terça-feira, 21 de outubro de 2025

Envelhecimento: saiba cuidados indispensáveis com a pele


O envelhecimento pode ser um desafio para muitas pessoas, especialmente no que se refere à beleza. Saiba como cuidar da pele ao longo da vida

 

O envelhecimento é algo inevitável, mas como passamos por esse processo é uma escolha que está em nossas mãos. Isso porque, utilizando o conhecimento e as ferramentas certas, essa transição pode não representar um desafio (como costuma ser para muitos). Ela pode ser, na verdade, uma oportunidade de realçar a beleza natural que vem com a maturidade. Nesse sentido, a saúde da pele deve receber bastante atenção.

 

"Envelhecer é um processo natural da vida, porém podemos nos preparar e nos cuidar para que isso aconteça da melhor forma possível", afirma a dentista e gestora em saúde Amanda Arantes. Em meio a um mundo onde a juventude é frequentemente idolatrada, a verdadeira arte reside em abraçar e otimizar cada fase da vida, diz a especialista.

 

Para ela, a maturidade traz consigo uma riqueza de experiências, sabedoria e, sim, mudanças em nossa pele e aparência. Mas, com os cuidados e tratamentos certos, podemos não apenas aceitar, mas também celebrar essas mudanças. Afinal, a beleza não é definida pela juventude, mas pela maneira como cuidamos de nós mesmos em cada etapa da vida.

 

Cuidados para adotar ao longo da vida

A limpeza de pele, por exemplo, é mais do que apenas um ritual de beleza. "Ela proporciona uma aparência limpa e saudável, diminui o excesso de oleosidade da pele e previne o envelhecimento precoce, o surgimento de manchas, cravos e espinhas", destaca Amanda. 

 

A frequência de realizar o procedimento pode ser uma questão de dúvida, muitas vezes. Apesar disso, a médica explica que para aqueles com pele oleosa a cada 30 dias é o ideal, enquanto outros podem se beneficiar de uma sessão a cada três meses.

 

Mas além da limpeza, diz a especialista, a rotina diária de cuidados com a pele desempenha um papel crucial para enfrentar o envelhecimento. "Pela manhã, lavar o rosto de preferência com sabonete neutro e água fria, fazer a hidratação e aplicar o protetor solar sempre, independente da exposição solar", aconselha Arantes. E à noite, a ênfase está na remoção de maquiagem e na hidratação adequada.

 

No entanto, mesmo com os melhores cuidados diários, erros comuns podem sabotar a saúde da pele. Esquecer o protetor solar, lavar o rosto com água quente ou não remover a maquiagem antes de dormir são armadilhas em que muitos caem. Além disso, ela desaprova o ato de espremer cravos e espinhas, que podem causar sérios danos à pele.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/envelhecimento-saiba-cuidados-indispensaveis-com-a-pele,6f7159fc388cd8503945e1803532ead95xnp8n26.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

10 atitudes simples para manter a saúde dos olhos ao longo da vida


Veja hábitos que ajudam a manter a visão saudável e prevenir problemas oculares

 

A saúde ocular merece tanta atenção quanto qualquer outro aspecto do corpo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 2,2 bilhões de pessoas em todo o mundo apresentam algum grau de deficiência visual ou cegueira, sendo que pelo menos 1 bilhão desses casos poderiam ser evitados ou tratados. No Brasil, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) estima que cerca de 35 milhões de pessoas convivam com algum problema na saúde dos olhos.

 

"A capacidade visual é um dos sentidos mais importantes para a nossa qualidade de vida, e cuidar dela deve ser um compromisso ao longo de toda trajetória. Prevenção e acompanhamento médico são fundamentais para evitar doenças que podem levar à perda irreversível da visão", destaca o oftalmologista Dr. Victor Massote, vice-diretor clínico do OCULARE Hospital de Oftalmologia.

