quinta-feira, 7 de abril de 2022

Sinal de alerta! A obesidade está ligada a diversas doenças; entenda


Entenda a relação da obesidade com outras doenças e saiba mais sobre o impacto do excesso de peso e gordura corporal em sua saúde

 

Que a obesidade é uma doença crônica, multifatorial e que precisa de tratamento, você já sabe1. Mas você também está ciente de que o excesso de gordura corporal tem relação com diversas doenças, como diabetes, hipertensão arterial, apneia do sono, problemas cardíacos, colesterol alto, depressão, ansiedade e outros problemas de ordem mental2, além de diversos tipos de câncer3,4, inclusive o de mama?

 

A obesidade está relacionada à inflamação crônica, que por sua vez está ligada a diversas reações no organismo que podem levar a essas doenças. E não para por aí: o excesso de gordura corporal também está associado a alterações nos hormônios sexuais (como estrona e estradiol, por exemplo), cujas alterações específicas podem estar ligadas a crescimento, proliferação e diferenciação celular, o que pode ser responsável pelo surgimento de câncer, por exemplo1.

 

O ideal, portanto, é manter-se dentro do peso adequado. Abaixo, saiba mais a respeito das principais causas da obesidade e o que fazer para reverter o excesso de gordura corporal.

 

Principais causas da obesidade

A obesidade, de forma bem simples, é o acúmulo de gordura em excesso em todo o corpo. E é preciso tomar cuidado com esse excesso de gordura - e aqui não estamos falando da questão estética, mas, sim, pensando na saúde. Vale lembrar que a obesidade é uma doença crônica e pode trazer sérios problemas, de dificuldade para respirar e se locomover a enfermidades graves como diabetes, doenças cardiovasculares e o câncer, como já mencionamos1.

 

As causas da obesidade são diversas, ou seja, é uma doença multifatorial. Os fatores relacionados a ela incluem predisposição genética, aspectos ambientais e também sociais como maus hábitos alimentares e sedentarismo, e questões endócrinas e hormonais5. Saiba mais detalhes:

 

Maus hábitos alimentares e sedentarismo: Esses dois pontos são considerados os grandes vilões, isso porque a obesidade é consequência de um desequilíbrio nutricional com excesso de calorias, ou seja, a pessoa come mais do que o organismo gasta em energia. Com isso, a energia se acumula e, graças a ação da insulina, acaba virando gordura no corpo6.

Por um lado, com uma rotina de trabalho puxada e até um acesso mais fácil a determinados alimentos, como os industrializados, cada vez mais as pessoas estão consumindo uma dieta rica em gorduras, açúcares, alimentos processados, comida pronta e fast food7.

 

Soma-se a isso a falta de atividade física. Muita gente entrou em um ciclo de diminuir progressivamente o tempo de atividade física, seja ela uma simples caminhada ou um exercício na academia, para passar horas e horas diante do computador, da televisão ou outra tela6.

 

Está criado o cenário para o acúmulo de peso e de gordura no corpo!

 

Fatores genéticos e influência familiar: pesquisas mostram que há uma herança genética e familiar na obesidade6. Por exemplo, filhos de pais obesos correm um risco de duas a três vezes maior de serem obesos no futuro em comparação com crianças de famílias que nem o pai ou a mãe sofre com obesidade7.

Também se encaixam aqui fatores hormonais e neurais que são determinados geneticamente. Eles influenciam em pontos como saciedade e regulação do peso corporal e, com isso, acabam tendo relação com ganho de peso, acúmulo de gorduras e obesidade.

Problemas endócrinos e outras alterações: algumas questões endócrinas também apresentam relação com a obesidade, como hipotireoidismo e alterações no hipotálamo. A forma como o corpo metaboliza determinadas substâncias, como os corticóides, e até os ovários policísticos podem levar ao sobrepeso6.

Fatores psicológicos: baixa-autoestima, ansiedade e depressão também podem resultar em ganho excessivo de peso.


