sábado, 4 de agosto de 2018

Treinos de força (como a musculação) diminuem os sintomas da depressão


Para chegar a essa conclusão, estudo reuniu e avaliou os dados de mais de 2 mil pessoas

Que a atividade física faz maravilhas pelo seu corpo todo mundo sabe, mas frequentar a academia pode ajudá-la a conquistar muito mais do que apenas curvas de respeito. A conclusão de uma revisão de mais de 30 estudos publicada no periódico científico americano JAMA Psychiatry é a de que treinos de força estão associados não só ao fortalecimento do corpo, mas à diminuição dos sintomas da depressão.

Os pesquisadores analisaram os efeitos do levantamento de peso em mais de 2 mil pessoas e descobriram que esse tipo de exercício alivia o desânimo e minimiza a perda de interesse por atividades do dia a dia, dois fatores que atrapalham, e muito, a vida de quem anda para baixo.

A boa notícia é que a tática funciona para qualquer pessoa, independentemente da idade, condicionamento físico, rotina ou estado de saúde. Apesar de ser necessária uma análise mais aprofundada, Brett Gordon, autor principal do trabalho, diz que o aumento do fluxo sanguíneo causado pela prática da atividade física pode ser o responsável pela formação de novas células cerebrais e liberação de endorfina, amenizando os sintomas depressivos.

“Além disso, o treino com variação de pesos, séries e repetições aumenta a autoconfiança por estimular a evolução da força, equilíbrio e coordenação da aluna”, explica Rodrigo Brito, educador físico da Fórmula Academia, em São Paulo. Aí, esse aumento da capacidade física serve para fortalecer o estado emocional e despertar um sentimento de realização e felicidade.

Seja qual for o motivo, uma coisa é certa: treinos de força são uma carta na manga para quem luta contra a tristeza e a melancolia. Experimente ir à academia com frequência (pelo menos duas vezes por semana) ou, se não se sentir bem o suficiente para sair, tente realizar a sessão de exercício em casa com a ajuda de halteres e caneleiras.


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

14ª Feijoada do Lar Cidade de Deus em Itabaiana


15 alimentos antioxidantes para limpar o organismo e manter a pele jovem


Eles eliminam toxinas e auxiliam na circulação do sangue

Melhorar o funcionamento do organismo a ponto de prevenir o envelhecimento precoce e ajudar a combater problemas da cabeça aos pés é possível com o consumo de alimentos ricos em antioxidantes. A substância combate os radicais livres, protegendo as células de doenças, melhorando o aspecto da pele e prevenindo o acúmulo de toxinas no organismo. Não deixe os itens a seguir de fora da sua próxima lista de supermercado!

1. Açafrão (ou cúrcuma)
A especiaria é lotada de curcuminoides, compostos com ação anti-inflamatória e anti-idade. A cúrcuma é a raiz e o açafrão é a cúrcuma torrada, em pó. Se almoça fora, leve um potinho com o tempero e salpique sobre o arroz com feijão.

2. Aveia
Fonte importante de silício, a aveia auxilia na estruturação da pele, minimizando o aspecto da celulite. Tem betaglucana, molécula que melhora a circulação sanguínea e dificulta a absorção da gordura pelo intestino. De quebra, ainda ajuda a eliminar toxinas.

3. Azeite de oliva
Rico em gorduras monoinsaturadas, tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Dê preferência ao azeite extravirgem, que tem taxa de acidez inferior a 1%. Consuma, no máximo, 2 colheres de sopa por dia.

4. Chá de cavalinha, centelha asiática e dente-de-leão
A cavalinha apresenta bom teor de silício e funciona como diurético natural, desintoxicando o organismo e reduzindo, assim, o inchaço. A centelha asiática estimula a circulação sanguínea. Já o dente-de-leão ajuda a eliminar as toxinas.

5. Linhaça
Rica em ômega-3, anti-inflamatório natural, a linhaça auxilia na regulação hormonal. Também faz uma faxina interna, graças ao alto teor de fibras, contribuindo para evitar o acúmulo de impurezas que dificultam a irrigação sanguínea e favorecem a celulite. Sugestão: leve de casa a linhaça triturada para salpicar sobre a salada, de preferência batida no liquidificador pouco antes de sair para o trabalho. Isso porque as sementes oxidam e perdem boas doses de ômega-3.

6. Frutas vermelhas
Morango e uvas vermelhas e roxas possuem protoantocianidina, substância que fortalece os vasos sanguíneos e linfáticos, melhorando a circulação.

7. Melão
Superimportante na alcalinização do pH sanguíneo (é anti-inflamatório), sobretudo se ingerido com as sementes – que podem ser trituradas, garantindo maior fornecimento de fibras.

