segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

10 dicas para voltar às aulas presenciais com segurança


Em muitas cidades as crianças já estão voltando presencialmente para as salas de aula. Seja no sistema presencial realmente – indo todos os dias – seja de forma híbrida, quando parte das aulas acontecem no espaço físico da escola e a outra de forma remota. Em muitos casos o sistema híbrido é usado em turma maiores e os alunos são divididos para que haja o distanciamento necessário entre eles. As escolas estão cercadas de cuidados e orientação, mas reforçar alguns novos hábitos é fundamental para a segurança de todos. Por isso, hoje trazemos 10 dicas para que o retorno presencial seja feito com a maior segurança possível.

 

1 –  Uso de máscara: O uso da máscara é importante e está bastante relacionado à idade da criança. Para menores de 2 anos é contraindicado. A partir dessa idade, quanto maior a idade, maior a adesão e a compreensão.

 

2 – Lavagem das mãos: Lavar as mãos cuidadosamente é muito importante e esse processo deve ser feito antes das refeições, após brincadeiras no chão, após uso do banheiro e após o recreio. Geralmente, a partir dos 2 anos, a criança já pode começar a lavar as próprias mãos, em uma pia adequada à altura dela, e com supervisão de um adulto.

 

3 – Mochilas: A transmissão por objetos é mais rara, portanto, reduzir a quantidade de itens que vão e vêm para a escola diariamente não é o mais preocupante. O foco deve ser no uso da máscara, distanciamento e higiene das mãos.

 

4 – Cuidados com o ambiente: Além de manter o distanciamento, é fundamental que as crianças fiquem em ambientes arejados, com as janelas abertas e a limpeza das superfícies deve ser intensificada.

 

5 – Atenção aos sintomas: Os pais devem estar sempre muito atentos a qualquer sintoma, principalmente respiratório, como uma tosse, uma simples coriza, temperatura um pouco mais alta, um mal estar qualquer ou mesmo sintomas do trato digestivo, como diarreia. Nesse caso, deixe a criança em casa, para evitar que ela dissemine a doença na escola, e fale com o pediatra.

 

6 – A criança como protagonista: Converse com a criança para que ela ajude e ensine os amiguinhos sobre as medidas a serem seguidas.

 

7 – A hora das refeições: Na hora do almoço e dos lanches, as crianças precisarão ficar sem máscara e, por isso, é importante redobrar os cuidados. Elas devem sentar-se respeitando o distanciamento e evitando aglomerações.

 

8 – Uso do banheiro: As crianças devem usar o banheiro individualmente e lavar bem as mãos depois. O mesmo vale para a escovação dos dentes. Nunca levar as crianças juntas ao banheiro, no mesmo momento.

 

9 – Bolha social: Outra medida importante é tentar fazer os programas sempre com as mesmas famílias, que se sabe que estão respeitando a quarentena. É a chamada “bolha social”.

 

10 – Tem sintomas? Faça o teste: Em caso de sintomas, além de conversar com o médico, faça o teste do PCR. Se o resultado for positivo, a criança deve ficar dez dias em casa a partir do primeiro dia do sintoma. Já para os adultos, o mais seguro é ficar em quarentena por 14 dias.

 

Essas são algumas sugestões que você pode compartilhar com amigos e até com a escola do seu filho.

 

Fonte: https://www.bloguito.com.br/10-dicas-para-voltar-as-aulas-presenciais-com-seguranca?utm_campaign=_newsletter__-_bloguito__fevereiro_-_0902&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Mesmo com início da vacinação, máscara continua sendo fundamental


Estamos, há praticamente um ano, enfrentando a pandemia do novo coronavírus, com o uso obrigatório da máscara facial desde 1º de maio de 2020. Mesmo assim, ainda há quem se descuide desse importante acessório. Mas, longe de ser a hora de baixar a guarda, o uso da máscara precisa de cuidados especiais. Um deles é procurar substituir as máscaras de tecido - as mais usadas no Brasil – a cada período de duas horas.

 

O alerta é da médica infectologista Cláudia Sffeir de Oliveira Meuer, da Seção de Vigilância Epidemiológica de Santos. “Toda vez que se notar a máscara suja ou com umidade, ela tem de ser trocada”.

