terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

Rinite: 7 plantas que podem ajudar no controle da alergia


O pólen de flores pode ocasionar quadros de rinite alérgica. Apesar disso, algumas espécies de plantas aliviam os sintomas da doença

 

A rinite é uma doença inflamatória das mucosas do nariz, causada quando o nosso sistema respiratório entra em contato com substâncias tóxicas e irritantes que podem prejudicar o funcionamento dos pulmões. Entre os sintomas mais comuns, estão o nariz entupido, coriza (nariz escorrendo), espirros, coceira e diminuição da capacidade de sentir cheiro.

 

Para tratar o problema, é preciso diferenciar a origem do quadro. Isso porque existe a rinite não alérgica, provocada por infecções causadas por vírus, bactérias ou fungos, medicamentos, hormônios e por problemas de saúde, como o refluxo gastroesofágico.

 

Já a rinite alérgica, como o nome explica, acontece quando o organismo reage ao entrar em contato com determinadas substâncias consideradas estranhas. É o caso, por exemplo, de poeira ou pólen de algumas flores.

 

Plantas podem aliviar rinite alérgica

Uma dica da otorrinolaringologista Dra. Renata Moura é o uso de plantas em casa para aliviar o ar que respiramos. No entanto, a médica alerta que o indicado é uma planta a cada 10 metros, pois o excesso também pode ser prejudicial.

 

Entre os melhores tipos, a especialista destaca:

 

Areca-bambu;

Lírio-da-paz;

Palmeira-ráfis;

Samambaia;

Filodendro;

Dracena;

Fícus-benjamim.

 

Outras formas de manter o lar distante dos alérgenos

No caso específico da rinite alérgica, a principal forma de tratar a condição é com o controle ambiental. Isto é, evitar a exposição aos causadores de alergia. “Se é poeira, se é mofo, então tem que ser um ambiente limpo, arejado”, destaca a profissional.

 

Renata dá algumas dicas para manter o ambiente protegido dos ácaros:

 

Realize a limpeza do ambiente com pano úmido, principalmente no chão;

Evite usar espanador e vassoura, o que pode espalhar poeira;

Evite usar carpetes e tapetes;

Utilize uma cortina de fácil higienização, com material lavável ou persiana para limpar com pano úmido;

Faça a limpeza do filtro do ar-condicionado no tempo adequado (a cada semana, com troca anual);

Evite ventiladores, especialmente de teto, que acumulam muita sujeira e dificultam a limpeza;

Se não puder evitar, prefira ventiladores de pé, e não coloque-o em direção a cabeça;

Higienize as hélices dos ventiladores semanalmente;

No caso de pacientes com rinite alérgica, utilize máscara para limpar os ambientes.

Além disso, a otorrinolaringologista destaca a importância de realizar a lavagem nasal. Mesmo sem nenhum sintoma, o recomendado é lavar as narinas com soro fisiológico de uma a duas vezes ao dia. “Mas, se entrar em crise, lave mais vezes, de cinco a sete vezes ao dia, por exemplo. O que vai te orientar com relação à lavagem é a secreção: quanto mais secreção, mais lavagem tem que ser feita”, afirma a médica.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/rinite-7-plantas-que-podem-ajudar-no-controle-da-alergia.phtml - Por Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Ao que lhe disse Jesus: Se podes! – tudo é possível ao que crê. Mateus 21:21


segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

Qual o melhor repelente para a dengue? Dois tipos que protegem contra mosquito


O uso de repelentes específicos pode ajudar, de forma eficaz, na prevenção à picada do mosquito da dengue

 

Durante o verão, os surtos de dengue tendem a ser mais frequentes e, é neste cenário, que todo cuidado deve ser pouco. Para além do método principal de combater o mosquito da dengue — evitando qualquer tipo de água parada, Amália Meyer Coutinho, Médica-membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, esclarece que há outros meios de se proteger, e entender qual o melhor repelente para a dengue é fundamental para ajudar a manter o mosquito bem longe.

