sexta-feira, 22 de novembro de 2013

10 dicas para a felicidade de acordo com a ciência

Acreditar mais em si mesma é uma das ações-chave para o sucesso

Todos os dias você faz escolhas e toma pequenas decisões, e algumas delas parecem completamente alheias à sua saúde e felicidade. Porém, muito do que você decide durante o seu dia a dia pode impactar dramaticamente a maneira como você se sente mental e fisicamente. Se você já notou que algumas dessas escolhas têm complicado sua vida, se atente para essas 10 dicas para mais feliz e saudável a partir da mudança de alguns hábitos:

Tenha conexões mais profundas
A experiência humana se baseia na conexão com outras pessoas, afinal, ela dá valor e significado para as nossas vidas. Pesquisas apontam que pessoas com fortes laços sociais são mais saudáveis e tem menor risco de morte. Além disso, têm a expectativa de vida mais alta, e menos riscos de câncer. Isso vale para o casamento, a família e os amigos. Não tenha medo de se entregar. Os laços e a conexão são essenciais para uma vida saudável e feliz.

Não fique sentada o dia todo
Ficar sentada em frente à uma tela de TV ou de computador aumenta o risco de ter doenças cardiovasculares e morte, mesmo que você pratique atividades físicas! A pesquisa foi realizada com 240 mil participantes, que tinham o hábito de permanecerem sentados diariamente por muitas horas, e outra parcela que não tinha o mesmo costume.

Pare para respirar
A respiração é como um alimento para o corpo e a mente. Procure tirar pelo menos 15 minutos do seu dia para sentar e respirar. A meditação unida à respiração correta reduz a ansiedade, melhora sua qualidade de vida, estimula o sistema imunológico e, de quebra, regula o seu sono. Quer motivo melhor para dar uma pausa em seu dia?

Torne-se membro de alguma comunidade
Procure uma religião, doutrina, ou mesmo grupo, em que você possa interagir e trocar ideias com outras pessoas. Essa prática pode lhe auxiliar a reduzir o estresse e as preocupações, além de ser uma ótima janela para as novas amizades.

Não ignore suas habilidades criativas
Expressar-se criativamente reduz o risco de doenças, e fortalece a sua saúde e bem-estar. Um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard revelou que a arte, por exemplo, ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade, aumenta as emoções positivas, e reduz a probabilidade de depressão, além de muitos outros benefícios. Outro estudo, que foi publicado no Journal of Medicine Biobehavioral, descobriu que a escrita criativa melhorou a resposta do sistema imunológico de pacientes com HIV.

Não passe o dia todo dentro de casa
Explore o mundo ao seu redor – mesmo que isso signifique viajar para algum lugar bacana, ou apenas fazer caminhadas pelo seu bairro. Isso irá lhe oferecer uma ampla gama de vantagens para o seu corpo e mente. Para começar, os benefícios da luz solar irão compensar os efeitos negativos da luz artificial de que estamos acostumadas. Além disso, pesquisadores descobriram que as viagens de excursão com grupos são verdadeiras terapias, já que promovem a perda de peso e aumentam o ânimo, a confiança e a auto-estima. Viva mais ao ar livre!

Consuma menos e crie mais
A contribuição é essencial para uma vida plena e feliz. Muitas vezes passamos a vida consumindo o mundo em torno de nós, em vez de criá-lo. Vivemos uma vida sedentária e comemos passivamente, o que não nos deixa criar nada, apenas absorver o que já foi feito. Portanto, prepare sua própria refeição em vez de comer fora, ou de comprá-la pronta. Experimente aprender a fazer sua própria roupa, ou, se isso for muito difícil, confeccione algum objeto mais simples. Isso vai estimular sua criatividade, reduzir o estresse e, de quebra, você irá gastar menos dinheiro.

