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segunda-feira, 30 de março de 2026

Atividade física: 7 razões para se movimentar e transformar sua rotina


Mais do que estética ou desempenho, a prática está diretamente ligada à prevenção de doenças e à garantia do bem-estar

 

Um olhar mais atento para escolhas cotidianas faz diferença a longo prazo. Em meio a rotinas aceleradas, longas horas sentadas e altos níveis de estresse, a atividade física surge como uma das ferramentas mais acessíveis e poderosas para promover equilíbrio e bem-estar.

 

Mais do que estética ou desempenho, o movimento está diretamente ligado à prevenção de doenças, ao controle emocional e até à forma de lidar com desafios diários. Segundo o preparador físico Ricardo Neves Fernandes, do Studio Vowi, o maior erro ainda é enxergar o exercício como algo secundário.

 

"As pessoas costumam esperar tempo, motivação ou um cenário ideal para começar, mas o corpo precisa de estímulo constante. A atividade física não entra na rotina quando sobra tempo, ela precisa ser prioridade para que a saúde não cobre essa conta depois", explica.

 

A seguir, o especialista destaca 7 benefícios da atividade física que vão além do óbvio e ajudam a entender por que se movimentar é essencial. Confira!

 

1. O corpo cobra a falta de movimento

Ficar muitas horas parado impacta a circulação sanguínea, a postura e até a saúde hormonal. Pequenas pausas ativas ao longo do dia ajudam a reduzir dores e a aumentar a disposição. "Quando você se movimenta, seu corpo responde rápido. Menos dor, mais energia e mais vontade de continuar", comenta Ricardo Neves Fernandes.

 

2. Exercício não é só físico, é mental

A prática regular de atividade física ajuda a reduzir sintomas de ansiedade e melhora o foco. Isso acontece porque o exercício regula neurotransmissores ligados ao humor e à sensação de recompensa. "Muita gente começa a treinar pelo corpo e continua pela cabeça. O impacto na saúde mental é um dos maiores ganhos", afirma.

 

3. Mais energia ao longo do dia

Ao contrário do que muitos pensam, se exercitar não "cansa mais". Pelo contrário, melhora a oxigenação e faz o corpo funcionar melhor, resultando em mais disposição. "O sedentarismo cansa mais do que o exercício. O corpo parado entra em um ciclo de baixa energia", explica o especialista.

 

4. Sono de qualidade começa durante o dia

A atividade física ajuda a regular o ciclo do sono, facilitando o descanso profundo. Isso impacta diretamente a memória, o humor e a produtividade. "Dormir melhor não começa à noite, começa com o que você faz ao longo do dia, incluindo se movimentar", diz Ricardo Neves Fernandes.

 

5. Prevenção silenciosa de doenças

Doenças como diabetes, hipertensão e obesidade se desenvolvem aos poucos. O exercício atua de forma preventiva, regulando funções metabólicas e reduzindo riscos. "A atividade física é um investimento invisível. Você não vê na hora, mas sente a diferença ao longo dos anos", reforça.

 

6. Fortalecer o corpo é ganhar autonomia

Músculos e ossos fortes significam mais independência, menos dores e menor risco de lesões, principalmente com o passar do tempo. "Treinar hoje é garantir mobilidade e qualidade de vida no futuro. Isso é algo que muita gente só percebe tarde demais", alerta.

 

7. Consistência vale mais que intensidade

Não é preciso treinar pesado todos os dias. O mais importante é manter uma rotina possível e sustentável. "O melhor treino é aquele que você consegue manter. Não adianta intensidade por uma semana e parar depois", finaliza Ricardo Neves Fernandes.

 

Comece de onde dá, com o que é possível. Caminhar, subir escadas, fazer pausas ativas ou incluir treinos na rotina já são passos importantes. Afinal, cuidar da saúde não é sobre grandes mudanças de uma vez, mas sobre escolhas consistentes todos os dias.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/atividade-fisica-7-razoes-para-se-movimentar-e-transformar-sua-rotina,0231b4b16b817992a895a89b68100f0b6on3xt87.html?utm_source=clipboard - Por Gabriela Andrade - Foto: PeopleImages | Shutterstock / Portal EdiCase

terça-feira, 24 de março de 2026

Check-up do coração: 7 exames importantes para monitorar sua saúde


Saiba quais testes ajudam a detectar problemas cardíacos e entenda como a prevenção pode salvar sua vida

 

Cuidar da saúde cardiovascular é essencial para garantir uma vida longa e sem complicações graves. Um check-up do coração ajuda a detectar problemas de forma precoce e segura.

 

Por que fazer um check-up do coração?

Muitas doenças cardíacas são silenciosas e não apresentam sintomas claros no início. O acompanhamento regular permite que o médico identifique riscos antes de qualquer mal-estar.

 

Além de exames, manter hábitos saudáveis é fundamental para proteger o músculo cardíaco. A prevenção é sempre o melhor caminho para evitar infartos e outros problemas.

 

7 exames fundamentais para o coração

Existem diversos procedimentos que avaliam a estrutura e o funcionamento do seu coração. Confira abaixo os principais testes solicitados pelos médicos em um check-up completo.

 

1. Eletrocardiograma (ECG)

Este exame avalia os impulsos elétricos que fazem o coração bater no ritmo certo. Ele identifica arritmias e possíveis sinais de um infarto recente ou antigo.

 

2. Ecocardiograma

O ecocardiograma funciona como um ultrassom detalhado do órgão em tempo real. Ele mostra o tamanho das câmaras cardíacas e o funcionamento das válvulas.

 

3. Perfusão do Miocárdio

Este teste utiliza substâncias específicas para visualizar o fluxo de sangue no coração. É ideal para identificar áreas que não recebem oxigênio suficiente.