Tratamentos para obesidade

Da mesma forma que a obesidade é uma doença multifatorial, o tratamento também pode incluir diversas etapas e técnicas, ele é multidisciplinar. É indicado que o portador de obesidade passe por acompanhamentos de especialistas como nutricionista, endrocinologista, psicólogo e educador físico para buscar uma mudança no estilo de vida que seja eficiente e duradoura8.

 

E nada de partir para dietas malucas ou da moda na ânsia de perder peso! Os tratamentos devem ser individualizados, com planos alimentares e exercícios voltados para aquele paciente. Já é comprovado que um planejamento flexível, que vise a reeducação alimentar respeitando as necessidades e características de cada um, desde profissão, arranjo familiar a questões econômicas, é a chave para os melhores resultados8.

 

Para melhorar hábitos alimentares e a questão do sedentarismo é possível partir para uma reeducação alimentar e um plano de exercícios, por exemplo. Em diversos casos, essas atitudes podem vir acompanhadas do uso de medicamentos6, que serão prescritos por um médico - de novo, nada de tomar remédio para emagrecer por conta própria! Também vale ressaltar que não existe tratamento com medicamentos a longo prazo que não envolva mudanças no estilo de vida8.

 

Como a obesidade também está relacionada a questões emocionais, parte do tratamento também passa pelo uso de técnicas comportamentais. A ideia, com isso, é conseguir atuar em estímulos que antecedem ao comportamento compulsivo, de comer por comer ou apenas para tentar controlar a ansiedade ou o estresse. Aqui também é possível associar tais técnicas ao uso de medicamentos8.

 

Mais um caminho é apostar, junto com os demais tratamentos, em terapias alternativas, como acupuntura, aromaterapia ou o uso de fitoterápicos e suplementos8.

 

A cirurgia bariátrica é mais uma forma de tratamento para a obesidade. O procedimento é indicado para pacientes que não conseguiram emagrecer ou manter a perda de peso apesar de cuidados médicos por um período de dois anos, que tenham entre 18 e 65 anos, IMC maior a 40 kg/m² ou 35 kg/m² e com uma ou mais comorbidades graves relacionadas com a obesidade8.

A perda de peso resultante da cirurgia pode ajudar a melhorar também outras doenças, como diabetes do tipo 2, hipertensão, doenças cardíacas, função respiratória, refluxo, síndrome de ovário policístico, entre outras. É preciso, entretanto, seguir protocolos de pré e pós-operatório e acompanhamento médico de perto para o sucesso no tratamento8.

 

Referências

1 - Pinheiro ARO, Freitas SFT, Corso ACT. Uma abordagem epidemiológica da obesidade. Revista de Nutrição. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script= sci_arttext & pid=S1415-52732004000400012. Acesso em 27/01/2021.

 

2 - Centers for Disease Control and Prevention. Adult Obesity - Causes & Consequences. Overweight & Obesity. Disponível em: https://www.cdc.gov/obesity/adult/causes.html Acesso em 14/10/2021.

 

3 - Rezende LFM, Arnold M, Rabacow FM et al. The increasing burden of cancer attributable to high body mass index in Brazil. Cancer Epidemiology. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1877782118300900 Acesso em 27/01/2021.

 

4 - Organização Pan Americana da Saúde (OPAS). Doenças Transmissíveis e Não-Transmissíveis - Câncer. Disponível em: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=393:cancer&Itemid=463 Acesso em 27/01/2021.

 

5 - 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Obesidade. Sociedade Brasileira de Endocrinologia. Disponível em: https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-obesidade/. Acesso em 26/01/2021.

 

6 - Barbieri AF, Mello RA. As causas da obesidade: uma análise sob a perspectiva materialista histórica. Conexões - Educação Física, Esporte e Saúde. Unicamp. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8637693. Acesso em 27/01/2021.

 

7 - Dalcastagné G, Ranucci JMA, Nascimento MA et al. Influência dos pais no estilo de vida dos filhos e sua relação com a obesidade infantil. RBONE - Revista Brasileira De Obesidade, Nutrição E Emagrecimento. Disponível em: http://www.rbone.com.br/index.php/rbone/article/view/67. Acesso em 27/01/2021.