 

Atenção com a saúde ocular na maturidade

Com o aumento da longevidade, cresce também a incidência de doenças relacionadas ao envelhecimento ocular, como catarata, degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e presbiopia. Até 2050, conforme dados da OMS, a população idosa no Brasil deve mais que dobrar, reforçando a importância de adotar cuidados preventivos durante a maturidade.

 

Outro ponto de atenção é que muitas doenças oculares graves se desenvolvem de forma silenciosa. O glaucoma, por exemplo, não apresenta sintomas iniciais e pode levar à perda irreversível da visão se não for diagnosticado precocemente. Já a retinopatia diabética, segundo informações do Ministério da Saúde (MS), afeta até 1 em cada 3 pessoas com diabetes e é uma das principais causas de cegueira em adultos.

 

Atitudes para preservar a visão

Para lembrar a importância do cuidado contínuo com os olhos, a seguir, confira 10 atitudes simples que podem ajudar a preservar a visão ao longo dos anos:

 

1. Consulte regularmente o oftalmologista

Exames de rotina permitem identificar doenças em estágios iniciais. Por isso, consulte regularmente o oftalmologista.

 

2. Use óculos escuros com proteção UV

A radiação solar pode acelerar o envelhecimento ocular e causar catarata ou degeneração macular. Por isso, use óculos escuros com proteção ultravioleta (UV).

 

3. Mantenha uma alimentação equilibrada

Nutrientes como vitamina A, C, E, zinco e ômega-3 contribuem para a saúde dos olhos. Por isso, invista em uma alimentação equilibrada.

 

4. Evite o cigarro e exposição contínua a fogão de lenha

O tabagismo está ligado a doenças graves como degeneração macular e catarata precoce. Já a exposição prolongada à fumaça pode causar diversos problemas de saúde, inclusive o agravamento de doenças oculares.

 

5. Faça pausas no uso de telas

A regra 20-20-20 (a cada 20 minutos, olhe para algo a 20 pés/6 metros de distância por 20 segundos) ajuda a prevenir a fadiga ocular digital.

 

6. Não esfregue os olhos

O hábito de esfregar os olhos pode causar lesões, alergias e até agravar doenças como o ceratocone.

 

7. Use iluminação adequada

Ler e trabalhar em ambientes bem iluminados reduz o esforço ocular.

 

8. Cuidado com as lentes de contato

Higienize corretamente as lentes de contato e nunca durma com elas. Cuidados de limpeza e tempo de uso evitam infecções sérias.

 

9. Pratique atividade física regularmente:

Exercícios ajudam na circulação e reduzem o risco de doenças sistêmicas que afetam os olhos, como diabetes e hipertensão.

 

10. Proteja os olhos em atividades de risco

O uso de óculos de proteção em esportes ou no trabalho previne acidentes oculares.

 

"Muitas vezes só damos valor à visão quando enfrentamos algum problema ocular. O que precisamos lembrar é que pequenos cuidados, adotados no dia a dia, trazem benefícios que se acumulam ao longo dos anos. Assim como cuidamos da alimentação ou da prática de exercícios físicos pensando no futuro, a atenção com os olhos também deve ser contínua. Essas atitudes simples hoje podem ser determinantes para garantir qualidade de vida e independência visual no amanhã", reforça o oftalmologista Dr. Victor Massote.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-atitudes-simples-para-manter-a-saude-dos-olhos-ao-longo-da-vida,cb27a93ebb5c44d72c8edb8417a957a042wdejim.html?utm_source=clipboard - Por Bruno Camargos - Foto: fast-stock | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 19 de outubro de 2025

Mais de 99% das pessoas que sofrem infarto ou AVC apresentam ao menos um de 4 fatores de risco, diz pesquisa


Entre os fatores preocupantes, estão a pressão alta, o colesterol, o açúcar no sangue e o tabagismo

 

Mais de 99% das pessoas que sofrem infarto, AVC ou insuficiência cardíaca apresentam ao menos um dos quatro fatores de risco principais: hipertensão, colesterol alto, glicose elevada ou tabagismo, segundo estudo internacional.

