sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Uso indiscriminado de corticóides pode levar ao desenvolvimento do glaucoma


Colírios, spray nasal e pomadas à base de corticóides são responsáveis por cerca de 25% dos casos de glaucoma em crianças

 

O glaucoma induzido por corticoides em crianças representa 25% dos glaucomas adquiridos na infância. O uso de medicamentos à base de corticoides na infância é relativamente comum.

 

Porém, esta classe farmacológica tende a elevar a pressão intraocular (PIO), o que aumenta o risco de desenvolver um glaucoma secundário.

 

Uma das razões da incidência relativamente alta do glaucoma induzido por corticoides em crianças é que esta população apresenta uma resposta mais rápida no aumento da pressão intraocular durante o uso destes fármacos.

 

Em geral, este tipo de glaucoma é mais comum em crianças abaixo dos 10 anos de idade.

 

Segundo a Dra. Maria Beatriz Guerios, oftalmologista especialista em glaucoma, quanto mais próximo do centro do olho o medicamento à base de corticóide for administrado, maior é a chance de aumento da pressão intraocular.

 

“Em geral, os colírios com este fármaco representam um risco importante, bem como corticoides inaláveis e em forma de cremes ou pomadas”.

 

Corticóides também podem causar glaucoma em adultos

Estima-se que de 30 a 40% dos adultos saudáveis e quase todos os pacientes com diagnóstico de glaucoma primário de ângulo aberto apresentam elevação da pressão intraocular após o uso de medicamentos à base de corticoides.

 

Os principais fatores de risco para uma resposta ruim aos esteróides incluem:

 

Alta miopia

Diabetes tipo 1

Distúrbios do tecido conjuntivo (por exemplo, artrite reumatoide), dispersão de pigmentos, recessão angular traumática

Glaucoma primário de ângulo aberto

Ceratoplastia penetrante prévia

Duração da terapia com esteroides e a potência anti-inflamatória do esteróide

Histórico familiar de glaucoma

 

Por que o corticóide aumenta a pressão intraocular?

A pressão intraocular é controlada pela produção e escoamento do humor aquoso. Os corticoides alteram a drenagem do humor aquoso e isto aumenta a PIO. “Porém, é importante dizer que a elevação da pressão dentro do olho pode demorar dias ou até semanas após o uso de corticoides, sem sinais e sintomas aparentes”, diz a oftalmologista.

 

Como o glaucoma é uma doença silenciosa, este aumento da PIO pode causar danos permanentes no nervo ótico. Estas lesões podem, finalmente, levar à cegueira irreversível.

 

O que você precisa saber sobre os corticóides

Quando o uso dos corticóides é interrompido, a pressão do olho apresenta uma tendência de voltar ao normal. O problema reside em pessoas que precisam usar medicamentos à base de corticoide para tratar doenças sistêmicas.

 

Um estudo mostrou que cada semana de uso de corticóides ao longo da vida aumenta em 4% o risco de desenvolver um glaucoma induzido por estes fármacos.

 

“Desta maneira, as pessoas que apresentam fatores de risco para desenvolver um glaucoma devem evitar, ao máximo, usar corticóides”, alerta Dra. Maria Beatriz.

 

“Caso o uso do corticóide seja imprescindível, seja em forma de colírios ou tópico, é mandatório realizar acompanhamento oftalmológico regular para medir a PIO.

 

Outra ressalva é que o uso indiscriminado de medicações à base de corticoide também acelera o desenvolvimento da catarata”, adiciona a médica.

 

Tratamento: meta é reduzir pressão intraocular

O objetivo do tratamento do glaucoma é interromper a progressão da doença, ou seja, evitar a perda irreversível da visão. Isto depende do controle da pressão intraocular.

 

Há diversos recursos como colírios, cirurgias a laser, implante de stents e outros tipos de cirurgia.

 

“A intervenção precoce no glaucoma induzido por corticoides pode alterar o curso da doença. Vale dizer ainda que a doença é silenciosa. Quando a pessoa percebe alguma mudança na visão, é um sinal de que já ocorreu perda do campo visual”, finaliza a médica.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/saude/uso-indiscriminado-de-corticoides-pode-levar-ao-desenvolvimento-do-glaucoma


Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico, deitado em sua maca. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: "Tenha bom ânimo, filho; os seus pecados estão perdoados".

