segunda-feira, 14 de março de 2022

Treze sintomas indicadores de depressão


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) “se não agirmos rapidamente, em 2030 a depressão será a principal doença a afetar a população a nível global”.

 

A maioria de nós muitas vezes sente-se triste ou solitário. É uma reação normal à perda, as lutas da vida ou à falta de autoestima. Mas quando esses sentimentos se tornam esmagadores, causam sintomas físicos e duram por longos períodos de tempo, tal pode impedi-lo de levar uma vida normal e ativa.

 

Depressão é mais comum do que as pessoas imaginam. A condição acontece em todas as idades, em ambos os sexos e em qualquer fase da vida. Só nos Estados Unidos, cerca de 20 milhões de pessoas sofrem de depressão. Acredita-se que uma em cada cinco mulheres e um em cada dez homens irá sofrer de depressão em algum momento de sua vida.

 

Quando usamos o termo depressão, estamos nos referindo a um transtorno médico, cujos sintomas e duração são específicos. O tipo de depressão que necessita da atenção dos médicos afeta o humor, os pensamentos, a atividade física e o comportamento de várias formas.

 

Se suspeita que sofre de depressão, deverá procurar um médico clínico geral, que poderá orientar, ou procurar diretamente um psiquiatra ou psicólogo. Estes profissionais irão avaliá-lo e ajudar a gerenciar os seus sintomas.

 

Reconhecer os sintomas é fundamental. Infelizmente, cerca de metade das pessoas que sofre de depressão nunca obtém um diagnóstico ou é tratada:

 

- Dificuldade em se concentrar, recordar detalhes e tomar decisões;

- Fadiga;

- Sentimentos de culpa, inutilidade e desamparo;

- Pessimismo e desesperança;

- Insônias, privação de sono ou dormir em excesso;

- Mau humor ou irritabilidade;

- Inquietude;

- Perda de interesse em coisas que anteriormente eram fonte de prazer, incluindo sexo;

- Comer demais ou perda de apetite;

- Dores musculares, dores de cabeça ou cãibras persistentes;

- Problemas digestivos que não melhoram, mesmo com tratamento;

- Sentimentos profundos e contínuos de tristeza, ansiedade ou sensação de 'vazio';

- Pensamentos suicidas ou tentativas de suicídio.

 

Tratamento

 

O médico irá discernir qual o melhor curso de tratamento de acordo com o seu estado psicológico e necessidades. O que poderá incluir a toma de medicamentos (como antidepressivos), psicoterapia ou ambos.

 

Esteja preparado para o processo levar algum tempo. Poderá inclusive ter de ser submetido a tratamentos diferentes. Sendo que no caso da medicação, os fármacos podem levar mais de um mês a fazerem efeito.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1890992/treze-sintomas-indicadores-de-depressao - © iStock


Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.

1 Coríntios 13:13


domingo, 13 de março de 2022

Seis alimentos que podem ajudar a combater a depressão


A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 300 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de depressão.

 

A depressão clínica é uma doença do foro psiquiátrico que pode surgir devido a uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos.

 

Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, em declarações ao portal Nova Mulher, o cérebro humano produz substâncias denominadas de neurotransmissores que controlam inúmeras funções neuronais. Sendo que um desses neurotransmissores, a serotonina, promove a sensação de bem-estar, regulando o humor e a sensação de saciedade.

 

Ora, determinados alimentos podem ajudar a elevar os níveis de serotonina no organismo melhorando o bem-estar, e consequentemente auxiliando no combate à depressão. De salientar, que estes alimentos não substituem o acompanhamento médico, a toma de medicamentos e psicoterapia.

 

Leite e iogurte magro

Estes laticínios são excelentes fontes de cálcio - mineral que elimina a tensão e a depressão, revela o portal Nova Mulher. Os especialistas afirmam que o cálcio auxilia ainda no controle do nervosismo e irritabilidade. Adicionalmente, interfere com as contrações musculares, batimentos cardíacos, com a transmissão de impulsos nervosos e regulariza a pressão arterial.

 

Laranja e maçã

Ambas as frutas comportam um elevado teor de ácido fólico, cujo consumo está associado a menor incidência de sintomas depressivos.

