terça-feira, 20 de outubro de 2020

Superando desafios


     Desde que nascemos, superamos desafios todos os dias de nossas vidas, os quais podem ser fáceis ou difíceis, importantes ou não, colocados a nós de acordo com a situação que estamos vivendo no momento.

 

     Os desafios são provas e obstáculos que surgem no decorrer de nossas vidas. Eles nos ensinam a crescer, a superar limites e a conquistar o nosso espaço na sociedade. Eles acontecem no trabalho, no casamento, na família, nos estudos, nos esportes, nos relacionamentos e com a saúde; através da superação de perda do emprego e conquista de outro; de deixar a vida de solteiro, se casar e construir uma nova família; da luta pela cura de uma doença; da perda de um ente querido, da passagem da fase de adolescente para a adulta; do término dos estudos no ensino médio e a aprovação no vestibular e principalmente, do desafio de aprender a conviver e respeitar o outro como ser humano.

 

     Durante a minha vida profissional, sempre apareceram desafios, que foram e continuam sendo um aprendizado a cada dia, mas alguns se destacaram pelas circunstâncias e períodos que ocorreram, foram e continuam sendo um aprendizado diariamente.

 

     Durante 16 anos de trabalho no Colégio Estadual Murilo Braga, apenas ensinei o basquete nas aulas de educação física, mas com a implantação da LDB em 1996, elas foram modificadas com a inclusão de conteúdos teóricos, outros esportes e temas transversais. Foi difícil me adaptar, mas a minha determinação de acompanhar as novas tendências da educação fez com que me aprimorasse, superasse limites e atualizasse os conhecimentos participando de cursos específicos, lendo e conversando com outros professores sobre os diversos assuntos. Fiquei realizado em dar esse tipo de aula na escola pública em substituição ao esporte competitivo.

 

     Em 1993, fui convidado a dar aulas de basquete no Colégio Dom Bosco, mas no ano seguinte, os alunos optaram em praticar o voleibol e tive que optar em perder o emprego ou ensinar este esporte. E foi o que decidi: “arregacei as mangas”, comprei livros, fiz vários cursos e pesquisei bastante, dois anos depois ganhei o primeiro título escolar dos quatros conquistados em Sergipe, chegando a representar o Estado nos JEB’s, em Brasília, com as meninas do Dom Bosco. Em 2008, aceitei o desafio de ensinar handebol a nível competitivo e o Dom Bosco sagrou-se campeão masculino da seletiva do interior dos Jogos da Primavera, em Lagarto. Continua sendo uma experiência realizadora trabalhar com esportes que não sejam o basquete, o qual ensinei por 30 anos nos Colégios Murilo Braga, Graccho Cardoso e Salesiano.

 

     No Salesiano, sempre ensinei basquete e educação física do ensino fundamental ao médio. Em 2004, aceitei o desafio de ensinar pela primeira vez, em minha vida, a quarta série, hoje 5º ano. Superei os obstáculos e dificuldades por nunca ter trabalhado com alunos na faixa etária de 9 a 10 anos, mas foi gratificante porque aprendi a ter mais paciência e aceitar a ser “tio”.

 

     Em 2009, para minha surpresa e satisfação, fui convidado pelo Colégio Graccho, ao maior desafio de minha vida profissional, depois de 20 anos de dedicação a esta instituição, de educar através da educação física escolar, alunos do 2º ao 5º ano do ensino fundamental, antigo primário. Este desafio foi difícil por causa da idade dos alunos que ia de 6 a 10 anos, pois precisavam de mais atenção, carinho e respeito; exigindo de mim ser “tio”, psicólogo, enfermeiro, segundo pai e principalmente, um educador com a responsabilidade de contribuir na formação integral destas crianças. Eu não era apenas o professor de basquete, mas também de voleibol, handebol, futsal e educação física escolar.