 

Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a dengue é uma doença infecciosa que, em 2024, parece estar ainda mais grave, com grandes altas na contaminação. Estados brasileiros como Acre e Goiás, além de municípios como o do Rio de Janeiro, já declararam estado de emergência por causa da doença. Além de provocar uma série de sintomas como febre e dores nas articulações — que, por vezes, são confundidos com os de outras doenças virais, como gripe, a doença pode progredir para quadros mais graves, como a dengue hemorrágica.

 

Qual o melhor repelente para a dengue?

De acordo com a dermatologista, existem dois tipos de repelentes capazes de proteger as pessoas do mosquito da dengue: os feitos à base de Icaridina ou Deet. Segundo ela, ambos os produtos são eficientes em repelir o Aedes aegypti, mas o repelente à base de Icaridina garante proteção por uma maior duração de tempo.

 

“O repelente de Icaridina se destaca por isso. Ao contrário do Deet, que protege bem, mas você tem que reaplicar mais vezes. E nessa história de aplicar mais vezes, maior é a chance da pele ficar mais irritada, ressecada e, às vezes, até com alguma alergia. A Icaridina tem duração de 12 horas, enquanto os repelentes à base de Deet quatro horas”, explica.

 

A roupa protege da picada do mosquito da dengue?

Segundo Amália, roupas leves, com tonalidades claras e que cubram todo o corpo podem auxiliar de forma eficaz na proteção à picada do mosquito da dengue. “O Aedes aegypti tem atração pelo suor e por cores escuras, portanto medidas protetivas físicas, como roupas, são muito bem-vindas. Isso vale principalmente para as crianças, que têm uma sensibilidade maior na pele e, às vezes, têm menos tolerância ao uso constante do repelente”, finaliza.

 

Pode usar repelente junto com a maquiagem?

É possível usar repelente e maquiagem, independentemente se a pessoa utilizar hidratante, protetor solar ou qualquer outro produto. No entanto, é preciso levar em consideração algumas recomendações: o repelente deve ser aplicado por último e de forma suave.

 

“Indico que minhas pacientes não joguem o spray diretamente na face para não ter irritação de mucosas, do nariz, de olhos e de boca. Sugiro passar o repelente com a mão, em pequenas quantidades, com pequenas batidinhas”, indica Amália Coutinho.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-23825 - Escrito por Elissandra Silva - flubydust/GettyImages - Validado por Dra. Amália Mayer Coutinho


"Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus. 33Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus.” (MT: 10,32,33)



domingo, 11 de fevereiro de 2024

Conheça os riscos de misturar álcool com medicamentos


Farmacêutica alerta sobre os efeitos colaterais causados pela combinação

 

Em festas e outras comemorações, como o Carnaval, consumir bebidas alcoólicas é praticamente algo inevitável para algumas pessoas. E, se você é daqueles que bebe sem pensar no amanhã, pois a ressaca pode ser curada com um “remedinho”, preste atenção: a combinação pode causar sérios danos à saúde, especialmente quando são utilizados medicamentos sem prescrição.

 

“Quando falamos de medicamentos isentos de prescrição, é importante que o paciente consulte a bula e peça orientação ao farmacêutico”, orienta Dafne Cristina Lopes Estevão, farmacêutica da rede de drogarias Farmais.

 

Riscos da combinação entre álcool e remédio

Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo médio anual de álcool por pessoa no Brasil é de 8 litros, acima da média internacional de 6,4 litros. Durante o Carnaval, esse consumo tende a aumentar ainda mais. O problema é que o álcool pode interagir com diversos tipos de medicamentos, reduzindo ou anulando seu efeito, além de sobrecarregar o fígado e aumentar o risco de diversos problemas de saúde.

 

 “Combinar álcool e paracetamol pode aumentar o risco de toxicidade no fígado, hepatite medicamentosa e provocar uma grave inflamação no fígado”, exemplifica a farmacêutica. “Álcool e dipirona podem potencializar o efeito da bebida alcoólica. E álcool e ácido acetilsalicílico elevam o risco de sangramentos no estômago, uma vez que a combinação irrita a mucosa estomacal.”

