domingo, 26 de outubro de 2025

5 hábitos que prejudicam sua visão e você nem sabe


Oftalmologista alerta para hábitos comuns do dia a dia que colocam a saúde da visão em risco. Alguns sintomas podem ser um sinal de atenção

 

"Nossos olhos são ferramentas valiosas que nos permitem navegar e experimentar o mundo. No entanto, muitos de nós involuntariamente adotamos hábitos que podem corroer gradualmente a nossa visão ao longo do tempo. Portanto, é crucial reconhecer esses comportamentos prejudiciais e tomar medidas para preservar a saúde ocular", destaca o  Dr. Elmer Salviano, médico oftalmologista do Hospital de Olhos de Cuiabá (HOC).

 

5 maus hábitos para a saúde ocular

Pensando nisso, o especialista separou alguns maus hábitos que fazemos com frequência, muitas vezes sem perceber, e que prejudicam nossa visão. Confira:

 

1. Passar muito tempo na frente das telas: Na era digital de hoje, estamos colados às telas para trabalho, lazer e comunicação. No entanto, a exposição prolongada à tela pode causar cansaço visual digital, que se caracteriza por sintomas como secura, fadiga e visão turva. Para atenuar isso, faça pausas regulares, siga a regra 20-20-20 (a cada 20 minutos, olhe para algo a 6 metros de distância por 20 segundos) e garanta uma iluminação adequada.

 

2. Ignorar exames oftalmológicos regulares: Os exames oftalmológicos de rotina são essenciais para detectar precocemente problemas de visão e doenças oculares. Negligenciar esses exames pode resultar em condições não diagnosticadas que poderiam ter sido tratadas ou gerenciadas de forma eficaz.

 

3. Esfregar os olhos: Esfregar os olhos pode introduzir sujeira e bactérias, podendo causar infecções ou danos à córnea, como o ceratocone. Em vez de esfregar, experimente enxaguar com água limpa ou usar lágrimas artificiais para aliviar o desconforto.

 

4. Não dormir bem: A falta de sono pode afetar sua saúde geral, incluindo seus olhos. Isso porque a privação crônica de sono pode contribuir para cansaço visual, secura e doenças ainda mais graves, como o glaucoma. Priorize uma boa noite de descanso para manter os olhos saudáveis.

 

5. Não comer bem: Uma alimentação balanceada e rica em vitaminas e nutrientes é essencial para manter a saúde ocular. Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como vitaminas A, C e E, bem como minerais como o zinco, pode ajudar a proteger os olhos de doenças relacionadas à idade, como a degeneração macular.

 

Sinais de problemas na visão

Os problemas de visão podem se manifestar de várias maneiras. Da mesma forma, os sintomas podem variar dependendo do problema específico. O Dr. Elmer Salviano indica os principais sinais de problemas de visão. Confira:

 

Visão turva: os objetos podem parecer confusos ou fora de foco;

Visão Dupla: ver duas imagens em vez de uma;

Dificuldade de foco: dificuldade em ajustar o foco entre objetos próximos e distantes;

Dor ou desconforto ocular: incluindo coceira, queimação ou sensação de areia;

Lacrimejamento excessivo ou olhos secos: um desequilíbrio na produção de lágrimas;

Sensibilidade à Luz: aumento da sensibilidade à luz (fotofobia);

Halos ou brilho: ver círculos ou explosões de estrelas ao redor das luzes;

Visão noturna reduzida: dificuldade de enxergar em condições de pouca luz;

Perda de visão periférica: diminuição da visão lateral ou periférica;

Flutuadores e Flashes: a percepção de manchas, pontos ou flashes de luz em seu campo de visão;

Alterações na visão das cores: dificuldade em distinguir entre certas cores ou perda de percepção das cores;

Fadiga ocular: sensação de cansaço ou tensão após ler ou usar telas por longos períodos;

Apertar os olhos: tentar tornar os objetos mais claros estreitando as pálpebras;

Dificuldade para enxergar de perto ou à distância: pode indicar a necessidade de óculos de leitura ou lentes corretivas.