 

4. Tomografia das Coronárias

A tomografia usa raios X para observar os vasos que levam sangue ao músculo. Ela ajuda a detectar o acúmulo de gordura ou cálcio nas artérias.

 

5. Ressonância Magnética

Este exame gera imagens de alta resolução usando campos magnéticos e ondas de rádio. Ele oferece detalhes precisos sobre toda a anatomia da região torácica.

 

6. Teste Ergométrico

O teste de esforço avalia como seu corpo reage ao exercício físico intenso. O paciente caminha na esteira enquanto o médico monitora a pressão e os batimentos.

 

7. Exames de Sangue

As análises laboratoriais verificam os níveis de colesterol, glicose e enzimas específicas do coração. Esses dados ajudam a calcular o risco de doenças vasculares futuras.

 

Dicas práticas para prevenir doenças

Adote uma dieta equilibrada e pratique exercícios físicos com regularidade em sua rotina. Escolha atividades prazerosas para manter a constância e o peso sob controle.

 

Evite o tabagismo e reduza o consumo de bebidas alcoólicas ou estimulantes. Dormir bem e controlar o estresse também são pilares para um coração forte.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/check-up-do-coracao-7-exames-importantes-para-monitorar-sua-saude,c21ff851346beddba4158bf71b12b3f8kul9f8nh.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

sexta-feira, 20 de março de 2026

Sono ruim impacta fome e saúde; veja dicas para dormir melhor


Pesquisa revela que 20% dos brasileiros dormem pouco, prejudicando o controle do peso e o equilíbrio hormonal

 

Dormir bem é um fator determinante para o equilíbrio hormonal e o controle do apetite. Uma boa noite de sono ajuda na prevenção de diversas doenças crônicas no organismo.

 

Dados do Vigitel mostram que 20,2% dos brasileiros dormem menos de seis horas por noite. Além disso, 31,7% dos adultos relatam sintomas frequentes de insônia no país.

 

Relação entre sono, fome e peso

A privação de sono impacta diretamente o metabolismo e a regulação da saciedade. Segundo Gisele Pavin, da Nestlé Brasil, dormir pouco aumenta a produção de grelina.

 

A grelina é o hormônio responsável por estimular a sensação de fome no indivíduo. Ao mesmo tempo, ocorre a redução da leptina, que controla a saciedade.

 

Na prática, isso gera um consumo maior de alimentos ao longo do dia. O risco de ganho de peso e o desenvolvimento de doenças aumentam consideravelmente.

 

Alimentos que ajudam a dormir melhor

A alimentação é uma aliada importante para quem busca noites mais restauradoras. Alguns itens favorecem a produção de melatonina e serotonina no corpo humano.

 

Frutas como banana e cereja ajudam na preparação do corpo para o descanso. O consumo de aveia e abacate também contribui para o ritmo circadiano.

 

Nutrientes essenciais para o descanso

Fontes de triptofano, como ovos e grão-de-bico, promovem relaxamento e bem-estar. Sementes de chia e linhaça também auxiliam nessa sensação de conforto.

 

O magnésio, presente em folhas verdes escuras e no cacau, ajuda no relaxamento muscular. Chás de camomila e erva-cidreira são ótimas opções para a transição ao sono.

 

Práticas de higiene do sono

Além da nutrição, organizar a rotina noturna é fundamental para o descanso. A chamada higiene do sono inclui práticas simples para aplicar em casa.

 

Reduzir a intensidade das luzes ao anoitecer ajuda o cérebro a relaxar. Evitar o uso de telas antes de deitar respeita o seu ritmo biológico.

 

Dicas práticas para a noite:

Estabeleça horários fixos para dormir e acordar todos os dias.

 

Mantenha o quarto escuro e com temperatura agradável para o corpo.

 

Evite refeições muito pesadas ou cafeína no período da noite.

 

Priorize o descanso

Priorizar o descanso é uma estratégia essencial de saúde e nutrição diária. O sono de qualidade favorece escolhas alimentares mais equilibradas e conscientes.

 

Cuide da sua rotina noturna para garantir mais energia e disposição. Consultar um especialista ajuda a tratar distúrbios crônicos que prejudicam o seu repouso.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sono-ruim-impacta-fome-e-saude-veja-dicas-para-dormir-melhor,386cc61fc069d363529096d4b1265b52lz4w3nnr.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Médica sugere dança para quem não gosta de musculação; veja


A atividade também é eficaz na prevenção de doenças que afetam a respiração

 

Você é mais uma pessoa que não se encontrou dentro da musculação e não sabe o que fazer para manter-se ativo fisicamente? Calma que para tudo há um jeito, ou seja, a otorrinolaringologista do Hospital Paulista Dra. Cristiane Passos indicou a dança para quem evita a musculação.

 

O porquê da dança para quem evita a musculação

"A prática regular de dança auxilia na prevenção e no tratamento de crises respiratórias, como rinite, sinusite, asma e bronquite. Isso porque ela atua em conjunto com fatores que estão diretamente ligados ao bom funcionamento do nosso sistema respiratório", falou.

 

A especialista destacou dentro desses fatores o controle de peso, melhora da qualidade do sono e aumento da força dos músculos envolvidos na respiração. "Especialmente em casos de alergias respiratórias, há inúmeros trabalhos, que evidenciam a diminuição progressiva do desconforto e das manifestações alérgicas à medida em que os pacientes aumentam sua resistência física e tolerância aos exercícios", disse Cristiane.

