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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Vacinas gratuitas pelo SUS: você está com todas em dia ou esqueceu alguma?


As vacinas gratuitas pelo SUS não são só para crianças. Descubra quais são recomendadas em cada fase da vida e veja se falta alguma.

 

Quando se fala em vacinação, muita gente pensa apenas nas doses aplicadas nos primeiros anos de vida. Mas a verdade é que as vacinas gratuitas pelo SUS acompanham o brasileiro durante toda a vida, da infância à terceira idade.

 

O que nem todo mundo sabe é que o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece proteção contra dezenas de doenças sem custo para a população.

 

Algumas delas fazem parte da rotina infantil, enquanto outras são destinadas a adolescentes, adultos, gestantes, idosos ou grupos com necessidades específicas.

 

Conhecer essas opções é importante porque muitas pessoas deixam de se vacinar simplesmente por acreditar que já tomaram tudo o que era necessário quando eram crianças.

 

Vale lembrar que o calendário vacinal pode passar por atualizações ao longo do tempo.

 

Por isso, a orientação da Unidade Básica de Saúde (UBS) continua sendo a melhor forma de confirmar quais vacinas são recomendadas para cada pessoa.

 

Quais vacinas gratuitas pelo SUS são oferecidas para crianças?

A infância concentra a maior parte das vacinas do calendário nacional.

Elas ajudam a prevenir doenças que já causaram milhares de internações e mortes no Brasil.

Entre as principais estão:

 

BCG;

Hepatite B;

Pentavalente;

Poliomielite;

Pneumocócica;

Rotavírus;

Meningocócica;

Febre amarela;

Tríplice viral;

Tetraviral.

 

Dependendo da faixa etária e das orientações vigentes do Ministério da Saúde, outras vacinas também podem fazer parte da rotina infantil.

Esses imunizantes são aplicados em diferentes etapas do desenvolvimento e ajudam a construir a proteção desde os primeiros meses de vida.

A partir de 2026, o SUS também iniciou a substituição gradual da vacina pneumocócica 10-valente pela pneumocócica 20-valente (Pneumo 20) no calendário infantil.

A nova versão amplia a proteção contra um número maior de sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por doenças como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otites.

A mudança deve beneficiar milhões de crianças brasileiras ao oferecer uma cobertura mais abrangente contra essas infecções.

 

Adolescentes também precisam se vacinar

Muita gente acredita que a vacinação termina na infância, mas isso não é verdade.

Durante a adolescência, algumas doses de reforço continuam sendo importantes. Além disso, existem vacinas que passam a ser recomendadas nessa fase da vida.

Entre elas estão:

 

HPV;

Meningocócica ACWY;

vacina contra a dengue para faixas etárias contempladas pelas recomendações do SUS;

reforços contra difteria e tétano;

atualização da caderneta vacinal quando necessário.

Manter as vacinas em dia nessa fase ajuda a evitar a reintrodução de doenças que já estavam controladas no país.

 

Quais vacinas gratuitas pelo SUS os adultos costumam esquecer?

É justamente na vida adulta que muitas pessoas deixam de acompanhar a própria situação vacinal.

Em muitos casos, o cartão de vacinação fica esquecido por anos.

Entre as vacinas que podem fazer parte da rotina dos adultos estão:

 

Hepatite B;

Febre amarela, quando indicada;

Tríplice viral, para quem não completou o esquema vacinal;

dT (difteria e tétano);

vacinas indicadas em situações específicas de saúde ou risco.

Por isso, vale a pena revisar periodicamente a caderneta e procurar orientação na UBS.

 

Gestantes têm proteção especial

Durante a gravidez, a vacinação ganha ainda mais importância.

Além de proteger a mulher, algumas vacinas ajudam a transmitir anticorpos ao bebê nos primeiros meses de vida.

Entre as principais recomendações estão:

 

dTpa;

Hepatite B, quando necessária;

Influenza;

vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), conforme as orientações vigentes do SUS.

A orientação deve sempre ser feita pela equipe de saúde que acompanha o pré-natal.

 

Idosos também contam com vacinas gratuitas pelo SUS

Com o avanço da idade, o sistema imunológico passa por mudanças naturais e algumas doenças podem causar complicações mais graves.

Por isso, a vacinação continua sendo importante após os 60 anos.

Entre as vacinas frequentemente recomendadas para essa faixa etária estão:

 

Influenza;

reforços contra tétano e difteria;

outras vacinas indicadas conforme o histórico vacinal e as orientações da equipe de saúde.

A atualização da caderneta ajuda a reduzir o risco de hospitalizações por doenças evitáveis.

 

O que fazer quando se perde a caderneta de vacinação?

Essa é uma das dúvidas mais comuns.

Na maioria dos casos, não é necessário reiniciar todo o esquema vacinal.

