sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Carnaval e álcool: como amenizar o impacto da bebida


Cada detalhe vale a pena para comemorar sem preocupação

 

O carnaval é a festa que reúne povos de diferentes origens e raça, ou seja, a celebração que pode ser feita sem dó. No entanto, algumas orientações são necessárias para que alguém curta sem preocupação. Nesse sentido, como faz para conciliar a bebida com carnaval?

 

Resposta

“Com o estômago cheio, a absorção de etanol fica mais lenta, dando mais tempo ao fígado para metabolizar a bebida alcoólica que ali chega. Por isso, a intoxicação por etanol é mais intensa quando as bebidas são ingeridas com o estomago vazio”, orienta o farmacêutico Jamar Tejada.

 

Essa explicação do Jamar denota que é necessário comer antes da folia do que se beber de estômago vazio. Mesmo ciente dessas informações, mas sobrecarregou o seu fígado, Tejada reforça que para tratar a ressaca vale a pena água e água, pois há sódio e potássio para regularizarem as reações químicas do organismo.

 

Detalhes

Outro acréscimo é de que absorção do álcool pelos intestinos é rápida do que a capacidade do fígado de metabolizá-lo. Então, só consegue metabolizar 8,5g de álcool por hora. Quantidade que variando de pessoa para pessoa e é o menos que 300 ml de cerveja ou mesmo 25 ml de whisky, vodka e cachaça.

 

Portanto, a ingestão de três taças de vinho demorar em média três horas para eliminar o volume. “Isso significa que após um consumo exagerado de álcool, por várias horas, o organismo vai ter que lidar com duas substâncias altamente tóxicas circulando no sangue: álcool e acetaldeído e o acetaldeído é uma substância que causa câncer e pode levar à lesão do fígado se a exposição for frequente”, explica.

 

O farmacêutico ainda conclui que o processo de metabolização hepática desperta curiosidade quando falamos de ingestão alcoólica. “Como o fígado não produz uma enzima que neutralize diretamente a presença do álcool ali, ele primeiro o transforma em uma substância chamada acetaldeído e só depois em ácido acético, que é um metabólito não tóxico. O problema é que o acetaldeído é uma substância ainda mais tóxica que o próprio álcool, por isso o consumo requer alguns cuidados”, termina.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/carnaval-e-alcool-como-amenizar-o-impacto-da-bebida/ - By Guilherme Faber - Shutterstock


E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.

Gálatas 6:9


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

7 tipos de alimentos que fazem bem ao cérebro


Nutricionista explica como a alimentação contribui para o funcionamento cerebral

 

O cérebro é responsável pelo funcionamento de todo o corpo e, a fim de que ele exerça corretamente a sua função, é preciso investir em uma boa alimentação. “A nutrição adequada e as mudanças no estilo de vida, inclusive exercícios físicos e mentais, podem contribuir bastante para o bom funcionamento do cérebro, além de facilitar a captação de neurotransmissores essenciais à memória”, explica a nutricionista Carla de Andrade.

 

Lembrando que a boa alimentação deve começar na infância e se estender por toda a vida. A seguir, a nutricionista Carla de Andrade lista quais alimentos oferecem benefícios ao cérebro. Confira!

 

Gema de ovo

Contém colina, que ajuda a melhorar a memória. Estudos indicam que a deficiência de colina pode estar associada à doença de Alzheimer. O ovo pode ser introduzido na alimentação a partir dos 8 meses de idade.

 

Peixes como salmão, anchova, sardinha, atum e arenque

Além desses alimentos serem fortes antioxidantes, eles também são fontes de ácidos graxos e ômega 3, que auxiliam no desenvolvimento cerebral. Os peixes podem ser introduzidos na alimentação a partir dos 9 meses de idade, mas com cuidado, pois são altamente alergênicos.

 

Mamão, manga, pêssego, cenoura e abóbora

São alimentos fontes de betacaroteno e antioxidantes, que combatem o envelhecimento celular. Podem ser introduzidos na alimentação a partir dos 6 meses de vida.

