domingo, 10 de setembro de 2023
Especialista dá 5 dicas simples para controlar a ansiedade
A ansiedade pode ser bastante limitante, mas algumas atitudes simples e cuidados do dia a dia podem reduzir seus efeitos
O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo,
como indicou um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Cerca de
18,6 milhões de brasileiros vivem com a ansiedade, transtorno que pode reduzir
a qualidade de vida e limitar o dia a dia do paciente, dependendo da sua
gravidade.
De acordo com o psiquiatra especialista em ansiedade,
Dr. Flávio H. Nascimento, algumas medidas podem ajudar a reduzir o impacto da
ansiedade. “O tratamento profissional é fundamental para cuidar corretamente da
condição e evitar pioras. No entanto, existem alguns cuidados simples que podem
ajudar bastante no controle da condição”, afirma.
5 cuidados simples que ajudam a controlar a ansiedade
1 – Distraia seus pensamentos
“Existem determinados pensamentos, que variam de
acordo com as particularidades de cada caso, que estimulam a ansiedade. Por
isso, saber controlar esses pensamentos e alterá-los quando necessário, mudando
seu foco para outras atividades, é importante para evitar crises de ansiedade”,
explica o Dr. Flávio H. Nascimento.
2 – Água fria
“Beber um copo de água ou tomar um banho com água fria
pode ajudar a acionar neurotransmissores relacionados ao bem-estar que podem
aliviar os sintomas de crises de ansiedade”, informa o psiquiatra.
3 – Exercícios físicos
“A prática regular de exercícios libera endorfina, um
neurotransmissor que melhora o humor e reduz a ansiedade, proporcionando uma
sensação de bem-estar, possibilitando um melhor controle da ansiedade”, revela.
4 – Respiração
“A respiração é uma poderosa ferramenta contra a
ansiedade, pois permite o controle dos sintomas físicos, como sudorese, coração
acelerado e estresse, gerando uma sensação de relaxamento”, explica o
especialista. Flávio orienta a sempre inspirar pelo nariz e expirar pela boca
lentamente, sentindo seu corpo durante cada respiração.
5 – Sono
“Manter uma boa higiene do sono e regularidade é
essencial. Durma oito horas por dia, evite dormir apenas de madrugada e evite
interrupções. Além disso, opte sempre por dormir em um quarto totalmente
escuro”, orienta o profissional. Conforme o médico, bons hábitos de sono ajudam
a controlar melhor o humor, estresse e ansiedade.
Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/especialista-da-5-dicas-simples-para-controlar-a-ansiedade.phtml
- By Milena Vogado - Foto: Shutterstock
Está alguém entre vocês doente? Deixe-os chamar os
presbíteros da igreja para orar por eles e ungi-los com óleo em nome do Senhor.
E a oração feita com fé curará o doente; o Senhor os levantará. Se eles
pecaram, serão perdoados. (Tiago 5: 14-15)
sábado, 9 de setembro de 2023
12 fatores que dificultam a gravidez
Especialista explica como algumas condições podem influenciar a fertilidade feminina
A gravidez é um desejo compartilhado por inúmeras
pessoas em todo o mundo. De acordo com uma pesquisa do Datafolha conduzida em janeiro
deste ano, 70% das mulheres no Brasil são mães, o que equivale a quase sete em
cada dez entrevistadas.
No entanto, muitas mulheres podem apresentar
dificuldade para engravidar, pois existem variadas causas que podem tornar esse
processo ainda mais difícil. Por isso, o especialista em reprodução humana, Dr.
Nilo Frantz, da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva, apresenta 12 motivos que
podem interferir em uma gestação. Confira!
1. Infertilidade
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) é
considerado infértil a pessoa ou o casal que está tentando engravidar no
período de 12 meses sem uso de preservativos e métodos contraceptivos, assim
como mulheres que já possuem 35 anos, que o prazo cai para 6 meses. Se neste
período não ocorrer a gestação, é preciso procurar um especialista e investigar
o caso.
“A infertilidade é uma doença frequente que atinge
cerca de 15% dos casais em idade reprodutiva. Isso significa que homens e/ou
mulheres apresentam dificuldades para conceber, o que pode ser causado por diferentes
motivos”, afirma o Dr. Nilo Frantz.
2. Endometriose
Considerada uma das principais causas da infertilidade
feminina, a endometriose acontece, segundo o especialista, quando o endométrio,
tecido que reveste o útero, que deveria descamar na forma de menstruação na
ausência de fecundação do óvulo, acaba indo para outras partes do corpo. Isto
é, a endometriose ocorre quando pedaços do endométrio se implantam no lado
exterior do útero.
