sábado, 30 de março de 2024

13 dicas para melhorar a qualidade de vida


Nutricionista lista atitudes e alimentos que favorecem a saúde

 

Seja para manter o peso, eliminar gordura ou garantir o bom funcionamento do corpo, algumas atitudes e alimentos são importantes para a saúde e, ainda, contribuem para evitar o surgimento de doenças. Por isso, a nutricionista Maira Magri lista 13 dicas que vão te ajudar a viver de maneira mais saudável e equilibrada. Confira!

 

1. Coma devagar, mastigando bem os alimentos.

 

2. Faça as refeições sempre em um ambiente tranquilo.

 

3. Tome líquidos (águas, sucos e chás) com frequência, pelo menos 2 litros por dia, para uma boa hidratação.

 

4. Não permaneça por um longo período em jejum. Além das refeições principais — café da manhã, almoço e jantar —, faça lanches intermediários comendo uma fruta ou tomando um copo de chá.

 

5. Consuma a maior variedade possível de alimentos para obter energia e nutrientes de que você precisa para manter uma vida mais saudável e equilibrada.

 

6. Dê preferência às verduras, às frutas e aos legumes que estão na época, pois o preço é mais baixo, e a qualidade, superior.

 

7. Consuma diariamente frutas ricas em vitamina C como acerola, caju, kiwi, laranja, limão, morango. A vitamina C ajuda a evitar a formação de radicais livres (moléculas em desequilíbrio que atacam e oxidam as células do organismo).

 

8. Escolha uma dieta pobre em gorduras saturadas e colesterol, evitando óleos, frituras, manteiga, banha, carne de porco, pele do frango, queijos amarelos e leite integral, para reduzir os riscos de doenças do coração. As gorduras fornecem mais que o dobro de calorias quando comparadas com outros alimentos. Uma dieta pobre em gorduras ajudará a manter um peso saudável.

 

9. Use açúcar com moderação. Uma dieta rica em açúcar e doces fornece muitas calorias, poucos nutrientes e pode contribuir para formação de cárie dental, ganho de peso e outras doenças.

 

10. Use sal com moderação, para ajudar a diminuir os riscos de pressão alta e retenção líquida.

 

11. Tome sol em horário adequado, antes das 10h e após as 16h. O sol ativa a vitamina D em nosso corpo, favorecendo a fixação do cálcio, nutriente que fortalece os ossos e estimula o crescimento. Evita também a osteoporose, que deixa os ossos fracos, porosos e quebradiços.

 

12. Tenha cuidado com as “dietas da moda”.

 

13. Pratique atividades para relaxar. Encontre maneiras saudáveis para lidar com o estresse, como meditação, respiração profunda, hobbies ou terapia.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-03-29/13-dicas-para-melhorar-a-qualidade-de-vida.html - Imagem: novak.elcic | Shutterstock


Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.

Gálatas 2:20


sexta-feira, 29 de março de 2024

Dormir mal engorda? Veja o que acontece no corpo!



Além de cansaço, uma noite maldormida pode elevar o risco de doenças

 

Após um longo dia, nada melhor do que uma boa noite de sono. No entanto, nem todas as pessoas conseguem ter um descanso pleno e renovador. Muito além do cansaço, uma noite maldormida pode provocar impactos até mesmo no ganho de peso. Mas por que dormir mal engorda? Entenda o que acontece com o corpo ao ter uma noite maldormida e as consequências de dormir mal.

 

Por que dormir mal engorda?

A falta de sono influencia no ciclo biológico do corpo, principalmente no metabolismo, o que pode favorecer o ganho de peso. Um exemplo é que dormir mal provoca o aumento da liberação do hormônio grelina, peptídeo que causa a sensação de fome, o que gera aumento do apetite e da ingestão alimentar.

 

“Associado a isso, temos a diminuição da liberação de outro hormônio, a leptina, que regula negativamente a ingestão alimentar e incentiva o gasto energético”, fala Edson Issamu, neurologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

 

Quando dormimos mal, os resultados que podem levar ao ganho de peso incluem:

 

Aumento da sensação de fome

Estímulo para ingestão alimentar

Redução do gasto energético

 

No entanto, engana-se quem imagina que dormir mais possa resultar em emagrecimento. “O ganho de peso depende principalmente do desbalanceamento da ingestão de calorias. Somente dormir bem não garante redução do peso, sendo mais um dos elementos necessários”, explica o médico.

 

O que acontece no corpo quando dormimos mal?

O cérebro é o órgão que mais sofre quando dormimos mal. “Durante o sono, alguns neurotransmissores que causam a sensação de cansaço são metabolizados e removidos da bioquímica cerebral. Quando a pessoa dorme mal, estes neurotransmissores não são removidos adequadamente”, informa.

