Professor José Costa e a equipe campeã de basquete pela categoria B do Colégio Estadual Murilo Braga nos Jogos da Primavera – 1983. A equipe era formada por: Rita de Cássia, Marli, Luciene, Irlene, Josívânia, Marivalda, Rosângela, Gicelma, Cida e Gicélia. Essa foi a 2ª medalha que ganhamos, pois algumas alunas dessa equipe ganharam a 1ª medalha de ouro do basquete pela categoria A em 1981. Infelizmente eu não tenho a foto dessa conquista. Meninas de Ouro!
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Professor José Costa e a equipe campeã de basquete do CEMB
Professor José Costa e a equipe campeã de basquete pela categoria B do Colégio Estadual Murilo Braga nos Jogos da Primavera – 1983. A equipe era formada por: Rita de Cássia, Marli, Luciene, Irlene, Josívânia, Marivalda, Rosângela, Gicelma, Cida e Gicélia. Essa foi a 2ª medalha que ganhamos, pois algumas alunas dessa equipe ganharam a 1ª medalha de ouro do basquete pela categoria A em 1981. Infelizmente eu não tenho a foto dessa conquista. Meninas de Ouro!
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Já pensou em dançar? Veja 5 benefícios para a saúde
Atividade melhora o condicionamento, reduz o estresse e fortalece o corpo de forma divertida
Os benefícios da dança vão muito além da diversão. O
que antes era associado apenas a festas e musicais hoje faz parte da rotina de
academias e estúdios.
E o melhor: é uma atividade acessível para diferentes
idades e níveis de condicionamento.
Segundo a especialista Ludmilla Marzano, a dança é
dinâmica, trabalha o corpo todo e ainda fortalece a autoestima.
1. Dançar ajuda a queimar calorias
A dança funciona como um "exercício disfarçado".
A pessoa se diverte e, ao mesmo tempo, se movimenta intensamente.
Dependendo da intensidade aplicada nos movimentos, é
possível ter alto gasto calórico. Em aulas como a zumba, por exemplo, esse
número pode ser expressivo.
Como qualquer prática física, a frequência faz
diferença. O ideal é manter pelo menos três aulas por semana.
Pouco treino ainda é treino. Mas constância é o que
traz resultado.
2. Combate o estresse do dia a dia
O estresse tende a deixar o corpo rígido e tenso. Ao
começar a dançar, o movimento ajuda a liberar essa tensão acumulada.
A atividade estimula a liberação de substâncias
associadas à sensação de prazer e bem-estar. A música também influencia o
humor.
Segundo Ludmilla, muitas pessoas já chegam à aula
sorrindo ao ouvir os primeiros acordes.
Movimento e música formam uma combinação poderosa.
3. Tonifica os músculos
A dança trabalha diferentes grupos musculares ao mesmo
tempo. Ritmos variados exigem deslocamentos, giros, agachamentos e movimentos
de braços.
Aulas como a zumba combinam estilos como salsa,
merengue, cumbia e reggaeton. Essa variação amplia o estímulo muscular.
O resultado é fortalecimento global, especialmente em
pernas, abdômen e braços.
4. Ajuda a reduzir a ansiedade
Para acompanhar a coreografia, é preciso atenção no
momento presente. Esse foco ajuda a diminuir pensamentos repetitivos e
preocupações excessivas.
Durante a aula, o corpo se movimenta e a mente se
concentra na sequência de passos.
Essa combinação favorece sensação de leveza mental.
5. Estimula a socialização
As aulas costumam ser realizadas em grupo. Isso cria
ambiente de troca e incentivo coletivo.
Ver outras pessoas evoluindo motiva. Compartilhar
desafios aproxima.
A dança também fortalece autoestima. Cada nova
coreografia aprendida reforça sensação de conquista.
Dançar é para todos
A dança pode ser adaptada a diferentes níveis de
preparo físico. Não exige experiência prévia nem padrão corporal específico.
Se o objetivo é se movimentar, melhorar o
condicionamento e cuidar da saúde mental, a dança é uma opção eficiente e
prazerosa.
Não existe exercício perfeito. Existe aquele que você
consegue manter.
Se dançar faz você voltar na próxima aula, já é um
ótimo começo.
Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/ja-pensou-em-dancar-veja-5-beneficios-para-a-saude,7de040581392c8a340149a8c370f53c8i5sepen6.html?utm_source=clipboard
- Foto: Shutterstock / Sport Life
sábado, 21 de fevereiro de 2026
7 problemas causados pela respiração que podem prejudicar o sono
Alterações nas vias aéreas interferem no descanso noturno e explicam noites mal dormidas e cansaço constante
Dormir bem não depende apenas da quantidade de horas
na cama. Para que o sono seja realmente restaurador, o corpo precisa atingir
fases profundas de relaxamento, o que só acontece quando a respiração flui de
forma livre e contínua. Quando existe qualquer tipo de bloqueio ou esforço
respiratório, o organismo entra em um estado de alerta involuntário. A pessoa
até dorme, mas não descansa.
Problemas respiratórios durante o sono costumam ser
subestimados porque nem sempre provocam dor ou sintomas evidentes durante o
dia. Ainda assim, eles fragmentam o sono, reduzem a oxigenação adequada do
organismo e impactam diretamente a disposição, a concentração, o humor e até a
saúde a longo prazo.
De acordo com a médica Renata Mori,
otorrinolaringologista especialista em doenças nasais, a qualidade da
respiração é determinante para um sono reparador. "Durante o sono, o corpo
precisa reduzir o ritmo, mas, quando há dificuldade para respirar, o cérebro
entende que existe um risco e se mantém em estado de vigilância. Isso impede
que a pessoa atinja as fases mais profundas do sono, mesmo sem perceber",
explica.
A seguir, confira os principais problemas
respiratórios que podem comprometer diretamente a qualidade do sono.
1. Desvio de septo nasal
O desvio de septo não causa apenas nariz entupido. Ele
altera a dinâmica da respiração ao longo da noite, criando um fluxo de ar
irregular que exige esforço constante do sistema respiratório. Com o corpo
deitado, essa assimetria se intensifica, favorecendo congestão de um lado do
nariz e sobrecarga do outro, impactando diretamente a estabilidade do sono.
"Quando o septo está desviado, o organismo
precisa compensar essa dificuldade respiratória durante toda a noite. O
resultado é um sono fragmentado, com microdespertares que impedem o descanso
profundo, mesmo que a pessoa não acorde completamente", explica Renata
Mori.
2. Rinite alérgica
Mais do que espirros e coriza, a rinite provoca um
estado inflamatório contínuo dentro do nariz. Durante a noite, essa inflamação
tende a aumentar por fatores hormonais e pela posição deitada, tornando a
respiração mais difícil justamente no momento em que o corpo deveria relaxar.
"A rinite faz com que o nariz funcione mal à
noite. O paciente passa a respirar com dificuldade, alterna a respiração entre
as narinas e acorda várias vezes ao longo do sono, o que compromete a
recuperação física e mental", afirma a médica.
3. Sinusite crônica
Na sinusite persistente, o problema não está apenas na
obstrução nasal, mas na qualidade do ar que circula pelas vias respiratórias. A
presença constante de secreção e inflamação interfere na ventilação adequada
dos seios da face, gerando desconforto silencioso durante a noite.
"Mesmo sem dor intensa, a sinusite crônica impede
uma respiração plena. O cérebro interpreta essa limitação como um fator de
estresse, o que mantém o sono superficial e pouco restaurador", detalha
Renata Mori.
4. Respiração pela boca
Dormir respirando pela boca altera completamente a
fisiologia do sono. Além de reduzir a eficiência da oxigenação, essa condição
favorece o ressecamento das vias aéreas, inflamações recorrentes e maior
instabilidade respiratória durante a noite.
"A respiração bucal é sempre um sinal de alerta.
Ela indica que o nariz não está cumprindo seu papel e isso faz com que o sono
seja mais leve, agitado e menos eficiente do ponto de vista reparador", ressalta
a médica.
5. Ronco frequente
O ronco não é apenas um som incômodo. Ele revela
vibração excessiva dos tecidos da garganta causada pela passagem dificultada do
ar. Essa resistência cria turbulência respiratória e impede que o fluxo de
oxigênio seja constante ao longo da noite.
"O ronco frequente mostra que a respiração está
sendo feita com esforço. Mesmo quando não há apneia, ele já indica prejuízo na
qualidade do sono e aumento do risco de cansaço diurno", alerta Renata
Mori.