Mateus 9:2


quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

5 dicas para se exercitar no verão sem prejudicar a saúde


Especialistas ensinam o que fazer para continuar a rotina de exercícios nos dias quentes

 

Embora seja uma temporada adorada por muitos, o calor intenso tem surpreendido até mesmo os que amam o verão. As altas temperaturas, normalmente bem-vindas, tornaram-se motivo de incômodo, atrapalhando a rotina diária. Além de dificultar o sono, esse período apresenta desafios para aqueles que que praticam atividades físicas. A desidratação, a fraqueza, o enjoo e até mesmo os desmaios podem ocorrer durante essa época.

 

“Por causa dos dias mais quentes, o organismo precisa ativar mecanismos para manter a temperatura do corpo em níveis ideais, abaixo de 37ºC, como a transpiração e a respiração, que aumentam a perda d’água pelo corpo”, afirma a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Abaixo, um time de especialistas dá dicas de como se exercitar no calor sem prejudicar a saúde. Confira!

 

1. Mantenha-se hidratado

A hidratação é o principal cuidado para quem vai praticar exercícios, pois, no calor, suamos mais e, logo, corremos um risco maior de sofrer com desidratação . Segundo a Dra. Marcella, os sintomas da desidratação incluem, além de sede, urina amarela escura, frequência urinária reduzida, cansaço, fraqueza, tontura, dor de cabeça, náuseas e ressecamento dos lábios, língua e olhos. 

 

“Além do calor, as atividades físicas também elevam a temperatura corporal e a produção de suor. Combinados à falta de hidratação, cuja necessidade é maior nesse período de calor, esses fatores predispõem, por exemplo, a uma maior concentração urinária, o que eleva as chances de cálculos renais, que têm uma incidência 30% maior no verão”, diz a médica nefrologista Dra. Caroline Reigada, especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira. 

 

A recomendação de ingestão ideal de água varia de acordo com sexo, idade, peso, atividade física, condições de saúde e fatores ambientais, como a temperatura e a umidade do ar. Uma maneira de estimar a quantidade indicada para consumo diário de água é multiplicar o peso corporal por 0,03 e considerar o resultado como o volume a ser consumido. 

 

“Para hidratar o organismo, o melhor é consumir água, engarrafada ou mineral, mas a hidratação pode ser complementada com outros líquidos como sucos e chás, além do consumo de frutas e vegetais ricos em água, incluindo melancia, melão, tomate e pepino”, aconselha a Dra. Marcella.

 

2. Comece as atividades físicas aos poucos

Para os “atletas” de primeira viagem, a temperatura e o desejo de deixar o corpo bonito para o verão são convites para começar a praticar exercícios. Porém, é importante não se deixar levar pelo calor do momento e iniciar com calma.

 

“Uma pessoa sedentária que realiza exercícios muito intensos na academia pode acabar passando mal, com sintomas como tontura e dor de cabeça, já que o corpo dela não está preparado para aquele tipo de atividade”, explica a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

 

Ela acrescenta que “a prática de exercícios físicos melhora a circulação do sangue, o retorno venoso e, consequentemente, a oxigenação dos tecidos. Além disso, contribui para a queima de gordura , ajuda no desenvolvimento da musculatura e fortalece o sistema imunológico. Mas, para isso, o ideal é que a atividade física seja introduzida de forma lenta e progressiva, devendo sempre ser acompanhada de perto por um profissional de educação física especializado”, aconselha a cirurgiã vascular.

 

3. Cuidado com os excessos

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Mesmo para quem já pratica atividade física há algum tempo, é recomendado maneirar na intensidade dos exercícios ao ar livre durante os dias mais quentes, pois a combinação de calor, desidratação e esforço físico intenso pode sobrecarregar o corpo e favorecer complicações à saúde, como a insolação.

 

“A insolação ocorre quando, devido à exposição às altas temperaturas, nossos mecanismos de controle de temperatura não são efetivos. A condição pode, por exemplo, prejudicar a função dos rins na medida em que evolui para desidratação, levando à lesão renal aguda. Além disso, o quadro pode causar danos temporários ou permanentes a órgãos vitais como coração, pulmões, rins, fígado e cérebro. Existem ainda relatos de hepatite fulminante devido à insolação. As altas temperaturas lesam as células do fígado a ponto de morrerem. Essa condição é potencialmente fatal”, diz a Dra. Caroline Reigada. 

 

Para prevenir a insolação, os praticantes de atividades físicas devem se hidratar e repor eletrólitos antes dos exercícios, por exemplo, a partir do consumo de água de coco. Também é recomendado evitar ambientes quentes e úmidos, que dificultam a transpiração. Também não é aconselhado praticar exercícios nos horários mais quentes do dia, das 10h00 às 16h00.

