terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Como prevenir problemas de visão nas crianças


Desde a gestação até a idade escolar, a criança deve ser observada e supervisionada para que possíveis problemas sejam identificados precocemente

 

Existem diversos problemas de saúde que podem afetar a visão das crianças, assim como existem cuidados essenciais no dia a dia para prevenir lesões que podem prejudicar a visão no presente e no futuro.

 

Embora nem todos os problemas sejam evitáveis ou curáveis, quanto antes forem diagnosticados, maiores são as possibilidades de tratamento ou de manter uma boa qualidade de vida para a criança com problema de visão. Veja como fazer essa prevenção, desde a gestação até a primeira infância.

 

Na gestação e após o nascimento

A prevenção de problemas de visão nas crianças começa ainda durante a gestação. Fazer o pré-natal é essencial para identificar possíveis doenças que afetam a visão, como rubéola, sífilis congênita e neonatal, toxoplasmose congênita e citomegalovirose.

 

Algumas dessas doenças podem ser tratadas ainda durante a gestação, minimizando ou eliminado o risco de afetar a visão do bebê.

 

Depois do nascimento, ainda na sala de parto, os profissionais devem pingar uma gota de colírio de Nitrato de Prata 1% em ambos os olhos para prevenir conjuntivite gonocóccica (Método de Credé). Os pais podem perguntar se esse cuidado foi tomado, se souberem que deve ser feito.

 

Além da aplicação do colírio, enquanto o bebê ainda estiver na maternidade também deve ser feito o teste do olhinho, ou teste do reflexo vermelho, usando um oftalmoscópio. O médico vai avaliar o reflexo vermelho pupilar do bebê, e se notar a ausência desse reflexo, irá encaminhar para um oftalmologista pediátrico.

 

Nesse caso, existe o risco de o bebê portar catarata congênita, retinoblastoma, glaucoma congênito, retinopatia da prematuridade (em RN prematuros) ou algum trauma que ocorreu no parto.

 

Observação ao longo do desenvolvimento do bebê

Depois de sair da maternidade, e ao longo dos próximos 2 anos, os pais devem estar atentos de forma básica, tomando cuidado com brinquedos e outros objetos que o bebê possa bater no olho, cuidando com o que vão deixar nos ambientes onde o bebê vai rastejar, engatinhar e andar, evitando lesões.

 

Alterações a partir dos 2 anos

Nessa fase, quando a criança já está andando e tendo contato direto com o mundo à sua volta, explorando tudo por conta própria, a visão vai se desenvolvendo em um outro nível. Então, além dos cuidados óbvios com brinquedos e outros objetos potencialmente perigosos, também podem prevenir problemas de visão se perceberem:

 

Lacrimejamento constante e persistente;

Fotofobia intensa (sensibilidade à luz);

Heterocromia (um olho de cada cor ou duas cores no mesmo olho);

Necessidade de aproximar-se demais de objetos ou televisão para vê-los;

Eventual hiperemia conjuntival (olhos vermelhos, com coceira e ardor);

Secreção ocular sem motivo aparente;

Presença de nistagmo (oscilações repetidas e involuntárias rítmicas de um ou ambos os olhos).


Acompanhamento oftalmológico

Assim como a criança deve ir ao pediatra pelo menos uma vez ao ano, a visita também deve ser feita ao oftalmologista para uma avaliação geral da visão. Se já tiverem casos de problema de visão nos pais ou irmãos, essas consultas devem ser feitas em um intervalo ainda menor.

 

Se existir algum problema, ele pode ser tratado com muito mais eficiência e eficácia ao ser identificado no início. E só é possível detectar no início se a visita ao médico for periódica.

 

Observação na idade escolar

Quando a criança começa a frequentar a escola, ela passa a se expor diariamente a possíveis lesões por causa das brincadeiras e atividades variadas. Além disso, é nessa fase que muitas crianças começam a ter dificuldade em enxergar de perto ou de longe.

 

Pode acontecer de os professores e pais pensarem que a criança está preguiçosa ou com dificuldade cognitiva, quando na verdade não está conseguindo enxergar com clareza, afetando o seu rendimento escolar de forma geral.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/prevenir-problemas-visao-criancas/ - por Priscilla Riscarolli


E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.

