domingo, 20 de fevereiro de 2022

Vitamina D e óleo de peixe podem ajudar a prevenir doenças autoimunes, diz estudo


Taxa de prevenção de doenças autoimunes aumenta 39% em pessoas que tomam vitamina D por pelo menos dois anos, segundo estudo publicado na revista científica BMJ

 

Ingerir suplementos de vitamina D e óleo de peixe pode ajudar a proteger adultos de desenvolverem distúrbios autoimunes como artrite reumatoide, psoríase, doenças da tireoide e polimialgia reumática, uma doença inflamatória que causa dor muscular e rigidez nos ombros e quadris, de acordo com um novo estudo.

 

Pessoas com 50 anos de idade ou mais, tomando 2.12 mg de vitamina D3 por mais de cinco anos, tiveram uma taxa relativa 22% menor de diagnósticos autoimunes confirmados, disse a autora do estudo, Karen Costenbader, professora de medicina na divisão de Reumatologia, Inflamação e Imunidade da Escola de Medicina Harvard e diretora do programa de lúpus do Hospital Brigham e das Mulheres em Boston.

 

Essa dosagem é duas a três vezes a dose diária recomendada de vitamina D para adultos, que é de 0.64 mg para pessoas com até 69 anos e 0.85 mg para pessoas com 70 anos ou mais, de acordo com os Institutos Nacionais da Saúde dos Estados Unidos.

 

Uma vez que as pessoas estivessem tomando vitamina D por pelo menos dois anos, a taxa de prevenção de doenças autoimunes subiu para 39%, de acordo com o estudo publicado na quarta-feira (26) na revista BMJ.

 

O estudo também encontrou uma possível ligação entre tomar 1.000 mg do ácido graxo ômega-3 (óleo de peixe) e uma redução nos distúrbios autoimunes, mas a associação não foi estatisticamente significativa até que possíveis casos de doenças autoimunes — não somente casos confirmados — fossem levados em conta na análise.

 

No entanto, o estudo descobriu que tomar ambos os suplementos de vitamina D e ômega-3, versus somente o efeito placebo, diminuiu a doença autoimune em cerca de 30%.

 

Toxicidade da vitamina D

As pessoas não devem simplesmente correr e começar a tomar pílulas de vitamina D para aumentar suas chances de evitar doenças autoimunes, alertou Costenbader, já que existem consequências significativas ao tomar muito do suplemento.

 

Diferentemente de vitaminas solúveis na água, as quais o corpo consegue eliminar facilmente, a vitamina D é armazenada nas células de gordura do corpo e pode se acumular em níveis tóxicos, levando a dores nos ossos e danos nos rins.

 

Pelo fato de o corpo produzir vitamina D quando a pele é exposta a luz do sol, assim como ao ingerir leite e outros alimentos como cereais que geralmente são fortificados com vitamina D, muitos especialistas dizem que pessoas saudáveis e mais jovem provavelmente não precisam de suplementos de vitamina D, especialmente em quantidades acima do nível recomendado de 0.64 mg por dia.

 

Os níveis caem em idades mais avançadas, mas “eu diria que todos deveriam conversar com seu médico antes de tomar 2.12 mg de vitamina D junto de qualquer outra coisa que você já esteja tomando”, disse Costenbader. “E existem certos problemas de saúde como pedras nos rins e hiperparatireoidismo (aumento nos níveis de cálcio), onde você não deveria tomar vitamina D extra.”

 

O corpo ataca a si mesmo

O estudo de Costenbader analisou 25.871 homens e mulheres com 50 anos ou mais que participavam do VITAL, um estudo de pesquisa randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, projetado para ver se tomar suplementos dietéticos diários de vitamina D3 (2.12 mg) ou ácidos graxos ômega-3 (1.000 mg de óleo de peixe Omacor) reduziria o risco de desenvolver câncer, doenças cardíacas e derrame em pessoas sem histórico prévio dessas doenças.

 

O estudo não mostrou benefícios da suplementação extra na prevenção de doenças cardiovasculares ou câncer.

 

Como pesquisas anteriores mostraram que a vitamina D e os ácidos graxos ômega-3 derivados de frutos do mar podem ter um efeito positivo na inflamação e na imunidade em distúrbios autoimunes, Costenbader decidiu usar o mesmo estudo para investigar se os suplementos podem prevenir essas doenças.