 

Não acontece "do nada". Quase todas as pessoas que têm um infarto, AVC ou insuficiência cardíaca já carregam sinais de alerta. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa publicada no periódico científico Journal of the American College of Cardiology. De acordo com o estudo, 99% apresentam ao menos um fator de risco elevado, como pressão alta, colesterol elevado, açúcar no sangue ou tabagismo.

 

O levantamento foi realizado por pesquisadores da Universidade de Yonsei, na Coreia do Sul, e da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos. O resultado foi fruto de estudo e observação por cerca de duas décadas. Neste período, as instituições analisaram os históricos médicos de mais de 9,3 milhões de adultos sul-coreanos maiores de 20 anos e 6.800 norte-americanos entre 45 e 84 anos. 

 

Os pesquisadores avaliaram a presença de quatro principais fatores de risco cardiovascular nos pacientes: pressão arterial, colesterol, glicose no sangue e tabagismo, verificando se estes estavam em níveis considerados indesejáveis.

 

Segundo a Associação Americana do Coração (American Heart Association), os patamares de risco são:

 

Pressão arterial: igual ou maior que 120 por 80 mmHg, ou em tratamento (tomando medicamento);

Colesterol total: igual ou maior que 200 mg/dL, ou em tratamento;

Glicose de jejum: igual ou maior que 100 mg/dL, com diagnóstico de diabetes ou em tratamento;

Tabaco: paciente fuma atualmente ou fumou no passado

 

O resultado surpreendeu. Entre os que já desenvolveram alguma doença coronariana, insuficiência cardíaca ou AVC, mais de 99% tinham algum destes fatores de risco. Já cerca de 93% dos observados tinham dois ou mais alertas.

 

O fator de risco mais frequente foi a hipertensão arterial. Mais de 95% dos pacientes sul-coreanos que tiveram algum problema cardíaco já tinham histórico de pressão alta. Entre os norte-americanos, foram mais de 93%.

 

Em território nacional, um levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em 2024 chama a atenção para um dado alarmante: cerca de 400 mil brasileiros morrem por ano em decorrência de doenças cardiovasculares, como o AVC. Isso significa que, ao menos, uma pessoa morre a cada 90 segundos por essas razões.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/mais-de-99-das-pessoas-que-sofrem-infarto-ou-avc-apresentam-ao-menos-um-de-4-fatores-de-risco-diz-pesquisa,011cde7c3725b719d007b5b82001c8d13lrake4o.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik

sábado, 18 de outubro de 2025

Outubro Rosa: os primeiros sintomas e como evitar o câncer de mama


Câncer de mama é o mais comum do Brasil, no entanto, ele costuma se desenvolver silenciosamente

 

Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para os riscos, prevenção e detecção precoce do câncer de mama, tumor que mais acomete mulheres no planeta. De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer), ele é a primeira causa de morte por câncer na população feminina em todas as regiões do Brasil, exceto na região Norte.

 

São números alarmantes e significativos, mas que podem ser atenuados com a prevenção correta. A doença ocorre por conta de uma multiplicação de células anormais na região das mamas que, ao longo do tempo, se transformam em tumores e podem invadir outros órgãos. Existem vários tipos de câncer de mama e o desenvolvimento de cada um deles pode ser rápido, ou não.

 

A boa notícia é que, quando o problema é identificado no começo, as respostas ao tratamento costumam ser positivas. Para que isso ocorra, no entanto, é preciso ter atenção ao próprio corpo e saber identificar possíveis alterações.

 

Principais sintomas do câncer de mama

Segundo o INCA, os primeiros indícios que podem apontar para um possível câncer de mama são os seguintes:

 

Caroço (nódulo) endurecido, fixo e geralmente indolor. É a principal manifestação da doença, estando presente em mais de 90% dos casos;

Alterações no bico do peito (mamilo);

Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;

Saída espontânea de líquido de um dos mamilos;

Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja.