 

     Em 2010, recebi o convite do Colégio O saber para ensinar educação física aos alunos do 6º ao 9º Ano e como a escola não tinha uma quadra esportiva, uma das duas aulas semanais era dada no Ginásio do SESI e a outra na sala de aula, um novo desafio, já que durante 30 anos de vida profissional as minhas aulas eram praticamente na quadra. Implantei as aulas teóricas com conteúdos sobre os esportes esportivos e também ensinei aos alunos a jogar xadrez e dama. Atualmente, a escola já possui sua quadra esportiva e as aulas são práticas, abrangendo basquete, futsal, handebol e voleibol.

 

     Em julho de 2020, o Blog Professor José Costa atingiu a marca histórica de 7 milhões de acessos, um sonho que foi concretizado após muito trabalho diário, este realizado com perseverança, responsabilidade e determinação de passar informações com qualidade aos leitores. Tudo começou em 2009, quando o amigo Jackson Macedo me aconselhou a criar um blog para divulgar o meu trabalho nas escolas onde ensinava. Ele me ensinou os primeiros passos e depois disso, comecei a montar o blog do meu jeito, inicialmente, com muitas dificuldades, já que não tinha o conhecimento apropriado para esse novo desafio e a da minha limitação em usar o computador e a internet. Aos poucos, fui aprendendo e, hoje, o blog tornou-se para mim uma ferramenta de trabalho onde procuro passar aos leitores informações atualizadas sobre educação, esporte, saúde, cultura e cidadania. Se depender da minha perseverança e determinação, o blog alcançará em breve a marca de 8 milhões de acessos, aguardemos.

 

     Em 2020, concretizei um sonho antigo, dar aulas às turmas do 4º ano no Colégio Dom Bosco, mas infelizmente por causa da pandemia, acabei lecionando presencialmente apenas até março, e o restante das aulas, até 18 de outubro, pela internet, quando encerrei meu ciclo de trabalho na escola, após 27 anos e 7 meses. Continuo lecionando educação física no Colégio O Saber.


     Por causa da pandemia, de abril de 2020 até os dias atuais, venho dando aulas de educação física online aos alunos do Colégio O Saber. Eu, que durante 40 anos de profissão, ensinei educação física e esportes com aulas práticas, tive que me reinventar e aprender a pesquisar conteúdos esportivos na internet para poder passar aos alunos. Está sendo uma aprendizagem para mim, pois junto aos meus alunos, aprendo esportes que só via pela televisão ou já tinha ouvido falar. Com fé em Deus e Nossa Senhora, espero que a pandemia acabe o mais rápido possível e que eu possa voltar a dar minhas aulas práticas. 

 

     Em 40 anos de trabalho, já ganhei mais de duzentas medalhas com meus alunos dos Colégios Murilo Braga, Graccho, Salesiano, Dom Bosco e O Saber. Todas tiveram um significado especial na minha carreira profissional, como a primeira medalha em cada colégio onde ensinei ou em cada competição que disputei. Algumas marcaram mais que outras, principalmente, a primeira em cada esporte como: em 1981, a medalha de Ouro no Basquete dos Jogos da Primavera com a categoria A feminino do Colégio Estadual Murilo Braga; em 1999, a medalha de Bronze no Voleibol dos Jogos das Crianças de Sergipe com a categoria mirim feminino do Colégio Dom Bosco; em 2008, a medalha de Ouro no Handebol da Seletiva dos Jogos da Primavera-Olimpíadas Escolares, com a categoria A masculino do Colégio Dom Bosco; em 2011, o título de campeão do Campeonato mirim masculino de futsal de Itabaiana, promovido pelo SESI, que foi disputado por 16 equipes das escolas das redes municipal, estadual e particular de ensino.

 

     Ao longo dos anos, o que vem me motivando a continuar trabalhando como quando iniciei em 1980, é a disposição de superar desafios em cada escola onde trabalhei ou em cada esporte que ensinei, seja no basquete, voleibol, handebol ou futsal. É através do esporte, na educação física, que espero estar contribuindo na formação integral dos meus alunos, inspirado na frase de Dom Bosco de “formar bons cristãos e honestos cidadãos”.

 

     Relato estes desafios da minha profissão e vida não para me enaltecer, mas para que sirvam de lições, motivações e exemplos a outras pessoas. Se aparecer desafios no percurso de sua vida, faça como eu: aceite-os, enfrente-os, não se intimide, não se desespere, não se acomode, tenha fé, encontre novos caminhos e soluções, recomece, aproveite as oportunidades, faça o melhor possível e compartilhe todas as experiências adquiridas.

 

     Em todos os desafios são encontradas dificuldades, problemas, incompreensões e obstáculos, mas nada que não possa ser resolvido ou superado com determinação, dedicação e força de vontade. Peça a Deus que ilumine e guie seus passos no caminho certo para superá-los quando forem surgindo na sua vida e Ele lhe atenderá, como faz comigo.

 

Professor José Costa

Escrever à mão torna você mais inteligente


Apesar de algumas preocupações com a luz azul-violeta dos celulares e tablets, outros estudos indicam que as crianças se desenvolvem mais com o uso da tecnologia.

 

Escrever à mão para ativar o cérebro

 

A tecnologia tem trazido grandes vantagens e facilitadores para a educação das crianças - incluindo benefícios cognitivos - mas algumas tarefas que estão sendo deixadas de lado podem anular esses ganhos.

 

É o caso de escrever à mão.

 

Na verdade, as perdas para as crianças parecem ser tão grandes que cientistas da Noruega estão defendendo a adoção de leis nacionais para garantir que as crianças recebam pelo menos um treinamento básico de caligrafia.

 

Os resultados de vários estudos mostraram que tanto crianças quanto adultos aprendem mais e lembram melhor do que estudaram quando escrevem à mão.

 

Agora, outro estudo confirmou esses resultados: Escolher a escrita à mão em vez de escrever usando um teclado resulta em melhor aprendizado e memória.

 

A professora Audrey van der Meer e seus colegas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia investigaram isso várias vezes desde 2017, começando com análises da atividade cerebral dos estudantes.

 

Agora a equipe publicou um novo estudo no qual a atividade cerebral foi monitorada comparativamente em adultos jovens e crianças.

 

Viver uma vida autêntica

 

Os experimentos foram realizados usando um aparelho de EEG (eletroencefalograma) para registrar a atividade das ondas cerebrais, permitindo coletar dados objetivos.

 

O cérebro produz impulsos elétricos quando está ativo. Os sensores nos eletrodos do exame são muito sensíveis e captam essa atividade elétrica, eliminando os vieses que podem ocorrer quando as avaliações são realizadas por entrevistas ou provas.

 

Os resultados mostraram que o cérebro dos adultos jovens e das crianças ficou muito mais ativo ao escrever à mão do que ao digitar no teclado.

 

"O cérebro evoluiu ao longo de milhares de anos. Ele evoluiu para ser capaz de agir e navegar pelo comportamento apropriado. Para que o cérebro se desenvolva da melhor maneira possível, precisamos usá-lo naquilo que ele é melhor.

 

"Precisamos viver uma vida autêntica, temos que usar todos os nossos sentidos, estar ao ar livre, experimentar todos os tipos de clima e conhecer outras pessoas. Se não desafiarmos o nosso cérebro, ele não poderá atingir todo o seu potencial. E isso pode afetar o desempenho na escola," disse a professora Van der Meer.

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=escrever-mao-torna-voce-mais-inteligente&id=14354&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Idosos mais joviais: Funções físicas e cognitivas melhoraram em 30 anos


Embora há apenas 10 anos se indicasse que as pessoas passavam mais anos doentes ao envelhecer, agora os dados indicam que estamos vivendo mais e mais saudáveis.

 

Idade com saúde

 

A capacidade funcional dos idosos de hoje é melhor quando comparada com a de pessoas da mesma idade de três décadas atrás.

 

Pesquisadores compararam o desempenho físico e cognitivo de pessoas entre 75 e 80 anos com os mesmos indicadores das pessoas da mesma idade na década de 1990.

 

"As medições baseadas no desempenho descrevem como os idosos lidam com sua vida diária e, ao mesmo tempo, as medições refletem a idade funcional de uma pessoa," explicou a professora Taina Rantanen, da Universidade de Jyvaskyla (Finlândia).