“Desta forma,
esse problema pode gerar uma aderência nos ovários impedindo que o óvulo seja
liberado. O que pode causar obstrução das trompas, impossibilitando a chegada
dos espermatozoides ao óvulo. Por isso, é importante que o quadro seja
diagnosticado para ser tratado devidamente”, explica o médico.
3. Síndrome dos Ovários Policísticos
A Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é um distúrbio
hormonal que atinge cerca de 10% da população feminina em idade reprodutiva e
que contribui com a formação de cistos nos ovários, que podem variar de
tamanho.
“A SOP pode atrapalhar em uma possível gravidez e seus
principais sinais são menstruação irregular, alta produção de testosterona e a
presença de microcistos nos ovários”, afirma o especialista.
4. Alterações no esperma
Homens com baixo número de espermatozoides, problemas
de motilidade e de morfologia apresentam mais dificuldades de conseguir
alcançar uma gravidez.
5. Obstrução dos canais ejaculatórios
Homens que apresentam obstrução dos canais
ejaculatórios por infecções, por vasectomia ou azoospermia obstrutiva também
irão necessitar da ajuda de um tratamento para engravidar. No entanto, para
descobrir se o homem tem algum desses problemas, é necessário consultar um
especialista.
6. Peso
Mulheres com o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou
menor do que o ideal podem apresentar problemas para engravidar. Por outro
lado, quando a porcentagem de gordura corporal é muito baixa, ela é
insuficiente para a produção adequada de hormônios, como a testosterona e o
estradiol, o que prejudica a concepção.
7. Idade da mulher
De acordo com o Dr. Nilo Frantz, as mulheres já nascem
com a reserva ovariana cheia e, com o tempo, esse estoque de gametas vai
diminuindo. Isso significa que com o passar da idade, a capacidade reprodutiva
feminina é prejudicada.
“Dessa forma, a partir dos 35, as chances da mulher
engravidar vão decaindo gradativamente até ela chegar à menopausa, o que ocorre
por volta dos 50 anos”, afirma o especialista.
8. Menopausa precoce
A menopausa é a fase da vida da mulher em que acontece
a interrupção natural da menstruação. Isto se dá porque os hormônios femininos
como o estrogênio e a progesterona já não são mais produzidos pelos ovários,
interrompendo o processo de ovulação.
Normalmente, a menopausa acontece entre os 45 e 55
anos. Porém, pode ocorrer em mulheres antes dos 40 anos, o que é chamado de
menopausa precoce.
9. Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs)
As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) não
tratadas podem provocar um quadro de inflamação em toda a pelve, impedindo a
gravidez. Nesse sentido, doenças como a gonorreia ou clamídia também prejudicam
todo o processo reprodutivo. Em caso de suspeita de alguma dessas infecções,
procure uma avaliação médica.
10. Estresse e quadros ansiosos
Não é segredo para ninguém que problemas psicológicos
como estresse e ansiedade afetam diretamente a vida de qualquer pessoa. E no
processo de gestação não seria diferente. No caso da ansiedade, é liberado o
cortisol, hormônio que altera a menstruação, o que pode fazer até mesmo a
mulher não ovular.
11. Problemas hormonais
O descontrole de hormônios sexuais femininos como
estrógeno e progesterona podem afetar uma gestação, já que eles possuem papéis
fundamentais no controle da ovulação. O Dr. Nilo Frantz afirma que o aumento da
prolactina e problemas na tireoide, como o hipotireoidismo e o
hipertireoidismo, também prejudicam a ovulação e o ciclo menstrual.
12. Uso de alguns medicamentos
O Dr. Nilo Frantz afirma que alguns medicamentos
também podem dificultar uma futura gravidez, como os remédios indicados para
epilepsia, depressão e ansiedade, que além de alterarem o ciclo menstrual,
podem mexer com a fertilidade feminina.
“É de extrema importância que a mulher que faça o uso
de medicamentos para essas e outras doenças procure seu ginecologista ou um
especialista em reprodução, caso queira engravidar e saber de que forma poderá
seguir com seu tratamento”, explica o especialista.
Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-09-07/12-fatores-que-dificultam-a-gravidez.html
- Por Carolina Ribeiro - Imagem: johavel | ShutterStock
Meu filho, preste atenção ao que eu digo; volte seus
ouvidos às minhas palavras. Não as percas de vista, guarde-as dentro do seu
coração; pois são vida para quem as encontra e saúde para todo o corpo.
