sábado, 28 de fevereiro de 2026

Vôlei emagrece? Veja quantas calorias você pode gastar por partida


Descubra se o esporte ajuda a perder gordura e como usar a modalidade para perder peso com mais eficiência

 

O vôlei ajuda no emagrecimento quando praticado com regularidade.

 

O esporte aumenta o gasto calórico, eleva a frequência cardíaca e estimula a queima de gordura.

 

Mas o resultado depende de três fatores:

 

Frequência semanal.

Intensidade das partidas.

Alimentação alinhada ao objetivo.

 

Sozinho, o vôlei não faz milagre. Com estratégia, pode ser um grande aliado na perda de peso.

 

Quantas calorias o vôlei queima em 1 hora?

O gasto calórico no vôlei varia conforme peso corporal e intensidade do jogo.

 

Em média:

 

Vôlei recreativo: 200 a 300 calorias por hora.

Vôlei moderado: 300 a 450 calorias por hora.

Vôlei competitivo/intenso: 400 a 600 calorias por hora.

 

Partidas longas ou treinos com muitos saltos aumentam o gasto.

 

Quanto maior o ritmo, maior o consumo energético.

 

Por que o vôlei tem alto gasto calórico?

O vôlei combina esforço aeróbico e anaeróbico.

 

Durante uma partida, o corpo alterna entre:

 

Saltos explosivos.

Arranques rápidos.

Mudanças de direção.

Agachamentos constantes.

Movimentos de ataque e bloqueio.

 

Essas ações exigem força e potência muscular. Isso eleva o metabolismo durante o jogo e mantém o gasto calórico elevado após a atividade.

 

Vôlei ajuda a perder gordura?

O vôlei ajuda na queima de gordura quando há déficit calórico. Ou seja, quando você gasta mais calorias do que consome.

 

Além disso, a modalidade:

 

Estimula membros inferiores.

Ativa o core.

Trabalha ombros e braços.

Preserva massa muscular

Manter músculos ativos é essencial para sustentar um metabolismo mais eficiente.

 

Por isso, jogar vôlei regularmente pode contribuir para emagrecer.

 

Vôlei emagrece mais que caminhada?

Depende da intensidade. Uma partida intensa de vôlei pode queimar mais calorias do que uma caminhada leve.

 

Porém, a comparação depende de:

 

Duração.

Frequência.

Nível de esforço.

 

O melhor exercício para emagrecer é aquele que você consegue manter no longo prazo.

 

Como usar o vôlei para emagrecer mais rápido

Se o objetivo é emagrecer com o vôlei, siga estas estratégias:

 

Jogue de 2 a 4 vezes por semana.

Mantenha partidas com pelo menos 60 minutos.

Combine com treino de força.

Ajuste a alimentação para criar déficit calórico.

Priorize sono e recuperação.

Consistência supera intensidade isolada.

 

Outros benefícios do vôlei além do emagrecimento

O vôlei não melhora apenas o peso na balança. Ele também contribui para:

 

Condicionamento cardiovascular.

Coordenação motora.

Agilidade.

Potência muscular.

Resistência.

Socialização.

 

Isso aumenta a adesão e reduz o abandono da atividade.

 

Afinal, vale a pena jogar vôlei para emagrecer?

O vôlei emagrece quando faz parte de uma rotina estruturada. Ele aumenta o gasto calórico, estimula a queima de gordura e melhora o condicionamento.

 

Mas o resultado aparece com:

 

Regularidade.

Alimentação adequada.

Planejamento.

 

Se você gosta do esporte, o vôlei pode ser uma das formas mais prazerosas de perder peso.

 

E quando há prazer, há constância. E quando há constância, há resultado.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/volei-emagrece-veja-quantas-calorias-voce-pode-gastar-por-partida,0fa89d0d33dcbf1813f4f9f957576252qqfulwzu.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik / Sport Life

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Alerta: 6 tipos de câncer crescem entre jovens, segundo Harvard


Estudo internacional aponta aumento dos tipos de câncer em pessoas com menos de 50 anos e acende alerta para fatores de risco

 

Um estudo internacional coordenado pela Universidade de Harvard acendeu um alerta importante.

 

A pesquisa identificou crescimento de seis tipos de câncer em pessoas com menos de 50 anos.

 

Os dados foram publicados em novembro de 2025 na revista da National Library of Medicine.