 

Morango, cereja, framboesa, amora, pitanga, melancia e tomate

Possuem pigmentos antioxidantes que combatem os radicais livres e ajudam a melhorar a memória. Essas frutas podem ser introduzidas na alimentação a partir dos 6 meses de idade.

 

Castanhas, nozes, amêndoas, avelãs e amendoim

Além de serem ricos em vitaminas, esses alimentos possuem altas quantidades de selênio e antioxidantes. Eles podem ser introduzidos na alimentação a partir de 1 ano de idade, mas com cuidado, pois são altamente alergênicos.

 

Chá-verde

Contém dopamina, ótima substância para a memória e para a concentração.

 

Carnes, grãos integrais, leguminosas, leite e derivados

Esses alimentos são fontes de vitaminas do complexo B. Eles ajudam a regular a transmissão entre os neurônios. Na carne vermelha, você também encontra o ferro, que pode colaborar para a boa memória. Todas essas opções podem ser inseridas na alimentação a partir dos 7 meses de idade.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-02-14/7-tipos-de-alimentos-que-fazem-bem-ao-cerebro.html - Redação EdiCase


Minha carne e meu coração podem desfalecer, mas Deus é a força do meu coração e minha porção para sempre. (Salmos 73:26)


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Saiba como a atividade física ajuda a proteger o coração


Movimentar o corpo favorece a eficiência deste órgão e a saúde em geral

 

Atualmente, a importância da atividade física para a saúde é um assunto amplamente difundido. Quando praticada regularmente, ela aumenta o colesterol bom (HDL), diminui o peso e o estresse, aumenta a autoestima e melhora a qualidade de vida e o sono.

 

Além disso, é também muito positiva para a eficiência cardíaca. “O coração é um músculo que também se beneficia quando é exercitado, pois durante a atividade física ele trabalha mais para poder bombear o sangue com mais eficiência para os demais órgãos e músculos”, explica o Dr. Benjamin Apter, especialista em ortopedia, medicina esportiva e CEO da rede de Academias B-Active.

 

Frequência de atividades físicas

Toda atividade física deve ser realizada com cautela, pois, quando praticada em excesso, pode ser prejudicial à saúde. Para quem não tem o hábito de praticar, a melhor maneira é começar aos poucos e aumentar a frequência gradativamente, de acordo com a adaptação do corpo .

“Caminhadas, natação, bicicleta e corridas são excelentes exercícios aeróbicos e devem ser feitos de 20 a 30 minutos, de três a cinco vezes por semana. Já os exercícios de força (musculação) podem ser feitos de duas a três vezes por semana”, explica o cardiologista Luiz Antonio Campos.

Por outro lado, conforme alerta o médico, as pessoas com problemas cardiovasculares devem evitar se exercitar até a exaustão e prestar muita atenção na respiração durante os exercícios, pois a pressão arterial sobe rapidamente.

 

Necessidade de avaliação médica

Em alguns casos, antes de iniciar a prática de atividade física, a avaliação médica é recomendada para que os especialistas possam detectar desequilíbrios musculares e desvios posturais que podem acarretar lesões se não forem tratados previamente.

O cardiologista Luiz Antonio Campos explica que se você não apresenta nenhum tipo de fator de risco e pratica apenas exercícios recreativos, ou seja, em que não há uma programação para atletas e um nível muito alto de atividade física, não há necessidade de um exame prévio. No entanto, se você apresenta algum fator de risco e tem mais de 40 anos, é importante fazer um exame.

 

Atividade física pós-enfarto

Se a pessoa já teve um enfarto e pretende começar a praticar exercícios para evitar novos transtornos, é importante saber que “a prática de exercícios físicos controlados é fundamental na reabilitação cardíaca após o infarto, mas o médico precisa estar de acordo e liberar a prática”, elucida o Dr. Benjamin Apter.

Além disso, a musculação terapêutica de média ou baixa intensidade protege o coração , pois evita que a pressão arterial suba demais e, como o exercício é intervalado, permite que a pressão volte aos níveis normais entre uma séria e outra.

