sábado, 9 de novembro de 2013

Alimentos que aumentam a gordura abdominal

Açúcar, gorduras saturada e trans e cereais refinados favorecem o acúmulo no tecido adiposo

A gordura abdominal é a inimiga número um da maioria das mulheres: ela não deixa a calça jeans fechar direito, faz com que aquele vestido lindo não caia tão bem e causa um grande mal estar. Mas, mais importante do que o fator estético, são outras complicações trazidas pela gordura visceral, que aumenta o risco de infarto, AVC, diabetes e obesidade.

Alguns grupos alimentares estão diretamente ligados à formação e ao aumento da gordura abdominal e, se não forem excluídos da deita, devem ser consumidos com moderação. Saiba quais são eles e adote em estilo de vida mais saudável.

Vilões da gordura abdominal 

Açúcar 

Quando em excesso, o açúcar se transforma em energia de reserva e é depositado principalmente na região abdominal. A nutricionista da Clínica Super Healthy, Paola Moreira, chama atenção para alguns produtos que são aparentemente naturais, mas que, na verdade, apresentam alto teor de açúcar. “Suco de caixinha industrializado utiliza néctar, ou seja, o açúcar concentrado da fruta (frutose), ao qual ainda é adicionado açúcar”, explica.

Gorduras saturadas e trans

A origem das gorduras saturadas é animal, por isso, estão presentes na carne vermelha, bacon e laticínios, principalmente os integrais. A ingestão exagerada destes alimentos diminui a sensibilidade do corpo à insulina, hormônio que regula os níveis de açúcar no sangue. Quanto mais açúcar, maior a reserva de energia e gordura acumulada na região abdominal. Além disso, as gorduras saturadas também estão associadas aos altos níveis de colesterol.

A gordura vegetal hidrogenada, ou gordura trans, age de forma semelhante à gordura saturada, mas é mais agressiva. Desde de 2006, a indústria alimentícia passou reformular seus produtos a fim de eliminar a gordura trans, que é comumente utilizada em produtos como sorvetes e biscoitos, pois melhora a textura e o gosto dos alimentos.

Cereais refinados 

Os cereais refinados são aqueles que passarem pelo processo de industrialização e, com isso, perderam a maior parte de seus nutrientes. O processo de refinamento faz com que estes alimentos passem a ter um alto índice glicêmico, ou seja, liberam muito açúcar na corrente sanguínea. “Quando consumidos em grande quantidade, estes cereais serão transformados em gorduras e estocados no tecido adiposo”, explica a nutricionista.

Arroz e trigo são os cereais que mais comumente passam pelo refinamento e estão presentes na mesa do brasileiro. Em vez de cortá-lo da dieta, opte pelas versões integrais, que além de serem ricas nutrientes essenciais, contêm fibras, aumentando a sensação de saciedade. A farinha de trigo também pode ser substituída pela farinha de chia que é rica em fibras, ômega 3, proteínas e vitaminas.
  
Glutamato monossódico

O glutamato monossódico é utilizado como intensificador de sabor nos produtos industrializado, como molhos prontos, congelados em geral, biscoitos e salgadinhos. “Este composto após ser ingerido inibe a liberação da substância responsável por estimular a sensação de saciedade. Por prejudicar esta sinalização, o glutamato também pode levar ao ganho de gordura da região abdominal”, afirma Paola. Para evitar este aditivo, fique de olho no rótulo dos produtos.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Descubra, finalmente, a diferença entre os astecas, maias, incas e olmecas

As civilizações olmeca, maia, inca e asteca são algumas das maiores civilizações antigas da história, e mesmo assim sabemos muito pouco sobre eles, em comparação com outras partes do mundo. Os olmecas, em especial, são frequentemente esquecidos por completo, enquanto o resto costuma ser aleatoriamente agrupado como se fizessem parte de um povo só – embora eles tenham sido grupos completamente distintos entre si.

