sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Pessoas otimistas vivem mais - bem mais


Outras pesquisas da "medicina da saúde" já haviam indicado que o otimismo fortalece o sistema imunológico e, por decorrência, que os otimistas vivem mais.

Medicina do bem-estar

Parece quase natural que a Medicina se concentre nas doenças, o que explica porque há tão poucas pesquisas sobre o bem-estar.

Por exemplo, embora já se conheçam muitos fatores de risco que aumentam a probabilidade de doenças e morte prematura, muito menos se sabe sobre fatores psicossociais positivos que podem promover um envelhecimento saudável.

A boa notícia é que, embora poucas, essas pesquisas já existem.

A mais recente delas mostrou que pessoas com maior otimismo têm maior probabilidade de viver mais e alcançar uma "longevidade excepcional" - viver até os 85 anos de idade ou mais.

O otimismo refere-se a uma expectativa geral de que coisas boas vão acontecer, ou acreditar que o futuro será favorável porque podemos controlar questões importantes.

Otimistas vivem mais

O estudo foi baseado em 69.744 mulheres e 1.429 homens. As mulheres foram acompanhadas por 10 anos, enquanto os homens foram acompanhados por 30 anos. Ambos os grupos responderam questionários para avaliar seu nível de otimismo, bem como sua saúde geral e hábitos de saúde, como dieta, tabagismo e uso de álcool.

Quando os indivíduos foram comparados com base em seus níveis iniciais de otimismo, os pesquisadores descobriram que os homens e mulheres mais otimistas demonstravam, em média, uma vida de 11% a 15% mais longa, e tinham chances de 50% a 70% maiores de atingir 85 anos, em comparação com os grupos menos otimistas.

Os resultados se sustentaram mesmo após se levar em conta as diferenças de idade, fatores demográficos, como escolaridade, doenças crônicas, depressão, e também comportamentos de saúde, como uso de álcool, exercícios, dieta e consultas de atenção primária.

"Embora a pesquisa tenha identificado muitos fatores de risco para doenças e morte prematura, sabemos relativamente menos sobre fatores psicossociais positivos que podem promover um envelhecimento saudável," comentou a pesquisadora Lewina Lee, da Universidade de Boston (EUA). "Este estudo tem forte relevância para a saúde pública, porque sugere que o otimismo é um desses ativos psicossociais que tem o potencial de prolongar a vida humana. Curiosamente, o otimismo pode ser modificável usando técnicas ou terapias relativamente simples".

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=pessoas-otimistas-vivem-mais-bem-mais&id=13652&nl=nlds -   Redação do Diário da Saúde - Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

10 alimentos que não são o que você imaginava

Cuidado! Algumas comidas podem nos enganar quanto à sua composição e não serem bem aquilo que parece; confira quais

Você sabe do que realmente é feito o que você está comendo? Às vezes, os alimentos que compramos em mercados ou comemos em restaurantes nem sempre são o que pensamos.

Eles podem ser misturas de outros produtos, podem ter substâncias nocivos ou até mesmo serem falsos. O site WebMD listou alguns alimentos que não são exatamente o que aparentam. Confira:

1. Azeite
Nem todo azeite é azeite de verdade, com 100% óleo de oliva. Muitas vezes, estes óleos são misturados com outros, como o óleo de amendoim. Vale à pena ficar atento ao rótulo, porque isso prejudicar quem possui alergia.
Lembrando que o azeite de oliva pode ser muito saudável ao organismo. É um aliado ao combate a doença cardíaca, previne o câncer e a diabetes, fortalece os ossos e melhora o funcionamento do cérebro.