 

4. Atenção à alimentação antes do treino

Comer demais antes dos exercícios pode prejudicar o treino, principalmente em dias de calor, que agrava as funções digestivas. “O processo digestivo de uma refeição pesada exige grande fluxo de sangue. Logo, praticar exercícios após comer demais pode prejudicar a digestão e causar mal-estar”, diz a Dra. Marcella Garcez. Mas ficar sem comer não é a solução. “Treinar em jejum não é indicado para quem busca hipertrofia, pois pode ocorrer catabolismo com consequente consumo muscular”, alerta. 

 

Por isso, priorize lanches mais leves antes do treino. “A alimentação pré-treino deve ser preferencialmente composta de uma fonte de carboidrato complexo, como banana com aveia, iogurte com cereal integral, frutas secas ou sementes oleaginosas e pão integral com queijo magro”, aconselha a médica.

 

5. Use roupas adequadas

O acúmulo de suor devido às altas temperaturas pode favorecer a proliferação de bactérias na pele. Além disso, o suor, por ter um pH mais ácido, pode prejudicar o tecido cutâneo, gerando desidratação, irritação e até mesmo acne devido à obstrução dos poros. Por isso, opte por roupas adequadas na hora da atividade física.

 

“Para praticar exercícios, evite roupas muito justas e fabricadas de tecidos que retêm o suor, pois dificultam a respiração apropriada da pele, bloqueando assim os poros e podendo levar ao aparecimento da foliculite “, explica a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

 

“A umidade da roupa também pode causar micose em regiões como pés e virilha. Por isso, ao final dos exercícios, remova a roupa suada o mais breve possível para permitir que a pele respire”, finaliza a Dra. Paola.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-01-23/5-dicas-para-se-exercitar-no-verao-sem-prejudicar-a-saude.html - Por Paula Amoroso - Imagem: GP PIXSTOCK | Shutterstock


"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos." Mateus 24:4


quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Efeitos do excesso de peso: 5 problemas que você não conhecia


Estoque exagerado de gordura pode prejudicar o funcionamento do organismo

 

Série de compromissos particulares, profissionais e diversas obrigações pessoais e familiares estão entre as principais desculpas para quem vive com alguns quilinhos a mais, não é mesmo? Acontece que não há nada melhor do que o auxílio da ciência para ajudar na reversão desse quadro. E, nesse sentido, uma turma de especialistas revelou cinco consequências do excesso de peso no organismo.

 

5 consequências do excesso de peso no organismo

Redução da fertilidade

“Mulheres com sobrepeso têm cerca de 25% menos chances de engravidar. E aquelas com obesidade apresentam queda na taxa mensal de gravidez de até 50% em relação às mulheres com a mesma idade e com peso normal. Em relação à obesidade masculina, o impacto pode ser ainda maior. Homens obesos apresentam diminuição de até 60% na fertilidade. Afinal, a obesidade pode ocasionar baixa quantidade e qualidade do sêmen”, diz o ginecologista Dr. Rodrigo Rosa.

 

Danos às articulações

“O sobrepeso causa uma sobrecarga das articulações, provocando um ‘trauma’ repetitivo excessivo da cartilagem. O que consequentemente leva a sua degeneração”, explica o ortopedista Dr. Marcos Cortelazo.

 

Aumento do risco de doenças metabólicas

“A doença hepática gordurosa não alcoólica é outra doença comumente observada em pessoas obesas. Sendo caracterizada pelo acúmulo de gordura nas células do fígado, o que, se não tratado, pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares e esteatohepatite, além de levar à fibrose e ao desenvolvimento de cirrose hepática”, afirma a nutróloga Dra. Marcella Garcez.

 

Mau funcionamento dos rins

“Quando o corpo fica maior devido ao acúmulo de gordura, os rins filtram em ritmo acelerado – o que chamamos de hiperfiltração, que em longo prazo leva à doença renal crônica, com um risco estimado de duas até sete vezes maior do que em indivíduos sem obesidade”, relata a nefrologista Dra. Caroline Reigada.