 

Mais do que recomendar, ou seja, é preciso estimular as pessoas a exercitarem o corpo por meio da dança. "A atividade física regular é sem dúvida uma das principais formas de manter a saúde em dia. Por isso, escolhemos a dança como temática da ação deste ano, que é a mais perfeita expressão da palavra saúde", observa o Dr. Braz Nicodemo, diretor presidente do Hospital Paulista.

 

Número, pesquisa e palavra do especialista

A pesquisa recente do Ministério da Saúde alegou que 11% dos paulistanos fazem exercícios físicos regulares. Os homens são os que mais resistem com apenas 8,16% deles que praticam com regularidade. Entre as mulheres, esse percentual é superior a 13%, o que indica a necessidade de ampliar esse contingente independentemente do gênero.

 

Pesquisas da Harvard Medical School também revelaram que o exercício regular pode melhorar em 20% a 30% a capacidade de concentração e memória em adultos e idosos.

 

O importante é que cada pessoa encontre no esporte uma forma de viabilizar o bem-estar do corpo e da mente", concluiu o gerente técnico da Companhia Athletica da Cia Athletica Cacá Ferreira.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/medica-sugere-danca-para-quem-nao-gosta-de-musculacao-veja,8e39b5e0d6ae8e7ebf757c6e0a57d1b39mk88ew1.html?utm_source=clipboard - Por: Redação / Sport Life - Foto: Shutterstock / Sport Life

quarta-feira, 28 de maio de 2025

11 alimentos que favorecem a saúde da mulher


Veja como uma alimentação variada é importante para ajudar na prevenção de doenças e auxiliar no funcionamento do organismo

 

A saúde da mulher envolve diversos fatores e fases da vida, como a gravidez, o ciclo menstrual e a menopausa. Para atravessar esses períodos com bem-estar, é fundamental praticar atividades físicas e manter uma alimentação equilibrada e variada.

 

Embora cada mulher tenha necessidades específicas, alguns alimentos fornecem nutrientes que, de maneira geral, favorecem a saúde feminina e oferecem diversos benefícios ao organismo. Para aprofundar esse tema, alguns especialistas destacam os alimentos mais importantes para o bem-estar da mulher. Confira a seguir!

 

1. Leite e derivados

Leites e derivados, assim como outras fontes de cálcio, são fundamentais para o fortalecimento dos ossos das mulheres e para a prevenção da osteoporose.

"O risco de osteoporose é maior nas mulheres, porque o estrogênio é um hormônio que tem capacidade de proteger o osso. Porém, na menopausa, há uma queda nos níveis de estrogênio no organismo, o que faz com que esse fator de proteção seja perdido, favorecendo a osteoporose e, consequentemente, fraturas", diz a Dra. Deborah Beranger, endocrinologista com pós-graduação em Endocrinologia e Metabologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (SCMRJ).

Uma forma criativa e saborosa de incluir derivados do leite na alimentação é acrescentar iogurte grego à salada de frutas. "Este alimento é uma excelente fonte de cálcio, essencial para a saúde dos ossos e dentes das mulheres. Além disso, o iogurte grego é uma fonte de proteína de alta qualidade, importante para a construção e reparação dos tecidos musculares. As melhores escolhas são as versões não adoçadas", explica a nutróloga Dra. Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

 

2. Folhas verde-escuras

Além de serem excelentes fontes de cálcio, as folhas verde-escuras, como espinafre e couve, conferem uma série de outros benefícios para o organismo da mulher. "São ricas em ferro e vitaminas. Dessa forma, auxiliam na prevenção da anemia, principalmente em mulheres que têm sangramento menstrual aumentado, e podem ajudar a reduzir o inchaço no período pré-menstrual", esclarece a Dra. Andrea Neves Soares, ginecologista da Clínica Allena.

A Dra. Deborah Beranger explica que, devido à perda de sangue durante a menstruação, pode haver uma redução nos níveis de ferro no organismo, tornando necessária a reposição do mineral. "E as folhas verde-escuras são uma ótima maneira de repor o ferro, pois também são ricas em vitamina C, que ajuda a aumentar a absorção desse nutriente", complementa.

 

3. Feijão-preto

De acordo com a nutróloga Dra. Marcella Garcez, o feijão-preto é rico em ferro e folato, fundamental para a saúde reprodutiva feminina. "O feijão-preto também é uma fonte importante de aminoácidos e fibras. Dessa forma, o consumo pode ajudar a manter a saúde digestiva e regular os níveis de açúcar no sangue, prevenindo o diabetes tipo 2", explica a especialista.

 

4. Frutas antioxidantes

Segundo a ginecologista Dra. Andrea Neves Soares, as frutas antioxidantes são importantes para a saúde geral da mulher. "A uva é rica em resveratrol, um antioxidante que tem propriedades anti-inflamatórias e contribui para a prevenção do câncer de mama, e a laranja é rica em vitamina C, que ajuda na imunidade e na produção de colágeno", explica a ginecologista.

 

5. Semente de linhaça

Segundo a nutróloga Dra. Marcella Garcez, as sementes de linhaça são uma excelente fonte de lignana, ácidos graxos ômega-3 e fibras solúveis. Alimentos ricos em fibras são especialmente importantes para as mulheres, que tendem a apresentar maior predisposição à constipação intestinal.

"A progesterona alta na gestação e em algumas fases do ciclo hormonal favorece a constipação intestinal. Existe também uma questão social: a mulher tem maior pudor em ir ao banheiro fora de casa. Mas é mais uma questão hormonal mesmo", diz.

Por isso, vale investir também em outros alimentos como aveia, chia e quinoa. "A quinoa é rica em fibras e carboidratos complexos, fornecendo energia sustentada e ajudando a regular os níveis de açúcar no sangue, além de ser uma excelente fonte de proteína vegetal completa, contendo todos os aminoácidos essenciais necessários para a saúde muscular e a função celular", acrescenta a médica.

