quinta-feira, 21 de junho de 2018

As melhores maneiras de combater as rugas


Os vincos na testa, nos olhos e na boca começaram a aparecer? Ou deseja evitá-los? Veja as substâncias e os tratamentos que ajudam nessa empreitada

Você costuma fazer caras e bocas ao se expressar? Pois é esperado que marquinhas se formem na pele em decorrência disso – testa, boca e olhos estão entre as áreas mais acometidas. “São as primeiras rugas que aparecem”, informa Adriana Vilarinho, dermatologista da capital paulista. Mas há uma segunda versão, chamada de ruga estática, que está ligada ao envelhecimento e a fatores como menor presença de colágeno no corpo e falta de hidratação.

“A indicação do tratamento depende dos tipos de ruga e pele. Cada caso é único”, avisa a dermato. Segundo Patrícia Mafra, da clínica Volpi, uma coisa é certa: para vincos já instalados, só cremes não fazem milagre.

Os melhores ativos
Alfa-hidroxiácidos
A cosmetóloga Vânia Leite, professora da Universidade Federal de São Paulo e presidente da Associação Brasileira de Cosmetologia, informa que, em geral, os ácidos têm ação esfoliante e estimuladora de colágeno. Embora essa família seja considerada mais suave, a pele fica sensível – porque há remoção de células mortas. Então, não dá para dispensar o filtro solar.

Retinol
É um derivado de ácido retinoico (este, só sob prescrição), mas menos agressivo. “Auxilia na fabricação de colágeno novo, além de evitar a destruição daquele que já temos”, esclarece o farmacêutico Maurício Pupo, diretor de pesquisa da Ada Tina Italy.

Vitamina C
“Também é ótima produtora de colágeno”, diz Vânia. A tecnologia permite que a molécula, facilmente oxidável, fique estável nos cremes.

Procedimentos de sucesso
Laser
Hoje há opções high tech. Um exemplo é o laser de diodo, que não exige óculos de proteção. “Daí conseguimos chegar bem pertinho das pálpebras superior e inferior”, comenta Mônica Aribi, dermatologista de São Paulo. Ela garante que os resultados ficam excelentes ao redor da boca.

Toxina botulínica
“É o tratamento padrão-ouro para rugas de expressão”, declara a dermatologista Denise Steiner, professora da Universidade de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. A função do popular botox é neutralizar a acetilcolina, elemento envolvido na contração muscular.

Preenchimento
Uma das substâncias mais usadas nesse procedimento é o ácido hialurônico. Isso porque ele é capaz de atrair e reter a água, dando um aspecto mais uniforme à pele.

A hora certa do botox
Há um papo de que o ideal é aplicar antes de as rugas surgirem. Será? “Faz todo o sentido”, opina Patrícia Mafra. “Assim é possível relaxar os músculos para que as rugas nem se formem”, justifica. O correto, segundo a médica, seria verificar a necessidade de aplicação lá pelos 30 anos. Mas, de novo: o tratamento é válido contra as rugas de expressão, e não as estáticas. É que o botox impede que o indivíduo realize justamente os movimentos musculares que contribuem para o aparecimento dos vincos. Depois que eles marcam a pele pra valer, o procedimento até ajuda, mas nem tanto.

Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/as-melhoras-maneiras-de-combater-as-rugas/ - Por Thaís Manarini - Foto: Betsie Van der Meer, Getty Images/SAÚDE é Vital

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Inclua no cardápio 10 alimentos que te deixam mais feliz


Mel, abacate e banana fazem parte da turma que aumentam a sensação de bem-estar

Não tem quem não seja tomado por uma sensação reconfortante depois de fazer uma deliciosa refeição. E se no cardápio tiver um docinho de brinde, a vida fica melhor ainda. "Isso por que independente do alimento que consumimos, comer provoca uma confortável sensação de bem-estar já que suprimos as necessidades físicas do nosso organismo. Mas ainda há a turma de alimentos que potencializam esta reação, já que levam em sua composição, substâncias que aumentam a liberação da serotonina, hormônio neurotransmissor responsável pela sensação de prazer", explica a nutricionista e bioquímica Lucyanna Kalluf.