 

Predisposição a doenças cardiovasculares e circulatórias

“A gordura está relacionada com o depósito de placas de colesterol nas artérias coronárias que irrigam o coração, favorecendo a má circulação do sangue. Além disso, as veias são afetadas pela grande quantidade de sódio acumulado no organismo de quem está com sobrepeso, o que causa retenção de líquidos e dificulta ainda mais a circulação”, termina a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/efeitos-do-excesso-de-peso-5-problemas-que-voce-nao-conhecia/ - Por Guilherme Faber - Shutterstock


Acumular bens materiais não é suficiente para viver bem, porque a vida não depende do que se possui (Lucas 12:15)


terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Dermatologista revela 6 cuidados com o corpo no verão


Dicas que também ajudam na manutenção do corpo saudável

 

O verão é a estação que motiva muitas pessoas a criarem hábitos saudáveis e, paralelamente, exige atenção redobrada com corpo devido a maior incidência dos raios solares. Nesse sentido, o dermatologista Dr. Fernando Martins vai transmitir seis cuidados com corpo no verão.

 

Veja os seis cuidados com corpo no verão

 

Uso do protetor solar

“O que poucos fazem e é altamente eficiente é passar ele em casa. Aplique-o entre a troca de roupa, garantindo que todas as partes do corpo vão recebê-lo. Além disso, você ganha um tempo de absorção até se expor ao sol”, disse Fernando.

 

Pigmento do protetor solar

“Para a parte do rosto, prefira os com cor, pois o pigmento é uma barreira a mais de proteção e as versões de bastão e pó compacto facilitam na reaplicação do produto ao longo do dia”, garante.

 

Cabelo

Os fios e os couros cabeludos sofrem por conta da exposição ao sol. “O segredo aqui é ter sempre um Leave In, óleo ou creme para manter a hidratação e umidade nos fios. Lembrando com existem produtos específicos com fator de proteção”, destaca.

 

Acessórios

Bonés, chapéus e camisetas ajudam o corpo, além das roupas de porteção UV. “Temos diversos produtos de vestuário disponíveis para uso, que faz uma barreira a mais de proteção e, principalmente, te auxilia nos períodos de deslocamento entre um lugar e outro em que temos o aumento da exposição ao sol”, explica.

 

Hidratação

“Assunto sério. Então, hidrate-se! Beba água regularmente e tenha sempre uma garrafa térmica em mãos, o que facilita assim a ingestão e periodicidade”, orienta.

 

Suco de laranja

“O suco de laranja com cenoura é um delicioso exemplo. Vai fortalecer seu sistema imunológico, além de potencializar seu bronzeado”, conclui o Dr. Fernando Martins.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/dermatologista-revela-6-cuidados-com-o-corpo-no-verao/ - Por Guilherme Faber - Shutterstock


Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome.

Hebreus 13:15


segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

5 medicamentos comuns que afetam a saúde do coração


Cardiologista explica como o consumo de remédios sem prescrição médica pode causar danos ao organismo

 

A prática da automedicação representa um sério risco para a saúde. A aquisição e o uso de medicamentos sem a devida indicação e orientação médica não apenas comprometem a eficácia dos tratamentos, mas também podem desencadear uma série de complicações. De acordo com dados do Conselho Federal de Medicina, é alarmante constatar que 77% dos brasileiros fazem uso de medicamentos sem orientação médica.

 

Esse comportamento afeta diversos sistemas do corpo, podendo gerar resistência aos remédios, intoxicação e até mesmo desencadear doenças. Mas um dos órgãos mais afetados pela prática é o coração, como explica o cardiologista Dr. Roberto Yano.

 

“Usar medicamentos indiscriminadamente pode prejudicar a saúde cardiovascular, por exemplo, aumentando a pressão, gerando arritmias, desregulando a retenção de líquidos, interferindo na função das plaquetas, entre outros, o que é especialmente prejudicial para pessoas com fatores de risco”, alerta.

 

A seguir, confira alguns medicamentos comuns que afetam a saúde do coração!

 

1. Anti-inflamatórios não esteroidais

O Dr. Roberto Yano explica que os anti-inflamatórios, como ibuprofeno e diclofenaco, devem ser usados com muito cuidado, pois têm um potencial de prejudicar o coração, principalmente quando usado em doses elevadas e por longos períodos, podendo alterar a função das plaquetas, aumentar a pressão e a retenção de líquidos e de sódio.

 

2. Anti-histamínicos de 1ª geração

Também chamados de antialérgicos, esse tipo de medicamento, como a clorfeniramina, podem aumentar a pressão arterial e causar arritmia cardíaca, pois o medicamento tem propriedades adrenérgicas, que podem alterar o ritmo normal do coração.

 

3. Antidepressivos tricíclicos

Eles são muito eficazes no tratamento de depressão e ansiedade, mas quando usados de forma errada podem gerar uma alteração no eletrocardiograma, chamada ‘prolongamento do intervalo QT’, podendo levar a arritmias cardíacas potencialmente graves.