 

No entanto, o problema também pode ser silencioso e, por isso, é necessário um bom acompanhamento médico, para avaliar constantemente os riscos de desenvolver a doença. O INCA também ressalta que o tumor pode aparecer em homens, mas que isso é extremamente raro e representa apenas 1% dos casos.

 

Fatores de risco e prevenção

Existem três grandes fatores que podem ser cruciais para o desenvolvimento do câncer de mama. São eles: comportamento, eixo hormonal e questões genéticas. Com relação ao primeiro item da lista, é preciso ter atenção com hábitos diários e apostar em um estilo de vida saudável. Praticar atividades físicas regulares, ficar longe do álcool e de outras drogas são condutas importantes para evitar o aparecimento do câncer de mama.

 

Já as questões ligadas aos hormônios são um pouco mais complexas. Acontecimentos ligados ao histórico reprodutivo da mulher podem aumentar as possibilidades de um tumor na região das mamas. Por isso, é preciso redobrar a atenção quando a menstruação vem antes dos 12 anos de idade e quando a primeira gestação acontece após os 30 anos. Não ter filhos, não amamentar e parar de menstruar após os 55 anos também podem ocasionar mais riscos para as mulheres. Uso de contraceptivos orais e reposições hormonais completam a lista.

 

Por fim, fatores genéticos também podem ser rastreados, caso algum familiar mais velho já tenha sofrido com algum tipo de câncer, por exemplo. Porém, o problema também pode atingir pessoas que não se enquadram em nenhum desses fatores de risco. Por isso, é essencial realizar um acompanhamento médico constante e exames regulares, como a mamografia.

 

Número de mamografias cai durante a pandemia

A mamografia, exame fundamental para o diagnóstico e o tratamento precoce do câncer de mama, sofreu uma forte queda durante a pandemia de Covid-19. De acordo com dados da SBM (Sociedade Brasileira de Mastologia), o problema é que o isolamento social afastou as pessoas das ruas e, principalmente, dos hospitais. A entidade indica que o número de exames realizados em 2020 foi 42% menor ao índice alcançado em 2019. Algo que criou uma tendência perigosa.

 

"No geral, a conclusão que podemos chegar é que a pandemia agravou o cenário do rastreamento do câncer de mama no Brasil, que sempre caminhou abaixo do que preconiza a OMS (Organização Mundial da Saúde). Isso pode implicar no aumento do diagnóstico em estágios mais avançados", completa a especialista.

 

Para reverter esse quadro, a única saída é voltar as atenções para o problema e procurar ajuda e acompanhamento médico. "Não há dúvidas que a pandemia atrasou uma série de diagnósticos oncológicos. Isso vai ter um impacto importante nos próximos anos, já que com o diagnóstico tardio o tratamento tende a ser mais mórbido e menos resolutivo", conta o Dr. Felipe Moraes, oncologista do Hospital Nove de Julho.

 

De acordo com ele, exames como papanicolau, mamografia, ultrassonografia e de toque devem ser de realização anual. Dessa forma, o tratamento contra a maioria dos tipos de câncer, não apenas o de mama, seria mais efetivo e o número de mortes seria atenuado.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/outubro-rosa-os-primeiros-sintomas-e-como-evitar-o-cancer-de-mama,3512862729e6ddd5cf7c21cf65f464d9rnn5yhrh.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

sexta-feira, 17 de outubro de 2025

10 dicas essenciais para envelhecer com mais saúde


Veja hábitos para manter a autonomia e a qualidade de vida com o passar dos anos e o avanço da idade

 

A expectativa de vida tem aumentado. O avanço da ciência tem sido um aliado na busca por viver mais e melhor, mas não é uma trajetória simples: depende de vários fatores, e a nutrição é um dos pilares para envelhecer com mais saúde. O Dia Mundial da Alimentação, celebrado em 16 de outubro, ressalta a importância de uma dieta equilibrada para um envelhecimento saudável e a conquista da sonhada longevidade.

