domingo, 10 de junho de 2018

A lista dos 100 atletas mais bem pagos do mundo não tem nenhuma mulher


Faz mais de oito anos que a lista não era apenas composta por homens.

Os anos passam e as mulheres ganham cada vez mais espaço e reconhecimento, mas de vez em quando acontece um retrocesso, e um deles com certeza é a lista da Forbes de atletas mais bem pagos do mundo em 2018. A lista com os 100 (sim, cem) atletas mais bem pagos no mundo não possui uma mulher se quer, e o pior: isso não acontecia desde 2010.

Desde 2010 a lista tinha pelo menos uma mulher na lista ocupando alguma posição, sendo a melhor delas conquistada por Maria Sharapova, tênista russa, em 2013. Mesmo assim o número de mulheres era basicamente inexistente, apenas três mulheres apareceram na lista, sendo elas três tenistas consagradas: Maria Sharapova, Serena Williams e Li Na. No ano passado, apenas uma apareceu na lista: Serena Williams ficou em 51º lugar.

Em 2018, nem ela estava presente, por isso o editor sênior da Forbes, Kurt Badenhausen, foi a frente para explicar o ocorrido para a CNN. “Ela está mais popular que nunca”, ele comenta sobre os patrocínios que a atleta juntou mesmo estando grávida e cuidando da sua primeira filha, o que a levaria para o top 10, segundo ele. “Mas não há nenhum ganho de prêmios. Eu acredito que quando Serena voltar para a quadra e ganhar esses milhões em prêmios nós a veremos de volta para a lista no próximo ano”.


sábado, 9 de junho de 2018

Fortes, mas em risco: o perigo dos suplementos alimentares para os jovens


Esses produtos seduzem jovens com a promessa de acelerarem o ganho de massa muscular. Só que o uso por conta própria pode ter consequências sérias à saúde

Adolescentes, ainda mais os nascidos na era digital, querem tudo para ontem. Não é à toa que muitos deles desejam trocar o corpo infantil por uma versão mais musculosa ou definida no menor prazo possível. Pisando na academia, eles são público fácil para os suplementos esportivos, especialmente aqueles que aumentam a massa muscular, caso de whey protein, BCAA e creatina.

“Percebo nas consultas que é muito grande a demanda por esse tipo de produto. O adolescente é invariavelmente vaidoso e quer ficar forte logo”, observa a pediatra Mônica Moretzsohn, do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Estudos recentes endossam a constatação da médica. Uma pesquisa realizada em Fortaleza com 85 frequentadores de academia de 18 a 58 anos mostrou que gente abaixo dos 30 é a que mais recorre a suplementos. Quanto mais jovem, maior o apelo da categoria. Mas o que deixa mesmo os especialistas de cabelo em pé é o uso dessas substâncias por conta própria – sendo que, em geral, elas são indicadas a atletas.

Outro levantamento, este feito com 30 adolescentes de Campo Mourão, no Paraná, revelou que um terço deles ingeria suplementos sem orientação. Só 10% ouviram um médico ou nutricionista. O fenômeno, claro, não se restringe ao Brasil. Na Eslovênia, cientistas da Universidade de Liubliana, a mais antiga do país, identificaram um cenário parecido ao avaliar 1 500 jovens de 14 a 19 anos. Dos adeptos da suplementação, 40% não eram acompanhados por profissionais de saúde. Detalhe: 30% se aconselhavam com familiares.

“Sem consultar um especialista, o adolescente pode ultrapassar a dose recomendada e combinar substâncias que interagem entre si”, alerta a pediatra Flavia Meyer, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O estudo paranaense chegou a apontar um dos efeitos desse consumo sem supervisão: falta de carboidratos e excesso de proteína no cardápio.

“E temos visto muitos casos de jovens internados para fazer diálise por sobrecarga dos rins em razão do abuso proteico”, conta a médica Leda Lotaif, chefe da Nefrologia do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo. Ela ressalta que as complicações surgem em quem já possui predisposição a problemas renais – algo que praticamente ninguém sonha ter.