 

A doença autoimune ocorre quando o sistema de defesa natural do corpo de repente vê as células normais como invasoras e começa a destruir essas células por engano. Na artrite reumatoide, por exemplo, o sistema imunológico ataca o revestimento das articulações, causando inflamação, inchaço e dor. Com a psoríase, as células T hiperativas — que estão entre as melhores defensoras do corpo — causam a inflamação que cria machucados escamosos na pele.

 

No diabetes tipo 1, os defensores do corpo destroem as células produtoras de insulina do pâncreas. Existem até algumas evidências para mostrarem que a inflamação em todo o corpo pode ser parte da progressão do diabetes tipo 2.

 

Distúrbios autoimunes podem se desenvolver em qualquer fase da vida, mas aparecem mais entre os adultos mais velhos, principalmente em mulheres, disse Costenbader.

 

Mais pesquisas são necessárias

Até o momento, nenhum grande estudo clínico randomizado (considerado o padrão-ouro da pesquisa) havia investigado se o óleo de peixe e a vitamina D poderiam realmente prevenir o desenvolvimento de doenças autoimunes.

 

“Esta é a primeira evidência direta em adultos mais velhos de que tomar vitamina D ou ácidos graxos ômega-3 — ou uma combinação — por cinco anos, reduz a incidência de doenças autoimunes, com efeito sendo notado após dois anos de suplementação”, disse Costenbader.

 

Em cinco anos de pesquisa, o estudo não conseguiu separar quais das 80 ou mais doenças autoimunes podem se beneficiar mais de suplementos de vitamina D e óleo de peixe, disse Costenbader, mas a pesquisa está seguindo. O estudo está agora em seu sétimo ano, disse ela, e mais dados devem ser divulgados no futuro.

 

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vitamina-d-e-oleo-de-peixe-podem-ajudar-a-prevenir-doencas-autoimunes-diz-estudo/ - Sandee LaMotteda CNN - Foto: Freepik


Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.

Hebreus 4:16


COVID-19 pode impactar a memória e saúde mental, diz USP


Cerca de 51,1% dos participantes relataram ter percebido declínio da memória após internação por COVID-19

 

Em um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP), foi observado uma alta prevalência de déficits cognitivos e transtornos psiquiátricos em pacientes que se recuperaram das formas moderada e grave da infecção pela COVID-19.

 

A pesquisa, que teve início em 2021 e foi publicada recentemente, contou com 425 participantes avaliados entre seis a nove meses após alta hospitalar do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

 

Para fazerem as avaliações, os pesquisadores tiveram como método entrevista psiquiátrica estruturada, testes psicométricos e uma bateria cognitiva.

 

Os resultados completos foram divulgados na revista General Hospital Psychiatry e contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

 

Depressão, ansiedade e estresse pós COVID-19

O principal intuito do estudo era entender se o coronavírus e a doença por ele causada têm impacto no longo prazo, produzindo manifestações tardias no sistema nervoso central.

 

Segundo os resultados da pesquisa, cerca de 51,1% dos participantes relataram ter percebido um declínio da memória após a infecção, enquanto outros 13,6% desenvolveram transtorno de estresse pós-traumático.

 

O transtorno de ansiedade generalizada (TAG) foi diagnosticado em 15,5% dos voluntários, sendo que em 8,14% deles o problema surgiu após o coronavírus.

 

Já o diagnóstico de depressão foi estabelecido para 8% dos pacientes, em 2,5% deles somente após a internação.

 

"Nenhuma das alterações cognitivas ou psiquiátricas observadas nesses pacientes se correlaciona com a gravidade do quadro", conta ao Jornal da USP, Rodolfo Damiano, médico residente do Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina da USP e primeiro autor do artigo.

 

O médico esclarece que também não foi observada nenhuma associação com a conduta clínica adotada no período de hospitalização ou com fatores socioeconômicos, como perda de familiares ou prejuízos financeiros durante a pandemia de COVID-19.

 

Conclusão da pesquisa

Este foi o primeiro estudo a acessar as taxas de morbidade psiquiátrica e cognitiva após formas moderadas ou graves de COVID-19 usando medidas padronizadas.