A seguir, a especialista sugere 10 alimentos que são obrigatórios para um prato e dias mais alegres. Confira:

Mel
O alimento é um carboidrato fonte de triptofano, com ação calmante que induz a uma sensação de bem estar melhorando a função da serotonina no cérebro. O mel tem uma função importante como regenerador da microflora intestinal, quando combinado aos lactobacilos presentes no intestino. Sabe-se que mais de 90% da serotonina é produzida no intestino, portanto o mel ajuda a manter a integridade intestinal colaborando com uma melhor regulação neuro-endócrina, com mais serotonina e mais disposição e sensação de prazer.

Banana
A fruta é um carboidrato rico no aminoácido triptofano ( cada 100g da banana contém em média 18mg de triptofano). Acontece que este aminoácido é uma substância precursora da serotonina. "Sem serotonina, o organismo fica suscetível a males como depressão, irritabilidade, insônia, ansiedade, mal humor e hiperfagia (aumento exagerado da fome)", explica Lucyanna Kalluf. A serotonina também é considerada como sendo uma substância anorexígena, diminuindo a compulsividade e a fome.

Abacate
Esta fruta rica em ácido fólico, vitamina B3 ( niacinamida) e potássio. O abacate também tem mais proteína que qualquer outra fruta, cerca de 2 g para cada porção de 110 g. Possui, ainda, quantidades úteis de ferro, magnésio e vitaminas C, E e B6. A niacinamida ( Vitamina B3) tem ação específica sobre o sistema nervoso central, colaborando com a manutenção de hormônios que regulam as substâncias químicas do cérebro e garante efeito relaxante. Esta vitamina tem ação conjunta com o ácido fólico, que atua como coenzima de diversos neurotransmissores do bom humor. Dica: fique atento ao valor calórico da fruta: cada 110 g contém cerca de 200 calorias.

Nozes
Esta oleaginosas possui vitamina B1 (tiamina), que ajuda a converter glicose em energia. Também imita a acetilcolina, neurotrasmissor que possui um papel nas funções cerebrais relacionadas com memória e cognição. Também carrega o Inositol (fosfatidilinositol), substância reconhecida como parte do complexo B, que é necessário para o correto funcionamento dos neurotransmissores serotonina e acetilcolina.

Ômega 3
Os peixes de água fria (salmão, atum, cavalinha) são considerados excelentes fontes de ômega 3 , um ácido graxo com efeito protetor sobre os neurônios. A relação de consumo desse ácido graxo e a felicidade, está no aumento na produção dos receptores de neurotransmissores como: a serotonina, a dopamina e a noradrenalina que protegem o cérebro e o sistema nervoso central dos radicais livres, substâncias responsáveis pelo envelhecimento celular.

Canela
Rica em polifenóis e antioxidantes, esta especiaria melhora a atividade da insulina, ajuda a estabilizar os níveis de açúcar no sangue e reduz a compulsão por carboidratos e doces. Assim, colabora para evitar o sobrepeso e o acúmulo de gorduras na região abdominal e mantém a produção de serotonina em equilíbrio.

Lentilha
É fonte de proteínas vegetais e cálcio, contribuindo significativamente para a regulação da flora intestinal. O equilíbrio do cálcio e magnésio no organismo atua no metabolismo cerebral e na produção de neurotransmissores, como serotonina e dopamina, responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar.

Chá verde
A bebida afasta os riscos do estresse oxidativo, que é a deficiência de substâncias antioxidantes no organismo, trazendo como consequências doenças como a obesidade e até depressão. O chá verde é rico em polifenóis, nutrientes antioxidantes que atacam os radicais livres das células cerebrais, mantendo a sua atividade neuroprotetora, diminuindo a probabilidade de inflamação cerebral e favorecendo sensação de bem-estar.

Tofu
 o queijo à base de soja. Com muitos nutrientes, o tofu tem o dobro de proteínas do feijão e 45% menos calorias que o queijo minas. Importante fonte de magnésio mineral que atua na regulação do metabolismo cerebral e participa da metabolização de alguns aminoácidos. "A deficiência de magnésio resulta em fadiga e deficiência de enzimas envolvidas na produção de energia", explica Lucyanna Kalluf. Meia xícara de tofu tem em média 110mg desse mineral.

Gérmen de trigo
É a parte mais nobre do trigo, que quando é refinado perde esta propriedade, e uma excelente fonte de todo aporte vitamínico do complexo B, atuando como calmante natural que diminui a irritabilidade e o nervosimo. Tem inositol, presente nas membranas celulares como fosfatidilinositol, que é necessário para o correto funcionamento dos neurotransmissores serotonina e acetilcolina. "Também carrega o ácido pantotênico, a vitamina B5 ou vitamina anti-estresse que atua na síntese da acetilcolina, conferindo melhor adequação dos impulsos nervosos e das funções cerebrais", aponta a nutricionista.


terça-feira, 19 de junho de 2018

Os 8 grandes inimigos da pele


Conheça os fatores capazes de acelerar o envelhecimento cutâneo e aprenda a se proteger deles

Nas últimas sete décadas, a expectativa de vida dos brasileiros subiu mais de 30 anos. À medida que a medicina e o acesso a uma saúde de qualidade avançam, é natural que o nosso corpo tenha melhores condições de seguir firme e forte. E isso vale tanto por dentro como por fora. “As pessoas querem envelhecer bem, o que, claro, inclui cuidar da aparência e da pele“, nota a dermatologista Adriana Vilarinho, da capital paulista.

E não vá pensando que o efeito desse cuidado se restringe a sorrisos na frente do espelho. Em uma pesquisa recente, a dermatologista Denise Steiner, professora da Universidade de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, pediu a 100 mulheres que completassem um questionário sobre qualidade de vida antes de se submeter a um tratamento estético. Depois da intervenção, as voluntárias repetiram a avaliação. “O procedimento aumentou a autoestima e levou a respostas mais positivas em relação ao dia a dia”, conta a médica.

Não é à toa que hoje há um verdadeiro arsenal de produtos e recursos tecnológicos voltados a atenuar as marcas do tempo. Agora, antes de investir nesses recursos, é importante saber que alguns fatores atuam contra a saúde da pele. Ou seja, para garantir uma cútis bacana mesmo, controlá-los faz parte do pacote de cuidados básicos. Vamos conhecer esses inimigos?

1- Sol
Quem abusa dele paga o preço. “Os raios solares danificam as fibras de colágeno, destroem paredes de vasos, alteram a pigmentação…”, diz o médico Adriano Loyola, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Tem que passar protetor. O filtro deve ser aplicado a cada duas horas, em média. Utilize o equivalente a uma colher de chá.

2- Poluição
Gera um boom de radicais livres, moléculas que lesam as células. Segundo Luciana Samorano, dermatologista da Universidade de São Paulo (USP), o jeito é limpar bem e usar produtos com antioxidantes, como resveratrol e vitaminas C e E.

3- Excesso de açúcar
Alimentos que elevam a glicemia induzem o processo de glicação. “E ele interfere na renovação celular e na produção de colágeno na pele”, descreve Loyola. Logo, uma dieta equilibrada faz parte da receita para ter uma pele bacana.

4- Cigarro
“A nicotina atrapalha a produção natural de colágeno e danifica o DNA das células”, cita o médico da SBD. Fora que o biquinho feito ao fumar causa linhas ao redor da boca. Inevitável falar que o melhor é parar, certo?

5- Pouco sono
Loyola frisa que o descanso inadequado desregula nossos hormônios. “E alguns deles são fundamentais para auxiliar na recuperação da pele após danos ocasionados por fatores externos”, raciocina. Hora de selar a paz com a cama. Saiba mais: 5 motivos pelos quais você está sempre cansada

6- Falta de limpeza diária
Uma higiene caprichada faz muito mais do que remover resíduos perigosos na pele. Associada à tonificação, ela prepara o rosto para receber os ativos de tratamento, como ácidos e compostos antioxidantes. Use água e sabonete próprio para sua pele.

7- Estresse
Ele também induz a produção dos temidos radicais livres, afetando o bom fornecimento de colágeno. Mais uma razão para colocar cremes antioxidantes na prateleira.

8- Luz artificial
Sabe a luz emitida por celulares, tablets e computadores? Especula-se que ela também prejudique a cútis. O protetor solar com cor é a pedida certa para barrá-la.

Fonte: https://saude.abril.com.br/bem-estar/os-8-grandes-inimigos-da-pele/ - Por Thaís Manarini - Foto: Getty Images/SAÚDE é Vital

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Alimentação pode e deve ser uma aliada da performance física


A alimentação adequada é de fundamental importância na busca pela melhora da performance física

No dia a dia do consultório de nutrólogos e nutricionistas, sempre aparecem as dúvidas sobre o tipo e a forma de alimentação que melhore os resultados musculares, energéticos e promova um sucesso competitivo. A alimentação adequada, juntamente com a prática de atividade física, é de fundamental importância na busca pela melhora da performance física.

Alimentação balanceada
Os macronutrientes presentes na dieta, carboidratos, proteínas e lipídeos, atuam de maneira conjunta para que os resultados previamente estabelecidos sejam atingidos. Para indivíduos que praticam exercícios de natureza não competitiva, uma dieta balanceada, conforme o que é recomendado para a população, em geral é suficiente para a manutenção da saúde e bom desempenho esportivo.

Para o planejamento alimentar, deve-se considerar a rotina de treino do indivíduo (intensidade e modalidade), preferências alimentares, patologias e condição econômica. O exercício, dependendo da intensidade e duração, é capaz de utilizar rapidamente os estoques de glicogênio muscular, que é uma reserva energética, podendo levar à redução rápida dessa disponibilidade e consequentemente ao cansaço.

Para manter estoques elevados de glicogênio muscular e energia durante a atividade física, a dieta deve ser rica em carboidratos no período que antecede o treino. Além disso, é importante que a refeição no pré-treino seja pobre em gorduras e fibras para facilitar o processo de digestão e não causar desconforto gástrico.

O que consumir antes do treino?
Os alimentos mais indicados para consumir antes do treino são carboidratos de baixo índice glicêmico (pão integral, cereais, aveia, batata-doce, mandioca), isto é, que fornecem energia de forma mais gradativa. Estes podem ser combinados com uma fonte de proteína, como ovos, frango, peixe, queijo ou iogurte. O ideal é se alimentar até duas horas antes de treinar, caso a refeição seja o café-da-manhã ou lanche. Se o pré-treino for uma refeição principal, o mais indicado é consumir três horas antes.

E o pós-treino?
A alimentação pós-treino tem como principal objetivo o restabelecimento das reservas hepáticas e musculares de glicose, além da otimização da recuperação muscular. Isso é possível através do consumo de proteínas de alto valor biológico (ovos, frango, atum) e de carboidratos de alto índice glicêmico (arroz branco, massas, batata, tapioca, frutas secas). O recomendado é se alimentar de trinta minutos a duas horas após o término da atividade física.

Uma alimentação para cada objetivo
Quando o objetivo é emagrecimento, o pós-treino pode ser uma refeição sólida ou líquida após 30 minutos da sessão de treino. Caso o objetivo seja ganho de massa muscular, é indicado o consumo de uma refeição líquida imediatamente após o treino. Nesta situação, é importante consultar um profissional especializado para avaliar a necessidade de suplementação.

Atualmente, já existem no mercado opções de suplementos de origem vegetal (a base de proteína de arroz e de ervilha) para o público vegano ou para aqueles que não toleram muito bem suplementos provenientes de outras fontes de proteína.

É importante incluir antioxidantes na alimentação
O exercício físico é um processo que gera estresse para o nosso organismo, favorecendo a formação de radicais livres. Dessa forma, os alimentos antioxidantes conferem proteção às nossas células. Os principais nutrientes com ação antioxidante que podem ser incluídos na dieta são: vitamina E (sementes, castanhas, gérmen de trigo); vitamina C (acerola, goiaba, kiwi, espinafre); zinco (carnes, castanhas); selênio (castanhas, grãos, carnes) e ômega 3 (sardinha, salmão, arenque).

Para além dos cuidados alimentares, é fundamental a hidratação, tanto durante cada sessão de exercício como ao longo do dia. Portanto, não se esqueça e tenha sempre uma garrafinha por perto.


domingo, 17 de junho de 2018

5 mudanças para incluir na rotina fitness e na dieta nos dias de frio


A estação com temperaturas mais baixas pede atenção no aquecimento, na escolha de suas peças fitness, na frequência da hidratação...

Não é porque o frio dá o tom da estação que você deve pisar no freio e trocar a academia pela cama quentinha. Só que para tirar melhor proveito do treino e continuar a ver bons resultados no espelho, é preciso fazer algumas adaptações na sua rotina.

1. Caprichar mais no aquecimento
No inverno, o aquecimento antes da atividade física deve ser mais caprichado, já que a tendência é a temperatura corporal estar mais baixa – ainda que o organismo trabalhe constantemente para estabilizá-la. “Assim, para minimizar os riscos de lesões, é importante fazer pelo menos cinco minutos de bicicleta ou corrida, em ritmo confortável, e, na sequência, executar lentamente alguns movimentos da atividade física que pratica para preparar os principais grupos musculares que serão colocados em ação”, ensina Pedro Gorgulho, educador físico e diretor técnico da rede de academias Biofisic.

2. Vestir roupas apropriadas
É claro que você deve proteger-se do frio, principalmente se pratica exercícios ao ar livre. Mas nada de escolher agasalhos pesados ou apertados a fim de ficar quentinha – eles prendem os movimentos e prejudicam a transpiração. Prefira vestir, por exemplo, camisetas de manga comprida, maguitos e legging de lycra ou tactel, que aquecem e facilitam a troca de calor do organismo com o ambiente.

3. Verificar a pressão arterial
Quem tem pressão alta deve conversar com seu médico para estabelecer limites da intensidade do exercício. “A tendência é que a pressão arterial aumente ainda mais no frio na tentativa de o organismo manter-se na temperatura ideal – e isso pode ser perigoso para algumas pessoas”, diz Pedro.

4. Manter a hidratação em dia
No inverno, a tendência é que suas roupas de academia fiquem menos suadas – sim, transpiramos menos! –, mesmo assim, sua garrafinha de água não deve sair de perto de você. “Continue tomando pelo menos dois litros de água diariamente para que todos os órgãos funcionem bem durante o exercício”, aconselha Pedro.

5. Driblar o mau humor
Você é daquelas que já fecham a cara quando a temperatura marca menos de 20 oC? “Nesse caso, é preciso investir ainda mais nos exercícios, uma vez que eles aumentam a produção de endorfina no pós-treino, hormônio relacionado à sensação de bem-estar”, diz Pedro.

Fonte: https://boaforma.abril.com.br/fitness/mudancas-para-incluir-na-rotina-fitness-e-na-dieta-nos-dias-de-frio/ - Por Redação BOA FORMA - iprogressman/Thinkstock/Getty Images