 

4. Descongestionantes nasais

Segundo o Dr. Roberto Yano, é muito comum usá-los sem receita médica , mas eles podem prejudicar bastante nosso sistema cardiovascular agindo como um estimulante aumentando a pressão e a frequência cardíaca, o que pode ser muito perigoso para os cardiopatas.

 

5. Medicamentos para emagrecer

Medicamentos, como a sibutramina, podem levar ao aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca. Esse aumento pode levar aos pacientes suscetíveis ao maior risco de ter um infarto, afirma o médico.

 

“Vale lembrar que nenhum dos medicamentos aqui citados são completamente ruins, eles têm sua eficácia para determinados problemas quando usados da forma correta, em dose, período de uso, considerando idade, perfil de uso etc. Por isso, sempre busque ajuda profissional e nunca se automedique”, ressalta o Dr. Roberto Yano.

 

Fonte https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-01-15/5-medicamentos-comuns-que-afetam-a-saude-do-coracao.html - Por Tayanne Silva - Imagem: Gorodenkoff | Shutterstock


Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.

Efésios 6:17


domingo, 21 de janeiro de 2024

Combinar meditação com exercícios físicos melhora a saúde de modo integral


Trabalhar o corpo e a mente

 

Embora ao ser trazida para o Ocidente a ioga tenha largamente sido reduzida a um sistema de ginástica, as práticas de meditação e de atividades físicas continuam largamente sendo vistas como extremidades em um espectro.

 

Mas o melhor resultado pode vir justamente da junção de ambas.

 

Esta é a conclusão de Masha Remskar e colegas da Universidade Bath (Reino Unido), cuja pesquisa mostrou que mudanças no estilo de vida que combinam atividade física e atenção plena são mais eficazes para melhorar o humor e melhorar a saúde e o bem-estar.

 

As duas atividades têm benefícios psicológicos bem estabelecidos, mas é difícil vê-las combinadas. O que o estudo mostrou é que a atenção plena pode ajudar a otimizar o exercício, ajudando a motivar as pessoas a começar, conforme precisam superar pequenas dores, desconforto ou sentimentos de fracasso quando o exercício se torna difícil.

 

"A meditação da mente alerta é uma abordagem que pode nos ajudar a 'treinar' as forças psicológicas que precisamos para nos exercitarmos e estarmos mais em sintonia com nossos corpos, além de tornar o exercício mais interessante e nos ajudar a reconhecer seus benefícios.

 

Só benefícios

 

Os benefícios da atenção plena para a saúde física e mental foram identificados em pessoas com e sem problemas de saúde. Uma análise das pesquisas existentes sobre ambas as práticas mostrou que a atenção plena é altamente eficaz na redução da preocupação, do estresse, da ansiedade, e em ajudar as pessoas a viverem vidas mais saudáveis e felizes.

 

"Isso pode ser assim porque tornar-se mais consciente nos leva a pensar de forma diferente sobre nosso estilo de vida, nos torna mais receptivos e menos críticos em relação às nossas próprias deficiências, o que pode nos ajudar a construir hábitos saudáveis. Há um potencial enorme para usar a atenção plena para desbloquear os benefícios positivos que o exercício pode trazer," concluiu Remskar.

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Effects of combining physical activity with mindfulness on mental health and wellbeing: Systematic review of complex interventions

Autores: Masha Remskar, Max J. Western, Emma L. Osborne, Olivia M. Maynard, Ben Ainsworth

Publicação: Mental Health and Physical Activity

Vol.: 26, 100575

DOI: 10.1016/j.mhpa.2023.100575

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=combinar-meditacao-exercicios-fisicos-melhora-saude-modo-integral&id=16321&nl=nlds - Imagem: Sourav/CC0


Tudo o que fizerem, seja em palavra seja em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai.

Colossenses 3:17


sábado, 20 de janeiro de 2024

Saiba como identificar sinais incomuns de depressão

 

Psiquiatra dá dicas para ajudar a reconhecer quando uma pessoa está em sofrimento emocional

 

O mês de janeiro é marcado por uma campanha de extrema importância: o Janeiro Branco. Trata-se de uma iniciativa que visa conscientizar a população sobre a importância da promoção da saúde mental e emocional, estimulando a reflexão sobre o cuidado com o bem-estar psicológico.

 

A importância do Janeiro Branco

O Janeiro Branco surge em meio a uma sociedade que, cada vez mais, compreende a relevância da saúde mental como parte integrante da saúde geral. A campanha busca combater o estigma em torno das questões emocionais, incentivando o diálogo aberto e a busca por ajuda profissional quando necessário.