Se a caderneta foi perdida, o ideal é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Em algumas situações, os registros podem estar disponíveis nos sistemas de saúde ou em unidades onde as vacinas foram aplicadas.

Quando não há comprovação das doses anteriores, a equipe de saúde pode avaliar cada caso e orientar a atualização da vacinação conforme as recomendações vigentes.

Perder a caderneta não significa perder a proteção nem precisar tomar novamente todas as vacinas.

 

As vacinas continuam sendo uma das principais formas de prevenção

O Brasil possui um dos maiores programas públicos de vacinação do mundo.

Graças a ele, milhões de pessoas têm acesso gratuito à proteção contra doenças que já provocaram surtos, sequelas e mortes.

Por isso, manter a vacinação em dia não é um cuidado importante apenas para as crianças.

Em diferentes momentos da vida, adolescentes, adultos, gestantes e idosos também podem precisar de proteção.

Se faz tempo que você não consulta sua caderneta, vale a pena verificar sua situação vacinal na UBS mais próxima.

Muitas vezes, uma dose esquecida pode fazer diferença para a sua saúde.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/vacinas-gratuitas-pelo-sus-voce-esta-com-todas-em-dia-ou-esqueceu-alguma,12d0c8db3cc222831fdaabea50aa12e2v1ktf5sf.html?utm_source=clipboard - Por: Enf. Raquel Souza de Faria / SaúdeLAB


quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Conheça as quatro doenças mais comuns no verão e como se prevenir


Com altas temperaturas, circulação de vírus aumenta risco de enfermidades sazonais

 

Vacinação é uma das formas de prevenção de doenças sazonais

O verão está chegando e, com as altas temperaturas, a circulação de alguns vírus aumenta o risco de doenças sazonais. No Brasil, são comuns as doenças transmitidas por mosquitos ou por vírus gastrointestinais.

 

As quatro doenças que exigem mais atenção da população durante o verão são  a dengue, a febre amarela, a hepatite A e as gastroenterites por rotavírus. Para todas elas, há imunizantes eficazes, que são apontados por especialistas como a principal estratégia de prevenção. O Portal iG conversou com infectologistas para saber os tipos certos de vacinas para cada doença.

 

A dengue, a hepatite A e o rotavírus, causam um impacto direto na saúde nesta época do ano. Por este motivo, a prevenção deve ser estratégica.

 

“A  vacinação deve ser vista como uma proteção contínua e individual que tem impacto direto na saúde pública, especialmente contra a dengue, cujo vetor se beneficia do clima quente e úmido, e contra a hepatite A e o rotavírus, que se espalham em condições sanitárias precárias ou de aglomeração. A desatenção com a vacina é um risco real e desnecessário”, afirma o infectologista Alberto Chebabo.

 

Entenda a relação do aumento de casos das quatro doenças com as altas temperaturas:

A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também é vetor da chikungunya e da zika. Durante o ano, os mosquitos se reproduzem na época de chuva, geralmente entre novembro e dezembro.

 

Quando começa o verão, o transmissor já está na fase adulta e pode transmitir a doença. De acordo com uma projeção matemática feita pelo InfoDengue – Mosqlimate Challenge¹ (IMDC), são esperados  1,8 milhão de casos de dengue no Brasil em 2026.

 

Chebabo reforça a necessidade de ampliar a vacinação como medida de proteção. “O problema do aumento dos casos de dengue é agravado pela baixa cobertura vacinal contra a doença no Brasil. Ano passado, o Ministério da Saúde enviou mais de 6 milhões de doses para os estados e municípios, mas apenas 3,3 milhões foram aplicadas. Aproximadamente 1 milhão de jovens brasileiros iniciaram o esquema vacinal, mas não retornaram para a segunda dose'', afirma ao iG Saúde.

 

O imunizante contém  quatro sorotipos do vírus: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4, que atuam reduzindo o risco de infecção e também diminuem os riscos do desenvolvimento de formas graves da doença.

 

O infectologista Guenael Freire ressalta a importância da vacinação. “É fundamental que a população, mesmo que fora do público prioritário definido pelo Ministério da Saúde, procure as clínicas de vacinação para adquirir mais essa proteção.”

 

A  febre amarela é outra arbovirose combatida com vacina. Ela também merece atenção redobrada no verão, especialmente em regiões de mata ou com maior aglomeração. A febre amarela exige a imunização para quem viaja para alguns destinos internacionais e em regiões endêmicas do Norte do Brasil e Centro-Oeste.

 

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) alertou para um possível aumento dos casos de febre amarela nas Américas. Até maio de 2025, o número de infecções registrado foi oito vezes maior que no mesmo período de 2024. O número de mortes já supera em três vezes o total do ano passado inteiro, de acordo com a organização. Ao todo, a região já relatou 221 casos e 89 óbitos em 2025. A liderança na América Latina é do Brasil, com metade das infecções e das mortes. Em seguida vêm a Colômbia e o Peru.