A laranja e a maçã são igualmente ricas em vitamina C, promovendo o ótimo funcionamento do sistema nervoso, aumentando os níveis de energia, ajudando a combater o stress e prevenindo a sensação de fadiga.

 

Banana e abacate

A banana é rica em hidratos de carbono, potássio e magnésio. Além, de ser uma excelente fonte de vitamina B6, que dá energia; ajudar a diminuir a ansiedade e regular o sono.

Entretanto, o abacate é outro grande aliado da saúde mental. Consuma duas colheres de chá da fruta pura (sem açúcar ou adoçante) todos os dias antes de se deitar.

 

Ovo

O ovo é abundante em tiamina e a niacina - vitaminas do complexo B - que regulam o humor.

Recomenda-se a ingestão de uma unidade por dia.

 

Mel

O mel estimula a produção de serotonina, o neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar.

 

Folhas verdes

Pesquisas indicam que adotar uma dieta rica em folato está relacionada a uma menor prevalência de sintomas depressivos. As hortaliças de tonalidade verde escura, como espinafres, brócolis ou alface, são extremamente ricas no nutriente.

 

Alguns estudos apontam que indivíduos deprimidos podem apresentar índices reduzidos de vitamina B12, levando consequentemente à diminuição do folato e ao desequilíbrio do metabolismo dos neurotransmissores do cérebro associados ao controle do humor.

 

Os especialistas recomendam a ingestão diária de três a cinco porções de hortaliça.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1891766/seis-alimentos-que-podem-ajudar-a-combater-a-depressao - © Shutterstock


Dá vigor ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.

Isaías 40:29


sábado, 12 de março de 2022

Melhores esportes para idosos


Em cada área funcional é possível abrir uma gama de opções para manter o corpo e a mente saudáveis

 

A quantidade de idosos no Brasil é cada dia maior. O direito à dignidade nessa fase tão especial é assegurado pela constituição. Infelizmente, essa não é uma realidade para muitos trabalhadores, mas cada família pode fazer a diferença e se informar sobre os melhores esportes para idosos.

 

Ter o suporte dos familiares é fundamental para que o idoso tenha uma velhice mais saudável e tranquila. Um dos pontos a ter atenção é a sua saúde, seja através da adoção de uma alimentação balanceada ou da prática de atividades físicas.

 

A importância do exercício


 Os esportes para idosos são fundamentais, pois ajudam a prevenir uma série de doenças causadas pelo desgaste físico natural da idade. De acordo com um estudo brasileiro, esses são apenas alguns efeitos do envelhecimento:

Aumento do peso corporal ou de gordura;

Diminuição da estatura;

Perda da massa e força muscular;

Perda da densidade óssea;

Diminuição na atividade oxidativa;

Diminuição dos estoques de fontes de energia;

Diminuição na capacidade de regeneração;

Aumento da ventilação durante o exercício;

Menor mobilidade da parede torácica;

Diminuição no número e no tamanho dos neurônios;

Diminuição no fluxo sanguíneo cerebral e corporal;

Diminuição da coordenação, do equilíbrio, da flexibilidade e da mobilidade articular.


Mas todos eles podem ser amenizados com um ato simples: a prática de esportes adequados, sempre com acompanhamento médico e adaptação a cada situação. Isso é confirmado pelo estudo já citado, através da afirmação de que “deve-se estimular a população idosa à prática de atividades físicas capazes de promover a melhoria da aptidão física relacionada à saúde”.

De acordo com o mesmo, diversos estudos mostram os benefícios dos esportes para idosos como de amplitude psicofisiológicas, ou seja, bons para o corpo e a mente. Em um desses estudos, foi observado que entre os pesquisados, a prática de atividade física ajuda a aumentar a autoestima e melhorar a autoimagem do idoso.

Além disso, reduziu o risco de “mortes prematuras, doenças do coração, acidente vascular cerebral, câncer de cólon e mama e diabetes tipo II”, ajudando a controlar a pressão arterial e o peso, além de diminuir os casos de osteoporose, estresse, ansiedade e até depressão.