Pela legislação, suplementos de proteína, como o whey protein, são considerados alimentos e não remédios, o que favorece a venda e o consumo sem critério. Atenta aos riscos disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu revisar as regras na área. O objetivo é tornar o mercado mais seguro – hoje, parte dele está na ilegalidade.

“Há muita divergência de informações entre rótulos de produtos semelhantes, promessas de benefícios sem comprovação científica, itens com problemas de qualidade”, enumera Rodrigo Vargas, especialista da Gerência Geral de Alimentos da Anvisa. “Já houve casos de adição de anabolizantes em algumas marcas. Os riscos disso vão desde alterações hormonais e sexuais até cardiopatia e câncer“, alerta a médica Flavia Meyer, que é doutora em nutrição e exercício físico infantil.

Ainda que as normas fiquem mais claras, não dispensam a visita ao médico ou nutricionista. Para adolescentes, o recado é especialmente importante. Quem pula essa etapa corre o risco de apresentar um desequilíbrio nutricional, o que compromete o desenvolvimento ósseo e muscular.

Há relatos também de espinhas, dor de cabeça, insônia e até agressividade e taquicardia entre usuários dessas substâncias. Como se não bastasse, suplementos com proteína isolada contribuiriam para manifestações alérgicas. Nada disso, porém, foi estudado a fundo. “Faltam pesquisas específicas sobre os efeitos colaterais desses produtos”, diz a nutricionista Luciana Rossi, do Centro Integrado de Saúde da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo.

Suplementação + vício por exercício, uma dobradinha perigosa
Não raro, a suplementação é ligada a outro comportamento: a dependência de exercícios físicos. E, quanto menor a idade, maior o risco de ficar fissurado nos treinos e abusar dos aceleradores da atrofia muscular. Foi o que Luciana Rossi descobriu na sua tese de doutorado, conduzida na Universidade de São Paulo (USP). Mais um ótimo motivo para prestar atenção e dar orientação à garotada.

Nessa turma, excessos de carga ou de ritmo na malhação podem acarretar lesões nos músculos e nos ossos, prejudicando inclusive o crescimento. Para ter ideia, alguns sintomas do vício em atividade física são semelhantes aos da abstinência de álcool, como alterações no padrão de sono e ansiedade. Sem falar na possibilidade de aparecimento de transtornos alimentares.

Mas, afinal, com supervisão médica, quando meninos e meninas realmente tiram proveito dos suplementos? A verdade é que esse tipo de produto só faria sentido para quem está iniciando uma carreira como atleta. “A princípio, a suplementação é contraindicada para adolescentes saudáveis que já seguem uma alimentação balanceada”, afirma Flavia.

Pois é: montar o prato com mais zelo já auxiliaria o organismo no ganho de massa muscular. Em termos de proteína, por exemplo, dois filés de frango ao dia são suficientes para quem está em fase de crescimento. “A conta é, em média, de 1 grama de proteína para cada quilo de peso. Um filé de frango tem cerca de 20 gramas do nutriente. Logo, uma porção no almoço e outra no jantar estão adequadas para um adolescente com 40 quilos”, contabiliza a pediatra Mônica, da SBP.

Ao começar os treinos, o jovem pode, com orientação, aumentar as porções e reforçar a ingestão de calorias e outros nutrientes, como carboidratos, cálcio e ferro. “Quando se fala em suplemento alimentar, há uma impressão de que ele é mais completo do que o alimento, o que nem sempre é verdade”, reforça Luciana.

Ela cita o caso do badalado whey protein. “Trata-se da proteína do leite isolada. Ou seja, a bebida em si já contém essa mesma proteína e ainda gordura, cálcio e outros componentes necessários ao organismo”, justifica. Para quem está em franco desenvolvimento, o melhor conselho a ser dado envolve bom senso, paciência e alguns copos de leite, ovos e bifes.