6. Apneia obstrutiva do sono
Na apneia, a respiração é interrompida repetidamente
durante a noite, levando a quedas na oxigenação do sangue. Cada pausa obriga o
cérebro a sair do sono profundo para garantir a sobrevivência, quebrando o
ciclo natural do descanso.
"O paciente com apneia pode passar a noite
inteira dormindo e, ainda assim, acordar exausto. O corpo nunca entra em um
estado contínuo de recuperação porque está sempre reagindo às pausas
respiratórias", explica a especialista.
7. Aumento das adenoides e das amígdalas
Especialmente em crianças, o aumento dessas estruturas
reduz o espaço para a passagem de ar, forçando uma respiração ruidosa e
ineficiente durante o sono. Isso interfere diretamente no desenvolvimento
físico e cognitivo.
"Quando a criança dorme mal por dificuldade
respiratória, isso reflete no comportamento, na atenção e até no crescimento. O
sono é fundamental nessa fase, e a respiração inadequada compromete todo esse
processo", observa Renata Mori.
Sinais de alerta que não devem ser ignorados
Para a especialista, sintomas como ronco persistente,
sono agitado, boca seca ao acordar e cansaço frequente não devem ser
considerados normais. "Respirar bem é um dos pilares do sono saudável.
Identificar e tratar alterações respiratórias é essencial para recuperar a
qualidade do descanso e, consequentemente, de vida", conclui.
Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-problemas-causados-pela-respiracao-que-podem-prejudicar-o-sono,c91836ae3b7b57d0510c595d0c53dca3fc579ctu.html?utm_source=clipboard
- Por Sarah Monteiro - Foto: AJR_photo | Shutterstock / Portal EdiCase
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Envelhecer com saúde: hábitos que desaceleram o tempo
Envelhecer é inevitável, mas como você envelhece depende dos seus hábitos. Veja os pilares do envelhecimento saudável, segundo especialista.
O processo de envelhecer faz parte da vida. O que
muda é como esse envelhecimento acontece.
Alimentação equilibrada, sono de qualidade, exercícios
regulares, controle do estresse e um ambiente emocional saudável são pilares
que desaceleram o desgaste físico e emocional.
Como resume o nutrólogo e geriatra Dr. Adriano
Faustino:
"Você não pode mudar seus genes, mas pode mudar
seus hábitos.
Alimentação equilibrada, sono de qualidade, exercícios
regulares e uma mente saudável são os pilares que desaceleram o envelhecimento
celular".
Estilo de vida: o verdadeiro segredo para envelhecer
bem
Mais do que genética, é o estilo de vida que determina
como vamos envelhecer.
Segundo o Dr. Adriano Faustino, o envelhecimento saudável
depende de escolhas diárias que:
preservam o metabolismo.
reduzem a inflamação.
mantêm a vitalidade das células.
Ele define isso como ver o estilo de vida como
terapia:
Alimentação inteligente.
Sono reparador.
Atividade física regular.
Equilíbrio emocional.
Propósito de vida.
Isso não impede o envelhecimento, mas desacelera seu
impacto sobre o corpo e a mente.
"Você não pode mudar sua genética, mas pode mudar
a forma como ela se expressa.
Seus hábitos determinam se os genes da longevidade serão
ativados ou silenciados", explica o médico.
Alimentação: muito além de contar calorias
Na geriatria funcional, envelhecer bem não é só
"comer menos". É nutrir melhor.
O foco não é apenas o "combustível
energético", e sim a densidade nutricional dos alimentos.
Micronutrientes como:
vitaminas.
minerais.
fitoquímicos.
são cofatores essenciais para:
produzir energia.
equilibrar hormônios.
manter a memória e a cognição.
fortalecer a imunidade.
Quando eles faltam por muito tempo, aumentam:
inflamação crônica.
disfunções das mitocôndrias (as "usinas" das
células).
perda de massa muscular.
Princípios básicos de alimentação para envelhecer
melhor
Priorize alimentos naturais e integrais: frutas,
verduras, legumes, proteínas magras e gorduras boas (como ômega-3, azeite e
abacate).
Reduza ultraprocessados, açúcar em excesso e gorduras
hidrogenadas.
Mantenha boa hidratação, essencial para detoxificação
e regeneração celular.
Sempre que possível, avalie com seu médico níveis de
micronutrientes como vitamina D, B12, magnésio, zinco e selênio, importantes no
envelhecimento saudável.
"Não se trata apenas de comer menos, mas de
nutrir melhor.
A longevidade está nos detalhes microscópicos: os
micronutrientes que sustentam cada célula", reforça Dr. Adriano Faustino.
Movimento: o estímulo vital que não pode parar
Para envelhecer com autonomia, o corpo precisa se
mover. E com regularidade.
Treinos esporádicos não geram o mesmo efeito que uma
rotina constante, equilibrando:
força.
mobilidade.
resistência cardiovascular.
Benefícios dos principais tipos de exercício:
Musculação: preserva a massa magra e previne
sarcopenia (perda de músculo típica do envelhecimento).
Caminhada e exercícios aeróbicos: melhoram a
circulação, a oxigenação e a função das mitocôndrias.
Alongamentos e exercícios de equilíbrio: reduzem risco
de quedas e melhoram coordenação motora.
"Movimento é medicina. O corpo envelhece mais
rápido quando para de se mover", explica o especialista.
Sono: o horário nobre da regeneração
Não dá para falar em envelhecer bem sem falar de sono.
O sono profundo é o momento em que o corpo:
libera hormônio do crescimento.
repara tecidos.
reorganiza neurotransmissores.
consolida memória.
Sem isso, nenhum protocolo de saúde fica completo.
Dicas básicas:
Tente manter horários fixos para dormir e acordar.
Evite luzes fortes e telas (celular, TV, computador)
antes de dormir.
Crie um ambiente escuro, silencioso e confortável no
quarto.
Dormir bem não é luxo; é estratégia para envelhecer
com menos desgaste.
Estresse: o acelerador oculto do envelhecimento
O excesso de estresse mantém o corpo em alerta
constante.
Isso gera hipercortisolismo (cortisol alto),
inflamação sistêmica e acelera o envelhecimento celular.
Estratégias simples ajudam a reduzir esse impacto:
Respiração consciente.
Oração ou espiritualidade, se fizer sentido para você.
Meditação.
Momentos de lazer.
Convívio social equilibrado.
Tudo isso fortalece a resiliência emocional e protege
o corpo por dentro.
Ambiente e propósito: os nutrientes invisíveis
Não é só comida que alimenta quem quer envelhecer
bem. Relacionamentos saudáveis, vínculos afetivos e um ambiente emocional
positivo funcionam como nutrientes invisíveis da longevidade.
Já o isolamento e ambientes tóxicos estão ligados a:
maior risco de depressão.
declínio cognitivo.
pior qualidade de vida em idosos.
"Corpo, mente e ambiente formam um triângulo
inseparável. Cuidar do que se sente e de quem se cerca é tão importante
quanto o que se come", diz Dr. Faustino.
Resumo dos pilares para envelhecer com saúde
Pilar: Alimentação rica em micronutrientes.
Impacto: modula inflamação, melhora metabolismo,
protege o DNA.
Pilar: Sono reparador.
Impacto: equilibra hormônios, restaura energia
celular.
Pilar: Exercício regular.
Impacto: mantém massa magra, força e cognição.
Pilar: Gestão do estresse.
Impacto: reduz cortisol, previne inflamação sistêmica.
Pilar: Ambiente e mentalidade positiva.
Impacto: fortalece imunidade e saúde emocional.
"Envelhecer com saúde não é desafiar o tempo, mas
respeitá-lo com sabedoria", resume o médico.
Cuidar de como você vive hoje é, em grande parte,
decidir como vai envelhecer amanhã. E, segundo o Dr. Adriano Faustino,
isso passa muito menos pela genética e muito mais pelos hábitos que você
escolhe repetir todos os dias.
Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/degusta/alimentacao-com-saude/envelhecer-com-saude-habitos-que-desaceleram-o-tempo,3bc1745d14d1002fbffc08c72ea05d570v9h2i0e.html?utm_source=clipboard
- Foto: Reprodução/Shutterstock
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
4 coisas que afetam seu coração sem você perceber
Descubra 4 hábitos do dia a dia que afetam o coração em silêncio e veja como proteger sua saúde cardíaca.
Todo mundo sabe que boa alimentação e exercício ajudam
o coração. Mas nem sempre é aí que mora o perigo.