 

Dessa forma, uma noite de sono mal dormida também pode resultar em:

 

Alterações de memória

Fadiga

Dificuldade de concentração

Sonolência excessiva

Dores no corpo

 

Em longo prazo, a falta de um sono reparador pode elevar o risco de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, asma e hipertensão, como indicou um estudo publicado no periódico Plos Medicine.

 

Quantas horas de sono são ideais?

O neurologista explica que o tempo ideal de sono pode variar de acordo com a idade. De forma geral, é indicado entre 8 a 12 horas de sono por dia. “Na infância e adolescência temos um aumento da necessidade de sono. Nas idades mais avançadas da vida, temos menos necessidade de sono”, conclui.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-24074 - Escrito por Sabrina Costa - Validado por Dr. Edson Issamu – Neurologia - Andrii Lysenko/Gettyimages


Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.

2 Timóteo 4:7


quinta-feira, 28 de março de 2024

7 dicas para se manter saudável no outono


Veja como lidar com as mudanças de temperaturas que favorecem doenças respiratórias

 

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o outono de 2024 será atípico, com bastante calor. Ainda, conforme informações do Inmet, devido ao efeito do fenômeno El Niño, caracterizado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, as temperaturas tendem a ficar acima do que normalmente é registrado.

 

 “Essas variações de temperatura que fazem parte das mudanças climáticas de outono aumentam a possibilidade de doenças respiratórias como resfriados, gripes e alergias sazonais. A presença de alérgenos no ar, pólen e mofo proporciona a ocorrência dessas doenças com mais frequência”, afirma a Dra. Thaís Silva Nunes, clínica geral do Hospital Universitário Ciências Médicas de Minas Gerais.

 

A especialista dá 7 dicas para se manter saudável durante esse período. Confira!

 

1. Atente-se à higiene

Lave as mãos regularmente para evitar a propagação de germes, especialmente após tossir ou espirrar.

 

2. Tenha uma alimentação saudável

Consuma uma dieta equilibrada com alimentos ricos em nutrientes que fortalecem o sistema imunológico , a exemplo de frutas e vegetais.

 

3. Proteja-se contra alergias

Em casos de alergia a mofo ou à poeira, mantenha os ambientes limpos e arejados. É importante ficar atento para roupas que estão guardadas há muito tempo, pois podem ter cheiro forte de mofo. O ideal é lavá-las antes de usar.

 

4. Cuide da hidratação

Beba bastante água para evitar a desidratação, mesmo se a temperatura cair drasticamente ou se a sede não aparecer com tanta frequência.

 

5. Realize exercícios regulares

Mantenha-se ativo com exercícios físicos regulares para fortalecer o corpo e reforçar a imunidade.

 

6. Procure descansar

Priorize o sono de qualidade visando permitir que o corpo consiga se recuperar e fortificar as defesas durante a noite.

 

7. Atente-se à vacinação

Certifique-se de estar atualizado com as vacinas recomendadas para doenças como a gripe.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-03-27/7-dicas-para-se-manter-saudavel-no-outono.html - Por Fernanda Nazare Assis - Imagem: Alliance Images | Shutterstock


Estende o teu amor aos que te conhecem; a tua justiça, aos que são retos de coração.

Salmos 36:10


quarta-feira, 27 de março de 2024

6 dicas para iniciar uma rotina de treinos


Nutricionista explica como criar novos hábitos para começar a praticar atividade física

 

A prática regular de atividades físicas desempenha um importante papel na promoção da saúde física e mental. O exercício fortalece o coração, os pulmões e os músculos e melhora a circulação sanguínea e a função do sistema imunológico. Além disso, ajuda a controlar o peso corporal, reduzindo o risco de várias doenças crônicas.

 

Incluir exercícios na rotina pode ser desafiador, mas garante mais qualidade de vida. Segundo Marina Delorenzo, educadora física e nutricionista da GO3, marca de suplementos alimentares, nutricionais e esportivos, explica que o ponto de partida para quem quer praticar qualquer atividade física é descobrir de qual mais gosta.

 

“É importante encontrar algo que seja prazeroso. Seja vôlei, futebol ou luta. Qualquer modalidade que seja. Ou, se a pessoa gosta de musculação, buscar uma academia, crossfit ou um funcional. O exercício deve ser prazeroso”, afirma.

 

Nesse contexto, Marina Delorenzo apresenta 6 passos para criar o seu primeiro cronograma de treinos. Veja abaixo!