(Provérbios 4: 20-22)
sexta-feira, 8 de setembro de 2023
Setembro Amarelo: veja 10 sinais de alerta para a depressão
A depressão pode se apresentar de diferentes formas a depender do caso, mas alguns sinais de alerta podem ajudar a identificar o quadro
A campanha Setembro Amarelo busca alertar a população
sobre um problema mundial grave: o suicídio. Segundo a Organização Mundial da
Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, esta é a quarta causa de morte depois de
acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal entre os jovens
brasileiros de 15 a 29 anos. Nesse contexto, é mais do que importante falarmos
sobre depressão.
De acordo com a psicanalista Dra. Andrea Ladislau, a
depressão é uma doença silenciosa e, por isso, identificar os sintomas não é
tarefa fácil. “Tanto que muitos confundem com a tristeza. A tristeza existe,
mas é uma tristeza diferente, mais intensa e relacionada à inquietude e desânimo”,
afirma.
10 sinais de alerta para a depressão
Conforme a especialista, o primeiro sinal
identificável em um paciente com depressão é a mudança de hábitos e
demonstração de sentimentos pessimistas, além do excesso de reclamação e a
visível perda de pequenas alegrias e esperança do cotidiano. “Mais alguns
sinais são mais evidentes e alarmantes e precisam estar no radar de familiares
e amigos para ajudar, o quanto antes, o deprimido”, destaca.
Andrea lembra ainda que cada pessoa pode experienciar
a depressão de uma forma. Isso significa que não existe uma regra para
manifestação dos sintomas. No entanto, existem 10 sinais de alerta que podem
prevenir casos mais graves. São eles:
Tristeza profunda, constante e sem um motivo muito
aparente (famosa perda da alegria);
Falta constante de ânimo e/ou motivação para a vida,
para pequenas ações ou mesmo atividades corriqueiras;
Desleixo ou falta de autocuidado com a aparência em
si;
Relatos de sensação de vazio e falta de perspectiva de
futuro;
Apatia e cansaço intensos; disfunção alimentar por
excesso ou falta de apetite;
Alterações severas de humor sem motivos, gerando maior
irritabilidade ou impaciência;
Insônias ou mesmo um excesso anormal do sono (neste
caso, o sono para a ser usado como um dispositivo de fuga da realidade);
Queda da libido;
Necessidade de isolamento constante;
Introspecção;
Somatização de sentimentos e emoções, refletindo no
corpo físico através de doenças e desconfortos permanentes.
Como a depressão pode levar ao suicídio?
Quando o indivíduo se sente perdido, sem uma rede de
apoio e inundado por fantasmas inconscientes que podem ser alimentados através
do medo, da fuga e dos sentimentos de inutilidade, a tendência é buscar
modificar esse cenário de forma abrupta, analisa Andrea. Neste contexto, o
paciente pode recorrer ao suicídio.
“Muito porque, toda essa confusão emocional que deixa
a pessoa sem saída e sem respostas, faz com ele sinta dor. Dor emocional, dor
na alma. E a ideação suicida é exatamente esse desejo de retirar essa dor
interna. Cessar a dor, através do atento à própria vida”, justifica a
psicanalista.
Segundo ela, nesses casos, não existe a consciência de
resolver a raiz do problema, mas sim de eliminar o que sente. “Muitas vezes,
temos pessoas à nossa volta que estão sorrindo por fora, mas internamente,
apresentam um psicológico abalado e fragilizado, e já não suportam mais a dor.
Entendem que a melhor maneira de matar a dor é tirando sua vida. Uma solução
definitiva para problemas temporários”, aponta a profissional.
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Andrea destaca que qualquer pessoa pode vir a sofrer
de depressão e atentar contra a própria vida. “Podemos até classificar este
indivíduo como portador de uma angústia considerada por ele como
intransponível, sem saída ou sem solução”, diz.
Como procurar ajuda
Existem alguns fatores de proteção para ajudar quem
sofre de depressão para que não chegue ao ponto de atentar contra a própria
vida. A primeira coisa a se fazer é constituir uma rede de apoio para que essa
pessoa possa se sentir acolhida nos momentos mais difíceis do enfrentamento à
depressão.
“Ao menor sinal de algo está em desajuste e em
desequilíbrio, é preciso aceitar que precisa de ajuda. Não banalizar ou
minimizar o problema. E, principalmente, não ter medo de ser julgado. Falar o
que está sentindo”, ressalta Andrea.
Além disso, não basta apenas identificar os riscos, é
preciso tomar medidas para aumentar os fatores de proteção, destaca a
especialista. Ela recomenda, por exemplo:
Aumentar o contato com familiares e amigos;
Buscar e seguir tratamento adequado para doença
mental;
Iniciar atividades prazerosas ou que tenham
significado para a pessoa, como trabalho voluntário e/ou “hobbies”;
Tratar e evitar o uso de álcool e outras drogas que
ocasionam dependência química;
Orientar e apoiar na busca pela terapia, pois falar e
se sentir acolhido e escutado, é fundamental para que o “eu” seja fortalecido
novamente.
