quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Vacinados contra covid-19 devem manter cuidados e podem contaminar outros, diz OMS


"Não sabemos o quanto as vacinas protegem da infecção contra a covid-19", apontou a representante da OMS

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou nesta quarta-feira que, no atual contexto de grande circulação da covid-19 em muitos países, mesmo os vacinados contra o vírus devem manter os cuidados recomendados, como uso de máscaras e distanciamento social. Diretora do Departamento de Imunização, Vacinas e Biológicos da OMS, Kate O'Brien, lembrou que nenhuma das vacinas disponíveis é 100% eficaz.

 

Além disso, ela comentou durante entrevista coletiva virtual que os vacinados podem desenvolver apenas casos leves da doença, mas ainda assim contaminar outras pessoas. "Não sabemos o quanto as vacinas protegem da infecção contra a covid-19", apontou.

 

O'Brien advertiu que, quanto mais o vírus circular, maior o risco de surgirem cepas resistentes a alguma vacina. Já a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan recomendou que os profissionais de saúde sejam vacinados "na primeira oportunidade", sem ficar esperando opções mais eficazes adiante.

 

A cientista-chefe também destacou que, embora muitos países já tenham começado a vacinar pelo mundo, há um desequilíbrio importante entre nações nesse quesito, a depender de sua riqueza. O'Brien comentou em outro momento que, até agora, a grande maioria das vacinas seguia para apenas dez países, não citados por ela.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/ultima-hora/1776254/vacinados-contra-covid-devem-manter-cuidados-e-podem-contaminar-outros-diz-oms?utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer - © Getty Images

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Condicionamento físico: o que significa e como melhorar


Por que é importante manter o condicionamento em dia e quais são as formas de aprimorá-lo

 

O que significa ter condicionamento físico?

Condicionamento físico, por definição, significa simplesmente o estado de saúde física de uma pessoa e a capacidade de realizar atividades diárias e esportes. Trata-se de um estado do corpo em que a pessoa alcança melhorias do funcionamento músculo-esquelético e metabólico por meio do aprimoramento na força muscular, potência, resistência cardiovascular, resistência muscular e flexibilidade.

 

Como melhorar o condicionamento físico?

A melhor estratégia para melhorar o condicionamento físico é a combinação de treinamento cardiovascular e de força, segundo Vanessa Gebhardt, treinadora pessoal certificada, coach de mentalidade e competidora de corrida de obstáculos de elite.

 

De acordo com a também treinadora Fernanda Andrade, as seguintes estratégias podem ajudar quem deseja melhorar o condicionamento físico:

Atividade de fortalecimento muscular em dois ou mais dias na semana que trabalhem todos os grupos musculares principais

150 minutos semanais de exercícios físicos aeróbicos de intensidade moderada, como caminhada rápida (para pessoas com menos condicionamento físico) ou trote leve (para pessoas com mais condicionamento físico)

75 minutos semanais de exercícios físicos de intensidade vigorosa, mistura equivalente de exercícios físicos moderados ou vigorosos (aeróbios e musculares, exemplo: circuitos de exercícios, Kettlebell, treino funcional)

150 minutos semanais de exercícios físicos de intensidade vigorosa, como corrida, para pessoas mais avançadas.

Entre os exercícios aeróbicos que podem ajudar a melhorar o condicionamento físico, destacam-se:

caminhadas

trotes

 

treinos de mudanças de velocidades entre trotes e caminhada (HIT)

ciclismo

natação

corrida

patinação

 

Entre os exercícios de força que ajudam a melhorar o condicionamento físico, destacam-se:

musculação

exercícios funcionais

ginástica localizada

 

Existem, ainda, treinos que trabalham tanto a parte aeróbica quanto a força muscular:

Kettlebell

treinos de Crossfit

treinamento funcional

"Seja qual for o método que a pessoa decidir tentar, é importante lembrar que todo movimento é um bom movimento e ter consistência é a chave para se tornar uma versão mais adaptada e mais forte de si", aconselha Vanessa Gebhardt.

 

Quanto tempo leva para ter um bom condicionamento físico?

Depende do estado inicial. Há pessoas que adquirem um bom condicionamento físico em até 12 semanas. Outras podem levar mais tempo. A frequência dos dias de treinamento, a qualidade da dieta e os níveis de motivação têm um impacto significativo no progresso.

 

Qual é a importância do condicionamento físico?

Manter o condicionamento físico em dia é importante para melhorar a memória e a função cerebral, controlar o peso e o colesterol alto, reduzir o risco de ataque cardíaco e de câncer, construir músculos e força e diminuir o risco de lesões.