 

Quais são os melhores esportes para idosos


O estudo mostrou que devem ser trabalhados, gradualmente, exercícios de baixo impacto e intensidade inicialmente, nas áreas aeróbica, de força e resistência muscular, flexibilidade e equilíbrio.

Isso leva a um aumento no ganho de massa muscular, fundamental para não sobrecarregar os tendões e ligamentos, maior capacidade respiratória, menor quantidade de quedas e muitos outros benefícios para o corpo e a mente.

 

1. Aeróbico

É fundamental que o idoso faça alguma atividade aeróbica com intensidade recomendada pelo seu médico, por ao menos 30 minutos, todos os dias, descansando aos finais de semana (se ele quiser).

Pode parecer pouco, mas vai ajudar no processo de oxigenação de todo o corpo, com o aumento da capacidade respiratória, redução da hiperventilação durante o exercício e maior mobilidade da parede torácica.

Para isso, alguns esportes são muito recomendados:

Caminhadas, corridas e trote;

Natação;

Hidroginástica;

Futebol;

Vôlei;

Atletismo;

Dança.

Além disso, muitas atividades do dia a dia podem também contar como atividade aeróbica, a exemplo do simples ato de varrer a casa, subir e descer as escadas e muitos outros, porém não contam como atividade física regular.

 

2. Força e resistência muscular

Não se trata de tentar seguir um padrão e ficar com os músculos super desenvolvidos, e sim de ter força nas pernas para ir ao mercado ou ver os amigos, por exemplo. É ter resistência para realizar uma tarefa mais longa ou fazer alguma atividade fora.

Restaurar a força e resistência muscular é independência e bem-estar, portanto, fundamental para o idoso. O ideal é que se trabalhe os principais grupos musculares, com oito ou dez exercícios adequados à faixa etária, em dias alternados para não fadigar.

Por isso, deve realizar as atividades com objetivo de força e resistência muscular algumas vezes na semana e não todos os dias. Veja alguns exemplos:

Treino funcional;

Musculação direcionada;

Artes marciais;

Luta;

Ciclismo;

Triathlon.

 

Nesse caso, não há atividades rotineiras que possam substituir um bom treino, pois para ganhar resistência muscular, há necessidade de repetição e descanso, sempre de acordo com a recomendação médica.

 

3. Flexibilidade e equilíbrio

A flexibilidade é fundamental até para tarefas básicas como pentear os cabelos ou calçar os sapatos, principalmente na terceira idade. Também o equilíbrio deve ser praticado, para evitar quedas, que podem ser bem prejudiciais para alguns idosos.

Essa é uma atividade mais fácil de fazer até mesmo em casa, com a orientação preliminar de um profissional. O ideal é que se realize sessões de pelo menos dez minutos cada, pelo menos dois dias durante a semana. Pode ser alternada com as de força e resistência.

Além da prática em casa, existem outras formas de trabalhar a flexibilidade e equilíbrio, que muitas vezes envolvem também a força e resistência. Veja quais são:

Yoga;

Dança;

Artes marciais;

Pilates;

Sessões de alongamento.

 

Você pode também fazer um rápido alongamento assim que acordar, de forma delicada e cuidadosa, despertando o seu corpo para mais um dia de atividades.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/esportes-para-idosos/ - por Ângela Oliveira - Crédito: Freepik


Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.

1 Coríntios 15:58


sexta-feira, 11 de março de 2022

Homenagem ao Professor José Costa pelo Colégio O Saber


Hoje, 11 de março de 2022, fui homenageado na Solenidade de posse dos novos membros do Centro Acadêmico de Letras (CAL) do Colégio O Saber por meio da comanda Carneirinho de Ouro com a seguinte inscrição: “Em reconhecimento ao seu trabalho e importância na história do Colégio O Saber”. Obrigado ao Colégio O Saber pela homenagem!

 

Professor José Costa


Alimentos ultraprocessados prejudicam a memória, diz estudo



Já sabemos que esses alimentos fazem mal, mas é bom saber no que exatamente eles afetam a saúde

 

Muito se ouve falar sobre os malefícios dos alimentos ultraprocessados para a saúde. Esses produtos são também chamados de alimentos remosos ou inflamatórios. Eles passam por processos industriais nos quais recebem uma série de aditivos para ganharem mais cor, sabor, aroma, preservar sua textura e aumentar sua validade. Ficam deliciosos e irresistíveis, mas, se consumidos em excesso, causam muitos danos.