 

Intensidade da atividade física

Segundo o Dr. Benjamin Apter, a intensidade da atividade física é baseada na frequência respiratória, frequência cardíaca e na pressão arterial. Além disso, essa medida parte de um valor base que é individual. Ou seja, para definir a intensidade da atividade “basta medir a frequência cardíaca (pulso) antes do exercício, até 30% a mais é considerada baixa, de 31 a 59% média e acima de 60% alta intensidade”, completa o especialista.

 

Melhor horário e ambiente para a prática

O melhor horário para a prática de exercícios físicos em ambiente externo, segundo o cardiologista Luiz Antonio Campos, é no início da manhã e no final do dia. É importante “tomar cuidado com os horários de sol muito forte, pois em vez de saudável, se exercitar nestes horários pode ser prejudicial, provocando queimaduras, desidratação e câncer de pele (em longo prazo) se você não faz uso de protetor solar. Escolha lugares arborizados e horários com menos poluição”, recomenda.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-02-13/saiba-como-a-atividade-fisica-ajuda-a-proteger-o-coracao.html - Redação EdiCase


Senhor meu Deus, eu te chamei por ajuda, e você me curou. (Salmos 30: 2)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

Veja como evitar a ressaca durante o Carnaval


Especialista explica como o consumo exagerado de bebida alcoólica pode afetar o organismo

 

Com o feriado de Carnaval chegando, as pessoas começam a se preparar para aproveitar a folia. Seja em casa com a família, com os amigos ou em bloquinhos de rua, um dos principais atrativos que, geralmente, não faltam nesta época são as bebidas alcoólicas. Isso porque, para algumas pessoas, a festividade e a bebedeira andam lado a lado.

 

Contudo, mesmo em meio às comemorações, prestar atenção ao consumo exagerado desse item é fundamental, principalmente visando evitar problemas de saúde e a tão temível ressaca. Por isso, o farmacêutico homeopata Jamar Tejada explica o que você pode fazer para ingerir essa bebida de forma moderada e evitar o risco de acabar com a festa antes da hora. Veja!

 

Processo de ingestão de álcool no corpo

De acordo com Jamar Tejada, o processo de metabolização hepática (aquele em que o fígado processa e transforma tudo o que é ingerido em algo aproveitável pelo organismo ou não) é mais curioso quando falamos de ingestão alcoólica.

 

“Como o fígado não produz uma enzima que neutralize diretamente a presença do álcool ali, ele primeiro o transforma em uma substância chamada acetaldeído e só depois em ácido acético, que é um metabólito não tóxico. O problema é que o acetaldeído é uma substância ainda mais tóxica que o próprio álcool, por isso o consumo requer alguns cuidados”, explica o profissional.

 

Consequências do álcool no organismo

A absorção do álcool pelo intestino é muito mais rápida que a capacidade do fígado de metabolizá-lo. Ele só consegue metabolizar o equivalente a 8,5 gramas de álcool por hora, variando de pessoa para pessoa, o que é menos que 300 ml de cerveja ou mesmo 25 ml de whisky, vodka e cachaça. Por isso, ao ingerir o equivalente a 3 taças de vinho, o corpo vai demorar, em média, 3 horas para eliminar todo esse volume.

 

“Isso significa que, após um consumo exagerado de álcool, por várias horas, o organismo vai ter que lidar com duas substâncias altamente tóxicas circulando no sangue: álcool e acetaldeído, e o acetaldeído é uma substância que causa câncer e pode levar à lesão do fígado se a exposição for frequente”, alerta o farmacêutico.

 

Alimentação é aliada contra a ressaca

Para cair na folia sem medo e aproveitar todos os dias da pré-folia e do Carnaval sem causar grandes danos à saúde, a dica do especialista é se alimentar muito bem antes da bebedeira. “Com o estômago cheio, a absorção de etanol fica mais lenta, dando mais tempo ao fígado para metabolizar a bebida alcoólica que ali chega. Por isso, a intoxicação por etanol é mais intensa quando as bebidas são ingeridas com o estômago vazio”, diz o especialista.

 

Técnicas para curar a ressaca

Se você, mesmo sabendo das informações acima, sobrecarregar seu fígado, a dica do farmacêutico para tratar a ressaca é beber muita água. Se for água de coco, ainda melhor, pois ela contém sódio e potássio, que ajudam a regularizar as reações químicas do organismo, perdidas com as diversas idas ao banheiro.

 

É preciso, ainda, evitar alimentos processados, gordurosos ou industrializados, visto que sobrecarregam ainda mais o fígado. E, a fim de limpar as toxinas de forma ainda mais rápida, você pode preparar um chazinho. As ervas mais indicadas são: camomila, erva-doce, gengibre, hibisco, chá-verde e hortelã. Quando o assunto é álcool, vale o velho ditado: beba com moderação.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-02-10/veja-como-evitar-a-ressaca-durante-o-carnaval.html - Por Mayara Barreto - Redação EdiCase


E servireis ao Senhor, vosso Deus, e ele abençoará o vosso pão e a vossa água; e eu tirarei do meio de ti as enfermidades. Êxodo 23:25


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

Qual é a origem do Carnaval no Brasil?


Podemos dizer que o Carnaval é comemorado no Brasil desde a chegada dos portugueses.

 

O Carnaval é uma festa muito popular no Brasil há centenas de anos, mas, você sabe qual é a origem do Carnaval? Não foi no Brasil, com certeza!

 

Então, hoje, além de começar a pesquisar sobre as melhores ideias de fantasias para o Carnaval, você pode aproveitar e conhecer um pouco sobre a origem desta data.

 

É interessante perceber o quanto as festividades se transformam com o passar dos anos, e como o Carnaval no Brasil é diferente do que era antigamente, quando chegou ao país no Período Colonial.

 

Qual é a origem do Carnaval?

O Carnaval tem origem lá na Idade Média, só que não há uma única teoria para sua “criação” e como funcionava há tantos anos.

O que se tem ideia é que alguns dos elementos que ainda fazem parte da festa foram herdados de celebrações de povos mesopotâmicos, gregos e romanos, e que a festa era muito diferente do que é agora.

O que podemos ter mais certeza, de acordo com registros históricos, é que o Carnaval chegou ao Brasil trazido pelos portugueses, na época em que essa comemoração era marcada pelos bailes de máscaras, que eram festas elegantes da elite, junto com brincadeiras.

 

O Carnaval no Brasil de antigamente

Segundo os historiadores, a origem do Carnaval no Brasil remonta à chegada dos portugueses e se estabeleceu nos séculos 16 e 17 (a partir do ano 1501).

A brincadeira que se fazia para marcar a festa era chamada de entrudo, e começava alguns dias antes do início da Quaresma.

A manifestação mais tradicional do entrudo era conhecida como “molhadelas”, em que as pessoas jogavam líquidos malcheirosos umas nas outras, como urina e água suja.

Dá para imaginar que as pessoas foram se cansando de serem atacadas com líquidos fedorentos e, com o passar dos anos, as brincadeiras foram mudando.

 

Carnaval com samba e desfile

Foi aí, por volta do século 19, que os bailes de máscaras foram se popularizando no Brasil, principalmente entre os ricos.

Por essa mesma época, os bailes de máscaras foram se transformando em desfiles nas ruas, se aproximando mais do Carnaval que conhecemos atualmente.

A partir do século 20, o envolvimento popular com a festa contribuiu para que os ritmos da cultura africana passassem a ser mais importantes na capital carioca.

Assim, na década de 1930, o samba e os desfiles das escolas de samba tornaram-se elemento fundamental do Carnaval no Brasil.

Foi pelo sucesso das escolas de samba que começou a construção, e depois foi feita a inauguração, em 1984, do Sambódromo, o local no qual os desfiles acontecem na cidade do Rio de Janeiro.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/qual-e-a-origem-do-carnaval-no-brasil/ - por Priscilla Riscarolli