 

"Estar em sua melhor forma física tem um impacto não apenas em como a pessoa se sente, mas também em seu nível de felicidade e entusiasmo pela vida em geral. O pico de endorfina depois do treino mostra que o ditado 'você se sente melhor quando termina o treino' é verdade. Ter um dia ruim às vezes não está sob nosso controle, mas mover-se e sentir-se melhor depois está", diz Vanessa Gebhardt.

 

Condicionamento físico: não ter é prejudicial ao corpo

Não ter um condicionamento físico por conta do sedentarismo pode acarretar em dificuldades para realizar tarefas diárias - até mesmo as atividades mais fáceis podem se tornar difíceis. Isso porque os músculos e a força diminuem e doenças graves podem se tornar uma realidade, além de problemas de saúde mental que tendem a aparecer como efeito colateral.

 

Respirar bem x condicionamento físico: diferenças

É importante diferenciar o conceito de respirar bem e ter um bom condicionamento físico.

 

A respiração pulmonar é o ato de inspirar oxigênio e expirar gás carbônico. Quando o oxigênio entra no corpo, ele é carregado pelo sangue para que as células, por meio de processos químicos, realizem a síntese de energia.

 

Por outro lado, ter um bom condicionamento físico é garantir ao corpo uma maior capacidade de bombear o sangue do coração para todos os órgãos e músculos. Portanto, a boa respiração pulmonar faz parte do condicionamento físico. É possível, porém, garantir um bom condicionamento e continuar respirando mal.

 

"Respirar é o que fornece ao corpo e à mente o oxigênio de que precisam para funcionar - especialmente durante os exercícios. Todos precisam de mais ou menos oxigênio durante as atividades, dependendo do seu nível de condicionamento físico e do tipo de exercício que estão fazendo. Se o corpo está condicionado e acostumado a subir escadas todos os dias, por exemplo, é provável que não respire pesado", diz Vanessa Gebhardt.

 

Por isso, é importante entender que, embora os dois processos sejam interligados, há treinos específicos para a respiração e para o condicionamento físico. No caso da respiração pulmonar, as técnicas consistem em treinos de inspiração e expiração que aprimoram o fluxo de entrada e saída de ar no corpo.

 

Como recuperar o condicionamento físico?

Se uma pessoa tinha um condicionamento físico bom anteriormente e o perdeu, é possível recuperá-lo depois? "Não existe uma resposta única para essa pergunta e a velocidade com que alguém pode voltar ao treinamento depende de muitos fatores", afirma Vanessa Gebhardt.

 

Porém, de um modo geral, o que faz diferença para a recuperação do condicionamento físico é saber quanto tempo se passou desde que a pessoa parou o treinamento e sua condição física atual (se perdeu ou ganhou peso, teve uma lesão etc). "Se a pessoa estava em uma forma relativamente boa e só parou de treinar por alguns meses, sua memória muscular vai retornar e ela será capaz de se recuperar rapidamente", afirma a treinadora.

 

Teste de condicionamento físico

É possível saber como anda o seu condicionamento físico com exames específicos. Existem várias formas de mensurar o condicionamento, como em uma corrida de 1.000 metros, por exemplo, ou cronometrar quanto tempo leva para correr 200 metros ou fazer 10 burpees.

 

"Existem muitos testes de condicionamento diferentes por aí. Para quase todos os esportes baseados em resistência, existem testes de condicionamento físico. Isso ocorre porque é importante ter uma linha de base para ver como atletas estão em comparação a outros da equipe. Levar-se ao limite, ficar mais em forma e mais veloz nos testes é uma das melhores maneiras de verificar a si e manter a motivação", afirma Vanessa Gebhardt.

 

Referências

Vanessa Gebhardt, treinadora pessoal certificada, coach de mentalidade e competidora de corrida de obstáculos de elite

Fernanda Andrade, educadora física - CREF 51670/SP

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/fitness/tudo-sobre/37299-condicionamento-fisico - Escrito por Maria Beatriz Melero - Redação Minha Vida

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Pacientes com ômega-3 elevado têm menos risco de morrer por covid-19


Já se sabia que os ácidos graxos ômega-3 inibem a capacidade do zika de destruir neurônios e que alimentos ricos em ômega-3 melhoram a recuperação após um infarto.

 

Ômega-3 contra covid

 

Níveis mais elevados de ômega-3 no sangue de fato reduzem o risco de morte por infecção por covid-19.

 

Já foram publicados vários artigos na literatura médica levantando a hipótese de que os ácidos graxos ômega-3 devem ter efeitos benéficos em pacientes com infecção por covid-19, mas até agora, nenhum estudo havia colhido evidências diretas desse efeito.

