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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Estudo aponta seis hábitos comuns entre pessoas que chegam aos 100 anos


Pesquisa com 100 pessoas que passaram dos 100 anos revela práticas simples do dia a dia, como alimentação equilibrada, exercícios físicos e contato com a natureza, que ajudam a envelhecer com mais saúde e autonomia.

 

Longevidade

Viver mais e envelhecer de forma saudável e ativa é um dos grandes objetivos da sociedade atual. Embora não exista uma fórmula mágica para a longevidade, um estudo da UnitedHealthcare com 100 centenários identificou seis hábitos recorrentes entre pessoas que chegaram aos 100 anos com qualidade de vida. As conclusões foram divulgadas pelo site Health.

 

Alimentação equilibrada

Comer bem foi apontado como essencial por 67% dos centenários entrevistados. Apesar de nenhum alimento específico ter sido citado, pesquisas indicam que dietas ricas em ultraprocessados aumentam, no longo prazo, o risco de doenças cardíacas, AVC, declínio cognitivo e mortalidade. Em contrapartida, frutas, legumes e oleaginosas contribuem para a saúde do coração e do cérebro, ajudam a reduzir inflamações, melhoram o controle da glicose e fornecem nutrientes que protegem as células do estresse oxidativo, explica o professor Jordan Weiss ao Health.

 

Exercícios para manter a massa muscular

A prática de atividades para fortalecimento muscular apareceu na rotina de 46% dos centenários. Manter os músculos ativos ajuda a preservar a mobilidade e reduz o risco de quedas, comum com o avanço da idade. Um dos participantes resumiu o impacto do exercício ao afirmar que a atividade física fortalece o coração, mantém a mente ativa, o corpo em movimento e a saúde estável.

 

Caminhadas regulares

Cerca de 42% dos entrevistados relataram fazer caminhadas ou trilhas semanalmente. Um estudo publicado na revista The Lancet associou a média de 7 mil passos por dia a um menor risco de doenças cardíacas, câncer e morte precoce. Além do exercício em si, caminhar ao ar livre traz benefícios extras, como o contato com a natureza, que está ligado à redução do estresse, melhora do humor e fortalecimento do sistema imunológico.

 

Práticas para reduzir o estresse

Atividades voltadas ao controle do estresse, como meditação e exercícios de respiração, faziam parte da rotina de 36% dos centenários. Segundo Weiss, o estresse crônico acelera o envelhecimento biológico, aumenta o cortisol, prejudica o sono e afeta a saúde cardiovascular. Técnicas simples de relaxamento ajudam a acalmar o organismo e a reduzir esses efeitos.

 

Jardinagem

Quase 29% dos participantes disseram cuidar de um jardim regularmente. A atividade reúne movimento físico, contato com a natureza, exposição ao sol, rotina e sensação de propósito, fatores associados a um envelhecimento mais saudável.

 

Exercícios cardiovasculares

Atividades aeróbicas como corrida, natação e ciclismo faziam parte da rotina de 28% dos centenários. Esses exercícios melhoram a circulação sanguínea, aumentam a capacidade respiratória e ajudam a manter a resistência física ao longo dos anos.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2342394/estudo-aponta-seis-habitos-comuns-entre-pessoas-que-chegam-aos-100-anos - © Shutterstock

quinta-feira, 19 de junho de 2025

Hábitos comuns que podem encurtar sua vida, segundo especialistas


De rolar o feed nas redes a evitar o convívio social, veja atitudes do dia a dia que afetam a saúde e o envelhecimento, segundo a Harvard Medical School

 

Viver mais e melhor é o desejo de muitas pessoas, mas alcançar uma vida longa e saudável depende de mais do que apenas boa genética. De acordo com especialistas da Harvard Medical School, incluindo a professora assistente de psiquiatria Ashwini Nadkarni, pequenos hábitos diários — muitas vezes considerados inofensivos — podem, silenciosamente, comprometer a longevidade.

 

Confira alguns comportamentos comuns que podem estar prejudicando sua saúde a longo prazo:

 

1. Usar redes sociais para melhorar o humor

Deslizar sem parar o feed pode parecer uma distração inocente, mas tem efeitos psicológicos importantes. "O uso excessivo de redes sociais pode prejudicar o humor, aumentar os níveis de estresse e diminuir a satisfação geral com a vida", explica Nadkarni.

 

2. Preocupar-se o tempo todo

A preocupação crônica é mais do que uma questão emocional. Ela está ligada a dores de cabeça frequentes, insônia e distúrbios gastrointestinais, como a síndrome do intestino irritável.

 

3. Isolamento social

Evitar encontros ou cancelar compromissos sociais pode contribuir para a solidão — uma condição que tem impactos negativos sobre a saúde mental e emocional, além de estar associada a um maior risco de doenças cardiovasculares e morte precoce.

 

4. Ignorar o uso do fio dental

Pular esse passo da higiene bucal pode custar caro. Doença gengival não afeta apenas a boca: ela está associada a problemas cardíacos, descontrole glicêmico e até infecções respiratórias como a pneumonia, devido à entrada de bactérias na corrente sanguínea.

 

5. Respirar pela boca

A respiração oral impede que o ar passe pelo nariz, onde ele é filtrado, umidificado e enriquecido com óxido nítrico — substância que ajuda a reduzir inflamações e melhora o fluxo sanguíneo.

 

6. Alimentar pensamentos negativos

Ficar preso em um ciclo de autocrítica e pessimismo impacta diretamente o humor e pode reforçar padrões de pensamento nocivos que interferem na forma como uma pessoa se sente e age.

 

Pequenas mudanças de comportamento podem representar grandes ganhos em saúde e bem-estar. Reduzir a preocupação excessiva, manter uma vida social ativa, cuidar da saúde bucal e adotar uma atitude mais positiva diante da vida são atitudes que, segundo especialistas, podem contribuir significativamente para viver mais e com melhor qualidade.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2292433/habitos-comuns-que-podem-encurtar-sua-vida-segundo-especialistas - © Shutterstock