quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Cientistas definiram 5 sinais que indicam que uma pessoa irá viver até os 100 anos

Um estudo americano, o New England Centenarian Study, vem acompanhando pessoas que vivem durante muitos anos desde 1995. O objetivo é tentar descobrir por que algumas vivem por tanto tempo. Por isso, a pesquisa é chamada de Estudo Centenário.

As conclusões do estudo

Para chegar aos 100 anos, viva:

1) Sem estresse

As pessoas que vivem até os 100 são melhor resolvidas com o estresse. Os pesquisadores descobriram que pessoas com mais de 100 parecem ser capazes de lidar com o estresse melhor que a maioria.

2) Em forma
A pesquisa concluiu que pessoas centenárias, normalmente, não são obesas. Homens e mulheres que chegam aos 100 anos ou mais são quase sempre magros.

3) Não fumante

Se você quer viver até os 100 anos, não é preciso ser expert no assunto para saber que não é aconselhado fumar. Pessoas com mais de 100 anos, raramente, fumavam durante sua vida ativa.

4) Intelectualmente ativa

Pessoas com mais de 100 anos costuma manter sua intelectualidade. Ao contrário do que se imagina, pessoas com mais de 100 anos, muitas vezes, não têm uma perda significativa de suas habilidades mentais. Por isso, não desista de estimular seu intelecto. Até 15% das pessoas da experiência não tiveram grandes mudanças em suas habilidades de pensamento à medida que envelheceram.

5) Fertilidade tardia

Mulheres com mais de 100 anos foram capazes de ter filhos mais tarde na vida. As mulheres que têm filhos com idade superior aos 40 anos são quatro vezes mais propensas a viver até os 100 anos.
Os pesquisadores acreditam que a capacidade de ter filhos mais tarde na vida podem mostrar que alguém está a envelhecer mais lentamente.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Como eliminar a gordura subcutânea

Os novos segredos da alimentação saudável

Para reduzir a quantidade de gordura subcutânea, é preciso aumentar o tempo de exercício e fazê-lo em uma intensidade moderada. Até aí nenhuma novidade. Ao ingerir carboidratos, o corpo usa mais glicogênio e a oxidação do tecido adiposo fica limitada. Por isso, se você for malhar logo depois de consumir uma porção de carboidratos, a queima da gordura será comprometida.

Se você tomar carboidratos de rápida absorção durante o exercício, terá glicogênio suficiente para superar 2,5 horas de treino. Assim, o rendimento aeróbio aumenta durante o exercício contínuo, mas a gordura subcutânea continuará a não ser queimada.

Se a sua dieta é rica em ácidos graxos, você economizará carboidratos, mas se ela tiver uma alta percentagem de gordura, o seu fígado trabalhará dobrado e sofrerá. Sabendo que o consumo de carboidratos antes da malhação inibe a queima de gordura e que a ingestão de ácidos graxos economiza carboidratos e usa as gorduras que consumiu, a opção para melhorar a queima de tecido adiposo é malhar em jejum, depois que acordou. Mas, atenção: se exercite, no máximo 45 min a uma intensidade moderada (50-60% da FC máx).


Fonte: http://www.sportlife.com.br/fitness/como-eliminar-a-gordura subcutanea/?utm=maislidas - Por Vanessa de Sá - Foto: Shutterstock Images

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Qual é o melhor óleo de cozinha para a dieta?

Pode soar estranho, mas todos precisamos de um pouco de gordura para manter o organismo funcionando corretamente. A escolha do óleo de cozinha, portanto, pode fazer toda a diferença entre adquirir e comprometer a saúde.

Por conterem valores muito próximos de calorias e depender bastante do modo como é consumido, é preciso levar em conta os valores nutricionais e benefícios de cada óleo na hora de preparar seus pratos. Confira as principais diferenças entre eles e saiba qual combina mais com sua dieta:

Óleo de canola: é considerado um dos óleos mais saudáveis por conter grande quantidade de ômega 3, gordura boa por proteger o coração, ser anti-inflamatória e ajudar no controle dos níveis de colesterol, triglicerídeos e pressão arterial. É ainda a opção com o menor teor de gordura saturada.

Óleo de girassol: além do ômega 3, ele é rico em vitaminas A, D, E e do complexo B, zinco e magnésio, além de ácidos graxos insaturados. É boa opção para quem precisa reduzir os níveis de colesterol, pressão arterial e prevenir doenças do coração.

Óleo de milho: boa fonte de ômega 3 e ômega 6, ajuda a reduzir o colesterol e prevenir alterações metabólicas. Porém, é considerado o mais calórico entre os demais.

