sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Uso indiscriminado de corticóides pode levar ao desenvolvimento do glaucoma


Colírios, spray nasal e pomadas à base de corticóides são responsáveis por cerca de 25% dos casos de glaucoma em crianças

 

O glaucoma induzido por corticoides em crianças representa 25% dos glaucomas adquiridos na infância. O uso de medicamentos à base de corticoides na infância é relativamente comum.

 

Porém, esta classe farmacológica tende a elevar a pressão intraocular (PIO), o que aumenta o risco de desenvolver um glaucoma secundário.

 

Uma das razões da incidência relativamente alta do glaucoma induzido por corticoides em crianças é que esta população apresenta uma resposta mais rápida no aumento da pressão intraocular durante o uso destes fármacos.

 

Em geral, este tipo de glaucoma é mais comum em crianças abaixo dos 10 anos de idade.

 

Segundo a Dra. Maria Beatriz Guerios, oftalmologista especialista em glaucoma, quanto mais próximo do centro do olho o medicamento à base de corticóide for administrado, maior é a chance de aumento da pressão intraocular.

 

“Em geral, os colírios com este fármaco representam um risco importante, bem como corticoides inaláveis e em forma de cremes ou pomadas”.

 

Corticóides também podem causar glaucoma em adultos

Estima-se que de 30 a 40% dos adultos saudáveis e quase todos os pacientes com diagnóstico de glaucoma primário de ângulo aberto apresentam elevação da pressão intraocular após o uso de medicamentos à base de corticoides.

 

Os principais fatores de risco para uma resposta ruim aos esteróides incluem:

 

Alta miopia

Diabetes tipo 1

Distúrbios do tecido conjuntivo (por exemplo, artrite reumatoide), dispersão de pigmentos, recessão angular traumática

Glaucoma primário de ângulo aberto

Ceratoplastia penetrante prévia

Duração da terapia com esteroides e a potência anti-inflamatória do esteróide

Histórico familiar de glaucoma

 

Por que o corticóide aumenta a pressão intraocular?

A pressão intraocular é controlada pela produção e escoamento do humor aquoso. Os corticoides alteram a drenagem do humor aquoso e isto aumenta a PIO. “Porém, é importante dizer que a elevação da pressão dentro do olho pode demorar dias ou até semanas após o uso de corticoides, sem sinais e sintomas aparentes”, diz a oftalmologista.

 

Como o glaucoma é uma doença silenciosa, este aumento da PIO pode causar danos permanentes no nervo ótico. Estas lesões podem, finalmente, levar à cegueira irreversível.

 

O que você precisa saber sobre os corticóides

Quando o uso dos corticóides é interrompido, a pressão do olho apresenta uma tendência de voltar ao normal. O problema reside em pessoas que precisam usar medicamentos à base de corticoide para tratar doenças sistêmicas.

 

Um estudo mostrou que cada semana de uso de corticóides ao longo da vida aumenta em 4% o risco de desenvolver um glaucoma induzido por estes fármacos.

 

“Desta maneira, as pessoas que apresentam fatores de risco para desenvolver um glaucoma devem evitar, ao máximo, usar corticóides”, alerta Dra. Maria Beatriz.

 

“Caso o uso do corticóide seja imprescindível, seja em forma de colírios ou tópico, é mandatório realizar acompanhamento oftalmológico regular para medir a PIO.

 

Outra ressalva é que o uso indiscriminado de medicações à base de corticoide também acelera o desenvolvimento da catarata”, adiciona a médica.

 

Tratamento: meta é reduzir pressão intraocular

O objetivo do tratamento do glaucoma é interromper a progressão da doença, ou seja, evitar a perda irreversível da visão. Isto depende do controle da pressão intraocular.

 

Há diversos recursos como colírios, cirurgias a laser, implante de stents e outros tipos de cirurgia.

 

“A intervenção precoce no glaucoma induzido por corticoides pode alterar o curso da doença. Vale dizer ainda que a doença é silenciosa. Quando a pessoa percebe alguma mudança na visão, é um sinal de que já ocorreu perda do campo visual”, finaliza a médica.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/saude/uso-indiscriminado-de-corticoides-pode-levar-ao-desenvolvimento-do-glaucoma


Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico, deitado em sua maca. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: "Tenha bom ânimo, filho; os seus pecados estão perdoados".

Mateus 9:2


quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

5 dicas para se exercitar no verão sem prejudicar a saúde


Especialistas ensinam o que fazer para continuar a rotina de exercícios nos dias quentes

 

Embora seja uma temporada adorada por muitos, o calor intenso tem surpreendido até mesmo os que amam o verão. As altas temperaturas, normalmente bem-vindas, tornaram-se motivo de incômodo, atrapalhando a rotina diária. Além de dificultar o sono, esse período apresenta desafios para aqueles que que praticam atividades físicas. A desidratação, a fraqueza, o enjoo e até mesmo os desmaios podem ocorrer durante essa época.