 

Projeções da Divisão de População da ONU (Organização das Nações Unidas) mostram que, globalmente, a população com 60 anos ou mais era de 195 milhões em 1950. Passou para cerca de 600 milhões em 2000, atingiu 1 bilhão em 2018 e, nesse ritmo, projeta-se a marca de 2 bilhões em 2048 e 3 bilhões em 2100.

 

O envelhecimento saudável começa muito antes da velhice e influencia diretamente o metabolismo, o funcionamento cerebral, o sistema imunológico e a prevenção de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e obesidade.

 

"Quando assumimos nossas escolhas no prato, não vale culpar as prateleiras repletas e atraentes dos supermercados, o fast-food, as bebidas açucaradas, os snacks. As tentações não são proibidas, mas devem ser coibidas quando colocamos em primeiro lugar nossa saúde e bem-estar", observa o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo, Fellow da The Obesity Society - TOS (EUA), presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e palestrante do CBN 2025.

 

Conforme o médico, não basta viver por mais tempo, é preciso viver bem durante mais tempo. "A 'gana' é ser um longevo, sim, mas atingir a chamada agerasia — um envelhecimento com saudabilidade, autonomia e qualidade de vida — para aproveitar esses anos extras, impensáveis há algumas décadas", ressalta.

 

A seguir, confira as dicas do Prof. Dr. Durval Ribas Filho para envelhecer com saúde!

 

1. Descascar e desembalar menos 

Sempre priorize alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, grãos integrais e proteínas magras. "Não existem receitas milagrosas, mas há evidências científicas de que certos padrões alimentares estão associados à longevidade, como a dieta mediterrânea e a alimentação tradicional japonesa, ricas em alimentos naturais e pobres em ultraprocessados", explica o médico.

 

2. Prefira gorduras "do bem" 

As gorduras "do bem" estão presentes em alimentos como azeite de oliva, abacate, castanhas e peixes ricos em ômega 3.

 

3. Menos sal e açúcar 

O exagero no consumo de sal e açúcar pode desencadear doenças sérias, como hipertensão e diabetes. Crie o hábito, à mesa, de reduzir ou até excluir a adição desses ingredientes na comida pronta, em sucos e no café.

 

4. Mais proteínas e fibras 

As proteínas são fundamentais para a manutenção da massa muscular. As fibras regulam o intestino e promovem saciedade. Peixes, ovos, leguminosas e grãos integrais são excelentes fontes desses nutrientes.

 

5. Beba água 

A água é imprescindível para o bom funcionamento dos órgãos e das funções vitais. A desidratação, em idosos, pode impactar o funcionamento cerebral e renal. Tenha como meta ingerir pelo menos 2 litros de água por dia para assegurar uma digestão eficiente, melhorar a circulação sanguínea e eliminar toxinas.

 

6. Sem excessos 

Comer com moderação contribui para controlar o metabolismo, reduzir o estresse oxidativo e a obesidade, além de diminuir os riscos de doenças cardiovasculares. Vale a regra do prato colorido, com vários grupos de nutrientes essenciais, como vitaminas, minerais e antioxidantes.

 

7. Atenção à saúde intestinal 

O eixo cérebro-intestino tem sido cada vez mais pesquisado, por ser um elo de suma importância para a imunidade e o bem-estar.

 

8. Durma mais e bem 

O sono adequado ajuda a reduzir o estresse e outros fatores que influenciam diretamente o envelhecimento celular.

 

9. Movimente-se 

A regularidade na atividade física auxilia na preservação da massa muscular e da capacidade funcional do organismo.

 

10. Mente e vida ativa 

O cérebro agradece quando não se vive isolado, pois precisa de estímulos contínuos para envelhecer bem.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-dicas-essenciais-para-envelhecer-com-mais-saude,fa377422b74522d4b678f627f460552fozz3eskp.html?utm_source=clipboard - Por Edna Vairoletti - Foto: Harbucks | Shutterstock / Portal EdiCase