sexta-feira, 22 de abril de 2016

Dinheiro é o melhor remédio para prolongar a sua vida

De acordo com uma nova pesquisa (que envolveu a Universidade de Stanford, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts e a Universidade de Harvard), ter uma renda maior pode aumentar sua expectativa de vida.

Os cientistas analisaram quanta diferença a renda fazia na expectativa de vida, bem como a forma como isso muda por localização geográfica, através dos Estados Unidos.

Para isso, usaram os dados de impostos declarados entre 1999 e 2014 de 1,4 bilhões de indivíduos, com idades entre 40 a 76 anos. Destes, cerca de 4 milhões de homens e 2,7 milhões de mulheres morreram.

Mais dinheiro, mais vida
Os resultados foram bastante impressionantes. Os pesquisadores descobriram que os 1% mais ricos viviam uma média de 14,6 anos a mais (no caso dos homens) e 10,1 anos a mais (no caso das mulheres), em comparação com os 1% mais pobres.
Para colocar isso em contexto, enquanto um homem no topo 1% pode esperar viver até a idade de 87,3 anos, e uma mulher até 88,9 anos, seus compatriotas na ponta de baixo da tabela só esperam viver até aos 72,7 e 78,8 anos de idade, respectivamente.
Além disso, a diferença entre renda e expectativa de vida piorou ao longo do tempo. Entre 2001 e 2014, os 5% mais ricos tiveram um aumento de expectativa de vida de cerca de 2,5 anos (2,34 para homens e 2,91 para mulheres), enquanto a expectativa de vida para aqueles 5% mais pobres aumentou 0,32 anos para os homens e 0,04 anos para as mulheres.

Em cidades mais ricas, os pobres vivem mais
A expectativa de vida também variou entre as áreas geográficas. A diferença entre a maior e a menor expectativa de vida foi de aproximadamente 4,5 anos em diferentes cidades, em uma população de mesma renda (no caso, os 20% mais pobres).
Os pesquisadores queriam analisar por que isso acontecia, e descobriram que as diferenças diminuíam entre as cidades se você tinha uma população maior de imigrantes, mais pessoas graduadas e mais gastos do governo.
Por exemplo, os indivíduos de baixa renda tendiam a viver mais tempo em cidades com populações altamente qualificadas, rendimentos elevados e altos níveis de gastos do governo, como Nova York e San Francisco.
Nessas cidades, a expectativa de vida para os indivíduos 5% mais pobres foi de aproximadamente 80 anos. Em contraste, em cidades como Gary, no estado de Indiana, e Detroit, em Michigan, a expectativa foi de aproximadamente 75 anos. Indivíduos de baixa renda que viviam em cidades com populações altamente qualificadas também apresentaram os maiores ganhos na expectativa de vida durante os anos 2000.

Ações para aumentar a expectativa de vida
Das 10 áreas metropolitanas dos Estados Unidos com a maior expectativa de vida para os pobres, seis estavam na Califórnia. As outras quatro eram Miami, Nova Iorque, Newark e Boston.
Embora essas cidades apresentem grande desigualdade de renda, também são cidades com boas políticas de saúde pública, como a proibição de fumar. Pode ser que elas tenham políticas específicas que ajudem a população de baixa renda.
São necessários mais estudos para ver o que essas áreas fazem de diferente que poderia contribuir para uma maior expectativa de vida, a fim de saber se é possível aplicar os mesmos conceitos em outros locais. [MedicalXpress]


Café: aposte nos benefícios da bebida para ajudar a prevenir doenças

Vamos combinar que não tem nada melhor que sentir o aroma do cafezinho quando está sendo preparado? Hummm... Aposte já nos benefícios da bebida para ajudar a prevenir doenças, além de melhorar a disposição e o bem-estar.

Apreciado, amplamente consumido, saboreado de várias maneiras, o café faz parte da alimentação brasileira. Mesmo quem não toma costuma apreciar seu cheirinho agradável. E quem toma normalmente o faz diariamente. Puro, com leite, de manhã, de tarde, de noite, com sorvete, quente, morno, frio.