 

6. Oleaginosas

Amêndoa, avelã, castanha, macadâmia, nozes e outras oleaginosas também conferem diversos benefícios para a saúde feminina. "Ricas em selênio, zinco, magnésio e cálcio, as oleaginosas combatem as inflamações do organismo, melhoram a imunidade e ajudam na redução do colesterol, além de possuírem uma potente capacidade antioxidante", diz a Dra. Andrea Neves Soares.

 

7. Soja

A soja e os produtos à base desse grão, como o tofu e o edamame, se mostram grandes coadjuvantes no alívio dos sintomas da menopausa, como os fogachos, além de beneficiarem também a saúde óssea e cardiovascular. Isso porque a soja é rica em isoflavona, um tipo de fitoestrógeno.

"Os fitoestrógenos são compostos vegetais que possuem estrutura química semelhante aos hormônios estrógenos encontrados no corpo humano. Por isso, são capazes de se ligar aos receptores de estrogênio e atuar como moduladores dos níveis hormonais. No climatério e na transição para a menopausa, quando o estrogênio no corpo diminui, os alimentos ricos em fitoestrógenos podem ajudar a aliviar os sintomas e proporcionar benefícios à saúde. Mas vale ressaltar que não são uma terapia de reposição hormonal", alerta a Dra. Marcella Garcez.

 

8. Salmão

Fonte de proteína de alto valor biológico, esse peixe é rico em ácidos graxos ômega-3. "O salmão é benéfico para a saúde cardiovascular das mulheres, ajudando a reduzir o risco de doenças cardíacas. Além disso, os ácidos graxos ômega-3 podem contribuir para a saúde mental, ajudando a reduzir a depressão e a ansiedade", diz a Dra. Marcela Garcez.

Os ácidos graxos também compõem a formação dos próprios hormônios. "Então, ajudam a amenizar a deficiência hormonal, contribuindo assim para a diminuição das ondas de calor", afirma a Dra. Deborah Beranger, que destaca o arroz integral, a aveia, o brócolis, a linhaça, a semente de girassol e a couve-flor como outras fontes deste ácido.

 

9. Cranberry

Muito conhecida na forma de suco, a cranberry é uma fruta avermelhada rica em flavonoides. "Dessa forma, a cranberry ajuda a retardar o envelhecimento e também a combater o estresse do organismo, além de ser uma importante forma de prevenção da infecção urinária para mulheres que sofrem com o problema", destaca a ginecologista Dra. Andrea Neves Soares.

 

10. Ovos

Segundo a Dra. Marcella Garcez, os ovos são uma excelente fonte de proteína de alta qualidade, pois contêm todos os aminoácidos essenciais necessários para a saúde muscular e para a reparação celular. "Além disso, os ovos são ricos em colina, que é importante para a saúde do cérebro e para a prevenção de defeitos congênitos durante a gravidez", acrescenta.

 

11. Abacate

O abacate é rico em L-triptofano, um aminoácido que ajuda a reduzir sintomas da TPM, como insônia, fadiga, compulsão por doces e, principalmente, irritabilidade. Isso ocorre porque o L-triptofano é precursor da serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar.

Além disso, a fruta é fonte de gordura boa, essencial para equilibrar o nível de colesterol no organismo. "[As frutas] limitam a absorção do colesterol no intestino e ajudam a reduzir os níveis de LDL no organismo", pontua a Dra. Marcella Garcez. 

É importante reforçar que, apesar de alguns nutrientes serem mais importantes dependendo da fase da vida da mulher, não existe um superalimento capaz de resolver todos os problemas e carências nutricionais. "O mais importante é manter uma dieta equilibrada e variada para atender todas as necessidades do organismo", diz a nutróloga.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/11-alimentos-que-favorecem-a-saude-da-mulher,5eecb610ad1661308c175bd0cf73cfc7fbd5u52w.html?utm_source=clipboard - Por Pedro del Claro - Foto: Tatiana Bralnina | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 23 de março de 2025

4 mudanças no corpo ao excluir o açúcar da alimentação


Reduzir o seu consumo pode beneficiar a saúde, ajudando na prevenção de doenças

 

O açúcar refinado é um tipo de açúcar que passa por um processo industrial de purificação e branqueamento, resultando em cristais brancos e finos. Ele é amplamente utilizado na indústria alimentícia e está presente em diversos produtos, como bolos, biscoitos, refrigerantes, doces, molhos e até alimentos considerados saudáveis.

 

Apesar de seu sabor adocicado e popularidade, o consumo excessivo de açúcar refinado pode prejudicar a saúde, contribuindo para o desenvolvimento de doenças como obesidade, diabetes tipo 2, cáries dentárias e problemas cardiovasculares. Além disso, ele pode provocar picos de glicemia no sangue, aumentando a sensação de fome e estimulando o ganho de peso.

 

A retirada do açúcar refinado da alimentação pode causar diversas mudanças no organismo. Abaixo, Janaina Amaral, coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera de Uberlândia, lista algumas delas!

 

1. Irritabilidade e ansiedade

Nos primeiros dias sem açúcar, é comum sentir irritabilidade e ansiedade. Isso ocorre porque ele estimula a produção de dopamina e endorfina, hormônios que geram a sensação de prazer. Ao retirar o açúcar, o corpo sente essa falta e aumenta a produção de cortisol, hormônio do estresse, causando irritabilidade. 