 

Quais tipos de câncer estão aumentando?

O levantamento aponta alta mais acelerada nos seguintes tumores:

 

Câncer colorretal.

Câncer cervical.

Câncer pancreático.

Câncer de próstata.

Câncer renal.

Mieloma múltiplo.

 

Entre eles, os casos de câncer colorretal chamam atenção especial.

 

Isso porque, além do aumento no número de diagnósticos, também há crescimento na mortalidade.

 

Câncer colorretal preocupa especialistas

O câncer colorretal aparece como um dos principais focos da pesquisa.

A estimativa é de que, até 2030, os casos aumentem:

90% entre jovens de 20 a 34 anos.

46% na faixa de 35 a 49 anos.

Atualmente, cerca de 10% dos diagnósticos globais desse tumor já ocorrem em pessoas com menos de 50 anos.

Para os pesquisadores, o número é considerado significativo.

 

O que o estudo analisou?

Os cientistas avaliaram dados registrados entre 2000 e 2017.

Foram examinados 13 tipos de câncer que apresentaram aumento em adultos jovens em pelo menos 10 países.

O crescimento foi mais evidente em nações com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito alto.

América do Norte, Europa e Oceania concentram parte importante desse avanço.

 

Qual pode ser a causa?

Os pesquisadores apontam que a obesidade pode ter papel central nesse cenário.

O aumento global do excesso de peso está associado a vários tipos de câncer.

Tumores relacionados ao metabolismo e à inflamação crônica tendem a crescer em populações com maior índice de obesidade.

Outro fator relevante é a ampliação dos programas de rastreamento.

Países como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul investiram em diagnóstico precoce.

Isso pode ter elevado o número de casos identificados, especialmente em estágios iniciais.

Em alguns tumores, como próstata e tireoide, houve aumento na incidência, mas não na mortalidade.

Esse dado pode indicar detecção mais precoce e maior acesso a exames.

 

Ainda há limitações

Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes.

Os bancos de dados analisados não incluíram partes da Ásia, África e América Latina.

Isso significa que o cenário global pode ser ainda mais complexo.

 

O que esse alerta significa?

O aumento de câncer em jovens reforça a importância de:

 

Manter hábitos saudáveis.

Controlar o peso corporal.

Realizar exames preventivos quando indicados.

Buscar avaliação médica diante de sintomas persistentes.

A comunidade científica defende novos estudos para compreender melhor as causas desse crescimento.

Identificar fatores de risco é essencial para desenvolver estratégias de prevenção mais eficazes.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/alerta-6-tipos-de-cancer-crescem-entre-jovens-segundo-harvard,055492f431cc6c310b905d8da6459a0fbld1asmt.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Instagram/@harvard/Freepik / Saúde em Dia

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Adeus rigidez: 6 Alongamentos que salvam o dia de quem tem fibromialgia


Movimentos suaves e conscientes ajudam a reduzir a rigidez ao acordar e trazem mais leveza para o corpo ao longo do dia

 

Quem convive com fibromialgia sabe. Acordar pode ser a parte mais difícil do dia. O corpo parece pesado. As articulações estão rígidas. Os músculos doem antes mesmo de sair da cama.

 

Essa sensação é chamada de "inércia matinal". Durante a noite, o corpo fica mais tempo parado. Em quem tem fibromialgia, o sistema nervoso já está mais sensível à dor. Ao acordar, essa combinação pode aumentar a percepção de rigidez e desconforto.

 

Movimentos suaves enviam um sinal importante ao cérebro. Eles mostram que não há perigo. Aos poucos, o sistema nervoso reduz o estado de alerta. A musculatura começa a relaxar. A circulação melhora. E o dia pode começar com mais leveza.

 

A seguir, veja seis alongamentos pensados especialmente para quem tem fibromialgia.

 

1. Abraçar os joelhos ainda na cama (foco na lombar)

Como fazer:

Ainda deitada, dobre os joelhos e traga-os em direção ao peito. Envolva as pernas com os braços, como se estivesse se abraçando. Mantenha a cabeça apoiada no travesseiro. Segure por 20 a 30 segundos. Respire devagar.

Se quiser, balance suavemente de um lado para o outro.

Por que ajuda:

Esse movimento alonga a região lombar e relaxa os músculos profundos das costas. Ele reduz a compressão na coluna e melhora a circulação local.