O café está no topo dos alimentos mais consumidos. No mundo todo, só as plantas para fazer refrigerantes de cola e o chá ficam no mesmo patamar do café em termos de vegetais campeões de consumo. Assim, nada mais útil do que entender um pouco aquelas xícaras esfumaçadas e saber quais são suas propriedades e efeitos para a saúde. “Café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional — que previne doenças — ou mesmo nutracêutica — nutricional e farmacêutica.

Isso porque o café não possui apenas cafeína, mas também outros componentes”, atesta a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Embora seja o componente mais conhecido do café, a cafeína constitui apenas uma parte de sua composição total. E é menos do que muita gente pensa, pois um grão normal tem de 0,8% a 2,5% de cafeína. Nem por isso deixa de ser parte importante desse alimento, com sua devida participação sobre os efeitos no metabolismo e nas reações orgânicas.

Uma das ações da cafeína se dá sobre os quadros de depressão. E, nesse sentido, o café parece ser um aliado importante no combate à doença. “A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central e, em pequenas doses, pode trazer uma sensação de bem-estar, disposição e ânimo”, pondera Ricardo Borges, nutrólogo e coordenador do Centro de Nutrologia e Nutrição Clínica de Ribeirão Preto.

Saiba mais sobre o café
 - A cafeína já foi considerada doping no esporte. Hoje em dia, a Agência Mundial Antidoping permite seu uso. Nos treinos e competições, a capacidade estimulante da cafeína é aproveitada pelos atletas, que a ingerem por meio de cápsulas ou produtos como energéticos.
- A cafeína causa dilatação dos vasos cerebrais, aumentando o fluxo de sangue para a região. É por isso que muitos medicamentos para dor de cabeça são administrados em associação com a cafeína, pois assim o remédio é levado em quantidades maiores apara o cérebro.
- A quantidade letal de cafeína para um adulto de 70 kg é de 10 g. Isso equivale a cerca de 100 xícaras de café, 200 latas de Coca-cola, 125 copos de chá ou 50 kg de chocolate. Como é impensável que um ser humano consuma de uma só vez essas quantidades, deduz-se que as intoxicações por cafeína ocorrem por via de medicamentos e não de alimentação.


quinta-feira, 21 de abril de 2016

Quanto aeróbico você precisa para emagrecer ou tonificar os músculos?

Nada de ficar horas na esteira: cada objetivo pede uma quantidade de aeróbicos específica. Saiba quanto tempo dedicar para emagrecer, tonificar os músculos e ser mais saudável.

Aeróbicos são extremamente importantes para manter a silhueta enxuta e jamais devem ficar de fora da sua rotina de treinos. Mas a quantidade de exercícios que você fará depende muito do objetivo que pretende alcançar. Fique de olho nas dicas dos experts José Kawazoe Lazzoli, especialista em medicina do esporte membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, do Rio de Janeiro, e Luiz Riani, médico do esporte, de São Paulo, e aproveite ao máximo o que o cardio pode lhe oferecer.

Fazer aeróbicos para emagrecer
Faça, no mínimo, 45 minutos de cardio, cinco vezes por semana. Aulas mais longas e leves fazem o corpo usar a gordura periférica (distribuída em todas as partes do corpo) como fonte de energia, o que contribui para o emagrecimento. Contudo, o grande segredo para ficar sequinha é variar o tempo e a intensidade dos exercícios. “Aposte no HIITtreino intervalado de alta intensidade. Além de queimar mais calorias do que uma aula tradicional, ele extermina aquela gordura abdominal”, explica Riani.