 

2. Dor de cabeça e irritabilidade

O carboidrato é a principal fonte de energia do corpo, e o cérebro utiliza a glicose como combustível. Ao reduzir drasticamente o consumo de açúcar, é comum sentir dor de cabeça e irritabilidade, sintomas que tendem a desaparecer em cerca de três dias, quando o corpo se adapta a outras fontes de carboidrato. 

 

3. Ajuste calórico e perda de peso

Se a retirada do açúcar não for acompanhada de um ajuste calórico, é possível haver perda de peso, já que o açúcar é um alimento rico em calorias e com baixo valor nutricional. 

 

4. Energia, pele, intestino e bem-estar geral

Após o período de adaptação, os benefícios de uma vida sem açúcar começam a surgir. É comum sentir mais energia, redução da acne e celulite e diminuição da gordura corporal. A retirada desse carboidrato melhora também o funcionamento intestinal, pois restaura a parede intestinal, onde ocorre a absorção de vitaminas e minerais. Além disso, fortalece a imunidade, uma vez que evita que o açúcar se alimente das bactérias ruins do intestino, que, em desequilíbrio, podem prejudicar as defesas do corpo.

 

Importância dos carboidratos de qualidade

O corpo humano não precisa de açúcar refinado, mas de carboidratos complexos, presentes em alimentos como frutas, verduras e grãos integrais. O açúcar refinado, por sua vez, pode causar diabetes, doenças cardíacas e diminuir a absorção de nutrientes, além de estar associado a quadros de depressão e ansiedade. Esse carboidrato cristalizado também é fonte de "calorias vazias", pois não contém nutrientes essenciais, por isso sua retirada da dieta não causa nenhuma perda nutricional. 

 

Estratégias para reduzir o consumo de açúcar

Para evitar o consumo excessivo de açúcar, é importante saber identificá-lo nos rótulos dos alimentos. Por isso, fique atento a ingredientes como glucose, açúcar invertido e xarope de milho, que são diferentes formas de açúcar adicionado. 

 

A redução do consumo de açúcar deve ser feita de forma gradual, para evitar crises de abstinência e outros efeitos colaterais. Uma boa estratégia é substituí-lo por adoçantes naturais, como stevia e xilitol, e priorizar o sabor natural dos alimentos, como frutas e leite integral. 

 

Outras práticas, segundo Janaina Amaral, incluem cozinhar mais em casa, utilizando ingredientes frescos e naturais, e buscar a orientação de um nutricionista. "Reduzir o açúcar aumenta a disposição, melhora o bem-estar e previne doenças, promovendo uma vida mais saudável", conclui a profissional.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/4-mudancas-no-corpo-ao-excluir-o-acucar-da-alimentacao,dc3fdb8d09a1a5e26ca0d7ba482254eb9up9gvwj.html?utm_source=clipboard - Por Nicholas Montini Pereira - Foto: everydayplus | Shutterstock / Portal EdiCase

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

10 alimentos que favorecem para a saúde da mulher


Veja como uma alimentação variada é importante para ajudar na prevenção de doenças e no funcionamento do organismo

 

A gravidez, a menopausa e o ciclo menstrual são algumas das fases que marcam a vida da mulher. Para enfrentá-las com saúde e bem-estar, deve-se manter uma alimentação equilibrada e variada. Embora cada pessoa e fase da vida tenha necessidades específicas, alguns alimentos fornecem nutrientes que, de maneira geral, beneficiam a saúde feminina e oferecem diversas vantagens ao organismo.

 

Para aprofundar esse tema, alguns especialistas destacam os alimentos mais importantes para a saúde da mulher. Confira a seguir!

 

1. Leite e derivados

Os leites e derivados, assim como outras fontes de cálcio, são fundamentais para fortalecer os ossos das mulheres e prevenir o risco de osteoporose. “O risco de osteoporose é maior nas mulheres, porque o estrogênio é um hormônio que tem capacidade de proteger o osso. Porém, na menopausa, há uma queda nos níveis de estrogênio no organismo, o que faz com que esse fator de proteção seja perdido, favorecendo a osteoporose e, consequentemente, fraturas”, diz a Dra. Deborah Beranger, endocrinologista com pós-graduação em Endocrinologia e Metabologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (SCMRJ).

 

Uma opção para adicionar mais sabor às frutas é o iogurte grego. “Este alimento é uma excelente fonte de cálcio, essencial para a saúde dos ossos e dentes das mulheres. Além disso, o iogurte grego é uma fonte de proteína de alta qualidade, importante para a construção e reparação dos tecidos musculares. As melhores escolhas são as versões não adoçadas”, explica a nutróloga Dra. Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

 

2. Folhas verde-escuras

Além de também serem excelentes fontes de cálcio, segundo a Dra. Deborah Beranger, as folhas verde-escuras, como espinafre e couve, conferem uma série de outros benefícios para o organismo da mulher. “As folhas verde-escuras são ricas em ferro e vitaminas. Dessa forma, auxiliam na prevenção da anemia, principalmente em mulheres que têm sangramento menstrual aumentado, e podem ajudar a reduzir o inchaço no período pré-menstrual”, diz a Dra. Andrea Neves Soares, ginecologista da Clínica Allena.

A Dra. Deborah Beranger explica que, devido à perda de sangue na menstruação, há também uma perda de ferro, sendo necessário repor. “E as folhas verde-escuras são uma ótima maneira de repor o ferro, pois também são ricas em vitamina C, que ajuda a aumentar a absorção desse nutriente”, complementa.

 

3. Feijão-preto

De acordo com a nutróloga Dra. Marcella Garcez, o feijão-preto é outra excelente fonte de ferro, assim como de folato, fundamental para a saúde reprodutiva feminina. “O feijão-preto também é uma fonte importante de aminoácidos e fibras. Dessa forma, o consumo pode ajudar a manter a saúde digestiva e regular os níveis de açúcar no sangue, prevenindo o diabetes tipo 2”, explica a especialista.