 

Além dos riscos mencionados, misturar álcool e medicamentos também pode causar outros problemas, como sonolência, tontura, perda de coordenação motora e dificuldade de concentração. Por isso, a dica é: beba com moderação, evitando misturar diferentes tipos de bebidas alcoólicas.

 

Riscos da interação entre álcool e medicamento

 

Abaixo, confira outros riscos da interação entre álcool e medicamento:

 

Vômitos, palpitação, cefaleia, hipotensão, dificuldade respiratória e até morte: combinação de álcool e antibióticos;

Úlcera gástrica e sangramentos: combinação de álcool e anti-inflamatórios;

Aumento das reações adversas e do efeito sedativo, além de diminuição da eficácia dos remédios: combinação de álcool e antidepressivos;

Aumento do efeito sedativo, risco de coma e insuficiência respiratória: combinação de álcool e calmantes (ansiolíticos);

Tontura, vertigem, fraqueza, síncope e confusão: combinação de álcool e inibidores de apetite

Hipoglicemia: combinação de álcool e insulina;

Aumento dos efeitos colaterais e risco de intoxicação, somado à redução da eficácia contra as crises de epilepsia: combinação de álcool e anticonvulsivantes.

 

Consulte um especialista

Antes de cair no samba, os foliões que fazem uso de remédios precisam estar cientes dos riscos da combinação com álcool. Por isso, a recomendação é de que o paciente converse com seu médico antes de começar a tomar qualquer medicamento e informe ao profissional sobre o eventual consumo de bebidas alcoólicas.

 

Em geral, a orientação é evitar o consumo de bebidas alcoólicas associado a medicações. Para não ficar em dúvida, recomenda-se a leitura da bula dos medicamentos – a maioria delas informa sobre os perigos da combinação com álcool.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-02-09/conheca-os-riscos-de-misturar-alcool-com-medicamentos.html - Por Marcelo Monteiro - Imagem: LeviaUA | Shutterstock


Que a paz de Cristo seja o juiz em seu coração, visto que vocês foram chamados para viver em paz, como membros de um só corpo. E sejam agradecidos.

Colossenses 3:15


sábado, 10 de fevereiro de 2024

Ressaca: como se recuperar rápido e curtir todos os dias do carnaval


Perder um dia de folia por conta da ressaca é imperdoável, principalmente quando há maneiras simples de driblar o problema

 

Um dos maiores temores dos foliões durante o Carnaval é perder os dias de festa por conta da ressaca. Por isso, é importante saber quais são as causas do problema e, assim, entender qual conduta seguir para evitar ou curar rapidamente o problema.

 

Por que temos ressaca?

Ao consumirmos bebida alcoólica, nosso fígado se prepara para metabolizar o etanol. Isto é, transformá-lo em uma substância possível de ser eliminada. Afinal, o álcool em grande quantidade é tóxico ao nosso organismo.

A nutricionista Marina Gomes, do Instituto Nutrindo Ideais, explica que esse processo de metabolização envolve a transformação do etanol em acetaldeído e depois em ácido acético.

“Os sintomas da ressaca se dão pelo aumento da concentração desse acetaldeído, que também é tóxico e se deposita em diversos órgãos, prejudicando suas funções. Isso somado a desidratação (perda de água e também de sais minerais) causada pelo álcool piora os sintomas no dia seguinte”, afirma.

 

Como evitar a ressaca

Para evitar a ressaca é preciso se preparar antes do bloquinho começar. Nesse momento, é importante garantir estar bem alimentado e hidratado. Marina indica fazer uma refeição equilibrada com carboidratos e proteínas. Dessa forma, você torna a absorção do álcool mais lenta pelo intestino, permitindo ao fígado mais tempo para metabolizar a substância.

A também nutricionista Laís Murta, mestra em Ciências da Saúde pela Faculdade Sírio-Libanês, complementa que antes da folia o ideal é optar por refeições mais leves e naturais.