 

1. Escolha uma modalidade

Explore diferentes opções de exercícios físicos para encontrar uma modalidade que se alinhe com seus interesses e objetivos de saúde. “Seja um esporte individual ou coletivo, é importante que a escolha da modalidade seja prazerosa e gere comprometimento”, orienta a especialista da Go3.

 

2. Procure um profissional de saúde

Antes de iniciar qualquer programa de treinamento, consulte um profissional de saúde qualificado. Ele fornecerá orientações personalizadas, avaliará sua condição física atual e ajudará na construção de metas realistas e alcançáveis. “É importante que se passe por um profissional, principalmente se a pessoa está sedentária há bastante tempo”, explica Marina Delorenzo.

 

3. Crie um cronograma

Estabeleça um cronograma de treinos realista e sustentável, considerando sua disponibilidade, nível de condicionamento físico e objetivos pessoais. Mantenha-se consistente e comprometido com a rotina de exercícios, reservando tempo regularmente para se dedicar à prática física. Sendo assim, procure “organizar [sua semana] para que, de 3 a 4 vezes, você possa se exercitar, seja em casa ou na academia. A frequência é fundamental para conseguir bons resultados”, sugere a profissional.

 

4. Reveja a alimentação

Além de praticar exercícios regularmente, é importante manter uma alimentação balanceada e nutritiva. Priorize o consumo de alimentos ricos em nutrientes, como frutas, legumes, proteínas magras e carboidratos complexos. Invista em lanches práticos que tragam a sensação de saciedade.

 

5. Invista em suplementação

Visto que estamos sempre na correria, pulando refeições ou fazendo jejuns prolongados, o uso de suplementação, desde que recomendado por um especialista, pode ser benéfico. Isso porque pode auxiliar em um melhor funcionamento do metabolismo.

“A inclusão de suplementos alimentares, por exemplo, será uma fonte extra e mais prática de nutrição, que possibilitará ao corpo um melhor desempenho e, consequentemente, melhores resultados nos treinos”, explica Marina Delorenzo.

 

6. Registre seus resultados

Mantenha um registro de seu progresso ao longo do tempo, incluindo métricas como peso, medidas corporais, desempenho em treinos e níveis de energia. Isso permitirá que você avalie seu progresso, ajuste o programa de treinamento conforme necessário e se mantenha motivado ao ver as melhorias alcançadas. Relógios smarts são ótimos aliados nesse processo.

De acordo com a especialista, quem é iniciante, logo nos primeiros dias, já consegue sentir uma melhora na disposição do dia a dia, na qualidade do sono e outras questões de bem-estar. A parte estética pode ficar evidente de 30 a 60 dias.

“A partir do segundo mês de treinos, o indivíduo já consegue ‘mudar de nível’ e realizar exercícios mais intensos, pegar um pouco mais de peso. Assim, também é possível potencializar resultados em composição corporal e aumento de massa magra”, explica.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-03-26/6-dicas-para-iniciar-uma-rotina-de-treinos.html  - Por Camila Milani - Imagem: tsyhun | Shutterstock


Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça,

2 Timóteo 3:16


terça-feira, 26 de março de 2024

10 alimentos que ajudam a aumentar a massa muscular


Veja como enriquecer o seu cardápio com opções que contribuem para o crescimento dos músculos

 

Quando se trata de aumentar a massa muscular, além de um treinamento adequado, a alimentação possui um papel fundamental. “Para garantir um bom desempenho antes da atividade física, a refeição deve conter nutrientes que garantam o fornecimento adequado de energia, para aumentar a força e a resistência muscular, evitando o catabolismo proteico, saciando a fome e prevenindo a hipoglicemia durante o treino”, explica a nutricionista Emanuelle Esteves.

 

Nesse sentido, consumir os alimentos certos é essencial para fornecer ao corpo os nutrientes necessários para a construção e recuperação muscular. “É importante consumir alimentos ricos em proteína de alto valor biológico 30 minutos após o exercício físico, pois ajuda a evitar lesões musculares, sendo essencial para a recuperação do músculo”, recomenda a profissional

 

Por isso, a seguir, confira 10 alimentos que ajudam a aumentar a massa muscular.

 

1. Amêndoas

São uma ótima opção de lanche saudável para ajudar no ganho de massa muscular. Elas são ricas em proteínas, fibras, gorduras saudáveis e vitamina E, um antioxidante que pode ajudar na recuperação muscular. Também fornecem energia duradoura e são uma boa fonte de magnésio, um mineral essencial para a função muscular adequada.

“Possuem grande quantidade de nutrientes que provocam saciedade, são antioxidantes e ajudam a manter o nível de glicose estável, auxiliando o processo da queima de gordura”, explica a nutricionista Nathalia Bungenstab Sales.

 

2. Iogurte grego

Contém cerca de duas vezes mais proteínas do que o iogurte comum, o que ajuda na síntese muscular e na recuperação pós-exercício, e deve ser consumido, preferencialmente, na opção sem adição de açúcar. Além disso, é rico em cálcio, importante para a saúde óssea e muscular.

 

3. Feijões e leguminosas

Feijões, lentilhas, grão-de-bico e outras leguminosas são excelentes fontes de proteínas vegetais, além de serem ricos em fibras, vitaminas do complexo B e minerais como ferro e zinco. Eles também têm baixo teor de gordura e são opções saudáveis de carboidratos, fornecendo energia para o treino.

 

4. Peixes

São excelentes fontes de proteína magra, que ajuda na síntese muscular, e ômega 3, que tem propriedades anti-inflamatórias e melhora a sensibilidade à insulina, auxiliando no crescimento muscular. “Além disso, o ácido [ômega 3] diminui o risco da arteriosclerose, alivia dores e inflamações, previne pressão alta, controla o apetite, previne a depressão pós-parto, auxilia no desenvolvimento cerebral dos fetos, previne o câncer de próstata e reduz o mau colesterol (LDL)”, explica a nutricionista Andreia Camilla Oliveira.

 

5. Ovos

Conhecidos por serem uma fonte de proteína completa, os ovos contêm todos os aminoácidos essenciais necessários para a construção muscular. Segundo a nutricionista Gabriela Marcellino, o ovo é fonte de proteínas de alto valor biológico (cada unidade contém, em média, 70 Kcal), também apresenta vitaminas lipossolúveis A, D, E e K, ácido fólico, fósforo, zinco, ferro, selênio e outros.

“Nele podemos encontrar todos os aminoácidos essenciais que o nosso organismo necessita para desempenhar as funções vitais, tais como:  imunidade, transporte de nutrientes, fabricação de hormônios e produção de tecidos. As vitaminas e minerais presentes também têm funções de regulação e equilíbrio no organismo”, destaca.

 

6. Frango

Possui aminoácidos essenciais, fundamentais para a construção muscular. O frango também contém nutrientes como vitamina B6, importante para o metabolismo, e selênio, um antioxidante que pode ajudar a reduzir a inflamação pós-exercício.

 

7. Queijo cottage

É rico em caseína, proteína de fácil digestibilidade e importante para a manutenção da massa muscular. O queijo cottage é uma excelente fonte de proteína de alta qualidade. Além disso, ele é relativamente baixo em gordura e carboidratos, o que o torna uma opção interessante para quem busca controlar a ingestão calórica e obter sabor, enquanto constrói massa muscular.

 

8. Aveia

É um grão integral rico em carboidratos complexos de baixo índice glicêmico. Por isso, consumir aveia antes do treino pode fornecer a energia necessária para um desempenho ideal. “A aveia tem carboidratos de absorção lenta, que dão a sensação de saciedade por mais tempo, auxiliando no emagrecimento”, explica a nutricionista Daniela Medeiros.

 

9. Quinoa

A quinoa é uma proteína completa, contendo todos os aminoácidos essenciais necessários para o crescimento muscular. “É muito proteica, fonte de vitaminas do complexo B, fibras e minerais. A qualidade de proteínas que possui é comparável às fontes de origem animal, não pela quantidade, mas pela união de vários tipos proteicos que oferecem tudo o que o organismo necessita”, explica a culinarista Guta Pudell.

 

10. Arroz integral

O arroz integral é uma boa fonte de carboidratos complexos, que fornecem energia sustentada para os treinos. Além disso, contém vitaminas do complexo B, que desempenham um papel importante no metabolismo energético.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-03-26/10-alimentos-que-ajudam-a-aumentar-a-massa-muscular.html - Imagem: Ivan Dudka | Shutterstock


Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.

Gálatas 2:20


segunda-feira, 25 de março de 2024

Veja hábitos que beneficiam e prejudicam a saúde da boca


Cirurgião-dentista ensina cuidados importantes para evitar doenças bucais

 

Boa parte das doenças que enfrentamos ao longo da vida estão relacionadas ao estilo de vida, hábitos e até mesmo hereditariedade. Todavia, é possível amenizar os efeitos de diversos problemas de saúde na cadeira do dentista.

 

Isso porque negligenciar a saúde e a higienização da boca não resulta apenas em problemas de halitose, sensibilidade e perda de paladar, mas a proliferação de fungos e bactérias na boca, gengiva e língua que pode chegar a atingir outros órgãos. “Existem bactérias que fazem parte do nosso organismo e são benéficas, mas o aumento exagerado delas pode ser extremamente prejudicial para todo o corpo”, alerta o cirurgião-dentista Dr. Victor Nastri.

 

E para manter a saúde bucal em dia, a adoção de hábitos simples e rotineiros fazem toda a diferença. Para o cirurgião-dentista e especialista em estética, roer unha, usar palito de madeira, abrir embalagens com a boca e não escovar a língua são os piores hábitos que as pessoas têm e que se somados com a falta de conhecimento podem contribuir significativamente para outras patologias.

 

Importância da higienização da língua

Muitas pessoas deixam de escovar a língua ou fazem uma limpeza superficial. Contudo, a língua funciona como uma espécie de tapete, acumulando resíduos e levando tudo para dentro do corpo. “Ou seja, a limpeza da língua é tão importante quanto a escovação dos dentes. É na língua que ficam acumulados restos de comida, placa bacteriana e células descamadas; e ao deixar de higienizar essa região, forma-se uma saburra lingual, que é aquela camada esbranquiçada que além de gerar mau hálito, reúne fungos e bactérias que vão sendo deglutidas ao longo do dia”, alerta.

 

Desta maneira, a orientação do Dr. Victor Nastri com a higiene da boca envolve a escovação completa da língua com a própria escova ou com raspadores linguais e, em seguida, o uso de enxaguantes bucais para finalizar o processo.

 

Cuidados com a escova de dentes

Agora, falando exclusivamente das escovas de dentes, o alerta fica para o prazo de validade e o local de armazenamento. “A escova nunca pode perder o formato das cerdas e, quando isso começa a acontecer, é preciso trocá-la”, recomenda o Dr. Victor Nastri.

 

Segundo ele, uma boa escova de dentes dura em média três meses. “Após esse período, é preciso substituí-la por outra. Mas caso a sua escova comece a perder o formato muito antes, é preciso rever a sua escovação. Às vezes, você está colocando muita força onde é preciso ter cuidado”, pontua.

 

O Dr. Victor Nastri também revela que a escova nunca deve ficar em contato direto com outras escovas. “Quando uma encosta na outra, há uma troca de fluido, o que também contribui para a proliferação de bactérias que posteriormente irão parar dentro da sua boca”, explica. 

 

Hábitos que prejudicam a saúde bucal

Por fim, o alerta fica para aqueles que têm o hábito de roer as unhas, palitar os dentes ou abrir embalagens com a boca. Nestes casos, além do problema estético, porque estas ações podem fraturar os dentes e criar micro lascas neles, também envolve a manutenção da saúde bucal.

 

“Roer as unhas e usar os dentes para abrir embalagens, desde as mais simples até as mais complexas, são hábitos que devem ser abolidos do nosso dia a dia. Os dentes não foram feitos para isso, e essa sobrecarga gera um estresse na estrutura [dos dentes], aumentando o risco de fraturas”, justifica o profissional.

 

O uso de palitos de dentes em substituição ao fio dental, por exemplo, é extremamente perigoso. Com a incidência do uso desse objeto duro e pontiagudo na gengiva é possível lesionar essa região e agredir o dente, além de criar espaço entre eles, contribuindo para o acúmulo de alimentos. “Se você não conseguir escovar os dentes, ao invés de recorrer ao palito, a dica é usar e abusar de alimentos fibrosos, como maçã, cenoura, coco e castanhas”, indica o Dr. Victor Nastri.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-03-25/veja-habitos-que-beneficiam-e-prejudicam-a-saude-da-boca.html - Por Luana Farias - Imagem: hedgehog94 | Shutterstock


"Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus. Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus.” (MT: 10,32,33)


domingo, 24 de março de 2024

6 doenças respiratórias comuns durante o outono


Médica explica como saber diferenciar os sintomas e como se prevenir

 

Com a chegada do outono, a mudança de temperatura e o tempo mais seco podem favorecer o surgimento de diversas doenças respiratórias. Entre elas, gripe, resfriado, pneumonia, COVID-19 e viroses são algumas das mais comuns. Mas você sabe distinguir uma da outra? Cada uma dessas enfermidades tem suas particularidades, sintomas e formas de prevenção.

 

Por isso, a pneumologista Dra. Maria Vera Cruz, do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), diferencia as principais doenças e esclarece quais são as mais comuns neste período. Confira!

 

1. Alergias e crises de rinite, sinusite e faringite

Por conta da maior concentração de poeira e poluentes no ar, ocorrem com mais frequência os quadros alérgicos neste período do ano. As mucosas ficam ressecadas e há aumento de crises de rinite, sinusite, faringite e asma.

O que difere as doenças é que a rinite é uma inflamação de crises alérgicas e que acomete o nariz. A asma é uma doença inflamatória crônica que ataca o sistema respiratório, especialmente os brônquios. A faringite e a sinusite são infecções causadas por vírus e bactérias, e não só simples alergias, inflamando a faringe e os seios da face, respectivamente.

 

2. Resfriados e pneumonias

A baixa umidade durante os meses de outono irrita as mucosas das vias aéreas e aumenta a probabilidade de infecções por diversos vírus como rinovírus e adenovírus, responsáveis pelos resfriados e pneumonias.

O que pode contribuir para o aparecimento dessas doenças são as mudanças bruscas de temperatura, como é possível ver neste ano, saindo de um calor intenso de verão para uma frente fria que atinge o Brasil na mesma semana que o outono chega. O brusco resfriamento das vias aéreas aumenta o risco de infecções virais. Isso também pode acontecer com o uso de ar-condicionado, devido ao possível acúmulo de bactérias e outros agentes.

 

3. Gripe/Influenza

Com a queda de temperatura, normalmente as pessoas tendem a ficar mais tempo em locais fechados. Isso ajuda a proliferar doenças respiratórias, uma vez que o vírus Influenza tem alta transmissibilidade por espirro e tosse, além do contato direto das mãos e objetos comuns como corrimões e maçanetas.

 

4. Viroses

O mesmo explicado no caso de gripe acontece em quadros de virose, pois o tempo seco de outono favorece a colonização de vírus e infecções respiratórias, que têm rápida transmissão entre as pessoas. É comum as viroses causarem diarreia, febre, vômito, enjoo, dor muscular, dor na barriga, dor de cabeça, secreção nasal e entre outros sintomas.

 

5. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

É um grupo de doenças respiratórias muito relacionadas ao tabagismo. Com o ar seco e a inflamação de mucosas entre os meses março e junho, há maior incidência da bronquite crônica (estreitamento das vias aéreas) e do enfisema (danos irreversíveis nos alvéolos).

 

6. COVID-19

Além de todas as doenças do outono, após a pandemia iniciada em 2020, é possível ainda confundir os sintomas provocados pelo coronavírus. Para diferenciar, normalmente, há o aparecimento de quadro inflamatório da garganta, evoluindo para tosse seca, seguida de espirros, coriza, mal-estar, febre, bem como fraqueza. É possível, ainda, identificar diminuição do olfato e paladar.

 

Resfriados podem ser diagnosticados com sintomas de mal-estar, espirros, coriza e obstrução nasal, febre, mas que, em geral, se tornam leves depois de 48 horas. Já o quadro inicial da gripe se assemelha ao do resfriado, porém o tempo do paciente sintomático é maior, tendo duração em torno de uma semana, podendo até levar à falta de apetite e à perda de peso.

 

Prevenindo as doenças respiratórias de outono

Conforme a pneumologista Dra. Maria Vera Cruz, a boa hidratação é o ponto-chave, bem como manter a imunidade alta. É possível repor líquidos com água, chás e sucos e se alimentar adequadamente com alimentos leves, sem deixar o estômago vazio por muitas horas.

 

“É bom evitar a aglomeração de pessoas em locais fechados, manter os ambientes arejados e umidificados para não facilitar a transmissão dos agentes infecciosos, além de se preocupar com a higiene das mãos”, acrescenta.

 

A especialista também enfatiza a importância de manter a vacinação em dia. A vacina bivalente protege o agravamento tanto da COVID-19 quanto do vírus Influenza da gripe, indicada para todas as pessoas com mais de 60 anos e de qualquer idade com comorbidades e fatores de risco.

 

“Hidratação e lavagem nasal com soro também ajudam nessa época”, explica. Vale lembrar que a vacina contra a gripe protege contra o vírus H1N1, que é a infecção respiratória em humanos causada por uma cepa de Influenza que surgiu pela primeira vez nos porcos.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-03-22/6-doencas-respiratorias-comuns-durante-o-outono.html - Por Bernadete Druzian - Imagem: Wat cartoon | Shutterstock


Adora o SENHOR, teu Deus, e a sua bênção estará sobre a tua comida e água. Tirarei as doenças de entre vós. (Êxodo 23:25)


sábado, 23 de março de 2024

Páscoa: Nutricionista dá dicas para aproveitar a data sem sair da dieta


Páscoa é sinônimo de chocolate, o que pode significar uma escapada da dieta. Mas é possível aproveitar a data sem peso na consciência

 

A Páscoa está chegando! Isso significa que daqui pra frente se tornará mais comum se deparar com uma variedade tentadora de chocolates, colombas, ovos e sobremesas especiais. Esse pode ser um desafio especialmente difícil para quem está se propondo a manter uma dieta equilibrada.

 

No entanto, segundo Gláucia Renata Balardini, nutricionista responsável pela rede GoodBom Supermercados, é possível desfrutar dessas delícias sem comprometer a dieta.

 

“A Páscoa é um momento especial, e podemos aproveitá-la sem exageros. O segredo está no equilíbrio e na moderação. É possível desfrutar dos prazeres gastronômicos dessa época sem prejudicar a saúde, fazendo escolhas conscientes e sem culpa”, declara a especialista.

 

Pensando em te auxiliar nesse momento, a nutricionista separou algumas dicas importantes para conseguir aproveitar melhor a data sem peso na consciência. Confira:

 

1 – O controle é mais importante do que proibir

Quando o assunto é chocolate, cada pessoa tem o seu favorito, seja ele puro ou em sobremesas. Para se ter uma ideia, segundo um levantamento divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (ABICAB), a preferência pelo chocolate ao leite no Brasil é disparada como primeira opção do consumidor, representando 42%. Em seguida, o chocolate branco fica com 18%, e só depois o chocolate amargo com 9%.

 

Neste momento de Páscoa, algumas pessoas optam pelo chocolate amargo, considerado mais saudável devido ao seu alto teor de cacau e menor quantidade de açúcar. No entanto, é importante ressaltar que os outros tipos de chocolate, como o ao leite e o branco, também podem ser consumidos com moderação.

 

“É importante entender que, para manter o equilíbrio, não é necessário excluir completamente alimentos como os tipos de chocolates, mas sim consumi-los com moderação. O que significa consumi-los em porções menores”, aponta Gláucia.

 

2 – Escolhendo o chocolate certo

O chocolate é um excelente aliado para a saúde quando se trata da liberação de serotonina. Isso ocorre porque o cacau, seu principal ingrediente, contém triptofano, uma substância que ajuda na produção e liberação desse neurotransmissor, melhorando o humor e tornando os dias mais felizes.

“Os chocolates meio-amargos, por exemplo, são uma escolha vantajosa, pois possuem maior concentração de cacau e menos açúcar, contribuindo para a liberação de serotonina e, consequentemente, para o bom humor. Para escolher o chocolate ideal, portanto, basta verificar a lista de ingredientes na embalagem: quando o cacau é o primeiro ingrediente, significa que é uma opção adequada,” destaca a especialista.

 

3 – Atenção aos chocolates diets e proteicos

Com a popularização de tendências “fitness”, é fácil presumir que tudo que é diet (sem açúcar) e proteico (rico em proteínas) é mais saudável e vai te fazer bem. Mas, considerando que cada corpo possui necessidades diferentes, esse conceito não funciona.

“Produtos diet são feitos para pessoas com restrição de açúcar, como diabéticos, e os proteicos são para aqueles que foram orientados a consumir mais proteínas de acordo com seus padrões alimentares. Se as suas necessidades alimentares não se encaixam nessas categorias, pode não ser benéfico consumir nenhum dos dois,” finaliza a especialista.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/pascoa-nutricionista-da-dicas-para-aproveitar-a-data-sem-sair-da-dieta.phtml - Por Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.

1 Tessalonicenses 5:18


sexta-feira, 22 de março de 2024

5 sintomas que podem indicar problemas no coração


Estar atento aos sinais do seu corpo é o primeiro passo para realizar um diagnóstico precoce de doenças

 

O coração é um órgão vital que desempenha um papel central em nosso sistema circulatório, responsável por bombear o sangue rico em oxigênio para todo o corpo. No entanto, problemas cardíacos podem surgir silenciosamente, sem percebermos de imediato.

 

Condições como infarto, insuficiência cardíaca e arritmias podem se desenvolver gradualmente, muitas vezes exibindo sinais sutis. Sendo assim, para evitar complicações graves, é essencial estar ciente dos sinais de alerta que indicam possíveis problemas cardíacos.

 

“Antes de uma doença cardiovascular chegar à sua pior fase, ela dá diversos sinais, que o paciente muitas vezes não relaciona com o coração, mas que, se forem observados e levados a um especialista, podem facilitar e acelerar o diagnóstico e o tratamento, salvando a vida do paciente”, explica o médico cardiologista Dr. Roberto Yano.

 

A seguir, o médico Dr. Roberto Yano lista 5 sinais que podem indicar que o seu coração não vai bem.

 

1. Dor no peito

Esse é um dos sintomas mais clássicos de problemas no coração, mas tem sido cada vez mais desconsiderado e tido como algo normal quando ocorre ocasionalmente. Mas, sempre que houver esse sinal, é importante procurar um médico, pois a dor pode indicar não só problemas no coração, mas em diversas outras áreas do corpo.

 

2. Cansaço e falta de ar

Se você se cansa muito facilmente e fica com falta de ar ao praticar esportes, exercícios físicos ou ao fazer atividades rotineiras que antes fazia normalmente, isso pode indicar uma insuficiência cardíaca, por exemplo. Por isso, ao notar esses sintomas, é importante procurar um médico.

 

3. Inchaço nas pernas

Esse sintoma pode indicar diversos problemas, como obesidade, problemas nas veias das pernas, nos rins ou doença no fígado, mas também pode apontar uma insuficiência cardíaca.

 

4. Palpitação

O normal é não sentir o coração bater. Quando passamos a perceber os seus batimentos de forma acelerada ou descompassada, pode indicar uma arritmia cardíaca e que, em alguns casos, pode ser mais grave e até levar à morte se não for bem tratada.

 

5. Tonturas

Problemas no bombeamento do sangue podem prejudicar a circulação sanguínea e reduzir a quantidade de sangue que chega ao cérebro, o que gera tonturas e até mesmo desmaios.

 

O que fazer ao observar esses sintomas?

Ainda conforme o Dr. Roberto Yano, é preciso buscar ajuda médica ao apresentar qualquer um dos sintomas listados, antes de evoluírem para um problema mais grave. Isso ajuda a tratar a doença com mais eficácia.

 

“Notando sintomas de problemas no coração, é fundamental buscar assistência médica e realizar os exames necessários. Lembre-se que, quanto mais cedo o tratamento for iniciado, maiores as chances de recuperação total”, afirma o médico.

 

Além disso, hábitos de vida saudáveis contribuem para o bom funcionamento do coração. “Quando se fala de cuidados preventivos, é preciso fazer um check-up anual e ter cuidados com o seu estilo de vida, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle do estresse, entre outros”, explica Dr. Roberto Yano.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-03-21/5-sintomas-que-podem-indicar-problemas-no-coracao.html   - Por Adriana Quintairos - Imagem: Prathankarnpap | Shutterstock


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Salmos 136:1


quinta-feira, 21 de março de 2024

Cuidar dos dentes é importante para prevenir doenças


Dentista explica como a má higiene oral pode contribuir para o aparecimento de problemas cardíacos

 

O Dia Mundial da Saúde Bucal é celebrado em 20 de março e visa conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com a higiene oral. Segundo informações do Ministério da Saúde, aproximadamente 60% da população brasileira enfrenta dificuldades de acesso a serviços odontológicos de qualidade.

 

Essa realidade torna a data ainda mais relevante, pois a falta de cuidados com a higiene oral não só pode resultar em cáries, doenças periodontais e perda dentária precoce, mas também pode servir como uma porta de entrada para outras doenças.

 

“A acumulação de placa bacteriana pode levar à inflamação das gengivas que, por sua vez, pode facilitar a entrada de bactérias na corrente sanguínea, contribuindo para a inflamação sistêmica associada às doenças cardíacas”, explica a Dra. Rosemary Carvalho, coordenadora do curso de Odontologia da Faculdade Anhanguera.

 

Doenças que podem ser causadas pela má higiene oral

Neste cenário, em que as pessoas muitas vezes deixam de lado o cuidado com a saúde bucal , o que muitas não imaginam é que diversas doenças podem estar correlacionadas com a má higiene oral, entre elas, a doença do coração. “Sinais de alerta incluem gengivas inflamadas, mau hálito persistente, dor de dente e histórico familiar de doenças cardíacas e problemas dentários”, alerta a dentista.

 

Além da doença cardíaca, a dentista destaca que a falta de cuidados com a saúde bucal pode levar à doença periodontal, à diabetes descontrolada, à pneumonia, a doenças respiratórias e a complicações durante a gravidez, como parto prematuro e baixo peso ao nascer. Ainda, pode agravar condições como doença renal crônica.

 

Cuidados importantes com a higiene bucal

 

Manter uma boa saúde bucal é essencial para prevenir uma série de doenças. Para isso, conforme a Dra. Rosemary Carvalho, é fundamental adotar uma rotina de cuidados diários que inclua:

 

Escovação regular dos dentes;

Uso de fio dental diariamente;

Uso de enxaguante bucal sem álcool;

Visitas periódicas ao dentista.

 

“Evitar o tabaco, seguir uma alimentação saudável e substituir a escova de dentes regularmente também são medidas importantes para reduzir significativamente o risco de desenvolver doenças bucais e promover uma melhor saúde geral”, finaliza a dentista.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-03-20/cuidar-dos-dentes-e-importante-para-prevenir-doencas.html - Por Bianca Lodi - Imagem: Oksana Kuzmina | Shutterstock


Tudo o que fizerem, seja em palavra seja em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai.

Colossenses 3:17