Diante disso, a médica psiquiatra Dra. Jéssica Martani, especialista em comportamento humano e saúde mental, alerta para os sinais do estado emocional abalado. Confira!

 

Entendendo a complexidade da doença

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, nem todo quadro de depressão é igual. “Existem estados depressivos onde o humor fica evidentemente alterado, com predomínio de sentimentos e emoções do campo da tristeza, mas a verdade é que a maioria das depressões não fica estampada no rosto, não faz a pessoa parar de trabalhar, não faz a pessoa ficar de cama sem tomar banho e sem comer”, diz a médica.

A Dra. Jéssica Martani também acrescenta que “a maioria das depressões pode ser facilmente escondida por uma máscara de ‘bom humor’, de ‘pessoa para cima’, de ‘pessoa superanimada e extrovertida”.

 

Identificando sinais de sofrimento emocional

Esse tipo de “depressão sem depressão” já havia sido descrito há pelo menos 100 anos. Psiquiatras descreveram que não havia tristeza evidente, choro, pessimismo ou desesperança, mas predominava um estado de mal-estar constante, de perda do brilho nos olhos, perda importante do prazer, perda da energia prévia que podem ficar disfarçados por uma atitude de aparente alegria.

 

Desconstruindo estigmas

julgar quem está sofrendo com depressão é umas das formas mais sórdidas e impiedosas. Mas, para a médica, muito da postura de atribuir adjetivos como “egoísta e prepotente” a esses indivíduos que, em casos extremos, pensam em tirar a própria vida, vem do desconhecimento sobre os estados depressivos.

 

“Estes casos são vítimas do próprio conceito que a mídia e nós mesmos temos disseminado sobre depressão, de que ‘depressão é quem está triste e arrependido, chorando e pedindo ajuda’, fazendo com que estes depressivos, com depressões de fraca expressão ou com depressões com rápida melhora do humor, mas com franca impulsividade, olhem para si mesmos e pensem ‘estou assim, mas não é depressão […]’, e até quem convive com a pessoa nestes estados também não identifica o que está ocorrendo”, explica a psiquiatra.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-01-10/saiba-como-identificar-sinais-incomuns-de-depressao.html - Por Mayra Barreto Cinel - Imagem: Shumilina Maria | Shutterstock

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

11 dicas simples para emagrecer de maneira saudável

 

Médica ensina ações eficazes para te ajudar a perder peso e melhorar a saúde

 

Com a chegada do novo ano, a busca por estratégias simples e eficazes para perder peso e adotar um estilo de vida saudável está em alta. Priorizar alimentação balanceada, exercícios regulares e cuidados com o sono é fundamental nessa jornada. Além das dicas convencionais, a médica Lorena Balestra compartilha sugestões fáceis para acrescentar na sua rotina de 2024. Confira!

 

1. Comece com um café da manhã nutritivo

Inicie o dia com um café da manhã equilibrado, mas vá além – inclua alimentos ricos em antioxidantes, como frutas vermelhas e frutas de cor laranja, que auxiliam na eliminação de toxinas e contribuem para a saúde metabólica. A especialista também indica fontes de fibras como aveia para ajudar na saciedade e energia durante o resto do dia.

 

2. Hidrate-se adequadamente

Intensifique sua hidratação com muita água! A médica destaca que, quando acreditamos estar com fome, muitas vezes estamos, na verdade, com sede. Lorena indica multiplicar seu peso por 35 ml de água, assim você descobrirá a quantidade mínima que tem que consumir diariamente.

 

3. Faça escolhas inteligentes nos seus lanches

Experimente consumir lanches ricos em ômega-3, como nozes e sementes de chia. “Esses ácidos graxos essenciais não só promovem a saciedade, mas também contribuem com diversos benefícios nutricionais. Acrescentar opções de proteínas magras também ajuda a aumentar a saciedade. Lanches proteicos são ótimos combustíveis para o ganho de massa muscular”, afirma a especialista.

 

4. Incorpore atividades físicas simples

Além dos exercícios convencionais, pratique atividades que envolvam equilíbrio, como yoga ou pilates. Essas atividades não apenas queimam algumas calorias, como também fortalecem o núcleo, melhoram a postura e diminuem a ansiedade, que pode te fazer comer demais.

 

5. Controle as porções nas refeições

Invista em grandes porções de vegetais e legumes como cenoura, abobrinha, pimentão e berinjela, que possuem poucas calorias e geram saciedade.