O objetivo é evitar quantidades exageradas de frituras, fast foods, carboidratos como arroz, feijão e macarrão. Laís assegura que ingerindo os alimentos certos, é possível se jogar nos blocos, trios, ou avenidas, com muita disposição.

 

Durante a bebedeira

Durante a folia, é importante intercalar o consumo de bebida alcoólica com água, água de coco ou até mesmo isotônicos. Ou seja, sempre que possível (ou sempre que precisar usar o banheiro), lembre-se de beber algo não alcoólico.

Além disso, beber devagar e de forma moderada também facilita o trabalho do fígado. Outra dica é evitar passar por longos períodos sem se alimentar. Portanto, faça paradas estratégicas para consumir boas fontes de carboidrato durante o evento.

 

Depois de beber

Depois de curtir quatro dias de folia, uma coisa é certa: a ressaca chega com tudo no dia seguinte e não perdoa ninguém. Resta a indisposição física e um desconforto que pode durar em média até três dias.

Sendo assim, Laís sugere o consumo de carboidratos complexos, como grãos integrais (linhaça, chia e amaranto) e sucos e frutas desintoxicantes como abacaxi, hortelã e gengibre. Assim, é possível ajudar na desintoxicação do corpo e principalmente, na eliminação das toxinas por diurese — substâncias que causam o inchaço.

Além disso, a profissional também indica suplementos a base de fosfatidilcolina, cardo mariano (silimarina), dente-de-leão, alcachofra, NAC, ácido lipóico, coenzima Q10 ajudam nos processos de detox do fígado.

Marina comenta ainda que o mais importante é caprichar na hidratação para repor água e também sais minerais (água de coco e isotônicos são ótimas opções).

“Priorizar alimentos leves, não industrializados e de digestão fácil, principalmente se houver desconforto abdominal. Consumir alimentos fontes de Zinco e Vitamina B3 parece acelerar a recuperação: proteínas magras, ovos, folhas e legumes, frutas, raízes e cereais são bem-vindos”, recomenda.

 

Estou de ressaca. O que fazer?

A médica endocrinologista e metabologista Dra. Paula Pires destaca que não há nenhum remédio que cure ou acelere o metabolismo do etanol. Portanto, de nada adianta: banho frio, café, chás, produtos com cheiro forte ou qualquer outra medicação caseira. “O essencial é hidratação, carboidratos e bastante repouso”, aconselha. Geralmente, a ressaca melhora até o final do dia.

A endocrinologista explica que alguns medicamentos podem aliviar os sintomas (analgésicos, antiácidos ou anti-histamínicos). Enquanto que sucos, água-de-coco e isotônicos (sem álcool) repõem água, sais minerais e vitaminas perdidos. Já o refrigerante não hidrata, mas ajuda contra a queda da glicose.

Ela destaca ainda que tomar medicamentos antirressaca tem pouco fundamento científico. “São drogas que misturam substâncias contra náuseas, analgésicos e cafeína, tentando amenizar alguns dos sintomas. Seu efeito não perdura muito e, além disso, alguns contêm antiinflamatórios ou aspirina, que irritam o estômago. A maioria não age sobre a desidratação, sobre a hipoglicemia, nem sobre a irritação que o acetaldeído provoca nas células“, alerta a especialista.

Paula ressalta ainda que, além de não funcionar bem como prevenção, esses medicamentos podem estimular o indivíduo a beber mais, por sentir-se protegido contra os efeitos do consumo exagerado.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/ressaca-como-se-recuperar-rapido-e-curtir-todos-os-dias-do-carnaval.phtml - Por Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.

João 3:16


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

Carnaval: 4 efeitos que o álcool provoca no organismo


Lembre-se que dá para curtir a folia de maneira saudável

 

Carnaval é um período de festas que geralmente a maioria chuta o “pau da barraca” quando o assunto é dieta e exercícios físicos, não é mesmo? A diferença é que possível celebrar sem abrir mão do estilo de vida saudável. E, nesse sentido, a nutricionista do Instituto Nutrindo Ideais Letícia Canelada vai expor quatro efeitos que o álcool provoca no organismo.

