quarta-feira, 6 de maio de 2026

5 coisas que você não sabia, mas que afetam a sua saúde e longevidade


Alguns hábitos como sono ruim e sedentarismo são conhecidos por afetarem a saúde, mas existem ‘hábitos escondidos’ que também são nocivos, mas pouco falados, explica a endocrinologista, metabologista e especialista em Neurociências e Comportamento Dra. Jacy Maria Alves

 

Quando pensamos em saúde e longevidade, é comum associar o tema à alimentação equilibrada, prática de exercícios e sono de qualidade, mas existem muitos outros fatores silenciosos, muitas vezes ignorados, que podem comprometer o bom funcionamento do corpo e acelerar o envelhecimento biológico.

 

A Dra. Jacy Maria Alves, endocrinologista, metabologista e especialista em Neurociências e Comportamento, destaca que o equilíbrio hormonal e o funcionamento metabólico são diretamente influenciados por hábitos diários aparentemente inofensivos.

 

“Muitas pessoas cuidam da dieta e fazem exercícios, mas negligenciam outros comportamentos que geram inflamação silenciosa, desequilíbrios hormonais e até prejuízos cognitivos. São pequenos erros de rotina que, com o tempo, cobram um preço alto”, explica.

 

5 fatores pouco falados que afetam sua saúde e longevidade:

 

1. Comer rápido demais

Engolir a comida às pressas interfere na digestão e prejudica a liberação adequada de hormônios ligados à saciedade, como a leptina.

“O cérebro leva cerca de 20 minutos para perceber que o corpo está satisfeito. Quando comemos rápido, comemos mais do que o necessário, o que aumenta a resistência à insulina e a inflamação sistêmica”, conta a Dra. Jacy Alves.

 

2. Exposição excessiva à luz artificial à noite

A luz azul de telas e lâmpadas artificiais inibe a produção de melatonina, hormônio essencial para o sono e para a regeneração celular.

“A privação de sono afeta diretamente a longevidade. Dormir mal aumenta o cortisol, desequilibra o metabolismo e reduz a capacidade de reparo celular”, alerta.

 

3. Estresse crônico e emoções reprimidas

Viver sob tensão constante altera a produção de cortisol e adrenalina, o que impacta o sistema imunológico, o intestino e o cérebro.

 

4. Falta de exposição solar adequada

“Muitos pacientes que vivem em grandes cidades têm deficiência de vitamina D. Isso pode causar fadiga, desequilíbrios metabólicos e até interferir na saúde mental”, comenta a Dra. Jacy Alves.

 

5. Excesso de estímulos e multitarefas

O cérebro humano não foi feito para lidar com tantas distrações simultâneas. O excesso de notificações, telas e informações constantes sobrecarrega o sistema nervoso.

“A multitarefa reduz a eficiência cognitiva, aumenta a ansiedade e prejudica a memória de longo prazo. Com o tempo, esse padrão pode até interferir na saúde hormonal e no equilíbrio do organismo”, explica a Dra. Jacy Maria Alves.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/bem-estar/5-coisas-que-voce-nao-sabia-mas-que-afetam-a-sua-saude-e-longevidade

terça-feira, 5 de maio de 2026

Pressão alta em jovens cresce e tem relação com hábitos comuns; entenda


Estudo aponta aumento de casos entre adolescentes e jovens adultos e reforça impacto do estilo de vida na saúde cardiovascular

 

A hipertensão, conhecida popularmente como pressão alta, deixou de ser um problema restrito a adultos e idosos. Nos últimos 20 anos, o número de adolescentes e crianças com a condição quase dobrou em todo o mundo.

 

Os dados são de um estudo publicado na revista científica The Lancet Child & Adolescent Health, em novembro de 2025. A pesquisa estima que cerca de 114 milhões de jovens convivem atualmente com a doença.

 

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão atinge cerca de 30% da população.

 

Estilo de vida influencia diretamente

Embora fatores genéticos tenham importância, especialistas apontam que o estilo de vida tem grande impacto no desenvolvimento da doença.