 

O oftalmologista destaca que mudanças graduais são muito comuns. Isto é, os problemas de visão podem desenvolver-se lentamente ao longo do tempo. Por isso, exames oftalmológicos regulares são importantes para a detecção precoce.

 

"Se você sentir algum desses sinais ou sintomas, é crucial consultar um oftalmologista para um exame oftalmológico completo. O diagnóstico oportuno e o tratamento adequado podem ajudar a controlar ou corrigir muitos problemas de visão e prevenir uma maior deterioração", destaca o médico.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/5-habitos-que-prejudicam-sua-visao-e-voce-nem-sabe,e82ff29060df2c8c7c957a7c1fb5434cdgorqi2i.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

sábado, 25 de outubro de 2025

Entenda o perigo do consumo excessivo de açúcar


A ingestão acima do ideal impacta diretamente o funcionamento do corpo e o equilíbrio metabólico

 

O Halloween não é uma tradição brasileira, mas a comemoração caiu no gosto do público — inclusive entre os adultos. Escritórios promovem festas temáticas, academias entram no clima e, em casa, é difícil resistir aos doces que sobram das brincadeiras das crianças. Chocolates, balas e sobremesas carregadas de caldas e recheios passam a circular com mais frequência, e o que parece uma diversão inofensiva pode, na verdade, trazer riscos à saúde.

 

Uma revisão publicada na revista britânica The BMJ, chamada "Dietary sugar consumption and health: umbrella review", mostrou que o consumo excessivo de açúcar está associado a 45 efeitos negativos no organismo, entre eles obesidade, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, depressão e envelhecimento precoce.

 

Embora o açúcar tenha um papel cultural e emocional importante, presente em comemorações, recompensas e até no afeto, a ciência vem reforçando que o consumo acima do ideal impacta diretamente o funcionamento do corpo e o equilíbrio metabólico.

 

Riscos do açúcar para os sistemas do organismo

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a recomendação é limitar o consumo de "açúcares livres" a menos de 25 gramas por dia, o equivalente a seis colheres de chá. No entanto, boa parte da população ultrapassa facilmente essa quantidade já no café da manhã.

 

O médico Danilo Almeida, pós-graduado em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e em Metabolômica pela Academia Brasileira de Medicina Funcional Integrativa, explica que o açúcar em excesso interfere em praticamente todos os sistemas do organismo.

 

"O corpo humano não foi projetado para lidar com o volume de açúcar presente na alimentação moderna. Esse consumo contínuo causa picos de glicose e insulina, aumenta a inflamação, desregula hormônios e acelera o envelhecimento celular", afirma.

 

Impacto do açúcar no metabolismo

O açúcar é uma fonte rápida de energia, mas, quando ingerido em excesso, o que o corpo não usa é transformado em gordura e armazenado, especialmente na região abdominal. Isso contribui para a resistência à insulina, quadro em que o organismo perde a capacidade de usar a glicose de forma eficiente. "Esse é o primeiro passo para o desenvolvimento de diabetes tipo 2, hipertensão e dislipidemia", explica o médico.

 

Além do impacto metabólico, o açúcar também afeta o cérebro. Seu consumo em excesso estimula a liberação de dopamina, neurotransmissor associado à sensação de prazer, o que explica o comportamento compulsivo. "O açúcar ativa os mesmos circuitos cerebrais de recompensa que algumas drogas. Por isso, quanto mais a pessoa consome, mais sente necessidade de consumir de novo", destaca Danilo Almeida.

 

Fontes escondidas de açúcar

O açúcar não está apenas em sobremesas e refrigerantes. Ele aparece, muitas vezes disfarçado, em alimentos considerados "salgados" ou "saudáveis". Pães de forma, molhos prontos, iogurtes, cereais matinais e até produtos light e zero podem conter grandes quantidades de açúcares adicionados. "O consumidor precisa ler o rótulo. Ingredientes como xarope de glicose, maltodextrina, dextrose e frutose são diferentes nomes para o mesmo açúcar", alerta o médico.

 

Segundo ele, mesmo os sucos de fruta industrializados e as bebidas à base de plantas podem conter grandes quantidades de açúcares livres, já que a estrutura da fruta é rompida e a fibra, responsável por retardar a absorção da glicose, é perdida.

 

O consumo excessivo de açúcar afeta o organismo de diversas formas, inclusive impactando o equilíbrio hormonal, a imunidade e a saúde mental

 

Consequências silenciosas

A ingestão excessiva de açúcar também pode influenciar o equilíbrio hormonal, a imunidade e a saúde mental. "O excesso de glicose circulante aumenta o estresse oxidativo e a inflamação sistêmica. Com o tempo, isso prejudica a função das mitocôndrias (as 'usinas de energia' das células) e reduz a capacidade de regeneração do organismo", explica Danilo Almeida.

 

A longo prazo, esse desequilíbrio contribui para fadiga constante, dificuldade de concentração, aumento da gordura visceral e maior risco de doenças crônicas. Em homens, pode até reduzir os níveis de testosterona; em mulheres, agrava desequilíbrios hormonais ligados à síndrome dos ovários policísticos (SOP).

 

Como reduzir o consumo sem abrir mão do sabor

Para equilibrar o paladar, o médico recomenda substituir os açúcares simples por fontes naturais e alimentos integrais, ricos em fibras e nutrientes. "As fibras desaceleram a absorção da glicose e evitam os picos de insulina. Além disso, o consumo de gorduras boas e proteínas em todas as refeições ajuda a controlar o apetite e reduzir a vontade de comer doce", orienta.

 

Boas estratégias incluem:

 

Trocar refrigerantes e sucos industrializados por água com limão ou frutas frescas;

Priorizar frutas inteiras em vez de sucos;

Cozinhar e adoçar em casa, usando menos açúcar;

Ler os rótulos e identificar os nomes escondidos do açúcar;

Evitar sobremesas após todas as refeições, reservando-as para ocasiões especiais.

Adoçar menos é um hábito treinável

 

O paladar é adaptável e, com o tempo, o organismo aprende a apreciar sabores menos intensos. "Depois de algumas semanas reduzindo o açúcar, o cérebro reconfigura a percepção do doce. Aquilo que antes parecia 'sem graça' passa a ter sabor suficiente", explica o médico.

 

Ele lembra ainda que a qualidade do sono e o manejo do estresse influenciam o desejo por doces. "Pessoas cansadas e ansiosas tendem a buscar açúcar como compensação emocional. Por isso, cuidar da mente também é uma forma de cuidar do metabolismo", afirma. 

 

Para Danilo Almeida, não há problema em comer um doce de vez em quando. "O perigo está na rotina, no açúcar que aparece todos os dias, em pequenas doses, sem que a gente perceba", finaliza.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/entenda-o-perigo-do-consumo-excessivo-de-acucar,1ae7b23f5d3d4275e74e32ac7b6bfe7dqco6xpch.html?utm_source=clipboard - Por Paula de Paula - Foto: Fascinadora | Shutterstock / Portal EdiCase

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

12 nutrientes que ajudam a proteger a pele do sol


Especialistas listam alimentos que auxiliam na proteção contra os efeitos da exposição solar

 

Durante os meses de maior incidência solar, é comum se falar sobre o uso do protetor, chapéus e roupas adequadas, mas a proteção também passa pelo prato. Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de pele é o tipo mais comum em todo o planeta, correspondendo a cerca de um terço dos diagnósticos. E, nesse cenário, além da proteção tópica, a ciência mostra que nutrientes específicos podem ajudar a proteger a pele do sol, reduzindo os impactos da radiação ultravioleta.

 

"A fotoproteção é multifatorial. Não se trata apenas de passar protetor solar, mas também de fortalecer o organismo de dentro para fora. Nutrientes antioxidantes ajudam a neutralizar os radicais livres gerados pela exposição solar, prevenindo manchas, rugas e até alguns danos celulares mais profundos", explica a dermatologista Dra. Lorena, da Afya Ribeirão Preto.

 

Para a nutróloga Marcela Reges, da Afya Brasília, o segredo está na constância e na escolha de alimentos variados. Segundo ela, embora muitos apostem em suplementos, a verdadeira proteção está na mesa.

 

"A base para uma pele saudável e protegida sempre será a alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes, boas fontes de proteínas e gorduras. Cápsulas não substituem a nutrição natural que vem dos alimentos, elas podem complementar, mas nunca ocupar o lugar da comida de verdade", explica a médica.

 

12 nutrientes para manter a pele saudável em períodos de sol

As médicas destacam os principais nutrientes que são essenciais para fortalecer a proteção natural da pele e mantê-la saudável nos períodos de maior incidência solar. A maioria desses componentes ajuda a prevenir os danos causados pelos raios UV, contribui para a regeneração celular e promove uma aparência mais firme e luminosa. Confira a seguir:

 

1. Vitamina C

Presente em frutas cítricas, este nutriente auxilia na produção de colágeno e possui forte ação antioxidante.

 

2. Vitamina E

Encontrada em oleaginosas (castanhas, amêndoas), sementes e azeite de oliva. Protege as membranas celulares contra danos oxidativos.

 

3. Licopeno

Nutriente presente no tomate, melancia e goiaba. Tem efeito fotoprotetor, ajudando a reduzir a vermelhidão após a exposição solar.

 

4. Betacaroteno

Abundante em cenoura, abóbora e manga. Contribui para a pigmentação da pele e aumenta a resistência contra os raios UV.

 

5. Polifenóis

Encontrados no chá verde, cacau e nas frutas vermelhas, combatem processos inflamatórios e reduzem os danos oxidativos causados pelo sol.

 

6. Ômega 3

Presente em peixes de água fria (salmão, sardinha), linhaça e chia. Ajuda na integridade da barreira cutânea, prevenindo inflamações e ressecamento.

 

7. Selênio

Potente antioxidante que atua em enzimas de defesa celular (glutationa peroxidase). Contribui para a redução de danos causados por radicais livres.

 

8. Astaxantina

Carotenoide com forte ação antioxidante e anti-inflamatória. Possui efeito protetor contra fotoenvelhecimento, contra rugas e manchas.

 

9. Polypodium leucotomos

Extrato de samambaia tropical com ação antioxidante e imunomoduladora, adjuvante na fotoproteção.

 

10. Luteína: carotenoide

Encontrado em vegetais verdes e ovos, protege a pele e também os olhos contra a luz visível e a radiação azul.

 

11. Nicotinamida (vitamina B3)

Atua na reparação do DNA celular, reduz o risco de queratoses actínicas e até de câncer de pele não melanoma em grupos de risco.

 

12. Picnogenol (extrato do pinheiro marítimo francês)

Rico em polifenóis, melhora a microcirculação, aumenta a elasticidade da pele e auxilia na proteção contra radiação UV.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/12-nutrientes-que-ajudam-a-proteger-a-pele-do-sol,c8d6398ff61c33aaab6f9312a8c9cf0193glecnw.html?utm_source=clipboard - Por Beatriz Felício - Foto: Daniel Vidal T | Shutterstock / Portal EdiCase

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Tem Pressão Alta? 5 alimentos perigosos para hipertensos


A alimentação pode tanto melhorar, quanto piorar a condição, alerta o cardiologista Dr. Roberto Yano

 

A hipertensão arterial é um dos problemas de saúde mais comuns no Brasil, atingindo cerca de um em cada quatro adultos. Apesar do tratamento médico ser essencial, o cuidado diário com a alimentação também é decisivo.

 

De acordo com o cardiologista Dr. Roberto Yano, o que vai ao prato pode ser tanto aliado quanto inimigo da saúde cardiovascular.

 

"Uma dieta equilibrada ajuda a controlar a pressão, mas determinados alimentos funcionam como gatilhos para o aumento da hipertensão e precisam ser evitados ou consumidos com muita moderação", explica o especialista.

 

5 alimentos perigosos para quem tem hipertensão:

1. Embutidos

Salsicha, presunto, salame e linguiça possuem altas concentrações de sódio e conservantes que favorecem o aumento da pressão arterial;

 

2. Sal em excesso

O consumo elevado de sal de cozinha ainda é o principal vilão. A recomendação da Organização Mundial da Saúde é de, no máximo, 5 gramas por dia;

 

3. Alimentos ultraprocessados

Pratos prontos congelados, sopas instantâneas e fast food concentram sódio oculto, que muitas vezes passa despercebido pelo consumidor;

 

4. Refrigerantes e bebidas açucaradas

O excesso de açúcar contribui para obesidade e resistência insulínica, condições que agravam a hipertensão;

 

5. Café e energéticos em excesso

A cafeína em grandes quantidades pode elevar a pressão momentaneamente, sendo prejudicial para quem já apresenta diagnóstico de hipertensão.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/tem-pressao-alta-5-alimentos-perigosos-para-hipertensos,685bbd6dddb8c2ad6c93f9b68bdbec56rls1an5f.html?utm_source=clipboard  - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia


quarta-feira, 22 de outubro de 2025

6 motivos importantes para manter as vacinas em dia


A imunização é uma das formas mais eficazes de proteger a si e à comunidade de diversas doenças

 

O Dia Nacional da Vacinação, celebrado em 17 de outubro, reforça a importância das vacinas para a saúde individual e coletiva, destacando seu papel essencial na prevenção, controle e até erradicação de diversas doenças. A data serve como um lembrete de que a imunização é uma das formas mais eficazes de proteger a si e à comunidade, evitando surtos e reduzindo a circulação de vírus e bactérias.

 

Manter o calendário vacinal em dia é uma atitude de responsabilidade com a própria saúde e com o bem-estar de todos. No entanto, dados do Anuário VacinaBR 2025, elaborado pelo Instituto Questão de Ciência (IQC), mostram que vacinas que exigem múltiplas doses, como a tríplice viral, apresentam altas taxas de evasão entre a primeira e a segunda aplicação, ultrapassando 50% em alguns estados.

 

Abaixo, a alergista e imunologista Brianna Nicoletti lista motivos importantes para manter as vacinas em dia. Confira!

 

1. Vacinação é para todas as idades

Segundo Brianna Nicoletti, o cuidado com a imunização deve acompanhar todas as fases da vida — da infância à terceira idade. "Muitas pessoas acreditam que a vacinação é importante apenas para crianças, mas ela é necessária em todas as idades. Manter as vacinas em dia protege contra doenças graves, reduz complicações e ainda ajuda a controlar a circulação de vírus e bactérias na comunidade", afirma.

 

2. A imunidade coletiva protege quem não pode ser vacinado

A especialista ressalta que se vacinar é um ato de responsabilidade social, que ajuda a proteger os mais vulneráveis. "Quando uma parcela significativa da população está imunizada, aqueles que não podem ser vacinados, como pessoas imunodeprimidas ou bebês muito pequenos, também ficam protegidos", explica.

 

3. Reforços e doses adicionais são essenciais

Além das vacinas da infância, é importante manter o calendário atualizado ao longo da vida, com doses de reforço que garantem a proteção contínua. "Algumas vacinas exigem reforço ao longo da vida para garantir proteção completa. O acompanhamento com o médico é fundamental para não deixar lacunas na imunização", alerta Brianna Nicoletti.

 

4. Vacinas são seguras e eficazes

A imunologista reforça que a vacinação é um ato seguro, baseado em décadas de pesquisa e evidências científicas. "Todos os imunizantes aprovados passam por rigorosos testes de eficácia e segurança antes de serem disponibilizados. Os efeitos colaterais são geralmente leves e temporários, muito menores que os riscos das doenças que previnem", destaca.

 

5. Manter a vacinação em dia é um ato de cuidado

Cada dose aplicada protege o próprio indivíduo e contribui para a saúde coletiva. "Cada dose aplicada é uma proteção para você e um passo para uma comunidade mais saudável", afirma a especialista.

 

6. Consulte sempre seu médico

O acompanhamento profissional garante que o calendário vacinal esteja completo e adequado às necessidades individuais de cada membro da família, garantindo proteção contínua e eficaz.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-motivos-importantes-para-manter-as-vacinas-em-dia,87fed7c231147e11fde6188813a0a7e2zoydjl9b.html?utm_source=clipboard - Por Sarah Monteiro - Foto: Gorodenkoff | Shutterstock / Portal EdiCase