 

4. Frutas antioxidantes

Segundo a ginecologista Dra. Andrea Neves Soares, as frutas antioxidantes são importantes para a saúde geral da mulher. “A uva é rica em resveratrol, um antioxidante que tem propriedades anti-inflamatórias e contribui para a prevenção do câncer de mama. E a laranja é rica em vitamina C, que ajuda na imunidade e na produção de colágeno”, diz.

 

5. Semente de linhaça

As sementes de linhaça são uma excelente fonte de lignana, que ajudam a regular os níveis hormonais e a saúde da mama; ácidos graxos ômega 3, conhecidos por reduzirem o colesterol LDL e a inflamação no corpo; e, principalmente, fibras solúveis, segundo a nutróloga Dra. Marcella Garcez.

E os alimentos ricos em fibras são fundamentais para as mulheres por terem maior tendência à constipação. “A progesterona alta na gestação e em algumas fases do ciclo hormonal favorece a constipação intestinal. Existe também uma questão social: a mulher tem maior pudor em ir ao banheiro fora de casa. Mas é mais uma questão hormonal mesmo”, diz.

Por isso, vale investir também em outros alimentos como aveia, chia e quinoa. “A quinoa é rica em fibras e carboidratos complexos, fornecendo energia sustentada e ajudando a regular os níveis de açúcar no sangue, além de ser uma excelente fonte de proteína vegetal completa, contendo todos os aminoácidos essenciais necessários para a saúde muscular e a função celular”, acrescenta a Dra. Marcella Garcez.

 

6. Oleaginosas

Amêndoa, avelã, castanha, macadâmia, nozes e outras oleaginosas também conferem diversos benefícios para a saúde feminina. “Ricas em selênio, zinco, magnésio e cálcio, as oleaginosas combatem as inflamações do organismo, melhoram a imunidade e ajudam na redução do colesterol, além de possuírem uma potente capacidade antioxidante”, diz a Dra. Andrea Neves Soares.

 

7. Soja

A soja e os produtos à base desse grão, como o tofu e o edamame, se mostram grandes coadjuvantes no alívio dos sintomas da menopausa, como os fogachos, além de beneficiarem também a saúde óssea e cardiovascular. Isso porque a soja é rica em isoflavona, um tipo de fitoestrógeno.

“Os fitoestrógenos são compostos vegetais que possuem estrutura química semelhante aos hormônios estrógenos encontrados no corpo humano. Por isso, são capazes de se ligar aos receptores de estrogênio e atuar como moduladores dos níveis hormonais. No climatério e na transição para a menopausa, quando o estrogênio no corpo diminui, os alimentos ricos em fitoestrógenos podem ajudar a aliviar os sintomas e proporcionar benefícios à saúde. Mas vale ressaltar que não são uma terapia de reposição hormonal”, destaca a Dra. Marcella Garcez.

 

8. Salmão

Fonte de proteína de alto valor biológico, o salmão é rico em ácidos graxos ômega 3. “O salmão é benéfico para a saúde cardiovascular das mulheres, ajudando a reduzir o risco de doenças cardíacas. Além disso, os ácidos graxos ômega 3 podem contribuir para a saúde mental, ajudando a reduzir a depressão e a ansiedade”, diz a Dra. Marcela Garcez.

Além disso, os ácidos graxos, como o ômega 3, também compõem a formação dos próprios hormônios. “Então, ajudam a amenizar a deficiência hormonal, contribuindo assim para a diminuição das ondas de calor”, afirma a Dra. Deborah Beranger, que destaca o arroz integral, a aveia, o brócolis, a linhaça, a semente de girassol e a couve-flor como outras fontes deste ácido.

 

9. Cranberry

Muito conhecida na forma de suco, a cranberry é uma fruta avermelhada rica em flavonoides. “Dessa forma, a cranberry ajuda a retardar o envelhecimento e também a combater o estresse do organismo, além de ser uma importante forma de prevenção da infecção urinária para mulheres que sofrem com o problema”, destaca a ginecologista Dra. Andrea Neves Soares.

 

10. Ovos

Segundo a Dra. Marcella Garcez, os ovos se referem a uma excelente fonte de proteína de alta qualidade, pois contêm todos os aminoácidos essenciais necessários para a saúde muscular e para a reparação celular. “Além disso, os ovos são ricos em colina, que é importante para a saúde do cérebro e para a prevenção de defeitos congênitos durante a gravidez”, acrescenta.

 

Por fim, é importante reforçar que, apesar de alguns nutrientes serem mais importantes dependendo da fase da vida da mulher, não existe um superalimento capaz de resolver todos os problemas e carências nutricionais. “O mais importante é manter uma dieta equilibrada e variada para atender todas as necessidades do organismo”, diz a Dra. Marcella Garcez.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-09-21/10-alimentos-que-favorecem-para-a-saude-da-mulher.html - Por Pedro del Claro - Imagem: Goskova Tatiana | Shutterstock


Confia ao Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos. Provérbios 16:3


terça-feira, 16 de abril de 2024

10 alimentos que ajudam a fortalecer a imunidade


Veja como eles podem ajudar a prevenir resfriados, gripes e outras infecções respiratórias típicas desta época do ano

 

No outono, o corpo tende a ficar mais suscetível a doenças respiratórias devido a uma série de fatores sazonais e ambientais. As mudanças de temperatura, a umidade relativa do ar e a presença de vírus sazonais são apenas alguns dos elementos que contribuem para esse aumento na incidência de resfriados, gripes e outras infecções respiratórias. Por isso, nesta época do ano, é crucial fortalecer o sistema imunológico para ajudar o corpo a enfrentar esses desafios.