 

A hepatite A também é uma infecção, mas a transmissão é fecal-oral, através de alimentos mal lavados e água contaminada. Também pode ser transmitida sexualmente quando não se usa preservativo.

 

O médico Alberto Chebabo comenta que a “transmissão sexual tem se mostrado significativa, contribuindo muito para o aumento dos casos. Por exemplo, a cidade do Rio de Janeiro registrou um crescimento de 50% em 2025 em relação ao ano anterior, totalizando quase 500 casos de hepatite A na capital do estado, de acordo com os dados locais divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde. A maioria deles está associada à transmissão sexual, e não à hídrica ou alimentar.”

 

A gastroenterite por rotavírus é uma ameaça durante todo o ano, afirma o especialista Guenael Freire.

 

"Ela é conhecida como ‘virose de férias’. Tem seus surtos impulsionados no verão. Isso ocorre por causa da poluição hídrica (chuvas intensas que sobrecarregam os esgotos) e da maior exposição em ambientes de lazer."

 

Em 2025, mais de 11 mil diagnósticos foram confirmados, principalmente na Baixada Santista, em São Paulo. Todos estavam relacionados às chuvas e à contaminação da água do mar. Apesar disso, a vacina não é aplicada em todas as pessoas, como explica o especialista.

 

"No caso do rotavírus, a vacina é indicada para lactentes e é oferecida na rede particular em sua forma pentavalente. Ela é capaz de proteger contra cinco tipos de rotavírus (G1, G2, G3, G4 e P1A), que são as principais causas de gastroenterite, diarreia e desidratação grave em bebês e crianças pequenas. O imunizante também está disponível na versão monovalente (VRH1) na rede pública'', diz Guenael Freire.

 

Com o histórico de casos das doenças no Brasil, os médicos recomendam que as pessoas mantenham a carteira de vacinação atualizada e contribuam para a imunidade de rebanho. Essa será a única garantia de que estarão protegidas contra doenças que se aproveitam do verão para se espalharem.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/2025-12-10/especialistas-apontam-as-4-doencas-perigosas-no-verao-e-prevencao.html - Por Aline da Mata - Divulgação / EBC

domingo, 20 de março de 2022

Vacinação contra gripe já tem data de início, confira!


Governo anunciou campanha para imunizar 80 milhões de pessoas

 

Com a emergência da pandemia, muita gente se esqueceu dos perigos que uma gripe comum pode causar a quem tem a saúde mais debilitada. Assim como no caso do Covid, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades representam um grupo de risco no qual é preciso estar atento. Por isso, o Ministério da Saúde anunciou a nova campanha de vacinação contra gripe, que começa no dia 4 de abril.

 

Serão 80 milhões de doses disponibilizadas pelo governo. A vacinação será dividida em duas etapas: entre os dias 4 de abril e 2 de maio, serão imunizados idosos acima de 60 anos e trabalhadores de saúde; na segunda fase, entre 3 de maio e 3 de junho, a vacinação será aberta para gestantes e puérperas, povos indígenas, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento e Forças Armadas, caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, o objetivo é “prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença, óbitos e consequências nos serviços de saúde, a vacinação contra a gripe é uma estratégia do Governo Federal para minimizar a carga do vírus, reduzindo os sintomas, que também podem ser confundidos com os da Covid-19”. A vacina Influenza trivalente da gripe, como o próprio nome sugere, protege contra 3 cepas da doença: H1N1, tipo B, e H3N2.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/vacinacao-contra-gripe/ - por Millena Nogueira


E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

2 Crônicas 7:14


domingo, 20 de fevereiro de 2022

Entenda por que quem tomou a vacina pode pegar covid


Estão surgindo muitos casos de pessoas que já receberam a segunda ou terceira dose e tiveram a doença

 

Mesmo depois de ter metade da população totalmente vacinada contra covid, ainda tem muita gente espalhando falsas notícias sobre a não eficácia da vacina. Essas pessoas estão usando como defesa os muitos casos de reinfecção, apesar da vacinação. Acontece que nunca foi dito pelas autoridades competentes que qualquer uma das vacinas tem 100% de proteção contra o coronavírus. Então, quem tomou a vacina pode pegar covid, mas não do mesmo jeito que uma pessoa não vacinada.

 

Quem tomou a vacina pode pegar covid?

As vacinas que foram criadas em tempo recorde, para salvar as pessoas da pandemia mais contagiosa da história, têm eficácia sim. Mas, a promessa das vacinas nunca foi garantir a proteção total contra a infecção pelo coronavírus.

 

Desde o início, os dados oficiais e estudos científicos foram bem claros ao dizer que a função das vacinas seria de prevenir casos mais graves da doença, evitando tantas hospitalizações e mortes.

 

Mesmo com o avanço da variante ômicron, os imunizantes contra a covid-19 continuam funcionando muito bem com essa finalidade.