 

6. Durma bem

Para otimizar a qualidade do sono, crie um ambiente propício, mantendo o quarto escuro, silencioso e fresco. “A qualidade do seu sono está diretamente ligada à regulação hormonal e, consequentemente, ao controle do peso”, alerta a médica Lorena.

 

7. Mantenha um diário alimentar

Além de registrar alimentos, anote também os momentos em que se sente mais motivado para o exercício. Segundo a médica Lorena Balestra, identificar padrões positivos pode ajudar a otimizar a programação de atividades físicas.

 

8. Reduza alimentos ultraprocessados, gorduras e açúcares

Evite alimentos ultraprocessados e considere reduzir o consumo de alimentos ricos em açúcares e gorduras. “Os pacientes relatam benefícios para a saúde digestiva e perda de peso ao adotar uma dieta com menos açúcar e gordura adicionada”, ressalta.

 

9. Siga uma ordem ao consumir os alimentos

A pesquisadora é criadora do método “40P/30G/30C”, que organiza as refeições por ordem de ingestão dos alimentos: primeiro proteínas, saladas, legumes e vegetais, grãos e os carboidratos por último. Esse método auxilia na saciedade, fazendo com que o consumo de alimentos seja menor.

 

10. Planeje refeições com antecedência

Quando você cozinha antecipadamente, evita comer alimentos de fácil preparo e pouco valor nutricional, como macarrão instantâneo, hambúrgueres e empanados.

 

11. Pratique o mindful eating

Além de saborear cada refeição, pratique a respiração profunda antes de comer. Isso não apenas ajuda a relaxar, mas também facilita a transição para o estado de repouso, otimizando a digestão.

 

Ao incorporar essas dicas, é possível criar hábitos saudáveis aos poucos, que contribuem para a perda de peso gradual e sustentável. “Lembre-se de que a individualidade desempenha um papel crucial, e é sempre aconselhável adaptar as estratégias de acordo com as suas necessidades e preferências pessoais”, finaliza Lorena.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-01-10/11-dicas-simples-para-emagrecer-de-maneira-saudavel.html - Por Tayanne Silva - Imagem: Josep Suria | Shutterstock

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

7 alimentos comuns que têm muito sódio

 

Saiba quais são os alimentos ricos em sódio e a quantidade do mineral em cada um deles

 

O sódio, cientificamente chamado de cloreto de sódio, é um elemento constante na alimentação dos brasileiros. Esse mineral é um componente do sal, que contém cerca de 40% de sódio em 100g.

 

“O sódio é essencial para a saúde humana. Possui um importante papel para a regulação de eletrólitos e manutenção de funções vitais para o corpo”, explica Ana Paula Arantes Pires, nutricionista do Instituto Nutrindo Ideais Além de agregar sabor, o sódio ajuda a manter a conservação dos alimentos por mais tempo.

 

No entanto, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a ingestão de dois gramas, ou 200 mg, de sódio por dia. Isso porque seu consumo em excesso pode acarretar em sérios problemas de saúde, como doenças renais e cardiovasculares.

 

Para evitar o consumo exagerado de sal, conheça sete alimentos que têm muito sódio e que talvez você não saiba!

 

1. Shoyu

O shoyu é um molho tradicional da culinária japonesa e que leva um sabor agridoce às refeições. Apesar de saboroso, o shoyu é rico em sódio, contendo mais de 900 mg em uma colher de sopa.

 

Saiba mais: Hiponatremia: o que é, causas, sintomas e tratamento

 

2. Amendoim torrado

Os amendoins torrados, famosos petiscos das reuniões entre amigos, são uma perigosa fonte de sódio. Em 100 gramas de amendoim torrado com sal encontramos cerca de 813 mg de sódio.

 

3. Bacalhau

O bacalhau, conhecido por ser destaque dos almoços de páscoa, pode provocar complicações à saúde. Isso porque 100 gramas do peixe contém 2.087 mg de sódio.

 

4. Carne seca

A carne seca, ou carne de sol, é uma iguaria tradicional do nordeste brasileiro que surgiu da necessidade de conservar os alimentos em regiões quentes, função exercida pelo sal. Por isso, a quantidade de sódio presente na carne é grande, podendo ter até 5.000mg em 100 gramas de carne.

 

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5. Salsicha

Ingrediente de cachorro-quente e outros salgados, a salsicha é um alimento ultraprocessado que possui alto valor de sódio. Em uma unidade de salsicha, equivalente a 50g, encontramos 597 mg de sódio.

 

 

6. Salame

Carnes embutidas e defumadas, como o salame, possuem muito sódio e gorduras saturadas em sua composição. Em 100 gramas de salame temos 1.479 mg de sódio.