 

De acordo com o cardiologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Gustavo Lenci, há uma combinação de fatores que vem preocupando a área da saúde.

 

Entre eles estão sedentarismo, obesidade, alimentação industrializada, estresse e até questões sociais.

 

"Além dos fatores clássicos, como sedentarismo e obesidade, devemos considerar desde a poluição e o estresse da vida moderna até a alimentação industrializada. A própria falta de segurança no local de moradia, por exemplo, é um fator que contribui para o aumento do estresse", explica o médico.

 

Jovens estão mais expostos a riscos cardiovasculares

Um estudo publicado em março de 2026 pelo Centro Universitário Assunção (UNIFAI), sobre determinantes socioambientais e hábitos de risco para hipertensão em jovens, reforça essa preocupação.

 

A pesquisa aponta que pessoas entre 15 e 29 anos estão apresentando maior antecipação dos riscos cardiovasculares.

 

O levantamento também destaca a importância do diagnóstico precoce.

 

Segundo o estudo, identificar a hipertensão ainda na juventude permite intervenções mais eficazes e ajuda a reduzir complicações futuras, além de incentivar hábitos mais saudáveis desde cedo.

 

Sintomas da hipertensão exigem atenção

A hipertensão é considerada uma doença silenciosa. Isso porque, na maioria dos casos, não apresenta sintomas claros no início.

 

Quando eles aparecem, podem incluir:

 

Dor de cabeça.

Tontura.

Zumbido no ouvido.

Visão embaçada.

Fraqueza.

Sangramento nasal.

Dor no peito.

Como os sinais podem surgir apenas em fases mais avançadas, o acompanhamento médico é essencial.

 

Quando procurar atendimento médico

Segundo o cardiologista Vinícius Oro Popp, do Hospital São Marcelino Champagnat, a persistência dos sintomas é um sinal de alerta.

 

"A combinação de sinais que não melhoram e se intensificam ao longo do tempo indica a necessidade de avaliação médica. Também há situações que exigem atendimento imediato, como dor de cabeça muito intensa, alterações visuais, confusão mental ou dor no peito. Mesmo sem sintomas, níveis de pressão muito elevados de forma persistente devem ser investigados precocemente", explica.

 

O especialista também reforça que pessoas com histórico familiar ou fatores de risco devem redobrar a atenção.

 

Mesmo sem sintomas, a medição regular da pressão é fundamental para o diagnóstico precoce.

 

Prevenção ainda é o melhor caminho

A boa notícia é que a hipertensão pode ser prevenida e controlada com mudanças no estilo de vida.

 

Entre as principais recomendações estão:

 

Reduzir o consumo de sal.

Evitar excesso de álcool.

Manter alimentação equilibrada, rica em frutas e fibras.

Praticar atividade física regularmente.

Controlar o peso corporal.

Evitar o tabagismo.

Em alguns casos, o tratamento também pode incluir o uso de medicamentos.

 

A aferição periódica da pressão arterial, inclusive em consultas de rotina, é uma das formas mais eficazes de identificar alterações precocemente e prevenir complicações.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pressao-alta-em-jovens-cresce-e-tem-relacao-com-habitos-comuns-entenda,a07e07272117d8daf001e608a6f64817g85qmaf1.html?utm_source=clipboard - Foto: Saúde em Dia

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Veja 5 mitos e verdades sobre a saúde dos olhos que você precisa conhecer


O doutor Alexandre Ventura explica os 5 mitos e verdades sobre a saúde dos olhos que todo mundo precisa conhecer.

 

Cuidar da saúde dos olhos ainda é cercado por dúvidas e crenças populares que atravessam gerações. De receitas caseiras a hábitos do dia a dia, nem tudo o que se ouve por aí é verdade. Para esclarecer o que realmente faz sentido, o oftalmologista Alexandre Ventura, do Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV), comenta cinco mitos e verdades sobre o tema.

