliando no crescimento muscular.

 

5. Ovos

Conhecidos por serem uma fonte de proteína completa, o que significa que contêm todos os aminoácidos essenciais necessários para a construção muscular. São uma boa fonte de vitaminas B, que estão envolvidas no metabolismo de energia, essencial para a construção e reparação muscular.

 

6. Frango

Possui aminoácidos essenciais, fundamentais para a construção muscular. O frango também contém nutrientes como vitamina B6, importante para o metabolismo, e selênio, um antioxidante que pode ajudar a reduzir a inflamação pós-exercício.

 

7. Queijo cottage

É rico em caseína, proteína de fácil digestibilidade e importante para a manutenção da massa muscular. O queijo cottage é uma excelente fonte de proteína de alta qualidade. Além disso, ele é relativamente baixo em gordura e carboidratos, o que o torna uma opção interessante para quem busca controlar a ingestão calórica e obter sabor, enquanto constrói massa muscular.

 

8. Aveia

É um grão integral rico em carboidratos complexos de baixo índice glicêmico. Por isso, consumir aveia antes do treino pode fornecer a energia necessária para um desempenho ideal. Além disso, ela é rica em fibras solúveis, o que ajuda a promover a saciedade e controlar os níveis de açúcar no sangue.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-06-07/8-alimentos-que-ajudam-a-aumentar-a-massa-muscular.html - Por EdiCase - Manoella Bittencourt - Imagem: exclusive-design | stockcreations | Shutterstock


Senhor, tem misericórdia de nós; temos saudades de ti. Seja a nossa força todas as manhãs, a nossa salvação na hora da angústia. (Isaías 33: 2)


sexta-feira, 16 de junho de 2023

Exercício físico ou atividade física? Entenda a diferença


Médica do esporte explica o que diferencia a atividade física do exercício físico e revela qual é o melhor para o bem-estar

 

Se manter em movimento é uma das principais recomendações feitas por profissionais da saúde e especialistas. Afinal, abandonar o sedentarismo contribui com o bem-estar físico e também mental, melhorando a saúde como um todo. No entanto, a Dra. Silvana Vertematti, médica do Hospital Edmundo Vasconcelos (SP), especialista em exercício e esporte, destaca que, para conquistar todos os benefícios possíveis, o primeiro passo é saber diferenciar a atividade física do exercício físico.

 

Atividade física e exercício físico: qual a diferença?

Esses termos, que parecem sinônimos, têm na verdade diferenças marcantes. “Atividade física é todo movimento dos músculos com gasto energético, como por exemplo, o deslocamento a pé até o trabalho. Essa atividade, contudo, não garante todos os benefícios físicos possíveis e principalmente mentais, pois não há uma organização específica para sua execução. Ela foi realizada com o objetivo de locomoção e pode ter ocorrido em um contexto de tensão”, explica Silvana

 

A médica explica que o exercício físico, por sua vez, considera alguns itens indispensáveis para garantir o bem-estar físico e mental. Além da organização, a prática de exercícios determina objetivos e adaptações. “O exercício físico está ligado a um contexto social em que há concentração e foco para que se atinja um objetivo pré-estabelecido. Há roupas e apetrechos adequados, investimento de tempo e de segurança emocional, algo que vai muito além do ato de apenas se movimentar”, justifica.

 

Qual o melhor para o bem-estar?

Com suas particularidades, o exercício físico colabora para a liberação de endorfina, hormônio que age no cérebro causando a sensação de bem-estar, além de atuar na imunidade.  Para isso, Silvana recomenda dedicar um tempo na rotina para a prática de exercício físico, com liberdade para adaptá-lo de acordo com seus gostos e necessidades.

 

“Geralmente, a resposta do organismo ao exercício físico é alcançada após 30 minutos a 1 hora de prática. Mas vale lembrar que o exercício não se resume à academia. Opções como caminhar no parque ou na praia, yoga, pilates ou até mesmo subir e descer escadas – quando feitos com organização e dentro de uma rotina – são exercícios físicos”, conclui Silvana.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/atividade-fisica-ou-exercicio-fisico-entenda-a-diferenca/ - By Redação / Foto: Shutterstock


Senhor, tem misericórdia de nós; temos saudades de ti. Seja a nossa força todas as manhãs, a nossa salvação na hora da angústia. (Isaías 33: 2)


quinta-feira, 15 de junho de 2023

10 dicas para emagrecer mais rápido (e perder barriga)


Algumas dicas para emagrecer mais rápido e perder barriga incluem praticar exercícios físicos regularmente e comer devagar, porque ajudam a acelerar o metabolismo e controlar a fome ao longo do dia, promovendo a perda de peso.