 

Para o professor e pesquisador Eurípedes Constantino Miguel Filho, o fato de não ter sido encontrada uma correlação clara entre a condição psiquiátrica e a magnitude da doença na fase aguda ou a fatores psicossociais indica que as sequelas deixadas pela presença do vírus no corpo - como inflamações e a presença do vírus no cérebro - teriam ligação direta com o surgimento de transtornos como a depressão e ansiedade.

 

"A presença de manifestações clínicas, como perdas cognitivas, cefaleias, anosmia [perda do olfato] e outras alterações neurológicas nesses pacientes contribuem com evidências adicionais de que essas alterações psiquiátricas possam refletir a ação do sars-cov-2 no sistema central", explica o médico.

 

Atualmente o grupo de pesquisadores estudam para descobrir se há correlação entre o grau de inflamação durante a fase aguda da COVID-19 e o desenvolvimento de sintomas neuropsiquiátricos.

 

Para quem já foi afetado, os pesquisadores indicam vacinação e acompanhamento psiquiátrico, além de meditação, exercícios físicos e reabilitação cognitiva.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/bem-estar/noticias/38430-covid-19-pode-impactar-a-memoria-e-saude-mental-diz-usp - Escrito por Thaynara Moreira - Redação Minha Vida


Sara os quebrantados de coração e liga-lhes as feridas.

Salmo 147:3


Entenda por que quem tomou a vacina pode pegar covid


Estão surgindo muitos casos de pessoas que já receberam a segunda ou terceira dose e tiveram a doença

 

Mesmo depois de ter metade da população totalmente vacinada contra covid, ainda tem muita gente espalhando falsas notícias sobre a não eficácia da vacina. Essas pessoas estão usando como defesa os muitos casos de reinfecção, apesar da vacinação. Acontece que nunca foi dito pelas autoridades competentes que qualquer uma das vacinas tem 100% de proteção contra o coronavírus. Então, quem tomou a vacina pode pegar covid, mas não do mesmo jeito que uma pessoa não vacinada.

 

Quem tomou a vacina pode pegar covid?

As vacinas que foram criadas em tempo recorde, para salvar as pessoas da pandemia mais contagiosa da história, têm eficácia sim. Mas, a promessa das vacinas nunca foi garantir a proteção total contra a infecção pelo coronavírus.

 

Desde o início, os dados oficiais e estudos científicos foram bem claros ao dizer que a função das vacinas seria de prevenir casos mais graves da doença, evitando tantas hospitalizações e mortes.

 

Mesmo com o avanço da variante ômicron, os imunizantes contra a covid-19 continuam funcionando muito bem com essa finalidade.

 

Então, sim: quem tomou a vacina pode pegar covid, só que os sintomas vão ser mais leves e suportáveis, com baixíssimo risco de precisar ficar internado para tratar a doença.

 

Em entrevista para a BBC, o pediatra e infectologista Dr. Renato Kfouri, que é diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explicou: “as vacinas protegem muito melhor contra as formas mais graves do que contra as formas moderadas, leves ou assintomáticas da covid. Quanto mais grave o desfecho, maior a eficácia delas”.

 

Por que tantos casos de reinfecção em pessoas vacinadas?

Em primeiro lugar, como já foi respondido acima, as pessoas não deixam de se infectar com covid porque estão vacinadas, mas ficam protegidas contra os sintomas dos casos mais graves da doença.

 

Além disso, o aumento de casos atuais, inclusive em pessoas que já receberam duas ou três doses, se dá por conta das festas de fim de ano, onde as pessoas se aglomeraram como se não houvesse mais motivos para se cuidar.

 

E tem ainda o fato de que as vacinas não têm validade longa, e justamente por isso está sendo aplicada a terceira dose. Desde o início, os cientistas disseram que as vacinas teriam eficácia de alguns meses e, por isso, seriam necessárias mais doses até que fosse encontrada uma solução definitiva.

 

É por todos esses motivos que quem tomou a vacina pode pegar covid e, de fato, está pegando por conta da falta de cuidado no dia a dia. A pandemia ainda não acabou e depende da colaboração e consciência de todos para deixar de ser uma preocupação.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/entenda-porque-quem-tomou-a-vacina-pode-pegar-covid/ - por Priscilla Riscarolli


Dá vigor ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.

