segunda-feira, 1 de abril de 2019

Saúde da mulher: 6 cuidados que a mantêm longe de doenças


Além de exames ginecológicos, outros hábitos e cuidados básicos impactam positivamente a saúde feminina

Qual foi a última vez que você tirou um tempo para se dedicar àquilo que realmente gosta e precisa? Com a rotina cada vez mais agitada e atarefada, acabamos deixando de lado, muitas vezes, cuidados básicos que refletem diretamente na saúde, desde um simples exame de rotina até uma boa noite de sono.

Colocar-se de lado dessa forma, abandonando hábitos que garantem mais saúde para o organismo, como um todo, pode trazer uma série de consequências no longo prazo. Estresse, doenças cardiovasculares e até infecções na região íntima são alguns exemplos.

Então, que tal dar o primeiro passo para a mudança descobrindo quais cuidados garantem uma saúde mais plena? Veja a lista abaixo com seis atitudes básicas que ajudam a manter a sua vitalidade:

Conheça seu corpo
Conectar-se ao próprio corpo te auxilia a reconhecer sinais que o organismo dá quando algo não vai bem. Mas como fazer isso? Observe-se diariamente, veja se há uma pinta nova na pele, inchaço, ponto de dor ou qualquer outra mudança. Ao reconhecer sintomas você está colaborando para o diagnóstico precoce de doenças, o que, de acordo com o Ministério da Saúde, aumenta as chances de cura.
Sem tabu e sem vergonha, realize o exame de toque nas mamas e observe a região íntima, mantendo também uma rotina de limpeza adequada, que garante que a flora esteja mais resistente e previne infecções. Para te ajudar nessa etapa, você pode contar com Protex Íntimo, sabonete líquido com o exclusivo ácido láctico, fundamental para manter o equilíbrio dessa parte do corpo.
O produto pode ser usado diariamente, inclusive durante a menstruação e a gravidez, quando o corpo sofre com alterações hormonais que podem desequilibrar a flora vaginal. Protex Íntimo conta com opções de tamanhos diferentes, que garantem mais praticidade no dia a dia.

Vá ao médico
Com o passar dos anos e a chegada da puberdade, as consultas médicas se tornam ainda mais necessárias para as mulheres. É a partir desse período que o clínico geral e, principalmente, o ginecologista passam a marcar presença na vida delas - isso porque os profissionais são os mais indicados para pedir exames preventivos e detectar doenças, como o câncer de colo do útero e de mama.
A frequência de visitas será determinada pelo próprio especialista, mas é fundamental não descuidar e deixar de ir, uma vez que o acompanhamento correto garante mais saúde e qualidade de vida. Também não tenha vergonha de compartilhar dúvidas e descobertas sobre o seu corpo com o médico, já que ele precisa desse retorno para conseguir prestar o atendimento completo e identificar algum tipo de problema.
Antes da consulta, faça uma lista de sintomas que você está sentindo para facilitar a conversa com o especialista. Não se preocupe, é comum que durante as consultas o médico avalie alguma reclamação com um exame de toque e solicite outros, como papanicolau, mamografia, hemograma e outros.

Pratique o autocuidado
Embora o autocuidado ainda esteja associado a uma rotina de beleza, seu conceito vai muito além. É verdade que ter um tempo para cuidar da pele e fazer procedimentos estéticos é importante, mas o autocuidado também abrange respeitar o descanso do seu corpo, praticar hobbies, marcar um check-up, investir em hábitos saudáveis e até mesmo realizar aquele desejo que você sempre quis, mas adia. Ou seja, autocuidado é aquele tempo para olhar para si e para as suas necessidades.

Cuide da sua saúde mental
Ao pensar em cuidados com o corpo, é preciso ir além do físico e considerar aspectos psicológicos também. Com a rotina agitada e o acúmulo de tarefas, é comum que as mulheres se sintam pressionadas e mais ansiosas, sinais que tendem se agravar com o tempo, principalmente se não recebem os devidos cuidados.
Caso você perceba uma tristeza constante, desânimo, apatia ou sintomas parecidos, a busca por ajuda especializada deve ser prioridade. Isso porque tais sinais são comuns a transtornos como estresse e depressão, que também podem desencadear outros problemas, como doenças cardiovasculares.
Aliado a isso, durante o dia uma opção que pode ajudar a relaxar a mente é praticar meditação ou ioga, técnicas capazes de aliviar o estresse e promover a sensação de bem-estar. Para isso, encontre um ambiente calmo, sente-se em uma posição confortável e faça uma mentalização positiva e a respiração profunda. Se preferir, é possível ainda colocar música e flores no ambiente para se sentir mais relaxada.