 

“Por causa dos dias mais quentes, o organismo precisa ativar mecanismos para manter a temperatura do corpo em níveis ideais, abaixo de 37ºC, como a transpiração e a respiração, que aumentam a perda d’água pelo corpo”, afirma a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Abaixo, um time de especialistas dá dicas de como se exercitar no calor sem prejudicar a saúde. Confira!

 

1. Mantenha-se hidratado

A hidratação é o principal cuidado para quem vai praticar exercícios, pois, no calor, suamos mais e, logo, corremos um risco maior de sofrer com desidratação . Segundo a Dra. Marcella, os sintomas da desidratação incluem, além de sede, urina amarela escura, frequência urinária reduzida, cansaço, fraqueza, tontura, dor de cabeça, náuseas e ressecamento dos lábios, língua e olhos. 

 

“Além do calor, as atividades físicas também elevam a temperatura corporal e a produção de suor. Combinados à falta de hidratação, cuja necessidade é maior nesse período de calor, esses fatores predispõem, por exemplo, a uma maior concentração urinária, o que eleva as chances de cálculos renais, que têm uma incidência 30% maior no verão”, diz a médica nefrologista Dra. Caroline Reigada, especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira. 

 

A recomendação de ingestão ideal de água varia de acordo com sexo, idade, peso, atividade física, condições de saúde e fatores ambientais, como a temperatura e a umidade do ar. Uma maneira de estimar a quantidade indicada para consumo diário de água é multiplicar o peso corporal por 0,03 e considerar o resultado como o volume a ser consumido. 

 

“Para hidratar o organismo, o melhor é consumir água, engarrafada ou mineral, mas a hidratação pode ser complementada com outros líquidos como sucos e chás, além do consumo de frutas e vegetais ricos em água, incluindo melancia, melão, tomate e pepino”, aconselha a Dra. Marcella.

 

2. Comece as atividades físicas aos poucos

Para os “atletas” de primeira viagem, a temperatura e o desejo de deixar o corpo bonito para o verão são convites para começar a praticar exercícios. Porém, é importante não se deixar levar pelo calor do momento e iniciar com calma.

 

“Uma pessoa sedentária que realiza exercícios muito intensos na academia pode acabar passando mal, com sintomas como tontura e dor de cabeça, já que o corpo dela não está preparado para aquele tipo de atividade”, explica a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

 

Ela acrescenta que “a prática de exercícios físicos melhora a circulação do sangue, o retorno venoso e, consequentemente, a oxigenação dos tecidos. Além disso, contribui para a queima de gordura , ajuda no desenvolvimento da musculatura e fortalece o sistema imunológico. Mas, para isso, o ideal é que a atividade física seja introduzida de forma lenta e progressiva, devendo sempre ser acompanhada de perto por um profissional de educação física especializado”, aconselha a cirurgiã vascular.

 

3. Cuidado com os excessos

Publicidade

 

Mesmo para quem já pratica atividade física há algum tempo, é recomendado maneirar na intensidade dos exercícios ao ar livre durante os dias mais quentes, pois a combinação de calor, desidratação e esforço físico intenso pode sobrecarregar o corpo e favorecer complicações à saúde, como a insolação.

 

“A insolação ocorre quando, devido à exposição às altas temperaturas, nossos mecanismos de controle de temperatura não são efetivos. A condição pode, por exemplo, prejudicar a função dos rins na medida em que evolui para desidratação, levando à lesão renal aguda. Além disso, o quadro pode causar danos temporários ou permanentes a órgãos vitais como coração, pulmões, rins, fígado e cérebro. Existem ainda relatos de hepatite fulminante devido à insolação. As altas temperaturas lesam as células do fígado a ponto de morrerem. Essa condição é potencialmente fatal”, diz a Dra. Caroline Reigada. 

 

Para prevenir a insolação, os praticantes de atividades físicas devem se hidratar e repor eletrólitos antes dos exercícios, por exemplo, a partir do consumo de água de coco. Também é recomendado evitar ambientes quentes e úmidos, que dificultam a transpiração. Também não é aconselhado praticar exercícios nos horários mais quentes do dia, das 10h00 às 16h00.

 

4. Atenção à alimentação antes do treino

Comer demais antes dos exercícios pode prejudicar o treino, principalmente em dias de calor, que agrava as funções digestivas. “O processo digestivo de uma refeição pesada exige grande fluxo de sangue. Logo, praticar exercícios após comer demais pode prejudicar a digestão e causar mal-estar”, diz a Dra. Marcella Garcez. Mas ficar sem comer não é a solução. “Treinar em jejum não é indicado para quem busca hipertrofia, pois pode ocorrer catabolismo com consequente consumo muscular”, alerta. 