Isaías 40:29


sábado, 19 de fevereiro de 2022

Cuidados necessários para viajar em tempos de pandemia


Não precisa deixar de viajar, mas respeite os cuidados necessários

 

Não ficou totalmente proibido viajar durante a pandemia – embora essa seja uma forma eficiente de impedir a propagação do coronavírus. Mas, cada país determinou as regras para estrangeiros entrarem em seu território. E mesmo que você pretenda fazer uma viagem dentro do país, existem cuidados essenciais que deve ter para viajar em segurança, sem o risco de contaminar ou ser contaminado.

 

Mantenha os cuidados já conhecidos

Nos momentos de lazer e descontração, corremos o risco de nos esquecer dos cuidados básicos: usar máscara em locais fechados, seguir o distanciamento social, evitar aglomerações e manter as mãos desinfetadas. Então, é preciso fazer um esforço extra para manter esses cuidados em primeiro lugar, e proteger as pessoas que você ama.

 

Prefira viajar para onde possa fazer atividades ao ar livre

Na hora de escolher seu destino de férias, pense nas atividades que poderá fazer ao ar livre, em espaços abertos, onde há menor risco de ser infectado. Praias, parques e montanhas são boas opções.

 

Escolha viajar em datas menos concorridas

Se você puder escolher, tire suas férias em datas menos concorridas nos hotéis e lugares turísticos. Assim, evita a aglomeração de pessoas e todo o estresse envolvido.

Compre passagens on-line

Evite filas em guichês e atrações turísticas. Faça todas as reservas on-line, de um jeito mais prático, rápido e menos arriscado.

 

Prefira se deslocar de carro

Carro próprio ou alugado, que levará apenas as pessoas da sua família ou amigos que você tem certeza de não estarem infectados, são melhores do que transportes coletivos, como ônibus e avião.

Assim, além dessa proteção, você tem condições de voltar para casa mais rápido, sem depender do transporte coletivo, caso precise. Aliás, por esse mesmo motivo, evite viajar para muito longe, preferindo ficar num raio de 400 km, em média.

 

Escolha hospedagens que exigem medidas de segurança

Na hora de escolher em qual hotel ou pousada irá ficar, verifique no site da empresa quais são as exigências sobre medidas de segurança. É importante que não apenas você, mas todos os hóspedes e funcionários respeitem as medidas para a proteção geral. Quando o local deixa claro suas exigências, é sinal de que o lugar é mais seguro.

 

Faça o teste antes de viajar

Não seja negligente com os outros: respeite a vida e a saúde de todos. Antes de partir para a viagem, faça um teste de Covid em todos que vão com você para garantir que não estejam infectados, mesmo não sendo obrigatório. E se o teste de positivo, mesmo sem sintomas, reagende a viagem.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/viajar-em-tempos-de-pandemia/ - por Priscilla Riscarolli


E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê.

Marcos 9:23


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

19 doenças que provocam dores intensas (e que jamais deve ignorar)


O Serviço Nacional de Saúde britânico reuniu as doenças responsáveis pelas piores dores que o corpo humano pode sentir.

 

A dor é o principal sinal de alerta de que algo não está bem no nosso corpo e de que devemos procurar ajuda para nos protegermos. Mas alguma vez parou para pensar nas doenças que provocam as piores dores?

 

Especialistas do Serviço Nacional de Saúde britânica reuniram as 20 doenças responsáveis por causar as dores mais intensas que o corpo humano pode sentir. Veja abaixo:

 

Endometriose

Designação dada ao processo clínico no qual as células que constituem o endométrio se encontram fora da sua localização normal: no peritoneu pélvico, nos ovários, na bexiga, no apêndice, intestinos ou até no diafragma, por exemplo. A dor é o principal sintoma e é muito incapacitante. Pode surgir sob a forma de cólicas intestinais, associadas à menstruação e, inicialmente, pode ser alivada com anti-inflamatórios ou com a pílula. Porém, com o passar do tempo, deixa de responder ao tratamento. Se afetar a bexiga, pode ocorrer dor e perda de sangue na urina.  Em alguns casos, a dor manifesta-se ainda durante o ato sexual.

