terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Equipe Jesus Transforma sagrou-se campeã do Torneio de futsal feminino em Simão Dias


A equipe Jesus Transforma, de Itabaiana, sagrou-se campeã do Torneio de futsal feminino na cidade de Simão Dias, no último domingo, dia 24 de fevereiro de 2019. O grupo venceu na final a equipe Veteranas Futsal de Glória, na cobrança de pênaltis, após o resultado de 0 a 0 no tempo normal. A equipe Jesus Transforma foi fundada em março de 2018 por Manoel Hermelindo Santos de Jesus, Soró, locultor das Farmácias FTB.

A equipe obteve os seguintes resultados: na fase de grupos, 1 x 1 Liberdade de Simão Dias, 3 X 0 Nacional de Simão Dias, 5 x 0 Geração Futuro de Lagarto, na semifinal, 5 x 0 Cícero Dantas e na Final, 0 x 0 Veteranas Futsal de Glória.

O time campeão é formado por: Micaely Freire da Cruz (Bibi), Paloma Vitória Lima Rosa, Luma Drielle Andrade Tavares, Eliane de Souza Santos (Bicho), Thamara Cristina dos Santos Silva, Maria Rosa Gonzaga Silva (Rosinha), Andreza Kelly Alves da Silva, Luana Gregório de Souza, Jessiane Santos Almeida (Pimenta), Aline Maria Rezende Santos, Thays Alves de Souza. A equipe é treinada por Sheila Camila dos Santos. No torneio, a equipe foi dirigida por Cínthia Lícia de Jesus Menezes.

Parabéns as atletas, técnicas e dirigentes pelo título, e que venham novas conquistas.

Por Professor José Costa

Adolescentes: como está a alimentação dos jovens no Brasil?


O prato dos adolescentes anda cada vez mais desequilibrado, deixando-os na mira de doenças da pesada. Veja como alterar o rumo dessa história

Estudo brasileiro revela que 84% dos adolescentes abusam do sódio, mineral cujo excesso faz a pressão arterial decolar

Na adolescência, há indícios de que mudanças no cérebro são responsáveis por deixar os jovens destemidos. Pois a coragem típica dessa fase parece sumir na hora das refeições, quando uma folha de alface gera mais pavor do que escalar uma árvore. Pelo menos é o que dá para presumir a partir de dados divulgados nos últimos tempos, como um grande levantamento feito com 75 mil brasileiros de 12 a 17 anos, em escolas públicas e privadas. O estudo, batizado com a sigla Erica, revela que apenas um em cada três adolescentes coloca salada no prato. Pior: só um em cinco ingere pelo menos uma fruta ao dia.

Os profissionais de saúde enfrentam as consequências dos maus hábitos no dia a dia. “Entre crianças e adolescentes, a incidência de obesidade cresce exponencialmente, e em todas as classe sociais”, afirma Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. “Há 40 anos, atendíamos um adolescente obeso a cada 100. Hoje, são de seis a oito”, estima.

Números da Organização Mundial da Saúde refletem essa realidade. Em 1975, calcula-se que 11 milhões de adolescentes eram obesos. Em 2016, o número saltou para 124 milhões.

A infância é um período determinante na aquisição de hábitos à mesa. Mas mesmo aquela criança que venerava brócolis pode virar o adolescente que rejeita qualquer vegetal. Não há uma explicação biológica para isso, mas, sim, comportamental: é nessa fase da vida que os filhos ganham mais independência, fazem refeições longe dos pais e recebem dinheiro para escolher o que vão comer.

Sem falar na influência dos amigos. Quem vai optar por salada quando a turma toda vai de fast-food? Por isso é essencial manter o equilíbrio nas refeições em família”, diz a nutricionista Renata Faria Amorim, da All Clinik, no Rio de Janeiro.

A profissional alerta sobre o papel da escola nesse cenário. Mesmo que as cantinas não possam vender tranqueiras — alguns estados têm leis para regulamentar isso —, biscoitos, doces e bebidas açucaradas são as estrelas nos intervalos. E proibir não é solução definitiva.