 

Os quatro efeitos que o álcool provoca no organismo

 

Comprometimento do metabolismo lipídico

“O consumo de álcool interfere no funcionamento do seu organismo como um todo, incluindo a parte responsável pela oxidação de gordura. Dessa forma, há uma maior chance de você acumular gordura corporal, o que compromete o seu objetivo de ganho de massa muscular saudável e o condicionamento físico”, afirmou Letícia.

 

Desidratação

O ideal é até reforçar o consumo de água com drink leve. “O álcool exerce efeito diurético em nosso corpo, pode levar à desidratação, que prejudica o seu desempenho físico e a capacidade do corpo em se recuperar após o exercício físico”, explicou.

 

Queda da síntese proteica

“Bebida alcoólica faz com que o uso das proteínas para a formação de músculo seja ineficiente, que dificulta sua evolução”, disse.

 

Sistema nervoso central prejudicado

O álcool é capaz de comprometer tanto a coordenação quanto sistema motor. “Assim, aumenta o risco de lesões durante o treino e prejudica o desenvolvimento do condicionamento físico”, relatou.

 

Palavra final

“A cada dose de bebida alcoólica que você for consumir, ingira pelo menos um copo de água de 200 a 250ml para reduzir os colaterais do álcool. Além disso, um conselho que vale ouro é consumir 1 L de água ao chegar em casa após a farra. A sua ressaca será menor”, concluiu Letícia Canelada.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/quatro-dicas-praticas-para-fugir-da-ressaca-no-carnaval/ - Por Guilherme Faber - Shutterstock


Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes.

1 Coríntios 16:13


Carnaval fitness: nutricionista revela 5 dicas para uma folia saudável


Vale a pena até reforçar a hidratação na hora da folia

 

Ter um carnaval fitness não é uma missão impossível. Apesar de ser uma festa em que muitos esquecem da realidade, não é mesmo? Mas o cuidado com a saúde precisa ser redobrado para não ser surpreendido e, nesse sentido, o nutricionista clínico e esportivo Dereck Oak revelou algumas dicas para que você tenha uma folia saudável.

 

5 dicas para o carnaval fitness

Hidratação

Interessante trocar bebidas alcoólicas por água, água de coco ou sucos naturais. “O ideal é levar uma garrafa de água consigo para se manter hidratado durante os eventos”, disse Dereck.

 

Escolhas conscientes

Opte por petiscos leves, como frutas, castanhas ou sanduíches leves, do que o excesso de frituras e alimentos ricos em gorduras.

 

Porções moderadas

“Em festas e blocos, compartilhe pratos com amigos para evitar exageros. Antes de sair para os eventos, faça refeições balanceadas para evitar a fome excessiva quando estiver fora”, indicou.

 

Cuidados com líquidos e descanso

Oak sugeriu como opção a ingestão de coquetéis leves intercalados com água e o cuidado redobrado com os drinks açucarados e calóricos juntamente com sono de qualidade.

 

Cuide da saúde mental

“É importante estar atento às suas emoções e evitar o excesso de estresse. “Pequenas escolhas conscientes podem fazer uma grande diferença no seu bem-estar”, finalizou Dereck Oak.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/carnaval-fitness-nutricionista-revela-5-dicas-para-uma-folia-saudavel/ - Por Guilherme Faber - Shutterstock


Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam.

Hebreus 11:6


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Quais são os sintomas da dengue? Saiba tudo sobre a doença


Brasil sofre com aumento de casos e 4 estados já decretaram emergência

 

Brasil teve um aumento significativo nos casos de dengue nas primeiras quatro semanas de 2024 em comparação com o mesmo período de 2023. Com esse aumento, é crucial reconhecer os sintomas e saber como se prevenir contra essa doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

 

Os sintomas da dengue incluem febre alta, dor no corpo e nas articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo.