 

Então, sim: quem tomou a vacina pode pegar covid, só que os sintomas vão ser mais leves e suportáveis, com baixíssimo risco de precisar ficar internado para tratar a doença.

 

Em entrevista para a BBC, o pediatra e infectologista Dr. Renato Kfouri, que é diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explicou: “as vacinas protegem muito melhor contra as formas mais graves do que contra as formas moderadas, leves ou assintomáticas da covid. Quanto mais grave o desfecho, maior a eficácia delas”.

 

Por que tantos casos de reinfecção em pessoas vacinadas?

Em primeiro lugar, como já foi respondido acima, as pessoas não deixam de se infectar com covid porque estão vacinadas, mas ficam protegidas contra os sintomas dos casos mais graves da doença.

 

Além disso, o aumento de casos atuais, inclusive em pessoas que já receberam duas ou três doses, se dá por conta das festas de fim de ano, onde as pessoas se aglomeraram como se não houvesse mais motivos para se cuidar.

 

E tem ainda o fato de que as vacinas não têm validade longa, e justamente por isso está sendo aplicada a terceira dose. Desde o início, os cientistas disseram que as vacinas teriam eficácia de alguns meses e, por isso, seriam necessárias mais doses até que fosse encontrada uma solução definitiva.

 

É por todos esses motivos que quem tomou a vacina pode pegar covid e, de fato, está pegando por conta da falta de cuidado no dia a dia. A pandemia ainda não acabou e depende da colaboração e consciência de todos para deixar de ser uma preocupação.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/entenda-porque-quem-tomou-a-vacina-pode-pegar-covid/ - por Priscilla Riscarolli


Dá vigor ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.

Isaías 40:29


sábado, 2 de outubro de 2021

Vacinados contra COVID-19 transmitem o vírus por menos tempo


Estudo realizado nos EUA aponta que, além de eliminarem o vírus mais rápido, pessoas imunizadas têm tempo menor de contágio

 

Atualmente, mais de 145 milhões de brasileiros já receberam ao menos uma dose da vacina contra a COVID-19, segundo dados coletados pelo Consórcio de veículos de imprensa. Esse número aponta que a vacinação no Brasil está progredindo e, consequentemente, deve impactar os índices de transmissão.

 

De acordo com um estudo realizado por imunologistas e epidemiologistas estadunidenses, pessoas que foram imunizadas contra o coronavírus, além de apresentarem menores chances de se infectar, também eliminam o vírus mais rápido do organismo. Assim, caso infectadas, transmitem o vírus por menos tempo em comparação a pessoas que não foram vacinadas.

 

O artigo pré-publicado no medRxiv analisou a transmissão entre 173 pessoas contaminadas e mediu o tempo até o corpo atingir a carga viral máxima e a eliminação total do vírus. Os participantes da análise eram funcionários e jogadores da Associação Nacional de Basquete dos Estados Unidos (NBA).

 

O estudo concluiu que o pico de carga viral foi atingido no 3º dia de acompanhamento, tanto em pessoas vacinadas quanto em não vacinadas. Já em relação à eliminação do vírus, os vacinados tiveram um resultado mais rápido. Por volta do 5º dia, já estavam livres do coronavírus, enquanto os não vacinados levaram de sete a oito dias para zerar a carga viral.

 

Tempo menor de transmissão

Com a carga viral zerada mais rapidamente, os imunizados contra o coronavírus acabam ficando menos tempo suscetíveis a transmitir o vírus para outras pessoas. A partir disso, o estudo concluiu que a vacinação, além de evitar a progressão da doença para casos mais graves, pode reduzir as taxas de transmissão.

 

Uma outra pesquisa, publicada no New England Journal of Medicine, confirmou os efeitos da imunização sobre a transmissão do vírus. O levantamento britânico concluiu que a transmissão entre pessoas que moram na mesma residência caiu em 50% através da vacinação.

 

Apesar do avanço da vacinação no país, existem ainda altos índices de pessoas não vacinadas. Por isso, é essencial que os cuidados e as medidas sanitárias sejam respeitados, como o uso de máscara e o distanciamento social, importantes ferramentas de controle de transmissão do vírus.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/noticias/37989-vacinados-contra-covid-19-transmitem-o-virus-por-menos-tempo - Escrito por Murilo Feijo - Redação Minha Vida


Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.

1 Tessalonicenses 5:16-18


quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Quem não se vacinou tem 29 vezes mais chance de internação por Covid-19


Um estudo feito pelo CDC (Centro de Controle de Doenças Infecciosas), dos Estados Unidos indicou que a proporção foi feita em comparação com as pessoas já imunizadas

 

Um estudo feito pelo CDC (Centro de Controle de Doenças Infecciosas), dos Estados Unidos, mostrou que as pessoas não-vacinadas têm 29 vezes mais chance de ser hospitalizado por causa da Covid-19 , em comparação com os imunizados.