 

1. Cenoura faz bem para a vista? — VERDADE (com ressalvas)

Rica em vitamina A, a cenoura é, sim, uma aliada da saúde ocular, mas não faz milagres.

"Ela contribui para o bom funcionamento da retina, especialmente em condições de baixa luminosidade. No entanto, não melhora a visão de quem já tem grau nem substitui tratamentos oftalmológicos", explica Alexandre Ventura.

 

2. Comer formiga faz bem para a vista? — MITO

A crença popular de que ingerir formigas pode beneficiar a visão não tem qualquer respaldo científico.

"Não existe evidência de que isso traga benefícios para os olhos. Pelo contrário, consumir insetos sem preparo adequado pode representar riscos à saúde", alerta o especialista.

 

3. Usar óculos 'vicia' ou piora a visão? — MITO

Muita gente acredita que, ao começar a usar óculos, a dependência aumenta e a visão piora.

"Os óculos não causam piora. Eles apenas corrigem um problema já existente. A sensação de dependência ocorre porque a pessoa passa a enxergar melhor e percebe mais a diferença quando está sem eles", comenta Ventura.

 

4. Ficar muito tempo em telas prejudica a visão? — VERDADE

O uso prolongado de celulares, computadores e tablets pode causar desconfortos visuais.

"O excesso de telas está associado à fadiga ocular, olhos secos e dores de cabeça. Além disso, reduzimos a frequência do piscar, o que piora a lubrificação dos olhos", explica o médico.

Ele recomenda pausas regulares e a chamada regra 20-20-20 (a cada 20 minutos, olhar para algo a 20 pés — cerca de 6 metros — por 20 segundos).

 

5. Ler no escuro faz mal para os olhos? — MITO (mas pode incomodar)

Apesar de não causar danos permanentes, a leitura em ambientes mal iluminados pode gerar desconforto.

"Não há evidência de que isso prejudique a saúde ocular a longo prazo. No entanto, pode provocar cansaço visual e dificultar a leitura, especialmente por longos períodos", pontua Alexandre Ventura.

No fim das contas, manter hábitos saudáveis, ter uma alimentação equilibrada e realizar consultas regulares com o oftalmologista são as melhores formas de preservar a visão.

"A prevenção ainda é o melhor caminho. Muitas doenças oculares são silenciosas e só podem ser detectadas em exames de rotina", conclui o especialista.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-5-mitos-e-verdades-sobre-a-saude-dos-olhos-que-voce-precisa-conhecer,5f0092ea211fad47d16feb669d0d5bea6w48rgjd.html?utm_source=clipboard - Por: Weverton Kaero - Foto: Sol Pulquerio / Portal de Prefeitura

domingo, 3 de maio de 2026

Quanto tempo vive um cachorro? Descubra de acordo com a raça


Saber quanto tempo vive um cachorro ajuda os tutores a cuidarem melhor da saúde dos seus melhores amigos

 

Muitos tutores se perguntam quanto tempo vive um cachorro ao planejar a chegada de um novo integrante na família. A expectativa de vida varia bastante entre os animais e depende de diversos fatores genéticos.

 

Geralmente, o tamanho do animal exerce um papel fundamental na longevidade do pet no dia a dia. Entender essas diferenças ajuda você a oferecer uma qualidade de vida muito melhor para o seu cão.

 

Relação entre porte e idade do cachorro

Uma regra comum no mundo canino é que cães menores tendem a viver mais do que os grandes. Isso ocorre porque o metabolismo de raças gigantes é muito acelerado e desgasta o corpo precocemente.

 

Expectativa de vida por porte

Cães de pequeno porte costumam viver entre 14 e 18 anos com os cuidados adequados. Já os cães grandes ou gigantes apresentam uma média de vida entre 8 e 12 anos.

 

Quanto tempo vive um cachorro? Veja as raças populares

Abaixo, listamos a média de idade das raças mais queridas pelos brasileiros. Confira onde o seu companheiro se encaixa nessa lista de longevidade.

