sábado, 21 de janeiro de 2023

6 sinais que podem indicar perda auditiva


Fonoaudióloga explica quais são as causas e como tratar essa condição

 

Problemas auditivos podem afetar pessoas em qualquer faixa etária. Apesar de serem comumente associados aos idosos, eles também podem atingir jovens. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), somente na população entre 12 e 35 anos, mais de 1 bilhão de pessoas correm o risco de perder a audição devido à exposição prolongada e excessiva à música alta.

 

“A perda de audição pode acontecer em todas as faixas etárias. É preciso estar atento aos sintomas, porque, quanto mais cedo diagnosticar e iniciar o tratamento adequado, menor vai ser o impacto negativo dessa deficiência na vida do indivíduo”, explica Maria Branco, fonoaudióloga da Microsom.

 

Causas da perda auditiva

De acordo com Maria Branco, diversos fatores podem influenciar a perda auditiva ao longo da vida. Entre eles, estão:

Envelhecimento do sistema auditivo;

Exposição excessiva a sons de alta intensidade de maneira prolongada;

Infecções recorrentes;

Sequelas de doenças como meningite bacteriana;

Uso de medicação prejudicial ao sistema auditivo.

 

A seguir, a fonoaudióloga lista os 6 principais sintomas que indicam perda auditiva. Confira!

 

1. Dificuldade para escutar o que os outros falam

“Um indicador é quando o paciente tem dificuldade para conversar em ambientes ruidosos, como em uma festa ou almoço de família”, comenta Maria Branco. “Ele começa a não entender e pede constantemente para repetirem a frase”, completa a especialista. Nas crianças, esse sintoma pode ser identificado caso apresente problemas para entender o professor e tenha queda no desempenho escolar.

 

2. Aumentar o volume da televisão

Maria explica que esse é um forte indício de perda auditiva , “principalmente nos indivíduos mais velhos, que costumam passar mais tempo em casa, e assistem mais à TV. É muito comum que eles aumentem o volume na esperança de ouvir melhor”, acrescenta. Os familiares que não têm perda auditiva precisam ficar atentos se os sons estão mais altos que o normal.

 

3. Não compreender conversas

Segundo a médica, nestes casos, é muito comum as pessoas escutarem, mas não entenderem o que é dito. “Mesmo em ambientes que não são tão barulhentos, o indivíduo não entende tudo que falam para ele. Isso pode indicar problemas de audição”, continua. Nesse caso, a pessoa pode pedir para repetir a frase ou dar respostas curtas por não compreender tudo o que ouviu.

 

4. Ouvir zumbido constante

O zumbido, um som interno que ninguém ao redor ouve, também é um importante sinal de uma possível perda auditiva. “Pessoas com zumbido têm grande chance de ter problemas de audição. Sempre que percebermos esse som, é importante investigar a possível causa e fazer avaliações”, indica Maria Branco.

 

5. Sentir o ouvido tampado

De acordo com a profissional, algumas pessoas podem experimentar uma sensação de ouvido tampado ou de pressão. Isso também pode ser um indicativo de perda de audição e precisa ser avaliado por um médico.

 

6. Mudanças de comportamento

Existem muitas explicações para mudanças bruscas de comportamento e, segundo Maria Branco, problemas com a audição estão inclusos nas possibilidades. “Pessoas que estão começando a ter perda auditiva podem ficar mais irritadas , tendem ao isolamento social e evitam situações em que têm que conversar muito”, explica a fonoaudióloga.

 

Consulte um especialista

Segundo Maria Branco, o primeiro médico a ser procurado é o otorrinolaringologista. “Ele será responsável por fazer a investigação das possíveis causas dessa perda de audição. Em seguida, o fonoaudiólogo vai realizar alguns exames e também ajudar na adaptação do aparelho auditivo que a maioria dessas pessoas são recomendadas a usar”, conclui.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-01-19/6-sinais-que-podem-indicar-perda-auditiva.html - Por Beatriz Bradley


E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.

Tiago 1:22


sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

Obesidade nos homens é diferente, e mais perigosa, que obesidade nas mulheres


Obesidades masculina e feminina

 

Os homens são mais propensos do que as mulheres a desenvolver condições associadas à obesidade, como doenças cardiovasculares, resistência à insulina e diabetes.

 

Mas os fundamentos biológicos dessa diferença entre os sexos nas doenças relacionadas à obesidade são desconhecidos.

