quarta-feira, 13 de junho de 2018

As doenças de pele que mais aparecem no inverno


Saiba quais são e como evitar que elas incomodem nos meses frios do ano

A queda no termômetro é bem-vinda para os fãs de chocolate quente, sopas, roupas mais pesadas… Mas não dá para ignorar que o inverno pode trazer alguns problemas para a pele, que fica bem mais sensível nessa época do ano. “A umidade relativa do ar cai, o que favorece o ressecamento. E certos comportamentos, como tomar banho quente e prolongado, pioram a situação”, explica Alessandra Romiti, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

A hidratação é responsabilidade de uma camada de gordura que reveste a pele. “E o ressecamento danifica essa barreira protetora, abrindo caminho para infecções, inflamações e infecções”, explica Alessandra. Veja, a seguir, quais são as doenças que mais se aproveitam dessa fragilidade e como preveni-las.

Dermatite seborreica
A popular caspa. Ela atinge especialmente a cabeça, mas pode chegar também a outras regiões peludas, como axilas, peitoral e costas. Aqui, a questão não é o ressecamento, mas o oposto dele. É que, para compensar a secura e a temperatura quente do chuveiro, as glândulas sebáceas da pele produzem mais oleosidade.
“E isso é sentido onde temos mais fios, pois é ali que tais glândulas estão presentes em maior quantidade”, ensina Caio Lamunier, dermatologista da SBD e do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Para piorar, um fungo oportunista se alimenta desse sebo e se multiplica, agravando a inflamação local e provocando coceira – além das famosas cascas brancas.
Para evitar, o ideal é lavar e secar o cabelo constantemente em temperatura morna. Se for o caso, com xampus especiais. Fuja das toucas, gorros e bonés, que favorecem a oleosidade.

Dermatite atópica
A mais clássica do inverno, capaz de atingir até 10% das crianças, especialmente as que têm outras alergias, como rinite, bronquite e sinusite. Mas pode também pipocar em adultos. Seus sintomas são pele avermelhada, coceira, prurido e descamação. Eles são mais notados nas regiões das dobras, como atrás do joelho.
“Ela é a que mais piora com o ressecamento e o banho quente e prolongado, pois a perda da barreira protetora deixa a pele suscetível a agentes irritantes, como aditivos químicos”, aponta Alessandra. Em pessoas que já são sensíveis, essas agressões podem facilitar as crises de dermatite. Então, o segredo é hidratar muito a pele, às vezes com produtos específicos.
“Se o hidratante comum causar ardência, é sinal de que algo está errado”, nota Alessandra. Ela recomenda fugir de produtos muito coloridos ou cheirosos demais – sinais de que podem conter aditivos químicos em excesso. Dependendo da extensão do quadro, é preciso passar antialérgicos e até tomar remédio.

Psoríase
O mal é a falta de sol, que alivia as crises de quem sofre com a doença crônica. Por isso, o jeito é procurar manter a exposição ao astro-rei sempre que possível – fora dos horários de risco para o câncer de pele, claro – e buscar outros tipos de tratamento. “Às vezes, é preciso recorrer a comprimidos, remédios e loções”, explica Caio.
Mas, como a falta de hidratação piora a coceira – um dos incômodos associados à psoríase além de suas placas avermelhadas – o ideal é seguir as orientações gerais e manter a pele bem nutrida.

Ictiose vulgar
Mais rara, ela é uma manifestação extrema da pele seca. A derme fica mais grossa, descamativa e craquelada – o aspecto pode até lembrar escama de peixe. “Ela acomete especialmente pessoas de mais idade, pois com o tempo perdemos parte da camada protetora da pele”, destaca Alessandra.
Logo, idosos devem investir em cuidados especiais. “O ideal é passar o hidratante logo depois do banho e, se a pele estiver muito ressecada, até mais de uma vez ao dia”, indica Caio. Já a ducha diária precisa ser rápida (no máximo, deve durar sete minutos) e morna – com temperatura de até 37ºC, o equivalente à temperatura corporal.

Esses hábitos, aliás, valem para todos, assim como a delicadeza na hora de passar sabonete no corpo — buchas e esfoliantes nessa época não são indicados. Na dúvida, ou se algumas dessas chateações der as caras, procure o dermatologista, que recomendará os melhores produtos para o seu tipo de pele.

Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/as-doencas-de-pele-que-mais-aparecem-no-inverno/ - Por Chloé Pinheiro - Foto: Manuel Nogueira/SAÚDE é Vital

terça-feira, 12 de junho de 2018

Festa de Santo Antônio, Padroeiro de Itabaiana

DIA FESTIVO

13/06 – QUARTA-FEIRA:

          05h – Alvorada Festiva

          06h – Santa Missa: Pe. Peixoto

          10h – Missa solene presidida pelo Arcebispo Dom João José Costa
 
          15h – Missa presidida por Dom José Palmeira Lessa

          16h – PROCISSÃO: ROTEIRO Largo Dr. José Joaquim da Fonseca / Rua Tobias Barreto / Rua Boanerges Pinheiro / Avenida Engenheiro Carlos Reis / Avenida Manoel Francisco Teles / Rua Monsenhor Eraldo Barbosa / Avenida Dr. Luiz Magalhães / Avenida Ivo de Carvalho / Praça Fausto Cardoso – Igreja Matriz

          Agradecimentos: Pe. Marcos Rogério

          Patrocinador: Prefeitura Municipal  

Por Professor José Costa, membro da Equipe de Divulgação do Evento – Com informações da Paróquia Santo Antônio e Almas

6 alimentos saudáveis que também são afrodisíacos


Aposte nessas opções inusitadas para dar mais sabor aos pratos e esquentar a relação no Dia dos Namorados

1 Azeite de oliva
Regue a salada com esse protagonista da Dieta Mediterrânea. Além de ajudar no controle do colesterol e na prevenção de doenças cardiovasculares, o consumo desse óleo coloca o sangue para correr. Aí, com a circulação sanguínea a todo o vapor, o corpo se energiza e você se sente mais excitada.

2. Chocolate
O doce tem mil e um benefícios. Entre eles, a produção de hormônios que proporcionam uma sensação de prazer e bem-estar, o que acaba apimentando a relação. “Também melhora a circulação sanguínea e estimula o funcionamento dos músculos”, conta Natalia Alcalá, nutricionista da Estima Nutrição, em São Paulo. Perfeito para quem pretende passar a noite se exercitando sob os lençóis, né?

3. Mexilhões
Esse tipo de molusco – que pode ser encontrado em qualquer peixaria – fornece vitaminas do complexo B, magnésio e ferro ao corpo, nutrientes essenciais no combate à fadiga. Isso sem contar suas propriedades afrodisíacas. “Ele contém certos aminoácidos que aumentam a produção de hormônios sexuais tanto em mulheres quanto em homens”, diz a nutricionista. Mas prefira consumi-lo cru.

4. Amêndoa
Ela é fonte de vitaminas e minerais que afiam a memória e previnem doenças cardiovasculares. Outro trunfo da oleaginosa são suas gorduras boas, que estimulam a circulação sanguínea, especialmente na região íntima. Então, na hora de preparar um jantar romântico – ou escolher seu prato no restaurante –, dê preferência para preparos com amêndoas (se for uma torta de chocolate com lascas da oleaginosa, melhor ainda).

5. Tofu
Seu consumo combate doenças crônicas e alivia os sintomas da TPM. Por ser feito à base de soja, esbanja proteínas, o que garante energia extra para a noite toda. “O tofu também estimula a produção de dopamina, um neurotransmissor relacionado ao prazer”, conta Natalia.

6. Pimenta
Adicionar o ingrediente aos pratos previne vários tipos de câncer, problemas do coração e diabetes. Ele também acelera o metabolismo e enche o corpo de adrenalina, hormônio que pode ser bem empregado em qualquer atividade física, inclusive na que acontece na cama. “Além disso, a pimenta ainda intensifica a produção de hormônios sexuais”, diz Natalia. Ui!

Fonte: https://boaforma.abril.com.br/nutricao/6-alimentos-saudaveis-que-tambem-sao-afrodisiacos/ - Por Caroline Randmer (colaboradora) - pondshutter/Thinkstock/Getty Images

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Descoberta conexão entre álcool, genética e falha cardíaca


Cardiomiopatia

Cientistas acreditam ter descoberto uma nova ligação entre a ingestão de álcool, a saúde do coração e os nossos genes.

Eles estavam investigando versões variantes de um gene chamado titina, mutações estas encontradas em uma em cada 100 pessoas - ou seja, mais de 2 milhões de brasileiros devem ter essa variação genética.

A titina é crucial para manter a elasticidade do músculo cardíaco, e versões variantes estão associadas a um tipo de insuficiência cardíaca chamado cardiomiopatia dilatada, ou congestiva, na qual os ventrículos aumentam de tamanho e perdem a capacidade de bombear sangue em quantidade suficiente para as necessidades do corpo.

Gene, coração e álcool

O que a equipe descobriu é que o gene variante pode interagir com o álcool para acelerar a insuficiência cardíaca, mesmo que essas pessoas tenham bebido apenas quantidades moderadas de álcool.