Em suma, os maias surgiram primeiro e se estabeleceram na região que hoje corresponde ao México moderno. Em seguida, vieram os olmecas, que também habitaram o México. Eles não construíram nenhuma grande cidade (talvez por isso tenham caído em relativo esquecimento), mas dominaram a região e formaram um povo próspero. Eles foram seguidos pelos incas, no Peru moderno e, finalmente, surgiram os astecas, que também se estabeleceram no atual México.

Os maias foram a primeira civilização mesoamericana a aparecer, cujos primeiros relatos começam por volta de 2600 aC. Eles foram o povo mais duradouro de todas as civilizações da América Pré-Colombiana – além de serem muitas vezes vistos como o maior desses povos mesoamericanos. Os maias construíram a maioria de suas grandes cidades entre 250 dC e 900 dC. Apesar de terem sido os primeiros a surgirem, os maias só se tornaram realmente grandes em seus últimos anos, após a adoção de grande parte da cultura da civilização olmeca.

Os maias deixaram um longo e próspero legado, abrangendo partes do México, da Guatemala, de El Salvador, de Belize e de Honduras. Eles eram governados por reis e sacerdotes e, diferentemente de outras culturas, os maias não foram exterminados por um conquistador externo, e sim foram desaparecendo aos poucos. Sua relação exata com os olmecas, porém, permanece obscura.

Voltando aos olmecas, eles foram a primeira grande cultura mesoamericana, apesar de terem sido mais jovens que os maias. O nome “olmeca” certamente não era a maneira como eles chamavam a si mesmos, uma vez que o termo é derivado de escritos astecas. Os olmecas se estabeleceram por volta de 1400 aC e se mantiveram por cerca de mil anos, ocupando uma quantidade razoavelmente grande de terra. O povo olmeca era constituído por bons agricultores, além de talentosos artistas, matemáticos e astrônomos.

Eles utilizavam os hieróglifos como sistema de escrita, assim como a maioria das culturas que os seguiu. Os olmecas nunca edificaram nenhuma grande cidade – ao menos, da forma como nós conhecemos. Porém, há relatos de que o povo construiu uma enorme pirâmide antes de seus indivíduos desaparecerem gradativamente. Seu mais famoso legado é o mistério das cabeças olmecas: foram encontradas cabeças de 3 metros de altura, lembrando guerreiros africanos e feitas de pedra, com mais de 130 quilômetros de distância entre elas.

A civilização inca pode ser rastreada até cerca de 1200 dC. Eles viviam nas montanhas do Peru, longe dos olmecas, maias e astecas. No auge de seu poder, a civilização se estendia por cerca de 4.000 quilômetros e compreendia mais de 16 milhões de pessoas. Tratava-se de um povo extremamente avançado: eles possuíam exército, leis, estradas, pontes, túneis e um complexo sistema de irrigação muito à frente de seu tempo.

No entanto, eles nunca chegaram a inventar um sistema de escrita. Em vez disso, usavam cordas com nós para a o registro de informações. Uma guerra civil acerca do legítimo herdeiro do trono foi o que precisou para ajudar a derrotar toda a civilização: quando os espanhóis invadiram as terras dos incas, eles foram facilmente derrotados. O império caiu em 1533.

Os astecas, por sua vez, fundaram sua maior cidade, Tenochtitlán, no ano de 1325 – ou seja, eles eram muito mais jovens do que qualquer um dos outros três povos. Tenochtitlan foi construída em uma ilha próxima a um lago mexicano chamado Texcoco. Os astecas gradualmente conquistaram o restante da área do lago, até que a civilização caiu nas mãos dos invasores espanhóis em 1521. Embora eles não fossem tão avançados quanto os incas, os astecas possuíam um calendário de 365 dias, assim como nós, além de usarem hieróglifos.