 

Poodle: 14 a 18 anos.

 

Shih Tzu: 10 a 16 anos.

 

Golden Retriever: 10 a 12 anos.

 

Bulldog Francês: 10 a 12 anos.

 

Beagle: 12 a 15 anos.

 

Dachshund (Salsicha): 12 a 16 anos.

 

E os cães sem raça definida (Vira-latas)?

Os vira-latas são famosos por sua resistência e podem viver por muitos anos com saúde. A mistura genética costuma evitar doenças hereditárias comuns em raças puras e específicas.

 

Fatores que influenciam a longevidade canina

Saber quanto tempo vive um cachorro também depende diretamente do estilo de vida que ele leva. Pequenos hábitos diários podem somar anos preciosos ao lado do seu fiel companheiro.

 

Alimentação de alta qualidade

Uma dieta equilibrada previne a obesidade, que é uma das principais causas de doenças em cães. Ofereça rações adequadas para a idade e o nível de atividade física do animal.

 

Rotina de exercícios e consultas

Passeios diários mantêm o coração forte e a mente do cachorro sempre estimulada e feliz. Além disso, visitas regulares ao veterinário ajudam a detectar problemas de saúde logo no início.

 

Cuidados na fase sênior do pet

Quando o cão atinge a idade avançada, suas necessidades mudam e ele precisa de mais conforto. Tapetes antiderrapantes e camas ortopédicas podem ajudar cães idosos com dores nas articulações.

 

Fique atento a mudanças no comportamento, como perda de apetite ou dificuldade para caminhar. Cuidar bem de cada fase garante que ele viva o máximo possível com alegria.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quanto-tempo-vive-um-cachorro-descubra-de-acordo-com-a-raca,dd3d7ebbb5d1722cbc57ed0dc7eb7ea4m2k1s2nl.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Alto Astral

sábado, 2 de maio de 2026

O segredo para desinflamar: 7 hábitos que dão um 'reset' no seu corpo


Descubra como reduzir a inflamação crônica e proteger sua saúde. Veja dicas de especialistas sobre alimentação, exercícios e sono para equilibrar o seu organismo.

 

A inflamação é um processo natural e essencial para a defesa do corpo humano. Quando sofremos uma lesão ou infecção, o sistema imunológico entra em ação para combater invasores e iniciar a cura.

 

Esse mecanismo gera sinais conhecidos, como vermelhidão, inchaço e calor na região afetada. O problema real surge quando esse "fogo" interno continua aceso mesmo após a recuperação total do tecido lesionado.

 

A diferença entre proteção e risco à saúde

A inflamação crônica funciona de forma silenciosa e persistente no organismo por meses ou anos. Em níveis baixos, ela nem sempre é notada, mas pode estar ligada ao cansaço excessivo e dores articulares.

Fatores como genética e histórico de infecções influenciam nossa suscetibilidade a esse quadro clínico. No entanto, hábitos de vida saudáveis possuem um efeito cumulativo poderoso para manter o equilíbrio do sistema imunológico.

Ainda não está claro o limite exato onde a inflamação se torna perigosa. Mas a ciência sugere que pequenas mudanças diárias ajudam a evitar que o corpo sofra danos permanentes.

 

O poder dos vegetais e das fibras

As plantas são a base de qualquer estratégia alimentar voltada para reduzir a inflamação de forma natural. Vegetais de cores vibrantes, como folhas escuras, frutas vermelhas e cenouras, são ricos em fitoquímicos e antioxidantes.

Essas substâncias ajudam a neutralizar os radicais livres, moléculas instáveis geradas pelo estresse, poluição e má digestão. Quanto maior a diversidade de plantas consumidas, mais variados serão os nutrientes protetores presentes na sua dieta.

A fibra, encontrada em grãos integrais e leguminosas, também desempenha um papel fundamental na saúde do intestino. Estudos vinculam dietas ricas em fibras a menores níveis de marcadores inflamatórios no sangue de pacientes monitorados.