Azeite falso
Entretanto, em 2019, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), proibiu a venda de seis marcas de azeite. Isso porque, após a fiscalização, descobriram que os alimentos estavam fraudados e impróprios ao consumo. Em 2018, foram 46 marcas reprovadas por vender o produto adulterado.
A proibição das seis marcas veio da operação realizada pela polícia de Guarulhos (SP), que descobriu fábricas clandestinas que produziam azeites falsificados, misturados com outros tipos de óleos e sem a presença da oliva.
Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) da época, Glauco Bertoldo, o azeite de oliva é o segundo produto mais falsificado do mundo, perdendo apenas para os pescados, de acordo com nota ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

2. Lagosta
Ao pedir uma lagosta num restaurante, por exemplo, você pode acabar recebendo um lagostim, que possui gosto e textura similar. Na verdade, o lagostim é um animal diferente, e custa metade do preço de uma lagosta. O lagostim, diferente da lagosta, não possui antenas e é bem menor, porém, também possui pinças.
A matéria da WebMD afirma que restaurantes americanos acabam vendendo pratos que no cardápio constam como lagosta, mas ao serem submetidos à testes, tais pratos são feitos, na verdade, com carne de lagostim.
Além do preço, há diferenças nutricionais entre os dois alimentos. Em 85 gramas de cada, há mais colesterol no lagostim, cerca de 115mg, do que na lagosta, que possui cerca de 80 mg. A lagosta também apresenta maior quantidade de calorias, 76 cal, enquanto que o lagostim possui 51 cal. Entretanto, ambos possuem quantidades semelhantes de proteínas.

Benefícios dos frutos do mar
Os frutos do mar são muito benéficos à saúde, por serem ricos em proteínas, principalmente a lagosta, camarão e siri. Eles oferecem aminoácidos responsáveis por construir novos tecidos, formar enzimas, anticorpos e hormônios.
A nutricionista Roberta Stella afirma que, em excesso, os frutos do mar podem fazer mal, uma vez que possuem altas taxas de colesterol, que precisam ser controladas. Tal substância está relacionada ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

3. Mel
Apesar de ser um adoçante natural muito utilizado, o mel pode possuir resquícios de antibióticos utilizados pelos apicultores em suas abelhas. Isso não causa doença, mas pode agravar problemas de saúde pública relacionados com a resistência à antibióticos.
Inclusive, o mel em sua forma pura, possui propriedades interessantes ao combate de doenças, pois é um potente antioxidante e possui ação antimicrobiana por si só. Ainda conta com nutrientes como potássio, magnésio, sódio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, cobalto e outros minerais.

Riscos do consumo
Porém, o alimento também possui outros riscos à saúde. Existe uma toxina que pode estar presente no mel e que é responsável pelo botulismo, uma forma de intoxicação alimentar rara, mas que pode ser fatal.
Por isso, o mel industrializado pode ser mais seguro nesse sentido. Mas isso se ele tiver passado pelo processo de pasteurização, que garante menor risco de intoxicação por bactérias.

4. Enlatados
Tem costume de comprar comidas enlatadas de supermercado, que dizem possuir sabor natural? Fique atento porque não há nada de natural neles. Segundo a Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos (FDA), vinculada ao Departamento de Saúde, já proibiu alguns aromas sintéticos que mostraram ter efeito negativo em animais de laboratório.
Os efeitos destes tipos de químicos de alimentos industrializados, corantes e conservantes, ainda são desconhecidos ao sistema digestivo. Porém, é comprovado que o consumo excessivo sobrecarrega o fígado e está diretamente ligado com agravamento de quadros de TPM, enxaqueca e gastrite, já que muitos irritam a mucosa do estômago.

5. Temperos
Também segundo a FDA, Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos, existe uma quantidade de resquícios de insetos ou pêlos de roedores que são permitidas em temperos. Seus padrões são de até 1250 pedacinhos de inseto para cada 10 gramas de tempero. A boa notícia é que a maioria dos produtos estão bem abaixo deste padrão.
Outro perigo é a utilização de temperos prontos. Muitos deles possuem excesso em sódio, gordura trans e saturada, e componentes como glutamato monossódico, que é um realçador de sabor e em excesso, pode trazer prejuízo à saúde. Por isso, invista em temperos naturais, que possuem diversos benefícios.

6. Chocolate branco
O chocolate branco, apesar de ser delicioso, não é exatamente chocolate. Segundo a FDA, para ser considerado chocolate, o produto tem que possuir pelo menos 10% de licor de chocolate, que é obtido quando o grão é moído. Mas o chocolate do tipo branco, na verdade, é feito com manteiga de cacau, leite e açúcar, sem licor de chocolate.

Chocolate faz bem à saúde?
Outros chocolates, como o amargo, proporcionam diversos benefícios à saúde, se consumido em quantidades moderadas. Protege o sistema cardiovascular, controla o colesterol, reduz a pressão arterial, tem ação antioxidante e proporciona sensação de bem estar.
Entretanto, o oposto também é verdade. O excesso de chocolate pode trazer malefícios. Pode causar reações alérgicas, contribui ao ganho de peso não-intencional, acne, doença do refluxo gastroesofágico e até diarreia para quem passa do limite.

7. Suco de fruta
Muitas vezes, o suco de fruta também não é 100% suco de fruta. Cheque a lista de ingredientes e, se ela for longa, pode ser uma dica de que o suco em questão não é exatamente o que você espera. Mesmo os que possuem "100% de suco" podem não ser verdadeiros e podem conter outros sucos mais baratos como de maçã e uva verde.
Além disso, a frutose, presente em alguns sucos industrializados, pode ser prejudicial à saúde. Este tipo de açúcar pode causar obesidade, hipertensão e diabetes, por exemplo. Sucos como os de maçã e pêra são ricos em frutose e pobres em vitamina C. Por isso, antes de comprar, analise os rótulos e evite os que possuem frutose de xarope de milho.

8. Baunilha
O aroma de baunilha é muito diferente do extrato de baunilha, então é importante ficar atento. Enquanto o extrato é feito com vagens de baunilha e um álcool simples - o etanol, o aromatizante é quase sempre feito com extratos de petroquímicos ou polpa de madeira.
Outra diferença entre esses produtos é que o extrato de baunilha não possui data de validade, enquanto que o aromatizante sim. Como se trata de um produto sintético, ele possui qualidade inferior que o extrato puro, por isso, a conservação é diferente.

9. Suco de laranja
O suco de laranja que não é concentrado acaba sendo pasteurizado, um processo que tira o oxigênio da bebida. Porém, este mesmo processo também tira muitas substâncias naturais que dão o sabor.
Além disso, o produtor pode armazenar este suco por mais de um ano, por isso, eles contratam empresas para fazer pacotes de sabores e adicioná-los para parecerem frescos. Entretanto, eles não são listados como ingredientes porque muitas vezes são feitos a partir da essência de laranja ou óleo.
Já a laranja in natura, por sua vez, é grande aliada para o organismo. É fonte de vitamina C, potássio, magnésio e betacaroteno, nutrientes que ajudam a prevenir problemas cardiovasculares e também o câncer.
O suco de laranja também possui tais propriedades e não é tão calórico como muitas pessoas pensam. Um copo de suco de 200ml possui 86 kcal para 20 gramas de carboidrato. Então, se está fazendo dieta, não é preciso cortar, mas ele precisa ser contabilizado.

10. Wasabi
Muitos restaurantes servem wasabi, porém, algumas vezes ele pode ser falso. Alguns podem servir uma mistura de rabanete e raiz de wasabi com farinha de mostarda, óleo, vinagre, xarope de milho rico em frutose e corante alimentício.
O wasabi real vem da raiz da planta wasabia. Cresce naturalmente em lugares frescos e úmidos e pode ser muito difícil de encontrar e colher. É preciso ralar a raiz na hora de comer, porque o sabor geralmente só dura cerca de 15 minutos após ralado.

Benefícios do wasabi
A culinária japonesa é muito saudável e traz benefícios à saúde. O wasabi verdadeiro é rico em nutrientes como potássio, cálcio, magnésio, fósforo e vitamina C. É considerado um alimento termogênico, que acelera o metabolismo, por isso ajuda na digestão, explica a nutróloga Paula Cabral.

Fonte: https://www.minhavida.com.br/alimentacao/listas/35188-10-alimentos-que-nao-sao-o-que-voce-imaginava - Escrito por Lidia Capitani

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

7 alimentos que são saudáveis e você não sabia!


Nutróloga mostra opções de alimentos que você torcia o nariz, mas fazem parte, sim, de uma dieta equilibrada

Quando você come um X-burger já fica com peso na consciência por conta da balança? Pois saiba que o hambúrguer com queijo pode ser um aliado à dieta, sim. A nutróloga Paula Vasconcelos desmistifica alguns alimentos saudáveis, mas que achamos que fazem mal à saúde.

Mas atenção: todos os alimentos abaixo devem ser consumidos com moderação.

1. Hambúrguer
O hambúrguer pode ser um ótimo alimento se estiver dentro de uma dieta saudável. Apenas vai depender dos acompanhamentos e do tipo da carne.
Por isso, "prefira carnes mais magras, como a carne do tipo patinho. Além disso, procure assar o hambúrguer em vez de fritá-lo. Opte também por molhos com menor teor de gordura e procure evitar o pão", aconselha a nutróloga.
Uma excelente opção para refeições é a carne de hambúrguer acompanhada de uma salada. Se quiser acrescentar um queijo ao hambúrguer, é só seguir a dica abaixo.

2. Queijo
Dizem que o queijo é rico em gordura, o que pode fazer mal à saúde. Mas existem opções saudáveis e que contribuem com a dieta por serem fontes ricas em cálcio e proteínas.
Então prefira queijos com menos gordura, como queijo minas e cottage, ou curados, como o parmesão. Quanto mais amarelo for o queijo, mais calorias ele terá (como o cheddar, por exemplo, que é rico em gorduras ruins).

3. Ketchup
O ketchup é considerado um alimento com muito sal e açúcar. Entretanto, há algumas versões mais saudáveis no mercado. E, ainda, se fizer um ketchup caseiro, poderá controlar a quantidade de açúcar da receita.
Vale lembrar que a base do ketchup é o tomate, que é rico em licopeno. O licopeno é um antioxidante poderoso contra o câncer, especialmente o câncer de próstata.

4. Pipoca
Quem não curte uma pipoca durante um filme, não é mesmo? Porém, nada de comprar aquelas prontas em supermercado ou de cinema. A opção mais saudável é fazer pipoca em casa: simples e prático.
A pipoca pode ser uma aliada à dieta devido às fibras e vitaminas do complexo B. Porém, uma xícara de pipoca já é uma boa porção.
O milho de pipoca pode ser esquentado no azeite ou óleo de coco. Ou, ainda e mais fácil, ser estourado em um saco de pão no microondas.

5. Manteiga
Se você está na dúvida entre manteiga e margarina para cozinhar ou temperar seus pratos, prefira sempre a segunda opção.
Isso porque a margarina contém muita gordura trans, aumentando o colesterol ruim e diminuindo o colesterol bom.
Porém, todo excesso pode fazer mal e com a manteiga não é diferente. Por isso, não exagere na quantidade do alimento.

6. Trigo
Quando pensamos em trigo, é comum associarmos à farinha de trigo - o que, por sua vez, remete a bolos, doces e tortas. Opções que não soam como saudáveis, certo? Porém, há formas de consumir que estão liberadas na dieta.
O trigo em si é um cereal com uma ótima quantidade de proteínas e carboidratos, sendo bom para a saúde.
Já na versão em farinha, prefira as farinhas de trigo integrais. Afinal, elas elevam menos a quantidade de insulina (ou seja, não aumentam tanto a quantidade de açúcar no sangue).

7. Manteiga de amendoim
A manteiga de amendoim costuma ser associada à ideia de doce rico em gorduras. Contudo, o alimento é uma fonte de gorduras boas e que dá bastante saciedade.
Ela também aumenta o colesterol bom e pode ser usado em diversas receitas, diversificando a dieta. Por isso a manteiga de amendoim é tão querida entre os famosos.

Banana e abacate: aliados ou inimigos da dieta?
A banana geralmente é combinada com sorvetes, tortas, doces e bolos. Além disso, possui um valor considerável de calorias e carboidratos.
Só que há formas mais saudáveis de consumir esta fruta, como in natura, com manteiga de amendoim ou com iogurte natural.
É uma das frutas mais benéficas ao organismo se consumida sem excesso, pois tem muitas fibras.
Outro alimento bastante presente em muitas dietas é o abacate. De fato ele é uma boa opção, pois é uma fruta rica em gordura boa e causa saciedade.
Apesar de ser um alimento visto como calórico devido a suas gorduras, ele não interfere no ganho de peso e, como falado, é rico em gorduras boas ao organismo.
Além disso, é fonte de ômega-3. Ou seja, o abacate tem ação anti-inflamatória, diminui risco de doenças cardíacas e AVC.


terça-feira, 10 de setembro de 2019

5 hábitos do dia a dia que ajudam a recuperar o bem-estar


Rotina agitada e estresse comprometem a saúde; veja como reverter este cenário

Uma boa nutrição não diz só respeito à saúde do corpo - também é sobre a alma. Este foi o tema de um encontro oferecido por Molico na última sexta-feira, 2 de agosto, em São Paulo, com a participação da coach de vida e carreira Ana Raia e Mônica Salgado, Rayza Nicácio, Lara Natacci e Fabiana Scaranzi.

O bate-papo trouxe dicas e muita inspiração para quem deseja conquistar uma vida mais plena, feliz e verdadeiramente nutrida. Autoconhecimento, relacionamentos verdadeiros e tranquilidade foram apontados como elementos-chave para recuperar o bem-estar.

1 - Praticar o autocuidado
Qual foi a última vez que você se colocou em primeiro lugar? Em meio à rotina agitada, muitas vezes acabamos nos esquecendo de praticar o autocuidado. Para a youtuber Rayza Nicácio, este é o primeiro e mais importante hábito do dia: cuidar de si, sem pressa e sem cobrança.
"Antes de começar a trabalhar, faço uma oração, coloco um podcast para tocar, com alguma palestra, e vou fazer a minha rotina de pele e beleza. Só começo meu dia assim", conta ela. É uma forma de começar um novo dia com mais calma e prazer, na medida certa.
Esta é a rotina de autocuidado da Rayza, mas cada um pode criar um momento só seu! Pode envolver skincare, atividades físicas, um hobbie ou qualquer outra atividade prazerosa e só sua.

2 - Ficar em "off"
Acordar, ir para o trabalho, almoçar, marcar reuniões, estudar, ir à academia, cuidar da família? Hoje em dia, cumprir diferentes papéis ao mesmo tempo é de praxe em nossa sociedade. Para recuperar o bem-estar, porém, é preciso colocar o pé no freio e aproveitar o momento presente. Pode ser de muitas formas: passando momentos com a família, uma tarde no parque ou mesmo durante a leitura de um livro.
"Tenho uma atividade mental intensa, e para me nutrir de verdade tenho que desligar um pouco, ficar sem fazer nada, nada mesmo. É me conectar com meu filho e meus cachorros. Descobri que eu era viciada em trabalho, saboreava as coisas com menos tempo", conta a jornalista Monica Salgado.

3 - Cultivar bons pensamentos
Parece fácil falar em bons pensamentos e sentimentos, não é mesmo? Na prática, nem sempre é assim. A coach de vida e carreira Ana Raia alerta para um vício muito comum a todos nós: "ficamos obcecados com algum pensamento negativo, e isso baixa a nossa frequência, a nossa energia", diz.
Por isso, a mentalização positiva é uma forma de combater o estresse e, consequentemente, garantir mais bem-estar ao dia a dia. Sempre que se sentir confrontado por uma emoção negativa, portanto, tente respirar fundo, meditar por alguns instantes e mudar a perspectiva para o que está dando certo em sua vida, tirando o foco dos pensamentos pessimistas.
Também vale a pena agradecer pelas pequenas conquistas. "Não precisamos de grandes vitórias. Basta celebrar algo simples, ou até mesmo a conquista de outra pessoa, ficar feliz por ela. Isso nutre a alma", comenta Fabiana Scaranzi.

4 - Nutrir relacionamentos
Estar com quem a gente gosta é algo que, de fato, pode nutrir a nossa alma. Para a jornalista e apresentadora Fabiana Scaranzi, este é um cuidado essencial que devemos trazer à nossa rotina. Em vez de ficarmos conectados apenas através das telas e redes sociais, Fabiana reforça a importância do encontro no dia a dia.
"Temos que nutrir os nossos relacionamentos e valorizar os encontros reais", acredita a jornalista. Por isso, não perca tempo e marque aquele jantar com as amigas ou mesmo com a sua cara-metade. Os relacionamentos beneficiam tanto a nossa saúde física como a emocional.

5 - Se alimentar com mais calma
Pode não parecer, mas a correria do dia a dia está presente em cada gesto nosso, mesmo os mais imperceptíveis e automáticos. Até na hora de comer, por exemplo, mastigamos com pressa e desatenção, o que prejudica a absorção de nutrientes, afetando a saúde como um todo. A correria também afeta as escolhas alimentares que fazemos, por isso, é fundamental pensar nas refeições com mais calma e tranquilidade.
Uma boa aliada é a meditação mindfulness, que estimula o mindful eating, o ato de comer com atenção e consciência. Nessas horas, é fundamental se sentar à mesa da refeição sem o celular ou outras distrações, aproveitando cada garfada. A dica é prestar atenção ao cheiro, temperatura e textura da comida, sem julgamentos e sem pressa.


segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Caminhar emagrece, reduz desejo por doce, combate depressão e mais: veja benefícios


Simples de realizar, de impacto quase zero e sem custos, a caminhada é uma das melhores atividades para garantir proteção contra doenças e até mesmo perder peso. Conheça os benefícios para a saúde física e mental que você pode conquistar se caminhar regularmente:

1. De acordo com um estudo feito com 33 mil pessoas e publicado pela revista Stroke, mulheres que caminharam mais de três horas por semana apresentaram 43% menos riscos de ter um derrame em comparação com aquelas que não praticavam nenhuma atividade.

2. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, EUA, com 6 mil voluntários, descobriu que uma simples caminhada já pode reduzir substancialmente o risco de Alzheimer, já que atividade física tem sido associada a uma melhor capacidade mental em pessoas mais velhas.

3. A prática regular da caminhada pode funcionar até mesmo como um remédio natural contra os sintomas de depressão, uma vez que, durante a atividade, ocorre liberação de endorfina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar e relaxamento.

4. Caminhar pode ainda ajudar a controlar diabetes, pois a insulina (substância responsável pela absorção de glicose) é produzida em quantidade maior durante a prática. Isso ocorre porque o esforço físico estimula a circulação sanguínea e a atividade do pâncreas e do fígado.

5. Ao contrário do que muita gente imagina, quem sofre de osteoporose só não pode como deve praticar caminhada. A movimentação do corpo e o impacto dos pés no solo promovem estímulos elétricos que aumentam a absorção de cálcio e, consequentemente, fortalecem os ossos. Neste caso, no entanto, a atividade deve ser orientada por um profissional.

6. Segundo um trabalho científico da Universidade de Exeter, Inglaterra, caminhar por apenas 15 minutos por dia diminui drasticamente a vontade de comer chocolates e controlar a compulsão alimentar. Isso porque a atividade provoca sensação de bem-estar parecida com a que o doce libera no organismo.

7. Além de melhorar a capacidade respiratória, reduzir problemas cardiovasculares e combater compulsão por doces, andar ainda pode ajudar a emagrecer. Porém, a caminhada só contribui para a perda de peso quando respeitadas regras relacionadas a velocidade, tempo e regularidade.

8. A caminhada ainda pode ajudar a parar de fumar. Segundo um estudo feito pela Universidade de Exeter com 140 pessoas viciadas em cigarro, um curto período de atividade física de intensidade moderada, como caminhar, reduz os sintomas de abstinência, fator que mais dificulta o abandono do tabagismo.