Passou do ponto
Segundo pesquisa da USP assinada pela nutricionista Luciana Rossi, quem utiliza suplementos alimentares tem 4,5% mais risco de se tornar dependente de exercícios físicos. Só que a obsessão por malhar ainda está atrelada a distúrbios alimentares, como anorexia ou bulimia. Para evitar esse desdobramento, veja indícios de que o gosto do adolescente por exercícios deixou de ser saudável:

– Ele vai à academia cinco vezes por semana ou mais.

– Chega a recusar viagens a locais onde não há possibilidade de puxar ferro.

– O menino ou a menina preferem malhar a se divertir com os amigos.

– Não deixa de se exercitar mesmo na presença de alguma lesão muscular.

– Demonstra desejo constante de modificar o corpo ou muita obsessão com a aparência.

Conheça os suplementos que estão em alta entre os jovens
Whey protein: Falamos da proteína do soro do leite. Tem rápida absorção e aproveitamento pelo corpo. Auxilia na formação de músculos e ossos.

BCAA: Combina três aminoácidos que formam as proteínas musculares. Não há evidências de que a ingestão sempre traga vantagens.

Creatina: Produto da transformação de aminoácidos, ajuda a reter água nas células. Daí, elas aumentam de tamanho e geram energia extra.

Cafeína: A substância que marca presença naturalmente no café é estimulante. Portanto, promete turbinar a resistência e o desempenho em exercícios intensos.

Quais são os pré-requisitos da malhação dos 12 aos 18 anos
Idade ideal: Varia. Mas o melhor é esperar o estirão de crescimento, que ocorre normalmente entre 11 e 13 anos.

Carga certa: É aquela que permite ao jovem repetir todo o movimento pelo menos umas oito ou nove vezes.

Supervisão: Um educador físico deve acompanhar a progressão de cargas, postura e execução dos exercícios.

Sem exagero: Morar na academia pode levar a lesões em músculos e ossos e prejudicar o crescimento.

Avaliação prévia: Uma ida ao médico cai bem para ver se a saúde como um todo está preparada para a malhação.

Fonte: https://saude.abril.com.br/fitness/fortes-mas-em-risco-o-perigo-dos-suplementos-alimentares-para-os-jovens/ - Por Naira Hofmeister e Sílvia Lisboa - Ilustração: Daniel Almeida/SAÚDE é Vital

sexta-feira, 8 de junho de 2018

5 receitas para aproveitar a festa junina sem deixar a dieta de lado


Opções ótimas para quem não pode ou não quer comer glúten e/ou açúcar, mas nem por isso abre mão de comidas gostosas nas quermesses

Um dos maiores atrativos de qualquer festa junina, não tem como negar, é a parte dos comes e bebes. Pamonha, bolo de milho, pipocas de sabores variados, receitas mil com pinhão, pães especiais, quentão… NHAM, tudo é uma delícia!

Mas isso pode ser bem injusto com algumas pessoas: as que não podem ou não querem comer glúten e/ou açúcar, seja por intolerância, por alguma condição de saúde que exija uma dieta específica (diabetes não controlada, por exemplo) ou por uma dieta de perda de peso.

Como todo mundo merece comer bem nas quermesses, trazemos aqui cinco receitas deliciosas para quem estiver com alguma restrição alimentar. Pode confiar: nenhuma delas fica devendo nadinha para as receitas convencionais.

Pão de linhaça com pinhão
Com a farinha de arroz no lugar da tradicional farinha de trigo, este pão de linhaça com pinhão é uma ótima pedida para quem não pode consumir glúten – e mesmo quem pode vai adorar, porque ele é levinho e muito saboroso!

Arroz doce light
Quem disse que para ser gostoso o arroz doce tem que ser uma fonte inesgotável de calorias? Este arroz doce light é perfeito para adoçar na medida certa a festa junina de quem está controlando o consumo de açúcar.