Trabalhe com o que você gosta
Trabalhar em excesso pode ser potencialmente perigoso. No Japão, pessoas que morrem por problemas psicológicos por causa do trabalho têm até um rótulo: “karoshi “, que significa literalmente “morte por excesso de trabalho”. Fatores como deslocamentos imprevisíveis, tensão, discordância com o seu chefe ou colegas de trabalho e sentir-se desvalorizada são danosos à sua saúde. Horas extras também contribuem com o problema: quem as realiza tem mais chance de ter doença coronária.

Não coma sozinha
Segunda Brian Wansink, professor de Cornell e autor do livro Mindless Eating, quando as pessoas comem sozinhas, são mais propensos a ter compulsão alimentar. Além disso, as dietas também sofrem mudanças, já que as pessoas tendem a comer menos frutas e refeições menos saudáveis. Parece que as pessoas se esforçam menos para comer bem quando estão sozinhas.

Acredite que você é digna de saúde, felicidade e amor
Quando você quer iniciar um projeto, o primeiro passo para alcançá-lo é ter a certeza de que merece voar alto. Não permita que seu medo, insegurança ou até mesmo vergonha a impeça de tentar coisas novas ou ousadas, segundo o seu julgamento. Quando você se empenha e busca objetivos corajosos acreditando que os merece (e que irá conseguir), pode se surpreender com os resultados.


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

4º Festival de dança de Itabaiana 2013

A dança estará em evidência na cidade de Itabaiana neste final de semana

O agreste sergipano estará em festa neste Domingo, 24 de Novembro, com a realização do 4º Festival de Dança de Itabaiana, o segundo maior espetáculo de Sergipe.

O festival terá as apresentações de 500 dançarinos representando 60 grupos de dança dos municípios de Itabaiana, Nossa Senhora do Socorro, São Domingos, Nossa Senhora da Glória, Campo do Brito e Aracaju.

O evento será realizado no auditório do Colégio Dom Bosco com as apresentações dos grupos infanto-juvenis, das 16 às 18 horas, e a partir das 19 horas a dos grupos juvenis e adultos.

A abertura do festival será realizada por Sivu, uma senhora de 60 anos, que se apresentará com a dança do ventre.

O festival é realizado pelo grupo de dança Dulce Olga e será transmitido online através da TV Itnet.

Professor José Costa

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Confira as bebidas que hidratam o corpo após o treino

Além da água, outros líquidos são feras da hidratação

Não adianta só fazer os exercícios direitinho e comer bem - hidratar-se adequadamente é de extrema importância. Quando praticamos atividades físicas, nosso corpo perde líquido e fica desidratado. A nutricionista Camila Leonel recomenda que a reposição de líquido seja feita imediatamente após o término do exercício, continuamente e de forma fracionada.

Quando pensamos em hidratação, a primeira coisa que nos vêm à cabeça é água. Porém, ela não precisa ser a única opção. Para hidratar-se, você também pode ingerir sucos e chás, por exemplo. Fizemos uma lista com algumas das bebidas mais comuns, se devemos ou não consumi-las após os treinos e por quê:

Bebidas isotônicas
SIM: "Elas são bebidas cuja composição é semelhante aos fluidos do nosso corpo e devem ser usadas, principalmente, para repor água e sais minerais perdidos pela transpiração", diz a nutricionista Camila Leonel. Alguns exemplos de isotônicos são o soro caseiro, a água de coco e algumas fórmulas industrializadas.

Fique atento! Por conta dos sais minerais em excesso, essa bebida deve ser evitada por gestantes, lactantes, pessoas com hipertensão e/ou diabetes e pacientes com doenças renais não devem consumir a bebida isotônica industrializada, como afirma Camila.

Refrigerantes
NÃO: os refrigerantes fornecem apenas açúcar, água e carboidratos, não possuindo nenhum tipo de nutriente. Além disso, segundo a nutricionista Camila Leonel, "eles são bebidas gaseificadas e, por isso, podem causar desconfortos intestinais, além de ter uma absorção mais lenta".