 

8 - Diretrizes Brasileiras de Obesidade. 4ª edição. Abeso. Disponível em: https://abeso.org.br/wp-content/uploads/2019/12/Diretrizes-Download-Diretrizes-Brasileiras-de-Obesidade-2016.pdf. Acessado em 27/01/2021.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/38469-sinal-de-alerta-a-obesidade-esta-ligada-a-diversas-doencas-entenda?utm_source=news_mv&utm_medium=email_comercial&utm_campaign=medicaldevices-informe2 - Escrito por Hellen Cerqueira - Redação Minha Vida


Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.

Gálatas 5:22-23


quarta-feira, 6 de abril de 2022

6 alimentos ricos em gorduras que você poderia comer mais


Alimentos ricos em gorduras boas ajudam na prevenção de doenças e são fontes de energia

 

Há um ditado popular que diz que nem tudo é o que parece. Ao ouvirmos a palavra gordura, certamente a associamos a algo ruim e desagradável. Mas não é bem assim. A gordura é um nutriente essencial para o nosso corpo, pois funciona como uma reserva de energia e previne doenças. O que precisamos saber é: quais são as consideradas boas e em quais alimentos encontrá-las.

 

A gordura contém componentes nutricionais importantes, como minerais, ferro e proteínas. Em linhas gerais, está dividida em três grupos: gordura saturada, gordura insaturada e gordura trans, e cada uma tem suas respectivas divisões. As insaturadas, por exemplo, incluem ácidos graxos mono e poliinsaturados, que possuem boa qualidade nutricional. O mesmo vale para a trans, desde que seja de origem natural - as artificiais, aquelas usadas em frituras, bolachas e salgadinhos, devem ser evitadas.

 

Os alimentos ricos em gordura boa são encontrados principalmente em grãos, sementes, lácteos e carnes. Entre as gorduras mais saudáveis conhecidas estão o ômega 3, presente nos peixes, e as provenientes de óleos vegetais, importantes para o controle dos níveis de triglicérides e colesterol.

 

Desmistificados alguns mitos sobre a gordura, o próximo passo é identificar em quais alimentos esse nutriente está presente. Lembrando, é claro, que o consumo deve ser moderado e balanceado com outras fontes de nutrientes. A seguir, uma breve lista de alimentos com gorduras que valem a pena para o nosso corpo.

 

Abacate: É um dos alimentos mais ricos em gordura boa. A quantidade ideal de consumo é de até meia fruta por dia

Ovos: Além de gordura, são fontes de proteína. Ingeri-los no café da manhã traz saciedade por mais tempo

Amêndoas: Ricas em gordura mono e poliinsaturada. O teor calórico é alto, portanto, consumir com parcimônia

Castanha-do-pará: Apesar de elevado teor calórico, é rica em proteína. Uma unidade por dia ajuda na prevenção do câncer e a retarda o envelhecimento das nossas células

Peixes: Atum, sardinha, salmão têm a famosa gordura ômega 3. Ela ajuda no combate ao estresse, auxilia na concentração e melhor saúde do coração. O consumo ideal é de duas vezes por semana

Azeite de oliva: Uma colher de sopa contém cerca de 10 gramas de gorduras boas. Por ser calórico, deve ser consumido com moderação.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/alimentacao/listas/32829-6-alimentos-ricos-em-gorduras-que-voce-poderia-comer-mais?utm_source=news_mv&utm_medium=AL&utm_campaign=9640083 - Escrito por Durval Ribas


Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.

Efésios 6:11


terça-feira, 5 de abril de 2022

Escovar os dentes antes ou depois do café da manhã?