 

"As pessoas têm usado modelos de roedores para estudar a obesidade e as doenças associadas à obesidade - como diabetes - mas normalmente sempre estudaram roedores machos, porque as fêmeas são resistentes a desenvolver os mesmos tipos de doenças," conta a professora Tara Haas, da Universidade de York (Canadá). "Estávamos realmente interessados em explorar essa diferença porque, para nós, ela falava de algo realmente fascinante acontecendo nas mulheres que as protegem."

 

E os resultados não se fizeram esperar, revelando diferenças impressionantes nas células que dão origem aos vasos sanguíneos no tecido adiposo de homens e mulheres.

 

Diferentes, mesmo fora do corpo

 

A equipe observou que, quando os camundongos se tornam obesos, as fêmeas desenvolvem muitos novos vasos sanguíneos para suprir o tecido adiposo em expansão com oxigênio e nutrientes, enquanto esses vasos sanguíneos crescem muito menos nos machos. Isso fez com que eles voltassem sua atenção para as diferenças nas células endoteliais que compõem os blocos de construção desses vasos sanguíneos no tecido adiposo.

 

O que se viu é que os processos associados à proliferação de novos vasos sanguíneos são fortes nas camundongos fêmeas, enquanto os machos apresentam um alto nível de processos associados à inflamação.

 

"Foi muito impressionante a extensão dos processos associados à inflamação que prevaleceram nos machos," lembra Haas. "Outros estudos mostraram que, quando as células endoteliais têm esse tipo de resposta inflamatória, elas são muito disfuncionais e não respondem adequadamente aos estímulos".

 

Os pesquisadores também examinaram o comportamento das células endoteliais quando elas foram retiradas do corpo e estudadas em placas de Petri.

 

"Mesmo quando nós as retiramos do corpo, onde não há hormônios sexuais circulantes ou outros tipos de fatores, as células endoteliais masculinas e femininas ainda se comportam de maneira muito diferente umas das outras," detalhou Haas.

 

Tratamentos diferentes para homens e mulheres

 

Embora humanos e camundongos tenham genes diferentes que podem ser ativados ou desativados, Haas acredita que as descobertas gerais provavelmente poderão ser estendidas, e ela espera demonstrar isto a seguir, estudando as mesmas células em humanos.

 

"Você não pode presumir que ambos os sexos vão responder à mesma série de eventos da mesma maneira," disse a pesquisadora. "Esta não é apenas uma questão relacionada à obesidade - acho que é um problema conceitual muito mais amplo, que também abrange o envelhecimento saudável. Uma implicação de nossas descobertas é que haverá situações em que o tratamento ideal para homens não será o ideal para as mulheres e vice-versa."

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Transcriptomic profiling reveals sex-specific molecular signatures of adipose endothelial cells under obesogenic conditions

Autores: Martina Rudnicki, Alexandra Pislaru, Omid Rezvan, Eric Rullman, Aly Fawzy, Emmanuel Nwadozi, Emilie Roudier, Thomas Gustafsson, Tara L. Haas

Publicação: iScience

Vol.: 26, Issue 1, 105811

DOI: 10.1016/j.isci.2022.105811

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=obesidade-homens-diferente-mais-perigosa-obesidade-mulheres&id=15740&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: York University


Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem.

Hebreus 11:1


quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

7 dicas para reduzir o estresse e controlar a hipertensão arterial


Rotina estressante pode aumentar a frequência cardíaca e causar problemas de saúde

 

A maneira como as pessoas enfrentam os desafios diários e as situações estressantes também tem influência importante na pressão alta, ainda que o estresse não seja fator determinante. “O estresse influencia negativamente a hipertensão. Libera substâncias que aumentam a frequência cardíaca, o que potencializa a pressão arterial e certamente colabora para piorar a hipertensão”, conta o psicólogo Odair J. Comin.

 

Estresse positivo e negativo

A psicóloga Claudia Nogueira, do SPA Sorocaba, explica que nem sempre o estresse é negativo; isso vai depender da maneira como ele é encarado. “Ele auxilia no preparo do organismo para defender-se e reagir, e isto é um bem e uma necessidade para se viver. Neste caso, ele é positivo”, conta. Em contrapartida, quando se torna excessivo e constante, “o organismo não consegue voltar para o estado de equilíbrio interno para se recuperar e, então, ele deixa de ser positivo e passa a ser negativo”, afirma.

 

Dicas para aliviar o estresse

Viver bem com pressão alta é sinônimo de vida saudável, em todos os sentidos, e esse estilo é considerado ideal, seja para portadores de hipertensão ou não. A psicóloga Claudia Nogueira dá algumas dicas para quem pretende ter uma vida equilibrada:  

Aderir a uma dieta saudável e equilibrada é muito importante para repor as energias que o estresse consome do organismo; 

Relaxar é imprescindível, pois o relaxamento ajuda a eliminar o excesso de adrenalina produzido pelo processo do estresse e restabelece o equilíbrio interno;

Valorizar suas virtudes, expressar seus sentimentos e receber afeto , fazem muito bem;

Sorrir é a melhor arma para se defender do estresse. É fácil, rápido e grátis. Quando você sorri, seu corpo libera hormônios que aumentam a sensação de bem-estar e diminui o nível do cortisol, o hormônio clássico do estresse; 

Praticar atividade física contribui na liberação de beta-endorfina, substância que proporciona sensação de bem-estar e tranquilidade.

 

Seja otimista

O bom humor e o otimismo também podem ajudar a controlar o estresse e a pressão arterial. Pesquisadores acreditam que o otimismo pode ajudar a baixar os hormônios do estresse, aumentar a imunidade e promover comportamentos de estilo de vida positivos, como a prática de exercícios físicos, que é um hábito que ajuda tanto a prevenir como controlar a hipertensão arterial.

 

Durma bem

Dormir mal não quer dizer que você terá pressão alta. Mas dormir em média 8 horas por noite é fundamental para o bom desempenho do organismo. “Se você está sempre acordando com sensação de fadiga, olhos pesados, dor de cabeça, como se não tivesse dormido nada, procure um auxílio médico”, explica o cardiologista Gualter Boaventura Cancado. O controle dos distúrbios que levam a uma noite mal dormida vai ajudar a controlar a pressão arterial.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-01-17/7-dicas-para-reduzir-o-estresse-e-controlar-a-hipertensao-arterial.html -  Por EdiCase - overlay-cleverLogo


Ele dá força aos cansados ​​e aumenta o poder dos fracos. (Isaías 40:29)


quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Obesidade pode diminuir produção de testosterona, alerta endocrinologista


Acúmulo de gordura costuma interferir diretamente na qualidade de vida

 

Rotina profissional agitada, compromissos particulares em excesso. Aquela comidinha rápida no meio do dia e aquele “snack” a qualquer hora figuram entre as principais consequências para engordar. Porém, há outro hormônio que estimula, ou seja, testosterona influencia no ganho de peso e obesidade.

 

Revelações

“Além de representar desafios sociais e ambientais significativos, a obesidade está associada a uma infinidade de resultados adversos à saúde. Incluindo doenças cardiovasculares, apneia do sono, osteoartrite, aumento do risco de certos tipos de câncer. E, nos homens, níveis reduzidos de testosterona”, afirma o Dr. Ronan Araujo.

 

Ronan Araujo é nutrólogo, endocrinologista e mostra que a gordura visceral se associa com a produção de testosterona e vitalidade. Então, as pessoas que acumulam maior quantidade de gordura visceral estão sujeitas a terem desequilíbrios hormonais e até níveis reduzidos de qualidade de vida.

 

Dá para perceber que muito obesos apresentam sintomas da deficiência de testosterona. Exemplos: menor resistência física, massa muscular diminuída, desinteresse sexual, ginecomastia (aumento mamário nos homens), redução de pelos e má qualidade do sono. Outro detalhe é que a idade independe em algumas ocasiões.

 

Acréscimos da interferência da obesidade na testosterona

Esse profissional complementa que o excesso de gordura corporal aumenta os níveis de colesterol LDL (“ruim”) e triglicerídeos ao mesmo tempo em que diminuem os níveis de colesterol HDL (“bom”). Os seus acréscimos são de que a obesidade prejudica a capacidade de resposta do corpo à insulina, “turbina” os níveis de açúcar no sangue e insulina.

 

Além disso, outros danos da obesidade são os riscos de ataques cardíacos, derrames, diabetes, cálculos biliares, hipertensões, câncer, osteoartrite, apneia obstrutiva do sono, depressão e fígado gorduroso.

 

Preocupação nacional

A pesquisa “Vigitel 2021” é de autoria do Ministério da Saúde, foi divulgada no primeiro semestre de 2022 e mostrou que quase seis em cada dez brasileiros (57,25%) lidavam com sobrepeso em 2021. Essa porcentagem denotou oscilação negativa pequena em relação ao ano anterior, que ficou em 57,5%. Até o ano de 2019, a taxa era menor de 55,4%.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/obesidade-pode-diminuir-producao-de-testosterona-alerta-endocrinologista/ - By Redação - Shutterstock


Minha carne e meu coração podem desfalecer, mas Deus é a força do meu coração e minha porção para sempre. (Salmos 73:26)


terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Exercícios físicos diários podem diminuir risco de morte, diz estudo


Também há dicas de nutrição e alimentação

 

O ano de 2023 começou e, como todo início de ano, despertou o desejo pela regularidade no universo fitness. Quem pode lhe ajudar na criação desse hábito é o estudo da Universidade de Sydney, da Austrália, que comprovou as vantagens dos exercícios físicos diários.

 

Detalhes do estudo

Os autores dessa pesquisa identificaram que os momentos curtos e intensos de exercícios inseridos na rotina diária se relacionam com a taxa menor de mortalidade prematura. Essa proposta é inédita e avaliou o impacto da atividade física vigorosa “VILPA”, na sigla em inglês. O artigo está disponível no “Nature Medicine”.

 

Esse experimento foi baseado em atividades de tempos curtos, exemplos: pique-pega e correr atrás de ônibus. Os pesquisadores afirmaram que três a quatro sessões de 60 segundos diários de VILPA fazem parte de 40% de redução na mortalidade por todas as causas, que está presente o câncer, e até 49% sobre os óbitos de doenças cardiovasculares.

 

Conclusões

“Nosso estudo mostra que benefícios semelhantes ao treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) podem ser alcançados por meio do aumento da intensidade de atividades incidentais feitas como parte da vida diária. Quanto mais, melhor”, falou o autor principal, Emmanuel Stamatakis, professor de atividade física, estilo de vida e saúde da população no Centro Charles Perkins da Universidade de Sydney.

 

Emmanuel adiantou na sequência que muitos trabalhos de pesquisa global comprovaram que adultos acima de 40 anos não costumam fazer exercícios físicos com regularidade e reforçou o quão é importante a programação antes do “play”.

 

“Aumentar a intensidade das atividades diárias não requer comprometimento de tempo, preparação, matrícula em academias ou habilidades especiais. Trata-se simplesmente de aumentar o ritmo ao caminhar ou de fazer as tarefas domésticas com um pouco mais de energia”, confirmou.

 

Detalhes

Os rastreadores de pulso do UK Biobank, um amplo banco de dados biomédicos do Reino Unido, auxiliaram nesse trabalho para constatar o movimento de mais de 25 mil pessoas, que disseram que não fazem esportes ou atividades físicas. Essa ajuda definiu que qualquer rastro é como outro qualquer da vida cotidiana. A equipe verificou os dados de saúde dos participantes no tempo de sete anos.

 

Os resultados são que 89% cumpria a VILPA diariamente com a média de seis minutos e cada atividade foi de 45 segundos. Quanto as vantagens para saúde, 11 diárias associaram-se a redução de 65% no risco de morte cardiovascular. E 49% por câncer, comparação de quem não computou exercício não intencional. A mortalidade por essas causas foi 40% e 48% menor, respectivamente, no caso de quatro ou cinco VILPAS.

 

Outro reforço dessa equipe da Universidade de Sydney é que esse estudo foi feito de forma observacional. Isto é, não foi possível estabelecer a relação direta de causa e efeito.

 

“O estudo é observacional. Portanto, sempre há a possibilidade de causar reversa. Ou seja, é possível que pessoas com níveis naturalmente altos de condicionamento físico também exibam outros fatores constitucionais que os protegem de doenças”, observa David Stensel, professor de metabolismo do exercício da Universidade de Loughborough, da Inglaterra, ausente da pesquisa.

 

Entidades oficiais

A OMS (Organização Mundial da Saúde) considerou como exercício físico apenas os estruturados (intencionais) até 2020. Houve também a retirada do texto da indicação da necessidade de no mínimo dez sessões acumuladas.

 

Fonte: https://professorjosecosta.blogspot.com/2022/12/caminhada-uma-boa-opcao-de-atividade.html - By Guilherme Faber - Shutterstock


Estenda sua mão para curar e realizar sinais e maravilhas através do nome de seu santo servo Jesus.” Depois de orarem, o lugar onde se reuniam foi abalado. E todos foram cheios do Espírito Santo e falaram a palavra de Deus com ousadia. (Atos 4: 30-31)