 

Hérnia discal

Ocorre quando o núcleo pulposo de um disco força e rompe o anel fibroso exterior, passando para o espaço vertebral. Pode causar dor, dormência e perda de força na área do corpo correspondente ao nervo comprimido.

 

Apendicite

Trata-se de uma inflamação do revestimento interno do apêndice, uma pequena estrutura situada na primeira porção do intestino grosso, no lado direito do abdômen. Pode provocar dor abdominal em torno do umbigo. Mais tarde, a dor tende a deslocar-se para a região inferior direita do abdômen.

 

Capsulite adesiva ou 'ombro congelado'

De origem desconhecida, manifesta-se por dores ocasionais no ombro, predominantemente noturnas, e por uma restrição progressiva da mobilidade do ombro.

 

Enfarte do miocárdio ou 'ataque cardíaco'

Ocorre quando uma ou mais artérias que irrigam o coração ficam bloqueadas e este não recebe sangue e oxigênio nas quantidades que necessita, fazendo com que as células da área afetada morram. A dor em forma de aperto, sensação de peso ou pressão no centro do peito, é um dos principais sinais de alerta. Essa dor pode passar para as costas, braço esquerdo, maxilar ou pescoço.

 

Enxaqueca

É uma cefaleia primária em que ocorrem episódios de dor muito intensos, intervalados por períodos sem quaisquer sintomas.

 

Cefaleia em salvas

É um dos tipos de dor de cabeça mais comuns. Não é resultado de outro problema de saúde.

 

Artrite

De causa desconhecida, é uma doença reumática inflamatória. Pode causar dores articulares inflamatórias ou musculares difusas

 

Gota

É uma patologia reumática e incapacitante. Surge como consequência de hiperuricemia, ou seja, do excesso de ácido úrico no sangue e do acúmulo nas articulações sob a forma de cristais de monourato de sódio.

 

Litíase renal (pedras nos rins)

Trata-se de uma das causas mais frequentes de cólicas renais e provoca dores intensas e incapacitantes. A dor da cólica renal não tem nenhuma posição de alívio.

 

Síndrome da dor regional complexa

Caracteriza-se por uma dor extrema num membro. É crônica e pode desenvolver-se após uma lesão, cirurgia, um acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco.

 

Fraturas

Acontecem sempre que um osso é sujeito a uma força que excede a sua capacidade de adaptação, havendo dor marcada no local.

 

Zona ou herpes zóster

É uma infeção viral que se manifesta através de erupções cutâneas, normalmente compostas por pequenas bolhas com líquido. Provoca não só dores de cabeça como formigueiros ou picadas em zonas específicas da pele.

 

Dor ciática

Na verdade, não é uma doença, mas sim um sintoma de uma condição médica subjacente. A posição sentada agrava a dor, que se acompanha de uma sensação de queimadura ou de formigueiro.

 

Nevralgia

É um episódio de dor muito intensa que se assemelha a um corte, choque ou queimadura, sendo mais comum na face e pescoço. Ocorre associado a uma lesão de um nervo.

 

Pancreatite aguda

De duração relativamente curta, caracteriza-se por dor intensa na região superior do abdômen que irradia para as costas.

 

Fibromialgia

É uma doença crônica que se caracteriza por queixas neuromusculares dolorosas, bem como pela presença de pontos de dor em regiões específicas. A dor que pode afetar uma grande parte do corpo.

 

Úlcera gástrica ou no estômago

É uma 'ferida' que ocorre no revestimento do estômago. Podem também aparecer no duodeno ou no esôfago. As dores abdominais descritas como uma queimadura que ocorrem duas a três horas após as refeições são as queixas mais comuns.  Em casos mais graves, as dores são mais intensas, há rigidez abdominal e perda de sangue no vómito ou pelas fezes.

 

Dor pós-operatória

É comum sentir alguma dor após uma cirurgia. A intensidade varia de acordo com o tipo de operação.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1877396/19-doenas-que-provocam-dores-intensas-e-que-jamais-deve-ignorar - © Shutterstock


E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.

Tiago 1:22