Fazer aeróbicos para tonificar os músculos
Sabe aquela história de fugir de aeróbicos para ganhar músculos? Muita calma. De fato, por pedirem bastante energia, a massa magra acaba servindo de fonte para o corpo, levando à sua perda. Mas isso não é desculpa para pular o cardio: basta caprichar na alimentação pré e pós-treino – se estiver bem alimentada, você cobre o gasto calórico demandado numa boa. “O ideal é priorizar treinos de força e encaixar os exercícios aeróbicos na planilha com inteligência. Cento e cinquenta minutos de cardio por semana já são suficientes”, ensina Riani. Segundo ele, o segredo é evitar fazer os dois treinos em horários próximos e, se possível, no mesmo dia. Se não tiver jeito, comece pela musculação e finalize com um aeróbico de intensidade leve.

Fazer aeróbicos para manter a saúde em dia
Você precisa de 150 minutos de cardio com intensidade moderada ou de 75 minutos com alta intensidade, por semana – que podem ser divididos em 30 ou 20 minutos por dia, cinco vezes por semana, respectivamente, de acordo com o American College of Sports Medicine (ACSM), entidade norte-americana cujas recomendações também são adotadas no Brasil. Esse tempo é suficiente para melhorar o funcionamento do sistema cardiovascular, reduzir a pressão arterial, controlar os níveis de colesterol, diminuir o estresse, melhorar o sono e a disposição, dar aquela força ao sistema imunológico e minimizar o risco de ter doenças alérgicas ou inflamatórias (ufa!).


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Benefícios das frutas vermelhas: saiba como elas ajudam a emagrecer

As frutas vermelhas são ricas em duas substâncias que oferecem muitos benefícios à saúde e, de quebra, ajudam a emagrecer. Saiba mais sobre elas

Está cansada de comer sempre as mesmas frutas no lanchinho da tarde? Experimente substituí-las por frutas vermelhas, o quinteto morango, amora, mirtilo, cereja e framboesa – ele não só é uma delícia, como também oferece um montão de benefícios à saúde. “Essas frutas são ricas em antocianinas, substâncias que, além de conferir a cor vermelha aos alimentos, são potentes antioxidantes, eficazes no combate ao envelhecimento precoce e na eliminação de toxinas prejudiciais ao organismo”, afirma a nutricionista Regina Lúcia Moraes Teixeira, de São Paulo.

Segundo um estudo realizado pela Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, esse grupo também tem em comum em sua composição um polifenol denominado resveratrol, que ajuda a transformar a gordura branca, acumulada pelo excesso de comida e falta de exercícios físicos, em gordura bege, responsável por manter o organismo equilibrado e o peso sob controle, uma vez que queima calorias em vez de acumulá-las.

Em outras palavras, ele ajuda a emagrecer. “Outro fator que contribui para a perda de peso é a presença de fibras, que ajudam no funcionamento do intestino, combatem o inchaço e aumentam a saciedade”, acrescenta a nutricionista Viviane Scheifer, de São Paulo. Como se não bastasse, as frutas vermelhas auxiliam na redução do colesterol, previnem diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer e melhoram a circulação sanguínea, a memória e o sistema imunológico.


Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br//dieta/nutricao/beneficios-das-frutas-vermelhas-saiba-como-elas-ajudam-a-emagrecer/10045 - Texto Fernanda Lima | Edição Helô Oliveira | Adaptação Ana Araujo - Foto: Shutterstock

terça-feira, 19 de abril de 2016

Esporte de aventura: 9 coisas que não podem faltar no kit de sobrevivência

Ter as coisas certas no kit de sobrevivência pode, literalmente, salvar vidas. Contamos tudo que você precisa para praticar esportes radicais sem medo

Ter à mão um pequeno kit de sobrevivência pode livrá-la de possíveis enrascadas e até, literalmente, salvar vidas, especialmente em aventuras terrestres. A seguir, veja o que não pode faltar na sua mochila:

1. Antialérgicos, antiinflamatórios e curativos

2. Ferramenta de corte pequena (canivete ou faca)

3. Garrafa de água

4. Lanterna

5. Óculos esportivos

6. Apito

7. Equipamentos de segurança para a modalidade específica (capacete, colete salva-vidas e afins)

8. Par de meias reserva para trekking longo

9. Protetor solar