Curau zero açúcar
Macio e docinho sem exagero, o curau é uma das sobremesas mais queridas das festas juninas. Este curau zero açúcar usa adoçante culinário no lugar do açúcar comum e fica simplesmente perfeito.

Tapioca junina
Facílima de fazer e deliciosa de comer, a tapioca junina tem recheio de pasta de amendoim sem açúcar e banana. Um docinho de quermesse que isenta qualquer pessoa da preocupação com restrições alimentares ou com calorias.

Pamonha de forno zero açúcar
Possivelmente o doce mais tradicional das festas juninas, a pamonha aqui vem em uma versão prática e sem açúcar. Feita no forno, ela não precisa ser enrolada na palha para ser servida: basta cortar em pedaços e ser feliz!

Fonte: https://mdemulher.abril.com.br/gastronomia/receitas-festa-junina-dieta-sem-gluten-sem-acucar/ - Por Raquel Drehmer - Onodera Estética/Divulgação

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Dieta do limão: como fazer para emagrecer


Fruta melhora o metabolismo e torna a digestão das gorduras mais eficaz

A dieta do limão tem atraído diversos adeptos nos últimos anos. De fato, o método pode proporcionar certos benefícios para a saúde, entre eles o emagrecimento saudável. Porém, é essencial ter alguns cuidados. A seguir, entenda como é a dieta do limão, quais os cuidados ao realizá-la e os riscos que pode causar para a saúde:

Como é a dieta
Existem diversos tipos de dietas do limão. Há algumas mais simples que envolvem consumir um limão espremido na água logo após acordar em jejum. Outros consistem em ingerir o alimento espremido na água antes de cada uma das refeições principais. Alguns métodos orientam que a água em que o limão será espremido esteja morna.

Também há versões mais radicais da dieta do limão em que a proposta é aumentar a cada dia a quantidade do suco desta fruta ingerido no jejum, ao ponto de no 15º dia da dieta a pessoa chegar a consumir 15 limões!

Além do limão, um ponto em comum entre todas essas dietas é prezar por uma alimentação saudável, rica em frutas, legumes, verduras, proteínas magras e carboidratos complexos e redução na quantidade de calorias ingeridas.

Benefícios do método
Mas será que esses métodos contribuem para a perda de peso? A nutricionista Rita de Cassia Novais explica que ingerir o limão de manhã em jejum é realmente bom. "Fazer isso 10 a 20 minutos antes do café-da-manhã descongestiona e desintoxica o organismo, além de combater a gripe comum. É também uma fonte de potássio que estimula as funções nervosas e cerebrais, além de controlar a pressão arterial", explica.

O limão ainda ajuda a reduzir a ansiedade e a fome por impulso devido à pectina presente nele. Esta fruta também diminui a acidez do organismo. "O limão ajuda a melhorar o metabolismo, contribui para a digestão, principalmente das gorduras, e a água com limão também auxilia na redução da vontade de comer doces", observa a nutricionista Talitta Maciel, do Espaço Reedução Alimentar.

A água morna com o limão também pode proporcionar algumas melhorias na saúde. No momento em que é ingerida, aumenta a temperatura corpórea, para equilibrar a temperatura, organismo precisa trabalhar, o que faz com que a queima de calorias seja acelerada.

O recomendado é ingerir o limão não apenas antes do café da manhã, mas antes das refeições principais no geral é bom para a digestão, pois ajuda na produção de saliva e ácido clorídrico, além de estimular o fígado a produzir a bile que participa da digestão das gorduras, o limão também auxilia na limpeza do organismo ajudando a eliminar toxinas. A fruta ainda é rica em vitamina C, grande aliada da imunidade.

Cuidados ao realizar esta dieta
O primeiro ponto é ter consciência de que o limão não faz milagres. Então, não é por que você ingeriu água com limão de manhã que poderá devorar um bolo ou uma alguma fritura. A alimentação balanceada é essencial para o sucesso de qualquer dieta. "Procure sempre seguir uma dieta rica em nutrientes e equilibrada, pois sozinho o limão não vai trazer benefícios algum", constata Talitta Maciel.