Bebidas energéticas
NÃO: os energéticos são bebidas estimulantes e, por isso, contêm muita cafeína, além de açúcar. Eles têm, sim, aminoácidos e vitaminas. Porém, não são nada eficazes quando o assunto é hidratação e a nutricionista Camila Leonel explica por quê: "A combinação açúcar e cafeína auxilia na eliminação de água, devido ao efeito diurético da cafeína e o aumento da sede, ou seja, consumir energéticos causa o efeito contrário". 

Água de coco
SIM: a água de coco é considerada um isotônico natural, já que apresenta vários minerais, como sódio, potássio, fósforo e cloro. Por isso, além de hidratar, ela ajuda na recuperação de minerais. "É um líquido perfeito para reposição de água e minerais perdidos em atividades físicas ou na desidratação", diz a nutricionista Camila Leonel.

Suco de frutas naturais
SIM: ricos em vitaminas e minerais, os sucos de frutas cumprem bem o papel de hidratar o corpo. "Além de refrescantes, fornecem energia, acalmam e hidratam. Mas devem ser alternados com a água e não substituí-la", lembra a nutricionista Camila Leonel.

Água de cheiro ou com sabor
NÃO: muitas pessoas tem trocado a água natural por esse tipo de água aromatizada ou com um leve sabor de fruta como fonte de hidratação. Ou seja, estão literalmente substituindo a água. O que muitas pessoas podem não saber é que, para que esse tipo de bebida fique com sabor, são adicionados aromatizantes, conservantes e adoçantes (para substituir o açúcar).

"Como alguns conservantes e adoçantes são à base de sódio, a tendência é que essas bebidas aumentem o nível de sódio do organismo", alerta a nutricionista Camila Leonel. "Apesar de todo apelo comercial acerca desses produtos, a melhor escolha é sempre a água", aconselha.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Adolescentes que dormem tarde têm notas mais baixas

Parece que pais do mundo todo estão realmente certos ao mandar seus filhos irem para a cama cedo. Um novo estudo publicado no Journal of Adolescent Health mostrou que adolescentes que vão dormir tarde durante o ano letivo e que vão para a escola cedo têm um desempenho acadêmico inferior e estão em risco de sofrimento emocional mais tarde. Este resultado fornece uma evidência adicional para um crescente corpo de pesquisa que sustenta um movimento para atrasar o horário de início das aulas para adolescentes.

“Ir para a cama depois das 23h30, particularmente em adolescentes mais jovens, previu piores médias de pontos cumulativos (conhecidos pela sigla GPA e usados para colocações de universidades e empregos nos EUA) à altura da formatura do ensino médio e mais problemas emocionais nos anos de faculdade e depois disso”, afirmou a principal autora do estudo, Lauren D. Asarnow, mestre e estudante de doutorado no departamento de psicologia da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA).

A pesquisa reuniu dados sobre o sono e o número de horas dormidas de 2.700 adolescentes de 13 a 18 anos participando do Estudo Nacional Longitudinal da Saúde do Adolescente em dois grupos: um em 1995, e o segundo em 1996. Entre 2001 e 2002, conforme os entrevistados envelheceram, foram coletados dados sobre o desempenho acadêmico e autorrelatos da saúde emocional para a comparação longitudinal. O objetivo geral do estudo foi examinar a relação entre os padrões de adolescentes do ensino médio em uma amostra nacionalmente representativa de sono/padrões circadianos (relativos ao relógio biológico), seu desempenho acadêmico em geral na escola e as taxas de sofrimento emocional relatados após a formatura.

Para ambos os grupos do ensino médio, 23% dos participantes relataram ir para a cama às 23h15 ou mais tarde. No momento em que esses adolescentes chegaram à idade da graduação e de ir para a faculdade, apresentaram menor GPA cumulativo e maior sofrimento emocional entre 18 e 26 anos.