 

A transmissão da dengue ocorre através da picada do mosquito Aedes aegypti, que também transmite a febre amarela, a Chikungunya e o vírus Zika. Não há transmissão direta de pessoa para pessoa.

 

Existem quatro sorotipos conhecidos da dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Um quinto tipo, DEN-5, foi registrado apenas na Malásia em 2007.

 

Os primeiros sintomas da dengue podem aparecer de quatro a 10 dias após a picada do mosquito infectado. A doença pode ser leve ou grave, dependendo de fatores como o vírus envolvido e a saúde do paciente.

 

A febre dura cerca de cinco dias e os sintomas tendem a melhorar em até 10 dias. Complicações graves são raras, mas é importante ficar atento, especialmente porque a dengue pode ser contraída mais de uma vez.

 

Inicialmente, a vacina contra a dengue será destinada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. O impacto coletivo da vacinação será sentido pela população em aproximadamente dois anos.

 

O diagnóstico da dengue é feito com base nos sintomas, histórico clínico e exames laboratoriais. O tratamento visa aliviar os sintomas e evitar complicações graves. A internação hospitalar pode ser necessária em casos graves.

 

A prevenção contra a dengue inclui eliminar os criadouros do mosquito, usando repelentes, mosquiteiros e protegendo o corpo contra picadas.

 

Além disso, recomenda-se as seguintes medidas:

 

Checar vasos de plantas, pneus velhos, latas e garrafas vazias, calhas, caixas d’água, piscinas abandonadas e quaisquer outros recipientes com água parada que podem proporcionar o ambiente ideal para a proliferação do mosquito nos meses de calor;

Utilizar mosquiteiros e repelentes;

Proteger braços, pernas e áreas expostas do corpo.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/2024-02-06/quais-sao-os-sintomas-da-dengue.html - Por iG Saúde - Reprodução: pixabay


“Não há nada escondido que não venha a ser revelado nem oculto que não venha a ser conhecido. O que vocês disseram no escuro será ouvido à luz do dia; o que sussurraram nos ouvidos dentro de casa será proclamado dos telhados.” (Evangelho de Lucas 12:2).


quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

As mentiras que todo mundo acredita: você também?


Não se pode acreditar em tudo o que se ouve por aí.

 

Ao longo dos anos nas sociedades, existem crenças que se enraizam tão profundamente que passam a ser aceitas como verdades irrefutáveis. No entanto, ao examinarmos de perto essas suposições arraigadas, muitas vezes nos deparamos com uma série de mentiras que todo mundo acredita.

 

Muitas vezes, essas mentiras continuam a influenciar nossas perspectivas e ações. Por isso, agora, vamos destacar algumas dessas mentiras que muitos de nós aceitamos sem questionar, convidando-nos a uma análise crítica e reflexiva para mudar (ou não) a sua perspectiva sobre as coisas.


1. Nós usamos apenas 10% do nosso cérebro

Essa afirmação há muito tempo tem sido repetida e disseminada, sugerindo que a maior parte do nosso cérebro permanece inexplorada. No entanto, avanços na neurociência moderna mostraram que o cérebro humano é altamente ativo e todas as suas regiões têm funções específicas. Cada parte do cérebro desempenha um papel crucial em nossas atividades diárias e até mesmo tarefas simples requerem uma interação complexa entre várias áreas cerebrais.

 

2. A água gira na pia em sentido horário no Hemisfério Sul e anti-horário no Hemisfério Norte

Essa é uma daquelas crenças que parece perfeitamente lógica, mas não é sustentada pela física. A rotação da água em uma pia ou banheira é influenciada por muitos fatores, como o formato do recipiente e as correntes de água, não pela Coriolis, o efeito que supostamente causaria a diferença de rotação entre os hemisférios. Na prática, a Coriolis só é observável em escalas muito maiores, como padrões climáticos e o movimento de correntes oceânicas.

