sábado, 26 de fevereiro de 2022

Coronavírus: Estudo aponta os principais sintomas que afetam as crianças


À medida que a variante Ômicron do novo coronavírus se propaga um pouco por todo o mundo, paralelamente têm subido os casos de infecção e de hospitalização entre crianças.

 

As crianças que foram anteriormente consideradas, na sua grande maioria. apenas portadoras do vírus estão agora igualmente em risco de desenvolver sintomas graves e de serem hospitalizadas, particularmente quando há complicações de saúde subjacentes, informa um artigo publicado no jornal Times of India.

 

De acordo com uma pesquisa feita com base nos dados do aplicativo britânico Zoe COVID Symptom Study APP, a fadiga é o sinal mais comum de infecção por coronavírus em crianças, seguido por dor de cabeça, dor de garganta, corrimento nasal e espirros.

 

A Zoe COVID é um aplicativo para smartphone desenvolvido durante a pandemia com o intuito de registrar como as pessoas infectadas pelo novo coronavírus, em todo o Reino Unido, se sentem diariamente.

 

O app é usado por crianças e adultos para rastrear os sintomas, com base nos quais os investigadores elaboram regularmente a lista dos sintomas mais prevalecentes da Ômicron.

 

Segundo os dados disponíveis, os sintomas observados em adultos foram diferentes dos das crianças. Tendo revelado ainda que, em adultos, corrimento nasal tende a ser o primeiro sinal, seguido de dor de cabeça, fadiga e espirros.

 

Além dos sintomas relacionados com o sistema respiratório, a variante Ômicron também pode afetar outros órgãos do corpo. A estirpe pode causar alguns sintomas incomuns, como diarreia e erupções cutâneas. No entanto, é raro e é somente testemunhado por uma pequena percentagem dos casos.

 

Os dados recolhidos durante o estudo também sugerem que, em alguns casos, as crianças podem desenvolver crupe ou angina diftérica, uma condição em que a infecção das vias aéreas provoca tosse severa.

 

O estudo, no entanto, não incluiu casos assintomáticos de Covid-19.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1880457/coronavrus-estudo-aponta-os-principais-sintomas-que-afetam-as-crianas - © Shutterstock


E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.

Atos 16:31


Altura ideal para cada idade até os 18 anos


Veja as tabelas para conferir se as crianças e adolescentes da casa estão na altura esperada com relação ao peso, a idade e o sexo.

 

Não existe uma altura padrão para todas as pessoas. Esse fator é definido pela mistura genética dos pais e avós, além de outras questões, como alterações genéticas e doenças que afetam o crescimento. Mas existem as tabelas da Organização Mundial de Saúde, usadas pelos profissionais da área, que determinam a altura ideal para cada idade, levando em conta o peso e o sexo. Veja a seguir:

 

Tabela de altura para meninas de até 2 anos de idade


 

Tabela de altura para meninos de até 2 anos de idade


 

Tabela de peso e altura para meninas de 3 a 18 anos de idade

 


Tabela de peso e altura para meninos de 3 a 18 anos de idade

 


O que causa atraso ou excesso de crescimento?

De acordo com a endocrinologista Dra. Ana Luiza Cardoso, existem alguns fatores que podem afetar o crescimento das crianças e adolescentes, como causas genéticas (Síndrome de Turner), deficiências hormonais (hipotireoidismo e deficiência do hormônio do crescimento) e doenças crônicas, como anemia e desnutrição.

 

Também deve ser considerado o atraso constitucional do crescimento e desenvolvimento, que é o processo de cada pessoa. Algumas crianças entram na puberdade um pouco mais tarde do que outras da mesma idade, e por isso passam por uma fase de baixa estatura.

 

O que fazer quando a altura está abaixo ou acima do normal?

Os meninos crescem até completarem 18 anos, mais ou menos. Nas meninas, o crescimento vai até os 15 ou 16 anos. A altura que a pessoa tiver nessa idade, provavelmente, será sua altura definitiva até ficar idosa – o envelhecimento pode fazer algumas pessoas diminuírem alguns centímetros.

 

Se, ao verificar as tabelas acima, você notou que a altura ideal para cada idade não corresponde ao seu filho ou filha, que está mais baixo ou mais alto do que o padrão, leve-o ao pediatra.

