quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Chás para curar a insônia: 6 ervas que melhoram seu sono


Nutricionista conta quais tipos de infusão podem auxiliar o corpo a dormir melhor

 

Os chás para a insônia podem desempenhar um papel fundamental na qualidade de vida as pessoas que sofrem com o problema. Afinal, a condição interfere na quantidade e na qualidade do sono. Algo que, caso persista por um período considerável, incluindo dificuldade em adormecer ou despertar antes da hora, torna-se muito perigoso para o bem-estar e a saúde do organismo. 

 

Importância do sono

O sono é uma das necessidades humanas mais básicas e qualquer alteração em seu curso natural pode causar problemas de saúde, pois ele tem papel importante na restauração da energia cerebral, saúde física e mental culminando em uma sensação de bem-estar diurno. Por isso, os chás para a insônia podem ajudar bastante. Mas, em casos crônicos, o tratamento médico é indispensável.

 

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, alguns estudos mostraram que dormir o suficiente faz com que o risco de desenvolver doenças cardíacas, diabetes e obesidade seja menor. A desordem da estrutura do sono, mesmo em uma única semana, expõe as pessoas ao risco de doenças, especialmente hipertensão, distúrbios endócrinos, especialmente diabetes e problemas imunológicos.

 

A continuação do sono anormal (insônia crônica) leva a distúrbios cognitivos, comportamentais, redução do pensamento criativo, menor aprendizado, déficit de memória, dificuldade de tomada de decisões e menor interação social. Segundo a especialista, as causas mais comuns de insônia incluem dor, uso de medicamentos, estresse, ansiedade e depressão.

 

Lembre-se, que um bom sono começa com boas práticas e hábitos de vida diários. Evitar café, alguns tipos de chás (preto, verde) e chocolate por conter cafeína após às 14h00, assim como álcool à noite, já que as desvantagens incluem ir ao banheiro e interrupções nos estágios mais profundos do sono, é importante.

 

No entanto, para alguns, isso não é suficiente. Por essa razão, se você precisar de uma ajudinha extra, considere algumas ervas terapêuticas para ajudar a melhorar a qualidade do sono. Veja os chás para insônia que Adriana separou:

 

Chás para insônia

Camomila

É uma erva suave, que tem sido amplamente utilizada para tratar problemas, incluindo insônia, depressão, estresse e ansiedade. Ela é rica em apigenina, um composto químico com efeito tranquilizante, uma vez que se liga aos receptores Gaba no cérebro. É possível usá-la de algumas maneiras:

Flores de camomila secas para fazer chá em infusão;

Saquinhos de chá preparados e vendidos;

Óleo essencial;

Tintura;

 

Valeriana

Tem sido utilizado como um tratamento natural para ajudar a melhorar o sono, promover relaxamento e reduzir a ansiedade. A raiz de valeriana contém vários compostos que incluem ácido valerênico, ácido isovalérico e os antioxidantes hesperidina e linarina, que parecem ter propriedades sedativas e estimulantes do sono.

Esses ativos também têm recebido atenção por sua interação com o ácido gama-aminobutírico (Gaba), um mensageiro químico que ajuda a regular os impulsos nervosos no cérebro.

 

Passiflora 

Conhecida como Passiflora Incarnata, é um sedativo à base de plantas, utilizado para o tratamento da ansiedade e popular auxiliar nos distúrbios do sono. Estudos sugerem que o chá atua aumentando o ácido gama-aminobutírico (GABA) no cérebro.

 

Variar é importante

Gaba

Um aminoácido que reduz a atividade no sistema nervoso central. Isso resulta em relaxamento, melhora do humor e do sono, diminui ansiedade, depressão e estresse.

 

Lavanda

Poucas pessoas sabem que podem beber um chá de lavanda, para uma rotina noturna mais relaxante com efeito benéfico na insônia e depressão. Você pode usar lavanda das seguintes maneiras:

Coloque algumas gotas de óleo essencial a um difusor em seu quarto, massageie óleo essencial na testa, mãos e em volta do nariz ou colocar algumas gotas de óleo essencial em seu travesseiro.  Use lavanda seca para fazer chá.

 

Erva-cidreira

Também conhecida como Melissa officinalis, é um membro da família da hortelã e tem um cheiro ligeiramente adocicado e cítrico. Sendo assim, as formas mais comuns da erva são o chá e o óleo essencial. Mas, historicamente tem sido usada como um medicamento antiviral, antibacteriano e para alívio dos sintomas de ansiedade, depressão, insônia, melhora do humor, função cognitiva e da qualidade do sono.

 

Modo de preparo dos chás para insônia

• 1 colher de sopa da erva escolhida (em média 5g) ou um saquinho de chá

• 1 xícara (250ml) de água quente

Esquente a água até formar pequenas bolhas (o ideal é não ferver). Coloque a erva, feche a caneca e aguarde 10 minutos. Coe ou retire o saquinho da água. Beba em seguida. Dosagem: beba uma xícara (250ml) a noite, 30 minutos antes de deitar-se. 

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/chas-para-curar-a-insonia-6-ervas-que-melhoram-seu-sono,4eb3b3e4ccd34e7f4dbfe2a5d65f29690ojja9hb.html?utm_source=clipboard - Adriana Stavro, nutricionista do Centro Universitário São Camilo - Foto: Shutterstock

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Homens precisam dobro de exercício para mesmo benefício cardíaco que mulheres


Malhar mais

 

Um comparativo de larga escala, usando dados coletados por aparelhos automáticos de monitoramento da atividade física, revelou uma diferença dramática entre os sexos: Homens com mais de 50 anos necessitam de mais do que o dobro de exercício moderado a vigoroso para obter a mesma redução no risco de doenças cardíacas que as mulheres.

 

Os homens precisaram de cerca de 9 horas de exercício por semana para reduzir seu risco de doença coronariana em 30%. Para as mulheres, o mesmo benefício foi alcançado com apenas cerca de 4 horas semanais - menos da metade do tempo.

 

A disparidade também foi observada em pessoas que já têm doenças cardíacas, onde a atividade física mostrou um impacto protetor muito maior na sobrevida das mulheres.

 

Os dados são robustos, envolvendo registros de saúde de mais de 80 mil adultos ao longo de oito anos.

 

O que se descobriu

 

A análise confirmou uma diferença significativa entre os sexos no tocante a exercícios físicos e saúde cardíaca:

 

Para prevenção: 150 minutos de exercício por semana (recomendação padrão) reduziram o risco de desenvolver doença cardíaca em 22% para mulheres, mas apenas 17% para homens.

Para maior proteção: Alcançar uma redução de risco de 30% exigiu 250 minutos semanais para mulheres e 530 minutos para homens.

Para quem já tem a doença: Entre os participantes com diagnóstico prévio, 150 minutos de exercício semanal foram associados a uma redução de 70% no risco de morte por qualquer causa nas mulheres, contra apenas 20% nos homens.

Os cientistas sugerem que a diferença pode ser explicada por fatores hormonais (como o estrogênio, que potencializa a queima de gordura) e por diferenças biológicas, que fazem com que as mulheres recrutem mais esforço muscular e metabólico para realizar a mesma tarefa física que os homens.

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Sex differences in the association of wearable accelerometer-derived physical activity with coronary heart disease incidence and mortality

Autores: Jiajin Chen, Yuliang Wang, Zihang Zhong, Xin Chen, Le Zhang, Lingjun Jie, Yangyang Zhang, Yan Wang

Publicação: Nature Cardiovascular Research

DOI: 10.1038/s44161-025-00732-z

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=homens-precisam-dobro-exercicio&id=17078%22 - Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Novembro Azul: 5 dicas de saúde para homens com mais de 60 anos


Com o passar dos anos, é necessário um suporte maior para cuidar e prevenir problemas de saúde; veja mais nesse Novembro Azul

 

O mês de novembro é dedicado à conscientização sobre a saúde do homem, com foco especial na prevenção do câncer de próstata, mas, para quem já passou dos 60 anos, os cuidados precisam ir além dos exames de rotina.

 

A partir dessa fase, o corpo passa por transformações naturais que exigem atenção redobrada à alimentação, sono, saúde mental, mobilidade e acompanhamento médico.

 

"A longevidade é uma conquista, mas ela precisa vir acompanhada de qualidade de vida. O segredo é manter uma rotina de prevenção contínua e entender que o autocuidado é o maior investimento em bem-estar", afirma a especialista em Geriatria e Gerontologia, Júlia Godoy, fundadora da Vivenza Care, agência de cuidados domiciliares voltada à assistência de idosos em baixa complexidade, com modelo de atendimento baseado em segurança, personalização e suporte humanizado.

 

Mais sobre saúde do homem:

 

5 dicas para homens com mais de 60 anos cuidarem da saúde:

1. Acompanhamento médico regular

Mesmo que o homem se sinta bem, é importante realizar check-ups completos ao menos uma vez por ano. Além dos exames de próstata, devem ser monitorados o coração, os níveis hormonais, a glicemia e a função renal.

"Muitos problemas são silenciosos e, quando detectados precocemente, têm tratamento simples e eficaz", explica Júlia Gogoy.

 

2. Alimentação equilibrada e rica em nutrientes

A dieta deve priorizar alimentos naturais, com foco em frutas, vegetais, proteínas magras e grãos integrais. A redução do consumo de sal, gorduras e ultraprocessados é essencial para prevenir doenças cardiovasculares e metabólicas.

 

3. Atividade física e mobilidade

"Caminhadas, alongamentos e exercícios de baixo impacto ajudam na força muscular, no equilíbrio e até na saúde cognitiva. Além de melhorar a circulação, a prática regular reduz o risco de quedas e contribui para o bom humor. Conte sempre com o suporte de um profissional para evitar lesões", destaca Júlia Godoy.

 

4. Saúde mental e socialização

O isolamento é um fator de risco subestimado. Manter vínculos sociais, participar de grupos de convivência e cultivar hobbies são atitudes que protegem contra a depressão e o declínio cognitivo.

"Cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo. O cérebro precisa de estímulo, conexão e propósito", reforça a especialista.

 

5. Suporte personalizado de cuidado

Para muitos homens acima dos 60, o suporte domiciliar é um grande aliado na manutenção da autonomia. Modelos de atendimento personalizados, como o oferecido pela Vivenza Care, garantem segurança e conforto no ambiente familiar, respeitando a individualidade e as necessidades de cada paciente.

"Não se trata apenas de viver mais, mas sim de viver melhor, com independência, autocuidado e acompanhamento adequado. Essa é a verdadeira essência da longevidade", conclui Júlia Godoy.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/novembro-azul-5-dicas-de-saude-para-homens-com-mais-de-60-anos,b06d01764a9375b4ef62cfa501f16e47k8iab3m6.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Professor José Costa é homenageado pelo Colégio O Saber


Na vida profissional, nada é mais gratificante do que a pessoa ser reconhecida e receber uma homenagem por seu trabalho ainda em vida. Graças a Deus, já recebi algumas homenagens em minha vida, e hoje fui homenageado pelo Colégio O Saber na abertura da 19ª edição dos Jogos Internos – JICOS, na presença de centenas de alunos, professores, pais e funcionários da escola.

 

Na placa de homenagem a inscrição encontrada é a seguinte: “Professor José Costa Obrigado pelos 15 anos de dedicação, compromisso e excelência no ensino. Sua trajetória no Colégio O Saber é um exemplo de profissionalismo e inspiração para todos que têm o privilégio de aprender ao seu lado. Com respeito e gratidão, Colégio O Saber.”

 

Agradeço pela homenagem à direção do Colégio O Saber e um agradecimento especial a Deus por ter guiado, protegido e iluminado meus passos durante esta jornada de vida e trabalho. Rogo a Ele que abençoe todos os que fazem parte da família Colégio O Saber, com a qual convivi durante 15 anos e que estarei presente por toda a minha vida.

 

Professor José Costa

5 principais grupos de alimentos que mais inflamam o corpo


A inflamação é um processo natural e necessário do organismo, responsável por reparar tecidos e defender o corpo de infecções. O problema começa quando esse mecanismo, que deveria ser pontual e protetor, se torna constante e silencioso.

 

"Essa inflamação crônica de baixo grau está por trás de condições como obesidade, resistência à insulina, fígado gorduroso, doenças cardiovasculares e até alguns tipos de câncer", explica a Dra Patricia Almeida, gastroenterologista e hepatologista pela Sociedade Brasileira de Hepatologia.

 

Segundo a especialista, a inflamação nasce, na maioria, dos excessos alimentares modernos. Os principais grupos que a favorecem agem por mecanismos distintos, mas complementares — e o resultado é um corpo permanentemente em alerta. São eles:

 

1. Açúcares e farinhas refinadas

O consumo frequente de alimentos ultrarrefinados — como refrigerantes, doces, pães e massas brancas — provoca picos de glicose e insulina no sangue. Esse ciclo repetido estimula a produção de radicais livres e sobrecarrega as células, desencadeando uma resposta inflamatória. Com o tempo, instala-se a resistência à insulina e o acúmulo de gordura no fígado e no abdome, ambientes propícios à inflamação.

 

2. Gorduras trans e óleos vegetais refinados

Presentes em alimentos industrializados, margarina, frituras e fast food, essas gorduras alteram a composição das membranas celulares e favorecem a oxidação do colesterol. Esse processo ativa vias inflamatórias no endotélio (a camada que reveste os vasos sanguíneos), contribuindo para aterosclerose, inflamação sistêmica e envelhecimento celular precoce.

 

3. Carnes processadas e proteínas ultracozidas

Embutidos, bacon e carnes preparadas em altas temperaturas concentram compostos tóxicos, como os nitritos. Essas substâncias estimulam a liberação de citocinas inflamatórias e interferem na função mitocondrial, promovendo disfunção metabólica.

 

4. Álcool em excesso

O álcool, mesmo em quantidades consideradas “sociais”, quando consumido com frequência, gera metabólitos tóxicos no fígado, como o acetaldeído. Esse composto desencadeia estresse oxidativo e aumenta a permeabilidade intestinal, facilitando a entrada de toxinas na circulação. O resultado é inflamação hepática e desequilíbrio de todo o metabolismo.

 

5. Alimentos ultraprocessados

O conjunto de aditivos químicos, emulsificantes e conservantes presentes em produtos prontos para consumo altera a microbiota intestinal — e um intestino desequilibrado é um importante gatilho inflamatório. A barreira intestinal enfraquecida permite a passagem de moléculas pró-inflamatórias para a corrente sanguínea, perpetuando o ciclo.

 

A médica ressalta que desinflamar o corpo não é um ato pontual, mas um processo sustentado por hábitos.

 

"Priorizar alimentos naturais e minimamente processados, dormir bem, movimentar-se regularmente e evitar o consumo de álcool e ultraprocessados são atitudes com impacto real e duradouro", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/5-principais-grupos-de-alimentos-que-mais-inflamam-o-corpo,009f9e0e1ebced0bff764b0c02135f886mb45rvx.html?utm_source=clipboard - Por: Marcela Ribeiro / Foto: Freepik