Óleo de soja: rico em ômega 3, ômega 6 e vitamina E, ele também é mais calórico, mas bom na atuação como antioxidante natural e como combatente dos altos níveis de colesterol no organismo.

Óleo de coco: bastante popular atualmente no cardápio de quem faz dieta, apesar de ter origem vegetal, é composto por gordura saturada. Ainda não existem estudos suficientes que comprovam sua eficácia na perda de peso.

Óleo de linhaça: outra excelente fonte de ômega-3, ele previne doenças inflamatórias e cardíacas e ainda é rico em minerais poderosos como magnésio e potássio, essenciais para o bom funcionamento do organismo.

Azeite de oliva: bastante comum nos preparos de pratos, é considerada a melhor opção para o consumo frio. Isso porque, quando aquecido, ele perde suas propriedades antioxidantes. O alimento ajuda na diminuição do colesterol, protege contra o câncer e problemas no coração. Boa fonte de ômega 9, vitaminas A, D, E K, retarda o processo de envelhecimento celular, acelera o metabolismo, facilita a digestão e ainda melhora a absorção de cálcio e minerais dos alimentos.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

5 alimentos que você nunca mais deveria comer (e por que)

Para manter uma alimentação saudável que traga benefícios para o organismo e que não comprometa a dieta, não basta apenas incluir ingredientes ricos em determinados minerais e vitaminas, você precisa ainda cortar do cardápio alguns tipos de comida que parecem inocentes, mas acabam detonando sua saúde. Conheça alimentos que você nunca mais deveria comer e entenda o porquê:

Refrigerantes: além do sódio e açucares, a bebida ainda contém benzoato de sódio, um conservante que causa danos ao DNA mitocondrial, provoca hiperatividade em crianças e, em combinação com Vitamina C, produz o benzeno, um elemento cancerígeno.

Carne enlatada: o produto industrializado tem em sua composição os conservantes BHA e BHT, considerado cancerígeno para os seres humanos.

Comida congelada: além dos conservantes, esse tipo de alimento ainda possui em sua composição glutamato monossódico, substância que realça sabores que provoca inflamação do fígado e afeta a região de saciedade no cérebro.

Salsicha: o embutido, além de conservantes e corantes, também é rico em nitratos e nitritos que, em estudos realizados em ratos de laboratório, têm sido associados ao câncer de pâncreas.

Cereais industrializados: aparentemente inofensivos, eles podem conter xarope de milho, um tipo de açúcar refinado e processado que tem sido associado ao aparecimento de diabetes.


domingo, 3 de janeiro de 2016

6 alimentos para apostar e chegar com tudo no verão

Sol, calor e praia são quase sinônimos de verão. A estação mais quente do ano pede menos roupa e, por isso, a preocupação com a boa forma aumenta. Para chegar nos dias de calor com tudo em cima, a dica é apostar em alimentos que melhorem o funcionamento do intestino, deixem o inchaço bem longe e favoreçam o bronzeamento da pele.

Alimentação para o verão

Mamão
A fruta é fonte de fibras, contribuindo para o bom funcionamento do intestino, e também de vitamina A.

Cenoura
É fonte de vitamina A, um poderoso antioxidante, e ajuda a manter o bronzeado por mais tempo.

Abacaxi
É fonte de fibras e ajuda no combate à prisão de ventre (além de ser uma delícia).

Chá de hibisco
Tem propriedades diuréticas, contribuindo para deixar o inchaço bem longe.

Aveia
A aveia é um cereal integral e fonte de fibras que contribuem para o bom funcionamento do intestino.

Feijão
Rico em ferro e fibras, ele fica ainda mais nutritivo quando combinado com o arroz (integral, de preferência).

Para manter o bronzeado por mais tempo, vale inserir na alimentação a abóbora, que é rica em carotenoides. Confira uma receita saborosa para preparar nessa estação.

Doce de abóbora e cenoura

Ingredientes
1 xícara (chá) de abóbora picada (150 g)
meia cenoura pequena ralada
4 colheres (sopa) de açúcar demerara
2 cravos-da-índia
1 canela em pau
1 colher (chá) de raspas de gengibre
1 xícara (chá) de Nesfit & Frutas

Modo de preparo
Em uma panela, coloque a abóbora, a cenoura, o açúcar demerara, os cravos, a canela, o gengibre e meia xícara (chá) de água. Tampe a panela e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até que a abóbora esteja bem cozida (cerca de 20 minutos). Retire do fogo, despreze os cravos e a canela e amasse com um garfo grosseiramente. Distribua o NESFIT e sirva.
- Se desejar, sirva acompanhado de Iogurte MOLICO TotalCalcio Natural

Rendimento: 4 porções