Apesar do fato de essas culturas apresentarem similaridades em diversos aspectos – tais como a construção de pirâmides, os sacrifícios humanos e o uso de hieróglifos (com exceção dos incas) -, os astecas, maias, incas e olmecas foram quatro culturas distintas que surgiram e desapareceram em diferentes momentos e por diferentes razões – embora praticamente no mesmo lugar.

Em resumo: os maias foram os primeiros das civilizações pré-colombianas mais conhecidas, mas aprenderam muito com os olmecas, que apareceram 1.200 anos mais tarde. Os astecas foram os próximos, cerca de 400 anos após a civilização maia começar a encolher. Os incas eram de uma área completamente diferente e duraram menos de 300 anos antes de serem eliminados, enquanto ainda tentavam se tornar mais avançados. [Knowledge Nuts]

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Reconheça os sintomas do infarto

Conhecer os sintomas do infarto é essencial para evitar o pior. Quanto antes você procurar um hospital, menores são os riscos

As doenças cardiovasculares são líderes em morte no mundo, sendo responsáveis por quase 30% das mortes no Brasil. Dentre estas, o infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é a causa principal. De acordo com o Datasus, agência de controle de dados do governo, foram registrados 2028 óbitos por doenças cardiovasculares no estado de São Paulo apenas no mês de agosto de 2013. A mortalidade hospitalar por infarto agudo na internação é alta, e maior quanto mais demorado o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento final. Os fatores de risco para o infarto são obesidade, hipertensão, colesterol alto, estresse, diabetes ou infartos anteriores. Homens na meia idade e mulheres após a menopausa são os mais afetados pelo problema.

O infarto acontece quando parte do músculo cardíaco morreu por falta de oxigênio. A nutrição do músculo é feita pelas artérias coronárias, que levam sangue e nutrientes até o coração. Se uma artéria dessas "entupir" - que ocorre quando uma placa de gordura perto da parede interna do vaso rompe - o fluxo de sangue é interrompido e aquela área entra em sofrimento (causando dor) e se esse fluxo não for reestabelecido a tempo, o tecido morre.

Identificando o infarto

Hábitos ruins ao coração
A dor do IAM é uma sensação mal definida, surda, que pode se alojar em qualquer local entre o lábio inferior e a cicatriz umbilical. Ainda que a maioria das pessoas sinta dor no meio do peito, em aperto, espalhando para o braço direito, vemos com muita frequência apresentações menos características. Já vi pessoas com dor no queixo, dor nas costas. As características do infarto em mulheres são muito menos típicas, com queixas de queimação ou agulhadas no peito ou ainda falta de ar sem dor. Qualquer dor nessas regiões que se mantêm por mais de 20 minutos deve ser investigada e considerada doença grave, especialmente se associada aos seguintes sintomas:

Vômitos
Suor frio
Fraqueza Intensa
Palpitações
Falta de ar.

Na presença dessas sensações, é de extrema importância procurar ajuda no pronto socorro mais próximo em no máximo uma hora. Conforme o tempo passa a dor diminui, mas o dano torna-se mais extenso e irreversível. Após 12 horas de dor, o músculo em sofrimento já morreu quase por completo.

Em municípios com disponibilidade de atendimento domiciliar rápido, como o excelente SAMU de São Paulo, vale a pena acioná-lo. Na ausência de uma ambulância, busque uma acompanhante que possa dirigir ou acompanhar até o medico (sempre em um hospital de emergência, para não transformar um consultório medico em uma UTI). Evite dirigir com suspeita de infarto, pois arritmias e desmaios são frequentes no inicio do quadro, colocando em risco você e os outros. Carregue consigo seus exames mais recentes, se estiverem acessíveis e não forem atrasar a sua viagem. Fique tranquilo e explique tudo ao seu acompanhante e médico, em especial a presença de alergias e doenças prévias.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

21 alimentos bons para a saúde dos olhos

Lembre-se de consumir com frequência alimentos ricos em vitaminas A e E, e ômega 3

A ideia de nos mantermos saudáveis envolve, certamente, uma dieta adequada às necessidades de cada pessoa, aliada a um estilo de vida ativo. Ao ouvirmos falar da união de uma boa alimentação associada a atividades físicas, logo pensamos em um coração funcionando corretamente, em ossos fortes e corpo na medida certa! Além de mais disposição para o dia a dia.

E realmente esses são alguns dos benefícios de uma vida saudável. Mas você sabia que, ao optar por uma boa alimentação, você estará cuidando também da saúde dos seus olhos?!

A nutricionista Sabrina Lopes destaca que uma alimentação saudável e equilibrada ajuda a prevenir diversas doenças, inclusive as que atingem a região dos olhos. “As vitaminas e nutrientes antioxidantes, presentes em frutas e vegetais vermelhos ou amarelos, em óleos de peixes e outros alimentos, podem ajudar na prevenção de alguns problemas de visão”, diz.

E como todos nós estamos sujeitos a ter algum problema de visão, em qualquer período de nossas vidas, vale a pena se prevenir. “Para isso, prefira alimentos ricos em vitaminas A e E, e com ômega 3”, diz a nutricionista Sabrina.

“A falta das vitaminas citadas traz problemas como secura nos olhos, sensibilidade à luz, distúrbio de percepção de cores e cegueira noturna”, explica a nutricionista.

Abaixo, Sabrina Lopes cita uma lista de alimentos ajudam a prevenir certos problemas de visão e que, com certeza, só farão bem para a sua saúde. Vale a pena anotar:

Laranja: é fonte de uma substância chamada carotenoides, que previne a deterioração da mácula – responsável pela visão das cores.

Cenoura: assim como a laranja, é fonte de carotenoides.

Tangerina: como os itens anteriores, é fonte de carotenoides.

Mamão papaya: fonte de carotenoides.

Maça: mais uma fonte de carotenoides.

Couve: fonte de carotenoides.

Brócolis: assim como os itens anteriores, é fonte de carotenoides e previne a deterioração da mácula.

Morango: assim como outras frutas vermelhas e roxas, é fonte de vitamina C, alimento antioxidante que combate os radicais livres e, também, fonte de flavonoides. Com isso, ajuda a prevenir a degeneração da mácula e também a perda de visão.

Framboesa: oferece os mesmos benefícios citados acima.

Amora: como o morango e a framboesa, ajuda na prevenção da degeneração da mácula e perda de visão.

Mirtilo: oferece os mesmo benefícios das frutas citadas acima.

Cereja: assim como outras frutas vermelhas, apresenta os mesmos benefícios citados acima.

Alho: diminui a pressão arterial porque age como dilatador dos vasos sanguíneos. Isso ajuda na prevenção do glaucoma, já que a pressão intraocular é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença.

Cebola: assim como o alho, pelos mesmos motivos, ajuda na prevenção do glaucoma.

Sardinha: fonte de ômega 3, vitaminas A, B, D e E. Também estimula a circulação sanguínea, por isso, todas as estruturas oculares recebem oxigênio, o que contribui para a boa saúde dos olhos.

Bacalhau: peixe que oferece os mesmos benefícios citados acima.

Atum: outra opção de peixe, fonte de ômega 3, vitaminas A, B, D e E.

Salmão: como outros peixes, oferece os benefícios citados acima.

Ovos: a presença de substâncias foto-oxidantes, como luteína e zeaxantina, presentes na gema do ovo, ajudam a prevenir a degeneração macular.

Azeite Extra Virgem : muito bom na prevenção contra a degeneração macular, por ser rico em ômega 3.

Óleo de Linhaça: fonte de vitamina E e de ácidos graxos ômegas 3, 6 e 9, é um alimento muito bom para prevenir e tratar sintomas de ardência e coceira nos olhos e sensibilidade à luz.