 

Entre homens e mulheres com idades entre 75 e 80 anos, a força muscular, a velocidade de caminhada, a velocidade de reação, a fluência verbal, o raciocínio e a memória de trabalho mostraram-se significativamente melhores do que em pessoas que tinham a mesma idade em 1990.

 

Nos testes de função pulmonar, no entanto, não foram observadas diferenças entre os dois grupos.

 

"A maior atividade física e o aumento do tamanho corporal explicaram a melhor velocidade de caminhada e força muscular entre a coorte nascida mais tarde, enquanto o fator subjacente mais importante por trás das diferenças da coorte no desempenho cognitivo foi a educação mais longa," disse a pesquisadora Kaisa Koivunen.

 

Meia-idade mais longa

 

Os resultados sugerem que o aumento da expectativa de vida tem sido acompanhado por um aumento do número de anos vividos com boa capacidade funcional.

 

Segundo a equipe, isso pode ser explicado por uma taxa de mudança mais lenta com o aumento da idade, um desempenho físico melhor mais duradouro ou uma combinação dos dois.

 

"Os resultados sugerem que nossa compreensão da velhice está antiquada. Do ponto de vista de um pesquisador do envelhecimento, mais anos são adicionados à meia-idade, e não tanto ao fim da vida. O aumento da expectativa de vida nos fornece mais anos sem deficiência, mas, ao mesmo tempo, os últimos anos de vida chegam em idades cada vez maiores, aumentando a necessidade de cuidados. Entre a população que está envelhecendo, duas mudanças simultâneas estão ocorrendo: a continuação dos anos saudáveis até idades mais elevadas e um aumento do número de pessoas muito velhas que precisam de cuidados externos," disse Rantanen.

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=idosos-mais-joviais-funcoes-fisicas-cognitivas-melhoraram-30-anos&id=14351&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: Marg/Wikimedia

domingo, 18 de outubro de 2020

O melhor exercício para emagrecer e continuar magro foi descoberto pela ciência


Levantamento de peso, também conhecido como treinamento de resistência, é praticado há séculos como forma de aumentar a força muscular. Pesquisas mostram que o treinamento de resistência, seja feito por meio do peso corporal, elásticos ou máquinas de resistência, halteres ou pesos livres, não apenas nos ajuda a ganhar força, mas também melhora o tamanho do músculo e pode ajudar a neutralizar a perda muscular relacionada à idade.

 

Mais recentemente, tornou-se popular entre aqueles que procuram perder peso. Embora exercícios como corrida e ciclismo sejam realmente eficazes para reduzir a gordura corporal, essas atividades podem diminuir simultaneamente o tamanho do músculo, levando a músculos mais fracos e maior perda de peso percebida, pois o músculo é mais denso do que a gordura. Mas, ao contrário dos exercícios aeróbicos, as evidências mostram que o treinamento de resistência não só tem efeitos benéficos na redução da gordura corporal, mas também aumenta o tamanho e a força muscular.

 

O “efeito queima pós-treino”

Quando fazemos exercícios, nossos músculos precisam de mais energia do que quando descansamos. Essa energia vem da capacidade de nossos músculos de quebrar a gordura e os carboidratos (armazenados no músculo, fígado e tecido adiposo) com a ajuda de oxigênio. Portanto, durante o exercício, respiramos mais rápido e nosso coração trabalha mais para bombear mais oxigênio, gordura e carboidratos para os músculos em exercício.

 

O que é menos óbvio, no entanto, é que depois de terminarmos os exercícios, o consumo de oxigênio permanece elevado, a fim de restaurar os músculos ao seu estado de repouso, quebrando a gordura armazenada e os carboidratos. Este fenômeno é chamado de consumo excessivo de oxigênio pós-exercício (CEOPE), embora mais comumente conhecido como “efeito queima pós-treino”. Descreve quanto tempo a captação de oxigênio permanece elevada após o exercício para ajudar os músculos a se recuperarem.

 

A extensão e a duração do efeito queima pós-treino são determinadas pelo tipo, duração e intensidade do exercício, bem como pelo nível de aptidão e dieta. Um exercício de longa duração que usa vários músculos grandes, realizado até a fadiga ou próximo a ela, resulta em uma queima pós-treino maior e mais duradoura.