 

Já para os profissionais que atuam diretamente no enfrentamento do vírus (médicos, enfermeiros etc.), a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que façam o uso da máscara cirúrgica, não a de tecido. E quem está na linha de frente tem de usar outras específicas, que são dos tipos N95, PFF-2 e PFF-3.

 

A regra geral é simples: saiu de casa, use a máscara. “Como estamos em um país onde há a transmissão comunitária do coronavírus, na qual não se identifica o paciente que faz a transmissão do vírus, a recomendação é para que todos que não estejam no ambiente familiar usem máscara”.

 

Mesmo em casa, o uso de máscaras faciais é recomendado em alguns casos, explica Cláudia. “As mesmas orientações valem quando, em um lar, tiver a possibilidade de conviver com uma pessoa suspeita de estar infectada, ou que seja do grupo de risco, como idosos ou indivíduos com comorbidades”. Também não se deve esquecer, nesses casos, o distanciamento de 1,5 metro.

 

CUIDADOS AO RETIRAR

Quando se está de máscara e há necessidade de retirar para se alimentar ou se hidratar, outro cuidado deve ser tomado. “O modo correto é retirar pelo elástico, sem tocar na parte da frente”. Antes de retirar ou recolocar, tem de se fazer a higienização das mãos, lavando com água e sabão ou usando álcool em gel. O ideal, explica a médica infectologista, é trocar a máscara toda vez que for necessário interromper o uso na rua. Quando isso não for possível, recomenda-se guardar o acessório em uma embalagem limpa.

 

Mesmo em locais abertos como praias, é obrigatório o uso de máscara e manter o distanciamento social (1,5 metro). “É óbvio que, em um ambiente fechado, sem circulação de ar, há uma chance maior de contaminação. Mas o fato de uma pessoa estar em um ambiente aberto não a dispensa das medidas de proteção”.

 

HIGIENIZAÇÃO

Ao voltar para o lar, outra preocupação. Como deve ser feita a higienização do acessório? A recomendação do Ministério da Saúde para higienização é colocá-lo em um recipiente com água e água sanitária (1 parte de água sanitária para 50 partes de água) por 30 minutos. Exemplo: diluir 10ml de água sanitária para 500ml de água. Depois, basta enxaguar com água corrente e lavar com água e sabão. Após secagem, passar em ferro e acondicionar em saco plástico. Estas máscaras limpas têm de ser guardadas em sacos plásticos.

 

Fonte: https://revistanovafamilia.com.br/mesmo-com-inicio-da-vacinacao-mascara-continua-sendo-fundamental - Redação

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Covid-19: pacientes assintomáticos causam 50% dos casos, diz estudo


Um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, apontou que cerca de 50% dos casos de covid-19 são causados por pacientes assintomáticos

 

Um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, apontou que cerca de 50% dos casos de covid-19 são causados por pacientes assintomáticos. A pesquisa mostra que durante o surto inicial do coronavírus em Nova York, apenas um em cada cinco ou sete casos era sintomático.

 

Rahul Subramanian, coautor do estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, disse que é difícil separar os casos de pessoas infectadas com SARS-CoV-2 que não foram relatados por falta de testes, daqueles que apenas não sentiram nenhum sintoma da doença. “Queríamos separar essas duas coisas e como Nova York foi uma das primeiras cidades a relatar o número diário de testes concluídos, pudemos usar esses números para estimar quantos casos de covid-19 eram sintomáticos”, afirmou.

 

Embora diversos estudos utilizem dados epidemiológicos para calcular a taxa de transmissão e casos não contabilizados, a pesquisa da Universidade de Chicago foi a primeira a ser revisada ao incorporar dados sobre a capacidade diária de testes e mudanças nas taxas de teste ao longo do tempo, a fim de fornecer uma imagem mais precisa da proporção de infeções sintomáticas por covid-19.

 

Com base nesses dados, o estudo aponta que a taxa de infectados que sentiram sintomas está entre 13% e 18%, segundo a autora sênior Mercedes Pascual. “Independentemente da incerteza em todos os outros parâmetros, podemos dizer que mais de 50% da transmissão que ocorre na comunidade é de pessoas sem sintomas”.

 

A análise desses dados não comprova que pessoas assintomáticas são mais ou menos infecciosas, mas deixa claro que dentre todos os casos do vírus que se espalham pelos Estados Unidos, a maior parte é de pessoas sem sintomas. Fato que reforça a importância de manter as medidas de segurança e isolamento social apresentadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para prevenção da covid-19.