 

Além disso, o relatório divulgado na noite da última terça-feira, 24, informa que quem não se vacinou tem, ainda, cinco vezes mais probabilidade de ser infectado pelo novo coronavírus.

 

A pesquisa analisou infectados de 16 anos ou mais, baseado em novos casos e hospitalizações no condado de Los Angeles, na Califórnia, de 1º de maio até 25 de julho.

 

“Os dados de infecção e taxa de hospitalização indicam que as vacinas autorizadas foram protetoras contra a infecção por SARS-CoV-2 e COVID-19 grave durante um período em que a transmissão da variante Delta estava aumentando”, escreveu a agência no estudo.

 

O CDC informou que foram analisadas 43.127 infecções de residentes em Los Angeles e as hospitalizações por covid foram definidas como internações hospitalares ocorridas dentro de 14 dias após a infecção.

 

Ainda, as taxas de hospitalização aumentaram “exponencialmente” entre as pessoas não vacinadas, totalmente vacinadas e parcialmente vacinadas, com as taxas mais altas entre as pessoas não vacinadas no final de junho.

 

O CDC  indicou no estudo que os esforços para aumentar o campo de vacinação, em coordenação com outras estratégias de prevenção, são fundamentais para prevenir hospitalizações e mortes relacionadas à doença.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/2021-08-25/quem-nao-se-vacinou-tem-29-vezes-de-internacao-por-covid-19--diz-estudo.html - Por iG Saúde - Getty Images

sábado, 21 de agosto de 2021

Mesmo depois de vacinado é preciso continuar usando máscara


Apesar do avanço da vacinação, o relaxamento das medidas de proteção contra a pandemia do coronavírus pode levar a um aumento de casos e internações por Covid nas próximas semanas. Isto porque, nas ruas, a sensação de que a pandemia acabou já é notada na diminuição no uso do principal equipamento de proteção individual contra o vírus: as máscaras.

 

Diversos estudos já comprovaram como as máscaras, principalmente aquelas mais ajustadas ao rosto e com melhor filtragem, como as N95 ou PFF2, são eficientes para prevenir a infecção pelo coronavírus. No entanto, a falta de fiscalização e a falsa sensação de segurança após a primeira dose da vacina faz com que muitos brasileiros usem o acessório abaixo do nariz ou da boca, guardem no bolso ou, pior, deixem em casa. Fohapress.

 

Fonte: https://firminocaetano.blogspot.com/p/mesmo-depois-de-vacinado-e-preciso.html

sábado, 7 de agosto de 2021

Covid-19: Anticorpos da vacina variam com a idade


Anticorpos após vacina da Pfizer

 

Conforme a vacinação avança, tem havido preocupações quanto à ocorrência de covid-19 entre os vacinados, o que tem levado muitas pessoas a procurar por exames que meçam os anticorpos contra o vírus.

 

Mas parece que as pessoas mais velhas têm menos anticorpos contra o novo coronavírus.

 

Os anticorpos são proteínas do sangue que são produzidas pelo sistema imunológico para nos proteger contra as infecções, incluindo a infecção pelo SARS-CoV-2, causador da covid-19.

 

Os pesquisadores mediram a resposta imune no sangue de 50 pessoas duas semanas depois que elas tomaram a segunda dose da vacina Pfizer contra a covid-19. Eles agruparam os participantes por idade e, em seguida, expuseram seu soro sanguíneo em tubos de ensaio ao vírus SARS-CoV-2 original "tipo selvagem" e à variante P.1 (também conhecida como gama) que se originou no Brasil.

 

O grupo mais jovem - todos na faixa dos 20 anos - teve um aumento de quase sete vezes na resposta de anticorpos em comparação com o grupo mais velho - entre 70 e 82 anos de idade.

 

Na verdade, os resultados do laboratório refletiram uma clara progressão linear do mais novo ao mais velho: Quanto mais jovem o participante, mais robusta é a resposta de anticorpos.

 

"Nossas populações mais velhas são potencialmente mais suscetíveis às variantes, mesmo que estejam vacinadas," disse o professor Fikadu Tafesse, da Universidade de Ciência e Saúde do Oregon (EUA). "A boa notícia é que nossas vacinas são realmente fortes."

 

Vacinação da comunidade

 

Tafesse e seus alunos enfatizam que, embora tenham identificado a menor resposta de anticorpos nas pessoas mais velhas, a vacina ainda parecia ser eficaz o suficiente para prevenir infecções e doenças graves na maioria das pessoas de todas as idades.

 

No entanto, com a absorção lenta da vacina, os pesquisadores afirmam que suas descobertas ressaltam a importância de promover a vacinação nas comunidades, e talvez não apenas por idade.