 

O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT, na sigla em inglês) e o treinamento de resistência de alta intensidade são mais eficazes para elevar a queima pós-treino de curto e longo prazo. A razão pela qual exercícios do tipo HIIT são considerados mais eficazes do que exercícios de resistência em estado estacionário é por causa do aumento da fadiga associada ao HIIT. Essa fadiga leva a mais oxigênio e energia necessários por um período prolongado para reparar músculos danificados e repor os estoques de energia esgotados. Como tal, o exercício de resistência é uma forma eficaz de perder o excesso de gordura devido ao alto custo calórico da sessão de treinamento real e ao “efeito queima pós-treino”.

 

Perda de gordura de longo prazo

O treinamento de resistência também pode ser eficaz para o controle de peso a longo prazo. Isso ocorre porque o tamanho do músculo desempenha um papel importante na determinação da taxa metabólica de repouso (TMR), que é quantas calorias seu corpo necessita para funcionar em repouso. A taxa metabólica em repouso é responsável por 60-75% do gasto total de energia em pessoas que não praticam exercícios, e a gordura é a fonte de energia preferida do corpo em repouso.

 

O aumento do tamanho do músculo por meio do treinamento de resistência aumenta a TMR, aumentando ou sustentando a perda de gordura ao longo do tempo. Uma revisão de 18 estudos descobriu que o treinamento de resistência foi eficaz no aumento da taxa metabólica de repouso, enquanto o exercício aeróbio e exercícios combinados aeróbio e de resistência não foram tão eficazes. No entanto, também é importante controlar a ingestão de calorias para perder gordura e manter a perda de gordura.

 

Os exercícios de treinamento de resistência devem envolver os maiores grupos musculares, usar exercícios de corpo inteiro executados em pé e deve envolver duas ou mais articulações. Tudo isso torna o trabalho corporal mais difícil, aumentando assim a quantidade de músculo e, portanto, a TMR. Um programa de treinamento de resistência eficaz deve combinar intensidade, volume (número de exercícios e séries) e progressão (aumentando ambos conforme você fica mais forte). A intensidade deve ser alta o suficiente para que você se sinta desafiado durante o treino.

 

A maneira mais eficaz de fazer isso é usando o método de repetição máxima. Para fins de perda de gordura, deve-se realizar entre seis e dez repetições de um exercício com uma resistência que resulte em fadiga, de forma que você não consiga fazer confortavelmente outra repetição completa após a última. Recomenda-se três a quatro séries, duas ou três vezes por semana para cada grupo muscular.

 

O método de repetição máxima também garante a progressão, pois quanto mais forte você fica, mais você precisa aumentar a resistência ou carga para causar fadiga na décima repetição. A progressão pode ser alcançada aumentando a resistência ou intensidade, de modo que a fadiga ocorra após a realização de menos repetições, digamos oito ou seis.

 

O treinamento de resistência ajuda na perda de excesso de gordura, aumentando tanto a queima pós-treino após o exercício, quanto o tamanho do músculo, aumentando assim o número de calorias que queimamos em repouso. Combiná-lo com uma dieta saudável só aumentará ainda mais a perda de excesso de gordura corporal – e também pode fornecer outros benefícios positivos à saúde.

 

Fonte: https://hypescience.com/melhor-exercicio-para-emagrecer/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29  - Por Redação

sábado, 17 de outubro de 2020

Como eliminar o mau hálito na hora de usar máscara


O mau cheiro tem solução, basta adotar algumas dicas simples no dia a dia

 

Não adianta esbravejar: a máscara protetora de nariz e boca se tornou um item indispensável durante a pandemia do novo coronavírus. Isso porque, se usada de forma correta, ela é capaz de minimizar a transmissão do vírus por formar uma barreira física contra a disseminação de gotículas de saliva, bem como proteger quem a usa contra uma possível contaminação proveniente de outras pessoas.

 

Mas como contornar aquele mau hálito que incomoda quando ficamos um pouco mais de tempo com a máscara? Saiba desde já que esse é um problema comum, porém simples de se resolver.