Atos 16:31


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Como remover ferrugem de objetos com receitas caseiras


Essas receitinhas do tempo da vovó ainda são usadas porque fazem sentido. Você já testou?

 

É bem importante saber como remover ferrugem dos objetos de metal porque ela reduz bastante sua vida útil. Além do mais, a ferrugem tira a beleza das coisas, pois os objetos enferrujados ficam parecendo velhos e estragados. Mas, não se preocupe! Você vai aprender agora alguns truques interessantes para remover ferrugem com ingredientes fáceis de encontrar em casa.

 

Como remover ferrugem com limão e sal

O limão é composto por ácido e óleos capazes de eliminar as manchas de ferrugem até dos lugares mais complicados, como em tecidos. Para usar essa receita, siga este passo a passo:

 

Polvilhe a mancha de ferrugem com sal e depois esfregue a área afetada com umas gotinhas de suco de limão.

Se for uma peça de tecido, coloque-a num recipiente com água morna misturada com rodelas de limão.

Depois de uns 20 minutos, veja se o limão já conseguiu remover a mancha. Se não, troque a água e o limão, e deixe de molho mais um pouco. Se sim, enxágue a peça e lave-a normalmente.

 

Tirando ferrugem com bicarbonato de sódio

O bicarbonato de sódio é um dos ingredientes favoritos das donas de casa na hora das limpezas. Como contém propriedades abrasivas, é o ideal para ajudar a remover ferrugem e a devolver ao objeto a sua aparência original.

Em um potinho, misture o bicarbonato com um pouquinho de água até formar uma pasta grossinha.

Aplique essa pasta sobre a superfície enferrujada e esfregue com uma esponja para ir removendo a mancha.

Se for um tecido, deixe agir por alguns minutos e esfregue delicadamente com uma escovinha.

 

Papel-alumínio para tirar mancha de ferrugem

A dica do papel-alumínio é muito usada para dar brilho a louças de prata e também pode funcionar com vários outros objetos que estão com algum sinal de ferrugem.

Recorte o papel em quadrados de 3 cm e coloque-os em uma bacia com água.

Esfregue cada papel sobre a ferrugem.

Vá alternando os papéis e veja como a ferrugem vai sumindo gradualmente.

 

Remover ferrugem com vinagre de maçã

Os ácidos, mais uma vez, cumprindo o seu papel na batalha contra a ferrugem. Se não tiver limão, pode usar o vinagre de maçã ou outro (vinho, álcool).

Coloque o objeto enferrujado num recipiente e, em seguida, cubra-o com uma camada de vinagre.

Deixe repousar durante a noite e depois esfregue com uma esponja.

Se necessário, repita o procedimento.

 

Melaço de cana

O melaço não serve só para adoçar as suas receitas. Ele pode ser útil na remoção de ferrugem.

Num recipiente contendo 2 litros de água, dilua 1/4 de copo de melaço.

Depois coloque o objeto enferrujado, de modo que fique submerso.

Deixe agir durante a noite e depois lave bem.

Se a ferrugem continuar incrustada faça o procedimento de novo ou tente uma das outras dicas listadas aqui.

 

Tirar ferrugem com fogo

Esta técnica é adequada para objetos mais fortes, que resistam às altas temperaturas sem se deformarem.

Primeiro veja se o objeto é inteiramente metálico e não é composto por peças que possam queimar.

Aproxime o objeto da chama até que o objeto adquira uma tonalidade vermelha.

Ao retirar o objeto do fogo, bata nele com um outro objeto metálico.

Proteja-se e tome precauções para evitar queimaduras.

 

Remover ferrugem com batata crua

Essa dica é dos tempos da vovó e perdura até hoje porque funciona mesmo.

Rale uma batata crua e sem casca, e esfregue sobre a ferrugem.

Se achar necessário, para aumentar o efeito da batata, acrescente um pouco de vinagre ou de bicarbonato de sódio à batata ralada antes de aplicar na peça enferrujada.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/remover-ferrugem-naturais/ - por Priscilla Riscarolli


E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.