 

A vacinação reduz a propagação do vírus e de variantes novas e potencialmente mais transmissíveis, especialmente para pessoas mais velhas, que têm-se mostrado mais suscetíveis a infecções fortes.

 

"Quanto mais pessoas são vacinadas, menos o vírus circula," disse Tafesse. "Os idosos não estão totalmente seguros apenas porque estão vacinados; as pessoas ao seu redor realmente precisam ser vacinadas também. No final das contas, este estudo realmente significa que todos precisam ser vacinados para proteger a comunidade."

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Age-Dependent Neutralization of SARS-CoV-2 and P.1 Variant by Vaccine Immune Serum Samples

Autores: Timothy A. Bates, Hans C. Leier, Zoe L. Lyski, James R. Goodman, Marcel E. Curlin, William B. Messer, Fikadu G. Tafesse

Publicação: JAMA

DOI: 10.1001/jama.2021.11656

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=covid-19-anticorpos-vacina-variam-idade&id=14851&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: UFRJ/Faperj

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Covid-19: Os alimentos que deve comer antes e depois de ser vacinado


Estes alimentos ajudam a atenuar possíveis efeitos secundários que possam decorrer da toma da vacina

 

Em todo o mundo milhares de indivíduos estão sendo vacinados contra a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, na tentativa de travar a disseminação da pandemia.

 

Tendo isso em mente, o nutricionista das estrelas do esporte e das celebridades Ryan Fernando divulgou no jornal Times of India aqueles que são os cinco alimentos, ricos em vitaminas, nutrientes e propriedades anti-inflamatórias, que deve ingerir pré e pós receber o imunizante, de modo a minimizar o risco de sofrer efeitos secundários. Aprenda.

 

Os cinco alimentos que deve consumir antes de tomar a vacina contra a Covid-19:

 

- Curcuma;

- Alho;

- Gengibre;

- Vegetais;

- Fruta fresca.

 

Os cinco alimentos fundamentais que deve comer após a toma da vacina contra a Covid-19:

 

- Mirtilos;

- Chocolate meio amargo;

- Canja de frango;

- Azeite;

- Brócolis.

 

E as coisas que deve evitar fazer:

 

- Fumar;

- Estar de jejum antes de tomar a vacina;

- Beber álcool;

- Beber refrigerantes.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1803293/covid-19-os-alimentos-que-deve-comer-antes-e-depois-de-ser-vacinado - POR NMBR - © Shutterstock

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Vacina de COVID-19: quais são os cuidados após a imunização?


Entenda as principais reações, se são necessários testes após a vacinação e as precauções contra o coronavírus.

 

Com a vacinação contra COVID-19 em vigência pelo mundo, inclusive no Brasil, algumas dúvidas sobre os imunizantes podem surgir.

 

Afinal, quais são as reações que a vacina pode trazer ao corpo? É preciso seguir fazendo testes de anticorpos? Posso beber? A seguir, esclarecemos essas e outras dúvidas sobre a vacina de COVID-19:

 

Vacina de COVID-19: principais dúvidas

 

Reações da vacina

Qualquer vacina, quando aplicada no corpo, pode trazer algum tipo de reação. A vacina da COVID-19 não é diferente.

 

Entre as reações da vacina de COVID-19, destacam-se:

dor no local da injeção

vermelhidão

febre

inchaço

fadiga

perda de apetite

 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunologia (SBIM), as possíveis reações são sinais da resposta imune se formando e desaparecerão dentro de alguns dias.

"Porém, isso não significa que você foi infectado pelo coronavírus ou está desenvolvendo COVID-19. Além disso, o fato de várias pessoas não apresentarem reações também não significa que a vacina não tenha tido efeito, pois cada pessoa pode responder de forma diferente à vacinação", informa a SBIM.

Uma polêmica que girou em torno das reações possíveis das vacinas de COVID-19 foram os casos de trombose associados ao imunizante de Aztrazeneca.

De acordo com a Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o risco para trombose é possível, mas muito raro. Ainda de acordo com a agência europeia (equivalente à Anvisa), "o risco-benefício permanece positivo".

 

Testes de anticorpos

Conforme a vacinação ocorre, um movimento tem ocorrido em paralelo: a realização dos testes de anticorpos IgG para verificar se o corpo permanece protegido contra o coronavírus.

O IgG é um anticorpo ativado pelo organismo contra um determinado antígeno - substância estranha ao organismo, que pode ser um vírus, bactéria ou toxina. Diferente do IgM, um outro tipo de anticorpo que surge na fase mais aguda de uma infecção, o IgG tende a ser produzido um pouco mais à frente, posteriormente ao contato do corpo com o antígeno.

De acordo com Martín Bonamino, pesquisador do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e da Fiocruz, em artigo publicado na SBIM, não existe qualquer motivo para testar os níveis de IgG após a vacinação.