 

3. Créditos de abertura de filmes devem ter letras pequenas para evitar processos por plágio

A ideia de que letras pequenas nos créditos de abertura protegem os cineastas de processos por plágio é amplamente aceita, mas carece de base legal sólida. Plágio é determinado pelas semelhanças nas narrativas visuais e roteiros, não pelo tamanho da fonte nos créditos. Além disso, os estúdios cinematográficos estão mais preocupados com o reconhecimento de suas equipes do que com possíveis ações legais por plágio.

 

4. Comer carne antes de dormir causa pesadelos

Essa é uma das mentiras que todo mundo acredita mais populares. A noção popular tem raízes em tradições antigas e folclore, mas estudos científicos não estabeleceram uma conexão direta entre o consumo de carne antes de dormir e o surgimento de pesadelos. O que ingerimos pode afetar nossos sonhos de maneira sutil, mas não há evidências concretas de que a carne específica seja a culpada por nossas inquietações noturnas.

 

5. Desafios de 30 dias levam automaticamente a hábitos formados

A ideia de que 30 dias ou até 21 dias é o período mágico para formar um hábito é simplista demais. A criação de hábitos requer consistência, motivação e metas realistas, não apenas uma duração arbitrária. Cada pessoa é única e o tempo necessário para internalizar um hábito pode variar consideravelmente. Portanto, é importante estabelecer expectativas realistas ao tentar incorporar algo novo em nossa rotina.

 

Em resumo

Em um mundo onde a informação flui rapidamente e as crenças podem se espalhar como fogo, é crucial exercitar nosso pensamento crítico e não aceitar cegamente as afirmações que encontramos.

 

Essas mentiras que todo mundo acredita demonstram como até mesmo conceitos que parecem plausíveis podem carecer de substância quando examinados de perto.

 

Como sociedade, devemos abraçar a curiosidade e a pesquisa para desvendar a verdade por trás das ideias que moldam nossas percepções. Não acredite em tudo o que dizem a você, nem mesmo quando for uma pessoa que você considera sábia. Pesquise, estude, comprove por si mesmo.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/as-mentiras-que-todo-mundo-acredita-voce-tambem/ - por Priscilla Riscarolli


Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando vocês mesmos.

Tiago 1:22


terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

Consumo excessivo de álcool no Carnaval pode prejudicar o coração


Cardiologista explica como essa bebida pode aumentar o risco de infarto, miocardiopatia е AVC

 

Durante o período do Carnaval, é comum observar um aumento significativo no consumo de álcool, muitas vezes associado às festividades e celebrações. Embora a diversão seja uma parte integral dessa temporada, é importante estar ciente dos potenciais impactos negativos que o excesso de álcool pode ter sobre a saúde, especialmente em relação ao coração.

 

Segundo o cardiologista Dr. Roberto Yano, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas é um fator importante para problemas cardiovasculares. “O álcool em excesso pode ocasionar uma série de problemas cardiovasculares. Pode elevar a pressão arterial, aumentar os triglicérides, contribuir para o ganho de peso, facilitar o acúmulo de gordura nas artérias е aumentar, assim, o risco de problemas cardíacos como infarto, miocardiopatia е AVC (Acidente Vascular Cerebral)”, ressalta.

 

Prejuízos do consumo excessivo

O consumo desregrado de álcool pode ser um fator de risco para doenças cardíacas tanto no curto quanto no longo prazo, confirma o Dr. Roberto Yano. “O consumo excessivo e frequente de bebidas alcoólicas pode aumentar a pressão arterial, desencadear arritmias е contribuir para a formação de placas nas artérias, elevando o risco de doenças cardíacas. Além disso, o consumo crônico está associado a condições como a miocardiopatia alcoólica ao longo dos anos”, explica.

 

Danos para quem bebe pouco

Até quem costuma consumir bebida alcoólica em menor frequência pode ser afetado. “Se engana quem pensa ‘um dia não faz mal’; na verdade, em períodos como o Carnaval, em que há um grande consumo de álcool em um pequeno espaço de tempo, também é possível sofrer efeitos, mesmo sendo ocasional. Isso porque o aumento súbito de álcool no sangue pode ocasionar o que chamamos ‘holiday hеart syndromе’, ou síndrome do coração pós-feriado”, esclarece o profissional.