8. Mamão e abacaxi
Ambas as frutas têm propriedades antiedema, além de enzimas proteolíticas, que ajudam a digerir proteínas que, para algumas pessoas, podem detonar alergias capazes de estimular a formação de adipócitos (células de gordura).

9. Frutas cítricas
Limão, lima-da-pérsia, laranja e goiaba contêm a poderosa vitamina C, além de bioflavonoides, que aumentam o tônus das veias, favorecendo a microcirculação.

10. Óleo de gergelim
Grande fonte de vitaminas, em especial a E, que atua como antioxidante e, assim, protege as células da ação dos radicais livres. Também tem ação anti-inflamatória.

11. Peixes
Salmão, atum, sardinha e arenque são ótimas fontes de ômega-3, gordura que também entra na tropa de choque contra a osteoporose.

12. Pepino
Diurético natural, alcalinizante e anti-inflamatório, o pepino ajuda a eliminar as toxinas, é rico em vitaminas A e C, além de sais minerais.

13. Sálvia
Ajuda a regular os hormônios femininos, sobretudo o estrogênio, intimamente relacionado à celulite.

14. Semente de abóbora
Ajuda a tornar o pH do sangue mais alcalino, o que afasta as inflamações. A semente de girassol, outro poderoso antioxidante, também pode fazer parte do seu cardápio.

15. Suco de uva integral
Além de antioxidante, também tem ação anti-inflamatória.

Fonte: https://boaforma.abril.com.br/dieta/15-alimentos-antioxidantes-para-limpar-o-organismo-e-manter-a-pele-jovem/ - Por Thaís Cavalheiro (colaboradora) - Magone/Thinkstock/Getty Images

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Os sinais de ansiedade no dia a dia


Sintomas físicos e mentais desse transtorno psiquiátrico costumam aparecer no cotidiano (ou diante de alguns desafios). Veja como identificá-los

A diferença entre uma preocupação normal e a ansiedade muitas vezes está na intensidade dos sintomas e sinais. Até pensando nisso, a Associação Americana de Depressão e Ansiedade listou exemplos de como uma pessoa com esse transtorno psiquiátrico se comporta frente a situações comuns no dia a dia, em comparação com outra sem ele.

Claro que não dá para diagnosticar o problema só com base nas pistas abaixo. Mas elas podem levantar a suspeita para o quadro e agilizar a busca por um profissional de saúde, que cravará a presença de ansiedade ou não.

Preocupações
Sem ansiedade: ficar preocupado com o pagamento das contas do mês, com o risco de ser demitido, com o término de um relacionamento amoroso…

Com ansiedade: Pensar constantemente que essas possibilidades (falta de dinheiro, demissão, pé na bunda, entre outros) vão ocorrer a qualquer segundo.

Medos
Sem ansiedade: medo realista de algum objeto, lugar ou situação que podem ferir ou matar.

Com ansiedade: temor irracional de algo que, na verdade, não representa grande perigo.

Traumas
Sem ansiedade: se sentir triste ou não conseguir dormir direito depois de passar por um evento traumático.

Com ansiedade: pesadelos recorrentes e incapacidade de tirar da cabeça essa sensação desagradável.

Festas e reuniões
Sem ansiedade: se sentir estranho ou ligeiramente desconfortável em ocasiões sociais, como festas e reuniões.

Com ansiedade: fugir dessas situações a todo custo pelo medo de ser julgado, constrangido ou humilhado por estranhos.

Provas ou apresentações no trabalho
Sem ansiedade: ficar nervoso ou suar bastante durante uma prova ou uma apresentação no trabalho.

Com ansiedade: dificuldades para respirar ou falar e ficar com o coração acelerado, a ponto de não cumprir a tarefa.

Fonte: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/os-sinais-de-ansiedade-no-dia-a-dia/ - Por André Biernath - Foto: Khosrork/iStock

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

8 dúvidas relacionadas à comida que você provavelmente tem alguma delas

Você já evitou comer pimenta por não conseguir acabar com a ardência ou já ouviu dizer que vitamina C cura gripes e resfriados?

Veja a resposta para essas e outras dúvidas relacionadas à comida:

1. Tábuas para cortar alimentos acumulam bactérias
Verdade.
A Professora Doutora em microbiologia Rosana Siqueira dos Santos, contou ao Jornal Laboratorial da PUC-Campinas, que foi encontrado maior número de contaminação em tábuas madeira e de plástico por causa das ranhuras e coloração mais escura, o que favorece a proliferação de bactérias e fungos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inclusive, proíbe o uso de tábuas de carne de madeiradesde 2004 para serviços de alimentação constantes (como bares e restaurantes).
Evite contaminação cruzada, use uma tábua para cada grupo de alimentos (carne crua, frutas, vegetais).
A microbiologista indica a tábua de vidro como a mais adequada.
Lembre-se também que há maneiras eficientes de higienizar o utensílio.
Ela orienta a depois de lavar com água e detergente, colocar em água fervente ou em uma solução de água sanitária por dez minutos, devendo guardar quando estiver totalmente seco.

