terça-feira, 25 de maio de 2021

Por que você deve tomar uma vacina COVID-19 - mesmo se você já teve o coronavírus


Algumas semanas atrás, uma mensagem apareceu no canto da minha tela. “O que você acha das pessoas que recentemente tiveram COVID-19 para tomar a vacina?” Uma amiga minha era elegível para uma vacina COVID – 19, mas ela havia superado recentemente uma infecção com SARS – CoV – 2. Mais pessoas estão se tornando elegíveis para vacinas a cada semana - incluindo milhões de pessoas que já se recuperaram de uma infecção por coronavírus . Muitos estão se perguntando se precisam da vacina, especialmente pessoas que já foram infectadas.

 

Eu estudo as respostas imunológicas a infecções respiratórias , então recebo muitos desses tipos de perguntas. Uma pessoa pode desenvolver imunidade - a capacidade de resistir à infecção - por ser infectada por um vírus ou por receber uma vacina. No entanto, a proteção imunológica nem sempre é igual. A força da resposta imunológica, a duração da proteção e a variação da resposta imunológica entre as pessoas são muito diferentes entre a imunidade à vacina e a imunidade natural para SARS – CoV – 2. As vacinas COVID-19 oferecem imunidade mais segura e confiável do que a infecção natural.

 

A imunidade após a infecção é imprevisível

A imunidade vem da capacidade do sistema imunológico de se lembrar de uma infecção. Usando essa memória imunológica, o corpo saberá lutar se encontrar a doença novamente. Os anticorpos são proteínas que podem se ligar a um vírus e prevenir a infecção. As células T são células que direcionam a remoção de células infectadas e vírus já ligados por anticorpos. Esses dois são alguns dos principais atores que contribuem para a imunidade.

 

Após uma infecção por SARS-CoV-2, as respostas de anticorpos e células T de uma pessoa podem ser fortes o suficiente para fornecer proteção contra reinfecção . A pesquisa mostra que 91% das pessoas que desenvolvem anticorpos contra o coronavírus provavelmente não serão infectadas novamente por seis meses , mesmo após uma infecção leve . Pessoas que não apresentaram sintomas durante a infecção também têm probabilidade de desenvolver imunidade, embora tendam a produzir menos anticorpos do que aquelas que se sentiram doentes. Portanto, para algumas pessoas, a imunidade natural pode ser forte e duradoura.

 

O problema é que nem todos desenvolverão imunidade após uma infecção por SARS-CoV-2. Até 9% das pessoas infectadas não têm anticorpos detectáveis e até 7% das pessoas não têm células T que reconhecem o vírus 30 dias após a infecção.

 

Para as pessoas que desenvolvem imunidade, a força e a duração da proteção podem variar muito. Até 5% das pessoas podem perder sua proteção imunológica em alguns meses. Sem uma forte defesa imunológica, essas pessoas são suscetíveis à reinfecção pelo coronavírus. Alguns tiveram segundas crises de COVID – 19 logo um mês após a primeira infecção ; e, embora raro, algumas pessoas foram hospitalizadas ou até morreram .

 

Uma pessoa que é reinfectada também pode transmitir o coronavírus, mesmo sem sentir-se doente . Isso pode colocar em risco os entes queridos da pessoa.

 

E quanto às variantes? Até agora, não há dados concretos sobre as novas variantes do coronavírus e imunidade natural ou reinfecção, mas é certamente possível que a imunidade de uma infecção não seja tão forte contra a infecção com uma variante diferente.

 

A vacinação leva a uma proteção confiável

As vacinas COVID-19 geram respostas de anticorpos e células T - mas isso é muito mais forte e mais consistente do que a imunidade contra infecções naturais. Um estudo descobriu que quatro meses depois de receber a primeira dose da vacina Moderna, 100% das pessoas testadas tinham anticorpos contra a SARS-CoV-2 . Este é o período mais longo que foi estudado até agora. Em um estudo que examinou as vacinas Pfizer e Moderna, os níveis de anticorpos também foram muito mais elevados nas pessoas vacinadas do que nas que se recuperaram da infecção .

 

Melhor ainda, um estudo em Israel mostrou que a vacina Pfizer bloqueou 90% das infecções após ambas as doses - mesmo com uma variante presente na população. E uma diminuição nas infecções significa que as pessoas têm menos probabilidade de transmitir o vírus às pessoas ao seu redor.

 

As vacinas COVID-19 não são perfeitas, mas produzem fortes respostas de anticorpos e células T que oferecem um meio de proteção mais seguro e confiável do que a imunidade natural.