Indivíduos com ideação suicida também podem procurar
ajuda no Centro de Valorização da Vida (CVV), ligando através do número 188. A
organizaçaõ realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo de forma
voluntária todas as pessoas que querem conversar por telefone, email, chat e
voip. O atendimento está disponível 24 horas por telefone e no seguinte horário
por chat:
Dom – 17h à 01h;
Seg a Qui – 09h à 01h;
Sex – 15h às 23h;
Sáb – 16h à 01h.
Como acolher um indivíduo com depressão
Também podemos fazer nossa parte para evitar que os
números de suicídio se mantenham tão altos, representando um verdadeiro problema
global de saúde mental. “Devemos estar atentos aos sinais. Não ignorar,
conversar, aproximar-se e ouvir sem julgamentos, são atitudes fundamentais”,
afirma.
Além disso, ela reforça a importância de buscar ajuda
especializada de um profissional de saúde mental, que saberá conduzir o
processo para que o indivíduo não se entregue a um desfecho tão trágico.
“E, principalmente, o segredo é não se isolar. O
suicídio é uma solução definitiva para um problema temporário. Através da
terapia se pode acolher e fomentar a fala e a expressão de emoções e
sentimentos, tão fundamentais para enraizar o equilíbrio mental e a qualidade
de vida necessários. Ou seja, a melhor arma no combate a este mal é o apoio
emocional”, conclui a psicanalista.
Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/setembro-amarelo-veja-10-sinais-de-alerta-para-a-depressao.phtml
- By Milena Vogado - Foto: Shutterstock
Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor
Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre vós
dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo parecer.
1 Coríntios 1:10
quinta-feira, 7 de setembro de 2023
Quais são e como usar medicamentos contra disfunção erétil
Entenda qual é o verdadeiro efeito das substâncias que atuam para combater essa condição
De acordo com uma estimativa da OMS (Organização
Mundial da Saúde), cerca de 30% dos homens brasileiros sofrem com disfunção
erétil. Dessa maneira, com a ajuda do médico cardiologista do Instituto
Sírio-Libanês, Dr. Gabriel Elias Peñaranda, separamos algumas dicas sobre o uso
de medicamentos para tratar essa condição.
Medicamentos que combatem a disfunção erétil
1) Como eles agem no organismo
Esses medicamentos não funcionam como afrodisíacos, ou
seja, não alteram o desejo sexual. Eles fazem parte de uma classe de
medicamentos chamados inibidores da fosfodiesterase, que ajudam a relaxar os
vasos sanguíneos do pênis e facilitam o fluxo de sangue no órgão.
2) Quem pode tomar?
Indicado para pessoas do sexo masculino, que sofrem
com impotência sexual e que já tenham passado no seu médico urologista para uma
avaliação das possíveis causas do problema. Vale ressaltar que pessoas com
alguma doença cardiovascular necessitam de uma avaliação com o cardiologista.
3) Quanto tempo dura o efeito?
O seu efeito depende do estímulo e pode durar entre 8h
e 48h após ingerido.
4) Medicamentos contra disfunção erétil podem ser
utilizados por quem não tem nenhuma patologia?
Eles não possuem indicação para melhorar o desempenho
sexual de pacientes que não sofrem de disfunção erétil. Inclusive, o uso sem
necessidade pode levar a uma super excitação e correr o risco de doenças
penianas irreversíveis.
5) Quais são os possíveis efeitos colaterais?
Esses medicamentos podem ter efeitos indesejados em
algumas pessoas, sendo os mais comuns: dor de cabeça, tontura, vermelhidão pelo
corpo, congestão nasal, náuseas, distúrbios visuais e ondas de calor. Em casos
raros, podem ocorrer pressão baixa, palpitações, dor no peito, vômito, zumbido
e sangramento nasal.
Acréscimo
O Dr. Gabriel pontua que manter uma vida sexual ativa
e segura, inclusive na terceira idade, é capaz de trazer benefícios tanto
físicos quanto emocionais. Também que não existe uma idade limite para a
atividade sexual e depende de muitos fatores nas condições físicas e de saúde
da pessoa quanto da libido ou desejo sexual. Por isso, muitas vezes o uso de
comprimidos estimulantes pode ajudar, mas essas pílulas precisam de prescrição
individual, mesmo que não demandem receita em farmácias.
Fonte: https://sportlife.com.br/dia-6-9-quais-sao-e-como-usar-medicamentos-contra-disfuncao-eretil/
- By Guilherme Faber - Shutterstock
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.
(João 8:33)