Segundo o cardiologista Dr. Roberto Yano, muitos
hábitos considerados "inofensivos" no dia a dia podem prejudicar a
saúde cardíaca sem que a pessoa perceba.
O coração é um órgão nobre: ele bombeia sangue e
oxigênio para todo o corpo, mantendo órgãos e tecidos funcionando bem e
garantindo nossa vitalidade e bem-estar.
O problema é que o nosso estilo de vida pode
fortalecer ou desgastar esse sistema de forma direta e, muitas vezes,
silenciosa.
"Muitas pessoas acabam subestimando os impactos
dos seus hábitos na saúde do coração, negligenciando cuidados preventivos. Isso
acontece porque muitas coisas são tidas como banais ou com pouco impacto, mas
que, principalmente com o passar do tempo, acabam gerando grandes
impactos", afirma o especialista.
Pensando nisso, ele destaca 4 coisas que afetam seu
coração sem você perceber.
1. Saúde mental: ansiedade e depressão também pesam no
coração
A saúde emocional e a saúde do coração andam juntas.
Não é "drama", é fisiologia.
De acordo com o Dr. Roberto Yano, problemas como
ansiedade, depressão e estresse crônico podem prejudicar diretamente a saúde
cardiovascular, aumentando o risco de doenças cardíacas e complicações.
Além disso, comportamentos como solidão e isolamento
social também impactam o coração, mesmo que não doa no peito de imediato.
Cuidar da mente com terapia, apoio social, lazer e
autocuidado é também uma forma de proteger o coração.
2. Sono de má qualidade: noites ruins, risco maior
Dormir mal não "só" deixa você cansado.
Afeta o coração de verdade.
Segundo o cardiologista, a insônia crônica, privação
constante de sono e rotina de sono de má qualidade podem aumentar o risco de
infarto e AVC, além de estimular ansiedade e estresse.
Isso cria um ciclo perigoso: a pessoa dorme mal, fica
mais tensa, e isso pesa ainda mais sobre o coração.
Priorizar o sono com horário regular, ambiente
adequado, menos telas à noite também é uma medida de saúde cardíaca.
3. Ficar sentado demais: o perigo de passar horas
parado
Passar boa parte do dia sentado não é só
desconfortável. É ruim para a circulação e para o coração.
Roberto Yano lembra que estudos já mostram: ficar
muitas horas sentado prejudica a circulação sanguínea e, consequentemente, a
saúde cardíaca.
Isso vale para:
Quem trabalha o dia todo na frente do computador.
Quem passa muitas horas seguidas no sofá.
Quem quase não se levanta durante o dia.
Para reduzir esses riscos, o médico recomenda pausas
regulares:
Levantar a cada 1 ou 2 horas.
Caminhar alguns minutos.
Fazer alongamentos ou movimentos leves.
Essas pequenas quebras já ajudam a estimular o sangue
a circular melhor e aliviam a carga sobre o coração.
4. Só procurar médico quando aparecem sintomas
Esse é um dos erros mais comuns e mais perigosos.
Em muitas doenças cardiovasculares, os primeiros
sintomas aparecem quando a situação já está avançada. Nessa fase, as chances de
recuperação podem ser menores.
Por isso, consultar um médico apenas quando algo está
doendo, apertando ou incomodando muito não é o ideal.
"É importante realizar exames de rotina, mesmo
sem sintomas, como forma de identificar precocemente quaisquer doenças que
surjam e tratá-las de forma mais eficaz", explica o Dr. Roberto Yano.
Check-ups, avaliação da pressão, exames de sangue e
acompanhamento regular são aliados importantes para proteger seu coração ao
longo dos anos.
Como começar a cuidar melhor do seu coração hoje
Você não precisa mudar tudo de uma vez. Mas pode
começar com passos simples:
Observar como anda sua saúde mental.
Cuidar melhor do horário e da qualidade do sono.
Levantar mais durante o dia e se movimentar.
Marcar uma consulta de rotina, mesmo sem sintomas.
Seu coração sente o impacto desses gestos todos os
dias, para o bem ou para o mal. Cuidar dele agora é uma forma de garantir mais
saúde, energia e qualidade de vida no futuro.
Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/4-coisas-que-afetam-seu-coracao-sem-voce-perceber,938ab24334fa2c7ada03a0bc6282aea1xexu0k1w.html
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