"Já ouvi relatos de pessoas que se frustram com os seus títulos de anticorpos que não aumentam após a vacinação, julgam não estarem imunes e até planejam se vacinar novamente com a outra vacina disponível, pois a primeira 'não funcionou'. Toda esta ansiedade está fundamentada em um grande desconhecimento do efeito da vacina e dos testes para detectar os anticorpos gerados por elas", escreve Bonamino.

Segundo o pesquisador, em vacinas baseadas na proteína S (a proteína spike), como é o caso da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, pode ocorrer que a quantidade de anticorpos voltados para a proteção contra o antígeno não aumente nos testes comerciais feitos para identificar a proteína N (um outro tipo de glicoproteína encontrada no SARS-CoV-2).

Ainda de acordo com o especialista, no caso da Coronavac, a maioria das pessoas não produz quantidades relevantes de anticorpos contra a proteína N.

"Percebam, portanto, que para as duas vacinas em uso no Brasil [até o momento da publicação do artigo], testar a presença de anticorpos contra a proteína N nos laboratórios de análises clínicas não faz sentido. A proteção será fornecida pelos anticorpos contra a proteína S e pela resposta celular - e nenhum destes aspectos é testado nesses exames", diz Bonamino.

Conforme explica o pesquisador, existem testes destinados a detectar anticorpos contra a proteína S, mas mesmo esses ensaios não nos dizem muito sobre a proteção efetiva. "As vacinas, portanto, funcionam, mas esses testes não são adequados para avaliar seu funcionamento."

 

Bebida alcoólica e vacina

O consumo de álcool após a aplicação da vacina é algo a ser evitado. Não é necessariamente obrigatório, mas sim uma recomendação.

De acordo com Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool), a ingestão de álcool pelo corpo altera o número e a abundância relativa de micróbios no microbioma intestinal, uma extensa comunidade de micro-organismos no intestino que auxiliam no seu funcionamento normal.

Vale lembrar que são esses organismos que afetam a maturação e a função do sistema imunológico. Consequentemente, o álcool interrompe a comunicação entre esses organismos e o sistema imunológico intestinal, além de danificar as células epiteliais, células T e neutrófilos no sistema GI.

"Como o consumo pesado pode enfraquecer o sistema imunológico e limitar os benefícios da vacina, pessoas que bebem em excesso devem buscar ajuda para parar ou reduzir o uso de álcool enquanto o processo de imunização está ocorrendo", explica Guerra.

É importante destacar, porém, que essa é uma recomendação e que, durante os testes das vacinas de COVID-19 atualmente usadas no Brasil e no mundo, não houve qualquer orientação aos voluntários para que interrompessem o consumo de álcool.

Dessa forma, não existem dados suficientes que comprovem se o álcool exerce ou não efeito negativo durante a imunização contra o coronavírus.

 

COVID-19 após a vacinação: é possível?

A vacina não significa, atualmente, o fim definitivo da pandemia de coronavírus, mas um mecanismo de controle dos casos de COVID-19.

"O que a maioria dos cientistas acredita é que a primeira geração de vacinas não vai conferir imunidade esterilizante; isto é, não vai proteger da infecção. Mas vai proteger de formas graves, como acontece com a vacina da gripe, por exemplo", explicou Francisco Ivanildo de Oliveira Jr, gerente de Qualidade Assistencial e Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Sabará Hospital Infantil, em entrevista ao Minha Vida, quando as vacinas ainda estavam em desenvolvimento.

Desse modo, é importante seguir com os protocolos de segurança e de contenção da transmissão do coronavírus, como uso de máscaras, distanciamento social e higienização.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/37560-vacina-de-covid-19-quais-sao-os-cuidados-apos-a-imunizacao - Escrito por Maria Beatriz Melero

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Mesmo com início da vacinação, máscara continua sendo fundamental


Estamos, há praticamente um ano, enfrentando a pandemia do novo coronavírus, com o uso obrigatório da máscara facial desde 1º de maio de 2020. Mesmo assim, ainda há quem se descuide desse importante acessório. Mas, longe de ser a hora de baixar a guarda, o uso da máscara precisa de cuidados especiais. Um deles é procurar substituir as máscaras de tecido - as mais usadas no Brasil – a cada período de duas horas.

 

O alerta é da médica infectologista Cláudia Sffeir de Oliveira Meuer, da Seção de Vigilância Epidemiológica de Santos. “Toda vez que se notar a máscara suja ou com umidade, ela tem de ser trocada”.

 

Já para os profissionais que atuam diretamente no enfrentamento do vírus (médicos, enfermeiros etc.), a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que façam o uso da máscara cirúrgica, não a de tecido. E quem está na linha de frente tem de usar outras específicas, que são dos tipos N95, PFF-2 e PFF-3.

 

A regra geral é simples: saiu de casa, use a máscara. “Como estamos em um país onde há a transmissão comunitária do coronavírus, na qual não se identifica o paciente que faz a transmissão do vírus, a recomendação é para que todos que não estejam no ambiente familiar usem máscara”.