 

Não significa que tenha algum problema a ser tratado, pois como foi dito lá no início, a altura é uma questão de genética e uma criança pode ser baixinha ou bem alta se algum dos pais ou avós também forem.

 

Geralmente, quando existe algum problema de crescimento, o diagnóstico vem ainda na infância, em uma das consultas de rotina que a criança deve fazer. Dependendo do caso, existe tratamento para estimular o crescimento e os resultados costumam ser muito bons.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/altura-ideal-para-cada-idade/ - por Priscilla Riscarolli - Crédito: Unimed


E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.

1 João 5:14


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Máscaras faciais tornam as pessoas mais atraentes, sugere estudo


A atratividade com a máscara azul (canto inferior direito) foi maior do que em todos os outros casos.

 

Beleza com máscara

 

Você quer um novo motivo para usar uma máscara facial?

 

Bem, as máscaras protetoras tornam os usuários mais atraentes.

 

Oliver Hies e Michael Lewis, da Universidade de Cardiff (Reino Unido) mediram como diferentes tipos de máscaras faciais influenciavam a atratividade de 40 rostos masculinos.

 

Os resultados vão contra as pesquisas pré-pandemia, quando os resultados indicavam que as máscaras faziam as pessoas pensarem sobre doenças, passando a evitar a pessoa que as usava - longe de tornar as pessoas atraentes, as máscaras produziam um efeito similar à repugnância.

 

"Pesquisas realizadas antes da pandemia descobriram que as máscaras faciais médicas reduzem a atratividade - então queríamos testar se isso havia mudado desde que as coberturas faciais se tornaram onipresentes e entender se o tipo de máscara tinha algum efeito," disse Lewis.

 

Atraência e esconder defeitos

 

De fato, parece que a associação da máscara a cuidados consigo próprio e preocupação com os outros mudou a impressão que esse novo vestuário causa nas pessoas.

 

Os resultados mostram não apenas o desaparecimento do "efeito repugnância", como uma tendência a considerar as pessoas mais atraentes.

 

E o efeito foi maior quando os usuários usavam máscaras azuis, muito comuns entre os profissionais de saúde. As máscaras azuis aumentaram a atratividade facial mais do que os outros tipos e cores de máscaras.

 

"Nosso estudo sugere que os rostos são considerados mais atraentes quando cobertos por máscaras médicas. Isso pode ser porque estamos acostumados a profissionais de saúde usando máscaras azuis e agora as associamos a pessoas de profissões médicas ou de cuidados. Em um momento em que nos sentimos vulneráveis, podemos achar o uso de máscaras médicas reconfortante e, assim, nos sentirmos mais positivos em relação ao usuário.

 

"Também descobrimos que os rostos são considerados significativamente mais atraentes quando cobertos por máscaras de tecido do que quando não cobertos. Parte desse efeito pode ser resultado da capacidade de ocultar características indesejáveis na parte inferior do rosto - mas esse efeito esteve presente tanto para pessoas menos atraentes quanto para as mais atraentes," detalhou Lewis.

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Beyond the beauty of occlusion: medical masks increase facial attractiveness more than other face coverings

Autores: Oliver Hies, Michael B. Lewis

Publicação: Cognitive Research Principles and Implications

Vol.: 7, Article number: 1

DOI: 10.1186/s41235-021-00351-9

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=mascaras-faciais-tornam-pessoas-mais-atraentes&id=15143&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: Oliver Hies et al. - 10.1186/s41235-021-00351-9


O Senhor, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes.

Deuteronômio 31:8


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Ligação misteriosa entre baixos níveis de vitamina D e Covid-19 grave reafirmada em novo estudo


Cientistas israelenses disseram que encontraram diferenças “impressionantes” nas chances de adoecer gravemente com o Covid-19 quando compararam pacientes que tinham níveis adequados de vitamina D antes de contrair a doença com aqueles que não tinham.

 

Um estudo publicado na revista de pesquisa PLOS One  descobriu que cerca de metade das pessoas que eram deficientes em vitamina D antes de contrair Covid-19 desenvolveram doenças graves, em comparação com menos de 10% das pessoas que tinham níveis suficientes da vitamina no sangue.

 

Sabemos que a vitamina D é vital para a saúde óssea, mas seu papel na proteção contra a Covid-19 grave não é totalmente conhecido ou estabelecido.