Uma pesquisa feita pela marca Capricho e pela área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril, com 1 724 garotas — 1 046 delas com 14 a 17 anos —, mostra que 34% não resistem a um docinho. Elas poderiam sucumbir menos a essas gulodices caso tivessem aulas que ensinassem por que outras opções são mais vantajosas, por exemplo. “É preciso conscientizar”, resume Adriano Segal, diretor de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Hábitos preocupantes dos jovens, registrados em novos estudos
Prato sem cor: menos de 40% dos jovens incluem verduras e hortaliças nas refeições, que acabam pobres em micronutrientes e ricas em carboidratos e gordura.
Doçura demais: enquanto 40% dos jovens comem algum doce todo dia, menos de 20% ingerem frutas, que têm açúcar natural, vitaminas, minerais e fibras.
Energia poupada: só três em cada dez brasileiros entre 10 e 18 anos não são sedentários — isto é, fazem uma hora de atividade física cinco dias por semana.

Pais de castigo?
Mas é em casa que está o principal gargalo. Inclusive, para os experts, é quase impossível falar da dieta dos adolescentes sem dar um puxão de orelha nos adultos.
“A maioria dos pais tem dificuldade em reconhecer as deficiências alimentares dos filhos porque eles próprios apresentam esses maus hábitos. Só que não os percebem como um problema”, analisa Julia Bittencourt, psicóloga especialista em terapia familiar, no Rio de Janeiro.
Há outro empecilho que está literalmente em nossas mãos: celulares. As horas ativas dos adolescentes não param de despencar, já que as atividades físicas foram substituídas por jogos e interações nos smartphones.
Mesmo que os pais enxerguem essas questões, não adianta somente tentar mudar o adolescente: é necessário dar o exemplo. Toda a família deve se propor a ingerir menos industrializados e mais vegetais, além de criar horários fixos para as refeições (nada de comer só quando a fome bater ou na frente da TV).
A programação completa inclui passeios que agitem o corpo, como uma ida ao parque no fim de semana. “Isso é muito mais efetivo para combater a obesidade do que apenas proibir o consumo de alguns itens”, garante Segal.
Quanto mais cedo a família se unir em torno dessa agenda saudável, melhor. “É logo no início da puberdade que o corpo, em transformação, refaz sua disposição de adipócitos, as células acumuladoras de gordura. Por isso, o sobrepeso e a obesidade nessa fase geram dificuldade para emagrecer ao longo de toda a vida”, alerta a endocrinologista Isabela Bussade, do Rio de Janeiro.

O que precisa aparecer menos na alimentação da moçada
Ultraprocessados e fast-food: biscoitos, bolinhos prontos, macarrão instantâneo, chips… Esses itens são lotados de sódio, açúcar, gorduras, aditivos, e por aí vai. Quanto menos deles, melhor. Pizza e hambúrguer também devem ficar para ocasiões pontuais — e não para o dia a dia.
Doces: eles causam picos de açúcar no sangue e, por isso, o excesso eleva o risco de diabetes. “Deixe os doces para o fim de semana e, sempre que possível, prefira os de frutas. Chocolate amargo também é uma boa opção”, ensina Samanta Brito, nutricionista da Estima Nutrição, em São Paulo.
Bebidas açucaradas: muitos pais caem na pegadinha de cortar o refrigerante e liberar sucos e chás de caixinha. Só que esses líquidos também podem reunir boas doses de açúcar. Não dá para beber de forma desenfreada. Chás feitos com ervas e frutas in natura são escolhas mais acertadas.