 

Além disso, é importante também priorizar os alimentos ricos em fibras, como leguminosas, frutas, legumes e verduras. Isso porque esses alimentos levam mais tempo para serem digeridos no estômago, reduzindo a fome ao longo do dia.

 

Para emagrecer e perder barriga de forma saudável, é aconselhado procurar a orientação de um nutricionista, para fazer uma avaliação nutricional completa e planejar um plano de dieta adaptado às necessidades de cada pessoa.

 

Como emagrecer e perder barriga

Algumas dicas que ajudam a emagrecer mais rápido e perder a barriga são:

 

1. Comer devagar e respeitar a saciedade

Comer devagar e mastigar bem os alimentos aumenta o tempo de duração das refeições, fazendo com que o estômago saciado sinalize para o cérebro que o corpo não precisa de mais comida, o que diminui a ingestão de alimentos, ajudando a emagrecer e perder barriga.

Para comer devagar, é aconselhado sempre fazer as refeições à mesa e evitar distrações, como televisão, celular ou tablet, por exemplo. Além disso, pousar os talheres no prato entre uma garfada e outra também ajuda a desacelerar a mastigação.

Respeitar a saciedade, entendendo que não é necessário comer toda a comida do prato, é um dos pontos mais importantes para emagrecer. Se perceber que já está saciado, pode-se guardar o restante da comida e consumir em outro momento, por exemplo.

 

2. Comer proteínas magras em todas as refeições

Comer proteína magra em todas as refeições, como tofu, ovo, peixe ou frango, ajuda a emagrecer e perder barriga, porque esses alimentos aumentam a liberação de um hormônio que promove a saciedade, facilitando a perda de peso. Veja outros alimentos fonte de proteínas.

Assim, pode-se incluir às refeições 2 ovos, 1 filé de frango pequeno ou 1 posta média de peixe no almoço ou jantar, e 1 iogurte natural sem açúcar no café da manhã, por exemplo.

 

3. Beber mais água durante o dia

Beber mais água durante o dia ajuda a emagrecer e perder barriga, porque essa bebida ocupa um volume no estômago, aumentando a saciedade e diminuindo a vontade de comer.

A quantidade de água recomendada por dia é entre 1,5 e 3 litros por dia, variando de acordo com o peso, a idade e a prática de atividade física, por exemplo. Conheça a quantidade de água indicada para cada pessoa.

Para pessoas com dificuldade de beber água pura, pode-se optar por chás sem açúcar ou águas aromatizadas com gengibre, hortelã ou limão, por exemplo. Veja algumas receitas de água saborizada.

 

4. Praticar exercícios físicos

Praticar entre 150 e 200 minutos de exercícios físicos por semana é fundamental para emagrecer e perder barriga. Isto porque os exercícios físicos aceleram o metabolismo, estimulando a quebra de gordura corporal.

Os exercícios físicos devem ser de moderada a alta intensidade, por pelo menos 3 vezes na semana e devem incluir atividades aeróbicas, como dança, corrida, natação e bicicleta, e de resistência, como musculação, calistenia e GAP.

 

5. Evitar alimentos ultraprocessados

Para emagrecer e perder barriga deve-se evitar o consumo de alimentos ultraprocessados, já que podem conter saborizantes, açúcar e/ou gordura, ingredientes que estimulam a vontade de comer e aumentam as calorias da dieta, dificultando a perda de peso.

 

Alguns alimentos ultraprocessados que devem ser evitados são:

 

Biscoitos e salgadinhos de pacote;

Sorvetes;

Cereais matinais com açúcar;

Temperos e molhos prontos, como caldos de carne, maionese, ketchup e molhos de salada;

Refrigerantes e refrescos em pó;

Peixe e frango empanados.

Além disso, a pizza, o hambúrguer e os alimentos embutidos como salsicha, mortadela, presunto e blanquet de peru, também são alimentos ultraprocessados e podem dificultar o emagrecimento.

 

6. Comer alimentos ricos em fibras

Comer alimentos naturais e ricos em fibras em todas as refeições, como arroz integral, pão integral, feijão, maçã, melão, alface, abóbora e tomate ajudam a emagrecer e perder barriga. Conheça outros alimentos ricos em fibra que ajudam a emagrecer.

Isto acontece porque as fibras formam uma espécie de gel no estômago, aumentando o tempo de digestão dos alimentos, prolongando a saciedade ao longo do dia e diminuindo, assim, a ingestão de alimentos.

 

7. Evitar ficar com muita fome

Ficar muito tempo com fome pode atrapalhar o emagrecimento, porque muitas pessoas tendem a comer maior quantidade de alimentos do que realmente precisam na refeição seguinte.

Além disso, ao ficar muito tempo com fome, é comum aumentar também a vontade de comer alimentos ricos em gordura e/ou açúcar, como sorvetes, salgadinhos, refrigerantes e frituras, atrapalhando o emagrecimento e a perda da barriga.

 

8. Dormir de 7 a 9 horas

Dormir entre 7 a 9 horas por noite ajuda a emagrecer e perder barriga, porque é durante o sono que o GH é produzido, um hormônio importante para a queima de gordura corporal. Saiba quantas horas de sono são indicadas para cada pessoa.

Além disso, durante o sono a produção de grelina, o hormônio que estimula a fome, é diminuída. Por isso, dormir é uma forma natural para equilibrar a fome e facilitar o emagrecimento.

 

9. Evitar bebidas alcoólicas

Para emagrecer e perder barriga, é recomendado evitar as bebidas alcoólicas, como vinho, cerveja, whisky e espumante, porque essas bebidas são ricas em calorias, dificultando a perda de peso.

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas geralmente é acompanhado de petiscos, como queijos gordos, salame, geleias e batata frita, por exemplo, alimentos que são ricos em calorias e que, por isso, também atrapalham o emagrecimento.

 

10. Fazer um diário alimentar

Fazer um diário alimentar, anotando-se tudo o que se come ao longo do dia é uma boa estratégia para emagrecer e perder barriga, porque melhora a percepção do que e como se come, ajudando a identificar o que deve ser mantido e o que pode ser melhorado na dieta.

No diário alimentar é importante anotar a hora das refeições, os tipos e as quantidades dos alimentos. Além disso, é importante também anotar o local e o motivo da refeição, como se comeu porque estava com ansiedade ou com fome, por exemplo. Veja como fazer o diário alimentar.

É recomendado avaliar o diário alimentar juntamente com um nutricionista, para que seja possível estabelecer estratégias para uma dieta saudável e um emagrecimento sustentável.

 

Veja com a nutricionista Tatiana Zanin outras dicas que ajudam a emagrecer mais rápido:

 

O que fazer se não conseguir emagrecer

Se não conseguir emagrecer, é aconselhado consultar um nutricionista para que seja feita uma avaliação dos hábitos alimentares e de outros parâmetros, e seja elaborado um plano alimentar individualizado para atingir os objetivos.

 

Se mesmo com a orientação nutricional o emagrecimento não acontecer, é recomendado consultar um médico para investigar se existe algum problema de saúde que está atrapalhando a perda de peso.

 

Em casos de problemas de saúde, como gastrite, asma, osteoporose, ou limitação de mobilidade, por exemplo, a orientação dos médicos para conciliar a dieta com o uso de remédios é importante, para que seja possível emagrecer mantendo a qualidade de vida.

 

Qual o melhor exercício para emagrecer?

Os melhores exercícios para emagrecer são aqueles que estimulam o gasto de calorias, como acontece no caso da corrida ou da natação. Os exercícios aeróbicos, como caminhada rápida, HIIT e corrida, aumentam a frequência cardíaca e queimam mais calorias enquanto que os exercícios de resistência como a musculação, favorecem o aumento do músculo, o que melhora a capacidade da pessoa de queimar calorias mesmo durante o período de repouso.

 

Fonte: https://www.tuasaude.com/6-dicas-simples-para-emagrecer-e-perder-barriga/ - Revisão clínica por: Tatiana Zanin Nutricionista


Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Salmos 1:1


quarta-feira, 14 de junho de 2023

Salto alto prejudica as articulações; veja como evitar


Utilizar salto alto por muito tempo pode causar uma série de problemas nas articulações, como artrose, tendinites e dores lombares

 

O salto alto é uma peça indispensável no guarda roupa feminino, principalmente porque ele costuma ser praticamente obrigatório em algumas ocasiões. No entanto, muitas mulheres o utilizam diariamente por longas horas. O hábito pode gerar uma série de problemas nas articulações, como artrose, tendinites e dores lombares.

 

Mas, de acordo com o médico ortopedista, Dr. Luiz Felipe Carvalho, especialista em coluna vertebral e medicina regenerativa, existem alguns cuidados que podem ajudar a evitar esses problemas em quem precisa usar o acessório diariamente.

 

“O uso do salto alto coloca o pé em uma posição anatomicamente pouco funcional. Isso, além de fazer com que a sola do pé tenha de suportar todo o peso do corpo e estender o centro da sola em excesso, causa uma anteriorização da postura. Porém, alguns cuidados e mudança de hábitos podem amenizar esses impactos”, salienta o profissional.

 

Conselhos para quem usa muito salto alto

Luiz dá algumas dicas para diminuir o impacto do salto alto na saúde e no bem-estar. Confira:

 

Reduza o tempo de uso

“Esse é o cuidado mais claro: evite usar salto alto por longos períodos. Procure alternar com sapatos de salto baixo ou sem salto, permitindo que suas articulações descansem e se recuperem”, recomenda o ortopedista.

 

Opte por saltos mais largos

“Escolha sempre calçados que ofereçam um bom suporte ao arco do pé, tenham uma altura de salto mais moderada e uma sola flexível. Saltos largos e estáveis distribuem o peso de maneira mais uniforme pelo pé, diminuindo a pressão excessiva em áreas específicas, isso permite reduzir o estresse nas articulações e prolongar o tempo de uso”, afirma Luiz.

 

Utilize palmilhas e saltos com amortecimento

“Utilizar palmilhas específicas ou calçados que possuam um amortecimento extra, especialmente na região do calcanhar e da planta do pé, ajuda a absorver parte do impacto ao caminhar com salto alto por longos períodos”, aconselha o médico.

 

Fortaleça seus músculos e articulações

“Realize exercícios físicos específicos para fortalecer os músculos das pernas, tornozelos e pés, bem como exercícios de alongamento para melhorar a flexibilidade, proporcionando um suporte adicional às articulações”, indica o profissional.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/salto-alto-prejudica-as-articulacoes-veja-como-evitar.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock


E o meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as riquezas da sua glória em Cristo Jesus. (Filipenses 4:19)


terça-feira, 13 de junho de 2023

Gripe e resfriado: conheça as diferenças e saiba como se proteger

Casos de infecções respiratórias aumentam com a chegada do outono e do inverno

 

Quando o frio chega, diversas doenças começam a se manifestar. Gripes e resfriados se espalham entre todas as faixas etárias, mas em crianças e idosos as consequências podem ser piores. Por isso, é importante se prevenir.

 

De acordo com Juarez Cunha, pediatra e presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), as principais doenças que se manifestam nesse período são as respiratórias, em especial as infecciosas, causadas por vírus e bactérias, como os resfriados, gripes, pneumonias e sinusites.

 

Diferença entre gripe e resfriado

Por mais que os sintomas sejam muito parecidos, a gripe e o resfriado são diferentes. Em primeiro lugar, os agentes causadores de ambos são distintos. De acordo com Maria Lavinea Novis de Figueiredo, médica infectologista, a gripe é causada pelos vírus Influenza A e B. Já o resfriado é causado por mais de 100 tipos de vírus, e os principais pertencem à família rinovírus.

 

Além do agente causador, existem outras diferenças entre gripe e resfriado. “No resfriado comum, os sintomas são relativamente leves, como dor de garganta discreta, espirros, nariz obstruído, febre baixa e um pequeno mal-estar”, descreve a Dra. Silvana Fahel, pediatra, hematologista e hemoterapeuta. O resfriado costuma persistir por 3 a 4 dias e melhora espontaneamente. Nesse caso, a pessoa costuma conseguir cumprir suas atividades normais, apesar do incômodo.

 

“Na gripe é diferente, existe uma febre alta, mantida, comprometimento do estado geral, dores no corpo, mal-estar e dor de cabeça”, diferencia a pediatra. A execução de atividades físicas e intelectuais fica comprometida e o ciclo da doença é mais longo. A gripe pode ser muito mais grave do que o resfriado.

 

Formas de transmissão de gripes e resfriados

É possível prevenir tanto a gripe quanto o resfriado. Nos dois casos a transmissão é feita de pessoa para pessoa por meio de gotículas de saliva, espirros, tosse, compartilhamento de objetos contaminados, superfícies contaminadas e até por um aperto de mão, enumera Maria Lavinea Novis de Figueiredo.

 

Como se proteger dessas doenças

Um dos grandes facilitadores da transmissão é a aglomeração de pessoas em ambientes fechados, acrescenta a pediatra Silvana Fahel. “Pode-se tentar, como medidas de prevenção, evitar contato com pessoas acometidas, assim como ambientes fechados e sem ventilação, ter sempre uma boa alimentação, lavar as mãos e se vacinar todos os anos contra gripe, já que o vírus sofre muitas mutações”, aconselha.

 

Importância da vacinação

A vacina contra gripe é indicada, principalmente, para crianças a partir dos 6 meses até os 2 anos e para idosos a partir de 60 anos, pois essas faixas etárias representam a população mais vulnerável que pode apresentar complicações mais graves. Para o resfriado não existe vacina porque existem muitos tipos de vírus, o que dificulta a elaboração de imunização.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-05-25/gripe-e-resfriado--conheca-as-diferencas-e-saiba-como-se-proteger.html - Por EdiCase - Imagem: Mariia Shishkina | Shutterstock