 

Em primeiro lugar, é importante saber que, se você notou o mau hálito durante o uso das máscaras, muito provavelmente ele já estava presente antes disso. O fato que mudou é que o ar que respiramos fica maiormente contido dentro da máscara e faz com que sintamos o mau cheiro com mais intensidade.

 

O mau hálito pode acontecer por diversas razões, sejam elas o hábito de passar muitas horas sem comer ou de ter uma higiene bucal deficiente. O alívio desse mau odor, portanto, vem justamente de um cuidado maior com a boca.

 

Abaixo, veja sete dicas que separamos para tornar o uso das máscaras mais confortável para o seu olfato.

 

Evite jejuns prolongados: ficar sem se alimentar por longos períodos pode provocar mau hálito que, em tempos normais, talvez não fizesse diferença para você. Quando a máscara retém parte do ar exalado, o incômodo é notado. Por isso, procure se alimentar em média a cada três horas, pois essa regularidade ajuda a aliviar o problema.

 

Beba água: a boca seca também faz com que a halitose - como também é conhecido o mau hálito - se manifeste. E, como a máscara retém o ar expelido, sobra para o nariz sentir o mau hálito. Por isso, tenha o hábito de se hidratar regularmente, pois ela ajuda a normalizar a liberação de saliva, responsável também por um bom hálito. De quebra, beber água também enxagua a boca, retirando parte das bactérias presentes na região.

 

Fuja de determinados alimentos: quem nunca reclamou do coleguinha que exagerou no alho ou na cebola e ficou com um hálito bem característico? Pois saiba que em tempos de pandemia - se você exagerar nesses condimentos - será você a lidar com esse odor. Sempre que tiver de sair de casa e, consequentemente, usar máscara, pense bem no que colocará no prato na refeição anterior.

 

Escove os dentes cuidadosamente: a saúde bucal é fundamental para um hálito fresco. Por isso, não deixe de escovar os dentes cuidadosamente após cada refeição. Uma opção para manter o hálito agradável e ainda se proteger contra a formação de tártaro - aquela placa bacteriana endurecida - é usar diariamente a nova linha Colgate Total 12® Anti-Tártaro, pois ele possui uma tecnologia avançada antibacteriana e protege a boca contra esses microrganismos por até 12 horas.

 

Não se esqueça da língua: faça da escovação da língua um hábito. Isso porque bactérias e resíduos de alimentos também podem permanecer ali, o que confere um mau hálito que é intensificado quando a máscara cobre o nariz e a boca. Por isso, sempre depois de escovar os dentes, também dedique um momento na higienização da língua.

 

O uso da nova linha Colgate Total 12® Anti-Tártaro é uma opção eficaz para esses casos, pois a tecnologia antibacteriana também protege língua, bochechas, gengivas e dentes.

 

Use fio dental: depois de cada refeição, use também o fio ou fita dental. Isso porque ele remove resíduos de alimentos que porventura podem ter se acumulado entre os dentes. Se eles permanecerem ali, vão sofrer degradação e o resultado é bem aquilo que você deseja evitar: o mau hálito. Quando a máscara cobrir o nariz e a boca, o cheiro que você sentirá também virá daquele alimento não removido de entre os dentes há dias.

 

Enxaguante bucal é o melhor amigo: o enxaguante bucal é capaz de eliminar bactérias de toda a boca, não somente da superfície dos dentes. Por isso, é um grande aliado também durante a época atual, em que as máscaras são necessárias para prevenir a disseminação do novo coronavírus.

 

Com as bactérias eliminadas, o hálito tende a ficar fresco e delicado. Uma opção de enxaguante bucal que conta com diversas funcionalidades é o da nova linha Colgate Total 12® Anti-Tártaro. Além da sua potência antibacteriana, de quebra ainda tem um agradável sabor que permanece na boca.

 

Caso o mau hálito persistir, procure um médico, já que há alguns casos menos frequentes em que o odor desagradável pode vir do esôfago ou estômago.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/36839-como-eliminar-o-mau-halito-na-hora-de-usar-mascara?utm_source=news_mv&utm_medium=MS&utm_campaign=8756916 - Escrito por Informe Publicitário - Redação Minha Vida