Colossenses 3:23-24


domingo, 20 de fevereiro de 2022

Vitamina D e óleo de peixe podem ajudar a prevenir doenças autoimunes, diz estudo


Taxa de prevenção de doenças autoimunes aumenta 39% em pessoas que tomam vitamina D por pelo menos dois anos, segundo estudo publicado na revista científica BMJ

 

Ingerir suplementos de vitamina D e óleo de peixe pode ajudar a proteger adultos de desenvolverem distúrbios autoimunes como artrite reumatoide, psoríase, doenças da tireoide e polimialgia reumática, uma doença inflamatória que causa dor muscular e rigidez nos ombros e quadris, de acordo com um novo estudo.

 

Pessoas com 50 anos de idade ou mais, tomando 2.12 mg de vitamina D3 por mais de cinco anos, tiveram uma taxa relativa 22% menor de diagnósticos autoimunes confirmados, disse a autora do estudo, Karen Costenbader, professora de medicina na divisão de Reumatologia, Inflamação e Imunidade da Escola de Medicina Harvard e diretora do programa de lúpus do Hospital Brigham e das Mulheres em Boston.

 

Essa dosagem é duas a três vezes a dose diária recomendada de vitamina D para adultos, que é de 0.64 mg para pessoas com até 69 anos e 0.85 mg para pessoas com 70 anos ou mais, de acordo com os Institutos Nacionais da Saúde dos Estados Unidos.

 

Uma vez que as pessoas estivessem tomando vitamina D por pelo menos dois anos, a taxa de prevenção de doenças autoimunes subiu para 39%, de acordo com o estudo publicado na quarta-feira (26) na revista BMJ.

 

O estudo também encontrou uma possível ligação entre tomar 1.000 mg do ácido graxo ômega-3 (óleo de peixe) e uma redução nos distúrbios autoimunes, mas a associação não foi estatisticamente significativa até que possíveis casos de doenças autoimunes — não somente casos confirmados — fossem levados em conta na análise.

 

No entanto, o estudo descobriu que tomar ambos os suplementos de vitamina D e ômega-3, versus somente o efeito placebo, diminuiu a doença autoimune em cerca de 30%.

 

Toxicidade da vitamina D

As pessoas não devem simplesmente correr e começar a tomar pílulas de vitamina D para aumentar suas chances de evitar doenças autoimunes, alertou Costenbader, já que existem consequências significativas ao tomar muito do suplemento.

 

Diferentemente de vitaminas solúveis na água, as quais o corpo consegue eliminar facilmente, a vitamina D é armazenada nas células de gordura do corpo e pode se acumular em níveis tóxicos, levando a dores nos ossos e danos nos rins.

 

Pelo fato de o corpo produzir vitamina D quando a pele é exposta a luz do sol, assim como ao ingerir leite e outros alimentos como cereais que geralmente são fortificados com vitamina D, muitos especialistas dizem que pessoas saudáveis e mais jovem provavelmente não precisam de suplementos de vitamina D, especialmente em quantidades acima do nível recomendado de 0.64 mg por dia.

 

Os níveis caem em idades mais avançadas, mas “eu diria que todos deveriam conversar com seu médico antes de tomar 2.12 mg de vitamina D junto de qualquer outra coisa que você já esteja tomando”, disse Costenbader. “E existem certos problemas de saúde como pedras nos rins e hiperparatireoidismo (aumento nos níveis de cálcio), onde você não deveria tomar vitamina D extra.”

 

O corpo ataca a si mesmo

O estudo de Costenbader analisou 25.871 homens e mulheres com 50 anos ou mais que participavam do VITAL, um estudo de pesquisa randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, projetado para ver se tomar suplementos dietéticos diários de vitamina D3 (2.12 mg) ou ácidos graxos ômega-3 (1.000 mg de óleo de peixe Omacor) reduziria o risco de desenvolver câncer, doenças cardíacas e derrame em pessoas sem histórico prévio dessas doenças.

 

O estudo não mostrou benefícios da suplementação extra na prevenção de doenças cardiovasculares ou câncer.

 

Como pesquisas anteriores mostraram que a vitamina D e os ácidos graxos ômega-3 derivados de frutos do mar podem ter um efeito positivo na inflamação e na imunidade em distúrbios autoimunes, Costenbader decidiu usar o mesmo estudo para investigar se os suplementos podem prevenir essas doenças.

 

A doença autoimune ocorre quando o sistema de defesa natural do corpo de repente vê as células normais como invasoras e começa a destruir essas células por engano. Na artrite reumatoide, por exemplo, o sistema imunológico ataca o revestimento das articulações, causando inflamação, inchaço e dor. Com a psoríase, as células T hiperativas — que estão entre as melhores defensoras do corpo — causam a inflamação que cria machucados escamosos na pele.

 

No diabetes tipo 1, os defensores do corpo destroem as células produtoras de insulina do pâncreas. Existem até algumas evidências para mostrarem que a inflamação em todo o corpo pode ser parte da progressão do diabetes tipo 2.

 

Distúrbios autoimunes podem se desenvolver em qualquer fase da vida, mas aparecem mais entre os adultos mais velhos, principalmente em mulheres, disse Costenbader.

 

Mais pesquisas são necessárias

Até o momento, nenhum grande estudo clínico randomizado (considerado o padrão-ouro da pesquisa) havia investigado se o óleo de peixe e a vitamina D poderiam realmente prevenir o desenvolvimento de doenças autoimunes.

 

“Esta é a primeira evidência direta em adultos mais velhos de que tomar vitamina D ou ácidos graxos ômega-3 — ou uma combinação — por cinco anos, reduz a incidência de doenças autoimunes, com efeito sendo notado após dois anos de suplementação”, disse Costenbader.

 

Em cinco anos de pesquisa, o estudo não conseguiu separar quais das 80 ou mais doenças autoimunes podem se beneficiar mais de suplementos de vitamina D e óleo de peixe, disse Costenbader, mas a pesquisa está seguindo. O estudo está agora em seu sétimo ano, disse ela, e mais dados devem ser divulgados no futuro.

 

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vitamina-d-e-oleo-de-peixe-podem-ajudar-a-prevenir-doencas-autoimunes-diz-estudo/ - Sandee LaMotteda CNN - Foto: Freepik


Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.

Hebreus 4:16


COVID-19 pode impactar a memória e saúde mental, diz USP


Cerca de 51,1% dos participantes relataram ter percebido declínio da memória após internação por COVID-19

 

Em um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP), foi observado uma alta prevalência de déficits cognitivos e transtornos psiquiátricos em pacientes que se recuperaram das formas moderada e grave da infecção pela COVID-19.

 

A pesquisa, que teve início em 2021 e foi publicada recentemente, contou com 425 participantes avaliados entre seis a nove meses após alta hospitalar do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

 

Para fazerem as avaliações, os pesquisadores tiveram como método entrevista psiquiátrica estruturada, testes psicométricos e uma bateria cognitiva.

 

Os resultados completos foram divulgados na revista General Hospital Psychiatry e contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

 

Depressão, ansiedade e estresse pós COVID-19

O principal intuito do estudo era entender se o coronavírus e a doença por ele causada têm impacto no longo prazo, produzindo manifestações tardias no sistema nervoso central.

 

Segundo os resultados da pesquisa, cerca de 51,1% dos participantes relataram ter percebido um declínio da memória após a infecção, enquanto outros 13,6% desenvolveram transtorno de estresse pós-traumático.

 

O transtorno de ansiedade generalizada (TAG) foi diagnosticado em 15,5% dos voluntários, sendo que em 8,14% deles o problema surgiu após o coronavírus.

 

Já o diagnóstico de depressão foi estabelecido para 8% dos pacientes, em 2,5% deles somente após a internação.

 

"Nenhuma das alterações cognitivas ou psiquiátricas observadas nesses pacientes se correlaciona com a gravidade do quadro", conta ao Jornal da USP, Rodolfo Damiano, médico residente do Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina da USP e primeiro autor do artigo.

 

O médico esclarece que também não foi observada nenhuma associação com a conduta clínica adotada no período de hospitalização ou com fatores socioeconômicos, como perda de familiares ou prejuízos financeiros durante a pandemia de COVID-19.

 

Conclusão da pesquisa

Este foi o primeiro estudo a acessar as taxas de morbidade psiquiátrica e cognitiva após formas moderadas ou graves de COVID-19 usando medidas padronizadas.

 

Para o professor e pesquisador Eurípedes Constantino Miguel Filho, o fato de não ter sido encontrada uma correlação clara entre a condição psiquiátrica e a magnitude da doença na fase aguda ou a fatores psicossociais indica que as sequelas deixadas pela presença do vírus no corpo - como inflamações e a presença do vírus no cérebro - teriam ligação direta com o surgimento de transtornos como a depressão e ansiedade.

 

"A presença de manifestações clínicas, como perdas cognitivas, cefaleias, anosmia [perda do olfato] e outras alterações neurológicas nesses pacientes contribuem com evidências adicionais de que essas alterações psiquiátricas possam refletir a ação do sars-cov-2 no sistema central", explica o médico.

 

Atualmente o grupo de pesquisadores estudam para descobrir se há correlação entre o grau de inflamação durante a fase aguda da COVID-19 e o desenvolvimento de sintomas neuropsiquiátricos.

 

Para quem já foi afetado, os pesquisadores indicam vacinação e acompanhamento psiquiátrico, além de meditação, exercícios físicos e reabilitação cognitiva.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/bem-estar/noticias/38430-covid-19-pode-impactar-a-memoria-e-saude-mental-diz-usp - Escrito por Thaynara Moreira - Redação Minha Vida


Sara os quebrantados de coração e liga-lhes as feridas.

Salmo 147:3


Entenda por que quem tomou a vacina pode pegar covid


Estão surgindo muitos casos de pessoas que já receberam a segunda ou terceira dose e tiveram a doença

 

Mesmo depois de ter metade da população totalmente vacinada contra covid, ainda tem muita gente espalhando falsas notícias sobre a não eficácia da vacina. Essas pessoas estão usando como defesa os muitos casos de reinfecção, apesar da vacinação. Acontece que nunca foi dito pelas autoridades competentes que qualquer uma das vacinas tem 100% de proteção contra o coronavírus. Então, quem tomou a vacina pode pegar covid, mas não do mesmo jeito que uma pessoa não vacinada.

 

Quem tomou a vacina pode pegar covid?

As vacinas que foram criadas em tempo recorde, para salvar as pessoas da pandemia mais contagiosa da história, têm eficácia sim. Mas, a promessa das vacinas nunca foi garantir a proteção total contra a infecção pelo coronavírus.

 

Desde o início, os dados oficiais e estudos científicos foram bem claros ao dizer que a função das vacinas seria de prevenir casos mais graves da doença, evitando tantas hospitalizações e mortes.

 

Mesmo com o avanço da variante ômicron, os imunizantes contra a covid-19 continuam funcionando muito bem com essa finalidade.

 

Então, sim: quem tomou a vacina pode pegar covid, só que os sintomas vão ser mais leves e suportáveis, com baixíssimo risco de precisar ficar internado para tratar a doença.

 

Em entrevista para a BBC, o pediatra e infectologista Dr. Renato Kfouri, que é diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explicou: “as vacinas protegem muito melhor contra as formas mais graves do que contra as formas moderadas, leves ou assintomáticas da covid. Quanto mais grave o desfecho, maior a eficácia delas”.

 

Por que tantos casos de reinfecção em pessoas vacinadas?

Em primeiro lugar, como já foi respondido acima, as pessoas não deixam de se infectar com covid porque estão vacinadas, mas ficam protegidas contra os sintomas dos casos mais graves da doença.

 

Além disso, o aumento de casos atuais, inclusive em pessoas que já receberam duas ou três doses, se dá por conta das festas de fim de ano, onde as pessoas se aglomeraram como se não houvesse mais motivos para se cuidar.

 

E tem ainda o fato de que as vacinas não têm validade longa, e justamente por isso está sendo aplicada a terceira dose. Desde o início, os cientistas disseram que as vacinas teriam eficácia de alguns meses e, por isso, seriam necessárias mais doses até que fosse encontrada uma solução definitiva.

 

É por todos esses motivos que quem tomou a vacina pode pegar covid e, de fato, está pegando por conta da falta de cuidado no dia a dia. A pandemia ainda não acabou e depende da colaboração e consciência de todos para deixar de ser uma preocupação.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/entenda-porque-quem-tomou-a-vacina-pode-pegar-covid/ - por Priscilla Riscarolli


Dá vigor ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.

Isaías 40:29