Agora você tem mais alguns bons motivos para acrescentar frutas vermelhas e roxas, peixes, ovos, azeite, óleo de linhaça, além das outras frutas e legumes citados, à sua dieta! Entre outros benefícios, eles serão grandes aliados da saúde dos seus olhos!

Fonte: http://www.dicasdemulher.com.br/21-alimentos-bons-para-a-saude-dos-olhos/ - Por Tais Romanelli - Foto: Thinkstock

terça-feira, 5 de novembro de 2013

11 dicas para você detonar na musculação

Combinar aparelhos e peso livre é uma das estratégias para ganhar força

Quando começa a treinar, você não pensa em outra coisa a não ser nos resultados, que precisam aparecer rapidamente e fazer seu esforço valer a pena. E, no caso da musculação, alguns truques fazem mesmo a diferença (e explicam porque seu amigo, que começou a fazer exercícios na mesma época que você, já está com o corpo bem mais definido). "Não basta só pegar pesado na carga, é preciso prestar atenção em outros detalhes para tirar proveito máximo da musculação", afirma o professor Marcelo Capella, sócio da academia SP Fit Club, em São Paulo. Quer saber quais são eles? Então aproveite as dicas do personal.

Diminua as séries e aumente as cargas
Geralmente, os professores indicam três séries, de doze ou quinze repetições e mesma carga, para cada exercício. Mantenha as três séries, mas varie a carga e o número de repetições. Comece com doze movimentos no peso que você encerrou o último treino e aumente o peso na segunda série, fazendo dez movimentos. Para terminar, aumente o peso novamente e faça oito repetições. 

Combine exercícios
Em vez de fazer um exercício de cada vez, combine dois deles para o mesmo músculo, intercalando as séries de um e de outro. Isso agiliza o ganho de massa, porque exige um pouco mais do músculo, potencializando o treinamento em geral. 

Volte a carga bem devagar
Na hora de erguer o peso, faça o movimento com máxima intensidade. Chegue ao limite e volte devagar. No retorno à posição de repouso, as fibras musculares sofrem microlesões, fazendo com que a recuperação leve ao aumento de músculos. 

Esgote os músculos
Após suas três repetições habituais, diminua o peso no aparelho (pode colocar uma carga de nível leve) e repita o movimento bem rapidamente, várias vezes. Pare apenas quando sentir queimar. Assim, seu músculo trabalha no limite e é obrigado a se fortalecer com urgência. Só não exagere, prevenindo-se de lesões que impediriam o treino. 

Comece trabalhando músculos grandes
Isso exige maior esforço e os músculos pequenos atuam como auxiliares. Por exemplo: treine peito antes de treinar bíceps. Treine quadríceps antes de estimular os glúteos.

Combine aparelhos e peso livre
O exercício com peso livre, geralmente, é mais difícil de ser executado, enquanto o exercício com aparelho isola melhor o músculo. 

Aumente a carga todos os treinos
Em vez de ficar por um mês trabalhando com a mesma carga, troque o peso a cada treino, de acordo com sua capacidade. Isso estimula seus músculos a se desenvolverem. 

Espere um minuto entre as séries
O ideal é descansar um minuto, repetindo a série com mais potencia. O intervalo é necessário para garantir a intensidade do treino. 

Respire na hora certa
Quando estiver na fase de contração muscular, inspire. E, na volta do movimento, expire. O trabalho dá mais energia para o treino e, pela contração do abdômen, protege sua coluna. 

Durma bem
O sono recupera o corpo para o treino do dia seguinte e libera hormônios que ajudam a aumentar a massa muscular.

Descanse o corpo
Você precisa de, pelo menos, um dia de descanso entre um treino e outro. Esse tempo é necessário para o seu corpo se recuperar das microlesões ocorridas na musculação. Se quiser treinar durante todos os dias da semana, peça ao professor que divida seu treino em dois (um dia para braços, peito e costas e outro para pernas e glúteos, por exemplo).