 

Conforme a farmacêutica Paula Molari Abdo, o sistema imunológico é composto por uma série de células que mantêm a defesa do corpo, protegendo o organismo contra doenças e infecções causadas por agentes externos como bactérias, vírus e parasitas. Quando a imunidade está baixa, o corpo encontra dificuldade para se proteger, deixando o organismo mais exposto às chamadas doenças oportunistas.

 

O cuidado com a alimentação se trata de uma das maneiras de ajudar a fortalecer a imunidade e preparar o organismo para enfrentar os desafios desta época do ano. Por isso, a seguir, confira 10 alimentos para adicionar ao cardápio e melhorar o seu sistema imunológico!

 

1. Frutas cítricas (laranja, limão, tangerina)

Ricas em vitamina C , as frutas cítricas auxiliam na produção de glóbulos brancos, fundamentais para combater infecções e manter um sistema imunológico saudável. “A vitamina C atua diretamente nas nossas células de defesa e ajuda a combater os microrganismos causadores de doenças, fortalecendo nossos anticorpos”, afirma a farmacêutica Luciana Rocha.

 

2. Alho

O alho contém compostos de enxofre que estimulam o sistema imunológico, auxiliando na prevenção de resfriados e gripes, além de possuir propriedades antibacterianas e antivirais. Ainda, segundo o nutrólogo Sandro Ferraz, esse é um alimento que ajuda o fígado a ativar enzimas que podem eliminar toxinas.

 

3. Iogurte natural

O consumo de iogurte ajuda a recompor as bactérias benéficas da flora intestinal, chamadas probióticas. “Esses micro-organismos contribuem para fortalecer a imunidade. O intestino saudável é capaz de separar o que não faz bem e absorver os principais micronutrientes, como as vitaminas”, esclarece a nutricionista Daniela de Araújo Medeiros.

 

4. Vegetais verde-escuros (espinafre e couve)

Rica fonte de antioxidantes, como a vitamina E, os vegetais verde-escuros ajudam a combater os radicais livres e fortalecem o sistema imunológico. Mariana Catta-Preta, nutricionista e doutora em Ciências, o espinafre, por exemplo, é uma rica fonte de antioxidantes e bioflavonoides. Indicado para ajudar a combater a anemia, devido ao alto teor de ferro, também possui muitas fibras e alto valor nutritivo.

 

5. Gengibre

O gengibre possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes que auxiliam na redução da inflamação no corpo, além de possuir propriedades antivirais que podem ajudar na prevenção de infecções.

“Vários estudos científicos descreveram os compostos bioativos do gengibre; entre eles, o mais importante é o gingerol, cujas propriedades medicinais já foram comprovadas”, explica a nutróloga Dra. Marcella Garcez.

 

6. Cenoura

Rica em betacaroteno, convertido em vitamina A no organismo, a cenoura fortalece as mucosas e as barreiras do corpo contra patógenos invasores. Além disso, a vitamina A é anti-inflamatória e possui a função de modular a imunidade.

 

7. Oleaginosas (amêndoas, nozes e castanhas)

Conforme Mariana Catta-Preta, as oleaginosas são ricas fontes em fibra, cálcio, ferro, potássio, zinco, vitamina E, selênio e ácido fólico. Entre seus benefícios, estão o fortalecimento do sistema imunológico e a ação cicatrizante e antioxidante. Além disso, esses alimentos também ajudam a reduzir o colesterol ruim (LDL) e aumentar o bom (HDL), controlar a pressão arterial e aliviar os sintomas da TPM.

 

8. Carnes magras (frango e peixe)

Essas carnes são excelentes fontes de proteínas de alta qualidade, essenciais para a produção de anticorpos e para o funcionamento adequado das células do sistema imunológico. Ainda, as carnes magras são ricas em nutrientes como zinco, ferro e vitaminas do complexo B, que desempenham papéis cruciais na manutenção da imunidade.

 

9. Chá verde

Rico em antioxidantes, como catequinas, o chá verde auxilia na prevenção de danos celulares causados pelos radicais livres, fortalecendo assim o sistema imunológico.

“Um dos processos que pode aumentar a velocidade de envelhecimento é a oxidação das moléculas do organismo. A bebida [chá verde] atua justamente nesse aspecto, protegendo contra os radicais livres”, explica Alex Botsaris, clínico-geral e especialista em doenças infecciosas e membro do Programa Estadual de Plantas Medicinais da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro (SES/RJ).

 

10. Cogumelos (shitake e cogumelo do sol)

Os cogumelos desempenham um papel crucial na promoção da imunidade devido à sua riqueza em nutrientes e compostos bioativos. Eles contêm beta-glucanos, um tipo de fibra solúvel que tem demonstrado fortalecer o sistema imunológico, estimulando a produção de células imunes no corpo.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-04-11/10-alimentos-que-ajudam-a-fortalecer-a-imunidade.html - Imagem: Foxys Forest Manufacture | Shutterstock


Senhor, tem misericórdia de nós; temos saudades de ti. Seja a nossa força todas as manhãs, a nossa salvação na hora da angústia. (Isaías 33: 2)


terça-feira, 31 de outubro de 2023

Alimentação e saúde: como comer bem pode ajudar o seu corpo


Uma boa alimentação pode ajudar no tratamento de doenças e ainda ajudar a prevenir enfermidades crônicas, melhorando o bem-estar

 

A alimentação saudável é uma recomendação constante de 10 entre 10 profissionais de saúde. Afinal, não restam dúvidas sobre o quanto a prática de comer de maneira correta pode influenciar no organismo, na reconstrução de células, tecidos e até dos ossos. Além disso, uma alimentação adequada ajuda a melhorar quadros de doenças simples até às mais complexas. Em outras palavras, não é exagero aquela frase que diz que “você é o que você come”.