2. Ingerir ovos aumenta o colesterol
Mito.
O ovo não é o vilão que todos pensavam.
Uma importante descoberta de pesquisadores da Universidade do Kansas (EUA), mostra que o ovo possui uma substância chamada fosfolipídeo, que interfere na absorção do colesterol e impede que seja captado pelo intestino, de onde parte para a corrente sanguínea.
Além disso, é fato que a maior parte do colesterol é produzida pelo próprio organismo.
Mas claro, comer ovo frito não é a escolha mais saudável por causa do óleo.

3. Vitamina C previne e cura gripe e resfriado
Mito.
Como observa a infectologista Raquel Muarrek, do Hospital Leforte, em São Paulo: “A vitamina C tem uma participação importante no sistema imunológico, já que fortalece os glóbulos brancos, responsáveis por combater agentes infecciosos. Entretanto, o nutriente não tem capacidade de prevenir essas doenças.”
O médico Drauzio Varella, em entrevista ao G1, é veemente: “Vitamina C não é capaz de curar gripes e resfriados.”
Em entrevista à Drauzio Varella, o médico João Silva de Mendonça, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, afirma que a medicina não conseguiu dar suporte científico para a indicação de vitamina C.
Além disso, a desinformação leva a uso indevido da vitamina C, que em excesso, deixa de ser benéfico e pode causar, entre vários problemas, cálculos renais.

4. Beber café ajuda a prevenir insuficiência cardíaca
Verdade.
Para descobrir a relação do consumo de café com o risco de insuficiência cardíaca, a pesquisadora Elizabeth Mostofsky, da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, realizou estudo em que avaliou mais de 140 mil pessoas.
O resultado: quatro xícaras pequenas de café por dia diminuíram em até 11% o risco de ter insuficiência cardíaca.
Por outro lado, é importante destacar que o consumo excessivo de café pode sim trazer males para a saúde.
As substâncias cafestol e o caveol presentes no grão do café podem elevar os níveis de colesterol no sangue, mas o uso de filtro de papel consegue reter boa parte dessas substâncias.
O impacto positivo ou negativo do consumo de café está na dose.

5. Remover a pele do frango ajuda a cortar calorias
A verdade mesmo é que não faz diferença significativa, afirma o endocrinologista Alfredo Cury, dono do Spa Posse do Corpo, no Rio de Janeiro à revista Cosmopolitan:
“É preciso considerar o óleo utilizado na fritura da carne, que o absorve, fazendo subir o valor calórico da preparação. Tirar a pele não economiza calorias de forma significativa.

6. Consumo de álcool em excesso prejudica o sistema nervoso
É verdade.
O neurologista Leandro Teles em entrevista à revista Corpo a Corpo explica que o álcool age negativamente no sistema nervoso:
“A substância traz comprometimento agudo e imediato da função de algumas regiões e, com o passar dos anos, gera alterações estruturais irreversíveis podendo levar a problemas como demência e neuropatia periférica.”
O neurologista observa ainda que o cérebro de quem bebe demais envelhece precocemente.
“Além do efeito direto, quem bebe está mais sujeito a traumas na região da cabeça e a carência de algumas vitaminas fundamentais para o bom funcionamento do cérebro, como a vitamina B1 (tiamina), vitamina B3 (niacina), B6 (piridoxina) e principalmente a vitamina B12 (cianocobalamina).”

7. Pimenta causa hemorroida e beber água acaba com a ardência na boca
Quanto à hemorroida: Mito.
Especialistas explicaram ao Programa Bem Estar que é mito dizer que hemorroida é causada pelo consumo de pimenta.
O que de fato acontece é que a pimenta irrita um problema já existente, ou seja, a pessoa já tem hemorroida ou uma fissura na região anal e sente ardência quando a pimenta passa pelo local.

8. Em relação à água acabar com a ardência: Verdade
Água: resolve a ardência momentaneamente e depois retorna.
Leite: (preferencialmente) integral é o mais indicado, porque a pimenta se dissolve na gordura.
Pão: também é indicado por absorver a pimenta.
Como a acidez eleva a salivação, os especialistas também explicam que antes de comer pimenta, é válido ingerir algo ácido, o que ajuda a diminuir a ardência.

Fonte: https://www.bemmaismulher.com/8-duvidas-relacionadas-a-comida-que-voce-provavelmente-tem-alguma-delas/