 

A pesquisa mais recente foi a primeira a examinar os níveis de vitamina D em indivíduos antes de contraírem a Covid-19, disseram os autores do estudo.

 

O Dr. Amiel Dror, autor do estudo e médico do Galilee Medical Center, disse sobre as descobertas: “Achamos notável e impressionante ver a diferença nas chances de se tornar um paciente grave quando você está com falta de vitamina D em comparação para quando você não está”, em entrevista ao jornal Times of Israel.

 

As descobertas vêm de 253 pessoas internadas no Galilee Medical Center em Nahariya, Israel, entre 7 de abril de 2020 e 4 de fevereiro de 2021 — um período anterior ao   surgimento da variante Ômicron altamente infecciosa.

 

Dr. Dror disse que as descobertas sugerem que a vitamina D ajudou a fortalecer o sistema imunológico para lidar com o vírus que ataca o sistema respiratório. “Isto é igualmente relevante para a Ômicron como foi para as variantes anteriores”, disse o Dr. Dror.

 

A pesquisa não prova que a vitamina D protege contra o Covid-19 e não é uma luz verde para evitar vacinas e tomar vitaminas. As vacinas reduzem o risco de hospitalização da Ômicron, principalmente após a dose de reforço, em até 90%, de acordo com a Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido.

 

A maior parte da produção da vitamina D é ativada pela luz solar e produzida diretamente na nossa pele. Também é encontrado em alimentos como peixes gordurosos, cogumelos e gemas de ovos, além de suplementos em farmácias de manipulação e outros estabelecimentos através de cápsulas.

 

Níveis de vitamina D acima dos 20 ng/ml são considerados suficientes para a maioria das pessoas, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, dos EUA, — que é a referência usada pelos pesquisadores da Universidade Bar-Ilan e do Centro Médico Galilee.

 

Pesquisa compilada antes do surgimento da Covid-19 e publicada no The Lancet, descobriu que a vitamina D  reduz o risco de outras infecções respiratórias, em comparação com medicamentos sem ação, conhecidos como “placebos”.

 

Mas para a Covid-19, as primeiras descobertas foram inconsistentes — alguns estudos encontraram uma ligação entre baixos níveis de vitamina D e Covid-19 grave, enquanto outros estudos concluíram que a vitamina não tinha efeito protetor.

 

Não ficou claro nestes estudos anteriores se a baixa quantidade de vitamina D ocorreu antes ou depois que as pessoas ficaram doentes, disseram os pesquisadores israelenses.

 

Apesar dos dados fornecidos por este novo estudo de Israel, ainda não sabemos se os baixos níveis de vitamina D fazem com que as pessoas com Covid-19 desenvolvam doenças graves — embora muitos cientistas acreditam que vão encontrar a resposta definitiva em breve.

 

Um dos questionamentos dos cientistas mais céticos é de que as próprias condições que levam uma pessoa ter baixos níveis de vitamina D no sangue são as mesmas que podem agravar a Covid-19.

 

Sendo assim, a vitamina D baixa teria mesmo uma influência ou isso é apenas coincidência?

 

Os pesquisadores israelenses alertaram que a vitamina D é “uma peça do quebra-cabeça complexo” sobre a Covid-19 grave, que incluem ainda comorbidades, predisposição genética, hábitos alimentares e fatores geográficos.

 

Os cientistas disseram que a nova pesquisa fomenta e estimula que mais cientistas ao redor do mundo possam estudar e entender se a suplementação com vitamina D em pacientes que possuem baixos níveis no sangue afetaria ou não episódios graves de Covid-19. Mais estudos são necessários para confirmar ou descartar esta hipótese.

 

Fonte(s): https://www.jornalciencia.com/ligacao-misteriosa-entre-baixos-niveis-de-vitamina-d-e-covid-19-grave-reafirmada-em-novo-estudo/ - Business Insider Imagens: Reprodução / Pixabay


Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.

Filipenses 4:6-7


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Videogame: os impactos positivos e negativos na saúde cognitiva


Os pais podem deixar seus filhos jogarem games de ação e estratégia, desde que mantenham o controle do tempo em frente à tela.

 

Os impactos positivos do videogame são maiores do que os negativos, que só surgem quando a presença do game é exagerada, desequilibrada. Muitos pais pensam que os games são vilões, mas a verdade é que os jogos adequados, pelo tempo adequado, contribuem de várias formas com as habilidades das crianças, jovens e até dos adultos.

 

Mãe e cientista – uma mudança de perspectiva

A neurocientista cognitiva Daphné Bavelier, que também é mãe de três, pensava que o videogame era uma perda de tempo na vida dos filhos.

 

Ela mudou de ideia ao realizar um estudo no qual usou eletrodos presos ao couro cabeludo de jogadores para entender o que acontece no cérebro enquanto se joga videogame.

 

“Como mãe de três filhos, eu pensava que era um tempo perdido. Como cientista no laboratório, fiquei muito surpresa ao descobrir que alguns videogames têm efeitos positivos no cérebro e no nosso comportamento”.

 

Os benefícios do videogame

São os jogos de ação que trazem os mais significativos benefícios cognitivos. Esses jogos estimulam a concentração, o foco e o raciocínio rápido, além de treinar a capacidade estratégica e a resiliência para recomeçar. E não só isso, como reforçou a cientista:

 

“Jogos de tiro em primeira e terceira pessoa realmente reforçam o quão bem você presta atenção. Eles também melhoram o quão bem você enxerga ou escuta — o que chamamos de percepção. E revelam ainda uma melhora acentuada na cognição espacial, na memória de trabalho e na capacidade multitarefa”, afirmou Bavelier.

 

Durante o game, o cérebro está sendo treinado, como acontece com o corpo na academia. “Nós ativamos uma rede de áreas no córtex frontal, outras no córtex parietal —uma rede que é conhecida por ser responsável pela atenção descendente. Essa rede fica mais reforçada e muito mais eficiente no processamento de informações”, explicou a neurocientista.

 

No estudo, os jogos de ação também demonstraram aumentar a massa cinzenta em uma área associada ao raciocínio abstrato e à resolução de problemas.

 

Pode parecer o contrário, mas a visão também é beneficiada quando existe equilíbrio no tempo e frequência de jogo. Jogar 50 horas de games de ação por nove semanas – um pouco menos de 1 hora por dia – melhora a sensibilidade ao contraste.

 

Somente os jogos de ação e estratégia são tão benéficos

É importante deixar claro que jogos de tiro não estimulam a violência na vida real. Aliás, os jogos estratégicos de ação podem até ajudar no alívio das tensões. Além disso, jogos de ação não precisam ser violentos.

 

O importante é que os games tenham ação e estratégia. No estudo, foi percebido que outros tipos de jogos mais calmos não trouxeram os mesmos benefícios cognitivos.

 

“Fazemos estudos de treino em laboratório, em que pedimos que os participantes pratiquem jogos de tiro em primeira ou terceira pessoa ou outros tipos de jogos, como jogos de simulação social ou jogos de quebra-cabeça. E descobrimos que apenas aqueles que treinavam jogos de tiro em primeira e terceira pessoa apresentavam essa atenção aprimorada”, revelou a neurocientista.

 

E quanto aos impactos negativos do videogame?

Como foi dito antes, o impacto negativo ocorre quando não existe controle sobre o tempo de jogo e equilíbrio com outras atividades. Trabalho, estudos, jogos no mundo real, mexendo o corpo e socializando, devem ter seu espaço também.

 

Se não houver essa separação, muitas pessoas com tendência a vícios, que descobrem uma fuga nos games, podem desenvolver vício em videogame.

 

Esse vício foi reconhecido como doença pela Organização Mundial de Saúde – OMS e agora faz parte da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, chamada CID-11.

 

Nela, o problema do vício em games é definido como “um padrão de comportamento caracterizado pela perda de controle sobre o tempo de jogo, sobre a prioridade dada aos jogos em relação a outras atividades importantes e a decisão de continuar de frente à tela apesar de consequências negativas”.

 

Essas pessoas com tendência ao vício em videogame são “fisgadas” pelas estratégias dos fabricantes dos jogos. Eles fazem o jogador ficar por mais tempo e querer jogar sempre mais.

 

“Há diferentes mecânicas de jogo que podem levar a um comportamento mais ou menos insalubre. E, na verdade, os games que parecem ser jogados mais compulsivamente são aqueles em que não há um final claro. Portanto, há uma responsabilidade do ponto de vista dos designers de jogos em definir um final claro para as partidas”, diz Bavelier.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/videogame/ - por Priscilla Riscarolli


Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem.

Hebreus 11:1