Na fibromialgia, a lombar costuma acumular tensão. Ao flexionar suavemente a coluna, você diminui a rigidez e estimula receptores que sinalizam relaxamento ao cérebro.

 

2. Torção de tronco suave (foco na coluna)

Como fazer:

Deitada de costas, abra os braços em forma de cruz. Dobre os joelhos e apoie os pés na cama. Deixe as duas pernas caírem lentamente para um lado, mantendo os ombros apoiados.

Permaneça por 20 segundos. Volte ao centro e repita do outro lado.

Por que ajuda:

A torção suave mobiliza a coluna torácica e lombar. Ela estimula as articulações vertebrais e reduz a sensação de "travamento".

Além disso, melhora a circulação e ativa a musculatura profunda do tronco de forma leve. Isso ajuda o corpo a "acordar" sem gerar estresse.

 

3. Alongamento de pescoço e trapézio (foco na tensão cervical)

Como fazer:

Sentada na cama, mantenha a coluna ereta. Incline a cabeça para o lado direito, aproximando a orelha do ombro. Não eleve o ombro.

Se quiser intensificar levemente, apoie a mão direita sobre a cabeça, sem forçar. Fique por 20 segundos e troque o lado.

Por que ajuda:

A região cervical é muito afetada na fibromialgia. O trapézio costuma ficar contraído, o que pode gerar dor de cabeça e sensação de peso nos ombros.

Esse alongamento reduz a tensão muscular e melhora o fluxo sanguíneo. Com isso, o cérebro recebe menos sinais de dor logo pela manhã.

 

4. Gato/Vaca adaptado (foco na mobilidade global)

Como fazer:

Apoie-se em quatro apoios, com mãos abaixo dos ombros e joelhos abaixo do quadril.

Inspire e arqueie suavemente as costas, elevando o olhar (posição da "vaca").

Expire e arredonde a coluna, levando o queixo ao peito (posição do "gato").

Repita de 5 a 8 vezes, com movimentos lentos.

Por que ajuda:

Esse exercício mobiliza toda a coluna. Ele melhora a coordenação entre respiração e movimento.

Na fibromialgia, essa integração é poderosa. A respiração profunda ativa o sistema parassimpático, responsável pelo relaxamento. Ao mesmo tempo, a mobilidade suave reduz a rigidez global do corpo.

 

5. Extensão de punhos e dedos (foco nas extremidades)

Como fazer:

Sentada, estenda um braço à frente com a palma voltada para fora. Com a outra mão, puxe delicadamente os dedos para trás, alongando o antebraço.

Segure por 15 a 20 segundos. Troque o lado.

Depois, feche e abra as mãos lentamente por 10 repetições.

Por que ajuda:

Muitas pessoas com fibromialgia relatam dor e rigidez nas mãos ao acordar. Esse alongamento melhora a circulação nas extremidades e reduz a sensação de inchaço.

Também estimula nervos periféricos, ajudando a "despertar" as mãos com menos desconforto.

 

6. Respiração diafragmática com expansão de peitoral (foco no sistema nervoso)

Como fazer:

Sente-se confortavelmente ou permaneça deitada. Coloque uma mão sobre o peito e outra sobre o abdômen.

Inspire pelo nariz, deixando o abdômen expandir. O peito deve se mover pouco.

Expire lentamente pela boca.

Repita por 1 a 2 minutos.

Se quiser, abra levemente os braços para os lados durante a inspiração, expandindo o peitoral.

Por que ajuda:

A fibromialgia está ligada a um sistema nervoso mais reativo. A respiração diafragmática reduz esse estado de alerta.

Ela diminui a liberação de hormônios do estresse e promove relaxamento muscular. É como dizer ao corpo: "Está tudo bem. Podemos relaxar".

 

Respeite o seu limite

Na fibromialgia, alongar não significa forçar. O movimento deve gerar apenas uma leve tensão. Nunca dor aguda. Nunca queimação intensa.

Se doer, pare. Ajuste a amplitude. Vá no seu tempo.

O objetivo não é "ganhar flexibilidade". É reduzir a rigidez e acalmar o sistema nervoso.

 

Constância vale mais do que intensidade

Não é preciso fazer tudo perfeito. Nem por muito tempo.

Cinco a dez minutos diários já podem transformar suas manhãs. O corpo aprende por repetição. Quanto mais você pratica, mas ele entende que o movimento é seguro.