 

Alimentos processados e o impacto no organismo

Os alimentos ultraprocessados, como biscoitos recheados, refrigerantes e refeições congeladas, são grandes gatilhos para a inflamação. Eles costumam carregar excesso de açúcar, sal e aditivos artificiais que prejudicam o funcionamento das células.

Esses produtos alteram o microbioma intestinal, que é a comunidade de bactérias boas do nosso sistema digestivo. Quando essas bactérias não recebem fibras, podem começar a degradar a camada protetora do intestino, gerando respostas inflamatórias.

Além do dano direto, o consumo desses itens ocupa o lugar de alimentos que realmente protegem o corpo. Reduzir o espaço dessas opções industrializadas no prato é essencial para manter a saúde e o vigor físico.

 

Temperos: pequenos aliados com grandes efeitos

Especiarias como a cúrcuma, gengibre, canela e cominho possuem propriedades antioxidantes muito potentes para o dia a dia. Mesmo em pequenas quantidades, esses temperos ajudam a silenciar os sinais que ordenam a produção de substâncias químicas inflamatórias.

Incluir uma pitada de gengibre no suco ou cúrcuma no arroz potencializa o valor nutricional da refeição. Essas escolhas simples fortalecem as defesas do organismo contra os efeitos nocivos dos radicais livres e do estresse.

 

Estilo de vida e o controle da inflamação

O consumo excessivo de álcool atua como uma toxina direta para as células que revestem o estômago. O hábito frequente pode desequilibrar o microbioma e permitir que componentes bacterianos entrem na corrente sanguínea, gerando desconfortos.

O estresse prolongado também mantém o corpo em estado de alerta máximo por tempo desnecessário. Aprender a suavizar a resposta ao estresse, através de meditação ou terapia, reduz a intensidade da reação inflamatória corporal.

Pratique o mindfulness: A atenção plena ajuda a controlar a ruminação e as respostas negativas a eventos estressantes.

Priorize o descanso: O sono de qualidade é o momento em que o corpo entra em modo de reparo profundo.

Beba água: A hidratação adequada auxilia na eliminação de toxinas e no bom funcionamento de todos os órgãos.

 

O papel do exercício físico regular

Embora um treino intenso possa causar uma inflamação temporária nos músculos, a prática constante inverte esse efeito. O movimento regular libera proteínas que bloqueiam a produção de moléculas pró-inflamatórias e estimulam as anti-inflamatórias.

A chave está em manter uma rotina de intensidade moderada, combinando atividades aeróbicas e treinos de força. Exercícios vigorosos feitos sem o devido descanso podem sobrecarregar o sistema imunológico e causar o efeito oposto ao desejado.

Faça intervalos de 24 a 48 horas entre sessões intensas. Esse tempo permite que os tecidos se adaptem ao estresse físico e se tornem cada vez mais resistentes.

 

Checklist para combater a inflamação

Para garantir que seu corpo esteja sempre protegido, siga algumas etapas básicas que promovem a regeneração celular. Estas medidas simples ajudam a manter o fogo da inflamação sob controle total durante todo o ano.

Dormir bem: Garanta entre sete e nove horas de sono por noite de forma consistente e tranquila.

Mover-se: Faça caminhadas ou exercícios leves diariamente para manter a circulação e os músculos sempre ativos.

Variar o prato: Inclua cores diferentes de frutas e legumes em todas as suas refeições principais.

Desconectar: Evite telas uma hora antes de deitar para garantir que o cérebro relaxe completamente para o sono.

Seguir esses passos ajuda a evitar que pequenas inflamações se tornem problemas de saúde crônicos e limitantes. O equilíbrio entre atividade, nutrição e descanso é a fórmula mais eficaz para uma vida longa e saudável.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-segredo-para-desinflamar-7-habitos-que-dao-um-reset-no-seu-corpo,fe1034b311db65047eaa50bd5384df69sw93ma41.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock