terça-feira, 3 de março de 2026

Aptidão cardiovascular: o segredo para um coração saudável e mais energia no dia a dia


Aptidão cardiovascular é um termo cada vez mais presente em consultas médicas, exames de rotina e conversas sobre bem-estar. Veja o segredo para um coração saudável.

 

Aptidão cardiovascular é um termo cada vez mais presente em consultas médicas, exames de rotina e conversas sobre bem-estar. De forma simples, refere-se à capacidade do coração, dos pulmões e do sistema circulatório de fornecer oxigênio aos músculos durante atividades físicas. Assim, manter essa aptidão em bom nível está diretamente ligado à prevenção de doenças crônicas e à melhoria da qualidade de vida ao longo dos anos.

 

Na prática, uma boa aptidão cardiovascular significa que o organismo consegue responder melhor a esforços do dia a dia, como subir escadas, caminhar longas distâncias ou carregar compras, com menor sensação de cansaço. Afinal, quando o coração e os pulmões funcionam de maneira eficiente, o corpo tende a lidar melhor com o estresse, com alterações de pressão arterial e com variações de peso, fatores importantes para a saúde geral.

 

O que é aptidão cardiovascular e como ela funciona?

Aptidão cardiovascular, também conhecida como capacidade cardiorrespiratória, é a habilidade do corpo de captar, transportar e utilizar oxigênio durante exercícios aeróbicos. Nessa engrenagem, o coração atua como uma bomba que envia sangue rico em oxigênio para todo o organismo. Por sua vez, os pulmões garantem a troca adequada de gases, absorvendo oxigênio e eliminando gás carbônico.

 

Quando essa aptidão está em bom nível, o coração consegue bater de forma mais eficiente, muitas vezes com uma frequência cardíaca de repouso mais baixa, e os pulmões apresentam melhor ventilação. Com o tempo, a prática regular de atividades físicas aeróbicas aumenta o número de capilares sanguíneos, melhora a circulação e ajuda os músculos a aproveitarem melhor o oxigênio disponível. Portanto, isso resulta em maior resistência física e em menor esforço para realizar atividades comuns.

 

Como a aptidão cardiovascular impacta a saúde do coração e dos pulmões?

A relação entre aptidão cardiovascular e saúde do coração é direta. Níveis adequados estão associados a menor risco de doenças cardiovasculares, como infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Isso acontece porque o exercício aeróbico regular ajuda a controlar a pressão arterial, reduzir o colesterol ruim (LDL), aumentar o colesterol bom (HDL) e melhorar o controle da glicose no sangue, fatores que diminuem a chance de entupimento das artérias.

 

Do ponto de vista pulmonar, a boa capacidade cardiorrespiratória favorece a expansão dos pulmões, o fortalecimento dos músculos respiratórios e a eficiência das trocas gasosas. Em pessoas com problemas respiratórios crônicos, como asma ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), programas de treinamento supervisionados podem contribuir para reduzir crises, melhorar a tolerância ao esforço e ampliar a autonomia nas tarefas cotidianas, sempre com acompanhamento profissional.

 

Quais são os benefícios da aptidão cardiovascular para o corpo todo?

Os ganhos de manter a aptidão cardiovascular em dia vão além da proteção do coração e dos pulmões. Afinal, diversos estudos em 2026 continuam apontando a boa capacidade cardiorrespiratória como um dos principais indicadores de longevidade e menor mortalidade por todas as causas.

 

Melhor controle do peso corporal e da gordura abdominal.

Redução do risco de diabetes tipo 2 e melhora da sensibilidade à insulina.

Ajuda no controle da pressão arterial e da saúde das artérias.

Aumento de energia para atividades diárias e menor fadiga.

Melhora da qualidade do sono e do ritmo de descanso.

Apoio à saúde mental, com redução de sintomas de ansiedade e estresse.

Além disso, a boa aptidão cardiovascular contribui para a manutenção da massa muscular e da densidade óssea quando combinada a outras modalidades de exercício, o que é relevante para a prevenção de quedas e fraturas na idade avançada.

 

Como medir a aptidão cardiovascular na prática?

A avaliação da aptidão cardiovascular pode ser feita de forma simples ou com exames mais detalhados, dependendo da necessidade e do histórico de saúde. Em ambientes clínicos, uma das formas mais utilizadas é o teste de esforço em esteira ou bicicleta ergométrica, no qual a intensidade do exercício aumenta gradualmente enquanto são monitorados batimentos cardíacos, pressão arterial e, em alguns casos, consumo de oxigênio (VO₂ máximo).

 

No dia a dia, existem maneiras acessíveis de ter uma noção da própria capacidade cardiorrespiratória, sempre considerando a orientação de um profissional de saúde:

 

Frequência cardíaca de repouso: medir os batimentos por minuto ao acordar pode indicar condicionamento. Valores mais baixos em pessoas saudáveis geralmente sugerem melhor aptidão.

Teste de caminhada: observar a distância percorrida em um tempo definido (como 6 minutos) ou o tempo necessário para caminhar certo percurso, avaliando o grau de cansaço.

Percepção de esforço: notar se atividades rotineiras, como subir dois lances de escada, provocam falta de ar intensa ou desconforto exagerado.

Quando há sintomas como dor no peito, tontura ou falta de ar intensa ao menor esforço, a recomendação é buscar avaliação médica antes de iniciar ou intensificar qualquer plano de exercícios.

 

Quais exercícios melhoram a aptidão cardiovascular?

Para fortalecer o sistema cardiorrespiratório, os exercícios mais indicados são os de caráter aeróbico, realizados por períodos contínuos ou intervalados, com intensidade leve a moderada ou vigorosa, conforme a condição de cada pessoa. Portanto, entre os exemplos mais comuns estão:

 

Caminhada em rua, parque ou esteira.

Corrida ou trote leve.

Pedalar em bicicleta comum ou ergométrica.

Natação e hidroginástica.

Dança, aulas de ritmos, ginástica aeróbica.

Treinos intervalados de alta intensidade (HIIT), indicados apenas para quem já tem liberação e alguma base de condicionamento.

 

Diretrizes atuais sugerem, para adultos, pelo menos 150 a 300 minutos semanais de atividade aeróbica moderada, ou 75 a 150 minutos de atividade vigorosa, distribuídos ao longo da semana. Crianças e adolescentes tendem a se beneficiar de períodos maiores de movimento, geralmente associados a brincadeiras ativas e esportes.

 

Como manter a aptidão cardiovascular no dia a dia?

Para preservar e melhorar a aptidão cardiovascular, a regularidade costuma ser mais importante do que a intensidade extrema. Pequenas decisões diárias colaboram para manter o coração e os pulmões em atividade adequada, mesmo em rotinas cheias.

 

Preferir escadas em vez de elevador em curtas distâncias.

Descer um ponto antes no transporte público para caminhar um pouco mais.

Fazer pausas ativas no trabalho, levantando-se e se movimentando a cada 60 minutos.

Agendar caminhadas curtas após as refeições principais, quando possível.

Incluir ao menos um dia de atividade aeróbica mais prolongada no fim de semana.

 

Algumas estratégias ajudam a manter a regularidade:

 

Estabelecer metas realistas, começando com poucos minutos por dia e aumentando de forma progressiva.

Registrar os treinos em aplicativos, planilhas ou agendas, acompanhando a evolução.

Buscar acompanhamento de profissional de educação física ou fisioterapeuta, especialmente em casos de doenças pré-existentes.

Respeitar sinais do corpo, como dor forte, falta de ar intensa e palpitações, interrompendo o esforço e procurando avaliação quando necessário.

Ao longo do tempo, a combinação de hábitos ativos, alimentação equilibrada e acompanhamento médico tende a manter a aptidão cardiovascular em níveis adequados. Esse cuidado contínuo não se limita ao desempenho em exercícios, mas se reflete na capacidade de viver com mais autonomia, menos limitações físicas e menor risco de doenças que afetam diretamente o coração, os pulmões e todo o organismo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/aptidao-cardiovascular-o-segredo-para-um-coracao-saudavel-e-mais-energia-no-dia-a-dia,9496114af17e6a6145e9f71d8e1aebce3lwdfla6.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10

segunda-feira, 2 de março de 2026

O segredo para ganhar massa muscular pode estar nestes 8 alimentos


O aumento de massa muscular deve ser obtido aliando a prática de atividade física, como musculação a uma dieta equilibrada e saudável. Alguns alimentos são indispensáveis por quem pretende alcançar esse objetivo.

 

Segundo o Dr. Ronan Araújo, médico especializado em nutrologia pela ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia), com uma estratégia alimentar bem elaborada e a combinação de outros pilares essenciais, é totalmente possível construir um físico forte e definido sem recorrer a suplementos.

 

O segredo para a hipertrofia muscular, na visão do especialista, reside na organização da alimentação. "O fator mais importante é atingir a ingestão adequada de proteína diária (geralmente entre 1,6 a 2,2g por quilo de peso corporal), além de energia suficiente (calorias) para sustentar o crescimento", diz.

 

O corpo precisa receber os nutrientes necessários para reparar e construir tecido muscular, e essa demanda pode ser totalmente suprida por alimentos. Entre as fontes naturais de proteína que são mais do que suficientes estão: 

 

Ovos

Frango

Carnes magras

Peixe

Laticínios

Leguminosas

Arroz 

Feijão

 

“O consumo desses alimentos é completamente capaz de oferecer o que o corpo precisa, sem a necessidade de whey protein ou outros produtos industrializados", afirma.

 

O médico ressaltou que além da alimentação, o treino de força bem estruturado, o sono de qualidade, a hidratação adequada e o controle do estresse são fundamentais para que o corpo se adapte e cresça.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/degusta/alimentacao-com-saude/o-segredo-para-ganhar-massa-muscular-pode-estar-nestes-8-alimentos,3f11d7b2955fe4dfcdab2f16f7aac37awaozzgkx.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik

domingo, 1 de março de 2026

Dor de cabeça na TPM: 7 causas e como amenizar o sintoma


Entenda por que as oscilações hormonais provocam crises de enxaqueca e descubra hábitos que trazem alívio real

 

A dor de cabeça é um dos sintomas mais relatados durante a tensão pré-menstrual (TPM). Para muitas mulheres, esse desconforto surge como uma pressão constante ou uma enxaqueca latejante.

 

O principal motivo está na montanha-russa hormonal que acontece no corpo feminino todos os meses. Essas mudanças afetam diretamente a química cerebral e a sensibilidade dos vasos sanguíneos.

 

Entender as causas é o primeiro passo para encontrar o tratamento mais eficaz e adequado. 

 

7 causas comuns da dor de cabeça na TPM

1. Queda do estrogênio

Logo antes da menstruação, os níveis de estrogênio caem drasticamente no organismo. Essa retirada hormonal é o gatilho principal para as crises de enxaqueca menstrual.

 

2. Alterações na serotonina

A queda hormonal reduz a produção de serotonina, o neurotransmissor do bem-estar e prazer. Níveis baixos dessa substância aumentam a percepção da dor e causam irritabilidade.

 

3. Retenção de líquidos

O inchaço clássico da TPM também atinge os vasos sanguíneos e tecidos cerebrais. Essa pressão interna contribui para a sensação de peso e latejamento na cabeça.

 

4. Estresse e ansiedade

A instabilidade emocional desse período deixa o corpo em estado de alerta constante. A tensão muscular acumulada nos ombros e pescoço reflete diretamente como dor de cabeça.

 

5. Má qualidade do sono

Dificuldades para dormir são comuns nos dias que antecedem o fluxo menstrual. O cansaço extremo é um combustível conhecido para crises de dor de cabeça tensional.

 

6. Consumo excessivo de cafeína ou açúcar

A vontade de comer doces ou beber café aumenta na TPM para compensar o cansaço. Porém, esses ingredientes podem causar um efeito rebote e piorar a inflamação.

 

7. Desidratação

Muitas mulheres esquecem de beber água ao sentirem-se inchadas durante o período pré-menstrual. A falta de hidratação dificulta a circulação sanguínea e agrava a dor.

 

Como amenizar a dor de forma natural?