Transforme esses alongamentos em um ritual de autocuidado. Um momento seu.

Com delicadeza, a fibromialgia deixa de comandar o início do seu dia.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/adeus-rigidez-6-alongamentos-que-salvam-o-dia-de-quem-tem-fibromialgia,4369d9dada44e1f7d03577a63a32d439ixg31139.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik / Sport Life

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Sua pele está tentando te avisar algo? Veja a relação entre o coração


Manchas na pele e sinais discretos podem indicar risco cardiovascular elevado, alertam especialistas do InCor

 

Manchas na pele podem ir além da estética. Em alguns casos, funcionam como sinais de alerta para o coração.

 

Especialistas do Instituto do Coração (InCor) explicam que certas alterações cutâneas estão associadas a maior risco cardiovascular.

 

Quais manchas na pele merecem atenção?

Alguns sinais visíveis podem indicar colesterol ou triglicérides elevados. Entre eles estão:

 

Sinal de Frank.

Xantelasma nas pálpebras.

Xantomas tendinosos.

Arco corneano precoce.

 

O sinal de Frank é uma dobra diagonal no lóbulo da orelha. Estudos mostram associação com obstruções arteriais.

 

Xantelasma são placas amareladas nas pálpebras. Já os xantomas são nódulos firmes nos tendões, como o de Aquiles.

 

O arco corneano é um anel esbranquiçado ao redor da córnea. Quando surge cedo, pode indicar alteração metabólica.

 

O que esses sinais têm a ver com o coração?

Essas alterações podem refletir acúmulo de gordura no sangue. Isso aumenta o risco de aterosclerose.

 

Aterosclerose é o acúmulo de placas de gordura nas artérias. Com o tempo, pode levar a infarto ou AVC.

 

É importante esclarecer: esses sinais não causam infarto. Eles podem apenas indicar maior probabilidade de risco.

 

Quais são os verdadeiros fatores de risco?

Os principais fatores continuam sendo:

 

Hipertensão arterial.

Diabetes.

Sedentarismo.

Tabagismo.

Colesterol elevado.

Consumo excessivo de álcool.

 

Quando procurar ajuda?

A presença dessas manchas na pele não exige ida imediata ao pronto-socorro. A avaliação pode ser feita em consulta de rotina.

 

O médico pode solicitar exames como colesterol, triglicérides e glicemia. Testes de imagem também ajudam a avaliar possíveis placas nas artérias.

 

Pessoas jovens e sem sintomas devem redobrar atenção. Quando sinais aparecem cedo, podem indicar distúrbios metabólicos importantes.

 

Manchas na pele nem sempre são apenas dermatológicas. Observar o corpo e manter acompanhamento regular pode fazer diferença real na prevenção cardiovascular.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sua-pele-esta-tentando-te-avisar-algo-veja-a-relacao-entre-o-coracao,1e2ba488dc199f66d55501c0f07fa4fe4tuiza2l.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Dormir menos de sete horas pode estar ligado a vida mais curta


Dormir pouco pode ter consequências mais sérias do que cansaço no dia seguinte. Um estudo americano sugere que pessoas que dormem menos de sete horas por noite tendem a ter menor expectativa de vida.

 

Os pesquisadores analisaram dados nacionais de saúde e compararam hábitos de vida com a expectativa média de vida em diferentes regiões dos Estados Unidos. Entre vários fatores avaliados, o sono insuficiente apareceu como um dos mais fortemente associados a viver menos, ficando atrás apenas do tabagismo.

 

O padrão se manteve ao longo dos anos analisados e em grande parte do país. Segundo os especialistas, o sono é essencial para o bom funcionamento do coração, do sistema imunológico e do cérebro. Quando o descanso é cronicamente insuficiente, o risco de doenças aumenta, o que pode levar à morte precoce.

 

Embora o estudo não prove que dormir pouco cause diretamente a redução da expectativa de vida, os resultados reforçam a importância do sono como pilar da saúde. Assim como alimentação equilibrada e atividade física, dormir bem deve ser tratado como prioridade para quem deseja viver mais e melhor.

 

Fonte: SLEEP Advances. DOI: 10.1093/sleepadvances/zpaf090.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/22064/dormir-menos-de-sete-horas-pode-estar-ligado-a-vida-mais-curta.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral