segunda-feira, 1 de junho de 2020

Cuide destes 5 fatores para manter a vida saudável no isolamento

Se prevenir contra a COVID-19 não deve ser motivo para descuidar de outros pilares

Diante do isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus, muita gente tem partido para o bom humor com memes que brincam com o fato de que ficar em casa em quarentena aumenta nossa ansiedade, e consequentemente, a fome. Além disso, é fácil notar que a prática de atividades físicas, como caminhada e academia, está mais difícil.

Neste momento, descuidar da saúde fará com que a COVID-19 não seja o único problema que vai gerar preocupação. A mudança brusca no estilo de vida pode trazer doenças oportunistas e crônicas, por isso é importante o alerta sobre os cinco pilares do bem-estar para uma vida saudável: hábito alimentar, atividade física, controle do estresse, sono e espiritualidade.

Uma vida saudável não se resume apenas à ausência de doenças, mas um sentido mais global que envolve o bem-estar do ser humano. Neste momento crítico, a sobrecarga de informações, junto ao medo e à sensação de impotência, impossibilita que consigamos tomar o devido cuidado com a mente, e isto afeta todo o resto.

Entenda a importância de cada um destes pilares:


Hábito alimentar
Fortalecer o sistema imunológico em um período como este é mais do que necessário, e uma alimentação saudável é capaz de prevenir e até mesmo reverter doenças. Tenha uma dieta variada e rica em alimentos como frutas, legumes, verduras e grãos, evitando alimentos processados, com muita gordura e açúcar.
Além de reforçar o sistema imunológico, isso impede a ingestão de calorias em excesso enquanto a pessoa está impossibilitada de voltar a sua rotina normal.

Atividade física
É possível manter o corpo ativo durante um período de quarentena. Embora a carga e intensidade sejam amplamente reduzidas, isso não é prejudicial e nem fará o seu corpo se desacostumar com o que vem executando até agora nas academias. Faça flexões, agachamentos, abdominais e improvise halteres com objetos em casa.
A internet possui diversos tutoriais sobre como se exercitar sem ir a uma academia. Isso ajuda a manter o peso e libera substâncias benéficas ao cérebro que comprovadamente diminuem os efeitos da ansiedade.

Controle do estresse
Há quem diga que é impossível viver uma vida sem o estresse. Em partes, é verdade. No entanto, o importante é ter essa consciência e tentar controlá-lo. Quando o estresse se torna crônico, ou seja, quando a pessoa estressada se torna incapaz de retornar a sua estabilidade emocional inicial, ela acaba chegando esgotamento (burnout).
Isso desencadeia diversas doenças psicossomáticas como gastrite, colite, síndrome do pânico, diarreia, dores musculares e uma lista enorme de outras manifestações físicas.

Sono
A privação do sono também é um dos fatores responsáveis pela mudança brusca de estilo de vida, acarretando em problemas que afetam os hormônios responsáveis por regular a fome, fazendo com que ela surja de forma mais exagerada do que o comum.
É durante o sono que refazemos toda a bioquímica celular do nosso corpo. Por isso, é importante priorizar a hora de dormir, buscando alcançar um tempo de aproximadamente 7h30 de sono para o corpo conseguir completar todos os processos durante as 6 fases.

Espiritualidade
A espiritualidade também deve ser priorizada. Isso nada tem a ver com crenças pessoais ou religião, mas com uma ligação do indivíduo para consigo mesmo, com seus familiares, amigos e com o universo. Meditação, ioga e mindfulness são algumas das práticas que oferecem essa ligação íntima ao indivíduo


domingo, 31 de maio de 2020

6 hábitos matinais para começar bem o dia


Essas mudanças simples na rotina irão deixar você mais motivado e feliz com a vida

Existem poucas coisas tão desesperadoras quanto ouvir o despertador tocar no início da manhã, para tentar acabar com o problema você liga o soneca e aproveita mais 10 minutinhos, mais 10 minutinhos e quem sabe só mais uns 10 minutinhos. Não deve jeito, você está atrasado novamente. Corre pro banho, come alguma coisa voando (talvez nem coma) e então seu dia já começou sendo essa completa bagunça, exatamente como no dia anterior.

Sem dúvida, todos temos manhãs como essa, mas as pessoas verdadeiramente bem sucedidas sabem o quão importante é começar o dia com pé direito. Uma rotina matinal com hábitos saudáveis podem transformar completamente o resto do dia, ajudando você a se organizar, manter o foco e estar no topo.

Veja algumas dicas essenciais para melhorar seus hábitos matinais. Confira:

1- Crie um plano para aumentar sua produtividade
O escritor e filósofo Benjamin Franklin começava suas manhãs planejando o que ele faria com cada hora do dia. Essa atividade ajudará você a organizar o seu dia, aumentando assim a sua produtividade. Preencher um planejador de produtividade é a primeira coisa que faz quando senta em sua mesa às 8 da manhã.
"Planejar o meu dia e a minha semana é uma salvação para minha rotina, assim eu posso ser realmente eficiente com as minhas obrigações diárias", diz a empresaria e triatleta Tahra Makinson-Sanders ao site LiveStrong. Para ajudar nessa tarefa, Makinson-Sanders agenda suas tarefas mais importantes primeiro e usa a técnica Pomodoro, que nada mais é do que a utilização de um cronômetro para gerenciar o tempo.

2- Arrume a cama
Fazer a cama é uma tarefa simples que pode ajudar a começar o dia motivado e sem mau humor. "Quando você começa o dia sem um propósito, pode ser muito fácil deixar o tempo escapar sem realizar nada. Com um simples gesto como fazer a cama, você começa o dia mais animado e não com um preguiçoso", comentou Daniel Gale, co-fundou a organização sem fins lucrativos Adaptive Action Sports.

3- Faça exercícios
Sabemos que a prática diária de exercícios físicos é essencial para ter manter a saúde e o bem-estar. Começar o dia fazendo uma caminha ou outra atividade da sua preferência pode ajudar você a melhorar sua rotina.
"O nosso ciclo cicardiano está muito relacionado à temperatura do corpo, quando ele está frio, temos sono. A atividade física eleva o calor corporal, ajudando a despertar melhor", explica o médico do sono Geraldo Lorenzi.

4- Respire
Antes de começar a se preocupar com os problemas que terá que resolver no trabalho ou sobre aquela briga que teve com o namorado no dia anterior, pegue um tempo para respirar e acalmar a mente.
"Aprendendo a controlar a respiração, damos fim em todas perturbações da mente e dos sentidos. Nossa energia vem, basicamente, da respiração. Se o cérebro não recebe a quantidade certa de oxigênio, não temos a energia vital suficiente para nos desenvolver e mudar", afirma o médico David Frowley.

5- Crie uma rotina
Até mesmo as pessoas bem-sucedidas podem acabar perdendo o foco durante o dia, para que não vire um hábito é preciso criar uma rotina muito bem definida. Desta forma, é possível desenvolver costumes mais saudáveis e ser mais feliz com a sua vida.
Inicialmente, estabeleça um horário para acordar diariamente e siga esse padrão o máximo que conseguir. Em seguida, reserve um período para tomar um excelente café da manhã, já que essa é uma das refeições mais importantes do dia. Após esse passo, faça seus exercícios diários. Então, você poderá seguir pra o trabalho se sentindo bem sucedido logo pela manhã e ainda terá tempo para realizar outras tarefas.

6- Não mude a rotina aos finais de semana
Manter uma hora certa para dormir e acordar ajuda a regular nosso relógio biológico, por isso mudar essa rotina aos finais de semana pode ser cilada. "Ao dormir mais tarde, você atrasa o relógio e volta a não conseguir acordar cedo", esclarece Geraldo Lorenzi.
Neste tempo de folga, aproveita para fazer caminhadas mais longas e realizar atividades que gosta. Não é preciso exagerar e ser sempre pontual, mas manter uma rotina faz parte da higiene do sono e ensina o corpo a ter uma frequência.


sábado, 30 de maio de 2020

Programação da Festa e Trezenário de Santo Antônio em Itabaiana 2020





Veja dicas para dar banho no seu cachorro em casa


Associe o período antes e depois da higiene com outras interações agradáveis como mimos, carinhos e petiscos

Se seu cachorro já está parecendo uma estopa de caminhão pela falta de banho, talvez seja a hora de arregaçar as mangas e descobrir que dar banho no próprio pet não é uma tarefa tão assustadora assim. E pode até mesmo ser bastante divertida.

Uma vez que as restrições de sair à rua podem ganhar ainda mais fôlego, o jeito é adaptar o chuveiro ou o tanque da área de serviço para dar uma geral no cachorro que, vejam só, está cheirando a cachorro.

Lembre que pele e pelos limpos reduzem os ácaros e as doenças de pele que os animais peludos podem começar a desenvolver depois de ficarem muitas semanas sem cuidados higiênicos. Pronta para o desafio? Então vamos lá.

Fique zen
Primeiramente, tenha em mente que você NÃO PODE deixar seu pet sozinho no local do banho, ainda mais se este estiver nas alturas. Antes de partir para o banho em si, prepare o local com todos os acessórios, nada de deixá-lo sozinho por 15 segundos para buscar o xampu.

Local do banho
Cachorro pequeno? Pense no chuveiro, na pia ou até mesmo em uma bacia. O  importante é seu mascote se sentir seguro, sem riscos de tombos e escorregadas. Ainda mais se ele olhar para aquela função toda e sair correndo para se esconder debaixo do sofá.
Se não estivéssemos de quarentena, eu ia sugerir a compra de adesivos de chão, aqueles que a gente usa para crianças não escorregarem no piso. Na falta desse recurso, você pode usar uma toalha grossa ou um pedaço de carpete. Se seu mascote não sentir as pernas firmes, suas pretensões de dar um banho tranquilo vão correr ralo abaixo.

Algodão nos ouvidos
Colocar um tampãozinho de algodão nos ouvidos do seu pet pode ser prudente se você não está habituada a dar banho.

Aparadinhas
Quer dar uma aparadinha nos pelos das patas, do bumbum ou da barbicha do seu pet? Então faça antes do banho. Mas seus movimentos devem ser seguros e firmes. Se não tem esse domínio, melhor deixar para profissionais usarem a tesoura nos pelos de seu mascote depois do período de reclusão.

Temperatura da água
Água morna tem agradado a gregos e troianos, mas com o passar do tempo é possível perceber que alguns pets tendem a se sentir melhor recebendo uma água ligeiramente mais fria do que morna. Aproveite que não entramos no inverno para ainda fazer uso de uma água que não seja tão quente assim. Isso porque água com temperatura mais alta pode ressecar pele e pelos.

Nada de afobação
Você está de quarentena, lembra? Então pressa é algo que deve ter sumido da sua rotina. Nem pense em impor seu antigo ritmo de "anda! anda! anda!" ao seu cachorro - ainda mais se é a primeira vez que você está dando banho nele. Faça tudo com calma. Permita ao seu pet se sentir seguro ao seu toque. Só depois disso ele poderá relaxar e até gostar de receber uma água no lombo.

Movimentos suaves
Primeiramente, comece molhando as pernas do animal. Conforme ele vai relaxando, leve as mãos ao dorso e abuse das massagens. Deixe a cabeça para depois, quando ele estiver mais relaxado e confiante. Durante o banho, nada de puxões. Cuidado com xampu nos olhos e dê preferência para produtos para bebês, justamente por não provocar ardência ou machucar.
 A cabeça é a última parte a ser lavada e deve ser a primeira a ser enxaguada. Quanto ao corpo, passe xampu e enxágue duas vezes. Havendo necessidade, use condicionador, mas pouquinho. Cuidado que excesso de creme deixa o pelo com aspecto muito oleoso.

Toalhas secas e secador
Fechadas as torneiras, igualmente importante é se certificar de que o piso onde você vai secar seu pet também não seja escorregadio. Isso pode ser corrigido previamente com o auxilio de um tapetinho anti-derrapante que você pega emprestado de algum canto da casa.  E vale a pena lembrar: não abandone seu pet sozinho no local do banho para buscar toalhas, elas já devem estar ao alcance da mão.

Nunca deixe de secar seu pet
Não deixe o pelo do seu pet secando naturalmente! Se ficar molhado por muito tempo, podem aparecer micoses. Por conta disso, animais peludos exigem o secador, enquanto animais de pelo baixo podem se contentar com a toalha. Mas é bom dar uma secada com o aparelho mesmo em animais de pelo curto.
Conclua a secagem com o uso do secador em animais com pelagem densa. E cuidado para não deixar muito próximo o vento quente na pele porque machuca. Dessa forma, você causa fobia no animal em relação aos equipamentos acessórios, dificultando seus esforços para deixá-lo bem seco.

Últimas dicas
Modere o uso de talcos e perfumes. Os animais podem espirrar, o que é sinal de alergia.
E não esqueça de, ao final do banho,  remover os protetores de ouvido.
Banho é mais do que um ato de higiene, é o momento em que se verifica a saúde da pele do animal, possíveis ferimentos e presença de pulgas.
Associe o período antes e depois do banho com outras interações agradáveis como mimos, carinhos e petiscos. Vai ficar mais fácil e divertido para todos.


sexta-feira, 29 de maio de 2020

Exercícios e imunidade: qual a relação?


Entenda como a atividade física pode ajudá-lo a ter um sistema imunológico mais forte, minimizando os riscos de doenças como Covid-19 e reduzindo suas consequências.

Quantas vezes, ao consultar um médico, você já não saiu com a prescrição de “faça exercícios”? Pois é: atividade física sempre foi um ótimo “remédio”. Não só para a prevenção e combate a doenças – problemas cardiovasculares, hipertensão, diabetes, câncer, depressão – como para o ganho de qualidade de vida de forma geral. E, se você segue a recomendação e adotou como estilo de vida, digamos que também tenha tomado uma espécie de “vacina”. Isso porque a atividade física fortalece o sistema imunológico – o que é uma ótima notícia em tempos de pandemia da Covid-19.

“Vários trabalhos se aprofundam na relação entre exercício e sistema imunológico. E cada vez mais se comprova que a prática regular, em intensidade moderada, reduz a frequência e a incidência de infecções”, diz o biólogo André Luis Lacerda Bachi, pesquisador e docente do programa de pós-graduação da Universidade Santo Amaro (Unisa) e professor visitante na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Estudos preliminares também sugerem que a pessoa que mantinha um nível razoável de atividade antes da pandemia, tende a ter menores complicações, mesmo que venha a contrair o vírus. “Não é que não vá pegar a doença. Mas as complicações tendem a ser menores. Isso porque o novo coronavírus ataca o sistema respiratório e, quem tem esse sistema funcionando bem, graças ao bom condicionamento físico desenvolvido ao longo do tempo, talvez não sofra tanto”, explica Rafa Lund, personal trainer do Rio de Janeiro, criador do Método Lund e treinador de atrizes como Deborah Secco e Flávia Alessandra.

“Em se tratando de Covid-19 há muito o que se aprender ainda. Porém, se sua capacidade pulmonar estiver perfeita, suas chances tendem a ser melhores do que quem não a tem”, reforça Suzete Motta, médica e triatleta, nutróloga especializada em nutrição esportiva e performance pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Como a imunidade é fortalecida
Quando a gente começa a se exercitar, a circulação sanguínea logo sente o efeito, sendo que a primeira reação é potencializar a entrega de suprimentos (entre oxigênio e nutrientes) para todas as partes do corpo. “Acontece ainda o aumento dos linfócitos (responsáveis pela resposta imune e pela defesa do corpo) e também das células ‘natural killers’, que combatem células tumorais e vírus”, diz a médica. Ou seja, com a prática esportiva regular, as células de defesa caçam e destroem os inimigos com maior facilidade. Por fim, suar a camisa ajuda a melhorar a comunicação entre os diversos setores do sistema imunológico, tornando-o mais eficiente.
 “Em nossas pesquisas, comparando praticantes de atividades físicas com não praticantes, notamos significativa redução de problemas respiratórios no grupo mais ativo. E vemos que o exercício tem a capacidade de potencializar respostas imunológicas já na mucosa respiratória, porque produz anticorpos na primeira linha de defesa. Então, se eu melhoro a segurança na porta de entrada, dificulto que o inimigo avance e faça maiores estragos”, explica o biólogo Luis Bachi.
Outro fator importante é que o exercício – com sua liberação de endorfinas – diminui o estresse, o que ajuda muito nesta fase de incertezas que passamos. “Acredito que quanto mais fortes somos física e emocionalmente, maiores nossas chances de vencer a guerra”, aponta Suzete.

Quando começa a fazer efeito
Como tudo na vida, a boa imunidade não surge da noite para o dia. “Não é fazer exercício um dia que já melhorou tudo”, alerta Lund. O professor Bachi explica: “O exercício é um agente estressor, que leva o corpo a sair da zona de conforto, reagir e gerar uma adaptação ao estresse. Uma sessão faz bem para aquele momento, traz uma resposta imediata. Com a regularidade, o organismo vai criando uma adaptação que é mantida por mais tempo.”
Depois de dois ou três meses, quem saiu do zero já pode sentir melhora na imunidade. E mesmo quem nunca fez atividade física ou estava sedentário antes da pandemia, pode começar agora. Sempre é tempo.

Exercícios e imunidade: dose certa
A diferença entre o remédio e o veneno é justamente a dose. “A atividade física deve ser feita frequentemente e com intensidade moderada. Se for de alta intensidade, não deve ser prolongada e requer um tempo maior de descanso depois”, recomenta Bachi. A orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é atividade física leve a moderada com duração de 30 minutos por dia ou 150 minutos por semana ou 75 minutos semanais de maior intensidade.
Vale lembrar que a intensidade do treino não está relacionada exclusivamente ao tempo, mas ao esforço que se faz – ao quanto você gasta de energia e exige do seu corpo. “Vai além de tempo e de uma atividade em si. Uma pessoa com sobrepeso, por exemplo, se fizer 20 agachamentos talvez tenha uma demanda muscular muito grande. Para um sedentário, um treino muito intenso pode significar 10 ou 15 minutos; para um atleta isso pode ser apenas o aquecimento”, alerta Lund.
É preciso cuidado porque passar do ponto pode justamente prejudicar a imunidade. “Trabalhos mostram que o exercício de maneira prolongada e extenuante pode ter efeito contrário, aumentando as chances de sintomas de infecções das vias aéreas superiores”, diz o biólogo.

Exercícios e imunidade: quais fazer
O personal Rafa Lund explica que não existe uma “planilha de exercícios bons”. “Eu diria que reforçar o sistema cardiorrespiratório parece ser uma boa estratégia”. Entre os exercícios que trabalham a capacidade cardiorrespiratória e pulmonar estão os aeróbios, como corrida, bike, hiit.
Vale apostar ainda no treino de força, como a musculação, para controle e prevenção de doenças inflamatórias – a Covid-19 é uma doença também caracterizada por muita inflamação. “Se você tem uma boa estrutura para reduzir a inflamação – e o treino de força faz isso – pode ser interessante”.
A real é que todo mundo deve se manter ativo, se possível combinando as duas formas de atividades. Quem está habituado pode seguir fazendo (muitas vezes com adaptações); quem está sedentário, pode aproveitar a oportunidade para começar. “Talvez a lição mais importante seja que devemos cuidar de nossa saúde e que a prevenção de infecções por meio de um sistema imunológico saudável é, não muito diferente das doenças crônicas e do comprometimento físico, fortemente associada a um estilo de vida saudável”, resume o treinador.

Outros fatores para imunidade
As grandes referências em saúde (Ministério da Saúde, Organização Mundial de Saúde, Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos – CDC, New England Journal of Medicine, Nature, The Lancet), em suas orientações para o controle do novo coronavírus, apontam que além do exercício, a imunidade depende de boa alimentação e sono de qualidade. “Mais do que nunca você deve manter uma alimentação saudável e bem colorida e verificar suas necessidades de vitaminas e minerais – D (muito ligada hoje a imunidade), C, A, zinco, entre outros”, diz a nutróloga Suzete Motta. E não esqueça de relaxar e descansar. Nós vamos passar por tudo isso – e podemos sair mais fortes!