O que os adolescentes devem comer com frequência
Comida caseira: nessa fase, proteínas de alta qualidade e micronutrientes são determinantes para o desenvolvimento da molecada. “Não há nada como arroz, feijão e uma grande variedade de vegetais para suprir essa necessidade”, avisa Cátia Ruthner, nutricionista do W Spa, no Rio de Janeiro.
Frutas: ignoradas pelos jovens, elas são abastecidas de fibras, vitaminas e minerais. “Introduza aos poucos. Vale até vitamina e suco natural”, sugere Samanta. O melhor cenário, porém, é o do consumo do alimento em sua forma original. Que tal uma bela salada de frutas turbinada com aveia ou sementes?
Água: a falta do líquido (puro, e não dentro de refris e afins) abala várias funções do organismo. Se o adolescente toma pouca água, incentive o hábito de ter sempre uma garrafinha por perto. Tudo bem saborizá-la com pedaços de limão, abacaxi, laranja, canela, gengibre e folhas de hortelã.

Magreza não é sinônimo de saúde
Que fique claro: a luta com a balança não deve ter motivação estética. As doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e diabetes, já são as principais causas de morte na população brasileira — e elas têm íntima relação com a obesidade.
“Com o estudo Erica, pudemos perceber que esses quadros têm início na infância e na adolescência”, observa a nutricionista Amanda de Moura, do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Iesc) da Universidade Federal do Rio de Janeiro e uma das responsáveis pelo levantamento.
Mas o peso está longe de ser o único indicativo de saúde. Sabe aquele adolescente que come só porcaria e é magrinho? Pois ele não está isento de riscos. “Esse jovem pode esconder um acúmulo de gordura nos órgãos”, avisa Isabela.
Fora que o consumo excessivo de açúcares e gorduras causa um desgaste no pâncreas e em outros cantos desde muito cedo. “Cerca de metade das crianças com colesterol ou triglicérides elevados terá doença cardíaca na vida adulta”, alerta Zilli. A hora de mudar esse futuro é agora.

Não há um corpo ideal – e focar nisso é um perigo
Na pesquisa da Capricho, 36% das garotas de até 14 anos relataram já ter encarado o jejum intermitente. E 76% fizeram, fazem ou pretendem fazer dieta para emagrecer. “Qual padrão de beleza é esse que deixa mais de 70% das nossas meninas desconfortáveis com a própria imagem?”, questiona Gabriela Malzyner, psicóloga da Clínica de Estudos e Pesquisas em Psicanálise da Anorexia e Bulimia, em São Paulo.
Ela defende a conscientização de que ser saudável não significa ter um certo formato de corpo. “A dieta não pode gerar insatisfação corporal constante nem isolamento social”, frisa. Até porque isso abre brecha para transtornos sérios, capazes de abalar a saúde e a qualidade de vida dos jovens.

Fonte: https://saude.abril.com.br/familia/adolescentes-como-esta-a-alimentacao-dos-jovens-no-brasil/ -  Por Manuela Biz - Ilustração: Davi Augusto/SAÚDE é Vital

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Pesquisas indicam que a academia faz bem para os adolescentes


A musculação deixou de ser vista como inimiga da saúde dos jovens para se tornar uma aliada do crescimento. Ela protege até contra o diabete e outros males

Quando supervisionada por educadores físicos qualificados, a musculação ajuda no desenvolvimento saudável dos jovens.

Dois paradigmas com relação aos adolescentes foram quebrados. O primeiro é o de que problemas como diabete tipo 2, colesterol alto e hipertensão quase nunca atormentariam meninos e meninas. O segundo é o de que essa população não deveria nem pensar em levantar peso. “Hoje, muitos jovens obesos e sedentários chegam ao consultório com sinais dessas doenças”, diz Maurício de Souza Lima, hebiatra do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Uma das alternativas para evitá-las ou ao menos controlá-las é justamente os enviar à academia”, sentencia.

Um estudo da Universidade de Granada, na Espanha, confirma o efeito benéfico dos exercícios de força na prevenção do diabete. Após avaliar 1 053 voluntários entre 12 e 18 anos, os cientistas descobriram que músculos bem condicionados facilitam o trabalho da insulina, a responsável por tirar açúcar da circulação e colocá-lo dentro das células. Já braços e pernas fracos não raro vêm acompanhados de certo grau de resistência ao hormônio, indicativo de que a enfermidade está à espreita. “A massa muscular consome bastante combustível. Isso, fora diminuir as taxas de glicose, melhora a ação da insulina”, explica o educador físico David Jiménez Pavón, autor do artigo.