 

Impacto na saúde

Para o influenciador, ex-atleta e, atualmente, mestrando em neurociência, Petrus Peixoto, essa é uma verdade incontestável e inegociável. Ele, que precisou lidar com a Epilepsia Benigna dos 10 aos 18 anos e que também lida diariamente com o diagnóstico de TDAH, reforça a importância que os alimentos podem exercer em nosso dia a dia.

 

“Não abro mão de comer de maneira saudável. Sei que, por vezes, a correria do dia a dia acaba atrapalhando, e, exatamente por isso, gosto de cozinhar e deixar marmitas prontas. Assim, consigo otimizar meu tempo com a certeza de que minha alimentação não será afetada”, diz. Petrus lembra que a boa alimentação, aliada aos remédios, o ajudava a controlar as convulsões.

 

“Hoje, também percebo a influência do que eu como no meu quadro de TDAH. Gosto de consumir bastante legumes, verduras, frutas e alguns tipos de proteína. Como sigo uma dieta anti-inflamatória, faço questão de organizar tudo para estar sempre em dia. O nosso cérebro tem uma enzima que tem a função de controlar a nossa insulina e eliminar toxinas que, quando não são eliminadas, podem causar algum tipo de demência, então, me organizar quanto a isso faz eu manter minha saúde em dia”, garante.

 

Alimentação na prevenção de doenças crônicas

Uma boa alimentação – sobretudo a caseira – também é capaz de prevenir doenças crônicas. Isso porque, de acordo com o nutricionista Antônio Wanderson Lack de Matos, cozinhar em casa permite controlar a qualidade dos ingredientes e escolher alimentos ricos em nutrientes e evitar aqueles prejudiciais à saúde.

 

A Dra. Tassiane Alvarenga, médica endocrinologista e metabologista pela USP, destaca que redução do consumo de alimentos processados e ricos em açúcar, sal e gorduras saturadas desempenha um papel crucial na prevenção de condições crônicas, como diabetes tipo 2, doenças cardíacas, hipertensão arterial e obesidade.

 

“O consumo regular de alimentos ricos em fibras, como aveia e leguminosas, ajuda a controlar os níveis de colesterol, prevenindo doenças cardíacas. Além disso, a inclusão de ácidos graxos ômega-3, encontrados em peixes gordos como salmão e sardinha, tem demonstrado benefícios na prevenção de doenças cerebrovasculares”, explica a especialista.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/alimentacao-e-saude-como-comer-bem-pode-ajudar-o-seu-corpo.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock


E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em amor está em Deus, e Deus, nele. 1 João 4:16


quarta-feira, 6 de abril de 2022

6 alimentos ricos em gorduras que você poderia comer mais


Alimentos ricos em gorduras boas ajudam na prevenção de doenças e são fontes de energia

 

Há um ditado popular que diz que nem tudo é o que parece. Ao ouvirmos a palavra gordura, certamente a associamos a algo ruim e desagradável. Mas não é bem assim. A gordura é um nutriente essencial para o nosso corpo, pois funciona como uma reserva de energia e previne doenças. O que precisamos saber é: quais são as consideradas boas e em quais alimentos encontrá-las.

 

A gordura contém componentes nutricionais importantes, como minerais, ferro e proteínas. Em linhas gerais, está dividida em três grupos: gordura saturada, gordura insaturada e gordura trans, e cada uma tem suas respectivas divisões. As insaturadas, por exemplo, incluem ácidos graxos mono e poliinsaturados, que possuem boa qualidade nutricional. O mesmo vale para a trans, desde que seja de origem natural - as artificiais, aquelas usadas em frituras, bolachas e salgadinhos, devem ser evitadas.

 

Os alimentos ricos em gordura boa são encontrados principalmente em grãos, sementes, lácteos e carnes. Entre as gorduras mais saudáveis conhecidas estão o ômega 3, presente nos peixes, e as provenientes de óleos vegetais, importantes para o controle dos níveis de triglicérides e colesterol.

 

Desmistificados alguns mitos sobre a gordura, o próximo passo é identificar em quais alimentos esse nutriente está presente. Lembrando, é claro, que o consumo deve ser moderado e balanceado com outras fontes de nutrientes. A seguir, uma breve lista de alimentos com gorduras que valem a pena para o nosso corpo.

 

Abacate: É um dos alimentos mais ricos em gordura boa. A quantidade ideal de consumo é de até meia fruta por dia

Ovos: Além de gordura, são fontes de proteína. Ingeri-los no café da manhã traz saciedade por mais tempo

Amêndoas: Ricas em gordura mono e poliinsaturada. O teor calórico é alto, portanto, consumir com parcimônia

Castanha-do-pará: Apesar de elevado teor calórico, é rica em proteína. Uma unidade por dia ajuda na prevenção do câncer e a retarda o envelhecimento das nossas células

Peixes: Atum, sardinha, salmão têm a famosa gordura ômega 3. Ela ajuda no combate ao estresse, auxilia na concentração e melhor saúde do coração. O consumo ideal é de duas vezes por semana

Azeite de oliva: Uma colher de sopa contém cerca de 10 gramas de gorduras boas. Por ser calórico, deve ser consumido com moderação.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/alimentacao/listas/32829-6-alimentos-ricos-em-gorduras-que-voce-poderia-comer-mais?utm_source=news_mv&utm_medium=AL&utm_campaign=9640083 - Escrito por Durval Ribas


Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.

Efésios 6:11