Os cientistas ainda observaram pesquisas anteriores e descobriram que os adolescentes que preferem realizar atividades e ir para cama tarde da noite – um padrão de comportamento muitas vezes chamado de preferência circadiana pela noite – foram testados durante a manhã e tiveram um pior desempenho em tarefas cognitivas.

Lauren alertou os pais a ajudar os jovens a ir para a cama mais cedo, e acrescentou que o comportamento do sono de um adolescente é altamente modificável quando ele recebe o apoio adequado. No entanto, acrescentou que a mudança da hora de dormir de um adolescente de tarde para cedo pode ser difícil, em parte porque de 30% a 40% dos adolescentes têm o hábito de dormir tarde devido à uma base biológica ligada ao aparecimento e a evolução da puberdade. Além disso, a pressão acadêmica, os hábitos ligados ao uso da tecnologia e o horário de dormir dos amigos também influenciam a escolha de um adolescente para ficar acordado ou ir para a cama. [Science Daily]

domingo, 17 de novembro de 2013

Arritmias cardíacas: veja os cuidados ao praticar exercícios

Consulta médica, entender ritmo e intensidade e atenção à medicação são fundamentais

Arritmias cardíacas e morte súbita no Brasil, são cerca de 40 milhões de pessoas convivendo com o problema, de acordo com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC). Batimento cardíaco irregular, palpitações, sensação de esmagamento ou aceleração cardíaca. Esses são os principais sintomas da arritmia cardíaca, uma alteração que surge em função de um distúrbio do sistema elétrico do coração, que faz com que as contrações musculares aconteçam de forma desordenada.
Quando a arritmia está presente, o batimento pode ser muito lento, muito rápido ou irregular, prejudicando o funcionamento do órgão e, podendo trazer consequências, como angina (dor no peito), infarto, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral (AVC) e até morte súbita.

Existem vários tipos de arritmia cardíaca, algumas delas apresentam alto risco outras são benignas e mais fáceis de conviver. O cardiologista Adalberto Lorga, presidente da SOBRAC, explica que a prevenção é sempre o melhor remédio quando se trata do tratamento de arritmia cardíaca. Uma das formas de evitar complicações é praticando exercícios físicos - sempre bem feitos, com moderação e responsabilidade. O exercício moderado e de baixa intensidade melhora a hipertensão e a circulação, ajudando a reduzir as chances de arritmia, explica o cardiologista Adalberto. Pode começar a treinar, mas antes tome todos os cuidados necessários para evitar problemas. Veja quais são a seguir.

Consulta médica e exames
"Se o portador de arritmias cardíacas deve ou não fazer exercícios físicos é uma decisão que deve ser feita sempre em conjunto com o médico", recomenda Adalberto Lorga. O cardiologista é o profissional ideal para identificar se há arritmias e de que tipo ela é. Essa recomendação vale para qualquer indivíduo, mesmo que ele não desconfie que tem arritmias. Isso porque existem arritmias silenciosas, como a Síndrome do QT longo e a Síndrome de Brugada, que quando percebidas podem provocar danos irreversíveis, causando infartos fulminantes.

"Caso alguém na família, principalmente pais e avós, já tiveram arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca, infarto, AVC, outras doenças cardiovasculares (como hipertensão) e até morte súbita, deve redobrar a atenção antes de fazer exercícios físicos", explica o cardiologista Leandro Zimerman. A genética pode ter influencia no aparecimento dessas alterações, aumentando as chance de arritmias cardíacas.

O médico poderá pedir exames como o eletrocardiograma, que através de eletrodos colocados na pele detecta como estão sendo transmitidos os impulsos elétricos do coração. O teste de esforço, que também pode ser solicitado, é feito com análise do comportamento do coração enquanto o paciente caminha e corre numa esteira. Por vezes é feita a análise Holter, que avalia a frequência e ritmo cardíaco por 24 horas, enquanto a pessoa avaliada anota num diário todas as atividades deste dia. Tudo isso irá auxiliar o médico a identificar qual é a frequência e a intensidade dos exercícios praticados de forma segura.