Em outro levantamento, o mesmo especialista revelou que bíceps, tríceps e companhia em forma estão associados a um bom funcionamento da leptina no corpo da garotada. “Essa substância regula o apetite. Portanto, ao menos em teoria, os treinos de força podem ajudar adolescentes a não comer além da conta”, arremata Jiménez Pavón. Uma vantagem muito bem-vinda, principalmente quando se considera que, segundo a mais recente pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, 47% dos brasileiros entre os 12 e os 18 anos sofrem com sobrepeso.

A malhação já foi acusada de deixar a molecada baixinha. E isso até acontece, mas não por causa dos movimentos em si, e sim devido a uma intensidade elevada demais. “O excesso de carga, não importa o tipo de atividade, causa microtraumas nos ossos, o que pode interromper o crescimento ou provocar deformações”, avisa Vinícius de Mathias Martins, ortopedista do Hospital São Luiz, na capital paulista. “Sem contar que um corpo ainda imaturo fica especialmente sujeito a lesões se submetido a atividades pesadas”, completa Isabel Salles, fisiatra e coordenadora do Serviço de Reabilitação do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Quando supervisionada por educadores físicos qualificados, a musculação ajuda no desenvolvimento saudável dessa turma. Tanto que a Academia Americana de Pediatria atesta que inclusive pré-adolescentes – se gostarem da modalidade, estiverem amadurecendo sem problemas e forem avaliados por um médico – podem frequentar as salas de ginástica. “Isso não quer dizer que eles precisem levantar peso. O importante é não ficarem parados. Vale pular corda, jogar bola, escalar árvore…”, ressalta Maurício de Souza Lima.

Os exercícios resistidos, na medida ideal, acarretam benesses para o esqueleto que se estendem à vida adulta. “Essas atividades aumentam a densidade óssea, diminuindo o risco de, no futuro, o indivíduo ter osteoporose”, ensina Christiano Bertoldo Urtado, fisiologista da Unicamp. Isso sem falar que deixam a musculatura equilibrada, trazendo uma melhor coordenação e afastando as contusões.

Só fique de olho se o adolescente vai à academia pelas razões certas – ou seja, pelo bem-estar e por se divertir com outras pessoas. Dar muita atenção à estética, nessa fase, costuma terminar em exageros que, como você viu, não fazem nada bem. E, de quebra, contribui para disseminar o conceito errado de que a musculação sabota o desenvolvimento. Muito pelo contrário.

Recomendações para a garotada

· Nunca realizar exercícios de hipertrofia (poucas repetições e muita carga)

· Fazer os movimentos sem peso até dominar a técnica de cada um deles

· Treinar no máximo três vezes por semana

· Ajustar os equipamentos para o tamanho do jovem

· Incluir atividades aeróbicas, como a corrida

Atenção: atividades intensas em geral comprometem o processo de alongamento dos ossos, o que provoca deformidades e problemas de crescimento

Fonte: https://saude.abril.com.br/bem-estar/pesquisas-indicam-que-a-academia-faz-bem-para-os-adolescentes/ - Por Redação M de Mulher - Reportagem: Theo Ruprecht / Edição: MdeMulher - Foto: Getty Images

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Estresse pode causar doenças físicas. Aprenda a identificar


Gastrite nervosa ou apenas azia? Saber diferenciar pode ser mais difícil do que parece

Todo mundo tem seus dias estressantes. E, diferentemente do que costumamos achar, o organismo não separa o corpo da mente. Sentir-se afetada por problemas externos e internos acontece até com as pessoas mais good vibes, viu? Seja uma dor de dente, que atrapalha o desempenho no trabalho e causa irritação, ou um desentendimento com uma amiga, que gera dor de cabeça — todas são situações no mínimo incômodas de lidar.

Não é de se espantar, então, que existam diversas doenças e condições que são influenciadas pelo estresse.“Ele não é uma reação única, mas sim uma resposta física, psicológica e social do ser humano a uma determinada situação. É por isso que um abalo emocional pode gerar uma gastrite ou até o isolamento social”, explica Denise Diniz, psicóloga comportamental e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp.