Nessa síndrome, o coração intoxicado pelo álcool gera arritmias cardíacas (dentre a mais comum, a fibrilação atrial), que são potencialmente graves, pois podem instabilizar o coração, sendo em alguns casos necessário realizar até um procedimento médico para reverter o ritmo.

 

Pessoas com problemas cardíacos

Os riscos relacionados ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas no Carnaval são ainda maiores quando se trata de pessoas que já apresentaram problemas anteriores, afirma o Dr. Roberto Yano.

“Para pessoas com condições cardíacas prévias, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas é ainda mais perigoso, podendo agravar arritmias prévias, elevar ainda mais a pressão arterial е aumentar assim o risco de eventos cardíacos. Mesmo assim, os cuidados devem ser os mesmos, seja para quem tem a predisposição ou mesmo para aqueles que sejam previamente sadios”, ressalta.

 

Protegendo o coração

Os riscos relacionados ao consumo excessivo de álcool ao sistema cardiovascular são amenizados com alguns cuidados, principalmente a partir da moderação no uso de bebidas. “A principal medida preventiva é, sem dúvidas, a moderação, evitar ingerir grandes doses de bebidas alcoólicas, principalmente em curtos períodos”, recomenda o médico

“No caso de pessoas com algum fator de risco, é fundamental realizar seus exames preventivos antes do Carnaval; optar por alternativas não alcoólicas e evitar grandes esforços que possam sobrecarregar o coração “, ressalta o Dr. Roberto Yano

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-02-06/consumo-excessivo-de-alcool-no-carnaval-pode-prejudicar-o-coracao.html - Por Adriana Quintairos - Imagem: Vergani Fotografia | Shutterstock


Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão.

1 Timóteo 6:11


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

Volta às aulas: será que seu filho precisa usar óculos? Saiba identificar


O começo do início letivo é uma boa oportunidade para identificar os sinais de que os pequenos provavelmente precisam usar óculos

 

As aulas estão voltando por todo o país e milhares de crianças estão retornando à rotina da sala de aula. Além de toda a empolgação dos pequenos com o novo ano letivo, esse também é um momento de atenção para os pais e responsáveis, que devem ficar alerta a qualquer mudança comportamental. Esse pode ser um indicativo para diversos problemas, inclusive para a necessidade de um óculos.

 

O Dr. Antonio Sardinha, oftalmologista do HOC- Hospital de Olhos de Cuiabá, lembra que a saúde ocular está diretamente ligada ao desempenho acadêmico das crianças. Isso porque problemas visuais não diagnosticados podem prejudicar a leitura, a escrita e a participação ativa em sala de aula.

 

Pensando nisso, o especialista destaca a importância de realizar exames oftalmológicos de rotina, a fim de preservar a saúde dos pequenos e identificar a necessidade ou não de usar óculos. “Um check-up ocular antes do retorno às aulas é crucial para identificar problemas visuais que podem afetar o desempenho acadêmico e o aprendizado das crianças”, destaca.

 

Conforme o médico, além de detectar problemas visuais, um check-up ocular pode contribuir para o bem-estar geral, pois uma visão saudável é essencial para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional das crianças durante o período escolar.

 

Contudo, antes mesmo do check-up, os pais podem ficar atentos a alguns sinais que podem indicar problemas de visão e a necessidade de usar óculos. São eles:

 

Dores de cabeça frequentes;

Dificuldade de leitura;

Apertar os olhos ou piscar excessivamente.

 

Além disso, o profissional lembra que as telas digitais podem causar fadiga ocular e problemas visuais. Portanto, é recomendado controlar o acesso das crianças a esses aparelhos.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/volta-as-aulas-sera-que-seu-filho-precisa-usar-oculos-saiba-identificar.phtml - Por Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes.

1 Coríntios 16:13