 

Por isso, priorize lanches mais leves antes do treino. “A alimentação pré-treino deve ser preferencialmente composta de uma fonte de carboidrato complexo, como banana com aveia, iogurte com cereal integral, frutas secas ou sementes oleaginosas e pão integral com queijo magro”, aconselha a médica.

 

5. Use roupas adequadas

O acúmulo de suor devido às altas temperaturas pode favorecer a proliferação de bactérias na pele. Além disso, o suor, por ter um pH mais ácido, pode prejudicar o tecido cutâneo, gerando desidratação, irritação e até mesmo acne devido à obstrução dos poros. Por isso, opte por roupas adequadas na hora da atividade física.

 

“Para praticar exercícios, evite roupas muito justas e fabricadas de tecidos que retêm o suor, pois dificultam a respiração apropriada da pele, bloqueando assim os poros e podendo levar ao aparecimento da foliculite “, explica a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

 

“A umidade da roupa também pode causar micose em regiões como pés e virilha. Por isso, ao final dos exercícios, remova a roupa suada o mais breve possível para permitir que a pele respire”, finaliza a Dra. Paola.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-01-23/5-dicas-para-se-exercitar-no-verao-sem-prejudicar-a-saude.html - Por Paula Amoroso - Imagem: GP PIXSTOCK | Shutterstock


"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos." Mateus 24:4


quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Efeitos do excesso de peso: 5 problemas que você não conhecia


Estoque exagerado de gordura pode prejudicar o funcionamento do organismo

 

Série de compromissos particulares, profissionais e diversas obrigações pessoais e familiares estão entre as principais desculpas para quem vive com alguns quilinhos a mais, não é mesmo? Acontece que não há nada melhor do que o auxílio da ciência para ajudar na reversão desse quadro. E, nesse sentido, uma turma de especialistas revelou cinco consequências do excesso de peso no organismo.

 

5 consequências do excesso de peso no organismo

Redução da fertilidade

“Mulheres com sobrepeso têm cerca de 25% menos chances de engravidar. E aquelas com obesidade apresentam queda na taxa mensal de gravidez de até 50% em relação às mulheres com a mesma idade e com peso normal. Em relação à obesidade masculina, o impacto pode ser ainda maior. Homens obesos apresentam diminuição de até 60% na fertilidade. Afinal, a obesidade pode ocasionar baixa quantidade e qualidade do sêmen”, diz o ginecologista Dr. Rodrigo Rosa.

 

Danos às articulações

“O sobrepeso causa uma sobrecarga das articulações, provocando um ‘trauma’ repetitivo excessivo da cartilagem. O que consequentemente leva a sua degeneração”, explica o ortopedista Dr. Marcos Cortelazo.

 

Aumento do risco de doenças metabólicas

“A doença hepática gordurosa não alcoólica é outra doença comumente observada em pessoas obesas. Sendo caracterizada pelo acúmulo de gordura nas células do fígado, o que, se não tratado, pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares e esteatohepatite, além de levar à fibrose e ao desenvolvimento de cirrose hepática”, afirma a nutróloga Dra. Marcella Garcez.

 

Mau funcionamento dos rins

“Quando o corpo fica maior devido ao acúmulo de gordura, os rins filtram em ritmo acelerado – o que chamamos de hiperfiltração, que em longo prazo leva à doença renal crônica, com um risco estimado de duas até sete vezes maior do que em indivíduos sem obesidade”, relata a nefrologista Dra. Caroline Reigada.

 

Predisposição a doenças cardiovasculares e circulatórias

“A gordura está relacionada com o depósito de placas de colesterol nas artérias coronárias que irrigam o coração, favorecendo a má circulação do sangue. Além disso, as veias são afetadas pela grande quantidade de sódio acumulado no organismo de quem está com sobrepeso, o que causa retenção de líquidos e dificulta ainda mais a circulação”, termina a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/efeitos-do-excesso-de-peso-5-problemas-que-voce-nao-conhecia/ - Por Guilherme Faber - Shutterstock


Acumular bens materiais não é suficiente para viver bem, porque a vida não depende do que se possui (Lucas 12:15)


terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Dermatologista revela 6 cuidados com o corpo no verão


Dicas que também ajudam na manutenção do corpo saudável

 

O verão é a estação que motiva muitas pessoas a criarem hábitos saudáveis e, paralelamente, exige atenção redobrada com corpo devido a maior incidência dos raios solares. Nesse sentido, o dermatologista Dr. Fernando Martins vai transmitir seis cuidados com corpo no verão.

 

Veja os seis cuidados com corpo no verão

 

Uso do protetor solar

“O que poucos fazem e é altamente eficiente é passar ele em casa. Aplique-o entre a troca de roupa, garantindo que todas as partes do corpo vão recebê-lo. Além disso, você ganha um tempo de absorção até se expor ao sol”, disse Fernando.