 

Quais são os alimentos ultraprocessados?

Bebidas alcoólicas;

Carne de porco e carnes processadas, como salsicha, presunto, linguiça, bacon, mortadela e salame;

Biscoitos recheados;

Bolos com farinha e açúcar refinados;

Massas prontas para bolos;

Chocolates;

Barras de cereal compradas;

Frituras, como batata frita, pastel, croquete e outros salgados;

Fast foods;

Macarrão instantâneo;

Caldo de carne comprado;

Comida congelada industrializada;

Sorvetes industrializados;

Refrigerantes e sucos industrializados;

Margarina;

Pele de frango.


Como esses alimentos afetam a memória?

Problemas de memória são apenas um dos prejuízos que os alimentos ultraprocessados, em excesso, podem causar. Mas, é nesse prejuízo que vamos focar agora.

 

Um estudo feito com ratos de laboratório, realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, e publicado na revista Brain, Behavior, and Immunity, mostrou que a neuroinflamação e os problemas cognitivos não foram detectados em ratos adultos jovens que ingeriram a dieta processada. Apenas nos mais velhos.

 

No estudo, os pesquisadores atribuíram aleatoriamente ratos machos de 3 e 24 meses de idade à sua ração normal composta por 32% de calorias de proteína, 54% de carboidratos complexos à base de trigo e 14% de gordura; uma dieta altamente processada com 19,6% de calorias de proteínas, 63,3% de carboidratos refinados – amido de milho, maltodextrina e sacarose – e 17,1% de gordura; ou essa mesma dieta ultraprocessada, suplementada com ômega-3.

 

Os resultados mostraram uma elevada ativação de genes ligados a uma poderosa proteína pró-inflamatória e outros marcadores de inflamação no hipocampo e amígdala dos ratos idosos que ingeriram apenas a dieta processada.

 

Os roedores mais velhos na dieta processada também mostraram sinais de perda de memória, que não foram observados nos mais jovens.

 

Em poucos dias eles esqueceram de ter passado algum tempo em um espaço desconhecido, um sinal de problemas com a memória contextual no hipocampo, e não exibiram comportamento de medo antecipado a uma pista de perigo, o que indica anormalidades na amígdala.

 

De acordo com Ruth Barrientos, pesquisadora do Instituto de Pesquisa em Medicina Comportamental da Universidade Estadual de Ohio e professora associada de psiquiatria e saúde comportamental, que foi autora sênior desse estudo, “em humanos, a amígdala tem sido implicada em memórias associadas a eventos emocionais, produtores de medo e ansiedade. Se esta região do cérebro é disfuncional, as pistas que predizem o perigo podem ser perdidas e podem levar a más decisões”.

 

Devemos eliminar os alimentos ultraprocessados do cardápio?

Bem, se você tiver disposição para isso, o melhor é eliminá-los, sim. Mas, se puder consumi-los de forma mais equilibrada, só de vez em quando, é bem menos pior do que consumir todos os dias ou em grande quantidade.

 

Claro, tudo depende da condição de saúde de cada pessoa, pois, em alguns casos de doenças crônicas, mesmo pequenas quantidades desses alimentos podem trazer prejuízo.

 

Mas, para pessoas saudáveis, é possível manter algum consumo de ultraprocessados em combinação a uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras frescas, grãos integrais, sementes, oleaginosas, carnes magras, laticínios magros e gorduras saudáveis.

 

Falando em gorduras saudáveis, elas merecem atenção especial porque contêm ômega-3, um ácido graxo que atua como anti-inflamatório no organismo.

 

Isso significa que ele ajuda a reduzir os efeitos inflamatórios, no cérebro e em outras partes do corpo, produzidos alimentos ultraprocessados que você consome de vez em quando. Mas, não é um passe livre para comer ultraprocessados à vontade.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/alimentos-ultraprocessados/ - por Priscilla Riscarolli


Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.

2 Timóteo 1:7