Também é importante conversar com um nutricionista ou médico nutrólogo antes de iniciar o processo de emagrecimento. Portanto, não abuse da quantidade de limão. Ingerir uma unidade por dia é o ideal, mas a pessoa pode consumir até três diariamente sem complicações para a saúde.

Riscos da dieta do limão
Saiba que o consumo em excesso de limão não irá aumentar seus benefícios, mas sim prejudicar a saúde. "A pessoa pode ter problemas estomacais, gastrites e pode chegar até a uma úlcera com o uso excessivo e repetitivo desta fruta", alerta Talitta Maciel. Por isso, versões da dieta do limão que envolvem aumentar gradualmente o consumo do fruto ao ponto de ingerir diariamente quantidades iguais ou maiores do que quatro limões por dia não são orientadas.

A dieta do limão deve estar sempre associada a alimentação saudável, com introdução de alimentos integrais, pobres em gorduras ruins, sem adição de açúcares, e sempre com acompanhamento de um nutricionista para estabelecer quantidades seguras para ingerir da fruta.

Seguir uma dieta somente baseada em consumo de limão, pode levar a uma deficiência de nutrientes, fraqueza e até um ganho de peso a longo prazo. Da mesma forma é possível que ocorram problemas cardíacos, renais por deficiência de vitaminas e minerais.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

Homens gostam de atalhos, mulheres seguem caminhos conhecidos


Os homens demonstram maior eficiência na navegação, enquanto as mulheres tendem a usar rotas já conhecidas e viajar mais relaxadas.

Navegação masculina e feminina

Ao caminhar ou dirigir por um ambiente conhecido, os homens preferem usar atalhos para chegar ao destino mais rapidamente, enquanto as mulheres tendem a usar rotas já conhecidas e viajar mais relaxadas.

O professor Alexander Boone e seus colegas da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara fizeram dois experimentos para medir os estilos de navegação e as estratégias usadas por homens e mulheres para chegar a um local específico em uma área que já conheciam.

No primeiro experimento, 68 participantes que se familiarizaram com o leiaute de um labirinto, incluindo pontos de referência específicos, precisavam traçar sua rota através de pontos designados. Eles também completaram questionários que forneceram informações sobre seu senso de direção, as estratégias que acreditavam usar para encontrar seu caminho e se eles costumavam jogar videogames.

O segundo experimento envolveu 72 participantes que usaram o mesmo sistema, mas se depararam com diferentes versões do labirinto: um com pontos de referência, como árvores no fundo, e um sem marcas. A ideia era verificar se e como homens e mulheres usavam essas marcações de referência.

Com sua maior concentração e seus atalhos, os homens gastaram um tempo significativamente menor para chegar aos seus locais de destino, mesmo quando chegavam a eles seguindo uma rota direta.

"Estes experimentos mostraram que os homens são mais propensos a pegar atalhos e, em média, atingem seu objetivo mais rapidamente do que as mulheres. Em contraste, as participantes do sexo feminino mostraram-se mais propensas a seguir rotas aprendidas e divagar [mentalmente]. Em ambos os experimentos, os homens foram significativamente mais eficientes que as mulheres, mesmo depois de ajustarmos os dados para os efeitos da estratégia," disse Boone.

Estresse e mulheres eficientes

De acordo com os pesquisadores, quando uma pessoa divaga mentalmente, ela não toma consciência adequadamente dos marcos específicos de uma determinada área.

Infelizmente, o experimento não mediu o nível de estresse dos participantes, o que permitiria aferir se os homens também não consomem uma maior carga de energia emocional na navegação.

Além disso, é importante ressaltar que as diferenças no desempenho entre homens e mulheres são médias aritméticas - algumas mulheres foram tão eficientes em atingir o objetivo quanto os melhores participantes do sexo masculino.