 

Pequenas mudanças de hábito podem fazer uma grande diferença na intensidade do sintoma. O foco deve ser reduzir a inflamação e relaxar o sistema nervoso central.

 

Aplique compressas frias: O gelo na testa ou nuca ajuda a contrair os vasos e alivia o latejamento.

 

Pratique atividades leves: Caminhadas ou yoga ajudam a liberar endorfina, o analgésico natural do corpo.

 

Mantenha a hidratação: Beba pelo menos dois litros de água para ajudar a eliminar o excesso de sódio.

 

Descanse em locais escuros: Reduzir os estímulos visuais e sonoros é essencial durante uma crise forte.

 

Quando procurar um médico?

Se a dor de cabeça for incapacitante ou não responder a analgésicos comuns, busque ajuda profissional. Um ginecologista ou neurologista pode indicar tratamentos preventivos específicos para o seu ciclo.

 

Anotar os dias da dor em um calendário ajuda no diagnóstico preciso da enxaqueca menstrual. Não normalize o sofrimento extremo durante o seu ciclo mensal.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/dor-de-cabeca-na-tpm-7-causas-e-como-amenizar-o-sintoma,bf9794d84566a39d2dfa80b75d5e8618qj1ohf0q.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Alto Astral

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Vôlei emagrece? Veja quantas calorias você pode gastar por partida


Descubra se o esporte ajuda a perder gordura e como usar a modalidade para perder peso com mais eficiência

 

O vôlei ajuda no emagrecimento quando praticado com regularidade.

 

O esporte aumenta o gasto calórico, eleva a frequência cardíaca e estimula a queima de gordura.

 

Mas o resultado depende de três fatores:

 

Frequência semanal.

Intensidade das partidas.

Alimentação alinhada ao objetivo.

 

Sozinho, o vôlei não faz milagre. Com estratégia, pode ser um grande aliado na perda de peso.

 

Quantas calorias o vôlei queima em 1 hora?

O gasto calórico no vôlei varia conforme peso corporal e intensidade do jogo.

 

Em média:

 

Vôlei recreativo: 200 a 300 calorias por hora.

Vôlei moderado: 300 a 450 calorias por hora.

Vôlei competitivo/intenso: 400 a 600 calorias por hora.

 

Partidas longas ou treinos com muitos saltos aumentam o gasto.

 

Quanto maior o ritmo, maior o consumo energético.

 

Por que o vôlei tem alto gasto calórico?

O vôlei combina esforço aeróbico e anaeróbico.

 

Durante uma partida, o corpo alterna entre:

 

Saltos explosivos.

Arranques rápidos.

Mudanças de direção.

Agachamentos constantes.

Movimentos de ataque e bloqueio.

 

Essas ações exigem força e potência muscular. Isso eleva o metabolismo durante o jogo e mantém o gasto calórico elevado após a atividade.

 

Vôlei ajuda a perder gordura?

O vôlei ajuda na queima de gordura quando há déficit calórico. Ou seja, quando você gasta mais calorias do que consome.

 

Além disso, a modalidade:

 

Estimula membros inferiores.

Ativa o core.

Trabalha ombros e braços.

Preserva massa muscular

Manter músculos ativos é essencial para sustentar um metabolismo mais eficiente.

 

Por isso, jogar vôlei regularmente pode contribuir para emagrecer.

 

Vôlei emagrece mais que caminhada?

Depende da intensidade. Uma partida intensa de vôlei pode queimar mais calorias do que uma caminhada leve.

 

Porém, a comparação depende de:

 

Duração.

Frequência.

Nível de esforço.

 

O melhor exercício para emagrecer é aquele que você consegue manter no longo prazo.

 

Como usar o vôlei para emagrecer mais rápido

Se o objetivo é emagrecer com o vôlei, siga estas estratégias:

 

Jogue de 2 a 4 vezes por semana.

Mantenha partidas com pelo menos 60 minutos.

Combine com treino de força.

Ajuste a alimentação para criar déficit calórico.

Priorize sono e recuperação.

Consistência supera intensidade isolada.

 

Outros benefícios do vôlei além do emagrecimento

O vôlei não melhora apenas o peso na balança. Ele também contribui para:

 

Condicionamento cardiovascular.

