sábado, 21 de janeiro de 2017

Vai para praia ou piscina? Alguns cuidados são necessários

Nas férias os pais sempre dão um jeitinho de levar os filhos na praia ou na piscina. É uma atividade super divertida, principalmente par aos dias quentes. Mas também é preciso bastante cuidado. Como as pessoas costumam falar: “a água não tem cabelos para que você possa se agarrar”. Então, para evitar situações indesejadas, o melhor mesmo é tomar cuidado. Para garantir um verão divertido e seguro para os pequenos, confira algumas dicas.

Uso de boias – A necessidade de usar boias vai depender muito de quanto a criança está acostumada a nadar. Mas usando ou não as boias, é fundamental que os pais fiquem sempre atentos quando as crianças estiverem na praia ou na piscina. Há o risco, por exemplo, de a criança com boias nos braços se desequilibrar e ficar com o rosto na água, podendo se afogar.

Piscinas com grande profundidade – Não tenha a falsa impressão de que não há problemas quando a criança consegue ficar de pé. Existe risco em qualquer área da piscina, mesmo na parte mais rasa. Mas nadar em piscinas de maior profundidade exige uma atenção ainda maior dos pais ou responsáveis.

Pais e responsáveis precisam entrar na piscina? – Depende da idade da criança. Bebês com até dos dois anos sempre devem estar acompanhados, mesmo que estejam em uma piscina de 10 centímetros de profundidade. Já as crianças mais velhas e acostumadas com a água podem ter a supervisão de fora – sempre com cuidado. Na praia, por exemplo, não adianta ficar sentado embaixo do guarda-sol observando a criança distante nadando no mar.

Brincadeiras dentro da água – abraçar, afundar o amiguinho e outras atitudes não devem ser aceitas.


Atletas de fim de semana desfrutam todos os benefícios das atividades físicas

É mais um dado mostrando que as recomendações de exercícios físicos podem estar exageradas.

Mexa-se sempre que puder

Talvez você não precise se tornar um atleta, ou nem mesmo refazer sua agenda para incluir atividades físicas que lhe rendam benefícios à saúde.

Reforçando resultados anteriores, que mostraram que as recomendações de exercícios físicos podem estar exageradas, novos dados indicam que apenas uma ou duas sessões de exercícios por semana podem ser suficientes para melhorar a saúde.

Com resultados similares entre homens e mulheres, as pessoas com atividades físicas típicas de fim de semana apresentaram redução de mortalidade por todas as causas, apenas pelas doenças cardiovasculares (DCV) ou por câncer.

O estudo, que incluiu mais de 63.000 adultos e acaba de ser publicado no JAMA Internal Medicine, mostrou que nem mesmo é necessário obedecer diretrizes precisas de atividade física - basta se mexer um pouco.

Fisicamente ativo

Estas notícias são boas por que sugerem que esforços menos frequentes de atividade - que podem se encaixar mais facilmente em um estilo de vida apressado - oferecem benefícios significativos para a saúde, mesmo entre pessoas obesas e entre aquelas com fatores de risco médicos.

O risco de morte por todas as causas foi cerca de 30% menor entre os atletas de fim de semana em comparação com os adultos inativos - o risco de morte por doenças cardiovasculares foi 40% mais baixo e o risco de morte por câncer foi 18% menor.

"É uma notícia muito encorajadora que estar fisicamente ativo em apenas uma ou duas ocasiões por semana está associado a um menor risco de morte, mesmo entre pessoas que fazem alguma atividade, mas não atingem os níveis de exercício recomendados," disse o professor Emmanuel Stamatakis, da Universidade de Sydney (Austrália).

Quanta atividade física se deve fazer para desfrutar de benefícios à saúde é um tema que vem dividindo os especialistas há décadas.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que os adultos façam pelo menos 150 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada, ou pelo menos 75 minutos de atividade de intensidade vigorosa por semana, ou combinações equivalentes.

Mas não existem ainda dados que permitam aferir a frequência e a dose total semanal de atividade que possa trazer os melhores benefícios para a saúde. Por exemplo, as pessoas poderiam cumprir as diretrizes da OMS fazendo 30 minutos de atividade física de intensidade moderada cinco dias da semana, ou 75 minutos de atividade física de intensidade vigorosa em apenas um dia da semana.

O que se sabe bem é que a atividade física regular está associada com menores riscos de morte por todas as causas, por doenças cardiovasculares e por câncer, e há muito tempo a prática é recomendada para controlar o peso, o colesterol e a pressão arterial.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Pimenta para viver mais

Estudo diz que comidas picantes reduzem em 13% o risco de mortalidade. Faça nosso teste para ver se você é um grande conhecedor do universo das pimentas

Se você é daqueles que têm preferência por comida com um toque de pimenta, pode comemorar. Mais uma pesquisa acaba de concluir que o hábito resultaria em uma vida mais longa – principalmente por proteger contra infarto e derrame. Os achados são da Universidade Vermont, nos Estados Unidos, e foram baseados no acompanhamento de mais de 16 mil pessoas por cerca de 20 anos.

Ainda não se sabe exatamente de que forma as pimentas agem para garantirem mais aniversários. Mas, segundo os autores do trabalho, há algumas boas hipóteses no ar. Por exemplo: acredita-se que a capsaicina, substância responsável pela ardência do alimento, influencia em mecanismos capazes de evitar a obesidade e modula o fluxo sanguíneo. Além disso, parece que alteraria a flora intestinal — e, hoje, o estado da microbiota é encarado como indicador de saúde.

Essa não é a primeira pesquisa a estabelecer esse elo. Em 2015, cientistas das universidades de Pequim, na China, e Harvard, nos Estados Unidos, encontraram evidências de que um cardápio picante era sinônimo de maior expectativa de vida. Eles descobriram que apimentar o prato só uma ou duas vezes por semana já diminuía em 10% o risco de morte.

Na época, em entrevista para a SAÚDE, o professor Liming Li, da Universidade de Pequim, comentou que não é de hoje que esse alimento ou seus componentes ativos são associados à melhora da inflamação, à redução da gordura corporal e a um perfil de colesterol e triglicérides mais equilibrado — fatores que definitivamente contribuem para a longevidade. “No entanto, pouco se conhece sobre os mecanismos que justificam esses efeitos. Precisamos de mais estudos para esclarecê-los”, disse o epidemiologista.


Fonte: http://saude.abril.com.br/alimentacao/pimenta-para-viver-mais/ - Por Thaís Manarini - Foto: Bruno Marçal

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Conheça os 10 melhores alimentos detox

Listamos os 10 melhores alimentos detox para te ajudar em sua missão de desintoxicar o organismo e emagrecer com saúde!

Saber quais ingredientes são seus aliados na hora de se alimentar de forma saudável e desintoxicar o organismo é um passo e tanto para alcançar seus objetivos. Confira abaixo uma lista com os 10 melhores alimentos detox e saiba por que você deve apostar neles!

Chá verde: ajuda no emagrecimento devido aos fl avonoides que atuam no sistema nervoso central regulando a termogênese (geração de calor) e a queima de gorduras.

Canela: é antioxidante, anti-inflamatória, antifúngica e bactericida – por isso, está associada à prevenção de várias doenças. Também é termogênica.

Couve: não é à toa que é o coringa do suco verde: a planta é rica em vários minerais e vitaminas que auxiliam a desintoxicação e o emagrecimento.

Gengibre: anti-inflamatório poderoso (ajuda a combater a celulite e o inchaço) e tem ação termogênica.

Óleo de coco: fonte de gorduras saturadas, que são mais facilmente transformadas em energia (e não em estoque na forma de culote e pneus).

Salmão: além de fonte de proteínas, vitaminas e minerais, contém excelentes quantidades de gordura boa, ômega 3, potente anti-inflamatório.

Pimenta vermelha: possui substâncias antioxidantes que estimulam a liberação de endorfinas.

Chia: tem muitas fibras, ação antioxidante e é fonte de cálcio. Pode ser consumida em sementes ou farinha.

Vinagre de maçã: contém pectina, que atua na absorção de açúcar e estimula o metabolismo.

Cacau em pó: além de muitos antioxidantes, traz cálcio, fósforo, ferro e potássio. Melhora o humor – o que é muito desejável na correria do fim de ano – e protege o coração.


Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br/dieta/nutricao/conheca-os-10-melhores-alimentos-detox/11142 - Texto Olga Penteado | Adaptação Ana Paula Ferreira - Foto Shutterstock

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Esporte e estudo: caminhos paralelos

Ao longo dos séculos o esporte tem contribuído na formação integral do homem e ganhou mais importância quando foi incluído na escola, seja nas aulas de educação física ou como prática esportiva de competição. E esta parceria vem dando certo, um servindo de apoio ao outro, quando o objetivo e desenvolver no homem mente sã em corpo sadio. Esporte não é apenas saúde, mas também educação, cultura e lazer.

      Na escola, o aluno aprende a resolver os problemas matemáticos, treinando assim, a rapidez do seu raciocínio, aprende a interpretar um texto, recebe orientações para se concentrar nas explicações e conhece as normas de disciplina. No esporte, o atleta precisa utilizar rapidamente o raciocínio para finalizar ou criar uma jogada, precisa interpretar o que o técnico pede, tem a necessidade de se concentrar e de respeitar as regras, colocando assim, na prática do esporte, o aprendizado da sala de aula.

      O aluno que pratica esporte acaba gostando mais de estudar, da escola, participa dos eventos escolares, faz novas amizades, respeita mais os colegas e professores e o rendimento escolar melhora muito. Infelizmente, quando os filhos cometem algum erro ou tiram nota fraca na escola, alguns pais os castigam tirando-os do esporte, e às vezes, continuam deixando-os passear no shopping, passar horas jogando vídeo game, assistindo televisão ou grudado ao celular acessando whatsapp e facebook através da internet e não procuram saber se está acontecendo algo de errado com eles na escola, na rua ou em casa.

      O professor-técnico deve ter a compreensão e o bom senso de acompanhar seus alunos com relação ao rendimento escolar em outras disciplinas, já que eles passam muitas horas treinando seu esporte, orientando-os para que estudem mais, porque de nada adianta o aluno ser um bom atleta se seu rendimento escolar for fraco.

      O esporte deve ser incentivado pelos pais e por todos os educadores, que devem ver na prática desportiva uma promoção de vida mais saudável e um convívio social agradável dos alunos, para que eles sejam estimulados a estudar e ter sua formação integral como ser humano. No futuro próximo eles serão gratos a todos, transformando-se em bons e úteis cidadãos para a sociedade.


Por Professor José Costa