 

 “Mesmo que as pessoas assintomáticas não estejam transmitindo o vírus em altas taxas, elas constituem algo como 80% de todas as infecções”, afirmou o coautor do estudo, Qixin He.

 

Fonte: undefined - iG @ https://saude.ig.com.br/coronavirus/2021-02-12/covid-19-pacientes-assintomaticos-causam-50-dos-casos-diz-estudo.html

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Usar duas máscaras reduz contaminação por COVID-19 em 95%


Estudo realizado nos EUA mostra a eficácia do uso simultâneo da máscara cirúrgica e de pano

 

Um estudo divulgado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, mostra que o uso simultâneo da máscara cirúrgica e outra de pano por cima reduz o risco de transmissão da COVID-19 em 95%.

 

O resultado foi revelado a partir do seguinte experimento realizado pelos pesquisadores para aumentar a segurança do uso das máscaras: as alças da máscara cirúrgica foram amarradas com um nó; depois, a máscara de pano foi colocada por cima da primeira.

 

A combinação das máscaras bloqueou, no experimento, 92,5% das partículas emitidas em uma tosse simulada enquanto sozinhas e sem nós tanto a máscara cirúrgica quanto a de tecido bloquearam pouco mais de 40%. Este teste era para verificar a retenção das partículas emitidas durante a tosse.

 

Um segundo experimento visou verificar a eficácia das máscaras durante um período de respiração simulando uma fonte e um receptor. O resultado foi que, quando a fonte e o receptor usavam máscara dupla ou máscara cirúrgica com nós e ajuste na lateral, o risco de transmissão foi reduzido em 95%.

 

Segundo o CDC, os ajustes feitos melhoraram muito o controle de transmissão, reduzindo também a chance de uma possível exposição ao vírus. Mas há outras duas medidas apontadas que podem ajudar a reforçar a proteção contra a COVID-19: o uso de uma máscara com um filtro e sobrepor um tecido de nylon ao pano ou máscara cirúrgica.

 

Os cientistas, porém, indicaram uma limitação no resultado do estudo. Foi utilizado um tipo específico de máscara cirúrgica e de pano. Assim, a eficiência pode não ser a mesma com o uso de outras marcas ou tipos de máscara. Os pesquisadores também não realizaram testes com outras combinações, como pano sobre pano ou cirúrgica sobre pano. Portanto, os resultados podem ser diferentes nesses casos.

 

Segundo os pesquisadores, "os resultados dessas simulações não devem ser generalizados para a eficácia de todas as máscaras de procedimento médico ou máscaras de pano, nem interpretados como representativos da eficácia dessas máscaras quando usadas em ambientes do mundo real".

 

Além disso, o uso de duas máscaras pode, em alguns casos, impedir a respiração ou visão periférica de algumas pessoas.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/noticias/37320-usar-duas-mascaras-reduz-contaminacao-por-covid-19-em-95 - Escrito por Fatime Ghandour - Redação Minha Vida

A importância da Educação Infantil


Elencamos alguns fatores que vão te convencer a não deixar os pequenos em casa!

 

Quer saber porque a educação infantil é importante, certo?

Elencamos aqui 10 motivos da importância da educação infantil na vida de uma criança, para você compreender as vantagens em proporcionar este momento ao seu filho(a), independente da escola ou espaço de brincar.

 

1.  Convívio com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens.

2. Ampliação do conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas.

3. Primeiro contato com o mundo fora da sua família. Momento em que ganha autonomia e autoconfiança;

4. Brincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos).

5. Ampliação de seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais.

6. Oportunidade de tomar decisões, adquirir conhecimentos e se posicionar ao da escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens.

7.  Expressão de suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens, desenvolvendo sua sensibilidade, percepção e criatividade.

8. Autoconhecimento e construção de sua identidade pessoal, social e cultural, compreendendo seu lugar no grupo.

9.  Oportunidade para explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes.

10. Desenvolvimento das relações interpessoais fora da família, estabelecendo amizades.

 

Fonte: https://revistanovafamilia.com.br/a-importancia-da-educacao-infantil - Fotos: Paulina Riquelme