 

Infecção e vacinação juntas

À mensagem da minha amiga, respondi imediatamente que ela deveria tomar a vacina. Depois de ser vacinada, minha amiga ficaria confortável sabendo que ela tem imunidade eficaz e duradoura e menos chance de espalhar o coronavírus para seus amigos e familiares.

 

Mas surgiram mais boas notícias desde que enviei essa mensagem. Um novo estudo mostrou que a vacinação após a infecção produz seis vezes mais anticorpos do que uma vacina por si só. Isso não quer dizer que alguém deva tentar se infectar antes de ser vacinado - a imunidade à vacina por si só é mais do que forte o suficiente para fornecer proteção e os perigos de uma luta com COVID-19 superam em muito os benefícios. Mas quando meu amigo e muitos outros que já estavam infectados tomarem as vacinas, eles estarão bem protegidos.

 

A imunidade natural contra a infecção é simplesmente muito duvidosa diante de um vírus tão devastador. As vacinas COVID-19 atuais oferecem proteção incrivelmente forte e consistente para a grande maioria das pessoas. Portanto, para qualquer pessoa elegível, mesmo aqueles que já tiveram uma infecção por SARS-CoV-2, as vacinas COVID-19 oferecem imensos benefícios

 

Fonte: https://theconversation.com/why-you-should-get-a-covid-19-vaccine-even-if-youve-already-had-the-coronavirus-155712 - Autor Jennifer T. Grier - Professor Assistente Clínico de Imunologia, Universidade da Carolina do Sul

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Prática regular de atividade física torna sistema imune mais eficaz


Segundo professor da USP, 150 minutos de atividade física semanal, em casa ou na academia, já são capazes de evitar comorbidades e conferir proteção contra agentes infecciosos

 

Aproximadamente 150 minutos de atividade física semanal são capazes de evitar comorbidades e conferir proteção contra os efeitos da covid-19, independentemente do local onde é feita. O importante é se exercitar, seja em casa, na academia ou ao ar livre, mas sempre seguindo recomendações científicas para evitar contaminação. Por isso, é essencial se proteger, evitando aglomerações, locais propícios para infecção e usando máscaras.

 

Em entrevista ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição, Bruno Gualano, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da USP e especialista em Fisiologia do Exercício, explica que o mínimo recomendado são 150 minutos semanais de exercício moderado vigoroso, aquele capaz de deixar a respiração ofegante. Isso já é suficiente para proteger contra casos graves de covid-19 em até 30%. Ser fisicamente ativo também pode reduzir a mortalidade pela doença. “É uma proteção natural. Isso acontece porque a prática regular de atividade física torna o nosso sistema imune mais eficaz contra patógenos, inclusive o SARS-CoV-2”, informa.

 

Toda atividade física conta. Desde aquelas planejadas até os esforços feitos ao longo do dia, como subir escadas, caminhar pelo jardim ou faxinar a residência. Tudo isso acrescenta para o cumprimento dos 150 minutos de exercício recomendados. Com a imposição de restrições às academias e o alto risco de contaminação, principalmente quando não se seguem protocolos, a atividade física feita em casa pode substituir igualmente. Gualano informa que os músculos não distinguem o local em que o exercício é feito, mas apenas a intensidade.

 

‘O músculo não distingue onde você está’

Em casa, pacotes de arroz e garrafas de água podem funcionar tão bem quanto os halteres. “O kg do haltere da academia é o mesmo peso de um saco de arroz ou uma garrafa pet com água. Um agachamento na academia é o mesmo que se faz no seu lar. O músculo não distingue onde você está. A atividade física traz importantes adaptações independentemente de onde é feita”, aponta o professor.

 

Apesar da reabertura das academias atualmente, o especialista alerta sobre os cuidados e os riscos de se exercitar em local fechado. As imposições a esse tipo de estabelecimento são fruto de uma questão de segurança. É importante usar máscaras e ter álcool em gel disponível, além de levar ao máximo a circulação de ventilação natural no ambiente. Ainda assim, o risco de infecção em academias é alto. Improvisar em casa ou se exercitar ao ar livre podem ser soluções preventivas.

 

“Nós sabemos que as academias estão abertas hoje. Mas, você que está em casa, não se coloque em perigo ao ir à academia para se sentir ativo. Nós podemos nos manter ativos sem a academia de ginástica e quem diz o contrário é negacionista e tem conflitos de interesse”, afirma.

 

Os riscos de contaminação são diminutos ao ar livre. Contudo, há dicas relevantes para a prevenção também. É fundamental evitar aglomerações a todo custo. Com a abertura dos parques, alguns podem ficar lotados e uma solução é fazer atividade física no próprio bairro ou procurar um local com menos fluxo de pessoas. Usar máscaras é basilar também, independentemente de onde se esteja. “Nós sabemos que é desconfortável durante o exercício, mas a proteção que a máscara traz compensa o desconforto que alguns usuários sentem. Todos esses cuidados, ainda que gerem algum desconforto, são absolutamente importantes para minimizar riscos de infecção”, adverte Gualano.

 

Fonte: https://www.revistaplaneta.com.br/pratica-regular-de-atividade-fisica-torna-sistema-imune-mais-eficaz/ - Texto: Jornal da USP -  Crédito: Orlando Kissner/Fotos Públicas   

domingo, 23 de maio de 2021

Saiba mais sobre os alimentos diuréticos e como ajudam a perder peso


Diurético é qualquer substância que promova a diurese, ou seja, a eliminação de líquido pelo organismo através da urina e, consequentemente, reduzindo a retenção hídrica. Os diuréticos podem ser remédios (utilizados por pessoas com hipertensão arterial, por exemplo), ou alimentos e chás específicos. Os alimentos diuréticos reduzem a quantidade total de líquido do organismo e, em função disso, auxiliam na perda de peso, uma vez que a retenção hídrica é responsável por aquele aspecto de “inchaço”.

 

Porém, como alerta a nutricionista Vitória Mello, especialista em nutrição estética e funcional, os diuréticos não promovem emagrecimento. “Emagrecer é diferente de perder peso. O emagrecimento é perda de tecido adiposo, ou seja, perda de gordura corporal. E isso é muito confundido pelas pessoas”. 

 

Mas ela destaca que quando existe uma hidratação adequada associada ao consumo de alimentos diuréticos, é possível, sim, ver uma redução de peso na balança. “Isso se deve à água que está sendo eliminada do corpo, o que é também muito positivo, pois além de reduzir o peso e o inchaço, reduz as medidas e melhora o aspecto das celulites”, explica.

 

O diurético mais poderoso

 

É a ÁGUA!  De acordo com a nutricionista, de nada adianta consumir muitos alimentos e chás diuréticos se a ingestão de água estiver abaixo do ideal, já que, dessa forma, o corpo vai reter mais líquido para “se proteger”, e o metabolismo fica menos eficiente. “E sempre vai ficar com o aspecto de inchaço, simplesmente pela baixa hidratação. Então, é imprescindível garantir uma boa ingestão de água”, explica ela.

 

O consumo de água indicado é, no mínimo, 35 ml/kg por peso. Ou seja, quem pesa 70 kg (70 x 35) precisa beber, no mínimo, 2450 ml de água dia (2,45 L).

 

Os 10 alimentos mais diuréticos:

 

• Cafeína (café, chá verde, chá preto, cacau)

• Salsão ou salsinha

• Abacaxi

• Melancia

• Pepino

• Água de coco

• Abobrinha

• Chuchu

• Melão

• Alface

 

Na composição destes alimentos, boa parte é água. Na melancia, por exemplo, chega a ser de 99%, e no abacaxi, 85%. Com isso, aumentam a frequência urinária, e possuem bons níveis de potássio, que aumenta a excreção de sódio. A cafeína também estimula maior eliminação de líquido pelos rins.

 

Para eliminar líquido mais rápido

 

A nutricionista destaca que os alimentos diuréticos não funcionam com ação rápida e intensa, como os medicamentos diuréticos, e precisam estar associados a um estilo de vida saudável. Portanto, a melhor forma de desinchar e eliminar líquido de forma mais rápida e efetiva é a seguinte:

 

Controle o consumo de sódio na dieta. Reduza a adição de sal no preparo dos alimentos, e evite o consumo de alimentos industrializados, como molhos e temperos prontos, salgadinhos, embutidos etc.

 

Evite ao máximo o consumo de carboidratos refinados como biscoitos, pães, massas, farináceos de forma geral, e substitua por carboidratos de melhor qualidade, como raízes e cereais integrais.

 

Consuma água na quantidade adequada todos os dias (35/ml/kg por peso).

 

Inclua na dieta os alimentos diuréticos e também as fibras, como folhosos, frutas e legumes.

 

Pratique atividade física regularmente. Além de auxiliar na eliminação de líquido e no emagrecimento, também é eficaz no processo circulatório, o que reduz o inchaço.

 

Cuidado no consumo de chás

 

De acordo com a nutricionista, as ervas diuréticas ajudam no processo de perda de peso e na eliminação do inchaço. Contudo, ao consumir a mesma erva diariamente, principalmente em doses elevadas, acima das concentrações recomendadas, pode gerar uma sobrecarga hepática e promover graves danos ao fígado.

 

“As pessoas costumam pensar “se é natural eu posso consumir à vontade”, mas não funciona assim. Muitas pessoas passam a ter graves danos hepáticos derivados do consumo exagerado de chás”, reforça ela.

 

Como consumir: variar as ervas diariamente; não passar de 500 ml por dia; respeitar a diluição correta (01 colher de sobremesa da erva para 250 ml de água); e se hidratar bastante.

 

Os chás diuréticos são:

 

• Chá verde

• Hibisco

• Cavalinha

• Cabelo de milho

• Carqueja

• Salsão ou salsinha


Receitas de suchás para ajudar contra a retenção hídrica:

 

Suchá de chá verde com abacaxi congelado, pepino e hortelã – 01 xícara de chá da folha do chá verde (250 ml para 01 colher de sobremesa cheia da erva) + 01 rodela de abacaxi congelado + 01 punhado de hortelã + 01 pedaço grande de pepino +  ½ limão. Bate tudo + gelo à gosto

 

Suchá de melancia, morango, gengibre e hibisco – 01 xícara de chá de hibisco (250 ml para 01 colher de sobremesa cheia da erva) + 01 pedaço pequeno de gengibre + 01 fatia pequena de melancia + 05 morangos congelados. Bate tudo + gelo à gosto.

 

Suchá de cavalinha, salsão (ou salsinha) abacaxi e água de coco – 01 xícara de chá da cavalinha (250 ml para 01 colher de sobremesa cheia da erva) + 01 fatia de abacaxi + 200 ml de água de coco + 01 punhado de salsão ou salsinha. Bate tudo + gelo à gosto.

 

Fonte: https://revistaabm.com.br/blog/saiba-mais-sobre-os-alimentos-diureticos-e-como-ajudam-a-perder-peso

Flamengo vence o Fla-Flu e é hexa-tricampeão carioca


O Flamengo conquistou neste sábado o Campeonato Carioca pela 37ª vez na história com uma vitória por 3 a 1 sobre o Fluminense, no Maracanã. Este é o sexto tricampeonato estadual do Rubro-Negro, recordista de títulos regionais.

 

Gabigol (2) e João Gomes marcaram os gols do título, enquanto Fred, de pênalti, descontou.

 

Com a conquista do Carioca garantida, o Flamengo volta a atenção para a Libertadores. Na quinta-feira, o campeão recebe o Velez Sarsfield, da Argentina, no jogo que decidirá o primeiro colocado do grupo G.

 

O Fluminense tem uma missão mais difícil ao encarar o River Plate, em Buenos Aires, na terça-feira. O Tricolor precisa da vitória para avançar às oitavas de final sem depender de outros resultados.

 

O Jogo - O duelo decisivo do Carioca começou equilibrado. O Flu, ao contrário da primeira partida, tentou pressionar a saída de bola rubro-negra. Mas o Fla, com um bom toque de bola, soube sair jogando e logo começou a se impor em campo.

 

Depois dos dez minutos, a equipe de Rogério Ceni assumiu o controle da posse de bola, ao mesmo tempo que mostrava solidez na defesa com a volta de Rodrigo Caio ao time. Mas o Tricolor também estava bem na marcação e dificultava as ações ofensivas rubro-negras.

 

Enquanto o Fluminense passou os primeiros 45 minutos sem uma finalização ao gol, o Flamengo chegou algumas vezes com perigo. Aos 13, Gabigol tenta um chute cruzado da esquerda da área mas Marcos Felipe defende.

 

Aos 19, contra-ataque rápido e Bruno Henrique rola para Gabigol, novamente na esquerda da área. O camisa nove bate cruzado mas a bola sai pela linha de fundo.

 

O jogo caminhava para um empate sem gols na primeira etapa quando aos 41, em nova escapara rápida, Gabigol tocou por cobertura para a entrada de Arrascaeta e deixou o uruguaio livre na frente do goleiro. Arrasca tentou encobrir Marcos Felipe mas o arqueiro atingiu o meia do Fla ao sair do gol. Pênalti que Gabigol cobrou e mandou para o barbante.

 

E tinha tempo para mais. Aos 46. o Flamengo chegou trocando passes e Filipe Luís enfiou para Gabigol na área pela esquerda. Pela terceira vez na partida ele tentou o chute cruzado daquele ponto e dessa vez deu certo com a ajuda de Marcos Felipe, que falhou no lance: 2 a 0.

 

O Fluminense voltou para a segunda etapa com duas alterações. Kayky e Luiz Henrique deixaram o jogo para as entradas de Caio Paulista e Gabriel Teixeira.

 

Mais ativo, o Fluminense chegou mais próximo da área rubro-negra e conseguiu um pênalti aos 5 minutos. Bola na área, Caio Paulista faz um jogo com o corpo, Rodrigo Caio tenta cortar a bola e acaba atingindo o atacante. Fred cobrou e diminuiu.

 

O duelo ficou mais aberto com boas chances para os dois lados. Os dois treinadores fizeram muitas substituições e os times perderam em organização. Mas o espírito de luta permaneceu forte e o Fla-Flu continuou disputado até que aos 41 o Rubro-Negro ampliou.

 

A jogada do terceiro gol foi do trio que entrou no segundo tempo. Pedro avançou da linha média, tabelou com Vitinho e recebeu na área. O camisa 21 bateu rasteiro e Marcos Felipe soltou nos pés de João Gomes, que só teve o trabalho de empurrar para a rede.

 

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 3 X 1 FLUMINENSE

 

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: Sábado, 22 de maio de 2021

Hora: 21h05 (de Brasília)

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo

Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha

VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga

Cartões amarelos: Danilo Barcelos, Marcos Felipe, Fred, Nino, Yago, Luccas Claro (Flu); Rodrigo Caio, Bruno Henrique (Fla)

Gols:

FLAMENGO: Gabigol, aos 43 e aos 46 min do 1º tempo; João Gomes, aos 41 min do 2º tempo

FLUMINENSE: Fred, aos 6 min do 2º tempo

 

FLAMENGO: Gabriel Batista, Isla (Matheuzinho), Willian Arão, Rodrigo Caio e Filipe Luís; Diego Ribas (João Gomes), Gerson e Arrascaeta (Vitinho); Everton Ribeiro, Gabigol (Pedro) e Bruno Henrique

Técnico: Rogério Ceni

 

FLUMINENSE: Marcos Felipe, Calegari, Nino, Luccas Claro e Danilo Barcelos; Martinelli, Yago (Abel Hernández) e Nenê (Cazares); Kayky (Caio Paulista), Fred (Bobadilla) e Luis Henrique (Gabriel Teixeira)

Técnico: Roger Machado

 

Fonte: https://www.gazetaesportiva.com/campeonatos/carioca/flamengo-vence-o-fla-flu-e-e-hexa-tricampeao-carioca/ - Gazeta Press - Rio de Janeiro,RJ

sábado, 22 de maio de 2021

Ouvir música calma antes de dormir melhora o sono


Músicas para dormir melhor

 

Se você está tendo problemas para dormir, ouvir música pode ser uma maneira segura, eficaz e fácil de ajudá-lo a adormecer e se manter dormindo.

 

A música pode até mesmo reduzir a necessidade de medicamentos para ajudá-lo a dormir.

 

Pesquisadores da Universidade Nacional Cheng Kung (Taiwan) combinaram os resultados de todos os estudos anteriores sobre o tema e fizeram uma meta-análise para tentar resumir o saber científico atual sobre os efeitos que ouvir música pode ter na qualidade do sono - eles se concentraram em pessoas com idades acima de 60 anos.

 

O trabalho mostra que existem evidências científicas sólidas indicando que:

Adultos mais velhos (com 60 anos ou mais) que vivem em casa dormem melhor quando ouvem música por 30 minutos a uma hora antes de irem para a cama ou já deitados.

Música calma melhora a qualidade do sono mais do que música rítmica.

Os adultos mais velhos devem ouvir música por mais de quatro semanas para usufruir o maior benefício de ouvir música para a qualidade do seu sono.

Neste último caso, os pesquisadores constataram que ouvir música por mais de quatro semanas é melhor para melhorar a qualidade do sono do que ouvir música por um período mais curto.

 

Os resultados podem não se aplicar a adultos mais velhos com doença de Alzheimer ou doença de Parkinson, ressaltam os pesquisadores, pois não há dados suficientes com voluntários que apresentam as duas patologias.

 

E, como os diferentes estudos usaram diferentes tipos de música, os pesquisadores não conseguiram identificar qual estilo de música calmante melhorou mais o sono.

 

Checagem com artigo científico:

Artigo: Effect of music therapy on improving sleep quality in older adults: A systematic review and meta?analysis

Autores: Chia-Te Chen, Yen-Chin Chen, Heng-Hsin Tung, Ching-Ju Fang, Jiun-Ling Wang, Nai-Ying Ko, Ying-Ju Chang

Publicação: Journal of American Geriatrics Society

DOI: 10.1111/jgs.17149

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=ouvir-musica-calma-antes-dormir-melhora-sono&id=14702 - Redação do Diário da Saúde - Imagem: Ngo et al./Neuron