Infelizmente, todos passamos por situações das quais não podemos fugir. O problema começa quando o que causou o estresse passa, mas a sensação de mal estar continua rondando. “Vamos imaginar, por exemplo, alguém que irá fazer uma entrevista de emprego. É comum que ela sinta um certo nervosismo, sudorese e aceleração dos batimentos cardíacos, mas de modo passageiro. Se o sentimento persistir e até evoluir para crises de ansiedade, é preciso procurar um especialista”, alerta a psicóloga.

Preste atenção nos sinais
Bem que a gente gostaria, mas não existe uma lista exata de sintomas físicos que podem indicar estresse ou outros tipos de problemas emocionais. Isso porque cada organismo reage de um jeito a certos traumas: tem gente que sente tensão e dores musculares, enxaquecas, problemas gastrointestinais, e por aí vai.

O que você pode fazer, nesse caso, é observar com que frequência e intensidade eles aparecem. “Se são acompanhados de uma tristeza profunda, crises de choro constantes ou desânimo, pode ser um alerta de que algo emocional está acontecendo”, explica Denise.

Ajuda profissional é imprescindível
Vale procurar tratamentos tanto para o corpo como para a mente. “Assim como o jeito que cuidamos do corpo afeta a mente, a atenção que damos à saúde emocional afeta o organismo”. A especialista ainda levanta três pilares imprescindíveis para uma superação tranquila do estresse:

Pratique atividades físicas

“Todos sabemos que uma simples caminhada faz o cérebro liberar a endorfina, hormônio relacionado ao bem-estar”.

Mantenha a boa alimentação

“Uma dieta balanceada, rica em verduras e legumes, ajuda a regular os hormônios do corpo e a garantir um estilo de vida com mais disposição”.

Veja a vida de maneira mais positiva

“Por meio da terapia, você consegue alcançar um autoconhecimento maior e repensar no modo com que encara os próprios problemas”.

Fonte: https://boaforma.abril.com.br/saude/estresse-pode-causar-doencas-fisicas-aprenda-a-identificar/ - Por Amanda Panteri - SIphotography/Thinkstock/Getty Images

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Levantar pesos protege contra infarto e AVC


E não adianta exagerar: Gastar mais de uma hora na sala de musculação com os mesmos exercícios não gerou nenhum benefício adicional.

Supino

Levantar pesos por menos de uma hora por semana pode reduzir o risco de ataque cardíaco ou de um derrame (AVC) entre 40 e 70%.

E não adianta exagerar: Gastar mais de uma hora na sala de musculação com os mesmos exercícios não gerou nenhum benefício adicional.

Os resultados mostram que os benefícios do treinamento de força são independentes da corrida, caminhada ou outras atividades aeróbicas, de acordo com o professor Duck-chul Lee, da Universidade do Estado de Iowa.

"As pessoas podem pensar que precisam gastar muito tempo levantando pesos, mas apenas dois conjuntos de supino que levam menos de 5 minutos podem ser eficazes," disse ele.

Lee e seus colegas analisaram dados de quase 13.000 adultos no Estudo Longitudinal do Centro de Aeróbica.

Eles mediram três desfechos de saúde: eventos cardiovasculares, como ataque cardíaco e acidente vascular cerebral que não resultaram em morte, todos os eventos cardiovasculares, incluindo morte, e qualquer tipo de morte.

O exercício de treinamento de força reduziu o risco para os três desfechos.

Os resultados mostram que os benefícios são obtidos quer a pessoa realize ou não atividades aeróbicas associadas.

Em outras palavras, você não precisa cumprir as diretrizes recomendadas para atividades físicas aeróbicas para diminuir seu risco - o treinamento com pesos é suficiente, garante a equipe em seu artigo, publicado na revista Medicine and Science in Sports and Exercise.

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=levantar-pesos-protege-contra-infarto-avc&id=13273&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde- Imagem: Universidade do Estado de Iowa