quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Pra viver melhor


Pra viver melhor: não se preocupe, se ocupe. Ocupe seu tempo, ocupe seu espaço, ocupe sua mente.

Não se desespere, espere. Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar.

Não se indisponha, disponha. Disponha boas palavras, disponha boas vibrações, disponha sempre.

Não se canse, descanse. Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo.

Não menospreze, preze. Preze por qualidade, preze por valores, preze por virtudes.

Não se incomode, acomode. Acomode seu corpo, acomode seu espirito, acomode sua vida.

Não desconfie, confie. Confie no seu sexto sentido, confie em você, confie em Deus.

Não se torture, ature. Ature com paciência, ature com resignação, ature com tolerância.

Não pressione, impressione. Impressione pela humildade, impressione pela simplicidade, impressione pela elegância.

Não crie discórdia, crie concórdia. Concórdia entre nações, concórdia entre pessoas, concórdia pessoal.

Não maltrate, trate bem. Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta.

Não se sobrecarregue, recarregue. Recarregue suas forças, recarregue sua coragem, recarregue sua esperança.

Não atrapalhe, trabalhe. Trabalhe sua humanidade, trabalhe suas frustrações, trabalhe suas virtudes.

Não conspire, inspire. Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde. Não se apavore, ore. Ore a Deus! Somente assim viveremos dias melhores.

 

Por Bruno Pitanga, Doutor em Neuroimunologia, Neurocientista, Professor universitário e Palestrante

Endocrinologista expõe 3 verdades sobre o que causa a obesidade


Existem diversas causas para a obesidade, não sendo apenas uma questão de "comer muito", como a maioria das pessoas pensam

 

Cerca de 1 bilhão de pessoas vivem com obesidade no mundo, segundo levantamento da OMS (Organização Mundial da Saúde). Porém, ao contrário do que muitos pensam, essa doença não surge apenas por "comer demais".

 

Dessa maneira, a endocrinologista e vice-presidente da área médica da Novo Nordisk, Dra. Priscilla Mattar, expõe a seguir as três verdades sobre as causas da obesidade.

 

Comer muito não determina a obesidade

"A obesidade não decorre somente de maus hábitos alimentares. A ingestão calórica superior ao gasto energético é um fator que influencia o aparecimento da doença, mas não é o único. Essa doença é complexa e está relacionada a uma série de causas, exemplos: genéticas, ambientais, hormonais, comportamentais e fisiológicas", detalha a especialista.

 

Dormir pouco aumenta as chances de obesidade

"Pessoas que dormem menos têm mais chances de ter obesidade. Assim como o sedentarismo, alterações hormonais e genética, a qualidade do sono também pode ser determinante. Horas insuficientes de sono geram aumento do apetite e resistência à insulina, que favorecem o ganho de peso e o desencadeamento de doenças", diz a profissional.

 

Desigualdade social impacta nos casos de obesidade

"Estudos apontam aumento da prevalência da obesidade em países subdesenvolvidos devido à falta de acesso a informações, oportunidades e alimentação equilibrada. A rotina corrida e exaustiva de grupos sociais mais vulneráveis impacta diretamente a saúde. A facilidade de consumo e a acessibilidade econômica de produtos industrializados é evidentemente maior do que a de uma dieta balanceada e rica em nutrientes", pondera.

 

Dessa forma, é muito importante entender as diferentes causas da obesidade e como a doença pode ser complexa e precisa ser tratada de forma efetiva e multidisciplinar.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/endocrinologista-expoe-3-verdades-sobre-o-que-causa-a-obesidade,c4608e28654092672aae3f58f20dd166seutmyxh.html?utm_source=clipboard - Por: Guilherme Faber - Foto: Shutterstock / Sport Life

terça-feira, 5 de agosto de 2025

6 dicas para manter a imunidade durante o inverno


Veja como o cuidado com a alimentação é essencial para garantir a saúde nos meses mais frios

 

As variações bruscas de temperatura típicas do inverno colocam o sistema imunológico sob pressão. Gripes, resfriados e infecções respiratórias tornam-se mais comuns, sobretudo quando há queda na qualidade da alimentação, pouca ingestão de líquidos e alterações no sono. Para se proteger, adotar hábitos saudáveis é essencial, e a nutrição tem papel central nesse processo.

 

Por isso, a nutricionista Maryane Malta, diretora técnica de nutrição da Clínica Seven, oferece 6 dicas para manter a imunidade em dia durante os meses mais frios. Confira!

 

1. Capriche em refeições equilibradas e ricas em nutrientes

Frutas, vegetais, grãos integrais, oleaginosas e proteínas magras fortalecem as barreiras do organismo e ajudam a manter o equilíbrio da microbiota intestinal, essencial para a resposta imune. "A alimentação é um dos pilares mais importantes [para a imunidade] e vai muito além do consumo pontual de vitamina C", destaca Maryane Malta.

 

2. Inclua grãos, leguminosas e raízes no dia a dia

Sopas, caldos, ensopados e risotos leves são boas pedidas no frio. Grãos como cevada, quinoa e arroz integral; leguminosas como feijão e lentilha; e raízes como inhame, batata-doce e mandioquinha fornecem energia, fibras e micronutrientes. "Uma refeição completa deve unir uma fonte de carboidrato, proteína magra e vegetais. Finalizar com azeite extravirgem melhora o sabor e a absorção de nutrientes", orienta a nutricionista.

 

3. Modere o sal e evite ultraprocessados

O modo de preparo influencia diretamente a qualidade nutricional dos alimentos. "Evite caldos prontos e temperos industrializados, que concentram sódio e aditivos. Use ervas frescas, alho, cebola e especiarias naturais. Retire a gordura visível das carnes e acrescente o azeite só ao final do preparo", aconselha a especialista.

 

4. Fique atento aos sinais de baixa imunidade

Cansaço constante, gripes recorrentes, queda de cabelo, intestino irregular e cicatrização lenta podem sinalizar deficiências nutricionais. "Esses sintomas são comuns quando o organismo está vulnerável e podem ser corrigidos com ajustes na alimentação e, em alguns casos, suplementação personalizada", explica.

 

5. Cuide da saúde intestinal

Cerca de 70% das células de defesa estão no trato gastrointestinal. Por isso, manter o intestino saudável é fundamental. "Alimentos ricos em fibras, probióticos e prebióticos, como vegetais variados, iogurtes e kombucha, ajudam a preservar a microbiota e reforçar a imunidade", afirma Maryane Malta.

 

6. Não descuide da hidratação

No inverno, a sede diminui, mas a necessidade de líquidos continua. "Além da água, chás, frutas ricas em água, como laranja, melão e abacaxi, e preparações como caldos e sopas ajudam a manter a hidratação e fornecem nutrientes importantes", completa a nutricionista.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-dicas-para-manter-a-imunidade-durante-o-inverno,749c381dbdd76a04655567eb84cc0366jni9y8l8.html?utm_source=clipboard - Por Christiane Alves - Foto: Pixel-Shot | Shutterstock / Portal EdiCase

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Alimentação x Saúde cerebral: o que comer para evitar problemas?


Veja dicas de especialista de alimentos que vão ajudar esse órgão tão importante

 

Uma boa dieta faz maravilhas pela saúde, não é mesmo? Afinal, quando se come de forma equilibrada e incluindo todos os nutrientes e vitaminas necessários para o organismo, surgem muitos benefícios para os ossos, os músculos e uma grande variedade de órgãos e estruturas do corpo. E o cérebro não fica fora disso, viu?

 

Isso mesmo! Alguns alimentos são muito bons para o cérebro, ajudando no seu funcionamento e até prevenindo problemas atuais ou futuros. Comer corretamente pode, por exemplo, diminuir a chance de surgir uma demência durante a velhice, assim como evitar condições como ansiedade e depressão.

 

“Quando são ingeridas poucas frutas, verduras e legumes e muitas frituras, alimentos industrializados e embutidos, acaba-se consumindo quantidades insuficientes de vitaminas, minerais e antioxidantes. Em contrapartida, surge espaço para substâncias nocivas que, ao longo do tempo, podem favorecer o surgimento de doenças cerebrovasculares”, afirma Alice Coca, nutricionista do CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”.

 

Mas, então, quais são esses alimentos que são bons para o cérebro? Descubra a seguir:

 

O que incluir na dieta

O cérebro humano é composto 60% de gordura. Por conta disso, alimentos ricos em gorduras saudáveis são ótimos para ele, especificamente para a memória. Assim, comidas ricas em ômega 3 e gordura monoinsaturada são essenciais.

 

“Alimentos ricos em gorduras saudáveis possuem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, além de melhorarem a transmissão dos impulsos nervosos e, consequentemente, as conexões e a velocidade do pensamento”, explica Alice.

 

Alguns dos alimentos que se encaixam nessa lista são:

 

Abacate

Nozes

Castanha-do-pará

Salmão

Sardinha

Ovos

Azeitonas

Chocolate amargo

 

Também é essencial priorizar o consumo de fibras, pois elas auxiliam no bom funcionamento do intestino e ajudam a manter uma microbiota intestinal saudável. Considerando que cerca de 90% da serotonina e 60% da dopamina são produzidas nesse local, isso também é bom para o cérebro.

 

Aliados nesse sentido incluem:

 

Chia

Grão de bico

Quinoa

Leguminosas

 

Alternativas como iogurte natural, vegetais de folhas verdes (brócolis, couve, agrião, entre outros), azeite de oliva, orégano, salsa, açafrão, gengibre e chá verde também podem ser boas para potencializar o cérebro e a memória.

 

Fonte: https://altoastral.joaobidu.com.br/saude/alimentos-bons-para-o-cerebro-melhore-a-dieta.phtml - Por Mayra Cardozo  

domingo, 3 de agosto de 2025

Enxaqueca: alimentos e bebidas que podem causar pioras


Nutricionista explica quais os diferentes tipos de enxaqueca e quais alimentos e bebidas podem ser ruins para a doença

 

Muitas pessoas sofrem com a enxaqueca, geralmente caracterizada por dor latejante em apenas um dos lados da cabeça ou mesmo outros sintomas, como vertigem, tontura e desequilíbrio. Ela é uma doença neurovascular causada por desequilíbrio químico no sistema nervoso central e a frequência das crises pode várias, sendo que sua duração pode ser de até 72 horas.

 

Existem vários aspectos que podem causar a enxaqueca, entre eles a alimentação. “As causas da enxaqueca podem ser múltiplas e ainda falta muito para a ciência estudar e explicar neste campo. Contudo, algumas condições podem ser desencadeantes para o quadro, como estresse, uso indiscriminado de remédios, o hábito de fumar, jejum prolongado e até o consumo errado de determinadas bebidas e alimentos”, explica a nutricionista Nadya Caroline Mambelli Magri, coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera.

 

Quer entender mais sobre a enxaqueca e quais alimentos e bebidas podem ser ruins para quem tem a doença? Veja:

 

Tipos de enxaqueca

Primeiramente, a enxaqueca tem, em geral, 4 fases. São elas: pródromo (premonitória), aura, crise e pósdromo, nessa ordem, porém sem ser necessário que todas elas apareçam sempre. Isso porque a doença pode ser com aura (maioria dos casos) ou sem aura.


Uma enxaqueca sem aura é aquela que apresenta dor unilateral, com intensidade moderada ou grave, podendo aumentar com atividade física de rotina. O indivíduo sente náuseas, fotofobia (intolerância à luz), desconforto a sons e odores fortes, além de apresentar transtornos gástricos.

 

Já a com aura conta também com sintomas neurológicos transitórios junto ou antes da dor. Eles costumam atingir a visão e outros sentidos.

 

Muitas vezes, após a crise cessar, na fase pósdromo, mesmo sem dor o indivíduo ainda não tem energia para se dedicar às atividades, principalmente as intelectuais.

 

Alimentos e bebidas ruins para a enxaqueca

Como já mencionado, a alimentação pode influenciar nas crises de enxaqueca. “Uma boa dica para evitar crises é manter uma dieta equilibrada, com consumo de alimentos mais saudáveis, em detrimento dos produtos industrializados, e ingerir bastante água”, destaca a especialista.

 

Ela esclarece que cada organismo apresenta uma sensibilidade diferente aos alimentos, por isso é importante ter uma avaliação nutricional para determinar quais causam efeitos indesejáveis em cada pessoa. Todavia, alguns alimentos e bebidas trazem problemas mais comumente.

 

O café, por exemplo, é saudável se consumido de forma moderada, mas é contraindicado em uma crise de enxaqueca. Isso porque a bebida pode piorar a dor em organismos mais sensíveis aos nutrientes. Quem toma café com frequência e interrompe bruscamente o consumo também pode ativar uma crise.

 

“Não é recomendável simplesmente privar o indivíduo do consumo, o correto é realizar um diagnóstico adequado que possibilite tratamento para evitar as crises. Além disso, a simples retirada de um determinado alimento da dieta pode acarretar deficiências nutricionais que podem prejudicar o bom funcionamento do organismo”, revela Nadya.

 

Bebidas alcoólicas também podem ser ruins para quem tem enxaqueca, assim como alimentos como os queijos maturados, carne de porco, chocolate, derivados do leite e até mesmo as frutas cítricas.

 

Aditivos alimentares são outros que podem ativar a enxaqueca, especialmente o aspartame, o glutamato monossódico e o nitrato de sódio, fora diversos corantes. Dessa maneira, é essencial analisar as embalagens antes de comprar produtos.

 

Ademais, a ingestão de alimentos enlatados e em conserva também são gatilhos para a enxaqueca, assim como os ultraprocessados com muitos conservantes, corantes e aditivos artificiais. Vale lembrar que a alimentação saudável e que evita esses tipos de alimentos deve ser mantida sempre, não apenas nos momentos de crise de enxaqueca.

 

Fonte: https://altoastral.joaobidu.com.br/saude/enxaqueca-saiba-alimentos-e-bebidas-que-podem-piorar-as-crises.phtml - Por Mayra Cardozo