Em uma pequena amostra de 141 pacientes com um tipo de insuficiência cardíaca chamada cardiomiopatia alcoólica, o gene da titina defeituoso foi encontrado em 13,5% - muito maior do que a proporção de pessoas que o carrega na população em geral (1%).

Estes resultados sugerem que esta condição não é simplesmente o resultado de envenenamento por álcool, mas pode ser reforçada por uma predisposição genética. Se isto for confirmado por estudos de maior porte, isto pode indicar uma propensão à cardiomiopatia, o que permitirá que outros membros da família possam se cuidar para evitar o mesmo problema.

Cuidados com o exame genético

"Nossa pesquisa sugere fortemente que o álcool e a genética estão interagindo - e a predisposição genética e o consumo de álcool podem agir juntos para levar à insuficiência cardíaca. No momento, essa condição é considerada como devida simplesmente ao excesso de álcool.

"Mas esta pesquisa sugere que esses pacientes também sejam verificados para uma causa genética - perguntando sobre uma história familiar e considerando o teste de um gene titina 'defeituoso', bem como outros genes ligados à insuficiência cardíaca," defendeu o Dr. James Ware, do Imperial College de Londres, coordenador do estudo, que foi publicado no Journal of the American College of Cardiology.

Contudo, recentemente pesquisadores australianos lançaram uma recomendação contrária, mostrando que exames genéticos para condições cardíacas têm forte impacto psicológico e não necessariamente trazem qualquer ganho para o paciente.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=conexao-entre-alcool-genetica-falha-cardiaca&id=12821&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: NIHR/NHS Foundation Trust

domingo, 10 de junho de 2018

Carros ao sol atingem temperaturas mortais em uma hora


Temperaturas no interior de um carro exposto ao sol e deixado à sombra.

Esquecimento fatal

O painel de um carro estacionado ao sol em um dia quente de verão pode chegar a 70° C em cerca de uma hora.

Uma hora é também o tempo que leva para uma criança pequena sofrer lesões por calor ou mesmo morrer por hipertermia - quando o corpo aquece acima de 40° C e não consegue mais se resfriar.

"Nosso estudo não apenas quantifica as diferenças de temperatura dentro dos veículos estacionados na sombra e no sol, mas também deixa claro que até mesmo estacionar um veículo na sombra pode ser letal para uma criança pequena," disse Nancy Selover, da Universidade do Estado do Arizona (EUA).

Temperatura dos carros no sol e na sombra

Os pesquisadores usaram seis veículos para seu experimento: dois carros pequenos, dois médios e dois grandes, idênticos dois a dois e todos na cor prata.

Durante três dias quentes de verão, com temperaturas acima de 35° C na cidade de Tempe (Arizona), os pesquisadores moveram os carros da exposição total ao sol para a sombra por diferentes períodos durante o dia e mediram a temperatura do ar interior e as temperaturas das superfícies internas em diferentes partes do dia.

Cada carro era deixado em cada situação durante um período equivalente a uma permanência média de uma pessoa fazendo compras em um supermercado - cerca de uma hora.

Os veículos estacionados ao sol atingiram uma temperatura interna de 46° C em uma hora. O painel chegou em média a 69° C, o volante a 53° C e os assentos a 51° C.

Os veículos estacionados à sombra atingiram uma temperatura interna média de 38° C após o período de compras. Os painéis chegaram a 48° C, os volantes a 42° C e os bancos a 41° C.

Os diferentes tipos de veículos esquentaram a taxas diferentes, com o carro menor esquentando mais depressa do que os outros.

"Todos já voltamos para nossos carros em dias quentes e mal conseguimos tocar no volante," disse Selover. "Mas, imagine o que seria para uma criança presa em um assento no carro. E, uma vez que você introduz uma pessoa nesses carros quentes, eles estão exalando umidade no ar. Quando há mais umidade no ar, uma pessoa não consegue se refrescar suando porque o suor não evapora tão rapidamente."

Crianças esquecidas no carro

A idade, peso, problemas de saúde, e outros fatores como as roupas, afetarão como e quando o calor se torna mortal. Os pesquisadores dizem não ser possível prever exatamente quando uma criança sofrerá uma insolação, mas a maioria dos casos envolve a temperatura corporal do bebê subindo acima de 40° C por um período prolongado.

"Esperamos que esses resultados possam ser aproveitados para a conscientização e prevenção da insolação pediátrica e a criação e adoção de tecnologias nos veículos para alertar os pais de crianças esquecidas," disse a pesquisadora Jennifer Vanos.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=carros-sol-atingem-temperaturas-mortais-hora&id=12829&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: Jennifer K. Vanos et al.