Caso você use medicação betabloqueadora
Os remédios betabloqueadores são usados para arritmias cardíacas e agem inibindo que o coração cardíaco chegue a picos de frequência cardíaca. "Quem usa esse tipo de remédio não deve se basear na frequência cardíaca, que estará naturalmente alterada", explica o cardiologista Adalberto. Nesse caso o exercício físico não está contraindicado, mas sua intensidade deve ser avaliada através de outros métodos que não a frequência cardíaca. A principal delas é percepção do esforço: "a pessoa não pode se cansar e não deve nunca ultrapassar seus limites, o exercício tem que ser leve", explica Adalberto. Abre-se uma exceção para os casos em que a atividade é acompanhada por um profissional, educador físico ou fisioterapeuta, especializado em reabilitação cardíaca. Nesse caso o profissional avaliará o paciente, através de testes específicos que identificam a frequência cardíaca que pode ser atingida com o uso de medicamentos e outras variáveis, e o acompanhará durante a rotina de atividades, garantindo a segurança.

Intensidade e tempo com que o exercício deve ser feito
A intensidade, o tempo e a frequência da atividade física dependem inicialmente da determinação do risco do paciente. "Indivíduos com arritmias de baixo risco, como a extrassístole supraventricular, podem fazer o exercício que quiserem, sem restrições, desde que com avaliação médica", explica Leandro Zimerman.
Já para pessoas com arritmia de riscos um pouco mais altos, o cardiologista Adalberto Lorga explica que o ideal é sempre começar a atividade de acordo com a recomendação médica ou por atividades mais leves, como a caminhada com duração de 30 a 40 minutos três ou quatro vezes por semana. A partir da recomendação do médico, fisioterapeuta ou educador físico o exercício pode se tornar mais forte. O mais importante é que ele seja sempre mantido abaixo da zona de frequência e ritmo do coração que apresentam riscos.

Sintomas que merecem atenção
Caso você já saiba que tem arritmia cardíaca, a atenção a alguns sintomas que podem aparecer durante o exercício físico merece ainda mais atenção. Dor torácica, palpitações, vertigem, tontura, sudorese excessiva - maior do que você costuma ter -, falta de ar, palidez, coração acelerado, batidas do coração fora do ritmo são sinais de que você deve interromper a atividade física. Em seguida é hora de procurar o médico. O cardiologista Leandro Zimerman explica que o médico avaliará o motivo pelo qual se deu a alteração e indicará se o paciente deve parar os exercícios físicos ou se deve alterar o ritmo. "Em alguns casos, quando a alteração é bem suportada pelo paciente e não apresenta riscos à saúde, ele pode até ser mantido, mas sempre depois de consulta médica", esclarece o cardiologista Leandro.

Descanse depois
Para que o coração se recupere do esforço, é muito importante permitir que o músculo retome os batimentos normais ao final do exercício. O cardiologista Leandro Zimerman orienta que nos últimos dez a 15 minutos finais, o ritmo seja progressivamente diminuído até a parada. "Essa medida já ajuda o coração a retornar a seu ritmo norma", explica Leandro. Logo após o exercício, caso você se sinta cansado, descanse até que se sinta pronto para continuar as rotinas do dia. Além disso, o coração precisa de um tempo de descanso até que seja submetido a um novo esforço. Espere ao menos um dia até se submeter ao exercício novamente.

Casos específicos
"Pessoas com arritmia cardíaca que já tenham insuficiência cardíaca ou doenças das artérias coronárias - os vasos que levam o sangue ao coração e que podem ser facilmente entupidas - estão, salvo aval médico, proibidas de fazer atividades, principalmente sem o acompanhamento de um profissional", explica o cardiologista Adalberto. Essa restrição acontece porque os riscos são muito maiores nesses casos. Podem surgir falta de ar durante e após a atividade física, palpitações, pulso irregular, fadiga, fraqueza, dor no peito e desmaios.