 

7. Queijo parmesão

O queijo parmesão é um dos alimentos com os maiores níveis de sódio encontrado. São 1.981 mg de sódio por 100 gramas de queijo.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-23693 - Escrito por Sabrina Costa - DragonImages/Gettyimages

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

7 atividades físicas para melhorar a postura


Praticar exercícios regularmente ajuda a reduzir o risco de problemas de saúde associados à má postura

 

A má postura pode ter impactos significativos na saúde, afetando não apenas a estrutura musculoesquelética, mas também diversos sistemas do corpo. Quando inadequada, pode levar a dores crônicas nas costas, pescoço e ombros, resultando em desconforto físico e limitações na mobilidade.

 

Dessa forma, praticar atividade física é crucial para corrigir o problema, pois fortalece os músculos responsáveis pelo suporte e alinhamento do corpo, melhora a flexibilidade e a consciência corporal. Por isso, a seguir, confira algumas modalidades que podem te ajudar a melhorar a postura!

 

1. Pilates

O pilates ajuda no fortalecimento do core, melhorando a estabilidade e o alinhamento do corpo. Com os exercícios focados no controle do centro do corpo, é possível trabalhar os músculos abdominais e das costas, contribuindo para uma postura mais ereta e equilibrada.

 

“O pilates pode ser praticado pelos mais diferentes grupos, desde os atletas aos sedentários, do idoso ao adolescente e das grávidas aos pacientes em fase de reabilitação”, afirma Rafael Vasconcelos, fisioterapeuta e especialista em pilates.

 

2. Yoga

A prática regular de yoga inclui posturas que fortalecem e alongam os músculos, melhorando a flexibilidade e o alinhamento postural. O foco na respiração e a consciência corporal ajudam na correção de desalinhamentos posturais.

 

“As práticas físicas trabalham com exercícios de flexões, extensões, torções, permanências e inversões, com o objetivo de fortalecer e alongar a musculatura do corpo e melhorar a mobilidade da coluna”, explica a psicóloga e professora de yoga Laila Gadel Marinho.

 

3. Treinamento funcional

Este tipo de treinamento envolve movimentos que imitam atividades da vida diária, fortalecendo músculos específicos usados para manter uma postura adequada durante diferentes movimentos e posições.

“A prática das atividades funcionais pode ser feita ao ar livre, em circuitos montados com cones, pneus, cordas, bolas e fitas, além de exercícios em ambientes fechados com halteres, barras, bastões, elásticos, pranchas de instabilidade e a principal ferramenta: o peso do próprio corpo”, conta o personal trainer Ary Linz. 

 

4. Musculação

Ao fazer musculação, a pessoa fortalece os músculos do core (músculos da região abdominal e lombar) e, assim, oferece mais estabilidade e suporte para a coluna. Isso, consequentemente, favorece a postura corporal, diminuindo as dores nas costas e corrigindo os desequilíbrios musculares.

 

5. Exercícios de alongamento

Rotinas regulares de alongamento ajudam a relaxar e alongar os músculos tensos, promovendo flexibilidade e alívio de tensões que podem afetar a postura. “ Alongar -se é sempre indicado, já que corrige a postura e fortalece os músculos de forma equilibrada, atuando em todo o corpo”, explica Alessandra Dianin, profissional de Educação Física com especialização em Biomecânica. 

 

6. Natação

A natação fortalece diversos grupos musculares, incluindo os das costas, ombros e abdômen, ajudando a melhorar a postura e a sustentação corporal. “Quem pratica atividades aquáticas conquista melhor condicionamento físico e qualidade de vida. Com o tempo, você sente suas pernas e braços mais firmes e percebe que houve um fortalecimento muscular na área do abdômen”, conta Mariana Onias, personal trainer.

 

7. Dança

Estilos de dança que enfatizam a postura, como balé e dança contemporânea, promovem o alinhamento corporal, fortalecendo os músculos centrais e das pernas.

 

“As danças não são apenas uma forma de entretenimento, mas também uma atividade física que pode oferecer uma série de benefícios para a saúde. Além de melhorar a coordenação, a flexibilidade e o equilíbrio, as danças também podem ajudar a aumentar a resistência cardiovascular e a força muscular”, enfatiza José Corbini, personal trainer do aplicativo Personal Virtual.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-01-03/7-atividades-fisicas-para-melhorar-a-postura.html - Por EdiCase - Imagem: StockFamily | Shutterstock


Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.

1 Tessalonicenses 5:18