Existem motivos para escovar os dentes antes de comer, e um cuidado importante se preferir escovar depois

 

No Brasil, a cultura de escovar os dentes surpreende pessoas de outras partes do mundo. O brasileiro escova mais os dentes do que povos de outras culturas, assim como é reconhecido em outros países pelo hábito de tomar banho todos os dias, mesmo no inverno, e às vezes até dois banhos no mesmo dia.

 

Mas, mesmo tendo essa fama de povo bastante higiênico, muitos brasileiros ainda se perguntam se é melhor escovar os dentes antes ou depois do café da manhã. A questão é pertinente, pois nos preocupamos com dois fatores: ir para a mesa de café da manhã com hálito fresco ou ir para o trabalho com os dentes bem limpos: o que é mais importante?

 

Escovar os dentes antes do café faz sentido

Existem benefícios em escovar os dentes tanto antes quanto depois do café da manhã. Mas, os benefícios são maiores se você optar por escovar antes do café.

 

Pois é, pode parecer sem sentido, já que você escovou antes de ir dormir e os dentes continuam limpos pela manhã. Mas, não é bem assim.

 

Durante o sono, as bactérias que vivem na boca se multiplicam, causando o mau hálito matinal. Além disso, a presença elevada dos microrganismos na região deixa os dentes mais vulneráveis para receber os alimentos.

 

Então, ao escovar os dentes antes de comer, você elimina as placas bacterianas e reveste o esmalte do dente com uma camada protetora para enfrentar os resíduos ácidos da alimentação.

 

Se preferir escovar depois, tome este cuidado

Você pode optar por escovar os dentes só depois de comer, já que pode achar desagradável escovar logo ao acordar. Mas, nesse caso, o indicado é esperar entre 30 minutos e 1 hora entre  café da manhã e a escovação.

 

Como o ácido da comida pode temporariamente enfraquecer o esmalte, escovar imediatamente depois da alimentação é algo não recomendado pelos especialistas.

 

Apesar de a escovação eliminar os resíduos dos dentes, também espalhará determinadas bactérias que ainda estão pela boca. Além do mais, as cerdas da escova podem agredir o esmalte que está vulnerável, correndo o risco de provocar uma erosão dentária.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/escovar-os-dentes-cafe-da-manha/ - por Priscilla Riscarolli


O Senhor, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes.

Deuteronômio 31:8


segunda-feira, 4 de abril de 2022

Produtos de limpeza essenciais para quem tem cachorro


Alguns itens ajudam muito a manter a casa em ordem, mesmo tendo cães bagunceiros

 

Quem tem cachorro em casa sabe que eles são parte da família e trazem alegria ao lar. Mas, assim como os outros membros da família, eles fazem sujeira – alguns mais do que outros. Em todo caso, é importante ter determinados produtos de limpeza que ajudam a manter a casa em ordem, mesmo com animais, e sem prejudicar a saúde deles.

 

Álcool e pano de chão

Surgiu um xixi no piso, onde não deveria? Barro do gramado dentro de casa? Tenha álcool e um pano de chão limpo sempre preparados para uma limpeza rápida e eficaz, aproveitando para desinfetar o local. Claro, se o seu piso permitir o uso de álcool sem ser danificado.

 

Luvas de borracha e escova de limpeza

Tenha sempre estes dois itens de limpeza por perto, afinal, mesmo que seu cachorro aparente ser limpinho e esteja saudável, você nunca sabe quais micro-organismos podem ser trazidos por ele da rua para dentro do lar. Use-os quando precisar limpar algo que seu cão sujou, evitando contato direto com a sujeira.

 

Papel-toalha é vida!

Invista em papel-toalha com alto poder de absorção para economizar. O papel-toalha substitui o pano de limpeza, é descartável e bem higiênico. Por exemplo, se precisar secar um xixi no piso, não precisará ficar enxaguando, torcendo e deixar o pano de molho. Mas, não use só o papel sozinho. Tenha seu álcool ou outro desinfetante para uma limpeza completa.

 

Quais produtos de limpeza evitar?

Já falamos aqui sobre os produtos de limpeza podem causar alergia em cães e gatos e, por isso, devem ser evitados. Nem todos os pets vão ser sensíveis a certos produtos, então, cabe a você ficar de olho na reação do animal ao entrar em contato ou sentir o cheiro de produtos mais fortes.

 

Alguns não recomendados são os produtos corrosivos nos locais onde os animais têm acesso, pois pode machucar os coxins (almofadinhas das patas).

 

Além disso, nesses ambientes escolha usar produtos de limpeza naturais, com aromas bem suaves ou até neutros, e com uma composição de bases minerais para evitar o mal estar dos animais.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/produtos-de-limpeza-quem-tem-cachorro/ - por Priscilla Riscarolli


O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal.

1 Coríntios 13:4-5


domingo, 3 de abril de 2022

7 Hábitos errados que você tem com sua escova de dentes


Veja o que não fazer, e também como cuidar da higiene da sua escova do jeito certo

 

É muito bom sentir os dentes limpinhos e o hálito refrescante depois da escovação. Mas, se você conseguisse enxergar a quantidade de bactérias e outros micro-organismos que ficam grudados na escova quando você guarda ela do jeito errado, iria preferir ficar sem escovar. Veja quais hábitos errados que as pessoas fazem com a escova de dentes, e pare de fazê-los, se for o seu caso.

 

1. Deixar a escova na pia

Ao longo do dia, o banheiro recebe uma variedade enorme de germes e bactérias que ficam no ar conforme esse ambiente é usado. Se a sua escova ficar exposta na pia, esses micro-organismos vão se depositar nela.

 

2. Deixar a escova a menos de 2 metros do vaso sanitário

Você sabe que o vaso sanitário é um ambiente que acumula coliformes fecais. Logo, se a sua escova estiver muito próxima do vaso quando ele for usado, esses micro-organismos vão infectar a sua escova. E é muito pior quando alguém na casa tem o hábito de dar a descarga com a tampa do vaso levantada.

 

3. Secar a escova com a toalha

Pode parecer higiênico dar uma secadinha nas cerdas da escova para evitar que a umidade faça proliferarem germes, bactérias e fungos. Acontece que a toalha também tem esses micro-organismos, então a quantidade deles na escova só vai aumentar.

 

4. Não tirar o excesso de água ou a espuma da escova

Não é para secar a escova na toalha, mas é para enxaguá-la depois de escovar os dentes, e finalizar dando batidinhas com o cabo dela na pia para sair o excesso de água. Já é o suficiente.

 

5. Guardar a escova na capinha de plástico

A capinha de plástico impede que o ar circule por entre as cerdas da escova, mantendo sua umidade. Além de criar um ambiente úmido e quente perfeito para os micro-organismos, sua escova vai ficar com cheiro de mofo.

 

6. Deixar todas as escovas da família no mesmo potinho

Se uma pessoa da família estiver com problema nos dentes ou uma doença viral, e as escovas de todos ficarem juntinhas no mesmo potinho, todas serão infectadas.

 

7. Usar a mesma escova por muitos meses

O prazo de validade de uma escova de dentes é de 3 meses, na média. Mesmo se você mantém bons hábitos de higiene no seu banheiro e com a sua escova, deve trocá-la por uma nova nesse tempo, pois as cerdas já estão gastas e não vão mais limpar os dentes com a mesma eficácia.

 

Como guardar e limpar a escova de dentes do jeito certo?

Então, agora que já sabe o que não fazer, é hora de ver o jeito certo de cuidar da higiene da sua escova de dentes.

 

Quando terminar de escovar os dentes, enxague a escova com água da torneira e dê batidinhas com o cabo dela na pia para retirar todo o excesso de água.

 

Depois, coloque-a dentro de um potinho individual que fique guardado dentro de um armarinho arejado e bem limpo.

 

Uma vez por semana mergulhe a cabeça da escova em um copo com antisséptico bucal por 10 minutos para desinfetá-la.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/habitos-errados-escova-de-dentes/ - por Priscilla Riscarolli - Pinterest


Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo.

Gálatas 3:26-27