 

Pigmento do protetor solar

“Para a parte do rosto, prefira os com cor, pois o pigmento é uma barreira a mais de proteção e as versões de bastão e pó compacto facilitam na reaplicação do produto ao longo do dia”, garante.

 

Cabelo

Os fios e os couros cabeludos sofrem por conta da exposição ao sol. “O segredo aqui é ter sempre um Leave In, óleo ou creme para manter a hidratação e umidade nos fios. Lembrando com existem produtos específicos com fator de proteção”, destaca.

 

Acessórios

Bonés, chapéus e camisetas ajudam o corpo, além das roupas de porteção UV. “Temos diversos produtos de vestuário disponíveis para uso, que faz uma barreira a mais de proteção e, principalmente, te auxilia nos períodos de deslocamento entre um lugar e outro em que temos o aumento da exposição ao sol”, explica.

 

Hidratação

“Assunto sério. Então, hidrate-se! Beba água regularmente e tenha sempre uma garrafa térmica em mãos, o que facilita assim a ingestão e periodicidade”, orienta.

 

Suco de laranja

“O suco de laranja com cenoura é um delicioso exemplo. Vai fortalecer seu sistema imunológico, além de potencializar seu bronzeado”, conclui o Dr. Fernando Martins.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/dermatologista-revela-6-cuidados-com-o-corpo-no-verao/ - Por Guilherme Faber - Shutterstock


Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome.

Hebreus 13:15


segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

5 medicamentos comuns que afetam a saúde do coração


Cardiologista explica como o consumo de remédios sem prescrição médica pode causar danos ao organismo

 

A prática da automedicação representa um sério risco para a saúde. A aquisição e o uso de medicamentos sem a devida indicação e orientação médica não apenas comprometem a eficácia dos tratamentos, mas também podem desencadear uma série de complicações. De acordo com dados do Conselho Federal de Medicina, é alarmante constatar que 77% dos brasileiros fazem uso de medicamentos sem orientação médica.

 

Esse comportamento afeta diversos sistemas do corpo, podendo gerar resistência aos remédios, intoxicação e até mesmo desencadear doenças. Mas um dos órgãos mais afetados pela prática é o coração, como explica o cardiologista Dr. Roberto Yano.

 

“Usar medicamentos indiscriminadamente pode prejudicar a saúde cardiovascular, por exemplo, aumentando a pressão, gerando arritmias, desregulando a retenção de líquidos, interferindo na função das plaquetas, entre outros, o que é especialmente prejudicial para pessoas com fatores de risco”, alerta.

 

A seguir, confira alguns medicamentos comuns que afetam a saúde do coração!

 

1. Anti-inflamatórios não esteroidais

O Dr. Roberto Yano explica que os anti-inflamatórios, como ibuprofeno e diclofenaco, devem ser usados com muito cuidado, pois têm um potencial de prejudicar o coração, principalmente quando usado em doses elevadas e por longos períodos, podendo alterar a função das plaquetas, aumentar a pressão e a retenção de líquidos e de sódio.

 

2. Anti-histamínicos de 1ª geração

Também chamados de antialérgicos, esse tipo de medicamento, como a clorfeniramina, podem aumentar a pressão arterial e causar arritmia cardíaca, pois o medicamento tem propriedades adrenérgicas, que podem alterar o ritmo normal do coração.

 

3. Antidepressivos tricíclicos

Eles são muito eficazes no tratamento de depressão e ansiedade, mas quando usados de forma errada podem gerar uma alteração no eletrocardiograma, chamada ‘prolongamento do intervalo QT’, podendo levar a arritmias cardíacas potencialmente graves.

 

4. Descongestionantes nasais

Segundo o Dr. Roberto Yano, é muito comum usá-los sem receita médica , mas eles podem prejudicar bastante nosso sistema cardiovascular agindo como um estimulante aumentando a pressão e a frequência cardíaca, o que pode ser muito perigoso para os cardiopatas.

 

5. Medicamentos para emagrecer

Medicamentos, como a sibutramina, podem levar ao aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca. Esse aumento pode levar aos pacientes suscetíveis ao maior risco de ter um infarto, afirma o médico.

 

“Vale lembrar que nenhum dos medicamentos aqui citados são completamente ruins, eles têm sua eficácia para determinados problemas quando usados da forma correta, em dose, período de uso, considerando idade, perfil de uso etc. Por isso, sempre busque ajuda profissional e nunca se automedique”, ressalta o Dr. Roberto Yano.

 

Fonte https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-01-15/5-medicamentos-comuns-que-afetam-a-saude-do-coracao.html - Por Tayanne Silva - Imagem: Gorodenkoff | Shutterstock


Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.

Efésios 6:17