 

O Dr. Arash Asher e seus colegas estudaram 100 pacientes internados com covid-19 dos quais foram armazenadas amostras de sangue quando de sua internação. Quatorze desses pacientes morreram.

 

Os 100 pacientes foram agrupados em quatro quartis (1 quartil = 1/4 da amostra) de acordo com seu O3I (Índice Ômega-3).

 

Houve uma morte no quartil superior (ou seja, 1 morte entre 25 pacientes com O3I > 5,7%), contra 13 mortes nos pacientes restantes (ou seja, 13 mortes entre 75 pacientes com O3I < 5,7%).

 

Em análises de regressão ajustadas para idade e sexo, aqueles no quartil mais alto (O3I > 5,7%) apresentaram 75% menos probabilidade de morrer em comparação com aqueles nos três quartis inferiores.

 

Dito de outra forma, o risco relativo de morte foi cerca de quatro vezes maior naqueles com um IO3 mais baixo (< 5,7%).

 

"Embora não atenda aos limites de significância estatística padrão, este estudo-piloto - juntamente com várias linhas de evidência sobre os efeitos anti-inflamatórios dos EPA e DHA - sugere fortemente que esses ácidos graxos marinhos disponíveis nutricionalmente podem ajudar a reduzir o risco de resultados adversos em pacientes com covid-19. Estudos maiores são claramente necessários para confirmar essas descobertas preliminares," disse Asher.

 

Quanto às siglas, o pesquisador se refere a dois dos três tipos conhecidos de ácidos graxos ômega 3, a saber, ácido alfa-linolênico, ou alfa-linolênico (ALA), ácido docosahexaenóico (DHA) e ácido eicosapentaenóico (EPA).

 

Todos estão presentes em peixes e outros alimentos e são essenciais para a fisiologia humana.

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Blood omega-3 fatty acids and death from COVID-19: A Pilot Study

Autores: Arash Asher, Nathan L. Tintle, Michael Myers, Laura Lockshon, Heribert Bacareza, William S. Harris

Publicação: Prostaglandins, Leukotrienes and Essential Fatty Acids

DOI: 10.1016/j.plefa.2021.102250

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=pacientes-omega-3-elevado-tem-menos-risco-morrer-covid-19&id=14549&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde- Imagem: Cattalin/Pixabay

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Histórico de atleta não ajuda em casos graves de COVID-19


Estudo médico indica que atividade frequente pode não prevenir casos graves provocados pelo novo coronavírus

 

Algumas análises já indicaram que pessoas que praticam atividades físicas com regularidade podem ter maior resistência a quadros leves do Coronavírus. Um estudo recente publicado na plataforma MedRxiv, entretanto, sugere que o mesmo não vale para quadros graves da condição provocada pela COVID-19.

 

A pesquisa indica que pacientes de grupos ativos fisicamente não mostraram diferenças no tempo de internação, na necessidade de ventilação mecânica ou de tratamento intensivo. A avaliação foi realizada com 209 pacientes em caso grave da doença internados no Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e no Hospital de Campanha do Ibirapuera.

 

O questionário foi dividido em três sessões: trabalho, atividade física e tempo de lazer. Para cada pergunta, poderia ser dada uma resposta numa escala de 0 a 5. Os resultados finais mostraram que problemas de saúde prévios, como diabetes, hipertensão arterial, neoplasia e obesidade foram muito mais determinantes para esses casos do que atividade física regular.

 

Exercícios físicos e imunidade

Apesar de não combater casos graves de COVID-19, os exercícios físicos não devem ser dispensados como cuidados importantes durante a pandemia, visto que o impacto da inatividade na manutenção da imunidade já é algo bem estabelecido para a comunidade médica. Baixa respostas a vacinas e maiores riscos a infecções, assim como o risco de obesidade, podem surgir por conta da falta de uma rotina de exercícios.

 

O que o estudo mostra, portanto, é que, apesar de as atividades físicas serem uma frente importante na manutenção da saúde em larga escala, ela sozinha não é suficiente para evitar os piores casos de COVID-19.

 

Desse modo, os cuidados e medidas preventivas em combate ao coronavírus ainda são de extrema importância para frear a propagação da doença e proteger os grupos de risco. Isso inclui o uso de máscara, higiene frequente das mãos e o evitar aglomerações.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/noticias/37296-historico-de-atleta-nao-ajuda-em-casos-graves-de-covid-19 - Escrito por Redação Minha Vida

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Máscara ajuda na prevenção da COVID-19: quais cuidados ter?