Pratique atividades físicas
É muito provável que você já tenha ouvido a recomendação de atividades físicas e uma alimentação balanceada para manter a saúde em dia e o peso sob controle. Mas você sabia que manter-se em movimento pode trazer benefícios que vão além do emagrecimento?
Quando você consegue adaptar sua rotina e passa a realizar atividades físicas com duração de pelo menos 30 minutos diariamente, investindo em uma alimentação com mais elementos naturais, há a melhora da circulação sanguínea, aumento da disposição, maior síntese de nutrientes, liberação de serotonina e menos riscos de desenvolver doenças como hipertensão e colesterol.

Tenha uma boa noite de sono
É principalmente à noite que o corpo consegue descansar, reparar os danos e se preparar para a manhã seguinte. Logo, quando o sono não é de qualidade, o dia pode começar com dores de cabeça e fadiga intensa - em longo prazo, o mau hábito pode acabar prejudicando também cérebro e coração. Por isso, siga a recomendação à risca e tente dormir, pelo menos, de sete a oito horas por noite.


domingo, 31 de março de 2019

Como o viagra age no organismo? Especialista explica


Entenda se faz mal tomar o medicamento e quais os efeitos colaterais

Viagra é o nome comercial mais conhecido da medicação com princípio ativo sildenafila. É principalmente usada para o tratamento da disfunção erétil. A droga foi patenteada em 1996 pelo laboratório Pfizer destinada ao tratamento da hipertensão pulmonar, condição grave que leva a uma sobrecarga ao coração por aumento da pressão sanguínea nos pulmões.

Os pesquisadores identificaram um "efeito colateral" comum a todos os homens que usavam a medicação, o aumento da frequência e intensidade dos episódios de ereção. Em 1998, patentearam a droga para o tratamento da disfunção erétil.

A droga age através do aumento da concentração de um vasodilatador produzido pelo organismo, conhecido como óxido nítrico. A sildenafila impede a diminuição do óxido nítrico no pênis e favorece o início e manutenção da ereção.

O medicamento começa a agir de 15 a 20 minutos após a ingestão e dura por aproximadamente 16 horas. Medicação similar, a tadalafila, tem um tempo maior para o início do efeito, porém seu efeito pode durar até 48h.

O tempo de duração da droga no organismo não significa que a ereção seguirá ativa a todo instante. É necessário sempre que haja o estímulo sexual para que a ereção ocorra. A medicação é apenas um facilitador.

A liberação de óxido nítrico é feita através de estímulos nervosos enviados pelo cérebro através dos nervos cavernosos que penetram no pênis e passam ao redor da próstata.O óxido nítrico então leva a um aumento do fluxo de sangue no interior do pênis.

No mundo inteiro é umas das medicações mais prescritas. Em 2017, 1,4 milhões de caixas da medicação foram vendidas.

Existem outros medicamentos semelhantes à sildenafila, como a tadalafila (Cialis) e vardenafila. Todos com um mecanismo de ação semelhantes e perfil de efeitos colaterais. A diferença entre os compostos é o tempo para início do efeito e o tempo de permanência da medicação no organismo.

Existem complicações relacionadas ao uso do medicamento?
O medicamento não é considerado um hormônio e não causa dependência. Efeitos colaterais mais frequentes são: congestão nasal, vermelhidão facial e dor de cabeça leve. Os sintomas regridem espontaneamente na maioria das vezes.

Um questionamento muito frequente ao urologista é se a medicação pode causar infarto do miocárdio. Não há indícios científicos que a medicação leve ao infarto. Na verdade, o ideal é que todo homem sedentário que planeja aumentar sua carga de atividades físicas deve passar por uma avaliação cardiológica antes.

A atividade sexual leva ao aumento do consumo de oxigênio e glicose pelo corpo. Homens que já apresentam insuficiência do fluxo sanguíneo nas coronárias, mas que não sentem qualquer sintoma em repouso, podem sofrer um infarto ao realizar atividades físicas, como a relação sexual, por exemplo.


Boletim nº 01 da 3ª Copinha O Saber de Futsal Masculino – 1º turno


*Resultados da 1ª rodada, jogos disputados em 30 de março de 2019:
Itabaiana             04  x  01          Confiança
Sergipe                02  x  00          Lagarto
Itabaiana             03  x  03          Sergipe
Confiança            03  x  01          Lagarto

*Artilheiro da 1ª rodada:
Marcos Sérgio, da equipe Itabaiana, com 06 gols.

*Artilheiro da Copa:
Marcos Sérgio, da equipe Itabaiana, com 06 gols.

*Goleiro Destaque da 1ª rodada:
Jefte Gabriel, da equipe Lagarto.

*Classificação das equipes após o termino da 1ª rodada:
1º lugar – Itabaiana
                Sergipe – 04 pontos ganhos – uma vitória e um empate cada.
3º lugar – Confiança – 03 pontos ganhos- uma vitória.
4º lugar – Lagarto – 00 ponto - duas derrotas.

*Jogos da 2ª rodada da fase classificatória
Sábado, 18 de maio de 2019, na quadra esportiva Emílio de Oliveira.
08h – Confiança            x          Sergipe
08h30 – Itabaiana          x          Lagarto    

A criança pode começar a iniciação esportiva desde cedo, caso ela não se transforme em um atleta de alto nível, com certeza vai se tornar um bom cidadão, pela aquisição de valores que são aprendidos com o esporte.

Professor José Costa

sábado, 30 de março de 2019

Um tratamento inovador contra a insuficiência cardíaca


Médico explica o impacto e as vantagens de um remédio aprovado recentemente para evitar o colapso do coração

Ao longo dos anos, estamos avançando no entendimento e no tratamento da insuficiência cardíaca, uma doença não tão conhecida da população, mas que afeta aproximadamente 3 milhões de pessoas somente no Brasil. Trata-se de um dos principais problemas que atingem o coração, muitas vezes consequência de outras condições, como pressão alta e infarto. A insuficiência cardíaca é responsável por duas a três vezes mais mortes que cânceres como os de mama e intestino.

A enfermidade tem um peso importante e crescente do ponto de vista econômico. Gera uma perda de 22 bilhões de reais para os cofres do país se levarmos em conta os custos com internações no sistema de saúde e a redução da produtividade dos pacientes. Pessoas com insuficiência cardíaca enfrentam repetidas hospitalizações e sintomas que atrapalham a realização de atividades cotidianas.

Por mais de uma década médicos e pacientes conviveram com a falta de novos tratamentos para a doença. Felizmente, em 2017, vivenciamos a chegada de uma classe diferente de remédios, que trouxe um novo rumo para o controle da insuficiência cardíaca. A medicação, que combina os princípios ativos sacubitril e valsartana, reduz o risco de morte, diminui as hospitalizações e melhora a qualidade de vida.

Segundo o estudo batizado de PARADIGM, a nova droga se mostrou capaz de baixar o risco de morte por uma causa cardiovascular em 20% e reduziu a taxa de hospitalizações em 21% na comparação com o tratamento padrão anterior (um medicamento chamado enalapril). Essa análise contempla mais de 8 mil pacientes e é decisiva pois avalia a superioridade do novo remédio comparando-o com a terapia já estabelecida — é diferente, portanto, de pesquisas que testam a medicação contra um placebo, comprimido sem princípio ativo.

Dois novos estudos, o TRANSITION e o PIONEER, confirmam os benefícios e a segurança da medicação para uma ampla variedade de pacientes internados com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, condição em que os ventrículos do coração não se contraem adequadamente.

Durante as investigações do TRANSITION, envolvendo 1 002 pacientes em 156 centros médicos ao redor do mundo, também foi observado que o período de hospitalização oferece uma boa oportunidade para os médicos otimizarem o tratamento da insuficiência, reduzindo, assim, a probabilidade de readmissão do paciente no ambiente hospitalar e o risco de morte atrelado a essa reinternação.

No estudo PIONEER, por sua vez, os pesquisadores avaliaram a segurança, a tolerabilidade e a eficácia do medicamento à base de sacubitril/ valsartana em comparação com o enalapril em 881 pacientes hospitalizados, com uma média de idade de 61 anos. E concluíram que o primeiro trouxe vantagens não só nos exames como na redução do risco de morte.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo. No ano passado, 17 milhões de pessoas foram vítimas de problemas do coração. A chegada de remédios inovadores para insuficiência cardíaca representa um impacto muito positivo no futuro e no presente da medicina — especialmente para as pessoas que sofrem ou poderão sofrer do problema.

Fonte: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/um-tratamento-inovador-contra-a-insuficiencia-cardiaca/ - Por Dr. Dirceu Rodrigues Almeida, cardiologista - Foto: Alex Silva/A2 Estúdio

sexta-feira, 29 de março de 2019

O fast-food de hoje é pior para a saúde do que 30 anos atrás, diz estudo


Pesquisa comparou as porções e os nutrientes de alimentos de restaurantes fast-food nos Estados Unidos entre 1986 e 2016. E o resultado não foi bom

O fast-food é comumente associado a uma alimentação desequilibrada. Mas será que, do ponto de vista da saúde, esses restaurantes evoluíram ou regrediram? Segundo uma pesquisa da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, o cardápio atual das dez principais redes de fast-food daquele país é menos balanceado do que 30 anos atrás.

A equipe selecionou o menu dos restaurantes Arby’s, Burger King, Carl’s Jr, Dairy Queen, Hardee’s, Jack in the Box, KFC, Long John Silver’s, McDonald’s e Wendy’s. Quatro deles também têm estabelecimentos no Brasil.

Aí os cientistas verificaram as calorias, o tamanho da porção, a densidade energética e os níveis de sódio, ferro e cálcio das refeições (hambúrgueres, sanduíches, burritos, tacos, saladas), dos complementos (batata frita, anéis de cebola, vegetais) e das sobremesas (sorvete, bolos, biscoitos, milk-shake).

No total, os pesquisadores avaliaram cerca de 1 800 itens. Eles usaram como referência os menus de 1986, 1991 e 2016. Veja abaixo os achados mais relevantes:

O número de opções se elevou em 226% (ou 22,9% ao ano). Itens novos ou descontinuados tendiam a ser menos saudáveis do que os disponíveis durante o período de estudo.

As calorias aumentaram significativamente em todos os pratos. As maiores variações ocorreram nas sobremesas (62 calorias a mais por década) e nas refeições principais (30 cal).
Esses números decorrem majoritariamente do aumento das porções, que cresceram 13 gramas nas refeições e 24 gramas nas sobremesas (por década).
A quantidade de sódio subiu em todas as categorias.
Esses dados se tornam mais preocupantes se você considerar o tanto de pessoas que comem frequentemente nesse tipo de estabelecimento. Nos Estados Unidos, entre 2013 e 2016, 36,6% dos adultos eram consumidores de fast-food, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

“Nosso estudo traz atenção para mudanças no ambiente de alimentos, que é, provavelmente, parte do motivo do aumento de obesidade e das doenças crônicas nas últimas décadas, hoje uma das principais causas de morte nos Estados Unidos”, afirma, em comunicado à imprensa, a nutricionista Megan McCrory, que liderou o levantamento.

E o Brasil?
Segundo dados enviados por Megan McCrory para a SAÚDE, o Big Mac (principal lanche do McDonald’s) americano é mais calórico, mas tem menos sódio que o brasileiro. O mesmo vale para todas as opções de batata frita da rede.

Além disso, o tamanho das porções das marcas com lojas tanto lá como aqui também varia entre as duas nações.

“Eu não estou habilitada para dizer se há uma tendência similar no Brasil sem investigar. E não podemos generalizar todos os restaurantes com as informações que tenho agora”, aponta a nutricionista.

No entanto, a popularidade dos restaurantes fast-food é inegável por aqui. Segundo levantamento da EAE Business School, a população brasileira gastou 53,7 bilhões de reais nesses locais em 2014. Ficamos atrás apenas de Estados Unidos, Japão e China. Isso dá 265 reais por habitante.

O recado: em qualquer parte do mundo, o excesso de fast-food não é uma boa para a saúde.