 

Mesmo em casa, o uso de máscaras faciais é recomendado em alguns casos, explica Cláudia. “As mesmas orientações valem quando, em um lar, tiver a possibilidade de conviver com uma pessoa suspeita de estar infectada, ou que seja do grupo de risco, como idosos ou indivíduos com comorbidades”. Também não se deve esquecer, nesses casos, o distanciamento de 1,5 metro.

 

CUIDADOS AO RETIRAR

Quando se está de máscara e há necessidade de retirar para se alimentar ou se hidratar, outro cuidado deve ser tomado. “O modo correto é retirar pelo elástico, sem tocar na parte da frente”. Antes de retirar ou recolocar, tem de se fazer a higienização das mãos, lavando com água e sabão ou usando álcool em gel. O ideal, explica a médica infectologista, é trocar a máscara toda vez que for necessário interromper o uso na rua. Quando isso não for possível, recomenda-se guardar o acessório em uma embalagem limpa.

 

Mesmo em locais abertos como praias, é obrigatório o uso de máscara e manter o distanciamento social (1,5 metro). “É óbvio que, em um ambiente fechado, sem circulação de ar, há uma chance maior de contaminação. Mas o fato de uma pessoa estar em um ambiente aberto não a dispensa das medidas de proteção”.

 

HIGIENIZAÇÃO

Ao voltar para o lar, outra preocupação. Como deve ser feita a higienização do acessório? A recomendação do Ministério da Saúde para higienização é colocá-lo em um recipiente com água e água sanitária (1 parte de água sanitária para 50 partes de água) por 30 minutos. Exemplo: diluir 10ml de água sanitária para 500ml de água. Depois, basta enxaguar com água corrente e lavar com água e sabão. Após secagem, passar em ferro e acondicionar em saco plástico. Estas máscaras limpas têm de ser guardadas em sacos plásticos.

 

Fonte: https://revistanovafamilia.com.br/mesmo-com-inicio-da-vacinacao-mascara-continua-sendo-fundamental - Redação

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Fim do isolamento? O que vai mudar com a vacinação contra a covid-19


Especialistas afirmam que vacina tem papel de reduzir internações e mortes em cenário pandêmico e não de eliminar a doença

 

Com o início da vacinação no Brasil, a pandemia vai acabar? Especialistas afirmam que ainda não. "Vacina não significa o começo do fim da pandemia. Essa é uma expectativa, mas não se trata disso. A vacina é sim fantástica. Temos que comemorar porque vamos evitar casos graves e moderados e, assim, haverá a diminuição de mortes. Mas não vai acabar com a covid", afirmou a pediatra Isabella Ballalai, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), em entrevista .

 

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, declarou durante um debate promovido pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais) Ceará, que a "a vacina é uma grande esperança, mas, por mais eficaz que seja, não vai interferir no curso da pandemia no curto prazo. Isso só deve acontecer a partir do segundo semestre de 2021".

 

Diante de uma pandemia, como a que se vive hoje, a vacina adquire a função de diminuir a quantidade de casos graves de uma doença. "Em situações normais, o objetivo da vacina é impedir que o vírus retorne. Mas, na pandemia, temos que ter uma vacina que seja capaz de reduzir a gravidade e, consequentemente, a mortalidade da doença", afirmou.

 

As medidas de segurança, como uso de máscara, lavagem constante das mãos ou uso de álcool em gel e distanciamento social, devem ser mantidas, por enquanto, porque ainda não se sabe se as pessoas vacinadas, além de protegidas da doença, vão deixar de transmitir o vírus

 

"O que se sabe é que ela não vai adoecer. Depois de licenciadas [as vacinas], será preciso acompanhar os voluntários para ver quanto tempo a imunidade dura e se ela impede a infecção", explica.

 

Além disso, o número limitado de doses de vacinas disponíveis no mundo também impede o relaxamento da prevenção. "Em um primeiro momento, não vai ter vacina nem para 20% da população", afirma Ballalai. "Nós teremos grupos alvos sendo vacinados, mas a vacinação em massa não vai acontecer da noite para o dia", diz a vice-presidente da SBIm.

 

Ana Karolina Barreto Marinho, especialista em alergia e imunopatologia e coordenadora do Departamento Científico de Imunização da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), ressaltou, em entrevista , que uma vacina contra a covid-19 poderá levar à superação do cenário pandêmico, mas não à eliminação da doença, que deve se tornar sazonal, como a gripe, típica de uma época do ano. "Por isso a importância de termos uma vacina e também tratamentos e remédios eficazes para aqueles que venham a adoecer", observa.

 

Com Informações - R7

 

Fonte: https://revistanovafamilia.com.br/fim-do-isolamento-o-que-vai-mudar-com-a-vacinacao-contra-a-covid-19 - Redação