Coordenação motora.

Agilidade.

Potência muscular.

Resistência.

Socialização.

 

Isso aumenta a adesão e reduz o abandono da atividade.

 

Afinal, vale a pena jogar vôlei para emagrecer?

O vôlei emagrece quando faz parte de uma rotina estruturada. Ele aumenta o gasto calórico, estimula a queima de gordura e melhora o condicionamento.

 

Mas o resultado aparece com:

 

Regularidade.

Alimentação adequada.

Planejamento.

 

Se você gosta do esporte, o vôlei pode ser uma das formas mais prazerosas de perder peso.

 

E quando há prazer, há constância. E quando há constância, há resultado.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/volei-emagrece-veja-quantas-calorias-voce-pode-gastar-por-partida,0fa89d0d33dcbf1813f4f9f957576252qqfulwzu.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik / Sport Life

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Alerta: 6 tipos de câncer crescem entre jovens, segundo Harvard


Estudo internacional aponta aumento dos tipos de câncer em pessoas com menos de 50 anos e acende alerta para fatores de risco

 

Um estudo internacional coordenado pela Universidade de Harvard acendeu um alerta importante.

 

A pesquisa identificou crescimento de seis tipos de câncer em pessoas com menos de 50 anos.

 

Os dados foram publicados em novembro de 2025 na revista da National Library of Medicine.

 

Quais tipos de câncer estão aumentando?

O levantamento aponta alta mais acelerada nos seguintes tumores:

 

Câncer colorretal.

Câncer cervical.

Câncer pancreático.

Câncer de próstata.

Câncer renal.

Mieloma múltiplo.

 

Entre eles, os casos de câncer colorretal chamam atenção especial.

 

Isso porque, além do aumento no número de diagnósticos, também há crescimento na mortalidade.

 

Câncer colorretal preocupa especialistas

O câncer colorretal aparece como um dos principais focos da pesquisa.

A estimativa é de que, até 2030, os casos aumentem:

90% entre jovens de 20 a 34 anos.

46% na faixa de 35 a 49 anos.

Atualmente, cerca de 10% dos diagnósticos globais desse tumor já ocorrem em pessoas com menos de 50 anos.

Para os pesquisadores, o número é considerado significativo.

 

O que o estudo analisou?

Os cientistas avaliaram dados registrados entre 2000 e 2017.

Foram examinados 13 tipos de câncer que apresentaram aumento em adultos jovens em pelo menos 10 países.

O crescimento foi mais evidente em nações com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito alto.

América do Norte, Europa e Oceania concentram parte importante desse avanço.

 

Qual pode ser a causa?

Os pesquisadores apontam que a obesidade pode ter papel central nesse cenário.

O aumento global do excesso de peso está associado a vários tipos de câncer.

Tumores relacionados ao metabolismo e à inflamação crônica tendem a crescer em populações com maior índice de obesidade.

Outro fator relevante é a ampliação dos programas de rastreamento.

Países como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul investiram em diagnóstico precoce.

Isso pode ter elevado o número de casos identificados, especialmente em estágios iniciais.

Em alguns tumores, como próstata e tireoide, houve aumento na incidência, mas não na mortalidade.

Esse dado pode indicar detecção mais precoce e maior acesso a exames.

 

Ainda há limitações

Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes.

Os bancos de dados analisados não incluíram partes da Ásia, África e América Latina.

Isso significa que o cenário global pode ser ainda mais complexo.

 

O que esse alerta significa?

O aumento de câncer em jovens reforça a importância de:

 

Manter hábitos saudáveis.

Controlar o peso corporal.

Realizar exames preventivos quando indicados.

Buscar avaliação médica diante de sintomas persistentes.

A comunidade científica defende novos estudos para compreender melhor as causas desse crescimento.

Identificar fatores de risco é essencial para desenvolver estratégias de prevenção mais eficazes.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/alerta-6-tipos-de-cancer-crescem-entre-jovens-segundo-harvard,055492f431cc6c310b905d8da6459a0fbld1asmt.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Instagram/@harvard/Freepik / Saúde em Dia