Entenda como o uso de máscaras é eficiente no combate ao novo coronavírus e qual é o jeito certo de usá-las

 

Por conta da evolução da pandemia do novo coronavírus, a determinação do uso obrigatório de máscara em ambientes públicos, estabelecimentos em geral e meios de transporte trouxe uma nova perspectiva para o que antes poderia ser visto como exagero por parte de alguns indivíduos.

 

A recomendação dos órgãos públicos de saúde passou a ser uma medida fundamental no combate à COVID-19, mobilizando toda a população a adotar o acessório como meio de proteção contra o vírus. Como incentivo, campanhas de níveis nacionais foram lançadas, a exemplo da "Todos Pela Saúde", promovendo hashtags como #usarmascarasalva.

 

Na verdade, as máscaras são indicadas apenas para certos grupos de pessoas e não fazem parte da lista de métodos protetivos divulgada pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No lugar disso, as recomendações são:

 

Embora tenham se tornado itens essenciais neste período, as máscaras ainda são alvo de dúvidas sobre sua efetividade na prevenção ao coronavírus. Os modelos caseiros, utilizados e indicados para a grande parte da população, não fornecem a mesma proteção que as máscaras cirúrgicas. Porém, ainda podem reduzir consideravelmente o risco de contaminação, o que acontece por uma série de fatores. Entenda:

 

Uso de máscara contra coronavírus

O consenso é que as máscaras cirúrgicas são efetivas na prevenção de uma série de infecções respiratórias, como a COVID-19. No entanto, como explica a infectologista Raquel Muarrek, órgãos internacionais de saúde afirmam que o uso do equipamento é prioritário aos trabalhadores que sofrem alta exposição ao vírus, como médicos e outros profissionais da área.

 

Essa indicação se estende também aos pacientes que apresentam quadros sintomáticos que possam ser de COVID-19, com a presença de tosse e febre, por exemplo. Com o tempo, o avanço da pandemia passou a pedir por maiores medidas de prevenção, mas o medo da escassez de equipamentos de proteção individual (EPIs) para quem estava mais exposto também precisou ser ponderado.

 

Foi, então, dada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a recomendação emergencial do uso de máscaras caseiras de tecido. Apesar de não terem a mesma efetividade que os modelos industriais, essas versões conseguem reduzir o risco de contaminação se comparado à não utilização das mesmas, como mostrado em uma revisão sistemática das pesquisas médicas sobre o assunto.

 

Um segundo ponto é que, de acordo com um estudo publicado no Journal of General Medicine, ainda que parte do vírus atravesse o tecido, o uso de máscara pode reduzir o tamanho da carga viral que entra em contato com o organismo da pessoa. De acordo com a análise, isso pode ter efeito na gravidade da doença, fazendo com que ela se apresente de forma mais branda.

 

Além disso, ao usar máscaras, também há a diminuição da disseminação do coronavírus por aqueles indivíduos que não apresentam sintomas, os chamados assintomáticos. "A presença do vírus está em superfícies, como objetos, roupas e mãos", explica a infectologista Raquel Muarrek. Desse modo, ao utilizar o equipamento, a pessoa contaminada resguarda a saúde dos outros, bloqueando a transmissão ativa do patógeno.

 

Portanto, é importante seguir as instruções de higiene dadas pelo Ministério da Saúde, que ainda são melhor medida preventiva contra o novo coronavírus. Assim, todos estarão devidamente protegidos e pensando no benefício de quem mais precisa.

 

É importante que a utilização das máscaras deve ser sempre acompanhada dos demais cuidados de higiene e distanciamento social. Assim, todos estarão devidamente protegidos e cuidado também de quem está ao redor. As principais recomendações de prevenção à COVID-19 do Ministério da Saúde são:

 

Higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel

Evitar aglomerações

Manter os ambientes ventilados

Não compartilhar objetos de uso pessoal

 

Qual a forma certa de usar máscaras

Para que as máscaras não tenham o efeito oposto ao desejado e acabem aumentando riscos de contaminação, é preciso seguir algumas instruções para o uso correto do equipamento. O Hospital Albert Einstein, referência no atendimento aos pacientes com COVID-19 em São Paulo, compartilhou algumas dicas de uso:

 

Antes de colocar a máscara, higienize adequadamente as mãos

Coloque a máscara sobre o nariz e a boca, tomando cuidado para não deixar espaços entre a pele e a máscara

Mesmo com a máscara, cubra o rosto ao tossir ou espirrar

Mantenha as mãos higienizados e evite tocar na máscara

Troque a máscara quando ela estiver úmida

Nunca reutilize uma máscara descartável

Sempre remova a máscara pelas cordinhas e nunca toque na parte da frente

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/36075-mascara-ajuda-na-prevencao-da-covid-19-quais-cuidados-ter - Escrito por Clovis Filho